www.visitportugal.com

Live Chat

Monumentos

Igreja e Convento do Pópulo - Braga

Igreja e Convento do Pópulo - Braga

Monumentos

A Igreja do Pópulo foi construída no séc. XVI por vontade do arcebispo D. Frei Agostinho de Jesus, para aí ser sepultado. Falecido em 1609, o seu corpo foi trasladado em 1628 para um túmulo de madeira mandado fazer pela cidade de Braga, colocado num arcossólio na capela-mor.

O carácter maneirista inicial da igreja foi alterado no séc. XVIII, quando se reconstruiu a fachada em estilo neoclássico segundo o risco de Carlos Amarante. O templo é consagrado à Virgem venerada na Igreja de Santa Maria do Pópulo, em Roma. O interior vale a visita pela sua riqueza decorativa, em que se destaca o revestimento azulejar a azul e branco atribuído ao ceramista Policarpo de Oliveira Bernardes (séc. XVIII).

Contactos

Morada:
Largo de Santo Agostinho
4700 Braga
Telefone:
+351 253 271 982


Calcular
É necessário seleccionar um ponto de partida.

Mosteiro da Serra do Pilar

Mosteiro da Serra do Pilar

Monumentos

Inserido na área classificada em Dezembro de 1996 como Património Mundial da UNESCO, o Mosteiro da Serra do Pilar, ex-libris de Gaia, preserva a interessante igreja e o claustro, de planta circular, exemplar único em Portugal.

A Igreja, caracterizada pela sua forma circular, é uma réplica da Igreja de Santa Maria Redonda, em Roma, e é coberta por uma abóbada hemisférica. Foi construída em 1538 pelos mestres Diogo de Castilho e João de Ruão para os Cónegos Regrantes de Santo Agostinho. Levou 72 anos a concluir, devido à falta de verba dos cónegos e à situação política da altura - o reino de Portugal tinha sido tomado pela vizinha Espanha, tendo mesmo este local adoptado o nome de uma santa espanhola, a Nossa Senhora do Pilar.

Em 1832, durante o Cerco do Porto, foi reconhecido o valor militar do local e o convento foi transformado em fortaleza improvisada. No início do século XX, tornou-se Quartel das Tropas, estando actualmente sob a alçada do Regimento de Artilharia da Serra do Pilar.

No interior, são de salientar alguns retábulos de talha dourada, com colunas salomónicas, e as esculturas de madeira policromada, setecentistas, figurando Santa Eulália, Santa Apolónia e Santo Agostinho.

Defronte da Igreja, existe um magnífico miradouro, de onde se pode observar a cidade do Porto e o rio Douro.

Contactos

Morada:
Largo de Avis - Santa Marinha 4430-329 Vila Nova de Gaia
Telefone:
+351 223 795 385


Calcular
É necessário seleccionar um ponto de partida.

Igreja de Santa Clara - Santarém

Igreja de Santa Clara - Santarém

Monumentos

A Igreja de Santa Clara está situada num dos termos de Santarém, numa zona que ficava fora das muralhas. É um templo do século XIII, mandado construir por D. Afonso III (1248-1279) para a sua filha D. Leonor Afonso, que aí professou.

No século passado, durante os anos 40, sofreu um polémico restauro que a despojou completamente de todos os elementos decorativos, perdendo-se para sempre um pouco da história artística e da evolução espacial do templo durante várias gerações. No entanto, recuperou a austeridade das regras da Ordem de Santa Clara. De notar que não existe porta na fachada da igreja, cujo acesso é apenas possível pela porta lateral. Esta particularidade deve-se ao facto de ser uma ordem de clausura sem contacto com a população.

Na arquitectura, segue os cânones do gótico mendicante: três longas naves de oito tramos, transepto saliente e cabeceira com cinco capelas adjacentes. No topo Norte a grande rosácea gótica, que ajuda a iluminar o interior, é sobrepujada por um escudo com as armas reais. As antigas dependências conventuais foram completamente destruídas.

No interior merece referência o túmulo de D. Leonor Afonso, do séc. XIV, de execução rigorosa. Nas faces da arca vêem-se representadas cenas da Anunciação e da Estigmatização de São Francisco, figuras de freires franciscanos e de monjas clarissas.

Contactos

Morada:
Av. Gago Coutinho e Sacadura Cabral 
2005-021 Santarém


Calcular
É necessário seleccionar um ponto de partida.

Igreja de Santa Maria, matriz de Óbidos

Igreja de Santa Maria, matriz de Óbidos

Monumentos

A rua Direita leva à praça de Santa Maria onde domina a igreja matriz com a sua torre sineira branca e um lindo portal da Renascença. No tempo em que os mouros eram os senhores da região, seria neste mesmo local que se erguia a sua mesquita. Quando D. Afonso Henriques conquistou Óbidos em 1148, uma igreja cristã veio substituir o culto do Islão.

