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Portugal visto por...

A Sketch Tour Portugal na Madeira

Na Madeira, a Sketch Tour dedicou-se a três temas imprescindíveis para quem visita o arquipélago: o património mundial, a natureza e a gastronomia, o que se reflete nos desenhos dos Urban Sketchers representados pela dinamarquesa Ea Ejersbo e da portuguesa Ketta Linhares.

O azul do mar e o verde da vegetação são os tons dominantes da paisagem no Arquipélago da Madeira que inspiraram os Sketchers a explorar as ilhas da Madeira e do Porto Santo. O clima ameno, que se mantém ao longo de todo o ano, beneficiou a viagem, mesmo que a geografia da ilha propicie a existência de microclimas diferentes entre as localidades junto ao mar e os picos mais altos da montanha ou entre a vertente norte, mais húmida, e a sul, mais soalheira.

 

A sketch tour começou no Funchal. Passearam pelo centro, tomando o primeiro contacto com o património e a história local, e junto ao mar, na Marina. Iniciaram a experiência gastronómica no Mercado dos Lavradores, num primeiro contacto com as cores e aromas dos melhores produtos que a ilha tem para oferecer, com destaque para as frutas exóticas e para as variedades de peixe fresco e a oportunidade de provar o famoso vinho da Madeira in loco.

Funchal

© Ea Ejersbo

Mercado dos Lavradores

© Ketta Linhares

Santana foi o primeiro contacto com a área de Floresta Laurissilva, classificada património da humanidade. A localidade é uma das atrações da ilha, onde ainda se conserva o ambiente rural e as casas com a sua forma particular e telhados de colmo. Subiram depois ao Pico do Arieiro para apreciar a vista no ponto mais alto da ilha. Na descida, pararam em Ribeiro Frio, o ponto de partida para um pequeno passeio pedestre seguindo o percurso de uma levada de água, a vereda dos Balcões neste caso, uma experiência imprescindível para que visita a Madeira.

Pico do Arieiro

© Ea Ejersbo

Levada dos Balcões

© Ketta Linhares

De volta ao Funchal, subiram no teleférico até ao Monte, para depois experimentarem descer em grande velocidade a colina em carros de cesto. Foi um momento emocionante.

Teleférico

© Ea Ejersbo

Monte

 © Ketta Linhares

Para completar a visita, houve ainda tempo de visitar, a Ponta de São Lourenço, o Cabo Girão, perto de Câmara de Lobos, e ainda de visitar as piscinas naturais, na costa norte. A presença constante do oceano convida a banhos e as piscinas de Porto Moniz são um dos locais onde se pode passar um excelente dia de praia.

Ponta de São Lourenço

© Ketta Linhares

Cabo Girão

© Ea Ejersbo

Câmara de Lobos

© Ketta Linhares

Do itinerário fez ainda para uma pequena viagem de barco até à Ilha de Porto Santo, um destino muito apreciado para fazer férias em família ou para descansar.  Os vários quilómetros de praia de areia dourada, com qualidades terapêuticas, e uma água com temperatura agradável tornaram-se um cartão de convite para voltar para umas férias de verão.

Viagem de barco  Madeira - Porto Santo

© Ea Ejersbo

Porto Santo

© Ketta Linhares

Ponta da Calheta
 
© Ea Ejersbo

Casa Museu Colombo

 


À descoberta do Porto e Norte

A Sketch Tour foi à descoberta do Norte de Portugal e visitou quatro sítios que são Património da Humanidade: os centros históricos do Porto e de Guimarães, o Vale do Douro e o Parque Arqueológico de Foz Coa.

Os anfitriões foram dois sketchers de culturas diferentes, Mário Linhares, português, e Benedetta Dossi, italiana. Encontraram mais coisas em comum entre si do que diferenças e deixaram-se inspirar pelo que “Portugal tem de melhor: comida, sol, monumentos, paisagem e, claro, pessoas.”


PORTO
No Porto, passearam pelas ruas antigas e estreitas da Baixa e visitaram alguns dos pontos de interesse da cidade, como o palácio da Bolsa, a Ribeira, a Torre dos Clérigos, o recente bairro da Rua Cândido dos Reis e Galeria de Paris, a Avenida dos Aliados, a Rua de Santa Catarina, a Casa da Música, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves, a Foz e as Caves de Vila Nova de Gaia.

Ribeira

©Mário Linhares


©Benedetta Dossi

Torre dos Clérigos

©Benedetta Dossi


©Mário Linhares

Palácio de Cristal ©Mário Linhares


Casa da Música ©Benedetta Dossi


Museu de Serralves ©Mário Linhares


Vila Nova de Gaia

©Benedetta Dossi


©Mário Linhares

Matosinhos

©Benedetta Dossi


©Mário Linhares

GUIMARÃES
Cidade com um glorioso passado, ligada à fundação de Portugal – foi a cidade onde nasceu Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, Guimarães tem caraterísticas urbanas únicas, de origem medieval, que justificaram a sua classificação como Património Mundial pela UNESCO. Para além do centro histórico, o Castelo e o Palácio Ducal são pontos de visita obrigatória e foram fonte de inspiração para os sketchers.


©Benedetta Dossi


©Mário Linhares

VALE DO DOURO
O Alto Douro Vinhateiro é a mais antiga região demarcada do mundo, onde o vinho do Porto e os vinhos do Douro são produzidos. Neste passeio pelas margens do rio, houve tempo para desenhar a paisagem dramática do Vale do Douro e para apreciar algumas das especialidades gastronómicas da região, onde o vinho tem sempre um destaque especial no menu.


©Mário Linhares


©Benedetta Dossi

PARQUE ARQUEOLÓGICO DO VALE DO COA
A visita a um dos mais importantes sítios de arte rupestre do mundo, ao ar livre, iniciou-se com uma passagem pelo Museu onde se começam a desvendar os mistérios da arte paleolítica. Neste santuário artístico, as gravuras com milhares de anos de Foz Coa foram uma inspiração provocadora para os desenhos dos Urban Sketchers.


