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Sugestões

O Porto à noite

Não deixe de…
  • provar um cálice de Porto quando sair à noite
  • experimentar um Porto Tonic se preferir uma forma mais refrescante de conhecer este vinho licoroso

O Porto é uma cidade cheia de animação, cujas noites têm fama além-fronteiras.  

Nesta cidade cosmopolita encontramos restaurantes de todos os géneros para jantar, da cozinha tradicional à mais moderna cozinha de fusão a cargo de conceituados chefs. É um dado assente que se come muito bem no norte de Portugal e o Porto não é exceção. Desde a tasca mais simples ao restaurante mais sofisticado, tudo vai depender do nosso critério de escolha. Uma das especialidades do Porto é a célebre francesinha, uma sanduíche com vários recheios, coberta de molho, que não se encontra com facilidade no resto do país. Mas também são abundantes e recomendáveis os pratos de peixe e marisco frescos, assim como os de bacalhau, ou pratos de carne com destaque para “as tripas à moda do Porto” e o cabrito. Para entrada, é sempre apreciado um caldo verde, típico na região.

Depois de jantar há bares e discotecas com música para todos os gostos. Porém, se quisermos assistir a um concerto num ambiente irrepetível, não nos podemos esquecer da Casa da Música, cuja oferta variada atinge todos os públicos.


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Há quem apelide como piscina natural, há quem lhe chame de praia fluvial. (...)
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Festas da Semana Santa
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Assista à Semana Santa na antiquíssima cidade de Braga, na região do Porto e (...)

Trilhos nos Açores

Quer seja um amante de passeios calmos ou um viciado em adrenalina, os Açores dispõem de mais de 60 percursos pedestres com todas as condições para caminhar em segurança. Aventure-se e descubra paisagens únicas entre caminhos totalmente envoltos na Natureza.

Os trilhos dos Açores são uma rede de Percursos Pedestres Classificados pelo Governo Regional dos Açores, de forma a garantir a segurança e tranquilidade dos pedestrianistas. Segmentados por três níveis de dificuldade – fácilmédio e difícil – a rede de percursos pedestres adequa-se a vários níveis de idade e preparação física. Muitos dos trilhos classificados aproveitam caminhos de pé posto que os habitantes utilizaram ao longo dos séculos para deslocações do dia-a-dia, transporte de mercadorias ou trânsito de gado. Esta sabedoria dos antigos, no atalhar do território, é hoje aproveitada pelos turistas para conhecer diferentes ângulos e detalhes dos tesouros paisagísticos do arquipélago, pois estes ligam quase todos os recantos de cada uma das ilhas, tanto junto ao mar, como em altitude.

temperatura amena do clima açoriano permite explorar a rede de trilhos em qualquer estação do ano. Tudo depende da experiência pretendida. Caminhar durante o inverno significa encontrar verdes mais luxuriantes, cascatas e ribeiras com maior caudal; andar na primavera e no verão, traz a invasão dos odores e colorido das flores. Já a famosa bruma açoriana, essa pode surgir em qualquer altura. E tão depressa chega, concedendo um aura mística aos contornos vislumbrados, como se levanta para abrir horizontes. 

Devido a particularidades meteorológicas e condições do terreno, alguns trilhos poderão estar indisponíveis temporariamente, por isso antes de partir, devemos obter informação sobre os eventuais alertas e recomendações de segurança que possam existir.


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Festas do Senhor Santo Cristo
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Em São Miguel, nos Açores, assista às Festas do Senhor Santo (...)

Aldeias históricas

Não deixe de…
  • percorrer as ruas estreitas do Piódão e reparar nas janelas e portas azuis
  • experimentar um voo de parapente em Linhares da Beira
  • provar as sardinhas doces de Trancoso
  • admirar as ruínas do castelo e da antiga Casa da Câmara em Marialva e do Paço de Castelo Rodrigo
  • percorrer as muralhas de Almeida em forma de estrela
  • descobrir as caras do Mendo e da Menda em duas casas de Castelo Mendo
  • conhecer a história de Belmonte no Museu interativo
  • descansar no Chafariz da Bica em Castelo Novo e apreciar a arquitetura do Largo
  • apreciar as várias fases de construção da catedral de Idanha-a-Velha
  • trazer um adufe ou uma marafona de Monsanto

Feitas de granito e xisto, as aldeias históricas conservam histórias de conquistas e tradições antigas e deslumbram pelas paisagens, património e simpatia das gentes que as habitam.

