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Óbidos

Não deixe de…
  • subir às muralhas
  • beber uma Ginjinha num copinho de chocolate

A vila medieval de Óbidos é uma das mais pitorescas e bem preservadas de Portugal.

Suficientemente perto da capital e situada num ponto alto, próximo da costa atlântica, Óbidos teve uma importância estratégica no território. Já ocupada antes de os romanos chegarem à Península Ibérica, a vila tornou-se mais próspera a partir do momento em que foi escolhida pela família real. Desde que o rei D. Dinis a ofereceu a sua esposa D. Isabel, no séc. XIII, ficou a pertencer à Casa das Rainhas que, ao longo das várias dinastias, a foram beneficiando e enriquecendo. É uma das principais razões para se encontrarem tantas igrejas nesta pequena localidade.

Dentro de muralhas, encontramos um castelo bem conservado e um labirinto de ruas e casas brancas que encantam quem por ali se passeia. Entre pórticos manuelinos, janelas floridas e pequenos largos, encontram-se vários motivos de visita, bons exemplos da arquitetura religiosa e civil dos tempos áureos da vila.


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Há quem apelide como piscina natural, há quem lhe chame de praia fluvial. (...)
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Sintra é uma cidade e município da costa de Lisboa. Neste passeio vamos (...)
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Semana Santa de Óbidos
Semana Santa de Óbidos
Evocando a Paixão e morte de Jesus Cristo, a Semana Santa de Óbidos é (...)

Caminhos de Santiago

Não deixe de…
  • visitar as Sés das cidades que ficam nos Caminhos, normalmente dos séc. XII-XIII
  • conhecer em Barcelos o cruzeiro do Senhor do Galo que reproduz uma antiga lenda jacobeia
  • visitar o Convento de Cristo em Tomar, que foi sede da ordem dos Templários por ficar justamente num caminho de peregrinação
  • conhecer o bairro de Alfama por onde passa o Caminho que sai da Sé de Lisboa
  • visitar o Museu do Azulejo instalado no Convento da Madre de Deus, no mesmo Caminho, à saída de Lisboa
  • conhecer o Parque das Nações, em Lisboa, onde os peregrinos de Santiago se misturam com os de Fátima na saída de Lisboa

Os Caminhos de Santiago, que atravessam Portugal de sul para norte, são seguidos pelos peregrinos desde há séculos. Experimentá-los é partir numa descoberta do país e de nós próprios.

O destino destes Caminhos é a Catedral de Santiago de Compostela em Espanha, sob a qual, diz a lenda, se encontra o túmulo do apóstolo São Tiago, que evangelizou na Península Ibérica, então província de Roma. O culto deste santo popularizou-se ao longo da Idade Média dando origem a grandes peregrinações provenientes de todos os cantos da Europa. E em Portugal teve maior difusão a partir do séc. XII, com a fundação da nacionalidade portuguesa.

Dependendo dos locais de partida dos peregrinos, percorriam-se em Portugal vários caminhos com destino a Santiago, mas atualmente podem identificar-se três percursos principais. 

O mais antigo é o Caminho do Norte. Parte da Sé do Porto e segue por Rates (onde o próprio São Tiago ordenou o Bispo que deu nome à Igreja românica de São Pedro), Barcelos, Ponte de Lima e Valença, onde entra em Espanha. Na Idade Média, o Caminho do Norte tinha variantes, sendo comum que passasse por Guimarães (em cuja praça de Santiago diz a lenda que o Santo teria colocado uma imagem de Nossa Senhora), mas sobretudo por Braga, que disputava com Compostela o título de centro da Cristandade na Península por ser a Sede do arcebispado de toda a Península Ibérica. O seu primeiro bispo foi justamente o Bispo de Rates. Outra variante era o Caminho da Geira (a antiga via romana) que atravessava o Gerês até à Portela do Homem. Mas ainda havia o Caminho Litoral do Norte que hoje está assinalado. Parte também do Porto e segue por Vila do Conde, Esposende, Viana do Castelo e Caminha, onde se pode atravessar para Espanha, ou seguir até Valença.


