Caldas da Rainha
Termas das Caldas da Rainha
Termas
A fundação desta localidade está intimamente ligada à figura da rainha D. Leonor, mulher de D. João II, que no século XV terá mandado construir equipamentos que permitissem aos doentes usufruir dos benefícios das águas termais ali existentes.
As Caldas da Rainha são hoje uma das mais importantes estâncias termais portuguesas que ao longo do tempo foram procuradas pela maioria dos reis de Portugal para aí fazerem a sua cura anual.
Largo Rainha Dona Leonor
2500-176 Caldas da Rainha
Europcar - Caldas da Rainha
Rent-a-Car e Caravanas
2500-269 Caldas da Rainha
Auto Júlio - Caldas da Rainha
Rent-a-Car e Caravanas
2500-138 Caldas da Rainha
Praia da Foz do Arelho - Mar e Lagoa
Na confluência da Lagoa de Óbidos com o mar, a Foz do Arelho oferece a possibilidade de escolha entre dois tipos de praia distintos. De um lado a lagoa, um lugar de grande beleza, ideal para as crianças, devido às águas tranquilas, e para a prática de windsurf, beneficiando do vento que normalmente aqui se faz sentir.
Do outro lado, a praia aberta ao mar, batido e sem grandes correntes, oferece ótimas condições para a prática de surf e possui Bandeira Azul, confirmando a qualidade das suas águas.
Posto de Turismo - Caldas da Rainha
Postos de Turismo
2500-245 Caldas da Rainha
Atelier-Museu António Duarte
Museus e Palácios
Podemos aqui encontrar, distribuída por várias salas, grande parte da sua produção escultórica, desde escultura pública (sobretudo esbocetos, modelos e maquetas) que constituem a expressão mais conhecida da sua obra, a um registo mais intimista e pessoal. Um interessante núcleo de Arte Sacra pode também ser apreciado
Casa-Museu São Rafael
Museus e Palácios
Museu da Cerâmica - Caldas da Rainha
Museus e Palácios
Encerrado para obras de requalificação
Criado oficialmente em 1983, o Museu da Cerâmica está instalado na Quinta Visconde de Sacavém, adquirida para o efeito pelo Estado em 1981.
Iniciado com um núcleo adquirido pelo Estado e por peças da colecção do Visconde de Sacavém, o acervo do museu integra exemplos da produção cerâmica das Caldas da Rainha e de outros centros nacionais e estrangeiros.
A cerâmica das Caldas da Rainha está representada por peças desde o séc. XVII até à 1ª metade do séc. XX, com especial destaque para o núcleo dedicado a Rafael Bordalo Pinheiro, um dos conjuntos mais representativos da produção do grande mestre caldense e que documenta a profusa da Fábrica de Faianças.
Da produção nacional, o museu integra núcleos de faianças da Fábrica do Rato (1767- 1779), de olaria tradicional e de produção local de escultura e miniatura cerâmicas dos séculos XIX e XX, representativos dos principais centros cerâmicos portugueses (Fábricas Bandeira, Rocha Soares, Gaia, Darque, Barcelos, Ratinho, Juncal, Estremoz, Sacavém, Viúva Lamego, Vista Alegre, Aleluia, Santana) e estrangeiros (França, Espanha, Itália, Holanda, Bélgica, China).
O núcleo de cerâmica contemporânea de autor inclui peças de Llorens Artigas, Júlio Pomar e de Manuel Cargaleiro, entre outros. Existe ainda uma colecção de azulejaria portuguesa, hispano-mourisca e holandesa, do séc. XVI ao séc. XX, constituída por cerca de 1200 azulejos e por 40 painéis.
2504-910 Caldas da Rainha
Museu de José Malhoa
Museus e Palácios
O Museu, dedicado à obra de José Malhoa, foi criado em 1933, uns meses antes da morte do pintor, e instalado provisoriamente na Casa dos Barcos, no Parque D. Carlos I, cedida e beneficiada pelo Hospital Termal. No ano seguinte é apresentado um estudo do arquitecto Paulino Montês para edifício próprio, que é inaugurado em 1940. É o primeiro edifício do país construído de raíz para instalar um museu, sendo um interessante exemplar da arquitectura modernista nacional.
A colecção do museu reúne um acervo de referência do naturalismo português em torno de Malhoa, representado por um núcleo que inclui o Retrato de Laura Sauvinet, Gritando ao Rebanho, Vinha no Outono, Nuvens, Últimas Notícias, Primavera, Conversa com o Vizinho e as Promessas. O Grupo do Leão - que Malhoa integrou com Silva Porto, Columbano, António Ramalho, João Vaz, Henrique Pinto e Moura Girão -, está também representado no acervo do museu assim como outros contemporâneos como Marques de Oliveira.
Ainda dentro do naturalismo, possui obras de Veloso Salgado e Luciano Freire. São também dignos de referência os retratos da autoria dos pintores Malta e Medina e algumas obras modernistas de Eduardo Viana. A colecção de escultura conta com obras de Francisco Franco e Leopoldo de Almeida.
A cerâmica, com fortes tradições nas Caldas da Rainha, tem uma secção centrada na figura de Rafael Bordalo Pinheiro. De sua autoria vê-se ainda a Paixão de Cristo, conjunto de esculturas de terracota constituindo nove grupos.
2500-109 Caldas da Rainha
Museu do Hospital e das Caldas
Museus e Palácios
Foi D. Leonor, mulher de D. João II e dona das terras de Óbidos, que em 1485 instituiu o que seria o primeiro Hospital Termal do mundo, dando origem a uma nova povoação, as Caldas da Rainha. Nos finais do séc. XVII foi alvo de vários benefícios reais, nomeadamente de D. João IV e de D. Pedro III.
No séc. XVIII foi reformado por D. João V, que mandou construir novas instalações (as que vemos actualmente) que incluiam também uma rede de abastecimento de água para a vila. Durante o séc. XIX, as visitas reais eram frequentes, o que desencadeou a renovação as termas transformando os banhos termais numa moda social. Actualmente, está sob a administração do Centro Hospitalar de Caldas da Rainha do Ministério da Saúde.
O edifício onde se encontra o Museu serviu de residência aos provedores e tesoureiros do Hospital e, a partir do séc. XIX, aos directores. Aqui ficava também a família real. Desempenhou várias funções ao longo do séc. XX até ser devolvido ao Centro Hospitalar que o recuperou para fins museológicos.

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