Representa POIs do Tipo Museus Palacios
Museus e Palácios
GEAL - Museu da Lourinhã
Museus e Palácios
O Museu da Lourinhã, instituição sem fins lucrativos, tutelado pela associação GEAL- Grupo de Etnologia e Arqueologia da Lourinhã, foi fundado em 1984, tendo como principal missão a salvaguarda, protecção, estudo e divulgação do património natural e cultural do concelho e da região Oeste.
O Museu integra os seguintes núcleos museológicos: a Arqueologia, com referência às primeiras comunidades no período da Pré-História; a Etnografia, com as actividades económicas e culturais do séc. XX; e a Paleontologia, sendo por esta área mais conhecido pelo “museu dos dinossauros”.
A descoberta de um saurópode em 1982, veio impulsionar o estudo, a salvaguarda e a valorização do património paleontológico. Este achado, revelou-se uma espécie única – Dinheirosaurus lourinhanenses. Mais tarde, em 1997, o anúncio da descoberta dos ovos de Lourinhanosaurus, veio revolucionar a comunidade científica com um conhecimento mais aprofundado sobre os dinossauros do Jurássico Superior.
2530-158 Lourinhã
Museu Militar do Buçaco
Museus e Palácios
O Museu Militar do Buçaco foi fundado em 27 de Setembro de 1910, por altura do 1º Centenário da Batalha do Buçaco, em homenagem à vitória do Exército Anglo-Luso.
O edifício situa-se junto da Capela de Nossa Senhora da Vitória e Almas, que durante o período da batalha foi aproveitado pelos Frades Carmelitas Descalços do convento próximo, para acolher um hospital de sangue, onde foram assistidos os feridos da batalha de ambos os exércitos, sem qualquer distinção.
Ampliado e remodelado em 1962, expõe, à volta de uma peça de artilharia de 9 libras, com a respectiva guarnição, peças de armamento, equipamento, fardamento e outras, relacionadas com as Guerras Peninsulares em geral, e a Batalha do Buçaco, em particular.
Para além do Museu, podem ainda visitar-se outros monumentos militares como sejam o Obelisco comemorativo da Batalha (1873), o Moinho de Sula, posto de comando do General Craufurd, o Moinho de Moura, posto de comando do General Massena, Comandante das Forças Francesas e também o posto de comando do General Duque de Wellington, Comandante-em-Chefe do Exército Anglo-Luso.
3050 Luso
Palácio Nacional da Pena
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O fantástico Palácio da Pena é um dos maiores exemplos do revivalismo romântico do séc. XIX em Portugal.
Situado no Monte da Pena, o Palácio foi edificado no sítio de um antigo convento de frades da Ordem de São Jerónimo. Foi fruto da imaginação de D. Fernando de Saxe Coburgo-Gotha, que casou com a rainha D. Maria II em 1836. Apaixonado por Sintra, resolveu adquirir o convento e as terras envolventes para construir o palácio de verão da família real.
O rei consorte adoptou para o palácio formas arquitectónicas e decorativas portuguesas, ao gosto revivalista (neo-gótico, neo-manuelino, neo-islâmico, neo-renascentista) e na envolvência decidiu fazer um magnífico parque à inglesa, com as mais variadas espécies arbóreas exóticas.
No interior, ainda decorado ao gosto dos reis que aí viveram, destaca-se a capela, onde se pode ver um magnífico retábulo em mármore alabastro atribuído a Nicolau Chanterenne (um dos arquitectos do Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa). Merece referência também as pinturas murais em trompe l’oeil e os revestimentos em azulejo.
Numa das alas está actualmente instalado um restaurante, com um um belo panorama sobre a Serra de Sintra e a costa.
2710-609 Sintra
Museu de Marinha
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Fundado pelo rei D. Luís em 1863, o Museu de Marinha viria a ocupar 100 anos depois parte das dependências do Mosteiro dos Jerónimos, ficando simbolicamente associado ao local que viu partir as armadas portuguesas para a descoberta dos caminhos dos grandes Oceanos.
Com mais de 17 mil peças, entre as quais modelos perfeitos de embarcações, desde naus e caravelas aos "modernos" cruzadores, este Museu é um testemunho fascinante da história marítima e das actividades dos navegadores portugueses.