©Mário Linhares


©Benedetta Dossi


Urban Sketchers – 6 dias de surf

O Surf foi o tema que inspirou mais uma viagem da Sketch Tour Portugal ao longo da costa, aproveitando a oportunidade da realização do Rip Curl Pro, uma das provas mais importantes no calendário internacional da modalidade. Muitas praias, ondas diferentes, vilas e aldeias piscatórias foram uma grande inspiração para o sketcher português João Catarino e para a americana Suhita Shirodkar.

Começaram em Carcavelos, um dos lugares mais emblemáticos na história do surf em Portugal, seguiram para a Ericeira, Peniche, onde se realizou o campeonato, e Nazaré, a norte de Lisboa. Continuaram pela costa alentejana, passando pela Comporta, Praia de São TorpesPorto CovoVila Nova de Milfontes. Para terminar, regressaram a Lisboa, onde ainda houve tempo para conhecer a cidade.

Aos desafios dos surfistas, juntou-se o desafio dos sketchers em conseguir desenhar o mar e captar a adrenalina que se vive no surf.

Forte de São Julião da Barra, Praia de Carcavelos
Suhita Shirodkar - Carcavelos

© Suhita Shirodkar

Ericeira
A norte de Lisboa, o percurso ao longo da costa é um dos passeios mais apreciados para quem visita Portugal, com paragem obrigatória na Ericeira, uma vila de pescadores que é também um dos principais spots de surf. Esta parte da costa, que inclui 8 km de praias e uma grande diversidade de ondas foi já considerada a 1ª reserva de surf da Europa e a 2ª do mundo.

João Catarino - Praia dos Coxos
Praia dos Coxos, Ericeira © João Catarino

Suhita Shirodkar - Ericeira
Praia do Sul, Ericeira © Suhita Shirodkar

Peniche
As ondas desta costa oeste são muito procuradas por surfistas e bodyboarders de todo o mundo, com especial destaque para a conhecida praia Supertubos, devido às suas grandes ondas de forma tubular. Juntamente com a Praia do Lagido, é palco do grande campeonato mundial de surf Rip Curl Pro Portugal, uma prova que integra o World Surf League Tour.

João Catarino - Praia do Baleal, Peniche
Praia do Baleal, Peniche © João Catarino

João Catarino - Praia Supertubos, Peniche
Praia Supertubos, Peniche © João Catarino

Suhita Shirodkar - Peniche
Barcos, Peniche © Suhita Shirodkar

Nazaré
O areal da praia da Nazaré, que é igualmente a frente de mar da cidade, é conhecido pela sua extensão e por ser um dos locais onde os tradicionais ofícios da pesca ainda persistem. Ganhou recentemente projeção internacional com o Canhão da Nazaré, um fenómeno geológico da costa que provoca ondas de grande dimensão. Foi onde Garrett McNamara bateu o record de ondas gigantes ao surfar uma onda de 30 metros, que todos os anos muitos surfistas tentam ultrapassar.

Suhita Shirodkar - Nazaré
Nazaré © Suhita Shirodkar

Suhita Shirodkar - Nazaré
Pescadores, Nazaré © Suhita Shirodkar

João Catarino - Nazaré
Nazaré © João Catarino

Ao longo da Costa Alentejana
O litoral do Alentejo surpreende por ser uma área de natureza preservada, com pequenos paraísos de sol e praia, gente amável e boa gastronomia, a que se junta uma grande variedade de praias com condições de excelência para fazer surf. É, por isso, uma opção muito apreciada para férias ativas.

João Catarino - Alcácer do Sal
Alcácer do Sal © João Catarino

Suhita Shirodkar - Alcácer do Sal
Alcácer do Sal © Suhita Shirodkar

João Catarino - Praia do Carvalhal
Praia do Carvalhal, Cataventos © João Catarino

Suhita Shirodkar - Praia de São Torpes
Praia de São Torpes, Sines © Suhita Shirodkar

Suhita Shirodkar - Vila Nova de Milfontes
Vila Nova de Milfontes © Suhita Shirodkar

Praia da Costa de Caparica
Suhita Shirodkar - Praia da Costa de Caparica
© Suhita Shirodkar

João Catarino - Costa da Caparica
© João Catarino

Lisboa
No final, ainda houve tempo para fazer uma visita de cidade.
Suhita Shirodkar - Lisboa
© Suhita Shirodkar 


Urban Sketchers em Lisboa

A viagem dos Urban Sketchers por Portugal não podia deixar de passar por Lisboa. Desta vez foram representados pela britânica Lis Watkins e pelo anfitrião português José Louro.

Visitaram os sítios mais importantes da cidade como os bairros históricos da Baixa, Bairro Alto e Belém, e o Parque das Nações, numa zona da cidade recuperada recentemente. Numa experiência certamente diferente do cenário urbano habitual aceitaram o desafio de desenhar durante o Festival NOS Alive, em Algés, um dos mais importantes Festivais de Música realizados em Portugal.

Perto de Lisboa, o Parque Natural de Sintra, a Costa do Estoril, Cascais e o Parque Natural da Arrábida foram a inspiração para desenhar e admirar a diversidade de paisagens que se encontra em Portugal.


Um passeio pelos bairros históricos de Lisboa

BAIXA / CHIADO

Praça Luis de Camões © José Louro 


Bairro Alto © José Louro 


© Lis Watkins
 
Rua Augusta  © Lis Watkins


Praça do Comércio © Lis Watkins

GRAÇA


Senhora do Monte © Lis Watkins

PARQUE DAS NAÇÕES

Estação do Oriente © José Louro


Oceanário © Lis Watkins


Ponte Vasco da Gama © Lis Watkins

BELÉM


MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia © Lis Watkins


Padrão dos Descobrimentos © José Louro 


Torre de Belém © Lis Watkins

Um dia para assistir ao festival NOS Alive, em Algés

© Lis Watkins


© José Louro 

SINTRA


Palácio Nacional de Sintra © José Louro 


Castelo dos Mouros © Lis Watkins


Casa Raul Lino, Azenhas do Mar © José Louro

COSTA DO ESTORIL E CASCAIS

Baía de Cascais © José Louro


Farol da Guia, Cascais © Lis Watkins

PARQUE NATURAL DA ARRÁBIDA

Convento da Arrábida © José Louro 


Convento da Arrábida © Lis Watkins


Setúbal © Lis Watkins


Os Urban Sketchers nos Açores

Jenny Adam, da Alemanha, foi à descoberta dos Açores acompanhada pela portuguesa Alexandra Batista e juntas desenharam os encantos das Ilhas Terceira, de São Miguel e do Pico. A beleza natural, os lugares mais emblemáticos e a hospitalidade dos açorianos são bem visíveis nos desenhos destas duas sketchers.

