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Golegã

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Posto de Turismo - Golegã

Posto de Turismo - Golegã

Postos de Turismo

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Rua D. Afonso Henriques - Largo da Imaculada Conceição
2150-165 Golegã
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+351 249 977 361
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Casa-Estúdio Carlos Relvas

Casa-Estúdio Carlos Relvas

Museus e Palácios

Inserido num terreno ajardinado da propriedade que tinha na Golegã, Carlos Relvas mandou construir um bonito edifício, onde se combinam o ferro e o vidro, muito ao gosto do Romantismo, que seria o seu atelier e onde viria a dedicar grande parte do tempo à sua paixão pela fotografia.

Nas numerosas salas que fez corresponder às diversas fases da fotografia, desde os preparados químicos aos "retoques" finais e cenários montados, Relvas guardou os aparelhos mais avançados do seu tempo adquiridos no estrangeiro, expôs técnicas de revelação, coleccionou artigos e estudos portugueses e internacionais, estudou e divulgou o processo da fototipia, em que se notabilizou, reuniu um espólio do maior interesse para todos os amadores e profissionais que se interessam pela fotografia.

Pondo a nova técnica ao serviço da arte, Carlos Relvas deixou-nos documentos fotográficos de muitos dos aspectos do Portugal do séc. XIX.

Escritores, políticos, gente do povo, monumentos, igrejas, aldeias, toda uma sociedade e forma de estar do Séc. XIX português ficou gravado pelo olhar da sua objectiva, ora com uma visão acutilante do real, ora retirando à fotografia o carácter de verdade nua e crua que os desenvolvimentos da época proporcionavam.
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Largo D. Manuel I 2150-128 Golegã
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Museu de Escultura e Pintura Martins Correia

Museu de Escultura e Pintura Martins Correia

Museus e Palácios

O seu espólio é composto por mais de 600 peças, incluindo esculturas, azulejos, desenhos, gravuras e medalhas da autoria do artista expressionista Martins Correia (nascido em 1910). 

Martins Correia, "escultor da cor" nasceu em 1910 na Golegã. Em consequência da morte dos pais, cedo entrou na Casa Pia de Lisboa, instituição centenária e grande escola de formação humana e técnico-profissional que privilegia as aptidões e personalidades de cada aluno.

Martins Correia prosseguiu assim os seus estudos nas Belas Artes, onde fez o curso de desenho. O gosto pelo contorno, pelo desenho, facilitou-lhe a aproximação à escultura. Uma vocação que também lhe foi apontada por um professor de Belas Artes. Trabalhou seguidamente como professor e artista, desenvolvendo então a sua grande paixão: o trabalho do bronze.

Mas a sua obra não se limitou ao bronze, nem à escultura. O desenho de procedimento «serigráfico», a pintura, a pedra e o barro, cozido e vidrado (como o painel cerâmico de sete metros por três, exposto na fachada da sua casa na Golegã) revelam a versatilidade do seu espírito criativo.

A cor, de tonalidades fortes, mediterrânicas, é uma das características da sua obra, patente na intervenção plástica efectuada na Estação de Metropolitano das Picoas, em 1994. Temas recorrentes na sua obra, próximos da região onde nasceu, o Ribatejo, são o cavalo, o touro, a terra e a mulher, evidenciando a ligação profunda de Martins Correia às suas raízes ribatejanas e portuguesas.

Distinguido com a Ordem de Santiago e Oficial da Ordem de Instrução Pública, Martins Correia foi galardoado com muitos outros prémios, entre outros, o da Sociedade Nacional de Belas Artes, Academia de Belas Artes e Diário de Notícias.

Membro do Conselho de Arte e Arqueologia da Câmara Municipal de Lisboa e Vogal honorífico da Academia Nacional de Belas Artes de Lisboa, o Mestre doou grande parte da sua obra à Golegã, patente no Museu Municipal Martins Correia.
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Edifício Equuspolis Rua D. João IV 2150 Golegã
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Igreja Matriz ou de Nossa Senhora da Conceição

Igreja Matriz ou de Nossa Senhora da Conceição

Monumentos

A Igreja Matriz da Golegã, situada no praça principal da cidade, é dedicada a Nossa Senhora da Conceição. Não se conhece a data exacta da construção, mas é certo que a campanha de obras ocorrida no início do séc. XVI documenta um período histórico de grande desenvolvimento da localidade, graças à preferência real de D. Manuel.

