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Armação de Pêra

Armação de Pêra

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Armação de Pêra foi, durante séculos, um povoado de pescadores atraídos pela abundância de peixe, sobretudo atum e sardinha, que depois de salgado era vendido no sul e centro do país.

No séc. XVII, para sua defesa contra os ataques dos piratas e corsários foi erguida uma pequena fortaleza numa elevação sobranceira ao mar, por iniciativa de um próspero proprietário de barcos e artes de pesca. Data de igual período a capela no seu interior, dedicada a Santo António.

Actualmente, Armação de Pêra mantém o tipicismo das fainas de pesca na Praia dos Pescadores.

Os visitantes, atraídos pelo extenso areal e águas cálidas, dão-lhe uma vida cosmopolita, animada e colorida.



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Vila Flor

Vila Flor

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Anteriormente denominada Póvoa de Além-Sabor, foi D. Dinis que lhe deu o nome de Vila Flor, encantado com a sua beleza. Foi o mesmo rei que a mandou rodear de muralhas de que hoje apenas resta a Porta Sul.

A Igreja Matriz, reconstruída no séc. XVII-XVIII em estilo barroco, merece uma visita especial bem como o Museu de D. Berta Cabral, onde se podem encontrar diversos achados arqueológicos da região.



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Alijó

Alijó

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Situada em plena Região Demarcada do Douro, a sua importância está intimamente relacionada com a vitivinicultura, estando localizadas neste concelho muitas das quintas produtoras do famoso Vinho do Porto.

O seu primeiro foral data de 1226, mas encontraram-se vestígios que provam que era habitada desde tempos pré-históricos.



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Belmonte

Belmonte

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As ruas desta antiga povoação -o primeiro foral foi-lhe concedido por D. Sancho I em 1199- conduzem ao alto de um monte onde se ergue a massa granítica do antigo castelo. Um documento datado de 1258 descreve as linhas desta construção: uma alta torre de menagem, muralhas e baluartes e a residência dos seus alcaides. Interrompendo a austera arquitectura defensiva, recorta-se no pano poente da muralha, uma elegante janela manuelina geminada que termina com a representação de um dos símbolos de D. Manuel, a esfera armilar, e o escudo dos Cabrais, com a representação de duas cabras. Esta ilustre família, tem como corolário dos seus heróis Pedro Álvares Cabral, descobridor do Brasil em 1500, que nasceu em Belmonte em 1467.

Junto do castelo encontra-se a pequena igreja romano-gótica dedicada a São Tiago. No interior, uma Pietá esculpida em granito e comovente na sua beleza rude integra-se harmoniosamente na simplicidade da arquitectura do templo. Um anexo à igreja abriga o panteão dos Cabrais, embora as cinzas de Pedro Álvares Cabral se encontrem na Igreja da Graça, em Santarém.

Em Belmonte fixou-se uma importante comunidade judaica, que aumentou substancialmente no séc. XV quando os Reis Católicos de Espanha publicaram o Édito de expulsão dos judeus em 1492, o qual viria a ser seguido pelo rei de Portugal em 1496. Durante esse período, muitos judeus vindos de Espanha estabeleceram-se nas localidades perto da fronteira, como foi o caso de Belmonte. As casas situavam-se, como era regra, fora das muralhas do castelo, no Bairro de Marrocos, onde ainda se vêem, gravados na pedra junto das portas, símbolos das profissões exercidas pelos membros da comunidade, como a tesoura que identifica o alfaiate.

Belmonte preserva o seu ambiente medievo tão exemplarmente quanto os judeus preservaram em segredo orações, tradições e costumes desde essa época até aos nossos dias mais tolerantes, que permitiram a abertura ao culto de uma nova sinagoga, Bet Eliahu.

Na estrada para a Guarda encontra-se à esquerda a Torre de Centum Cellas, curiosa construção de que ainda não se conhece ao certo a origem.



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Setúbal

Setúbal

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Habitada desde tempos longínquos pelos Fenícios e pelos romanos, que se fixaram na margem sul do Rio Sado (em Troia - frente à atual cidade) e denominaram a povoação de Cetóbriga que veio mais tarde a derivar para Setúbal.

Foram os romanos que deram início a uma das mais tradicionais atividades da região - a recolha de sal e a conservação de alimentos em tanques de salga cujos vestígios se conservam na Península de Troia.