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Herança Judaica

Não deixe de…
  • conhecer no Museu Arqueológico de Lisboa a Pedra de Monchique, epígrafe em hebraico proveniente da Judiaria de Monchique, no Porto
  • visitar em Trancoso o Centro de Interpretação Judaica Isaac Cardoso
  • visitar o Museu Luso-Hebraico de Abraão Zacuto, em Tomar, onde se encontra uma lápide relativa à fundação da Grande Sinagoga de Lisboa, de 1307
  • conhecer no Museu de Évora a arca (cofre) e Mesa do Tribunal da Inquisição, de meados do séc. XVI
  • visitar em Faro o Museu Isaac Bitton, onde se representa um Bar Mitzvah (confirmação dum rapaz de 13 anos) e um Casamento num cenário em tamanho natural

Por vilas, cidades e aldeias, partamos à descoberta dum património rico em memórias evocativas da presença judaica em Portugal. 

Embora se conheçam referências anteriores, foi entre os séculos V e XV que a comunidade judaica sefardita, ou judeus da Península Ibérica, se estabeleceu no território que é hoje Portugal, contribuindo das mais diversas formas para a cultura portuguesa. Protegidos pelos monarcas, muitos dos seus membros, entre os quais se encontravam filósofos, humanistas, cientistas e mercadores, mas também profissões mais comuns como sapateiros, alfaiates ou tecelões, participaram ativamente em vários momentos importantes da História portuguesa. Destacam-se o momento da fundação da nacionalidade e o seu contributo para o povoamento do território e, mais tarde, os contributos financeiros e científicos durante a época dos Descobrimentos. De referir, o grande matemático e cosmógrafo do séc. XVI, Pedro Nunes, criador do Nónio, um instrumento de navegação.

Em 1496, o Édito de Expulsão dos Judeus em Portugal obrigou-os à conversão ao catolicismo tornando-os cristãos-novos. Muitos saíram do país, mas muitos outros ficaram e mantiveram a sua fé de forma secreta, dando origem aos chamados marranos ou cripto-judeus. As marcas e inscrições simbólicas desses tempos podem ainda ver-se esculpidas nas casas das antigas judiarias, cujos vestígios se preservam nalgumas localidades como Trancoso, Belmonte, Guarda ou Castelo de Vide.


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Navegar na costa algarvia

Com cerca de 200 quilómetros de costa, um clima excelente e águas calmas, o Algarve é ótimo para navegar, mesmo não sendo dono de um barco, já que há sempre a hipótese de alugar ou de nos juntarmos aos cruzeiros que dão a conhecer a beleza do litoral.

E conhecer a região a partir do mar é algo completamente diferente, que nos surpreende a cada instante. Dos rochedos dourados em que a erosão esculpiu grutas e formas exuberantes, sobretudo entre Lagos e Albufeira, às falésias avermelhadas e dunas brancas que emolduram amplos areais, a variedade da paisagem é grande. O mar agitado a ocidente, perto de Sagres, aquece e acalma conforme nos dirigimos para leste, tornando esta aventura mais relaxante.

Também há rios navegáveis, como o Arade, que entre Portimão e Silves possui recantos de grande beleza, com fontes de água cristalina, uma vegetação imensa e memórias da presença árabe. Já no extremo leste, a subida do Guadiana é um passeio agradável entre vastas margens, onde podemos avistar moinhos, casas típicas e campos de pastoreio. E pelo meio a Ria Formosa, uma área protegida de sapais, dunas e ilhas quase desertas com areais que parecem não ter fim banhados por águas transparentes.


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Venha a Loulé no início do verão e aprecie os sons e os sabores de diversos (...)

Silves

No antigo reino árabe do Algarve, Silves era a cidade mais importante, a sua capital. Essa época traçou-lhe um perfil senhorial coroado por um castelo de cor vermelha, que apetece explorar.

Considerado o mais belo monumento militar islâmico de Portugal, este castelo é também o maior do Algarve. As suas torres e muralhas construídas sobre uma colina da Serra de Monchique com o propósito de vigiar e defender o território, hoje são excelentes miradouros sobre estes campos férteis cobertos de laranjeiras em redor do Rio Arade. Foi erguido pelos árabes, provavelmente sobre uma antiga fortificação romana do século IV/V. Ainda rodearam a povoação de mais duas cercas de muralhas, das quais subsistiram apenas alguns troços. No seu interior podemos ver a antiga alcáçova árabe e duas cisternas, uma das quais, segundo dizem, comunica com o rio.

