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Lisboa

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Convento do Carmo

Convento do Carmo

Monumentos

O Convento do Carmo foi fundado por D. Nuno Álvares Pereira, o Condestável do reino e fiel cavaleiro do rei D. João I, com quem lutou na batalha de Aljubarrota em 1385 para manter a nacionalidade portuguesa. Depois de considerar cumprida a sua missão militar, D. Nuno entrou para a Ordem Mendicante dos Carmelitas em 1423, adoptando uma vida austera, de dedicação religiosa, e tomando o nome de Frei Nuno de Santa Maria. Foi beatificado em 1918.

O imponente templo em estilo gótico, dedicado a Nossa Senhora do Vencimento do Monte do Carmo, foi construído em 1389 segundo o plano de Gomes Martins. Apesar das dificuldades de construção neste local, D. Nuno fez questão de o escolher pela identificação com o Monte Carmelo na Palestina (marcando a origem da Ordem) e pelo facto de ser a colina oposta à do Castelo, onde se situava o Paço Real e a Sé.

O terramoto de 1755 e um incêndio posterior destruiram o convento. No espaço restante foi instalado O Museu Arqueológico do Carmo pela Associação dos Arqueólogos Portugueses. Ali podemos encontrar peças relacionadas com a história da cidade, desde a Pré-História até à Idade Média, e um valioso espólio de tumulária e heráldica medieval.
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Morada:
Largo do Carmo  1200-092 Lisboa
Telefone:
+351 21 347 86 29


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Igreja da Memória - Lisboa

Igreja da Memória - Lisboa

Monumentos

Localizada no Largo da Memória, ergue-se a elegante igreja em estilo neoclássico, dedicada a Nossa Senhora do Livramento. De inspiração italiana, o interior é ricamente decorado em mármore e no altar-mor podemos ver uma tela de Pedro Alexandrino (séc. XVIII), alusiva ao motivo da sua construção.

Da autoria do arquitecto italiano Giovanni Carlo Bibienna, foi mandada construir em 1760 pelo rei D. José I, em agradecimento por se ter salvo de um atentado neste local, quando regressava de casa de uma dama da Corte da família dos Távoras, com quem se dizia que mantinha um caso amoroso. O Marquês de Pombal, seu ministro, aproveitou a circunstância para acusar a família de conspiração, por quem tinha inimizade. Os cinco membros da família foram então condenados e o episódio ficou assinalado por um pilar no Beco do Chão, junto da Rua de Belém, que ainda se pode ver actualmente.

Em 1923 o túmulo do Marquês de Pombal foi para aqui transferido.

Em 1923 o túmulo do Marquês de Pombal foi para aqui transferido.
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Morada:
Largo da Memória  1300-399 Lisboa


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Igreja de Santa Engrácia, Panteão Nacional

Igreja de Santa Engrácia, Panteão Nacional

Monumentos

A Igreja de Santa Engrácia foi fundada em 1568, por ordem da Infanta D. Maria, filha do Rei D. Manuel I, mas do templo dessa época nada resta.

Em 1663 foi feito um concurso para o projecto de uma nova igreja, ganho pelo arquitecto João Antunes. Será então uma das primeiras obras de teor barroco do país, com uma localização priveligiada e vista desafogada sobre o Rio Tejo. De grandes proporções e com modelo centralizado definindo uma planta de cruz grega (planta quadrada), evoca o templo italiano de San Pietro in Montorio e San Satiro em Milão, da autoria de Donato Bramante.

Devido a várias vicissitudes, entre as quais a morte do arquitecto e o terramoto de 1755, as obras só terminaram em meados do séc. XX, já como Panteão Nacional, função que lhe foi atribuída em 1916. No interior, para além da sepultura da cantora de fado Amália Rodrigues, encontram-se os restos mortais dos escritores João de Deus, Almeida Garrett e Guerra Junqueiro e dos Presidentes da República Manuel de Arriaga, Teófilo Braga, Sidónio Pais e Óscar Carmona. São ainda evocados por cenotáfios de Luís de Camões, Pedro Álvares Cabral, Afonso de Albuquerque, Nuno Álvares Pereira, Vasco da Gama e do Infante D. Henrique.