A viagem começou em São Miguel, a maior ilha do arquipélago e onde vive mais de metade da população açoriana.  A beleza das Lagoas das Sete Cidades e do Fogo impressiona, assim como sentir a força da terra nos geiseres, nas águas termais quentes e nos lagos vulcânicos. Tomaram banho nas águas quentes da Caldeira Velha e ficaram a saber que a ilha é o único local da Europa onde se planta chá. Fizeram o pequeno cruzeiro até ao imperdível Ilhéu de Vila Franca do Campo e, em Ponta Delgada, tiveram tempo para desenhar o Mercado da Graça e as Portas do Mar.


Lagoa do Fogo, Ilha de São Miguel
Lagoa do Fogo © Jenny Adam



Caldeira Velha © Alexandra Baptista

Parque Terra Nostra
Parque Terra Nostra © Jenny Adam

Ilhéu de Vila Franca do Campo
Ilhéu de Vila Franca do Campo © Alexandra Baptista

Ponta Delgada
Ponta Delgada © Jenny Adam

Ilha de São Miguel, Ponta Delgada, Mercado da Graça
Mercado da Graça © Alexandra Baptista

Mas a sul do arquipélago, nos 3 dias que estiveram no Pico, usufruíram de vários momentos para desenhar tranquilamente. Na ilha onde se situa a montanha mais alta de Portugal, fizeram o percurso das lagoas, visitaram o Museu dos Baleeiros, o Museu do Vinho e passearam entre as Vinhas separadas por muros de pedra de basalto, uma paisagem única classificada Património Mundial. 

Ilha do Pico
Ilha do Pico © Jenny Adam

Museu dos Baleeiros
Museu dos Baleeiros © Jenny Adam

Rota da Faina Baleeira
Rota da Faina Baleeira © Alexandra Baptista

Ilha do Pico - Museu do Vinho
Vinha da Ilha do Pico © Jenny Adam

Vinhas da Ilha do Pico
Vinha da Ilha do Pico © Alexandra Baptista

O dia que dedicaram à Ilha Terceira foi muito bem passado, com uma série de atividades que revelaram a autenticidade dos Açores. Visitaram a cidade património mundial de Angra do Heroísmo a pé, descobriram algumas lojas tradicionais, provaram as delícias gastronómicas e, à noite, ainda foram às Festas Sanjoaninas

Na volta à ilha, passaram pela vila de Biscoitos, no litoral, onde se produz o vinho verdelho. Também tiveram a oportunidade de descer ao Algar do Carvão, a quase 100 metros de profundidade. É um monumento natural impressionante, onde se podem ver estalactites, estalagmites e uma lagoa interior.


Angra do Heroísmo © Alexandra Baptista

Angra do Heroísmo
Loja em Angra do Heroísmo © Alexandra Baptista

Angra do Heroísmo - Festas Sanjoaninas
Festas Sanjoaninas © Jenny Adam

Biscoitos
Biscoitos © Jenny Adam

Algar do Carvão
Algar do Carvão © Jenny Adam

E ainda tiveram tempo para provar as especialidades locais da gastronomia dos Açores.
Delicias dos Açores
Delícias dos Açores © Alexandra Baptista

Ancoradouro
Madalena, Ilha do Pico © Alexandra Baptista

São Roque do Pico
São Roque do Pico, Ilha do Pico © Alexandra Baptista


Urban Sketchers em Fátima

Em Fátima, santuário muito importante do culto mariano a nível mundial, viveram-se momentos muitos especiais em 2017, durante a celebração do Centenário das Aparições de Nossa Senhora do Rosário aos pastorinhos Lúcia, Jacinta e Francisco. 

Desafiaram-se 4 sketchers a captar em desenho os momentos mais importantes das celebrações, acompanhando milhares de peregrinos vindos de todo o mundo.  A sketcher Fernanda Lamelas foi a guia portuguesa de Kasia Szybka, vinda da Polónia, de Rob Sketcherman, de Hong Kong, e de Eduardo Bajzek, do Brasil, numa experiência única, tocada pela fé, pela esperança e pelo espírito universal de união que se sente em Fátima.

No Recinto das Orações, vemos a Capela das Aparições ao centro, no local onde Nossa Senhora pediu aos pastorinhos que se construísse uma capela. Ver os peregrinos na sua chegada a Fátima, cumprindo promessas, colocando as suas velas e manifestando a sua fé com alegria foram os primeiros momentos captados pelos sketchers. 

Rob Sketcherman / Fátima
 © Rob Sketcherman

Eduardo Bajzek / Fátima
© Eduardo Bajzek
Kasia Szybka / Fátima
© Kasia Szybka

Eduardo Bajzek / Fátima
© Eduardo Bajzek

Rob Sketcherman / Fátima

© Rob Sketcherman

Num dos extremos do recinto do Santuário, vê-se a Basílica de Nossa Senhora do Rosário, com a sua torre de 65 metros de altura. Com medo da chuva, as arcadas foram o abrigo ideal para os sketchers se protegerem e desenharem uma outra perspetiva do templo mariano.

Fernanda Lamelas / Fátima
© Fernanda Lamelas


Rob Sketcherman / Fátima

© Rob Sketcherman

Eduardo Bajzek / Fátima
© Eduardo Bajzek

No segundo dia de viagem, depois de mais uma visita à Basílica e à Igreja da Santíssima Trindade, aguardaram a chegada do Papa Francisco, entre a multidão.