Silves foi conquistada aos mouros em 1189 por D. Sancho I, mas só foram expulsos definitivamente em 1242 no reinado de D. Afonso III. Pensa-se que é dessa época a antiga Mesquita maior, transformada na , um dos templos mais importantes do Algarve, iniciado em estilo gótico e concluído na época barroca. Fica em frente ao castelo e tal como este, foi construída em arenito vermelho, o grés de Silves.


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Feira Medieval de Silves
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Visite Silves em agosto e veja como viviam mouros e cristãos na Idade (...)

Um passeio por Tavira

Não deixe de…
  • apreciar a vista panorâmica da torre do castelo
  • percorrer a pé as ruas antigas e descobrir restos da muralha islâmica
  • visitar a Câmara Obscura (Torre de Tavira) no antigo depósito da água para ver todo o esplendor da cidade
  • visitar algumas das 37 igrejas de Tavira
  • experimentar as especialidades regionais como as saladas de polvo ou de atum e os folhados de Tavira
  • saborear um gelado no Jardim do Coreto
  • levar flor de sal extraída das salinas da região
  • fazer uma caminhada à beira-mar no longo areal da Ilha de Tavira
  • ser surpreendido pelo “cemitério” de âncoras na Praia do Barril
  • conhecer as cascatas dos Moinhos da Rocha ou Pego do Inferno a 8 kms de Tavira

Das ruas junto ao Rio Gilão às muralhas do castelo de onde se tem a melhor vista sobre a cidade, Tavira seduz e faz-nos querer descobrir os seus recantos e desvendar os seus segredos.

Há um certo encanto oriental nesta cidade, nos seus telhados de “tesoura” ou de quatro águas, que se recortam no céu de uma forma peculiar e nas portas de reixa feitas de madeira entrelaçada que resguardam as casas deixando entrar o ar e o som, herança dos árabes que habitaram a região.

Tavira distribui-se pelas duas margens do rio, num intrincado de ruas estreitas e casas brancas que apetece percorrer sem pressas. O Jardim do Coreto é a zona mais animada, onde muitas pessoas se passeiam saboreando um gelado ou a frescura do ar, sobretudo à noite quando espetáculos ou outros eventos dão ainda mais vida a esta área. É aqui que se situa o Mercado da Ribeira, que depois de abandonar as suas funções originais é agora um espaço de animação e lazer. Nas proximidades, encontramos a igreja de Nossa Senhora das Ondas, o local de culto preferido dos pescadores e mareantes.

A ponte mais antiga, que segundo se crê era de origem romana, é uma estrutura do século XVII com parapeitos murados de onde apreciamos uma bela vista sobre o casario. Não tanto como a que podemos contemplar subindo à Torre do castelo, sem dúvida o melhor miradouro da cidade, abrangendo os telhados ondulantes, as cúpulas das igrejas, o rio e as salinas, até à linha azul do mar que é o seu limite no horizonte.

Para além do panorama, o esforço da subida é compensado por tudo o que podemos admirar pelo caminho...


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Vilamoura e a sua marina

Moderna, animada e sofisticada, Vilamoura desenvolveu-se à volta da marina e é hoje em dia uma das maiores estâncias de lazer da Europa.

A localidade é todo um empreendimento turístico construído a partir da década de 70 do século XX. Mas já os romanos conheciam esta região, como o provam as ruínas do Cerro da Vila, conservadas no Museu do mesmo nome, junto à estrada que dá acesso à Praia da Falésia. 

Excelentes hotéis e aldeamentos e campos de golfe de renome internacional providenciam uma oferta completa para quem quer passar uns dias de descanso à beira-mar. A marina, a maior do país com 1300 postos de amarração, é o principal polo de animação, não só para os que chegam de barco, mas para todos os que passam férias nesta zona e vêm até aqui ao fim da tarde ou à noite para saborear um gelado ou jantar. Também é o local certo para compras, com uma grande variedade desde lojas de artesanato local às mais conceituadas marcas internacionais. E quanto à animação noturna, não faltam bares e discotecas com os melhores DJs e o Casino de Vilamoura que nos pode levar a adrenalina ao rubro. 

Durante o dia há um sem número de atividades para praticar. Ténis, equitação, vela, windsurf, jet-ski, parasailing, passeios de barco, pesca desportiva, a panóplia é muito variada, o difícil mesmo será escolher. E as águas cálidas e areias douradas estão logo ali. Junto ao pontão leste da Marina, a Praia de Vilamoura com um areal que se prolonga até Quarteira, e do outro lado, a oeste, a Praia da Falésia, que se estende por quilómetros para só terminar nos Olhos de Água garantem muito espaço para estender a toalha e bronzear ao sol. Sem esquecer ótimas condições de segurança e muitos divertimentos para uns dias de sonho à beira-mar.


