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Sol e Mar

E enche de luz e alegria a areia branca e fina das nossas praias. Areais imensos a perder de vista, ou pequenas conchas abrigadas entre rochedos, cada uma tem a sua beleza que deslumbra e surpreende. Algumas são concorridas, com muita animação, e outras desertas e inexploradas, como que segredos a desvendar… há sempre uma certa para cada gosto e estado de espírito. Para relaxar estendidos na areia, para passear à beira-mar, para namorar e até para brincar ou para nos divertirmos pela noite fora.

Mas apesar das muitas diferenças há algo que é comum: a qualidade. Que está bem evidente no grande número de bandeiras azuis da Europa atribuídas anualmente, certificando as excelentes condições e infraestruturas.

O mar, de águas límpidas, apresenta-se com diversos temperamentos. Calmo e tranquilo, especialmente no Algarve, que mesmo no inverno é um ótimo destino para férias de sol e mar, ou agitado, com a ondulação certa para vários desportos que garantem muita adrenalina.

Os diversos hotéis e resorts com vistas deslumbrantes sobre o oceano são os locais certos para repousar, desfrutando de um gosto genuíno em bem receber. Que ainda se experimenta à mesa de um restaurante saboreando a deliciosa gastronomia portuguesa, onde também se descobre o tempero do sol e do mar.

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Sol e Mar

Uma viagem pelo litoral Alentejano

Não deixe de…
  • Jantar a ver o por do sol
  • Comer peixe fresco
  • Fazer um dos trilhos dos pescadores assinalados pela Rota Vicentina
  • Ir a Sines durante o festival de Músicas do Mundo
  • Aproveitar o Festival do Sudoeste para conhecer o litoral

Entre a foz do Rio Sado e a Zambujeira do Mar, o litoral alentejano surpreende por ser uma área de costa tão bem preservada, com pequenos paraísos de sol e praia, gente amável e boa gastronomia.


De Troia a Sines
Podemos chegar a Troia por Alcácer do Sal ou de ferry a partir de Setúbal, atravessando o estuário do Rio Sado. À chegada, a península de Troia tem muito a descobrir. Podemos jogar golfe, ter aulas de surf, fazer caminhadas ao longo da praia ou observar golfinhos. Assim como dar uns passeios para conhecer o património cultural da região, como a aldeia palafita da Carrasqueira e as Ruínas Romanas de Troia que nos revelam, aliás, como já era uma área muito rica em recursos naturais há dois mil anos atrás.

A seguir a Troia, a Comporta é um local muito apreciado para ir à praia com a família e com bons restaurantes. Estamos numa região de arrozais e por isso os pratos confecionados com arroz são uma especialidade a não perder.

Até Sines, a costa é uma extensão de areia contínua, com praias tão agradáveis como as do Pinheirinho e da Galé, por exemplo. Em Melides e em Santo André, consoante a vontade e a preferência pelas atividades, podemos escolher entre as praias de mar e as lagoas. São bons locais para andar de canoa ou fazer windsurf.

Sines é uma das cidades mais importantes do litoral alentejano e é também um porto industrial e um cabo de mar, tornando-se um ponto de paragem natural para quem visita a região. Porto pesqueiro de tradição, foi aqui que nasceu Vasco da Gama, o grande navegador. Quem sabe as suas viagens não terão inspirado o Festival de Músicas do Mundo que aqui se realiza todos os anos no início do verão.


Navegar na costa algarvia

Com cerca de 200 quilómetros de costa, um clima excelente e águas calmas, o Algarve é ótimo para navegar, mesmo não sendo dono de um barco, já que há sempre a hipótese de alugar ou de nos juntarmos aos cruzeiros que dão a conhecer a beleza do litoral. 

E conhecer a região a partir do mar é algo completamente diferente, que nos surpreende a cada instante. Dos rochedos dourados em que a erosão esculpiu grutas e formas exuberantes, sobretudo entre Lagos e Albufeira, às falésias avermelhadas e dunas brancas que emolduram amplos areais, a variedade da paisagem é grande. O mar agitado a ocidente, perto de Sagres, aquece e acalma conforme nos dirigimos para leste, tornando esta aventura mais relaxante. 

Também há rios navegáveis, como o Arade, que entre Portimão e Silves possui recantos de grande beleza, com fontes de água cristalina, uma vegetação imensa e memórias da presença árabe. Já no extremo leste, a subida do Guadiana é um passeio agradável entre vastas margens, onde podemos avistar moinhos, casas típicas e campos de pastoreio. E pelo meio a Ria Formosa, uma área protegida de sapais, dunas e ilhas quase desertas com areais que parecem não ter fim banhados por águas transparentes. 