O desenvolvimento de Setúbal esteve desde sempre ligado às atividades marítimas propiciadas pela sua localização na foz do Rio Sado, sendo já no séc. XIV um dos principais Portos do país.

Os produtos agrícolas também merecem especial destaque sendo alguns deles já referenciados em documentos oficiais do final do séc. XIV nomeadamente as uvas, vinhos, laranjas e peixe. Ainda hoje, os vinhos produzidos na região envolvente têm fama, nomeadamente vinhos de mesa e o moscatel conhecido como de Setúbal. Poderão ser provados nas caves situadas na localidade próxima de Azeitão, onde também se produzem excelentes queijos e umas tortas deliciosas.

Na cidade em que nasceram vultos da cultura portuguesa, nomeadamente Bocage (poeta do séc. XIX, conhecido pelo tom irónico e a crítica social que inseria em tudo o que escrevia) e Luísa Todi (importante cantora lírica) merecem especial referência o Convento de Jesus em estilo gótico-manuelino que alberga o Museu da Cidade e o Forte de São Filipe. Atualmente convertido numa Pousada, é um ótimo miradouro sobre a cidade, o Rio Sado, Troia e a Serra da Arrábida.

Em redor de Setúbal encontram-se áreas de natureza preservada, nomeadamente a Reserva Natural do Estuário do Sado, onde se podem observar golfinhos em liberdade, e o Parque Natural da Arrábida, de características únicas, com espécies que só se poderão encontrar em áreas próximas do Mediterrâneo.

De destacar são também as excelentes praias nomeadamente a Figueirinha, Galapos e o Portinho da Arrábida (uma lindíssima baía abrigada) e, na margem oposta do Rio Sado à qual se chega facilmente por ferry-boat, a península de Troia com cerca de 18 kms de praias e um campo de golfe.



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Aljezur

Aljezur

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Limitado pelo mar e pela serra, o concelho de Aljezur reflecte nas suas paisagens esta dupla influência. A orla marítima é marcada por altas falésias onde se aninham areias e dunas, enquanto o interior é uma sucessão de horizontes cobertos de vegetação. Entre ambos, vales e charnecas férteis mantêm a tradição do cultivo. Percorrer o concelho é uma oportunidade de recuperar a tranquilidade e de reencontrar o silêncio, cortado pelo canto das aves ou pelas ondas embatendo nas rochas.

Aljezur é uma pequena vila da costa vicentina com casas características da arquitectura rural algarvia, em que platibandas e vãos de janela coloridos realçam as fachadas brancas.

No alto do morro as muralhas do castelo lembram o seu passado histórico, símbolo de lutas entre mouros e cristãos. Na colina, a quase cascata do alvo casario em direcção à ribeira tem à sua frente a planície, onde esta vila secular soube encontrar a sua expansão e o seu futuro.



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Monte Real

Monte Real

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Anteriormente denominada de Póvoa de Monte Real, esta vila desenvolveu-se muito durante o séc. XX devido à procura crescente das suas águas de reconhecidas qualidades terapêuticas.

As Termas, inseridas no Pinhal de Leiria, numa região de inúmeros atractivos como as praias, as cidades de Leiria e da Marinha Grande, os Mosteiros da Batalha e de Alcobaça (classificados como Património Mundial) são a estância indicada para quem pretende aliar a um período de cura e repouso, o lazer e o turismo cultural.



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Trancoso

Trancoso

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Com um passado a par da História de Portugal, Trancoso é uma vila protegida por muralhas onde se preserva o ambiente medieval nas ruas estreitas e nas casas de pedra. O planalto onde está situada, a 870 metros de altitude, deu-lhe a posição estratégica na defesa da fronteira com Espanha e transformou-a numa importante praça de armas durante a Idade Média.

A imponente Porta d'El Rei é a entrada principal nas muralhas e também uma homenagem a D. Dinis que aqui celebrou o seu matrimónio com Isabel de Aragão, em 1282, na Ermida de São Bartolomeu. D. Dinis ofereceu a vila à Rainha Santa em dote e instituiu a feira franca, na origem da grande Feira de Trancoso que ainda acontece a partir de 15 de Agosto, dia da padroeira Nossa Senhora da Fresta.

O labirinto de ruas de pedra conduz-nos ao centro da vila onde se encontra o Pelourinho, no cruzamento entre a Vila Velha e a Vila Nova. Na parte mais antiga, encontramos o Castelo muito disputado entre mouros e cristãos e conquistado definitivamente pela força de D. Afonso Henriques em 1160, e a Igreja de São Pedro, onde descansa para a eternidade o misterioso Bandarra (1500-45), um sapateiro poeta que profetizou a perda da independência de Portugal em 1580 e a sua restauração em 1640.

