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Representa POIs do Tipo Outros

Torre de Controlo do Tráfego Marítimo

Torre de Controlo do Tráfego Marítimo
Implantada num terreno plano junto ao Tejo e sem outras construções nas proximidades, a Torre do Centro de Controlo de Tráfego Marítimo do Porto de Lisboa, em Algés, é um edifício com 38 metros de altura que causa impacto pela sua inclinação em direção às águas do rio.

A torre foi inaugurada em 2001 e construída segundo o projeto do arquiteto Gonçalo Byrne, estando dotada das mais avançadas tecnologias, que lhe permitem orientar a navegação de embarcações até uma distância de 16,5 milhas marítimas.
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Passeio Marítimo de Algés Algés
Telefone:
+351 21 361 10 00

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Portugal Open
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Em Abril/Maio decorre o Portugal Open, que se mantém como um dos raros eventos (...)

Biblioteca Municipal (Galeria Municipal e Arquivo histórico)

Biblioteca Municipal (Galeria Municipal e Arquivo histórico)
O edifício da Biblioteca Municipal de Matosinhos foi projetado por um arquiteto natural desta cidade - Alcino Soutinho - que também desenhou os equipamentos e o mobiliário.

A Biblioteca foi inaugurada em 2005. Recebeu o nome de Florbela Espanca em homenagem a esta poetisa portuguesa que passou os últimos anos da sua vida em Matosinhos.
Contactos
Morada:
Rua Alfredo Cunha 4450-519 Matosinhos
Telefone:
+351 22 939 09 50 - 22 939 09 58
Fax:
+351 22 939 09 72

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Festas da Semana Santa
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Assista à Semana Santa na antiquíssima cidade de Braga, na região do Porto e (...)

Padrão do Bom Jesus de Matosinhos

Padrão do Bom Jesus de Matosinhos
Construído no séc. XVIII, o Padrão do Bom Jesus, Padrão do Senhor da Areia ou Nosso Senhor do Padrão relembra a lenda do Senhor Bom Jesus.

Conta-se que a imagem do Senhor de Matosinhos foi esculpida por Nicodemos, um homem que ajudou José de Aritmeia a descer da cruz e embalsamar o corpo de Cristo. Lançada ao mar, teria dado à costa no ano de 124, no areal do lugar do Espinheiro, perto de Matosinhos, mas sem um braço. Ao longo de 50 anos ninguém conseguiu esculpir a peça que faltava, de forma a ajustar-se ao corpo da imagem. Até que uma velhinha que por ali morava, ao fazer a sua lareira, deparou-se com um pedaço que teimava em arder e rolar para fora do lume. Foi então que a filha, muda, recuperou a voz para dizer que se tratava do braço do Bom Jesus. Ao levá-lo à imagem a peça encaixou-se com perfeição no sítio do braço desaparecido e assim a população pode ter a imagem completa.

No local onde a imagem foi encontrada, para uns, ou onde foi encontrado o braço, para outros, foi erguido o padrão em honra deste santo de devoção popular.

No pedestal, um painel de azulejos azuis e brancos do séc. XVIII com a representação de Cristo e o número 50 gravado, em memória do tempo que demorou a encontrar a peça que faltava.
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Av. Norton de Matos

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Festas da Semana Santa
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Lenda do galo de Barcelos

Lenda do galo de Barcelos
No Museu Arqueológico da cidade de Barcelos encontra-se um cruzeiro medieval associado à lenda do Galo de Barcelos.

Conta a lenda que os habitantes do burgo andavam alarmados porque alguém cometera um crime e não se descobria o criminoso. Certo dia apareceu um galego que se tornou suspeito e as autoridades resolveram prendê-lo e, apesar dos seus juramentos de inocência, ninguém acreditou que se tratava de um peregrino que se dirigia a Santiago de Compostela para cumprir uma promessa.

Condenado à forca, pediu para ser levado à presença do juiz, que se banqueteava com alguns amigos e aí voltou a afirmar a sua inocência. Como ninguém acreditasse nele, o galego apontou para um galo assado que estava sobre a mesa e disse: "É tão certo eu estar inocente, como é certo esse galo cantar quando me enforcarem."

