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Igreja de Santa Clara - Santarém

Igreja de Santa Clara - Santarém

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A Igreja de Santa Clara está situada num dos termos de Santarém, numa zona que ficava fora das muralhas. É um templo do século XIII, mandado construir por D. Afonso III (1248-1279) para a sua filha D. Leonor Afonso, que aí professou.

No século passado, durante os anos 40, sofreu um polémico restauro que a despojou completamente de todos os elementos decorativos, perdendo-se para sempre um pouco da história artística e da evolução espacial do templo durante várias gerações. No entanto, recuperou a austeridade das regras da Ordem de Santa Clara. De notar que não existe porta na fachada da igreja, cujo acesso é apenas possível pela porta lateral. Esta particularidade deve-se ao facto de ser uma ordem de clausura sem contacto com a população.

Na arquitectura, segue os cânones do gótico mendicante: três longas naves de oito tramos, transepto saliente e cabeceira com cinco capelas adjacentes. No topo Norte a grande rosácea gótica, que ajuda a iluminar o interior, é sobrepujada por um escudo com as armas reais. As antigas dependências conventuais foram completamente destruídas.

No interior merece referência o túmulo de D. Leonor Afonso, do séc. XIV, de execução rigorosa. Nas faces da arca vêem-se representadas cenas da Anunciação e da Estigmatização de São Francisco, figuras de freires franciscanos e de monjas clarissas.

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Morada:
Av. Gago Coutinho e Sacadura Cabral 
2005-021 Santarém


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Igreja de Santa Maria, matriz de Óbidos

Igreja de Santa Maria, matriz de Óbidos

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A rua Direita leva à praça de Santa Maria onde domina a igreja matriz com a sua torre sineira branca e um lindo portal da Renascença. No tempo em que os mouros eram os senhores da região, seria neste mesmo local que se erguia a sua mesquita. Quando D. Afonso Henriques conquistou Óbidos em 1148, uma igreja cristã veio substituir o culto do Islão.

O templo que vemos hoje data do séc. XVI. No interior, as paredes revestidas de alto a baixo com azulejos setecentistas e o tecto de madeira pintada produzem um belo efeito decorativo. Merece ainda ser admirado o túmulo renascentista de D. João de Noronha, que foi alcaide de Óbidos no séc. XVI, obra-prima da escultura tumular renascentista, atribuída a João de Ruão. E sobretudo deixe-se seduzir pela pintura de Josefa de Óbidos (1634-1684), onde profano e sagrado se combinam em atmosferas de suave sensualidade e misticismo, como no retábulo representando o Casamento Místico de Santa Catarina, que se encontra na sacristia. Grande parte da obra desta notável pintora está guardada em museus, nomeadamente no de Óbidos. A artista está sepultada na igreja de S. Pedro, no largo do mesmo nome.

Nesta igreja casou a 15 de Agosto de 1441, o infante D. Afonso (mais tarde D. Afonso V de Portugal) com sua prima D. Isabel, tendo ele dez e ela 8 anos de idade.

No largo da igreja o pelourinho de pedra está decorado com uma rede de pesca. D. Leonor, mulher de D. João II quis assim prestar a sua homenagem aos pescadores que recolheram numa rede o corpo de seu filho D. Afonso, morto na sequência de uma queda de cavalo, junto da margem do Tejo.

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Morada:
Praça de Santa Maria  2510-001 Óbidos
Telefone:
+351 262 959 633


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Concatedral de Miranda do Douro (Antiga Sé)

Concatedral de Miranda do Douro (Antiga Sé)

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A catedral de Miranda do Douro foi mandada construir no séc. XVI por D. João III. As obras tiveram início em 1552 com projecto de Gonçalo Torralva e Miguel de Arruda e posterior execução de Francisco Velasquez. Concluída nos inícios do século XVII, manteve o estatuto de sé episcopal até 1780, ano em que a sede da diocese passou para Bragança (com a designação de Diocese de Bragança e Miranda), passando este templo a ser designado por Concatedral ou simplesmente por Igreja Matriz de Miranda do Douro.

De conceção maneirista, este notável templo de três naves, possui uma fachada harmónica - em que um corpo central é ladeado por duas poderosas torres -, e um interior em três naves abobadadas à maneira gótica, com cruzaria de ogivas de nervuras visíveis. O retábulo-mor é já uma obra seiscentista, terminada em 1614, e deve-se ao trabalho de Gregório Fernández, mestre galego radicado em Valladolid e responsável por uma oficina bastante ativa durante o período maneirista. Igualmente digno de nota é o retábulo de Nosso Senhor da Piedade, em talha barroca de boa qualidade, e o órgão do século XVIII, de igual modo profusamente decorado com talha dourada.

