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Bragança

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Posto de Turismo - Bragança

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Postos de Turismo

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Morada:
Avª. Cidade de Zamora 5300-111 Bragança
Telefone:
+351 273 381 273


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Pelourinho de Bragança

Pelourinho de Bragança

Outros

O Pelourinho de Bragança é um dos mais antigos do país, seguindo uma tipologia própria da região nordestina. Símbolo de autonomia e poder senhorial, é composto por uma base proto-histórica (500 anos a.C), em forma de berrão, onde assenta uma coluna datada de séc. XII ou XIII, decorada no topo.

O berrão lusitano, conhecido por "Porca da Vila", integrava um culto dos povos primitivos de Trás-os-Montes, caracterizados por uma economia agropastoril . A distribuição deste tipo de escultura em território português, e com alguns testemunhos na região de Salamanca, permite atribuí-los a uma tribo pré-céltica pertencente ao povo dos "Vetões. Têm um caráter mítico e protetor e eram normalmente colocados à entrada ou no centro das povoações.

A decoração do topo da coluna é singular, pois apresenta quatro braços de pedra em forma de cruz, habitualmente feitos de ferro com argolas, onde se amarravam em praça pública os condenados. No alto, a terminar o pelourinho, uma figura humana segura um brasão com o escudo da cidade.

No local do Pelourinho, originalmente erguido em frente da Domus Municipalis, existia a antiga Igreja de Sant´Iago.
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Morada:
Largo da Porta da Vila, Cidadela


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Centro de Arte Contemporânea Graça Morais

Centro de Arte Contemporânea Graça Morais

Museus e Palácios

Inaugurado em Junho de 2008, o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais é um premiado projecto arquitectónico da autoria de Eduardo Souto Moura que nasce da recuperação de um antigo solar setecentista.

A dinâmica deste espaço assenta num programa de exposições temporárias, colectivas e individuais, representativas dos contextos da arte contemporânea nacional e internacional, e da obra da pintora Graça Morais em particular, reforçado ainda por outras iniciativas de âmbito pluridisciplinar.
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Morada:
Rua Abílio Beça, 105
5300-011 Bragança
Telefone:
+351 373 302 410


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Museu do Abade de Baçal

Museu do Abade de Baçal

Museus e Palácios

O Museu do Abade de Baçal está instalado desde 1915 no edifício do antigo Paço Espicopal. Construído no séc. XVIII, era a residência oficial dos bispos durante metade do ano, uma vez que a diocese era partilhada entre Miranda do Douro e Bragança. O nome faz justa homenagem ao Padre Francisco Manuel Alves (1865-1948), Abade de Baçal, homem erudito com gosto pela investigação histórica e artística da região, que muito contribuiu para a concepção e construção deste museu.

A história da região do Nordeste Trasmontano e a memória do antigo Paço Episcopal dão o mote à exposição que se distribui ao longo de nove salas. A este espólio juntaram-se as colecções doadas pelo coronel Barbosa Rodrigues e por Sá Vargas (numismática e ourivesaria dos séculos XVIII e XIX) e o legado dos escritores Guerra Junqueiro e Trindade Coelho. Das peças expostas, destacam-se a "Virgem com o Menino" do séc. XV, a Arca dos Santos Óleos do séc. XVIII, o tríptico do "Martírio de Santo Inácio" (ca. 1560) e a tela da "Anunciação" do séc. XVIII.

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Morada:
Rua Abílio Beça, nº 27
5300-011 Bragança
Telefone:
+351 273 331 595
Fax:
+351 273 323 242


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Museu Militar de Bragança

Museu Militar de Bragança

Museus e Palácios

O Museu Militar de Bragança foi fundado em 1932, por iniciativa do coronel António José Teixeira, comandante do Regimento de Infantaria nº 10 aquartelado na cidadela desde meados do séc. XIX.

O espólio é constituído pela colecção particular de António José Teixeira e por peças doadas pelos militares que tinham participado em campanhas de unidades militares sediadas em Bragança, nomeadamente as de África e de França durante a 1ª Guerra Mundial.

O conjunto ilustra a evolução do armamento ligeiro entre os séculos XVI e XX, ocupando os três pisos da Torre de Menagem de Bragança.
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Apartado 76 5301-901 Bragança
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+351 273 322 378
Fax:
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Domus Municipalis

Domus Municipalis

Monumentos

A Domus Municipalis é um exemplo único no país da arquitectura civil românica e o ex-libris de Bragança. Com a forma de um pentágono irregular, é composto por uma cisterna abobadada sobreposta por uma galeria ampla com janelas em redor, que se identificou como o local de reunião dos homens-bons do concelho. Muito se tem discutido sobre a datação, sem haver certezas, mas considera-se que o séc. XIII é a data provável de construção da parte superior, podendo a cisterna ser anterior.

É singular também pelo material utilizado, a pedra, que foi uma das razões da sua conservação até aos nossos dias. Este tipo de estrutura civil era habitualmente feito de madeira pois nem o poder municipal nem o Estado tinham meios para financiar obras civis deste género.

