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Estação Arqueológica de Leceia

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+351 214 301 031

Universidade de Évora

Universidade de Évora

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A criação da Universidade de Évora remonta ao século XVI quando o Cardeal D. Henrique, 1º Arcebispo de Évora, com autorização do rei D. João III, mandou construir um edifício para alojar uma comunidade de seminaristas Jesuítas. Em 1553, as instalações foram alargadas, tendo sido erigido o Claustro da Botica, que deu origem ao Colégio do Espírito Santo, administrado pela Companhia de Jesus. A primeira aula foi leccionada a 28/8/1553. Passados 6 anos, a 15/4/1559, foi criada a 2ª universidade em Portugal através da Bula Papal Cum a Nobis, emitida pelo Papa Paulo IV. A primeira abertura solene do ano académico decorreu no Dia de Todos os Santos em 1 de novembro de 1559. 

Dois anos mais tarde, iniciou-se um novo alargamento do edifício com a construção do Pátio dos Gerais. Na época, a universidade estava autorizada a lecionar todas as matérias com exceção da Medicina, do Direito Civil e parte do Direito Canónico. Os ensinos inicialmente foram de Filosofia, Moral, Escritura, Teologia Especulativa, Retórica, Gramática e Humanidades. Mais tarde, no reinado de D. Pedro II foi introduzido o ensino da Matemática, da Geografia, da Física e da Arquitetura Militar.

Após 200 anos de destaque pelo seu papel de formação de elites e de missionários do reino, a universidade foi encerrada, a 8 de fevereiro de 1759, pelo Marquês do Pombal e os jesuítas foram expulsos de Portugal. Nos 200 anos seguintes, a Universidade de Évora permaneceu encerrada até à sua recriação em 1973, voltando a abrir as suas portas como Universidade pública. Durante este período muitas outras instituições de vocação pedagógica passaram por este belo edifício de forma isolada ou em regime de coabitação: Professores Régios da Reforma Pombalina (1762), a Ordem Terceira de S. Francisco sob a protecção de Frei Manuel do Cenáculo (1776), a Real Casa Pia (1836), O Liceu Nacional (1841), a Escola Comercial e Industrial (1915) e o Instituto Universitário de Évora (1973). 

Nos dias de hoje, a Universidade de Évora, é uma instituição moderna e inovadora, afirmando-se pela qualidade da investigação e dos ensinos que ministra aos seus alunos, seguindo o lema de Luís de Camões "Honesto estudo com longa experiência misturado", concilia o largo passado de tradição pedagógica, cultural e científica com as avançadas exigências da modernidade e da tecnologia, oferecendo um variado leque de opções de formação nas áreas humanísticas, cientificas, tecnológicas e artísticas.

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Morada:
Largo dos Colegiais, nº 2
7000 Évora
Telefone:
+351 266 740 800
Fax:
+351 266 740 806


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Capela de Santa Maria - São João da Madeira

Capela de Santa Maria - São João da Madeira

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Capela de construção recente (1903), este monumento é vulgarmente conhecido como Capela de Casaldelo e foi mandado construir por António Ferreira Porto.

Cercada por um recinto gradeado, pode-se observar, na empena da frontaria da capela, uma pequena imagem da padroeira, em mármore, embutida num nicho.

Interiormente, em contraste com os laçados, dispõe duma pequena capela-mor. O retábulo é moderno, trabalhado a laca e folha de ouro decorado com a escultura de Santa Maria.

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Morada:
Rua de Moçambique
3700-194 São João da Madeira


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Santuário de Nossa Senhora dos Milagres

Santuário de Nossa Senhora dos Milagres

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Foi construído com os donativos da população de S. João da Madeira, fruto da vontade de uma comissão constituída para o efeito em 1930, tendo sido inaugurado em 6 de Novembro de 1938, em ato presidido pelo Bispo do Porto. Situa-se num espaço verde denominado por Parque Nossa Senhora dos Milagres, um dos mais apreciados parques urbanos da cidade.

Reporta-se ao período neorromânico, tendo na sua fachada uma imagem de Cristo crucificado, em mármore. Dentro do templo existe uma imagem, em madeira, de Nossa Senhora dos Milagres.

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Morada:
Parque de Nossa Senhora dos Milagres
3700 São João da Madeira


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Capela de Santo António - São João da Madeira

Capela de Santo António - São João da Madeira

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Depois da Igreja Matriz, a Capela de Santo António é o monumento paroquial mais rico de significado etnográfico e social.

Inaugurada em 13 de Outubro de 1935, esta capela é da autoria do Arquiteto João Queirós, cujo projeto veio substituir a capela original datada de 1680 e demolida em 1934.

Tem a particularidade de no seu interior ter uma inscrição com os nomes dos beneméritos que ajudaram à sua criação.

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Morada:
Largo de Santo António
3700-260 São João da Madeira


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Igreja Matriz de São João da Madeira

Igreja Matriz de São João da Madeira

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Foi construída em 1884 e impõe-se pela sobriedade das suas linhas arquitetónicas e pela grandeza e solidez do edifício.

Da autoria do grande Mestre de Engenharia, professor António Araújo e Silva, da Escola do Porto, a Igreja Matriz é de invocação de S. João Baptista.

No seu interior existe uma enorme riqueza, beldade e variedade, tanto em talha dourada como em motivos iconográficos e esculturais.