Foi na Vila Nova que a população se estabeleceu. No séc. XV existiu aqui uma importante comunidade judaica que muito contribuiu para o desenvolvimento do comércio. A memória dessa época permanece na arquitectura das casas com duas portas (uma larga, de entrada na loja, e outra estreita, com acesso à área de residência) e na Casa do Gato Negro (no Largo Luís de Albuquerque), um dos edifícios mais emblemáticos da vila identificado como sendo a antiga sinagoga e residência do rabino.

Aqui viveu o Magriço, um dos Doze de Inglaterra, protagonista de um episódio histórico entre Portugal e Inglaterra no séc. XIV. Foi ainda nesta vila que, em 1809, o General Beresford montou um quartel general quando esteve em Portugal como aliado contra as invasões napoleónicas. Cinco anos depois, Beresford seria agraciado com o título de primeiro Conde de Trancoso.

A 29 de Maio comemora-se a Batalha de São Marcos (1385), percursora da grande vitória da Batalha de Aljubarrota contra Castela, onde D. João I defendeu e consolidou a independência portuguesa. Nesse dia distribui-se pão e laranjas às crianças no planalto de São Marcos onde se travou a batalha porque segundo a tradição os portugueses terão deixado os castelhanos a "pão e laranjas".



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Monsaraz

Monsaraz

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Vila medieval, conseguiu manter as suas características ao longo dos séculos. Um passeio a Monsaraz é também uma viagem no tempo, pois é um local único onde ainda se consegue encontrar a paz e a tranquilidade esquecidas pelos tempos modernos.

Marcada pela cal e pelo xisto, torna-se "Monsaraz Museu Aberto" todos os anos, durante o mês de Julho, oportunidade para conhecer os hábitos e costumes alentejanos no artesanato, na gastronomia e nos vários espectáculos culturais que aí têm lugar, incluindo a música, o teatro, a dança e exposições de artes plásticas.

No património destacam-se o Castelo e a Torre de Menagem medievais, o edifício dos Antigos Paços da Audiência (séc. XIV/XVI) e a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Lagoa (séc. XVI/XVII).



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Ílhavo

Ílhavo

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A cerca de 3 km de Aveiro, tomando a E.N. 109 na direcção do sul, encontra-se Ílhavo, antiga Illabum que porventura terá sido fundada pelos Gregos. Tal como Aveiro, localiza-se nas terras baixas banhadas pelos braços da ria que o rio Vouga desenha quando chega ao mar. Esta geografia peculiar condicionou desde tempos recuados a actividade dos seus habitantes, atraindo-os para as fainas da pesca e à longínqua Terra Nova em busca do bacalhau. Merece visita o Museu Marítimo com uma admirável mostra dedicada à ria e ao mar, a não deixar esquecer como eram as velhas embarcações que deslizavam pela ria, os instrumentos náuticos e os variados aparelhos de pesca.

De passagem pela igreja matriz, datada de 1785 e dedicada a S. Salvador, não deixe de entrar. Lá dentro, entre outras peças de interesse, destaca-se a imagem do Senhor dos Navegantes, da devoção dos homens do mar. Na capela de Nossa Senhora do Pranto repare-se numa escultura da Senhora, em calcário policromado, que remonta ao séc. XV.

Muita da terra que hoje se pisa em redor de Ílhavo foi em tempos arrancada aos braços da ria pelo enorme esforço dos ilhavenses. São as "gafanhas", solos extremamente férteis que produzem batata, milho, feijão e hortaliças, raiz do nome de várias das freguesias da região: Gafanha da Nazaré, Gafanha da Encarnação, Gafanha do Carmo.

Muito perto de Ílhavo, a Fábrica da Vista Alegre que desde há 170 anos protagoniza o fabrico de uma das mais prestigiadas porcelanas do Mundo, o museu, as lojas e todo o interessante complexo industrial junto de um dos braços da ria, são, sem dúvida, dignos de visita.

Por entre os campos férteis das Gafanhas siga na direcção de Vagos, concelho rural conhecido pela produção de leite. Atravesse o braço sul da Ria na direcção da praia da Vagueira. Uma estrada paralela ao mar conduz à Costa Nova. Aqui, deixe-se encantar pelos coloridos palheiros.



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