O templo que vemos hoje data do séc. XVI. No interior, as paredes revestidas de alto a baixo com azulejos setecentistas e o tecto de madeira pintada produzem um belo efeito decorativo. Merece ainda ser admirado o túmulo renascentista de D. João de Noronha, que foi alcaide de Óbidos no séc. XVI, obra-prima da escultura tumular renascentista, atribuída a João de Ruão. E sobretudo deixe-se seduzir pela pintura de Josefa de Óbidos (1634-1684), onde profano e sagrado se combinam em atmosferas de suave sensualidade e misticismo, como no retábulo representando o Casamento Místico de Santa Catarina, que se encontra na sacristia. Grande parte da obra desta notável pintora está guardada em museus, nomeadamente no de Óbidos. A artista está sepultada na igreja de S. Pedro, no largo do mesmo nome.

Nesta igreja casou a 15 de Agosto de 1441, o infante D. Afonso (mais tarde D. Afonso V de Portugal) com sua prima D. Isabel, tendo ele dez e ela 8 anos de idade.

No largo da igreja o pelourinho de pedra está decorado com uma rede de pesca. D. Leonor, mulher de D. João II quis assim prestar a sua homenagem aos pescadores que recolheram numa rede o corpo de seu filho D. Afonso, morto na sequência de uma queda de cavalo, junto da margem do Tejo.

Contactos

Morada:
Praça de Santa Maria  2510-001 Óbidos
Telefone:
+351 262 959 633


Calcular
É necessário seleccionar um ponto de partida.

Concatedral de Miranda do Douro (Antiga Sé)

Concatedral de Miranda do Douro (Antiga Sé)

Monumentos

A catedral de Miranda do Douro foi mandada construir no séc. XVI por D. João III. As obras tiveram início em 1552 com projecto de Gonçalo Torralva e Miguel de Arruda e posterior execução de Francisco Velasquez. Concluída nos inícios do século XVII, manteve o estatuto de sé episcopal até 1780, ano em que a sede da diocese passou para Bragança (com a designação de Diocese de Bragança e Miranda), passando este templo a ser designado por Concatedral ou simplesmente por Igreja Matriz de Miranda do Douro.

De conceção maneirista, este notável templo de três naves, possui uma fachada harmónica - em que um corpo central é ladeado por duas poderosas torres -, e um interior em três naves abobadadas à maneira gótica, com cruzaria de ogivas de nervuras visíveis. O retábulo-mor é já uma obra seiscentista, terminada em 1614, e deve-se ao trabalho de Gregório Fernández, mestre galego radicado em Valladolid e responsável por uma oficina bastante ativa durante o período maneirista. Igualmente digno de nota é o retábulo de Nosso Senhor da Piedade, em talha barroca de boa qualidade, e o órgão do século XVIII, de igual modo profusamente decorado com talha dourada.

Contactos

Morada:
Largo da Sé 
5210-184 Miranda do Douro
Telefone:
+351 273 430 025 / 966 184 910


Calcular
É necessário seleccionar um ponto de partida.

Mosteiro de São Martinho de Tibães

Mosteiro de São Martinho de Tibães

Monumentos

A cerca de 6 km de Braga encontramos o Mosteiro beneditino de Tibães. Construído no local de uma antiga vila romana, chamada Tevilanis, a sua fundação deve-se a São Martinho de Dume no séc. VI, durante o reinado suevo de Teodomiro. Em 1078, o cavaleiro D. Paio Guterres da Silva decidiu reconstruir o mosteiro. Mais tarde, em 1567, tornou-se a casa-mãe da Ordem de São Bento em Portugal e no Brasil.

É no séc. XVII que se constrói o actual monumento, um dos mais grandiosos no país (com quatro claustros) e de grande riqueza decorativa, segundo o projecto de Manuel Álvares. Entre outros elementos de interesse, destaca-se o trabalho de talha dourada, os retábulos e a decoração barroca de André Soares (1750), o orgão barroco (1786) e os exemplos azulejares. Foi então uma verdadeira escola-estaleiro de artes decorativas, influenciando o desenvolvimento artístico durante os séculos XVII e XVIII em Portugal.

A grandeza do mosteiro é completada por uma mata circundante onde encontramos uma capela setecentista dedicada a São Bento.

Contactos

Morada:
Rua do Mosteiro, nº 59
4700-565 Mire de Tibães  (Braga)
Telefone:
+351 253 622 670 / 253 623 950
Fax:
+351 253 623 951


Calcular
É necessário seleccionar um ponto de partida.

Castelo dos Mouros - Sintra

Castelo dos Mouros - Sintra

Monumentos

Serpenteando por dois cumes da Serra de Sintra, o Castelo remonta aos primórdios da ocupação peninsular pelos mouros - o século VIII.

Conquistado definitivamente, depois de várias tentativas, por D. Afonso Henriques, em 1147, ali foi edificada a primeira capela cristã do concelho, dedicada a São Pedro.

No período romântico, cerca de 1860, as muralhas foram restauradas sob o controlo de D. Fernando II, que arborizou os espaços envolventes, tendo conferido às velhas ruínas medievais uma nova dignidade. De destacar, a Cisterna Moura no interior, e o chamado torreão Real.

Está situado a cerca de 3,5 km do centro histórico de Sintra.

