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Arqueologia

Representa POIs do Tipo Arqueologia

Villa Romana de Milreu

Villa Romana de Milreu

Arqueologia

Opulenta villa do Império Romano que continuou ocupada durante a Antiguidade tardia e os primeiros tempos de domínio do Islão.

É ainda possível perceber o aspecto arquitectónico que a villa tinha nos inícios do século IV, com a luxuosa residência senhorial, termas, lagares de azeite e de vinho e instalações agrícolas, revelador do estilo de vida de uma família de elevado estatuto social e político. Integra este conjunto um templo de inícios do século IV, cristianizado no século VI e usado como cemitério no período islâmico até ao século X, que se mantém conservado até ao arranque das abóbadas e onde se destaca um conjunto de mosaicos do revestimento mural do pódio.

Nas ruínas fizeram-se importantes achados arqueológicos: mosaicos de temática predominantemente marinha, mármores e cerâmicas diversas, estuques pintados e esculturas que decoravam os interiores e os jardins.

Contactos

Morada:
Centro Interpretativo das Ruínas de Milreu
Coiro da Burra, Estoi
8000-443 Faro
Telefone:
+351 289 997 823
Fax:
+351 289 997 823


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Parque Arqueológico de Tresminas

Parque Arqueológico de Tresminas

Arqueologia

No Parque Arqueológico de Tresminas, o visitante encontra uma das maiores explorações mineiras de ouro do mundo romano, com registos de actividade desde o reinado do Imperador Augusto (27 a.C - 14 d.C.) até à época de Sétimo Severo (193 - 211 d.C.).

As minas são constituídas por um sistema a céu aberto, originando crateras de grandes dimensões que testemunham o esforço humano ali empreendido, e por um complexo de galerias para transporte, escoamento e tratamento dos minérios. O abastecimento de água era feito por aquedutos desde o Rio Tinhela e da Ribeira da Fraga.

A antiguidade da presença humana na região é evidente pela existência de muitos vestígios arqueológicos, como pontes e estradas romanas ou o Castro da Cidadelha de Jales.

Ainda de destacar a importância do património natural envolvente, de características únicas, cuja vegetação espontânea é composta por mato (giestas, urzes, torga, tojo, carqueja, sargoaço) e por uma floresta de carvalhos. É ainda possível observar várias espécies de aves de rapina que aqui nidificam e os morcegos que habitam as galerias.
Contactos

Morada:
Lugar de Covas 5450-291 Tresminas Vila Pouca de Aguiar
Telefone:
+351 259 403 133
Fax:
+351 259 403 135


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Anta do Barrocal

Anta do Barrocal

Arqueologia

Anta com restos da câmara poligonal e laje de cobertura "in situ". Situa-se a cerca de 200 m a Sudoeste do Monte do Barrocal.
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Morada:
Nossa Senhora da Tourega


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Ruínas romanas de Torre de Palma

Ruínas romanas de Torre de Palma

Arqueologia

Esta villa teve uma ocupação desde o séc. I d.C. até à época visigótica. Entre os achados efectuados em escavações arqueológicas merecem especial referência o mosaico dos cavalos, o mosaico das musas e uma inscrição dedicada a Marte.
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Morada:
Herdade de Torre de Palma


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Ruínas do Castelo de Faria e estação arqueológica subjacente

Ruínas do Castelo de Faria e estação arqueológica subjacente

Arqueologia

Ocupações da Idade do Bronze, Idade do Ferro, época romana e Idade Média.
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Morada:
Lugar do Castelo de Faria 4750 Abade de Neiva


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Núcleo Megalítico do Mezio

Núcleo Megalítico do Mezio

Arqueologia

Este núcleo de espaços funerários pré-históricos incorpora cerca de uma dezena de monumentos distribuídos por uma zona planáltica. A Mamoa 3, normalmente designada por "Dólmen do Mezio", é o exemplar mais conhecido e mantém ainda vestígios da mamoa (cobertura de terra e pequenas pedras com que se tapava o espaço funerário) e da anta, que se encontra bastante bem conservada.

A escavação arqueológica permitiu reconhecer alguns vandalismos praticados nestes monumentos com cerca de 5000 anos mas sobretudo conhecer os pressupostos de arquitectura e engenharia que estão na base destes testemunhos do engenho dos nossos antepassados e recolher um número significativo dos materiais que acompanhavam os seus contextos funerários.

