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Leiria

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Fonte da Rainha Santa Isabel

Fonte da Rainha Santa Isabel

Monumentos

Fonte rústica com dois painéis de azulejos. A fonte, cuja água terá sido bebida pela Rainha Santa e procurada pelas mães que não tinham leite para amamentar os filhos, é, segundo a tradição, considerada milagrosa. Data de 1292. Destaca-se um painel suspenso com uma dedicatória.
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Morada:
Rua Carreira do Rio


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Paços Reais

Paços Reais

Monumentos

Leiria é marcada pela imagem do castelo, guardando a cidade com a sua loggia corrida ao longo das muralhas. Esta varanda faz parte do antigo Paço Real de fundação gótica (séc. XIV), mandado construir por D. João I entre os dois torreões militares. Numa das paredes do palácio podemos ainda encontrar o seu brasão real. Aqui residiam os reis durante as suas visitas a esta cidade, mas também os alcaides que tomavam conta do castelo. A famosa varanda corresponde ao terceiro piso onde se situavam os quartos régios, separados pelo Salão Nobre ou das Audiências.

Foi nestes paços que se realizaram as Cortes de 1433, em que D. Duarte fez o seu juramento como rei, e as de 1438 onde se discutiu a continuação da expansão portuguesa para Marrocos depois da conquista de Ceuta em 1415.

O restauro romântico de inícios do século XX recuperou estas dependências do estado de ruína em que se encontravam, transformando-as num miradouro privilegiado sobre a cidade.
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Morada:
Castelo de Leiria


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Igreja da Misericórdia de Leiria

Igreja da Misericórdia de Leiria

Monumentos

A Misericórdia de Leiria foi instituída em 1544, anexando então todas as albergarias (Santo Estêvão, Nossa Senhora da Graça, São Brás), hospitais (Hospital de Nossa Senhora de Todos os Santos, Tecelões, Espírito Santo, Ferreiros, Porto Covo, Arrabalde) e gafarias (Santo André) que existiam na cidade.

O local escolhido foi o antigo bairro da Judiaria e há quem diga que foi construída no local da sinagoga. Entre 1627 e 1636, o então bispo D. Dinis de Melo e Castro mandou anexar um Hospital, que esteve em funcionamento até 1800.

No séc. XVIII, a igreja foi reconstruída pelo bispo D. Álvaro de Abranches e Noronha, edifício que encontramos actualmente. É um templo maneirista, de exterior sóbrio e com estrutura simples de uma só nave.

Inserida no centro histórico de Leiria, está actualmente sob a alçada da Câmara Municipal que a utiliza como espaço cultural.
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Morada:
Rua Miguel Bombarda  2400-190 Leiria


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Capela de Nossa Senhora da Encarnação - Leiria

Capela de Nossa Senhora da Encarnação - Leiria

Monumentos

No lado Este da cidade, dominando a paisagem a partir do Monte de São Gabriel, encontramos o Santuário de Nossa Senhora da Encarnação, com acesso por um grande escadaria. Esta igreja de peregrinação foi edificada em 1588 no local da antiga Ermida de São Gabriel por iniciativa de D. Pedro de Castilho. A escadaria foi mandada construir durante o séc. XVIII, pelo bispo D. Frei Miguel de Bolhões, cujo brasão encontramos num dos lanços. O dia do lançamento da primeira pedra, 24 de Setembro, foi celebrado na cidade com pompa e circunstância, com a honra da presença do Marquês de Vila Real.

A galilé, galeria que antecede a entrada, é marcado por sete arcos sendo o central mais elevado e sobreposto por um frontão trabalhado, onde se pode ver uma estátua do arcanjo São Gabriel, em justa homenagem ao antigo culto. A imagem de Nossa Senhora da Encarnação, o actual orago, encontra-se no altar-mor.

A igreja é revestida por painéis de azulejo policromos do séc. XVII, em muito bom estado de conservação, sobrepostos por pinturas alusivas à vida da Nossa Senhora. No alto-coro e sobre a capela-mor, algumas pinturas de sabor popular alusivas aos milagres de Nossa Senhora animam o espaço.
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Morada:
Rua de Nossa Senhora da Encarnação  2410-143 Leiria


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Convento de Santo Agostinho

Convento de Santo Agostinho

Monumentos

O conjunto arquitectónico do Convento de Santo Agostinho, situado na margem esquerda do Rio Lis perto do Moinho do Papel, é composto por igreja, convento, claustro e pelo edifício do antigo Seminário.

A sua fundação data de 1579 por iniciativa do bispo D. Frei Gaspar do Casal, cujo brasão podemos ver por cima do portal principal, a quem o rei D. Sebastião autorizou a construção. As obras terminaram apenas no séc. XVII com alterações efectuadas no séc. XVIII, respeitando um traçado austero, patente na fachada com dois grandes torreões e registos marcados por pilastras duplas, o edifício preserva a sua imponência na malha urbana da cidade, reflectindo o gosto assumido na Sé. O Seminário foi criado em 1671 pelo bispo D. Pedro Vieira da Silva.