Assentes no alto das serras, distinguem-se ao longe nas altivas torres dos seus castelos medievais. É por isso que estão estrategicamente alinhadas ao longo da fronteira. Reis e senhores da terra sabiam que assim podiam dormir mais sossegados. Enganavam-se por vezes. Mouros e cristãos, castelhanos e portugueses, todos tentaram tomá-las para si e por isso cada uma tem uma história muito antiga ou uma lenda para contar. Hoje são pacíficas e mantêm nas pedras da rua e das casas o que Portugal tem de mais genuíno: a autenticidade do seu povo e o orgulho de uma História com 900 anos.

São doze no total e para as conhecer sugerimos um percurso que começa no único local onde não há um castelo para visitar – o Piódão. A aldeia estende-se pela encosta escondida nos confins da Serra do Açor, e talvez por isso não tenha sido necessário fortificá-la. A visita implica uma grande caminhada, pois não há outra forma de percorrer estas ruas estreitas que serpenteiam entre as casas de xisto.

Em Linhares da Beira, já na Serra da Estrela, destaca-se o castelo erguido num planalto, ponto de vigia sobre o horizonte. Mas também não devemos perder a igreja matriz de origem românica que guarda tábuas atribuídas a Grão Vasco, importante pintor quinhentista. O centro histórico de Trancoso está rodeado por muralhas medievais e integra uma Judiaria onde podemos descobrir símbolos hebraicos gravados nas pedras das casas. 


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Semana Santa de Óbidos
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Evocando a Paixão e morte de Jesus Cristo, a Semana Santa de Óbidos é (...)

Passeio em Castelo Branco

Não deixe de…
  • passear nos Jardins do Paço episcopal
  • admirar as colchas de Castelo Branco
  • subir ao castelo e admirar a vista

Nem demasiado grande, nem muito pequena, Castelo Branco é uma cidade à medida humana que vale a pena conhecer. Damos algumas sugestões, mas a descoberta deve ser feita ao ritmo de cada um, espreitando cantos e recantos, nem sempre conhecidos dos turistas.

A visita tem início na (ou Igreja de São Miguel) e prossegue no Museu Francisco Tavares Proença Júnior. É aqui que podemos admirar as colchas de Castelo Branco em linho bordado à mão a fio de seda de várias cores que provam a habilidade das artesãs da região.

O Museu está instalado no edifício do antigo Paço Episcopal cujos Jardins são o ex-libris da cidade. De traçado barroco, combinam fontes, lagos e cascatas, mas são sobretudo conhecidos pelas estátuas dos reis de Portugal que ornamentam as escadarias. E ao olharmos com mais atenção reparamos que três têm dimensões menores que as restantes… são as que representam os reis espanhóis que governaram o país entre 1580 e 1640. Uma forma irónica de afirmar a nossa independência!

Do outro lado da rua, a antiga horta do Palácio deu origem ao Parque da Cidade, espaço de lazer que para além de fontes e espelhos de água, conserva canteiros de produtos hortícolas e ervas aromáticas a lembrar a sua antiga função. Bem perto fica o Museu de Arte Sacra instalado no Convento da Graça, outra visita a não perder.


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Vinhos do Centro de Portugal

Com uma grande diversidade de paisagens e de condições climáticas, o Centro de Portugal produz vinhos de excelente qualidade que vão bem com a gastronomia da região. 

Vinhos da Bairrada
Situada na faixa litoral entre o Oceano e a Serra do Buçaco, a região da Bairrada sofre a influência do Atlântico com chuvas abundantes e temperaturas suaves. Este clima fresco e húmido dá origem a uvas de acidez elevada e baixa graduação alcoólica, ideais para a produção de vinhos espumantes. Foi nesta região que em 1890 se produziu este tipo de vinho pela primeira vez em Portugal, que sobretudo na variedade “Bruto” acompanha na perfeição o leitão assado, que é a especialidade gastronómica regional.

