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Póvoa de Lanhoso

Póvoa de Lanhoso

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O castelo da vila erguido no cimo do Monte do Pilar é o principal monumento da região. Segundo a tradição nele esteve presa D. Teresa a mãe do 1º rei de Portugal (séc. XII), após a Batalha de São Mamede em que mãe e filho se defrontaram. Junto ao castelo, foi construído no séc. XVII o Mosteiro de Nossa Senhora do Pilar.

Na aldeia próxima de Fonte Arcada, a Igreja em estilo românico do séc. XII merece uma visita.

Na região demarcada dos Vinhos Verdes, Póvoa de Lanhoso é muito conhecida pela indústrias de extracção e corte de granito e pelo trabalho de ourivesaria (filigrana).



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Vila Viçosa

Vila Viçosa

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Situada numa das regiões mais férteis do Sul de Portugal, Vila Viçosa conta no seu passado com alguns momentos importantes para a história do país.

Aqui foi estabelecida a Casa dos Duques de Bragança, a família nobre mais poderosa a seguir à Casa Real. O 1º Duque de Bragança foi D. Afonso, filho ilegítimo de D. João I (1385-1433). Mas a construção do Palácio Ducal, que se pode visitar actualmente, deve-se ao 4º Duque de Bragança, D. Jaime que, no séc. XVI, muito contribuiu para o desenvolvimento da vila. Durante as Cortes de 1646, D. João IV, 8º Duque de Bragança, coroou e proclamou padroeira de Portugal a imagem de Nossa Senhora da Conceição, venerada na igreja matriz. A partir desse momento os reis de Portugal deixaram de usar a coroa real.

Vila Viçosa é conhecida pelo abundância de mármore na região, pois é extraído e explorado a partir de mais de 160 pedreiras, sendo internacionalmente conhecido (sobretudo o rosa).




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Mesão Frio

Mesão Frio

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Vila tranquila situada na região demarcada do Douro, esteve desde sempre ligada à produção vinícola.

Nas margens do rio, as vinhas cultivadas em socalcos oferecem uma belíssima paisagem, avistando-se aqui e ali quintas e casas solarengas, de que se destaca o Solar da Rede adaptado a Pousada.




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Loulé

Loulé

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A fundação da cidade é incerta e longínqua no tempo, mas existem vestígios concretos de ocupação romana, de que o centro de pesca e salga de peixe do Cerro da Vila em Vilamoura são o melhor exemplo, e sabe-se que quando os mouros aqui chegaram, em 715, já existia uma vila importante.

Foi reconquistada pelos cristãos em 1249, no reinado de D. Afonso III, tendo recebido Carta de Foral em 1266. Da Idade Média restou o Castelo, cujas torres ainda encontramos no meio do casario, assim como alguns panos de muralha. Em 1291, o rei D. Dinis institui uma feira em Loulé, tornando-a o centro comercial da região.

Sendo uma vila do interior, não beneficiou directamente das riquezas da Época dos Descobrimentos como vários lugares do litoral, embora se encontrem pormenores decorativos manuelinos nas casas e monumentos desse tempo que a reflectem, como na Igreja de São Clemente ou na Igreja da Misericórdia. O desenvolvimento económico veio da aposta nos produtos agrícolas, sobretudo dos frutos secos (amêndoas e figos) e das produções artesanais que se mantiveram durante séculos. Foi elevada a cidade em 1988.

Actualmente, Loulé é o centro económico do concelho mais extenso do país, onde as povoações costeiras vivem do turismo e as do interior do comércio e da agricultura. No seu perímetro, guarda alguns dos sítios turísticos mais conhecidos do Algarve, como Vilamoura ou Quarteira na costa e Salir ou Alte no interior.

Muito próximo da cidade, os amantes da natureza serão surpreendidos com os Sítios Classificados de Benémola e da Rocha da Pena que guardam um Algarve diferente, ainda com vegetação endémica e onde poderá fazer passeios organizados.

Os festejos do Carnaval de Loulé são dos mais famosos do país.



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Benavente

Benavente

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A povoação de Benavente teve a sua origem num grupo de colonos estrangeiros que se fixaram na margem sul do Tejo no séc. XIII, de acordo com um plano delineado pelo rei D. Sancho I para povoamento destas terras que, após a expulsão dos mouros, estavam praticamente desertas.

Esta localidade tranquila, está rodeada pela lezíria ribatejana, uma vasta planície extremamente fértil, onde são criados cavalos e touros bravos, imprescindiveis no mais importante espectáculo da região que é a tourada.

Junto a Benavente, a Reserva Natural do Estuário do Tejo, mantém o encanto original da região, num ambiente preservado que é procurado anualmente pelas aves migradoras.