No local, o visitante encontrará uma placa com informação sobre os monumentos intervencionados que lhe permitirá a compreensão de todo este conjunto arquitectónico primitivo.
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Morada:
Serra do Soajo Arcos de Valdevez


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Anta Grande do Zambujeiro de Valverde

Anta Grande do Zambujeiro de Valverde

Arqueologia

É a maior anta conhecida na Peninsula Ibérica até ao momento. O conjunto tem 50 m de diâmetro compreendendo a câmara poligonal com 6 m de altura e um longo corredor para o exterior. Está classificada como Monumento Nacional e o espólio arqueológico pode ser visto no Museu de Évora.
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Morada:
Herdade da Mitra Valverde


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Castelo da Lousa

Castelo da Lousa

Arqueologia

Villa romana fortificada (séc. I a.C. a I d.C.). Situa-se na propriedade denominada "Montinho", 8 Km a SW. de Mourão, na margem esquerda do Guadiana, entre a foz da ribeira da Lousa, a norte e da ribeira do Montinho, a sul.
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Morada:
Luz


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Templo romano de Évora

Templo romano de Évora

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O Templo Romano, com uma existência de 2000 anos, é um ex-libris de Évora e um dos mais importantes ruínas históricas do país.

O Templo Romano de Évora data do séc. I, da época de Augusto. A sua longa história é também o relato de muitas transformações e utilizações diferentes ao longo dos séculos. Praticamente destruído quando os Bárbaros estiveram na Peninsúla Ibérica, no séc. V, serviu de casa-forte ao Castelo de Évora e de açougue no séc. XIV.

Foi recuperado ao seu carácter romano apenas no séc. XIX, numa das primeiras intervenções arqueológicas em Portugal. É o testemunho do forum romano da cidade de Évora consagrado ao culto imperial, o que clarificou uma tradição seiscentista que o teria consagrado à deusa Diana. Por isso foi durante muito tempo identificado como Templo de Diana. Escavações recentes revelaram ter sido rodeado por pórtico e um espelho de água.

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Morada:
Largo do Conde de Vila Flor 
7000-804 Évora


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Parque Arqueológico do Vale do Côa

Parque Arqueológico do Vale do Côa

Arqueologia

Na região nordeste de Portugal, feita de imponentes montanhas, onde no início da primavera florescem amendoeiras e no outono as vinhas se cobrem de folhas cor de fogo, corre para o rio Douro, vindo de sul, um afluente cujo nome se tornou universal: é o Côa, que encerra no seu vasto vale um vigoroso ciclo artístico. Milénio após milénio, as formações rochosas que delimitam o seu leito foram-se convertendo em painéis recobertos de milhares de gravuras legadas pelo impulso criador dos nossos antepassados.

Remontando ao Paleolítico Superior inicial, estes "painéis" ao ar livre são testemunhos de uma vitalidade e de uma mestria de concepção e traços que trouxeram até nós 25.000 anos de tempo. Esta longa galeria de arte dá-nos registo do período Neolítico e da Idade do Ferro, transpondo depois de um só fôlego dois mil anos de História para firmar na Época Moderna representações religiosas, nomes, datas e até, há poucas dezenas de anos, algumas figuras feitas pelos filhos de um moleiro.

Os motivos, na sua quase totalidade gravados, apresentam temáticas, técnicas e convencionalismos comuns às obras coevas da Europa Ocidental que o séc. XIX haveria de descobrir aconchegadas nas grutas franco-cantábricas e a viragem do século viria a apelidar de grande arte. É no séc. XX que a arte do Côa surge das grutas para o ar livre, onde um jogo diário e sazonal de claridade e sombra a expõe e esconde numa fantástica sequência de revelação e ocultamento.

Os últimos dezassete quilómetros do curso das águas do Côa, no seu rumo de sul para norte, área que se estende até ao Douro, viriam a pertencer ao primeiro parque arqueológico português, incluído desde 2 de Dezembro de 1998 na lista dos monumentos que a UNESCO considera Património da Humanidade. Posteriormente, a criação simultânea do Parque Arqueológico do Vale do Côa e do Centro Nacional de Arte Rupestre, ambos sediados em Vila Nova de Foz Côa, fazem parte de uma importante decisão governamental cujo alcance marcará a vários níveis, em Portugal, o estatuto da arte rupestre, da arqueologia e do património.

Todo este magnífico conjunto ao ar livre, que põe de parte o velho mito da arte rupestre encerrada em cavernas, pode ser apreciado em visitas organizadas com guias especializados (mediante reserva): Canada do Inferno, o primeiro a ser descoberto, muito próximo de Vila Nova de Foz Côa, Ribeira de Piscos, em Muxagata, e Penascosa, próximo da aldeia de Castelo Melhor.

Em pleno Parque Arqueológico, a Quinta da Ervamoira é um complemento à visita das gravuras. Aqui encontra-se um museu que retrata a região e os seus costumes ancestrais, sem esquecer o tão antigo ciclo do pão e a tradição na produção dos vinhos do Douro, seguramente uma das outras incontestáveis riquezas desta região de Portugal.

Contactos

Morada:
Rua do Museu
5150-610 Vila Nova de Foz Côa
Telefone:
+351 279 768 260/1
Fax:
+351 279 768 270


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