Aqui viveu em exílio o Bispo do Maranhão (Brasil) durante muito tempo, na sequência das perseguições que os Jesuítas sofreram devido à política anti-religiosa do Marquês de Pombal, interessado em diminuir a sua influência e poder. Depois da extinção das ordens religiosas em 1834, o convento foi transformado em quartel e em 1944 a igreja voltou à guarda do Bispado de Leiria.

A nível artístico, o retábulo em pedra-lioz da capela-mor é um exemplo interessante para o estudo da obra de Ernesto Korrodi. À excepção da igreja, as dependências conventuais encontram-se bastante degradadas.
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Morada:
Rua Tenente Valadim e Largo Infantaria, nº 7 2410-190 Leiria


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Torre de Menagem

Torre de Menagem

Monumentos

A Torre de Menagem foi construída por ordem de D. Dinis, sobre alicerces já existentes, em 1324. Uma lápide com as armas de Portugal e as de Aragão (estas pertencentes a D. Isabel, mulher do rei) assinala o facto junto da porta de acesso. A torre e o recinto, que foram o último reduto militar fixado no castelo, foram usados como prisão régia desde meados do séc. XIV até à segunda metade do séc. XVIII. As ruínas que vemos no recinto correspondem a obras feitas no séc. XV.

Recentemente o interior foi completamente renovado por uma moderna estrutura de ferro e madeira, transformando o local num núcleo museológico. Dividida por quatro pisos, com acesso às ameias, podemos ver uma exposição que ilustra muito bem as técnicas militares medievais. A evolução das espadas, os vários tipos de elmos, armas medievais como bestas, azcumas de caça ou alabardas, a reconstituição da armadura de D. Afonso Henriques e uma torre de assalto em miniatura são exemplificativos das réplicas que aqui podemos encontrar.
Todo o percurso é complementado por excertos de textos de autores medievais.

O principal objectivo deste núcleo é disponibilizar elementos que permitam entender a função militar destas estruturas medievais, recorrendo aos materiais que chegaram até aos nossos dias ou a réplicas baseadas em descrições históricas. Dá-se ainda a conhecer o castelo, visto por portugueses e por estrangeiros, com documentos audiovisuais desde o séc. XVIII até à primeira metade do séc. XX.
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Morada:
Castelo de Leiria


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Castelo de Leiria

Castelo de Leiria

Monumentos

Vindo da cidade, o turista entra no Castelo de Leiria pela Porta da Albacara. No interior do recinto defensivo, muito bem conservado, iremos encontrar vários motivos de interesse: a Igreja de Nossa Senhora da Pena, os antigos Paços Reais, a Torre de Menagem e sobretudo a bela vista sobre a paisagem envolvente.

Este conjunto arquitectónico relembra a origem medieval da cidade, quando em 1135 foi conquistada por D. Afonso Henriques. Na altura, o primeiro rei de Portugal mandou construir uma pequena capela dedicada a Nossa Senhora da Penha e entregou este reduto militar a D. Paio Guterres, o primeiro Alcaide de Leiria. As muralhas seriam reforçadas apenas no final do século, pelo rei D. Sancho I, depois da conquista definitiva pelos cristãos.

A característica Torre de Menagem deve-se à iniciativa de D. Dinis, em 1324, segundo uma inscrição aí existente, assim como os Paços Reais e a reconstrução da Igreja. No entanto, há quem atribua a autoria destas obras ao rei D. João I no final do séc. XIV. Certo é que durante o séc. XVI novas obras são levadas a cabo, por ordem de D. Manuel, nomeadamente a construção de uma sacristia na Igreja.

Longe da sua função inicial, o Castelo voltou a ter importância na história da cidade no início do séc. XX, quando foi alvo de um inovador restauro por Ernesto Korrodi e pela Liga dos Amigos do Castelo, cujas iniciativas marcaram a paisagem urbana de Leiria. Seguidor tardio do espírito romântico e esforçado em recuperar o imaginário medieval, Korrodi defendeu a devolução da imponência histórica ao monumento, que tinha antes do abandono a que foi votado ao longo dos séculos.

Actualmente, o recinto amuralhado é um agradável espaço de passeio que se transformou o ex-libris de Leiria, "observando" do alto do morro a evolução da cidade.
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Morada:
Leiria
Telefone:
244 813 982
Fax:
244 811 564


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Santuário do Senhor dos Milagres

Santuário do Senhor dos Milagres

Monumentos

Este santuário foi construído em memória de um milagre aqui ocorrido em 1728. A lenda diz que o Senhor Jesus terá respondido ao apelo de um paralítico. Ao ficar curado, colocou um painel invocando o milagre, o qual atraiu a atenção de outros devotos que começaram a frequentar o local. Com as esmolas, construiu-se a igreja e à sua volta formou-se a povoação de Milagres.

