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Melgaço

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Junto à Galiza, a povoação de Melgaço desenvolveu-se à volta do castelo mandado construir pelo primeiro rei de Portugal D. Afonso Henriques no séc. XII.

Situada numa região extremamente fresca e verdejante, onde se produzem os famosos Vinhos Verdes, em Melgaço não deve deixar de ser visitado o Solar do Alvarinho, onde se poderão experimentar as diversas variedades deste vinho único no mundo.

Nas redondezas, conservam-se belos monumentos em estilo românico como o Mosteiro de Fiães e as Igrejas da Senhora da Orada e de Paderne. Destaque ainda para a aldeia tradicional de Castro Laboreiro, cuja fundação remonta à Idade do Ferro e dá o nome a uma raça canina que é daqui originária.

A cerca de 4 kms de Melgaço, as Termas do Peso são muito procuradas pelas qualidades terapêuticas das suas águas.




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Mafra

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Esta localidade nos arredores de Lisboa, na chamada Região "saloia", que abastecia a capital de produtos hortícolas, é conhecida pelo imponente Palácio-convento, o maior edifício português, construído no séc. XVIII por ordem de D. João V.

O Rei que ainda não tinha filhos, três anos após o seu casamento com D. Maria Ana de Áustria, prometeu aos frades franciscanos que lhes construiria um convento na localidade de Mafra, caso as suas preces para que um herdeiro nascesse, fossem atendidas.

Por ocasião do nascimento de D. Maria Pia (sua filha), iniciou-se a construção do edifício, cujo projeto inicial era bastante modesto. No entanto, e após a contratação do arquiteto alemão Ludovice o projeto sofreu alterações profundas possíveis de concretizar dado o fausto que se vivia em Portugal nessa altura, devido às riquezas provenientes do Brasil. Assim foi construído este monumento grandioso, (que além do convento para 300 frades, inclui uma basílica e um palácio real com 666 divisões), num tempo record de 1717 a 1730 para ser inaugurado na data do 41º aniversário do Rei.

Anexa ao Convento, a Tapada de Mafra, adquirida por D. João V em meados do séc. XVIII, para valorizar o enquadramento do edifício, foi usada como reserva de caça, estando atualmente aberta ao público.

Nos arredores merece visita na aldeia do Sobreiro, a Oficina de Cerâmica de José Franco, onde se poderá apreciar a recriação dos aspectos mais tradicionais da vida das aldeias da região, em tamanho real ou através de miniaturas animadas.

Próximo de Mafra, junto ao mar, a tradicional vila piscatória da Ericeira é muito procurada como estância balnear, e por surfistas atraídos pelas excelentes condições que esta praia e as que lhe são vizinhas (Ribeira de Ilhas, Lizandro) oferecem para a prática deste desporto.




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Coimbra

Coimbra

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Em tempos longínquos o local foi ocupado pelos Celtas mas foi a romanização que transformou esta região culturalmente. A sua presença permanece nos vários vestígios arqueológicos guardados no Museu Nacional Machado de Castro, construído sobre o criptopórtico da Civita Aeminium, o forum da cidade romana. Depois vieram os visigodos entre 586 e 640, alterando o nome da localidade para Emínio. Em 711, passa a ser uma cidade mourisca e moçarabe. Em 1064 é conquistada pelo cristão Fernando Magno e governada pelo moçarabe Sesnando.

A cidade mais importante ao Sul do Rio Douro, é durante algum tempo residência do Conde D. Henrique e D. Teresa, pais do primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, que aqui nasceu. Por sua mão é integrada em território português em 1131. Datam desse tempo, em que Coimbra foi capital do reino, alguns dos monumentos mais importantes da cidade: a Sé Velha e as igrejas de São Tiago, São Salvador e Santa Cruz, em representação da autoridade religiosa e das várias ordens que aqui se estabeleceram.

Foi em Coimbra que aconteceu o amor proibido de D. Pedro I (1357-67) e da dama de corte D. Inês, executada por ordem do rei D. Afonso IV, que viu nesse romance o perigo de uma subjugação a Castela. Inspirando poetas e escritores, a sua história continua a fazer parte do património da cidade.

Durante o Renascimento, Coimbra transformou-se num lugar de conhecimento, quando D. João III (1521-57) decidiu mudar definitivamente a Universidade para a cidade, ao mesmo tempo que se criavam inúmeros colégios em alternativa ao ensino oficial.

No séc. XVII os jesuítas chegaram à cidade, marcando a sua presença com a construção da Sé Nova. No século seguinte, a obra régia de D. João V (1706-50) enriquecerá alguns dos monumentos de Coimbra e sobretudo a Universidade e o reinado de D. José I (1750-77) fará algumas transformações pela mão do Marquês de Pombal, sobretudo no ensino.

No início do séc. XIX as Invasões Francesas e as guerras liberais portuguesas iniciarão um período conturbado, sem grandes desenvolvimentos para a cidade. Desde então foram os estudantes que a recuperaram e transformaram na cidade universitária por excelência em Portugal.