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Vila Nova da Barquinha

Vila Nova da Barquinha

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Situada mesmo à beira do Rio Tejo, numa zona extremamente verde e fértil, Vila Nova da Barquinha é uma localidade muito pitoresca.

À sua frente, numa ilhota no meio do rio, ergue-se um dos mais bonitos castelos portugueses - o castelo de Almourol - construído pelos Templários em 1171, relativamente ao qual se contam lendas de mouras encantadas e de princesas cativas salvas por cavaleiros andantes. Este castelo, que é muitas vezes cenário de espectáculos que tiram partido da sua localização, utilizando efeitos de jogos de luzes e cor, pode ser visitado, sendo o percurso do rio efectuado por um barco que parte de Tancos.

Em Vila Nova da Barquinha está situada a segunda mais antiga Praça de Touros de Portugal, o que testemunha bem a tradição da festa brava, indispensável nos mais importantes eventos do concelho, como as Festas da Vila em Junho, e a Festa do Rio e das Aldeias em 15 de Agosto, em que os festejos se dividem pelas duas margens do rio, nas aldeias de Tancos e Arripiados.

Nas redondezas, a Igreja Matriz da Atalaia do séc. XVI, cuja fachada é um dos melhores exemplares de estilo renascença no nosso país, merece uma visita demorada.

Da gastronomia local, destacam-se os pratos de peixe de rio, como as Caldeiradas, a sopa de peixe, a fataça na telha, a açorda de sável ou as enguias à pescadora.



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Fátima

Fátima

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De origens remotas, foi o domínio árabe que marcou o desenvolvimento do lugar e lhe deu o nome. Segundo a lenda, durante a Reconquista Cristã o cavaleiro templário Gonçalo Hermingues, conhecido por Traga-Mouros, apaixonou-se por Fátima, uma moura cativa durante uma emboscada. Correspondendo ao amor, a jovem converteu-se ao cristianismo tomando o nome de Oureana.

No séc. XVI, a localidade foi elevada a paróquia da colegiada de Ourém, integrando-se então na Diocese de Leiria.

A localidade desenvolveu-se bastante a partir do acontecimento das Aparições de Fátima, no início do séc. XX, transformando-se num dos maiores centros do culto mariano em Portugal, reconhecido mundialmente pela Igreja Católica.

A 1º aparição teve lugar em 1917, no lugar da Cova da Iria, onde se situa actualmente o Santuário. As maiores manifestações dos devotos ocorreram a 13 de Maio (onde se destacam a Procissão das Velas, no dia 12 à noite, e a Procissão do Adeus, no dia 13, que encerra as celebrações) e a 13 de Outubro. No entanto, entre estas duas datas, todos os dias 13 são de devoção.

Relacionado com o culto a Nossa Senhora de Fátima, podem visitar-se as casas onde viveram os pastorinhos videntes, na aldeia de Aljustrel.

No quintal da Casa de Lúcia, um monumento assinala a 2ª aparição do Anjo da Paz e o fim da Via Sacra, iniciada no Santuário. Ao longo da via existem 14 capelinhas oferecidas pelos católicos húngaros refugiados no Ocidente. Destaca-se a passagem por Valinhos, a 400 metros da aldeia, onde monumentos assinalam o local da 4ª aparição em 1917 e a Loca do Anjo, onde em 1916 os pastorinhos viram o Anjo da Paz da 1ª e 3ª vezes.



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Torres Vedras

Torres Vedras

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Povoada na pré-história e no tempo dos romanos, Torres Vedras recebeu foral em meados do séc. XIII.

No séc. XV, um dos mais importantes monumentos religiosos da região fazia parte do seu património, o Convento do Varatojo. Fundado em 1470, foi mandado construir pelo rei D. Afonso VI em agradecimento pelas conquistas no Norte de África.

No séc. XIX, durante as Invasões Napoleónicas, Torres Vedras teve um papel importantíssimo pois foi aqui que se começou a delinear o recuo das tropas francesas e a perda de hegemonia de Napoleão na Europa. Com efeito, a construção das "Linhas de Torres", um conjunto de fortificações militares disposto em linha em redor de Lisboa, foi eficiente no objectivo de impedir os franceses de avançar sobre Lisboa e fazê-los retirar.

Nas redondezas, além das Praias de Santa Cruz e de Porto Novo com toda a animação própria de uma estância de férias, com campos de golfe, centros hípicos, hotéis e piscinas, encontram-se também as Estâncias Termais dos Cucos e do Vimeiro, muito procuradas pelas qualidades terapêuticas das suas águas.

Dos eventos da cidade, destaca-se o Carnaval que em Torres Vedras tem grandes tradições. Identifica-se como sendo o mais português de Portugal por manter os desfiles e cortejos alegóricos de carros enfeitados, gigantones e zés-pereiras, desde a década de 1920, sem ceder a influências estrangeiras.




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