Embora se reconheça na estrutura uma continuidade da utilização do estilo Gótico Mendicante, alguns elementos mostram um claro exercício do programa iconográfico Manuelino. É o caso das abóbadas estreladas na capela-mor e da ornamentação no arco triunfal, nas portas laterais e no pórtico principal, o mais relevante na aplicação da nova linguagem.

O espaço espiritual é anunciado pela decoração exuberante do portal, animado pelos diversos símbolos do Manuelino: a vinha eucarística, as alcachofras da Ressurreição, as Cruzes da Ordem de Cristo, as cordagens, as colunas torsas laterais e o rendilhado decorativo do friso. Ao centro da composição, podemos ver uma imagem da Virgem. O conjunto é enriquecido pelas armas reais e esferas armilares colocados no óculo superior, afirmando a protecção régia de D. Manuel I. O belo pórtico está atribuído ao arquitecto Diogo Boitaca (c. 1510-1515), um dos grandes mestres de obras da época, com trabalhos reconhecidos nas cidades mais importantes do reino, como por exemplo o Mosteiro dos Jerónimos de Lisboa, o Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra ou o Convento de Jesus de Setúbal.

No interior, a decoração dos altares e da escada de acesso à torre e os azulejos da capela-mor são contributos posteriores, do séc. XVIII. O templo sofreu obras de restauro durante o séc. XIX, em estilo revivalista, e em meados do séc. XX.

Em frente da igreja, não deixe de apreciar o Pelourinho da Golegã, de decoração simples e com o remate em forma de campaínha, datado também do séc. XVI. Supõe-se que tenha sido construído quando D. João III elevou a localidade a vila em 1534.
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Largo da Imaculada Conceição  2150-125 Golegã
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Golegã

Golegã

Localidades

A localidade da Golegã fica situada numa região de solo fértil, irrigada pelos dois rios que a limitam, o Rio Tejo e o afluente Rio Almonda. O facto determinou a escolha para o estabelecimento da povoação e beneficiou desde o início o seu desenvolvimento económico, baseado na agricultura.

Após a Reconquista Cristã do território pelo rei D. Afonso Henriques, no séc. XII, esta região foi entregue à Ordem dos Cavaleiros do Templo para cultivo. A memória desses tempos permanece na história da Quinta da Cardiga, actualmente um importante centro de produção agrícola local. Ainda no séc. XII, pelo facto de estar na estrada que ligava Tomar a Santarém, construiu-se aqui uma estalagem, por vontade de uma mulher da Galiza. O local ficou então a ser conhecido por Venda da Galega. O sucesso da empresa e as características agrícolas regionais foram o estímulo para o posterior desenvolvimento comercial e agrícola e para a fixação da população. Foi a denominação Galega que viria a originar a palavra Golegã.

Antes de ser elevada a vila por D. João III, em 1534, o seu real antecessor, D. Manuel I, também investiu na localidade, assinalando o facto com obra feita na Igreja Matriz.

A ligação à actividade agrícola incentivou a realização de feiras e mercados. Durante o séc. XVIII, as festas em honra de São Martinho, a 11 de Novembro, eram as preferidas pelos criadores de cavalos para mostrar orgulhosamente os animais de raça em concursos hípicos e competições. O evento, que foi ganhando importância gradualmente, é o antecedente da actual Feira Nacional do Cavalo, de grande relevância nacional na especialidade equestre.

Ao visitar a localidade, aproveite para fazer um passeio pelo jardim romântico que rodeia o antigo estúdio de Carlos Relvas, um conhecido fotógrafo do séc. XIX, ou para ver o Museu Martins Correia, um escultor contemporâneo. Dois naturais da Golegã que de alguma forma contribuíram para o reconhecimento da cidade actualmente.

Perto da Golegã, pode também conhecer a Reserva Natural do Paul do Boquilobo, na confluência dos rios Tejo e Almonda.



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