Por ter demorado tanto tempo a ser construída entrou no vocabulário popular para designar qualquer coisa que demora muito tempo a ser feita. Diz-se então que “parecem as obras de Santa Engrácia”.
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Morada:
Campo de Santa Clara 1100-471 Lisboa
Telefone:
+351 21 885 48 20
Fax:
+351 21 885 48 39


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Chafariz da Esperança

Chafariz da Esperança

Monumentos

É considerado um dos mais belos chafarizes de Lisboa. Foi construído no séc. XVIII, integrado na grande obra das Águas Livres, com risco de Carlos Mardel.
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Morada:
Largo da Esperança


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Igreja do Loreto - Lisboa

Igreja do Loreto - Lisboa

Monumentos

O templo foi construído no local onde se erguiam as muralhas que delimitavam o lado ocidental de Lisboa do séc. XIV, mandadas construir pelo rei D. Fernando. O culto à Senhora do Loreto, muito espalhado em Itália, foi introduzido por italianos que desde o séc. XIV acorriam a Portugal, dedicando-se a profissões ligadas à marinha e à faina da pesca. Alguns destacaram-se e chegaram a ocupar lugares proeminentes junto da Corte portuguesa. Foi por influência desta comunidade italiana que em 1573 a ermida de Santo António deu lugar a um templo mais vasto dedicado à Virgem do Loreto, que integrou a torre da muralha do lado norte.

A igreja actual data de 1676, já que um incêndio ocorrido em 1651 destruiu parte da primitiva edificação. Na frontaria, de nobre arquitectura, destaca-se sobre a arquitrave uma imagem de Nossa Senhora do Loreto, com bonitos panejamentos e o menino a espreitar sobre o seu ombro esquerdo. No portal, os dois anjos ladeando as armas pontificais são um trabalho atribuído ao italiano Borromini (séc.XVII). Nos nichos laterais, estão colocadas as imagens dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo, também de influência italiana.

O interior, de nave única, termina num tecto decorado com uma pintura da Virgem do Loreto, atribuída a Pedro Alexandrino (1730-1809). É ladeado por 12 capelas, com painéis de boa pintura, e revestido de mármores italianos de origem, que sobreviveram aos danos produzidos no templo na sequência do terramoto de 1755, cuja reconstrução se deve a José da Costa e Silva, o mesmo arquitecto que projectou o Teatro S. Carlos.
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Morada:
Largo do Chiado  1200-302 Lisboa
Telefone:
+351 213 433 655


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Igreja de Nossa Senhora dos Mártires

Igreja de Nossa Senhora dos Mártires

Monumentos

Por voto de acção de graças pela vitória alcançada na conquista de Lisboa aos Mouros, o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, determinou que neste local fosse erigida uma capela dedicada a Santa Maria dos Mártires, a primeira igreja católica da cidade de Lisboa e origem da sua paróquia mais antiga. No mesmo documento, ordenava o rei, e pelas mesmas razões, a edificação a oriente de um mosteiro dedicado a São Vicente.

A primitiva capela dos Mártires foi totalmente arrasada pelo terramoto de 1755, mas escaparam à destruição as relíquias dos Santos Mártires que se encontram guardadas no Altar das Almas, no interior do actual templo.

Reconstruída em 1769 pelo arquitecto Reinaldo Manuel dos Santos, a igreja dos Mártires enquadra-se harmoniosamente no coração do Chiado e é muito referida nos romances de Eça de Queirós como local de convergência social ou de refúgio das suas personagens, que se movimentavam na Lisboa do séc. XIX.

Na porta principal encontra-se um baixo relevo de Francisco Leal Garcia (1695-1781), que representa D. Afonso Henriques ajoelhado em acção de graças pela vitória alcançada. O interior, de uma só nave, tem no tecto uma interessante pintura de Pedro Alexandrino (1730-1809) que representa a promessa do primeiro rei de Portugal de edificar a igreja de Nossa Senhora dos Mártires e o mosteiro de S. Vicente de Fora.
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Morada:
Rua Garrett  1200-203 Lisboa


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Capela de São Jerónimo

Capela de São Jerónimo

Monumentos

Situada no antigo limite dos terrenos que pertenciam aos frades Jerónimos, a ermida foi construída em 1514 por Rodrigues Afonso, embora se indique para o projecto o nome do arquitecto Boytaca, que na altura trabalhava nas obras do Mosteiro.