Atrás desta Igreja passava a via militar romana de Talóbriga e Lancóbriga.

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Morada:
Rua da Igreja
3700-137 São João da Madeira


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Ermida de São Brás

Ermida de São Brás

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A Ermida de São Brás, situada fora das muralhas de Évora, foi mandada construir por D. João II, em 1480, no local de uma pequena gafaria onde se tratavam os doentes afetados pela peste. O povo de Évora e a coroa e o executor da obra D. Garcia de Meneses, Bispo de Évora, mostravam assim a sua devoção a São Brás, protetor das vítimas de epidemias. De mestre desconhecido, é um dos monumentos mais importantes da cidade de Évora.

É um dos primeiros exemplos edificados do estilo manuelino-mudéjar, muito difundido em todo o Alentejo, caracterizado pela utilização de contrafortes cilíndricos com coruchéus cónicos. O templo marca a introdução do tardo-gótico em Évora, juntamente com as Igrejas dos Loios e de São Francisco.

Entre os elementos arquitectónicos, são de salientar as gárgulas de granito ao longo do edifício, de temática zoomórfica.

No interior, destacam-se os painéis de azulejo do séc. XVI, com influências mudéjares, com padrão geométrico a verde e branco, e os altares de talha dourada do séc. XIX dedicados a São Romão e a Nossa Senhora das Candeias. No altar-mor pode ver-se uma imagem do santo padroeiro.

No séc. XVI, a Igreja foi enriquecida pelo Cardeal Infante D. Henrique.

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Morada:
Évora


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Igreja de Santa Cruz - Braga

Igreja de Santa Cruz - Braga

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A Igreja foi mandada construir pelo fundador da Confraria de Santa Cruz, Jerónimo Portilo, à qual foi concedido posteriormente o título de Irmandade Real pelo rei D. João VI (1816-26). A construção iniciou-se em 1625 mas só terminou em 1737 e, por isso, podemos encontrar aqui elementos arquitectónicos maneiristas e barrocos. O projecto inicial deve-se a Francisco Vaz e os custos foram pagos graças a esmolas dos devotos dos Passos do Senhor.

No interior, destaque para as abóbadas trabalhadas em pedra, para o trabalho de qualidade do orgão e dos púlpitos e para toda a decoração em talha dourada datada do séc. XVIII.

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Morada:
Rua do Anjo 
4700-305 Braga


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Igreja do Colégio de Angra do Heroísmo

Igreja do Colégio de Angra do Heroísmo

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Pertencente ao antigo colégio jesuíta, a Igreja foi edificada em meados do séc. XVII.

O interior é notável pelos seus altares em talha dourada, pelas tábuas flamengas do séc. XVI, pelas imagens religiosas e pelo conjunto de azulejos, ambos do séc. XVII.

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Morada:
Largo Prior do Crato 9700 Angra do Heroísmo


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Mosteiro dos Jerónimos

Mosteiro dos Jerónimos

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Uma pequena ermida - Santa Maria de Belém - construída por ordem do Infante D. Henrique, erguia-se no local onde hoje se situa o Mosteiro dos Jerónimos. Deve-se ao rei D. Manuel I a iniciativa da construção do Mosteiro e a sua doação à Ordem dos Frades de São Jerónimo. A magnificência do edifício que hoje vemos, reflecte a visão universalista do seu fundador e os poderosos meios financeiros de que a Coroa dispunha.

A construção iniciou-se em 1502 e contou com a traça inicial do arquitecto Boytac. A obra viria a ser continuada por outros Mestres, nomeadamente João de Castilho e, em meados do século, por Diogo de Torralva. No Mosteiro, classificado Património da Humanidade em 1983, merecem destaque as fachadas, a Igreja e os claustros.

A fachada Sul tem como principal interesse o portal da lavra de João de Castilho. Repare-se na organização central das figuras: em baixo, o Infante D. Henrique guarda a entrada, a meio, a Virgem de Belém abençoa o monumento e, a rematar o portal, o Arcanjo São Gabriel, o protector de Portugal. O portal ocidental, por onde se entra no espaço sagrado, é da autoria de Nicolau Chanterenne. À esquerda encontra-se a estátua do rei Dom Manuel protegido por São Jerónimo, que dizem ser um retrato fiel, e à direita, a da rainha Dona Maria, sua mulher, protegida por São João Baptista.

No interior encontramos uma igreja salão, obra-prima do manuelino, da autoria de João de Castilho. Note-se como a bela abóbada do transepto não é sustentada por nenhuma coluna, um audacioso trabalho da arquitectura portuguesa. À entrada, depois do coro baixo, encontram-se os cenotáfios do poeta Luís de Camões, autor do poema épico "Os Lusíadas", e de Vasco da Gama, comandante da armada que em 1497 rumou para a Índia pela primeira vez na História. Nas capelas laterais estão sepultados os reis, príncipes e infantes descendentes de D. Manuel I. Na capela-mor, reconstituída posteriormente por Jerónimo de Ruão, encontram-se os túmulos de Dom Manuel I, D. João III e de suas esposas. Destaca-se o sacrário em prata maciça, obra de ourivesaria portuguesa de meados do séc. XVII.

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Morada:
Praça do Império
1400-206 Lisboa
Telefone:
+351 21 362 00 34
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+351 21 363 91 45


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