Podemos conhecer esta diversidade a bordo das pequenas embarcações licenciadas ou nos passeios organizados por diversas empresas. Muitos deles incluem almoço a bordo, ou uma típica sardinhada portuguesa numa baía recatada. E existem também passeios com uma vertente de ecoturismo para observação da fauna e flora no Parque Natural da Ria Formosa e na Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António. 

Mas para quem está habilitado, não há nada melhor do que navegar ao leme de uma embarcação e descobrir enseadas escondidas entre dunas e falésias, praias desertas e selvagens inacessíveis por terra. Mergulhar nestas paragens debaixo do sol quente do verão algarvio faz-nos sentir no paraíso. E nem é preciso ter barco, já que há diversas empresas que os alugam por algumas horas ou dias. E aqueles que gostam de pescar testando a sua adrenalina ao tentar capturar espécies grandes, encontram no Algarve um bom destino para pesca grossa, sobretudo nas águas mais ocidentais. 

Com mar e ventos de feição, encontram-se aqui ótimas condições para a realização de provas de vela que atraem participantes de diversas partes do mundo. Como cenário ou ponto de escala, o Algarve é presença constante nos calendários dos mais prestigiados eventos internacionais da modalidade. E velejar está ao alcance de todos, já que há muitas escolas e clubes náuticos na maioria das cidades e vilas do litoral onde é possível aprender. É outra forma de descobrir o Algarve, basta traçar uma rota, içar velas, soltar amarras e partir à aventura!


Praias

Ao longo de mais de 850 quilómetros, a costa portuguesa possui um tão grande número de praias de areia fina e branca, que é quase impossível contá-las. Todas banhadas pelo oceano Atlântico e todas diferentes, são sítios de uma beleza difícil de descrever, pelo que nada melhor do que vir descobri-las.

As mais conhecidas são as do Algarve. Com três mil horas de sol por ano e águas tépidas, ao longo de 200kms há praias para todos os gostos e muitos resorts de sonho. Dos areais a perder de vista aos mais pequenos aconchegados por rochas recortadas, imagem de marca da região, são múltiplas as opções que acompanham um mar transparente e tranquilo, ideal para a prática de diversos desportos náuticos.

Sagres, no extremo sudoeste do continente europeu, marca a transição. Está situada na Costa Vicentina que com o sudoeste alentejano constituem um dos mais bem preservados trechos do litoral europeu. Aqui há praias desertas de uma beleza selvagem onde podemos usufruir de um contacto ímpar com a natureza. E perto de Sines começa um areal que se estende ao longo de mais 60kms só terminando em Troia, um desafio para os entusiastas das caminhadas!

Já as praias da Costa da Caparica são muito queridas dos lisboetas, que em redor da capital têm variadíssimas opções para banhos de sol e mar. Da linha do Estoril, cosmopolita com marcas de uma época de ouro em que foi refúgio de reis e nobreza, às recatadas praias da zona idílica de Sintra, a variedade é grande. E o mar tem a ondulação perfeita para o surfing, que tem o expoente máximo um pouco mais a norte nas praias da Ericeira, Peniche e Nazaré

No centro, encontram-se areais muito largos, a que a pesca artesanal acrescenta um colorido pitoresco. E mais a norte, as águas mais frias e o mar revigorante são temperados pelo ambiente hospitaleiro e pelos bons ares das serras e das florestas. E ainda temos as ilhas. Se no arquipélago da Madeira se destaca o longo areal dourado da ilha de Porto Santo com propriedades terapêuticas, nos Açores encontramos areias de cor negra com origem vulcânica, emolduradas por todos os tons de verde de uma natureza preservada.

Com todas estas diferenças há uma característica comum – a qualidade. Seguras e com uma vasta oferta de serviços de apoio e diversão que garantem todas as necessidades dos utilizadores, um grande número de praias portuguesas recebe todos os anos a bandeira azul da Europa, um galardão que comprova as suas excelentes condições. 

Outro galardão que muitas das nossas praias se orgulham de exibir é o de praia acessível. É assim que estão identificadas aquelas que têm acessos para pessoas com dificuldades de locomoção, muitas delas disponibilizando mesmo equipamentos que permitem que todos usufruam dos banhos de mar. 