Eduardo Bajzek / Fátima
© Eduardo Bajzek

Kasia Szybka / Fátima
© Kasia Szybka 

Fernanda Lamelas / Fátima
© Fernanda Lamelas

Rob Sketcherman / Fátima
© Rob Sketcherman
Kasia Szybka / Fátima
© Kasia Szybka

Na noite do dia 12 de maio, a Procissão das Velas é habitualmente um dos pontos altos das celebrações de Fátima. As velas que os peregrinos têm consigo, iluminando todo o santuário com milhares de luzinhas, proporcionam um momento de grande intensidade visual e espiritual.

Rob Sketcherman / Fátima
© Rob Sketcherman

Fernanda Lamelas / Fátima
© Fernanda Lamelas

Eduardo Bajzek / Fátima
© Eduardo Bajzek

No dia 13 de maio, teve lugar a missa principal e a cerimónia em que foram canonizados os pastorinhos Jacinta e Francisco, na presença de sua Santidade, o Papa Francisco.

Depois de visitar o Santuário, os sketchers fizeram o Caminho dos Pastorinhos, acompanhando os peregrinos que iam rezando nas diversas estações sacras ao longo do percurso, até chegarem a Valinhos, ao local onde apareceu o Anjo, e à aldeia de Aljustrel, para conhecer a casa onde os Pastorinhos viveram.

Rob Sketcherman / Fátima
© Rob Sketcherman

Fernanda Lamelas / Fátima
© Fernanda Lamelas

Eduardo Bajzek / Fátima
© Eduardo Bajzek

Rob Sketcherman / Fátima
© Rob Sketcherman

Fernanda Lamelas / Fátima
© Fernanda Lamelas

Desenhar em conjunto foi uma forma de conhecer melhor Fátima e a sua história e de se deixarem tocar pela amabilidade com que os portugueses recebem pessoas de todo o mundo. Os quatro, com desenhos e perspetivas diferentes, partilharam momentos de grande intensidade e testemunharam a devoção e a fé que levam milhares de peregrinos a Fátima todos os anos.


Sketch Tour Portugal

Uma viagem por Portugal com cadernos, lápis, grafite, tinta da china e aguarelas.

22 urban sketchers de várias nacionalidades foram convidados a visitar Portugal e a partilhar os seus desenhos e o seu talento, dando a conhecer o país de uma perspetiva diferente. A preto e branco ou a cores, terão à disposição muitos temas a explorar: as paisagens, a natureza, o património, a gastronomia as pessoas, os recantos e pormenores que habitualmente passam despercebidos.

Surpreenda-se com estes momentos de arte e inspire-se para a sua próxima viagem a Portugal.

Veja o vídeo sobre o que irá acontecer nos próximos meses e fique atento! Aqui e nas redes sociais, iremos divulgar os diferentes desafios e os diários gráficos com um novo olhar sobre Portugal.

Sketch Tour Portugal - Fátima

Fátima é um dos santuários mais importantes do culto mariano, acarinhado pelo Vaticano, construído no local onde Nossa Senhora apareceu a 3 pastorinhos, Lúcia, Jacinta e Francisco, em 1917. A celebração do Centenário, em 2017, é, por isso, uma data especial. Quando se entra no recinto, sente-se um ambiente de silêncio, tranquilidade e de grande espiritualidade. Entre os vários momentos religiosos ao longo do ano, o dia 13 de maio é a data mais importante e a Procissão das Velas, na noite do dia 12, uma das cerimónias mais impressionantes.

Esses momentos tão especiais foram captados em desenho por Kasia, da Polónia, Rob Sketcherman, de Hong Kong, e Eduardo Bajzek, do Brasil, acompanhados pela sketcher portuguesa Fernanda Lamelas. Desenhar entre os milhares de peregrinos vindos de todo o mundo que circulavam no Santuário foi uma experiência única para os sketchers, que se deixaram tocar pela energia e por um espírito de união universal.

Descubra Fátima através dos desenhos destes 4 sketchers.

Sketch Tour Portugal – Açores
A Sketch Tour Portugal esteve no Arquipélago dos Açores. Durante o passeio, a açoriana Alexandra Baptista acompanhou a artista alemã Jenny Adam e juntas desenharam a natureza e o ambiente mágico dos principais locais das ilhas de São Miguel, Terceira e Pico.

Descubra os Açores nos desenhos da Alexandra Batista e da Jenny Adam.

Sketch Tour Portugal - Lisboa
A viagem dos Urban Sketchers por Portugal não podia deixar de passar por Lisboa.
A britânica Lis Watkins e anfitrião português José Louro deixaram-se levar pelo ambiente caraterístico dos bairros históricos e pela modernidade do Parque das Nações. Numa experiência certamente diferente do cenário urbano habitual aceitaram o desafio de desenhar durante o Festival NOS Alive, em Algés, um dos mais importantes Festivais de Música realizados em Portugal.

Reveja Lisboa nos desenhos da Lis e do José.

Sketch Tour Portugal - Surf
Durante 6 dias, a Sketch Tour Portugal acompanhou o português João Catarino e a americana Suhita Shirodkar numa viagem que passou por um dos mais importantes campeonatos internacionais de surf que se realizam em Portugal, o Rip Curl Pro, e por vários spots ao longo da costa que mostram a variedade de ondas que aqui se encontram. Muitas praias, ondas diferentes, vilas e aldeias piscatórias foram uma grande inspiração para os dois Sketchers.

Veja como foi esta viagem de surf, nos desenhos do João e da Suhita.

 

À descoberta do Porto e Norte
A Sketch Tour foi à descoberta do Norte de Portugal e visitou quatro sítios que são Património da Humanidade: os centros históricos do Porto e de Guimarães, o Vale do Douro e o Parque Arqueológico de Foz Coa.
Os anfitriões foram dois sketchers de culturas diferentes, Mário Linhares, português, e Benedetta Dossi, italiana. Encontraram mais coisas em comum entre si do que diferenças e deixaram-se inspirar pelo que “Portugal tem de melhor: comida, sol, monumentos, paisagem e, claro, pessoas.”