Contactos

Morada:
Castelo dos Mouros
2710-609 Sintra
Telefone:
+351 21 923 73 00
Fax:
+351 21 923 73 50


Calcular
É necessário seleccionar um ponto de partida.

Convento de Cristo e Castelo Templário

Convento de Cristo e Castelo Templário

Monumentos

Em 1983 a UNESCO declarou monumento "Património da Humanidade" uma jóia ímpar da história do Ocidente: o Castelo Templário e Convento dos Cavaleiros de Cristo de Tomar. Construído sobre um lugar de culto romano, este vasto conjunto monumental fala-nos de sete séculos da história de Portugal e de grandes momentos da história do Ocidente.

Afonso Henriques, nosso primeiro rei, doou aos Cavaleiros do Templo de Jerusalém, uma vasta região entre o Mondego e o Tejo. Conta a lenda que, em 1160, os cavaleiros chegados à região escolheram um monte para estabelecer um castelo e o nome que lhe iriam dar: Tomar. Em 1314, a Ordem do Templo foi extinta devido às perseguições do rei de França, Filipe - o Belo. Graças à vontade de D. Dinis, as pessoas, os bens e os privilégios foram totalmente integrados, em 1319, numa nova ordem - a Milícia dos Cavaleiros de Cristo que iria, com o Infante D. Henrique, apoiar a nação portuguesa na empresa das descobertas marítimas dos séculos XV e XVI. O Castelo de Tomar é então Convento e sede da Ordem e o Infante Navegador seu Governador e Administrador perpétuo.

É assim que que o Convento de Cristo encerra no seu conjunto arquitectural testemunhos da arte românica, com os templários; do Gótico e do Manuelino com as descobertas, prosseguindo com a arte do Renascimento durante a Reforma da Ordem; depois o Maneirismo e finalmente o Barroco em ornamentos arquitectónicos.

O templo de planta redonda, edificado pelos Templários, tem matriz na igreja que o imperador Constantino construiu sobre o Santo Sepulcro, em Jerusalém. Em torno da igreja templária desenvolveu-se, ao longo do tempo, o enorme convento, onde importa salientar o conjunto de quatro grandes claustros, a enfermaria da Ordem e também o aqueduto com 6 quilómetros de extensão construído pelo rei espanhol Filipe III.

Contactos

Morada:
2300 Tomar
Telefone:
+351 249 313 481
Fax:
+351 249 322 730


Calcular
É necessário seleccionar um ponto de partida.

Capela de São Jerónimo

Capela de São Jerónimo

Monumentos

Situada no antigo limite dos terrenos que pertenciam aos frades Jerónimos, a ermida foi construída em 1514 por Rodrigues Afonso, embora se indique para o projecto o nome do arquitecto Boytaca, que na altura trabalhava nas obras do Mosteiro.

É um templo de planta quadrada e de exterior sóbrio, onde se revelam alguns detalhes decorativos manuelinos: os pináculos cónicos, as gárgulas muito semelhantes às dos Claustros dos Jerónimos, o escudo real, a coroa e as esferas armilares. No interior, também podemos encontrar os elementos que caracterizaram o estilo, nomeadamente o trabalho escultórico do arco triunfal e a abóbada de nervuras.

Após a extinção das ordens religiosas, em 1834, os terrenos foram vendidos em talhões e a ermida isolou-se do conjunto monumental de Belém a que pertence. No mesmo século foram feitos alguns trabalhos de restauro.
Contactos

Morada:
Rua Pero da Covilhã  1400 Lisboa
Telefone:
+351 213 620 034 - 213 620 038
Fax:
+351 213 639 145


Calcular
É necessário seleccionar um ponto de partida.

Igreja de Santo André de Telões

Igreja de Santo André de Telões

Monumentos

A atual Igreja de Telões conserva ainda importantes vestígios românicos que apontam a segunda metade do século XIII como uma possível cronologia para a construção desta Igreja.

É de destacar o conjunto de contrafortes na fachada posterior da cabeceira e que nos informa que esta parte da Igreja foi concebida para ser abobadada. Também se conserva um conjunto de cachorros, uns com decoração simples e outros lisos. O arco triunfal românico encontra-se inalterado, ostentando bases em forma de bolbo e capitéis com temas vegetais.

Integra a Rota do Românico do Tâmega e Sousa.
Contactos

Morada:
Mosteiro 4600-757 Telões
Telefone:
+351 255 810 706
Fax:
+351 255 810 709


Calcular
É necessário seleccionar um ponto de partida.

Páginas

Pesquisa avançada
Planeamento Veja os favoritos que selecionou e crie o seu Plano de Viagem ou a sua Brochura.
Esqueceu a sua password?
Faça login através de redes sociais
*Aguarde por favor. *As instruções de recuperação de password serão enviadas para o seu e-mail. *E-mail não enviado. Tente novamente.
Faça login através de redes sociais

Este site utiliza cookies para melhorar a experiência de navegação e não guarda dados identificativos dos utilizadores.
Poderá desativar esta função na configuração do seu browser. Para saber mais, consulte os Termos de Utilização

close