Na sala de entrada, um enorme planisfério ensina-lhe os caminhos da Expansão Portuguesa entre os sécs. XI e XVI e a partilha do Mundo entre as coroas de Portugal e Castela após o Tratado de Tordesilhas.
Não lhe passarão despercebidos os camarotes do iate real Amélia, adquirido pelo rei D. Carlos em 1901 e utilizado nos seus trabalhos oceanográficos. Mobiliário, louças, cristais, faqueiros recriam o ambiente de intimidade da família real portuguesa. No dia da implantação da República Portuguesa, a 5 de Outubro de 1910, o iate Amélia transportou para Gibraltar o último rei de Portugal, D. Manuel II.
No amplo Pavilhão das Galeotas estão guardados os imponentes iates e bergantins reais, 6 magníficas galeotas, e vários exemplares de embarcações tradicionais portuguesas.
Uma página relevante da história da aviação mundial inscreve-se no hidroavião "Santa Cruz" utilizado por Sacadura Cabral e Gago Coutinho para concluir a primeira travessia aérea do Atlântico Sul, entre Lisboa e o Rio de Janeiro, em 1922.
1400-206 Lisboa
Museu Académico de Coimbra
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O Museu ocupa actualmente um espaço no edifício do antigo Colégio de São Jerónimo, tendo estas instalações sido inauguradas em 11 de Dezembro de 1987.
Do seu espólio constam peças da época contemporânea (final do século XIX aos nossos dias) em cerâmica, medalhística, torêutica e ourivesaria, têxteis, pintura, escultura e gravação, instrumentos musicais, arquivos discográfico, fotográfico e documental; biblioteca e arquivo de cartazes.
A época representada é a contemporânea, desde o final do século XIX até à actualidade.
Funcionando sob o patrocínio da Universidade, o Museu Académico tem como missão reunir, preservar e difundir os valores sociais, artísticos e culturais da comunidade académica, no âmbito das suas tradições e da sua história.
3000-143 Coimbra
Museu Municipal de Faro
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As primeiras instalações foram no edifício dos Paços do Concelho. Em 1913, o espólio foi transferido para a Igreja do antigo Convento de Santo António dos Capuchos e aí se manteve até 1971, ocasião em que transitou para as atuais instalações, hoje, no Mosteiro de Nossa Senhora da Assunção, classificado como monumento nacional.
O espólio arqueológico é o mais significativo, integrando objetos da pré-história e das épocas romana e medieval. De entre os objetos mais relevantes apontam-se como exemplos da época romana um mosaico dos séculos II/III, os bustos imperiais de Adriano e Agripina e um acervo de epígrafes de Ossonoba.
Outro dos ex-libris da exposição é a lápide em mármore epigrafada, assinalando a construção de uma torre em Silves, talvez a da Porta do Sol, destinada a reforçar o sistema defensivo daquela cidade. A inscrição, profusamente decorada, identifica quem ordenou a edificação da porta - o príncipe almóada Abu l-Ula Idris, filho de Almançor, cujo nome foi mandado apagar por Ibn Mahfuz quando estabeleceu em Silves um pequeno reino independente em oposição aos almóadas.
Uma coleção de grande qualidade é a de pintura dos séculos XVI a XIX composta, principalmente, por espécimes religiosos outrora pertencentes a templos algarvios. A pintura do séc. XX de Carlos Porfírio, sobre as lendas do Algarve, também é de grande importância.
O Museu Municipal de Faro integra a Rede Portuguesa de Museus desde maio de 2002.
Em novembro de 2005 foi galardoado com o Prémio APOM de Museologia – Triénio de 2003/05, como melhor Museu Português, atribuído pela Associação Portuguesa de Museologia.
8000-167 Faro
Museu Nacional de Machado de Castro
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O nome é uma homenagem da cidade de Coimbra, onde nasceu, ao mais notável representante da escultura portuguesa do séc. XVIII, Joaquim Machado de Castro. O Paço Episcopal que alberga as suas colecções conserva o belo claustro do séc. XII, criando o ambiente ideal para acolher uma das mais completas colecções de arte em Portugal.