Veja como o Mário Linhares e a Benedetta Dossi se deixaram inspirar pelo porto e Norte


Sketch Tour Portugal - Madeira
Na Madeira, a Sketch Tour dedicou-se a três temas imprescindíveis para quem visita o arquipélago: o património mundial, a natureza e a gastronomia, o que se reflete nos desenhos dos Urban Sketchers representados pela dinamarquesa Ea Ejersbo e da portuguesa Ketta Linhares.

Nesta visita, deixe-se guiar pelos desenhos da Ketta Linhares e da Ea Ejersbo


Portugal a verde

Portugal por... Condé Nast Traveler

Selvagem, como era nos primórdios. As reservas naturais lusas podem congratular-se por conservar intacta nos seus domínios a essência da península ibérica e das ilhas vulcânicas do Atlântico. Uma viagem no tempo que nos transporta para um mundo onde o homem convivia com a natureza de igual para igual. Das serras ao litoral marítimo, passando por vulcões, picos e jardins, dez paraísos onde a verdura está no ar.


Parque Natural do Alvão
Trata-se de um pequeno jardim comparado com outras reservas do país, mas os 70 quilómetros quadrados do parque natural do Alvão oferecem postais exclusivos, o que por si só justifica a sua criação em 1983. Dois perfis muito marcados dividem o parque em dois, com uma zona montanhosa, repleta de barrancos e desfiladeiros, e outra de vales recortados com bosques de bétulas, azinheiras e urzes. O rio Olo desenha a sua artéria principal enquanto alimenta à sua passagem riachos e rápidos. Entre os seus inquilinos: lobos, gatos monteses e falcões peregrinos, que são apenas um aperitivo para os apaixonados pela fauna ibérica, podem também observar no seu habitat natural as águias-reais, em perigo de extinção. O outro ponto forte do parque são as cascatas, e as das Fisgas do Ermelo são as mais conhecidas, com lagunas cristalinas na sua nascente e um percurso tão comprido que são consideradas das mais extensas da Europa. Prepare a sua visita ao parque em Vila Real onde pode encontrar um dos centros de informação e interpretação do parque.

Parque Natural do Douro Internacional
Partilhado com Espanha, o rio Douro marca com o seu percurso a fronteira que divide a Península Ibérica. As suas águas esculpiram durante milhares de anos o perfil que agora forma o Parque natural do Douro, com ribeiras que se estendem entre Miranda do Douro e Barca d´Alva na parte lusa. A soma dos dois parques ibéricos dedicados ao Douro constitui um dos mais extensos da Europa. Florestas endémicas de zimbros, sobrais, carvalhais e azinheiras crescem ao longo de um percurso onde as videiras são a espécie dominante. Berço de alguns dos melhores vinhos portugueses dispõe de muitos circuitos vinícolas à sua escolha. No seu interior, o parque arqueológico do Côa regista a presença humana na zona desde há milhares de anos, com as suas excecionais gravuras paleolíticas. As origens de uma terra com história.

Parque Natural da Serra da Estrela
A carta de apresentação do Parque natural da Serra da Estrela está pejada de recordes. A maior reserva do país delimita a serra mais alta de Portugal continental, com o pico da Torre como protagonista da paisagem com os seus 1993 metros; conta com a maior percentagem de precipitação da zona e não é raro ver neve nas suas cotas mais elevadas em pleno verão. Este clima extremo, herdado de um passado glaciar, faz com que o seu perfil esteja repleto de vida vegetal e animal, com espécies endémicas que o tornam uma raridade natural encantadora. Foram traçadas várias rotas para descobrir os seus segredos naturais, entre estes não pode perder as Penhas da Saúde nem o Poço do Inferno. No interior dos seus domínios, existem algumas cidades cuja visita é obrigatória, é o caso da Guarda, da Covilhã e de Linhares.

Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros
Parece que esta zona já era um parque há milhões de anos, facto comprovado pelas pegadas de dinossauros que é possível ver e tocar nos limites da Serra de Aire, uma centena de pegadas que foram descobertas em 1994 e que já se encontram nesse local há 175 milhões de anos. Provavelmente as mais bem conservadas no mundo. Atualmente, a Jazida Paleontológica da Pedreira do Galinha é um monumento nacional, e uma das grandes atrações do Parque natural das Serras de Aire e Candeeiros. Este parque conta com mais prodígios naturais, com centenas de grutas na superfície e outras tantas no subsolo formadas pela acção das correntes subterrâneas, provavelmente a maior reserva de água salgada do país, na pedra calcária e todas elas pejadas de estalactites e estalagmites. Cerca de vinte e cinco espécies de orquídeas decoram o perfil do parque, percorrido por todo o tipo de répteis, aves, mamíferos e invertebrados.

Parque Natural de Sintra-Cascais
Um litoral selvagem e uma serra extensa são as duas faces do Parque natural de Sintra-Cascais, tão próximo de Lisboa que é difícil acreditar que a natureza continue intacta neste ponto do mapa luso. Bosques de carvalhos-cerquinhos, de álamos ou acácias, uma paisagem coberta por um tapete verde. Em plena serra ergue-se Sintra, a qual Lord Byron garantiu ser o local mais bonito do mundo. Palácios e jardins misturados entre a vegetação e a névoa, uma paisagem quase mágica com muitos miradouros: o palácio da Pena ou o castelo dos Mouros, local declarado paisagem cultural pela UNESCO. Em dias límpidos, é possível avistar o litoral, onde os cabos Raso e da Roca delimitam os lindes do parque. Praias com quilómetros de extensão como a do Guincho, meca dos windsurfistas, e falésias onde o vento e as ondas impõem a sua lei, criando lendas como as da Boca do Inferno ou da praia da Ursa, são apenas alguns dos encantos desta terra que convida a percorrer o parque sem pressas, num circuito em que o Atlântico é o único guia.