Contactos

Morada:
Largo da Sé 
5210-184 Miranda do Douro
Telefone:
+351 273 430 025 / 966 184 910


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Mosteiro de São Martinho de Tibães

Mosteiro de São Martinho de Tibães

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A cerca de 6 km de Braga encontramos o Mosteiro beneditino de Tibães. Construído no local de uma antiga vila romana, chamada Tevilanis, a sua fundação deve-se a São Martinho de Dume no séc. VI, durante o reinado suevo de Teodomiro. Em 1078, o cavaleiro D. Paio Guterres da Silva decidiu reconstruir o mosteiro. Mais tarde, em 1567, tornou-se a casa-mãe da Ordem de São Bento em Portugal e no Brasil.

É no séc. XVII que se constrói o actual monumento, um dos mais grandiosos no país (com quatro claustros) e de grande riqueza decorativa, segundo o projecto de Manuel Álvares. Entre outros elementos de interesse, destaca-se o trabalho de talha dourada, os retábulos e a decoração barroca de André Soares (1750), o orgão barroco (1786) e os exemplos azulejares. Foi então uma verdadeira escola-estaleiro de artes decorativas, influenciando o desenvolvimento artístico durante os séculos XVII e XVIII em Portugal.

A grandeza do mosteiro é completada por uma mata circundante onde encontramos uma capela setecentista dedicada a São Bento.

Contactos

Morada:
Rua do Mosteiro, nº 59
4700-565 Mire de Tibães  (Braga)
Telefone:
+351 253 622 670 / 253 623 950
Fax:
+351 253 623 951


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Castelo dos Mouros - Sintra

Castelo dos Mouros - Sintra

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Serpenteando por dois cumes da Serra de Sintra, o Castelo remonta aos primórdios da ocupação peninsular pelos mouros - o século VIII.

Conquistado definitivamente, depois de várias tentativas, por D. Afonso Henriques, em 1147, ali foi edificada a primeira capela cristã do concelho, dedicada a São Pedro.

No período romântico, cerca de 1860, as muralhas foram restauradas sob o controlo de D. Fernando II, que arborizou os espaços envolventes, tendo conferido às velhas ruínas medievais uma nova dignidade. De destacar, a Cisterna Moura no interior, e o chamado torreão Real.

Está situado a cerca de 3,5 km do centro histórico de Sintra.

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Morada:
Castelo dos Mouros
2710-609 Sintra
Telefone:
+351 21 923 73 00
Fax:
+351 21 923 73 50


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Convento de Cristo e Castelo Templário

Convento de Cristo e Castelo Templário

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Em 1983 a UNESCO declarou monumento "Património da Humanidade" uma jóia ímpar da história do Ocidente: o Castelo Templário e Convento dos Cavaleiros de Cristo de Tomar. Construído sobre um lugar de culto romano, este vasto conjunto monumental fala-nos de sete séculos da história de Portugal e de grandes momentos da história do Ocidente.

Afonso Henriques, nosso primeiro rei, doou aos Cavaleiros do Templo de Jerusalém, uma vasta região entre o Mondego e o Tejo. Conta a lenda que, em 1160, os cavaleiros chegados à região escolheram um monte para estabelecer um castelo e o nome que lhe iriam dar: Tomar. Em 1314, a Ordem do Templo foi extinta devido às perseguições do rei de França, Filipe - o Belo. Graças à vontade de D. Dinis, as pessoas, os bens e os privilégios foram totalmente integrados, em 1319, numa nova ordem - a Milícia dos Cavaleiros de Cristo que iria, com o Infante D. Henrique, apoiar a nação portuguesa na empresa das descobertas marítimas dos séculos XV e XVI. O Castelo de Tomar é então Convento e sede da Ordem e o Infante Navegador seu Governador e Administrador perpétuo.

É assim que que o Convento de Cristo encerra no seu conjunto arquitectural testemunhos da arte românica, com os templários; do Gótico e do Manuelino com as descobertas, prosseguindo com a arte do Renascimento durante a Reforma da Ordem; depois o Maneirismo e finalmente o Barroco em ornamentos arquitectónicos.

O templo de planta redonda, edificado pelos Templários, tem matriz na igreja que o imperador Constantino construiu sobre o Santo Sepulcro, em Jerusalém. Em torno da igreja templária desenvolveu-se, ao longo do tempo, o enorme convento, onde importa salientar o conjunto de quatro grandes claustros, a enfermaria da Ordem e também o aqueduto com 6 quilómetros de extensão construído pelo rei espanhol Filipe III.