Na Bairrada produzem-se ainda vinhos brancos, de cor citrina e aroma frutado, tintos, de cor granada a rubi, que toma reflexos acastanhados com o envelhecimento, e aguardentes bagaceiras. Podemos ficar a conhecer melhor a história destes néctares no Museu do Vinho da Bairrada na Anadia, ou visitando as quintas e adegas onde eles são produzidos, em ambientes tradicionais, ou espaços contemporâneos desenhados por arquitetos de renome. 

Vinhos do Dão
No interior, o Rio Dão dá nome a uma região vinícola que foi a segunda a ser demarcada em Portugal em 1908. Estes vinhos já eram no entanto reconhecidos pela sua excelência desde a fundação do reino no século XII, quando a agricultura era dinamizada pelo clero, sobretudo pelos monges de Cister. Cultivadas em solos xistosos ou graníticos, as vinhas do Dão estão dispersas nesta área montanhosa sendo protegidas dos ventos atlânticos pelas serras do Buçaco, Caramulo, Montemuro e Estrela. 

Os vinhos têm um teor alcoólico de 12º e envelhecem bem, até mesmo em garrafa. Os brancos têm uma cor citrina e aroma frutado e os tintos de cor rubi, são encorpados com uma consistência aveludada, e com o tempo adquirem um bouquet acentuado. Para apreciarmos melhor estas características nada como visitar o Solar do Vinho do Dão em Viseu, instalado no antigo Paço episcopal do Fontelo, ou as adegas produtoras, que se espalham pelos concelhos de Viseu, Mangualde, Nelas, Tondela, Sátão, Penalva do Castelo, Santa Comba Dão e Carregal do Sal. 

Vinhos da Beira interior
Encontramos ainda outra região vinícola com denominação de origem controlada: a Beira interior que integra as sub-regiões de Castelo Rodrigo, Cova da Beira e Pinhel. Aqui, as vinhas são cultivadas nas montanhas entre os 400 e os 700 metros, num clima agreste em que as temperaturas atingem valores negativos no inverno em contraste com os verões quentes e secos. A combinação destes fatores dá origem a vinhos com muita frescura, em que são utilizadas uma grande variedade de castas permitindo a descoberta constante de novos aromas e sabores.

Esta descoberta, como vimos, pode aliás ser um bom pretexto para conhecer melhor toda a região conjugando os verbos provar, saborear e brindar! 


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Semana Santa de Óbidos
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Vinho da Madeira

Um Vinho com nome de uma Ilha e uma Ilha com nome de um Vinho. 

Reconhecida em todo o Mundo como um destino turístico por excelência, a notoriedade da Ilha da Madeira deve-se, também, ao vinho que tem o seu nome e que nos mais variados pontos do globo ganhou fama e prestígio. 

Apreciado em todo o mundo, este "néctar" é um dos ex-líbris da Ilha da Madeira. Escolhido para celebrar a Independência dos EUA, em 1776, elogiado por Shakespeare, apreciado por reis, príncipes, generais e exploradores, o Vinho Madeira é sem sombra de dúvidas um verdadeiro tesouro. 


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Madeira Film Festival
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Assista ao Madeira Film Festival, que promete despertar consciências para a (...)

Pico, a ilha montanha

Com 448 Km2 de superfície, a Ilha do Pico é a segunda maior do arquipélago e aquela onde se situa a mais alta montanha de Portugal, precisamente o Pico, que lhe deu o nome, com 2.351 m de altitude. Muitas vezes apelidada como Ilha Montanha, é um dos vértices das chamadas “ilhas do triângulo”, a que fica mais a sul do grupo central do arquipélago e apenas a 6 km do Faial.

O seu clima seco e quente em conjunção com a riqueza mineral dos solos de lava e a organização do terreno num impressionante mosaico de pedra negra - os “currais” - permitiu um crescente sucesso da cultura da vinha, com predomínio da casta verdelho. Aos poucos, o vinho e a aguardente tornam-se apreciados dentro e fora da ilha. Exportado para a Europa e para a América, o verdelho atinge fama internacional, e chega inclusivamente a marcar presença na mesa dos czares russos. 