Jardins do Palácio Nacional de Queluz, Sintra
Exemplo a seguir na altura da sua criação, o jardim do Palácio Nacional de Queluz fez-se valer da sofisticação francesa e da teatralidade italiana para criar aquele que pode muito bem ser um dos jardins mais bonitos do país. Duas monumentais fontes, uma dedicada a Tétis e outra a Posídon, são os elementos centrais da decoração estatuária do complexo, adornada com dezenas de figuras de mármore, um exército de deuses e esfinges, localizados em canteiros e sebes. A particularidade de Queluz reside na combinação de estilos, num traçado que lembra a mão de Le Nôtre, artífice dos jardins de Versalhes, e a simetria do Renascimento italiano. A marca portuguesa inconfundível está patente nos azulejos que decoram o tanque grande e alguns dos muros que limitam este paraíso verde. Plantas exóticas trazidas das colónias, louros e limoeiros dão as notas olfativas a este jardim repleto de jogos de água artificiosos nos locais mais inesperados. Fica muito próximo de Lisboa pelo que se pode visitar numa excursão de ida e volta, o antídoto perfeito para a confusão da cidade.

Jardins da Estrela, Lisboa
Uma amostra dos trópicos no coração de Lisboa. Os jardins da Estrela, mesmo em frente à basílica com o mesmo nome, contam com uma grande variedade de plantas tropicais, maravilhas naturais trazidas dos quatro pontos cardeais do globo. No século XIX, tendo acabado de ser criado, diz-se que havia no caminho das estrelas um pavilhão chinês, estufas e até uma jaula com um leão. Nos meses de verão, a música preenche os seus quatro hectares, com grupos musicais no seu enorme coreto de ferro forjado. Os lisboetas escolhem os seus trilhos para se desligarem da confusão da cidade e beber um delicioso café num dos seus pitorescos cafés nas margens do lago ou desfrutar de um picnic à sombra das suas árvores centenares.

Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina
Basta ouvir o seu nome para deixar a fantasia à solta. Povoações pesqueiras, uma gastronomia à base de produtos locais (quilómetro zero) e uma paisagem arrebatadora, o Alentejo transforma-se no paraíso natural no sudoeste quando abraça a Costa Vicentina numa combinação que oferece uma das melhores paisagens do litoral luso. O cabo de São Vicente domina este circuito que une a ribeira de São Torpes à praia de Burgau. São cerca de 110 quilómetros de horizontes marítimos praticamente selvagens, dunas, praias com quilómetros de extensão e pequenas angras - para além de uma ilha, a ilha do Pessegueiro, e um recife de coral na Carrapateira - que roubam o coração com todo o mérito. A fauna e a flora acompanham este despertar atlântico num dos pontos mais ocidentais do continente europeu. Perca-se nos mercados das povoações costeiras, e se visitar este paraíso em julho, não se esqueça de visitar Sines para desfrutar do seu Festival Músicas do Mundo.

Parque Natural da Madeira
As florestas de Laurissilva com as suas formas serpenteantes e rugosas fazem com que se sinta no período Terciário. Neste sentido, o parque natural da Madeira é um verdadeiro túnel do tempo. Mas esta ilha não conta apenas com a Laurissilva, designada justamente como o jardim flutuante do Atlântico, o parque engloba sete reservas naturais que ocupam dois terços da ilha e grande parte do restante arquipélago. Rocha do Navio, a paisagem de Porto Santo, a Ponta de São Lourenço, o Pico Ruivo ou as ilhas desertas, povoadas apenas por répteis, ou ainda as selvagens estão à mercê dos amantes da natureza que procuram na Madeira a natureza no seu estado puro. E é precisamente isso que encontram.

Vinhas da ilha do Pico, Açores
Durante séculos, o homem alterou a paisagem que da ilha do Pico, um dos paraísos insulares dos Açores. Retirando a pedra vulcânica e lavrando o terreno até o transformar num campo cultivável, onde as videiras cresceram fortes para se transformarem no vinho Verdelho. Os monges franciscanos e as carmelitas construíram com vista para o mar, e sob o olhar atento do vulcão do Pico, o teto de Portugal com 2.351 metros de altura, um labirinto desconexo de muros onde as videiras se encontram protegidas do vento e crescem doces ao calor do sol. Uma paisagem caótica, mas inusitadamente bela, declarada Património da Humanidade pela UNESCO. Um ambiente único no mundo que convida a um brinde ao pôr-do-sol.



Uma Beach Trip lusa ao longo de 10 praias

Portugal visto por... Condé Nast Traveler

Num litoral interminável como este, é a cultura do sol que dita as regras. Cada praia é um microcosmos com uma legião de seguidores, que chegam a percorrer grandes distâncias apenas para dar um mergulho.


As nossas eleitas para o estrelato têm as suas léguas espalhadas pelo continente, Açores e Madeira, num desfile de atrações aquáticas que seduzem todos aqueles que as pisam. Horizontes atlânticos de arquitetura natural e perfil solitário que esperam ser conquistados. Inicie a sua própria Road Trip pelas costas portuguesas e descubra estes paraísos à beira da água e da areia.

Praia da Marinha
Os seus atributos são famosos: a areia branca e escarpas rochosas, que decoram o lado esquerdo e direito da praia da Marinha, uma das preferidas dos que partem à descoberta do Algarve. Ocres, brancos e amarelos unem-se ao azul esverdeado da água, numa explosão de cor. O acesso à praia faz-se através de uma escadaria que conduz à entrada panorâmica de uma fortaleza de pedra que entra no mar e que deixa entrever apenas parte da beleza que guarda no seu interior. Como nos troncos das árvores, contar os séculos nas curvas de sedimentos que a rodeiam é um desafio obrigatório, antes de mergulhar no Atlântico. E não deixe de fazer um passeio de barco e observar os arcos e riscos que salpicam as imediações deste pequeno paraíso a partir do mar.