Vários percursos são possíveis para conhecer todo o património existente em Coimbra. Seguindo o plano da cidade até ao séc. XIX, sugerimos que comece com dois passeios, um pela Alta e outro pela Baixa de Coimbra.




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Miranda do Douro

Miranda do Douro

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De origem muito antiga foi ocupada pelos romanos e mais tarde no séc. VIII pelos árabes que lhe deram o nome de "Mir Andul", que posteriormente derivou para Miranda.

A sua localização junto à fronteira conferiu-lhe o estatuto de importante ponto estratégico de defesa, tendo o primeiro rei de Portugal D. Afonso Henriques no séc. XII mandado construir o castelo e a cerca de muralhas, que a transformou numa verdadeira Praça de Armas.

No séc. XVI foi elevada à categoria de cidade e de sede do Bispado de Trás-os-Montes, entrando numa fase de prosperidade em que se construíram grandiosos edifícios, como a Igreja de Santa Maria Maior que durante cerca de dois séculos teve a categoria de Sé.

No séc XVII com as Guerras de Restauração da independência com Espanha, e mais tarde durante as invasões francesas, a cidade sofreu muitos revezes e perdeu grande parte da sua importância.

Miranda do Douro é célebre pelo seu folclore colorido e animado - os Pauliteiros de Miranda com o seu trajo típico de saias, executam a dança do pau acompanhada pelo toque da gaita foles cuja origem remonta à ocupação celta da região, na Idade do Ferro. Destaque ainda para o "mirandês", lingua oficial portuguesa que se fala nesta região e, na gastronomia, para a "Posta mirandesa", confeccionada com a excelente carne dos bovinos criados nesta zona.




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Albufeira

Albufeira

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As ruas do centro histórico, antigo Cerro da Vila, ainda conservam o pitoresco das casas brancas, das ruas apertadas e íngremes e o encanto de um arco mourisco na Travessa da Igreja Velha, onde existiu uma antiga mesquita e a primeira igreja da vila, embora o progresso tenha transformado Albufeira numa cidade dedicada ao turismo e ao lazer.

Nos barcos que secam na praia, pintados com cores fortes que contrastam com o azul do mar, os pescadores, alheios aos turistas bronzeando-se ao sol, prosseguem, como desde há milénios, a sua faina de preparação das redes.

Um percurso pedestre à beira-mar pelo passeio marginal oferece magníficas perspectivas sobre a cidade, as praias e as formações rochosas, terminando na bonita gruta do Xorino que, segundo a tradição, foi refúgio de mouros, aquando da reconquista da vila no séc. XIII (1240).




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Guimarães

Guimarães

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No dia 13 de Dezembro de 2001 a UNESCO inscreveu o centro histórico da cidade de Guimarães na lista de Património Mundial. Distinção merecida para uma cidade, plena de reminiscências históricas, que soube preservar o seu património e espaços públicos para o prazer de quem a visita.

Para os portugueses, Guimarães tem um valor simbólico muito especial pois foi num campo próximo dos muros do seu castelo que D. Afonso Henriques vencendo as hostes de D. Teresa (sua mãe e filha de Afonso VI de Leão e Castela) na batalha de São Mamede, em 24 de Junho de 1128, iniciaria o percurso que levaria à construção do reino de Portugal, do qual viria a ser o primeiro rei.

Comece por visitar o local conhecido por Colina Sagrada coroado pelo castelo de Guimarães, de tantas evocações, e a pequena igreja românica de São Miguel. De acordo com a tradição, foi neste modesto templo que Afonso Henriques recebeu baptismo na pia baptismal que ainda se pode ver no interior. Numa interpretação do escultor Soares dos Reis (1834), uma imponente estátua colocada mais abaixo permite imaginar a figura e as feições do primeiro rei português.

Nas imediações destaca-se o Palácio Ducal, hoje um palácio-museu, cuja edificação original remonta ao séc. XV.

Depois de visitar estes pontos de referência da fundação de Portugal, desça até Guimarães, onde sugerimos que escolha o Largo da Oliveira, coração do centro histórico, como ponto de partida para o seu passeio.

Se quiser ter uma magnífica visão da cidade, poderá subir de carro os 7 km necessários para chegar ao Monte da Penha, um dos mais impressivos panoramas do norte de Portugal. Esta estrada passa ao lado da Pousada de Santa Marinha da Costa. Antigo convento fundado por D. Mafalda de Sabóia, mulher de D. Afonso Henriques, entrecruzam-se neste edifício vários estilos e épocas que a hábil intervenção do arquitecto Fernando Távora transformou em pousada. A igreja, reconstruída no séc. XVIII, o claustro, as celas adaptadas a quartos e a belíssima varanda de S. Jerónimo com vista sobre o jardim constituem motivos bastantes para fazer aqui uma paragem.

Poderá optar também por subir no teleférico, uma viagem de poucos minutos que liga o centro da cidade a este local suspenso nas alturas onde se ergue o santuário de Nossa Senhora da Penha.




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Ponta Delgada

Ponta Delgada

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Ponta Delgada começou por ser um simples povoado de pescadores atraídos pelas suas enseadas seguras, mas depressa começou a desempenhar o papel de principal porto da Ilha de São Miguel.