E o que parecia impossível, aconteceu! Quando o peregrino estava a ser enforcado, o galo assado ergueu-se da mesa e cantou. O juiz correu à forca e ao ver que o nó da corda impedia o estrangulamento, imediatamente o mandou soltar, deixando-o partir em paz.

Passados uns anos, o peregrino voltou a Barcelos e fez erguer um monumento em louvor de São Tiago e da Virgem.

A representação do colorido galo de Barcelos foi adotada durante muitos anos como o símbolo do Turismo de Portugal.

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1º Conde de Vila Real

1º Conde de Vila Real
Consta que estando D. João I (r. 1383-1433) em Vila Real mandou chamar à sua presença D. Pedro de Meneses para nomeá-lo primeiro governador e defensor da praça de Ceuta, recentemente conquistada pelos portugueses.

Estando o fidalgo a jogar a pelota com alguns companheiros de armas, apresentou-se ao rei com o varapau do jogo. Perguntando-lhe o monarca se estava pronto a aceitar o encargo de defender a cidade conquistada, respondeu-lhe D. Pedro que sim e até já estava armado com o cacete do jogo para com ele repelir os ataques dos mouros.

Cumprindo a palavra dada ao rei, este concedeu a D. Pedro de Meneses o título de primeiro Conde de Vila Real, ficando a memória desta tradição gravada na pedra de armas do município.

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Os icepianos...

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São Roque

São Roque
São Roque nasceu em Montpellier (França) em meados do séc. XIV e é celebrado a 16 de Agosto. O nome foi-lhe dado devido a uma marca em forma de cruz vermelha (rouge #MAIOR# roc) que tinha no peito.

Órfão desde muito novo, renunciou ao património em favor do tio, distribuiu os seus bens pelos mais pobres e partiu para Roma em peregrinação. Em Itália dedicou-se ao tratamento dos doentes da peste, acabando por ficar doente e retirar-se para uma floresta perto de Piacenza (Itália). Segundo a lenda, foi assistido por um anjo e por um cão que lhe ia trazendo comida e se manteve fiel até se curar. Desfigurado pela enfermidade, quando voltou à sua terra natal ninguém o reconheceu e foi preso por ter sido tomado por espião italiano. Acabou por ser condenado e morrer na prisão. Foi reconhecido pela marca de nascença no peito.

Iconograficamente é representado vestido de peregrino (com bordão, chapéu de aba larga, cabaça e sacola), mostrando a perna com as feridas provocadas pela peste e acompanhado do cão. A sua história é retratada por quatro tábuas do séc. XVI que se encontram no Museu de São Roque.

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Indie Lisboa - Festival Internacional de Cinema Independente
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Era uma vez...

Era uma vez...
Alguns dinossauros carnívoros fêmeas reuniam-se todos os anos para nidificarem nas areias perto de uma lagoa de águas calmas. Nesse ano, juntaram-se sete fêmeas. A mais jovem tinha seis metros de comprimento, enquanto a mais velha rondava uns possantes oito metros. Após escolherem um sítio perto do que já tinha sido utilizado no ano anterior, a primeira fêmea pôs uma vintena de ovos. Muito juntos, cada um com cerca de 12 cm. Os outros dinossauros fêmeas imitaram-na durante o resto do dia, até o ninho ser uma gigantesca concentração de 180 ovos de dinossauro carnívoro.

Estes dinossauros protegiam o ninho contra os comedores de ovos como crocodilos, lagartos e mesmo outros dinossauros. Ainda assim, um crocodilo de médio porte aproximou-se sorrateiramente daquela preciosa pilha de ovos com o cuidado de não ser detetado pelos dinossauros. O seu intuito não era predar o ninho e, rapidamente, depositou os seus próprios ovos no meio dos de dinossauro. Retirou-se assim que terminou, deixando a sua prole bem protegida por um grupo de dinossauros carnívoros.