E em Portugal os atrativos das praias não se cingem à época balnear. Ao longo de todo o ano são os lugares certos para passear, praticar desporto, contemplar a natureza ou saborear a deliciosa gastronomia portuguesa, em que o melhor peixe do mundo e o marisco têm lugar de destaque, sempre com deslumbrantes vistas sobre o mar. Haverá melhor programa?


Cascais e a Costa do Estoril

Não deixe de…
  • saborear uma refeição de peixe fresco, com vista para o mar
  • conhecer Cascais de bicicleta
  • comer um gelado, à beira mar
  • ir à praia
  • aprender a fazer surf
  • divertir-se nas noites quentes de verão de Cascais e do Estoril

Cascais e o Estoril, na costa a norte de Lisboa, tornaram-se um dos locais mais cosmopolitas e turísticos de Portugal, a partir do momento em que o rei D. Luís I escolheu a baía para sua residência de verão, no final do séc. XIX.

O clima ameno e uma média de 260 dias sem chuva por ano foi com certeza um motivo forte para esse facto e para as famílias mais abastadas da época seguirem a casa real e aí terem as suas vivendas e palacetes. Vale a pena fazer o passeio e sentir ainda hoje o ambiente desses tempos.

Para lá chegar, ir pela estrada marginal de Lisboa até Cascais ou de comboio é uma boa opção. É um percurso muito cénico, sempre acompanhando o rio Tejo e as concorridas praias da costa do Estoril. Ao longo do caminho, passamos por vários fortes que defendiam a capital, em fogo cruzado com o Forte do Bugio, bem no meio da foz, entre Santo Amaro, de um lado, e a Trafaria, na outra margem.


Praias do Algarve

Dos longos areais protegidos por falésias douradas às pequenas baías aninhadas entre rochedos, o Algarve tem praias para todos os gostos. Em comum oferecem a certeza de umas férias perfeitas ao sol.

E quais são os ingredientes desta oferta? O clima ameno, que conta com a presença do sol cerca de 300 dias por ano. O mar de águas límpidas, quase sempre tépidas e tranquilas. E as areias, finas e brancas, um convite irrecusável à descontração, num gesto tão simples como estender a toalha ao sol para ganhar um bronzeado invejável, ou brincar a construir castelos à beira-mar na companhia dos mais pequenos.

Da costa sudoeste perto de Aljezur até ao extremo leste junto a Vila Real de Santo António são cerca de 200 quilómetros de praias muito diversas entre si. A maior parte tem boas condições de segurança e qualidade reconhecida pela bandeira azul da Europa, com equipamentos que garantem o desporto e a diversão. Muitos são areais de grande beleza que oferecem cenários idílicos para momentos românticos, e outros ficam perto de locais de animação noturna, procurados por aqueles que não dispensam música e dança nas férias. Mas também há praias quase desertas, em que a natureza se preserva num estado praticamente selvagem.

Há um grande número de praias acessíveis a pessoas com dificuldades de locomoção e muitas têm mesmo equipamentos que permitem que todos usufruam dos banhos de mar. E também há praias reservadas aos naturistas, e outras que por serem pouco frequentadas têm áreas em que essa prática é tolerada. 

As praias mais inexploradas estão na Costa Vicentina, em contraste com a zona central, entre Lagos e Faro, onde se encontram areais cosmopolitas, consequência da maior densidade de oferta hoteleira, que inclui muitos resorts de alta qualidade. O Parque Natural da Ria Formosa é uma reserva de sossego, uma área de águas plácidas recortadas por ilhas, canais e lagoas, que marca a transição para leste, onde os mares são mais quentes e suaves e os areais muito extensos. 

Quase todas as praias possuem restaurantes e bares para descansar e tomar um refresco quando o sol está a pique, saborear o peixe fresquíssimo da região ou ficar a apreciar o entardecer, com o sol a esconder-se nas águas do mar. O remate perfeito para um dia bem-passado. 


Ao longo da costa no Centro de Portugal

Não deixe de…
  • praticar desporto no areal da Figueira da Foz
  • saborear peixe grelhado num esplanada à beira-mar
  • fazer um passeio de moliceiro na Ria de Aveiro
  • observar aves aquáticas na Reserva Natural das Dunas de São Jacinto
  • assistir à chegada dos barcos de pesca nas Praias de Mira ou da Vagueira
  • provar o pão-de-ló de Ovar

Praias de areal muito largo limitadas por encostas resguardadas por dunas e pinhais, com areia branca e fina e mar batido de um azul profundo… assim é o litoral do Centro de Portugal. Imagens de grande beleza que podemos descobrir num passeio ao longo da costa, da Figueira da Foz até Esmoriz. 