A cidade cresceu e viu surgir durante os séculos XVII e XVIII os conventos, igrejas e casa senhoriais que ainda hoje definem o seu centro histórico.

Ponta Delgada é hoje uma cidade cosmopolita, voltada para o exterior, com uma vida económica e cultural activas. A extensa marginal, que ladeia o porto e o mar definindo o perfil da cidade, é a expressão do seu dinamismo, da adaptação aos novos tempos e também a via de acesso à cidade.

Com uma História de mais de cinco séculos e preciosos testemunhos do passado, Ponta Delgada é uma cidade multifacetada onde a tradição convive com a actualidade e o cosmopolitismo com a tranquilidade salutar da vida açoriana.

Não deixe de ver em Ponta Delgada a Igreja Matriz de São Sebastião, a Igreja de São Pedro, a Igreja São José, o Convento e capela de Nossa Senhora da Esperança, o Tesouro do Senhor Santo Cristo dos Milagres, o Museu Carlos Machado, as Portas da Cidade e o Jardim José do Canto.




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Angra do Heroísmo

Angra do Heroísmo

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Associada aos Descobrimentos durante os séculos XV e XVI, Angra do Heroísmo é o exemplo da criação de uma cidade intimamente ligada à sua função marítima, tendo sido porto de escala obrigatória das frotas de África e das índias. Em 1983, a UNESCO classificou-a Património Mundial.

Passeie no quadriculado de ruas, uma expressão do novo mundo trazido pelo Renascimento e que os Descobrimentos fixaram em Angra, cidade do Atlântico nascida para o comércio e para a navegação. Visite as muralhas escuras de uma poderosa fortaleza feita para proteger e dominar. Conheça a história contada pelos seus monumentos, pelos tesouros de arte que guarda desde há séculos. São três boas razões para que a visita de Angra do Heroísmo seja uma experiência única e uma maravilhosa viagem no tempo.

Num itinerário pela cidade, não deixe de visitar a Igreja do Santíssimo Salvador da Sé, ou Sé de Angra, a Igreja da Misericórdia, o Convento e Igreja de São Francisco, o Convento e Igreja de São Gonçalo, os Paços do Concelho, o Palácio dos Capitães Generais, o Monumento da Memória, o Castelo de São Sebastião, o Castelo de São João Baptista, o Museu de Angra e o Monte Brasil.




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Horta

Horta

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A cidade da Horta tem muito para ver, cenicamente construída entre duas baías, divididas pelo istmo que dá acesso ao Monte da Guia.

As suas ruas contam a história de uma cidade fundada há cinco séculos, que viu chegar as caravelas trazendo os primeiros habitantes com as suas alfaias, o gado e as sementes, assistiu ao período de prosperidade proveniente da sua posição estratégica como porto seguro entre a Europa e as Américas e, mais recentemente, foi eixo das comunicações entre continentes. Hoje é um ponto de referência obrigatório do iatismo internacional.

Visite a cidade da Horta, conheça os monumentos e os seus pontos de interesse como a Igreja Matriz de São Salvador, a Igreja e antigo Convento de São Francisco, a Igreja de Nossa Senhora das Angústias, o Museu da Horta, o Museu de Scrimshaw, o Centro do Mar, o Miradouro do Monta da Guia e da Espalamaca, a Marina da Horta e o Peter Café Sport, onde não pode deixar de provar o famoso gin tónico.




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Marialva

Marialva

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Pela sua esplêndida situação sobre um monte de penhascos de difícil acesso, na margem esquerda do rio Alva, a pequena aldeia de Marialva foi praça militar importante na Idade Média.

A mesma situação foi a causa do seu declínio. Quando as guerras se passaram a fazer com armas de fogo, os velhos castelos medievais tornaram-se obsoletos e perderam a sua função de defesa e protecção das populações, que passaram a habitar fora dos recintos muralhados das cidadelas.

Povoação de raízes muito antigas, era já habitada no séc. VI a. C. pela tribo dos Aravos. Foi ocupada sucessivamente por Romanos (que lhe deram o nome de Civitas Aravorum), por Suevos e Árabes que se instalaram no seu castro defensivo. Terá sido Fernando Magno, rei de Leão, que a conquistou em 1063, quem lhe deu nome de Malva, mais tarde Marialva. Também se conta que o rei de Portugal, D. Afonso II teria doado a povoação em 1217 a uma sua apaixonada, D. Maria Alva, que estaria na origem do nome da aldeia. O castelo foi reedificado por D. Sancho II de Portugal, cerca do ano 1200, sobre as ruínas do castro romanizado. É um dos maiores da região, oferecendo hoje um magnífico panorama sobre a Serra da Marofa e a região envolvente.

Calçadas medievais ladeadas de paredes e de portas góticas conduzem a um pequeno largo onde se encontra um elegante pelourinho todo em granito, do séc. XV, a antiga cadeia e o tribunal. A igreja matriz, com um portal manuelino, é dedicada a Santiago e data do séc. XVI.

Antiga rota de peregrinos, Marialva ainda celebra no dia do Apóstolo (25 de Julho), a feira anual de Santiago.




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