Em termos decorativos, de salientar a escultura notável dos frisos utilizando o imaginário românico. O interior, amplo, é corrido por uma bancada ao longo das paredes e na face de maior extensão abrem-se duas portas. As janelas têm moldura lisa, excepto sete, que são decoradas com uma arquivolta e ornatos em forma de estrela. A cobertura, um telhado de cinco águas, foi colocada no séc. XX durante uma grande campanha de restauro.
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Morada:
Bragança


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Basílica Menor de Santo Cristo de Outeiro

Basílica Menor de Santo Cristo de Outeiro

Monumentos

Iniciada a construção em 1698 em resultado de um milagre ocorrido numa pequena capela que se encontra ao lado, o santuário de Santo Cristo foi concluído na 1ª. metade do século XVIII. De características arcaizantes em pleno barroco, é um templo grandioso com fachada flanqueada por duas torres, abóbada de cruzaria no interior e sacristia revestida de pinturas setecentistas. Possui retábulos de preciosa talha barroca. 

A igreja é um dos imóveis com maior valor arquitetónico do distrito de Bragança, considerado Monumento Nacional desde 1927.

Desde 2014, ostenta o título de Basílica Menor, atribuído pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, em nome do Santo Padre, e que reconhece a importância deste templo na ação pastoral, litúrgica e espiritual e o seu valor patrimonial e arquitetónico. 

Em Portugal, existem oito Basílicas, todas situadas em cidades, sendo a de Outeiro a primeira numa aldeia.

A proposta de elevação a Basílica foi lançada pela diocese de Bragança-Miranda com a colaboração da Conferência Episcopal Portuguesa, do Conselho Presbiteral da Diocese, da Confraria do Santo Cristo de Outeiro, da Câmara Municipal de Bragança, da Direção Regional de Cultura do Norte, da Junta de Freguesia de Outeiro e de muitas pessoas e instituições.

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Morada:
Rua do Santo Cristo - Outeiro
5300-000 Bragança
Telefone:
+351 960 041 567 / 273 589 102


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Sé Catedral de Bragança

Sé Catedral de Bragança

Monumentos

A Sé foi construída durante o séc. XVI por iniciativa camarária e com o apoio do duque D. Teodósio, sabendo-se que Pêro de la Faia e Fernão Pires foram os seus mestres-de-obras. Destinava-se inicialmente a ser um Convento da Ordem de Santa Clara, mas foi ocupado pela Companhia de Jesus entre 1562 e 1759, funcionando como Colégio. Em 1764, quando se transferiu a sede de bispado de Miranda para Bragança, a igreja passou a Sé Catedral, altura em que sofreu obras de ampliação.

De salientar o portal renascentista com elementos barrocos na fachada lateral norte. Ao centro, podemos ver um nicho com uma Virgem do Leite com o Menino. O interior é bastante decorado, destacando-se o arco triunfal com as armas da cidade, o altar-mor de talha dourada do séc. XVIII e os retábulos laterais, da mesma época.

Vale a pena visitar a sacristia do séc. XVII, onde encontramos um arcaz de grande qualidade ornamentado com pinturas a óleo representando cenas da vida de São Francisco de Assis e de Santo Inácio. No tecto pintado repete-se o tema de Santo Inácio. O claustro renascentista, de dois pisos, mantém a sua estrutura original.
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Morada:
Praça da Sé  5300-265 Bragança
Telefone:
+351 273 322 671


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Igreja de São Vicente - Bragança

Igreja de São Vicente - Bragança

Monumentos

A origem deste templo remonta ao séc. XIII, época em que funcionou como igreja paroquial. Foi reconstruído no séc. XVI, por ordem do então bispo D. António Pinheiro e novamente no séc. XVII devido a uma derrocada, mantendo a estrutura medieval na cabeceira mas com alterações notórias em estilo barroco.

No exterior sóbrio, destaca-se o portal lateral, característico das igrejas conventuais, decorado em estilo maneirista. No interior, importa salientar a capela-mor com abóbada estrelada, policromada com ornamentos vegetalistas, e o revestimento a talha dourada em estilo rocaille, que se repete no arco triunfal e nos retábulos laterais.

Esta igreja é relembrada pelo episódio lendário do casamento secreto de D. Pedro (rei entre 1357-67) com a dama de corte Inês de Castro, em 1352, celebrado pelo deão da Sé da Guarda D. Gil. Foi também aqui que o general Sepúlveda proclamou perante o povo de Bragança a oposição contra a invasão francesa comandada por Junot, em 1808. O facto está registado num painel de azulejos, colocado na fachada Sul em 1929.
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Morada:
5300 Bragança


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Igreja de Castro de Avelãs

Igreja de Castro de Avelãs

Monumentos

A cerca de 3 km de Bragança, fica a localidade de Castro de Avelãs onde encontramos o que resta do seu mosteiro beneditino. Foi uma instituição abastada que desempenhou uma papel fundamental no povoamento da região e na assistência a peregrinos a caminho de Santiago de Compostela, desde o séc. XII até finais do séc. XVI. Em 1543, foi extinto por Bula Papal de Paulo III que determinou a sua anexação à diocese de Miranda do Douro com a respectiva transferência de frades e bens. A mudança iniciou o seu abandono.

O conjunto é extremamente original pois conservou da origem românica apenas a cabeceira, revelando a ambição monumental do projecto e o processo de construção medieval em que era a primeira parte a ser erigida, depois de se ter medido todo o perímetro. Era assim possível praticar o culto antes do final das obras.

A cabeceira é composta por três capelas redondas, de grande qualidade arquitectónica, marcada pelo trabalho em tijolo e pela decoração de arcadas cegas, exemplo único no nosso país.

No séc. XVIII, um corpo rectangular prolongou a ábside, a sacristia foi anexada ao absidíolo esquerdo e o direito ficou aberto ao exterior. Das dependências monacais subsiste ainda uma torre quadrangular.
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Morada:
Castro de Avelãs   5300-481 Bragança


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