Joaquim da Silva Coelho e seu filho, que trabalhavam no estaleiro do Convento de Mafra, foram os mestres desta obra que segue o figurino do estilo barroco erudito. O neto, ceramista da oficina do Juncal, foi o autor do revestimento azulejar. A galilé exterior e as torres foram concluídas no final do séc. XIX, sob a orientação de Korrodi.

A tradicional romaria do Senhor Jesus dos Milagres realiza-se anualmente na 2ª feira entre 14 e 20 de Setembro.
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Morada:
Santuário do Senhor Jesus dos Milagres (a 6 Kms. de Leiria)
Telefone:
+351 244 851 035


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Igreja e Convento de São Francisco

Igreja e Convento de São Francisco

Monumentos

A Igreja de São Francisco, situada perto do rio Lis, numa área comercial de urbanização recente, é um dos monumentos mais interessantes de Leiria.

A Ordem de São Francisco estabeleceu-se na cidade em 1229. Inicialmente instalada no Rossio de Santo André, a ordem veio para este local no séc. XIV por acção de D. João I. Durante o séc. XV, os reis de Portugal beneficiaram significativamente o templo, patrocinando obras artísticas de relevo que se reflectiram nas pinturas murais, postas a descoberto recentemente. Estas pinturas góticas, que cobriam integralmente a nave, constituem um exemplo único no país pela qualidade plástica e pela extensão, ilustrando um forma decorativa que já não se encontra no património nacional. No séc. XVI, o Abade Manuel da Costa instituiu a Capela dos Mártires de Marrocos.

Construída em mármore branco, é um interessante exemplo do estilo renascentista, onde se destaca o facto de o retábulo repetir estruturalmente o arco exterior. De reparar que os medalhões superiores representam os mesmos retratos mas em poses diferentes, de contemplação no exterior e de admiração no interior.

No séc. XVIII, quando a igreja ficou à guarda da Ordem Terceira de São Francisco construiu-se uma capela barroca à entrada do lado esquerdo. O convento foi extinto e encerrado em 1834, mas a igreja voltou aos franciscanos em 1861.

Em 1992, o edifício foi recuperado segundo um projecto do arquitecto João Roda, procedendo-se entre 1996 e 2000 ao restauro das pinturas murais.
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Morada:
Rua de São Francisco  2400 Leiria


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Leiria

Leiria

Localidades

Leiria tem um rio que corre para cima, uma torre que não tem Sé, uma Sé que não tem torre e uma Rua Direita que o não é. (Rima Popular).

Para D. Afonso Henriques, primeiro conquistador cristão de Leiria em 1135 e o fundador do seu castelo, o local constituía a sentinela avançada para a sua estratégia de conquista de Santarém, Sintra e Lisboa aos Mouros, o que viria a suceder em 1147.

Durante mais de meio século Leiria voltaria a ser devastada pelas incursões dos exércitos mouros e a sua conquista definitiva só viria a acontecer no reinado de D. Sancho I no final do séc. XII, dando-lhe o monarca o foral em 1195.

Em 1254 D. Afonso III realizou aqui as primeiras Cortes com a presença de todos os procuradores dos concelhos do Reino, facto de extrema importância na História de Portugal, pois foi a primeira vez que o povo pôde exprimir as suas reivindicações junto do Rei.

No séc. XIV D. Dinis e sobretudo sua mulher D. Isabel, a Rainha Santa, residiram por diversas vezes no castelo, talvez por o considerarem uma aprazível residência com largas vistas para os encantos da paisagem em redor.

A acção do rei ficou marcada pela implantação do pinhal de Leiria ao longo da zona litoral para protecção das dunas arenosas. Os seus pinheiros bravos viriam a fornecer a madeira e o pez para a construção naval portuguesa, sobretudo durante o período dos Descobrimentos e ainda hoje esta imensa mancha verde é um local muito agradável para um passeio.

De todas as Cortes reunidas pelos monarcas portugueses em Leiria a sessão mais trágica terá ocorrido nas de 1438, convocadas por D. Duarte para discutir a entrega de Ceuta em troca da libertação de seu irmão o Infante Santo, D. Fernando, prisioneiro em Tânger. A Assembleia decidiu pelo sacrifício do Infante a troco da manutenção da praça marroquina e o rei, aniquilado pelo desgosto, morreria pouco tempo depois.

Do Castelo medieval a cidade cresceu fora de muralhas num primeiro tempo marcado pela românica Igreja de São Pedro e depois no séc. XVI com a construção da Sé Catedral e da Misericórdia. A cidade expandiu-se então até ao rio Lis e as suas frondosas margens acolheram diversos edifícios religiosos.

Mas só no séc. XIX a cidade de Leiria se iria desenvolver novamente com o estabelecimento da burguesia muito bem retratado por Eça de Queirós, que aqui imagina o "Crime do Padre Amaro", e sobretudo pela acção de Ernesto Korrodi, que se empenhou em valorizar a cidade. Desde então e até aos nossos dias a urbanização moderna e desordenada mudou a cidade, transformando-a num centro industrial em expansão.




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