É um templo de planta quadrada e de exterior sóbrio, onde se revelam alguns detalhes decorativos manuelinos: os pináculos cónicos, as gárgulas muito semelhantes às dos Claustros dos Jerónimos, o escudo real, a coroa e as esferas armilares. No interior, também podemos encontrar os elementos que caracterizaram o estilo, nomeadamente o trabalho escultórico do arco triunfal e a abóbada de nervuras.

Após a extinção das ordens religiosas, em 1834, os terrenos foram vendidos em talhões e a ermida isolou-se do conjunto monumental de Belém a que pertence. No mesmo século foram feitos alguns trabalhos de restauro.
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Morada:
Rua Pero da Covilhã  1400 Lisboa
Telefone:
+351 213 620 034 - 213 620 038
Fax:
+351 213 639 145


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Igreja de Santo António de Lisboa

Igreja de Santo António de Lisboa

Monumentos

Junto à Sé de Lisboa, encontra-se a Igreja de Santo António, no local onde nasceu. É um monumento muito importante na cidade, tanto para os visitantes como para os lisboetas que aqui mostram a devoção ao seu santo padroeiro.

A Igreja foi construída em 1767, segundo um plano do arquitecto Mateus Vicente de Oliveira em estilo neoclássico.

No interior, de referir as pinturas de Pedro Alexandrino e a escultura, em particular a Imagem de Santo António em talha estofada, no altar-mor. Na sacristia de notar o revestimento azulejar policromo da Real Fábrica do Rato, datados de início do séc. XIX.
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Morada:
Largo de Santo António da Sé 1100 - 001 Lisboa
Telefone:
+351 218 869 145
Fax:
+351 218 880 597


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Igreja da Encarnação - Lisboa

Igreja da Encarnação - Lisboa

Monumentos

Para a edificação da Igreja da Encarnação em 1702, foi demolida parte da muralha fernandina (séc. XIV) e a torre situada a sul, tal como aconteceu para a Igreja do Loreto, do outro lado da rua. As duas igrejas marcavam, assim, uma das portas da cidade.

O templo inicial foi arrasado pelo terramoto de 1755 e restaurado em 1784 por Manuel de Sousa, de acordo com as orientações da arquitectura religiosa impostas pelo Marquês de Pombal no novo plano da Baixa. Na fachada neoclássica, com alguns elementos decorativos rocaille, podemos ver as imagens de Santa Catarina que faziam parte da antiga porta medieval.

No interior, de uma única nave, não deixe de ver, no altar-mor, uma magnífica escultura de Nossa Senhora da Encarnação, do escultor Machado de Castro.
Destaque ainda para a cobertura azulejar e para a pintura do tecto em perspectiva da autoria de Simão Caetano Nunes.
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Morada:
Largo do Chiado, 15  1200-108 Lisboa
Telefone:
+351 213 424 623


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Padrão dos Descobrimentos

Padrão dos Descobrimentos

Monumentos

A zona ribeirinha de Belém é marcada pelo imponente Padrão dos Descobrimentos. Foi concebido em 1940 por ocasião da "Exposição do Mundo Português", promovida pelo governo de Salazar para celebrar o duplo centenário da fundação e restauração da nacionalidade (1140 e 1640). No entanto, só foi construído em 1960, por ocasião das Comemorações dos 500 anos da Morte do Infante D. Henrique, o Navegador. Da autoria do arquitecto Cottinelli Telmo, contou com o trabalho do escultor Leopoldo de Almeida para a sua concretização.

Com 52 metros de altura, o monumento simboliza uma caravela, conduzida pela figura do Infante D. Henrique, seguido em cortejo por 32 personalidades históricas que contribuiram para a Era dos Descobrimentos, como por exemplo o rei D. Afonso V (1432-81), impulsionador das primeiras descobertas, Vasco da Gama (1460-1524) que descobriu o caminho Marítimo para a Índia, Pedro Álvares Cabral (1467-1520), descobridor do Brasil e Fernão de Magalhães, que atravessou o Atlântico em 1520-21, entre outros.

A fachada virada para terra tem a forma de uma cruz decorada com a Espada da Ordem de Aviz, grande financiadora das viagens.
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Morada:
Santa Maria de Belém
Telefone:
+351 21 303 19 50
Fax:
+351 21 303 19 50


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