Os extensos campos de lava que marcam a paisagem da ilha, e que a população local denomina de “lajidos” ou “terras de biscoito” formam a Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico, declarada Património da Humanidade da UNESCO em 2004. Destes merecem destaque os sítios do Lajido da Criação Velha e do Lajido de Santa Luzia.

Enquanto no chão de lava negra se destacam as “rilheiras”, sulcos deixados pelas rodas dos carros de bois que transportavam uvas e barris, nos portos e portinhos junto à beira-mar são os “rola-pipas”, encostas talhadas para facilitar o deslize das pipas até aos barcos, que ainda hoje representam esta atividade.


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Levadas da Madeira

Cerca de 1.500 km de levadas para seguir e explorar, descobrindo paisagens de cortar a respiração, num encontro único com a Natureza. 

A par das suas belezas naturais, a Madeira tem para oferecer uma outra beleza não menos surpreendente: a obra grandiosa do seu sistema de irrigação - as Levadas. 

Estes cursos de água são o documento vivo de um esforço titânico dos antepassados para repartir pelas encostas e vales a água abundante que brota de nascentes no cimo das serras. Integram-se num conjunto de áreas protegidas, das quais se destacam o Parque Natural da Madeira e o Parque Ecológico do Funchal.

As maiorias dos percursos são acessíveis a qualquer um, existindo, no entanto, vários graus de dificuldade, pelo que se aconselha a consulta a profissionais da área e de publicações específicas sobre o tema, bem como a utilização de equipamento adequado.


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Jardins, Parques e Quintas da Madeira

Famosa pelo mundo fora devido à sua beleza natural, a Ilha da Madeira é também frequentemente conhecida como “o jardim flutuante do Atlântico”. Aqui, as tonalidades da vegetação que cobrem as encostas só encontram rival nas exóticas flores que desabrocham em todos os recantos.

Graças ao seu clima suave e moderado, podemos ao longo de todo o ano, e em ambiente natural, admirar flores e plantas oriundas de quase todos os continentes, como as orquídeas, as estrelícias, os antúrios, as magnólias, as azáleas, as proteias entre muitas outras. 

Algumas destas plantas tropicais e subtropicais chegaram à ilha nos séculos XVIII e XIX, pelas mãos de comerciantes ingleses enriquecidos com o comércio do vinho Madeira, e escolheram as freguesias do Monte, da Camacha, do Santo da Serra e do Jardim da Serra para construir as suas quintas. A escolha destes locais estava relacionada com o clima mais fresco e húmido, mais próximo das condições atmosféricas da Inglaterra, melhor para a aclimatação das plantas daí trazidas.

As Quintas da Madeira são atualmente uma das grandes atrações da região, que podemos conhecer durante a visita à ilha. Muitas foram recuperadas para vários fins como alojamento para férias, museu, café, entre outras. As Quintas da Madeira integram enormes e espaçosos jardins floridos, repletos das mais raras e variadas plantas, e com espaços convidativos ao descanso e relax ou à simples contemplação da natureza. São sem dúvida um ótimo lugar para passear ou para passar férias em família. 


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Marinas e Portos de recreio

Atracar em porto seguro está sempre ao alcance de quem navega ao longo da costa portuguesa. De norte a sul e nas ilhas da Madeira e Açores são muitas as marinas e portos de recreio equipados com todos os serviços para receber bem aqueles que chegam por mar.

Nos séculos XV e XVI foi no mar que os navegadores portugueses encontraram os caminhos que os levaram ao encontro de outras culturas em terras distantes, tendo sido os primeiros europeus a alcançar o Extremo Oriente ou o Brasil.

Hoje em dia, com um clima ameno e muito sol durante todo o ano, Portugal oferece excelentes condições para usufruir do oceano, navegando ou praticando os mais variados desportos náuticos, com a certeza de encontrar os apoios e equipamentos de que precisarmos em terra firme. Estes apoios estão disponíveis nas Marinas e Portos de recreio, muitas delas galardoadas com a Bandeira azul da Europa que certifica as excelentes condições disponibilizadas no que se refere à qualidade da água, gestão ambiental, segurança e serviços.


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