O tempo passou e, além de um ou outro ovo roubado e comido, os pequenos dinossauros desenvolveram-se depressa no seu líquido amniótico protector. Naquela região eram frequentes fortes aguaceiros mas, naquela altura, chovia mais do que o habitual. A chuva não parava, o lago começou a encher e a transbordar, até que chegou ao precioso ninho de dinossauros, cobrindo-o com aquela água lamacenta que acabou por asfixiar e matar os pequenos embriões prestes a eclodir.

Texto de Octávio Mateus (Paleontólogo, Universidade Nova de Lisboa / Museu da Lourinhã).

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Semana Santa de Óbidos
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Evocando a Paixão e morte de Jesus Cristo, a Semana Santa de Óbidos é (...)

A lenda da moura Salúquia

A lenda da moura Salúquia
A lenda da Moura Salúquia remonta ao tempo em que a região de Moura estava em poder dos mouros e que os reis cristãos da Península, nomeadamente D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, se esforçavam por reconquistar para a cristandade.

Salúquia era filha do governador muçulmano Abu Hassan e estava noiva de um jovem que fora nomeado alcaide do castelo. Debruçada do alto de uma das torres, aguardava ansiosamente a chegada do seu noivo, que partira para combater os portugueses. Estes, porém, avançando à conquista da povoação fizeram uma emboscada ao jovem mouro e mataram-no, assim como aos seus companheiros. Vestiram os seus trajes e com este ardil conseguiram que lhes abrissem as portas do castelo.

Percebendo o embuste, a bela moura Salúquia, preferindo a morte a ser escrava e cativa dos cristãos, atirou-se da torre. E assim se explica a origem do nome Moura.

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Em Abril, realiza-se em Fronteira o CEI Atoleiros, assim designado em homenagem (...)

Coimbra - Percurso da Alta da Cidade

Coimbra - Percurso da Alta da Cidade
A Alta da Cidade é a parte mais antiga de Coimbra, feita de ruas estreitas e íngremes que conduzem ao topo da colina onde nasceu e a que os estudantes deram vida.

A partir da Rua Ferreira Borges, o Arco de Almedina marca os limites da cidade antiga, onde os estudantes viviam, não o podendo fazer fora das muralhas, com exceção para os Mosteiros situados perto do Rio Mondego de onde vinham alguns docentes.

Subindo as escadinhas da Rua do Quebra Costas e virando à esquerda, logo aparece o Arco e o Palácio Sub Ripas, uma casa do séc. XVI com decoração renascentista na fachada, da autoria da oficina de João de Ruão que, diz a tradição, ficava aqui perto. Um pouco mais à frente, sobre uma fundação da muralha medieval, a Torre do Anto assinala a memória do poeta António Nobre (1867-1900), que aqui viveu quando estudava em Coimbra.

A meio da encosta, tem uma vista privilegiada sobre a cidade que terá de certeza inspirado alguns dos seus poemas. Atualmente , abriga uma galeria de arte e uma casa de artesanato. Dando a volta pela Rua dos Coutinhos chega-se ao Largo onde a Sé Velha continua a contar a sua história desde a fundação da nacionalidade.

Depois da Rua Borges Carneiro a Igreja de São João de Almedina anuncia uma paragem obrigatória. Este templo faz atualmente parte do Museu Nacional Machado de Castro, o mais significativo da cidade. Embora esteja de momento encerrado não deixe de admirar a vista da sua varanda renascentista. Repare nas ruas estreitas e íngremes em redor. Aqui encontram-se ainda as casas dos estudantes, conhecidas por Repúblicas, onde cada uma dita as suas próprias regras mantendo vivo o espírito académico.

Saindo do Museu, à direita, encontrará a Igreja de São Salvador, onde se pode apreciar mais uma obra de arte renascentista da autoria de João de Ruão. A rua onde se situa, a Couraça dos Apóstolos indica o local onde a Companhia de Jesus se instalou para construir a igreja que viria a ser a Sé Nova.

Mais à frente uma entrada imponente, a Porta Férrea, convida a entrar na instituição que fez a história de Coimbra, a Universidade, e onde termina este percurso.

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