Comporta
Com quilómetros de areia em frente ao mar, o único dilema será qual o local onde montar o seu acampamento. A apenas uma hora de Lisboa e em plena costa alentejana, aqui a natureza permanece intacta, o que não é de estranhar se tivermos em conta que faz parte do parque natural da Costa Vicentina, o que fez deste local o último paraíso VIP. Ricos e famosos colonizam os seus cafés na primeira linha da praia, os seus hotéis de design e as villas exclusivas que se estendem pelo litoral. Andrea Casiraghi, Carla Bruni e Nicolas Sarkozy ou Kristin Scott-Thomas são algumas das estrelas que iluminam as praias deste local, que começa a ser conhecido como os Hamptons de Portugal.

Praia do Camilo
Cerca de 200 escadas, qual escadaria de Jacob, levam-nos diretos ao paraíso. A Praia do Camilo é uma sucessão de enseadas e areais, que comunicam através dos arcos abertos pelo mar nas ladeiras rochosas que protegem esta praia da civilização. Por estas bandas, o Algarve apresenta-se com as cores que o tornaram célebre, os azuis e verdes impossíveis e os tons dourados da sua topografia escarpada. Aproveite as águas cristalinas desta zona para investigar o fundo marinho com a ajuda de uma boa máscara de mergulho e snorkel. E após um "cansativo" dia de praia, visite Lagos para desfrutar da gastronomia do Atlântico num dos seus restaurantes.

Praia do Guincho
Aqui quem manda é o vento e é ele que oferece aos surfistas, windsurfistas, kitesurfers, bodyboarders e restante fauna entusiasta das emoções fortes no mar as condições perfeitas para ser feliz em cima de uma prancha. A paisagem não é para menos, uma enorme passadeira liga a praia do Guincho a um bar de madeira com uma vista privilegiada e uns mojitos prodigiosos, perfeito para mostrar o bronzeado e o fato de banho. Este horizonte selvagem permanece ainda poupado pela civilização, e pode deslocar-se de carro, autocarro ou mesmo até bicicleta - uma ciclovia percorre os cinco quilómetros que separam a praia de Cascais - por uma estrada coberta de areia branca, uma amostra daquilo que o espera ao chegar ao destino.

Praia Formosa, ilha de Santa Maria, Açores
Em Santa Maria, ilha dourada dos Açores, encontra-se uma das praias mais bonitas do arquipélago, a praia Formosa, de areia branca luminosa. Esta foi a primeira ilha dos Açores a ser descoberta em 1427, e é sem dúvida a primeira que deve conhecer, se visitar este paraíso atlântico. Localizada numa reserva natural, a praia Formosa é célebre pelas suas águas cristalinas e pelas suas ótimas condições para os desportos aquáticos. Não pode perder as ruínas da fortaleza defensiva construída há séculos para combater os piratas, o forte de São João Baptista ou simplesmente o “castelo da areia”. Prepare-se porque chegar lá é fácil, o mais difícil é mesmo ir embora; por isso mesmo recomendamos que prepare uma jornada completa, com picnic incluído. E quem quiser passar a noite, está com sorte, uma vez que existe uma zona preparada para o receber.

Praia de Vila Baleira, Porto Santo, arquipélago da Madeira
Na ilha selvagem de Porto Santo, no arquipélago da Madeira, desfrute de um horizonte atlântico de 360 graus, onde a praia que se estende aos pés de Vila Baleira até Ponta de Calheta é uma das praias mais bonitas de Portugal. Enquadrada entre os picos de Ana Ferreira e do Castelo, esta língua de areia fina de nove quilómetros confronta o seu perfil paradisíaco com o Atlântico, que emerge em mil tons de azul em frente à ilhota onírica de Fora. Daí sai uma ponte que é atravessada todas as tardes por miúdos e graúdos que aproveitam para se atirarem ao mar em piruetas impossíveis, um pequeno espetáculo desta ilha tranquila tocada pela beleza do mar.

Praia de Santa Cruz
Esta praia é caracterizada por um perfil vertiginoso de dimensões e atrativos mastodônticos. A praia de Santa Cruz é uma autêntica instituição em Torres Vedras, a cerca de 15 quilómetros deste paraíso, uma língua de areia que parece ter sido criada para viver o Atlântico sem pressas e protegida por desfiladeiros impressionantes. Algo que é especialmente apreciado pelos surfistas, que escolhem estas praias para as suas manobras na água. Entre os seus penhascos banhados pelo mar, não perca o famoso Penedo do Guincho, com 30 metros de altura e um arco interior. O cenário perfeito para desfrutar dos entardeceres da zona.

Praia das Azenhas do Mar, Sintra
No coração de Azenhas do Mar, que tem a sua origem nos moinhos de água árabes, e protegida por muros naturais altos, abre-se ao Atlântico uma das praias mais pitorescas e fotografadas de Portugal. Esta pequena angra faz as delícias dos mais urbanistas, que se instalam nas suas toalhas com vista para o mar e para a arquitetura que pende dos seus desfiladeiros. O melhor desta praia é o facto de dispor de uma povoação repleta de encantos para descobrir depois dos banhos de sol. Ou de forma inversa, terminar o dia num cenário digno de um filme depois de percorrer as suas ruas inclinadas.

Foz do Arelho, Óbidos
Como se de um anfiteatro se tratasse, as encostas que circundam a praia da Foz do Arelho, pejadas de villas e lindas casas, assistem todos os dias às investidas do mar, mar este que criou um espectáculo natural único na lagoa salgada de Óbidos. A força do Atlântico empurra as suas ondas terra adentro nesta maravilhosa porção de areia dourada, até se fundirem com as da lagoa. Os amantes dos desportos aquáticos aproveitam este ímpeto para cavalgar o mar, enquanto outros vêm até aqui pura e simplesmente para desfrutar da beleza da paisagem costeira lusa. Se vier de carro, não deixe de percorrer a estrada que une a Foz do Arelho a São Martinho do Porto, um percurso com uma vista espetacular para os desfiladeiros.