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Marinas e Portos de Recreio do Algarve

Quem vem de barco para o Algarve, encontra ao longo da costa algarvia muitos locais onde pode aportar em segurança.

As Marinas e Portos de Recreio oferecem todas as comodidades e serviços que possam vir a ser necessários e possuem muitos espaços de diversão e lazer que os tornam grandes polos de animação nas zonas em que estão inseridos, atraindo também muitos visitantes que chegam por terra. Sempre com excelentes condições, estas infraestruturas sucedem-se de um extremo ao outro da região.

Se começarmos por oeste, encontramos a Marina de Lagos que foi distinguida com o prémio Euromarina Anchor Award e está localizada na larga baía, uma das maiores da Europa com quatro quilómetros de amplitude. Aqui a tradição náutica perde-se no tempo, já que a própria cidade esteve desde sempre ligada aos Descobrimentos Portugueses e à história da navegação deste país de marinheiros.


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Costa Vicentina

Designada por Costa Vicentina, a faixa de litoral entre Odeceixe e Burgau é um Algarve diferente, onde a natureza preservada tem um carácter forte e selvagem, que se traduz em paisagens de uma imponência deslumbrante.

Esta área faz parte do Parque Natural que começa mais a norte no sudoeste alentejano e que constitui a maior extensão de costa portuguesa sujeita a proteção. As praias sucedem-se, ora com areais extensos a perder de vista, ou mais pequenos enquadrados por grandiosas arribas de xisto e calcário. O mar, agitado, produz uma sinfonia natural, que serve de banda sonora a este passeio à beira mar.

Partimos de Odeceixe, o ponto mais a norte, uma praia que se desenvolve para os dois lados de uma ribeira, proporcionando banhos de mar e rio. Por aqui encontramos areais pouco frequentados, alguns quase desertos com acessos pouco conhecidos como a Praia das Adegas reservada à prática do naturismo. Vale dos Homens, Carriagem, Amoreira e Monte Clérigo são outras praias a descobrir entre arribas cobertas de vegetação, que aqui e ali nos oferecem fabulosos panoramas sobre esta costa escarpada.


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Gastronomia do Algarve

Do mar vêm peixes e mariscos fresquíssimos, os principais ingredientes na cozinha algarvia. Juntam-se-lhes legumes e frutos a que o sol sublimou os sabores, e estão reunidos os elementos para uma experiência gastronómica que não vamos esquecer.

E podemos começar por aquilo que o oceano fornece. Pelo marisco: amêijoas, ostras, conquilhas e berbigões que cozinhados na chapa ou na frigideira são deliciosos. Uns perceves ao natural numa praia da costa vicentina, o arroz de lingueirão, a feijoada de búzios, o xerém de conquilhas e a açorda de marisco são outros exemplos de fazer crescer água na boca. Muito procurada é a famosa receita de amêijoas na cataplana, um dos pratos tradicionais mais apreciados, cujo segredo está na utilização deste recipiente de cobre, de origem árabe, que retém todo o sabor e aroma dos alimentos nele cozinhados. Para acentuar os paladares, não há melhor do que um pouco de sal das salinas da região, sobretudo a sua “nata” – a flor de sal. Para além dos muitos restaurantes onde se podem provar estas especialidades, no verão há festivais de marisco em Olhão e Faro, bem perto da Ria Formosa, onde ele é mais abundante.

Mas qualquer peixe fresco, grelhado lentamente no carvão à maneira dos pescadores pode ser um autêntico manjar dos deuses. E há outros pratos, como os carapaus alimados e a sardinha assada que se come em todo o lado, mas tem fama em Portimão. É deliciosa a pingar no pão ou acompanhada com uma salada montanheira, feita com tomate a que os orégãos acrescentam um gosto especial. Do bife ou da estupeta de atum de Tavira, ao polvo, que em Santa Luzia se aprecia de diversas formas - estufado em vinho, panado, grelhado, com arroz ou simplesmente assado no forno -, passando pelas deliciosas lulinhas e choquinhos, o Algarve é exímio nestes cardápios.


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