Das arcas e dos armários, ou dos altares das igrejas de antigos conventos da região vieram muitos dos objectos excepcionais, agora expostos para prazer dos nossos olhos. Peças como o cálice de D. Gueda Mendes, do séc. XII, ou uma encantadora Virgem com o Menino, em prata, de finais do séc. XIII, uma aparatosa custódia em prata dourada, o Tesouro da Rainha Santa Isabel, são momentos altos na colecção de ourivesaria portuguesa. Escultura gótica em madeira, com destaque para figura admirável do Cristo Negro, escultura quinhentista, mobiliário e marfins, pintura portuguesa e dos primitivos flamengos, as colecções do museu Machado de Castro reflectem a riqueza da Igreja e o mecenato régio.
Por baixo do Museu visite uma das mais impressionantes construções da época imperial romana conservadas em Portugal: um vasto e monumental conjunto de galerias, dispostas em dois andares, que se pensa seriam destinadas a sustentar uma enorme praça ou um forum na antiga cidade de Aeminium.
3000-236 Coimbra
Museu Municipal de Arqueologia de Silves
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Museu Municipal de Arqueologia de Silves
O Museu Municipal de Arqueologia de Silves foi criado, em 1990 por iniciativa da Câmara Municipal, em torno do Poço-Cisterna Almóada dos séculos XII-XIII, ex-libris de toda a coleção e joia do património islâmico em Portugal.
Completamente entulhado no séc. XVI, o espaço viria a servir de chão a uma casa de habitação no século XIX. Trazido à luz do dia através das escavações arqueológicas da década de 80 do século XX, o poço-cisterna, em ótimo estado de conservação, é uma construção do período almóada, com cerca de 18 metros de profundidade e 2,5 m de diâmetro. A presença da escadaria em espiral, na qual se abrem três janelas, a alturas distintas, que permitiam o acesso à água de acordo com os níveis de enchimento do poço, conferem-lhe a condição de obra rara na arquitetura islâmica e exemplar único em Portugal, bem como a classificação como monumento nacional.
As coleções do Museu, provenientes de achados arqueológicos encontrados na região, estão organizadas em vários núcleos cronológicos: pré-história, período romano, período muçulmano e período moderno.
Merecem, ainda, destaque as estrelas funerárias da Idade do Ferro com registos da escrita do Sudoeste Peninsular, que apesar de se encontrar por decifrar, é considerada a primeira escrita desta região.
Museu do Abade de Baçal
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O Museu do Abade de Baçal está instalado desde 1915 no edifício do antigo Paço Episcopal. Construído no séc. XVIII, era a residência oficial dos bispos durante metade do ano, uma vez que a diocese era partilhada entre Miranda do Douro e Bragança. O nome faz justa homenagem ao Padre Francisco Manuel Alves (1865-1948), Abade de Baçal, homem erudito com gosto pela investigação histórica e artística da região, que muito contribuiu para a conceção e construção deste museu.
A exposição dá a conhecer a história religiosa, social, política, económica e artística do Nordeste Transmontano e a memória do antigo Paço Episcopal. A pré-história e a proto-história da região estão, também, documentadas através de artefactos e outros objetos das sociedades recoletoras e metalúrgicas. Da romanização nordestina são testemunhos as estelas funerárias, aras, marcos miliários, instrumentos agrícolas, cerâmicas e objetos de adorno. Dispõe de um núcleo de numismática nacional e de ourivesaria dos séculos XVIII e XIX e, ainda, um conjunto significativo de mobiliário.
5300-011 Bragança
Museu Municipal de Loures
Museus e Palácios
Antigo convento franciscano arrábido, fundado em 1574, recebe, desde 1998, o Museu Municipal de Loures, centrando a sua atuação na História Local.
O Museu dispõe de duas salas de exposição, reservas visitáveis, loja e capela. Poderá ainda desfrutar, no exterior, de cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e de um vasto espaço verde num proporcionado equilíbrio entre a História e a Natureza.
Integra o Centro de Documentação Anselmo Braamcamp Freire, aberto ao público de terça a sexta, 10H00>12H30 e 14H00> 17H00
2660-346 Santo António dos Cavaleiros