Praia do Castelejo, Sagres
O Algarve, próximo de Sagres, mostra uma face menos conhecida mas igualmente arrebatadora. Na Praia do Castelejo mistura-se a fina areia dourada com as tonalidades ocres dos seus cantos arredondados e a pedra quase vermelha dos seus desfiladeiros, numa sucessão de angras banhadas pelo azul intenso do Atlântico. O seu acesso é um pouco acidentado, mas a recompensa é o retiro tão procurado, apenas com algumas dezenas de pessoas, num litoral praticamente selvagem e centenas de metros para escolher o local. É uma das mecas dos surfistas por estas paragens. Uma visita pode muito bem representar um batismo coroado a ouro, para iniciar uma carreira amadora nos desportos do mar. Se não for o caso os entardeceres já valem bem a viagem.


Surf em Portugal: Deixe-se levar pela corrente

Portugal visto por... Condé Nast Traveler

Como um quadro cheio de pioneses. Cada uma a assinalar um spot de sonho.
É isto o mapa de Portugal para um surfista que encontra nos seus 800 quilómetros de costa (incluindo as ilhas) um autêntico parque de diversões cheio de loops, montanhas russas e carroceis vertiginosos que dão a volta ao estômago. De norte a sul. Seleccionamos os melhores lugares. Para que possa escolher qual o que mais lhe agrada ou simplesmente deixar-se levar pela corrente (marítima).

1- Ericeira
Encontra-se no nariz de Portugal. A dois passos de Sintra e Lisboa. É uma freguesia do município de Mafra. Para além de ser uma povoação de pescadores bastante encantadora, daquelas com igrejas em volta de uma amálgama de ruas desordenadas e casas caiadas, a Ericeira foi declarada reserva mundial de surf, com três spots de surf que se escrevem em maiúsculas: o da Praia dos Coxos, uma angra pequena e recolhida onde só se atrevem a ir os mais corajosos, que vão ao amanhecer para conseguir as ondas maiores (podem chegar até aos 5 metros); o de Ribeira d’Ilhas, uma praia ambidestra (tem boas ondas esquerdas e direitas) protegida por falésias e que acolhe o Campeonato Mundial de Surf; e o de Reef, enclave de fundos rochosos, com boas ondas durante todo o ano.

Para explorar a zona, recomendamos que fique hospedado no Ericeira Sound resort (www.ericeiraecosound.com). Trata-se de um complexo ecológico de bungalows onde poderá cozinhar com os vegetais da sua própria horta e passar umas férias praticamente sem causar nenhum impacto no planeta. Para uma refeição mais informal, enquanto seca depois do surf, nada melhor do que os bares da praia da Ribeira d’Ilhas.

2. Peniche
Uma muralha medieval maciça, remodelada no século XVII, e que foi utilizada como prisão no século XX, é o monumento mais importante da povoação pesqueira de Peniche. Num anel de poucos quilómetros pode escolher onde praticar o seu surf, num universo de mais de uma dezena de locais, independentemente da sua destreza em cima da prancha. A Consolação, por exemplo, com ondas muito fortes provocadas pelos seus fundos rochosos, é perfeita para os surfistas de nível intermédio. Já meter-se na água no spot dos Super Tubos requer um pouco mais de técnica. Ganhou o nome a pulso graças às suas famosas ondas esquerdas que roçam a perfeição. Provavelmente as melhores de Portugal, e é por isso que se realiza aqui uma etapa do campeonato mundial de surf - WTC.

Entre ondas e surfadas, e para recuperar a energia, vá até ao porto para ver os barcos a descarregarem o peixe (é o segundo maior porto pesqueiro de Portugal), e prove as suas sardinhas, o atum ou as suas lagostas no restaurante Nau dos Corvos, um local com vista privilegiada para o mar. Em Peniche também não pode perder as festas nocturnas nem os concertos dos bares de praia. Faça uma excursão ao pequeno arquipélago das Berlengas, em especial se for um adepto do mergulho. Um passeio de barco leva-o até ao Furado Grande, um túnel marítimo que desemboca numa maravilhosa enseada (Cova do Sonho) rodeada por paredes de granito vermelho e que tem uma gruta (a Gruta Azul). Não vai acreditar na cor da sua água.

3. Nazaré
Foi aqui, na Praia do Norte, e em mais nenhum lugar do mundo que o havaiano Macnamara há alguns meses surfou a onda mais alta alguma vez cavalgada: 30 metros. Tratou-se de uma onda especialmente gigante (o próprio definiu-a como “avassaladora”), mas não é uma exceção. Durante todo o ano (e em especial no inverno), convergem as condições perfeitas para os big riders, que já transformaram este spot na sua meca pessoal. É normal que as ondas atinjam os 10 metros, mas se não tem coragem para tanto, pode apanhar sol na Praia do Salgado, vários quilómetros de dunas e falésias onde se pratica nudismo.

4. Costa Vicentina (Algarve)
Para além de se tratar de um dos litorais mais bem conservados da Europa, é a zona mais surfada de Portugal, com mais de 20 spots de primeira e praias selvagens e pouco concorridas, com uma dose generosa de diversão nocturna e um ambiente relaxado e informal. Existem opções para todos: a espectacular Arrifana, onde se chega depois de descer umas escadas bastante íngremes, e a Carrapateira são as suas escolhas, se procura melhorar a sua técnica. Para os principiantes, o ideal é optar por uma das escolas existentes na tranquila Praia do Amado para dar os seus “primeiros passos”.

Em questões de aprés surf, não resta qualquer dúvida, a cidade mais animada da zona é Sagres, com alguns bares bem frequentados como o Pau de Pita, com música ao vivo, ou o bar de surf Warung, onde pode tomar uma cerveja com a malta que passa o dia de fato de neopreno. Não perca as promoções de yoga e surf do hotel Memmo Baleeira.

5. Madeira e Açores
 Mas o surf em Portugal não tem lugar apenas na costa peninsular. Na Madeira é bem conhecida a onda do Jardim do Mar, gigante, poderosa, apta apenas para os pros. As ondas dos Açores, concretamente nas ilhas de São Jorge e São Miguel, são vastas ondas esquerdas que quebram sobre um fundo de cantos arredondados, o que lhes dá uma força especial e, talvez seja o segredo mais bem guardado dos surfistas portugueses.


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