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Morada:
2300 Tomar
Telefone:
+351 249 313 481
Fax:
+351 249 322 730


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Capela de São Jerónimo

Capela de São Jerónimo

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Situada no antigo limite dos terrenos que pertenciam aos frades Jerónimos, a ermida foi construída em 1514 por Rodrigues Afonso, embora se indique para o projecto o nome do arquitecto Boytaca, que na altura trabalhava nas obras do Mosteiro.

É um templo de planta quadrada e de exterior sóbrio, onde se revelam alguns detalhes decorativos manuelinos: os pináculos cónicos, as gárgulas muito semelhantes às dos Claustros dos Jerónimos, o escudo real, a coroa e as esferas armilares. No interior, também podemos encontrar os elementos que caracterizaram o estilo, nomeadamente o trabalho escultórico do arco triunfal e a abóbada de nervuras.

Após a extinção das ordens religiosas, em 1834, os terrenos foram vendidos em talhões e a ermida isolou-se do conjunto monumental de Belém a que pertence. No mesmo século foram feitos alguns trabalhos de restauro.
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Morada:
Rua Pero da Covilhã  1400 Lisboa
Telefone:
+351 213 620 034 - 213 620 038
Fax:
+351 213 639 145


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Igreja de Santo André de Telões

Igreja de Santo André de Telões

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A atual Igreja de Telões conserva ainda importantes vestígios românicos que apontam a segunda metade do século XIII como uma possível cronologia para a construção desta Igreja.

É de destacar o conjunto de contrafortes na fachada posterior da cabeceira e que nos informa que esta parte da Igreja foi concebida para ser abobadada. Também se conserva um conjunto de cachorros, uns com decoração simples e outros lisos. O arco triunfal românico encontra-se inalterado, ostentando bases em forma de bolbo e capitéis com temas vegetais.

Integra a Rota do Românico do Tâmega e Sousa.
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Morada:
Mosteiro 4600-757 Telões
Telefone:
+351 255 810 706
Fax:
+351 255 810 709


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Ermida de Nossa Senhora do Vale

Ermida de Nossa Senhora do Vale

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A Ermida da Nossa Senhora do Vale é composta por nave retangular e cabeceira quadrangular.

A cobertura da nave é de madeira enquanto a da cabeceira, hoje também de madeira, foi inicialmente pensada para receber abóbada de cruzaria de ogivas. O arranjo do portal e a escultura que apresenta mostram como a resistência dos motivos românicos se prolongou no tempo. O edifício é precedido por uma galilé de sabor clássico, sustentada por uma colunata toscana.

Integra a Rota do Românico do Tâmega e Sousa.
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Morada:
Largo Vitorino Leão Ramos 4580-311 Cête
Telefone:
+351 255 810 706
Fax:
+351 255 810 709


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Igreja de Nossa Senhora das Neves

Igreja de Nossa Senhora das Neves

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A Igreja Paroquial de Relva foi construída no século XV, entre 1472 e 1480, pelo Contador Martim Vaz, um fidalgo que aí viveu após ter sido nomeado por El-rei D. Afonso V, tendo sido o primeiro a exercer este cargo em todas as ilhas do arquipélago dos Açores. Crê-se que em 1514 teria sido já instituída a paróquia.

De início tinha planta e estilo da época, com diversas capelas e altares dedicados às devoções do seu fundador e dos benfeitores: Nossa Senhora das Neves, Nossa Senhora do Rosário, São Cristóvão, as Benditas Almas do Purgatório, Senhor Bom Jesus e Santo Antão.

Bastante danificada e sem obras de reconstrução durante o séc. XVII, viria a cair por terra no início do século XVIII. A sua reconstrução desenvolveu-se em duas etapas, tendo a segunda sido autorizada por D. João V, e terminado em 1748. A opção pela sua planta retangular, dividida em três naves separadas por altos pilares, seguiu um modelo erudito da segunda metade do séc. XVI, em estilo maneirista.

No interior, destaca-se a decoração em estilo barroco da primeira metade do século XVIII, em particular nos bons exemplos de talhas dos Altares da Capela-mor, Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora do Rosário.

Merecem ainda destaque duas pias de água benta em pedra dos séculos XV e XVI, a pintura sobre tábua de S. Cristóvão século (XVI / XVII), a escultura de Nossa Senhora das Neves, um painel de azulejos da parede exterior da Capela-mor, o imponente arcaz em madeira de pau-santo, com três magnificas telas, e um bufete existente na sacristia, exemplares também da primeira metade do século XVIII.

No geral, constitui um importante testemunho do património artístico religioso dos Açores.
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Morada:
Rua de Cima - Relva 9500-661 Ponta Delgada


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