Da Figueira a Mira

Alegre, cheia de vida e animação, a Figueira da Foz é uma das principais estâncias de veraneio. Para além do enorme areal onde se pode jogar futebol, vólei e um sem número de atividades, é conhecida pelo casino inaugurado no final do século XIX, altura em que a aristocracia enchia os seus elegantes salões. Hoje em dia recebe muitas provas desportivas, do surf à motonáutica, da vela ao rugby de praia, mantendo sempre o seu carácter cosmopolita. Seja verão ou inverno, ciclistas e patinadores são presença garantida na sua marginal que nos conduz à Praia de Buarcos, protegida dos ventos norte pelo Cabo Mondego

Seguindo a estrada florestal chegamos a outra praia - Quiaios, uma aldeia simpática de casas pequenas. A norte, encontram-se as Lagoas da Vela e das Braças, zona de piqueniques e de observação de aves aquáticas. Mais acima a praia da Tocha. Aqui ainda podemos admirar o engenho de construção dos velhos palheiros, assentes em esteios de pinho que foram erguidos pelos pescadores com madeira das matas da região. Serviam para guardar os seus utensílios e muitos deles hoje em dia são casas de férias. O areal dourado prolonga-se até à Praia do Palheirão, selvagem e quase deserta, um pedaço de natureza intacta rodeada de pinhal. 

A estrada florestal leva-nos à Praia de Mira, pequena aldeia piscatória até à primeira parte do século XX. Tanto aqui como na Praia da Vagueira, ainda se pratica a arte xávega, em que os barcos coloridos usam a técnica tradicional da pesca de arrasto, sendo hoje em dia os tratores a puxar as redes para a areia, substituindo assim as juntas de bois que antigamente desempenhavam essa tarefa. 

Perto de Aveiro
Na Praia da Costa Nova os pitorescos palheiros de madeira estão pintados às riscas de cores garridas, uma imagem de postal que todos gostam de registar. A Praia da Barra com o seu farol centenário, o mais alto do país, marca o ponto de encontro da Ria com o oceano, no final de uma língua de terra que tem início a vários quilómetros a sul no Areão. Apesar de se situar mais para o interior, junto a um dos braços da ria, Ílhavo é uma cidade ligada ao mar, cuja população teve um papel importante na pesca do bacalhau nos mares de gelo da Terra Nova. A memória desta história de séculos está bem representada no Museu Marítimo de Ílhavo e na gastronomia local. 

Numa imagem única de comunhão entre a terra e o mar, Aveiro é invadida pela ria, cujos braços se estendem pelo meio do casario em inúmeros canais. Atravessando a Ria de barco chegamos rapidamente à Reserva Natural das Dunas de São Jacinto, uma grande área ao longo da costa. Num perfeito estado de conservação, é um espaço privilegiado para a observação da natureza, sobretudo das aves aquáticas que aqui se refugiam e nidificam, a que se soma outro grande atrativo - a Praia de São Jacinto, quase selvagem com um areal sem fim. 

Da Torreira a Esmoriz
A norte, a Praia da Torreira também se insere no cordão litoral que separa a Ria do mar, um areal contínuo sem interrupção que se estende ao longo de 25 quilómetros desde a Praia de São Jacinto e prossegue até à Praia do Furadouro. Aqui, quem quer fazer praia e desportos aquáticos tem sempre possibilidade de escolha: de um lado o mar, agitado, excelente para a prática de surf, e do outro as águas da Ria, mais tranquilas, ideais para vela ou windsurf. 

Ovar, alguns quilómetros para o interior, vale bem a pena o desvio pelo seu famoso pão-de-ló, que complementa na perfeição a gastronomia regional em que o peixe tem lugar de destaque. Neste conjunto de praias que inclui ainda a norte a Cortegaça e Esmoriz, conservam-se as tradições da pesca artesanal que à mesa se transforma em deliciosos pratos, como as características enguias de escabeche ou de caldeirada e muitas outras formas de saborear o peixe fresco. Uma oportunidade a não perder quando se passeia pelo litoral.


Ir à praia em Lisboa

Não deixe de…
  • passear ao longo da praia
  • dar um mergulho no Oceano Atlântico
  • jantar ao pôr-do-sol, vista mar
  • provar o marisco

Situada no encontro da foz do Rio Tejo com o Oceano, Lisboa é uma cidade com uma forte ligação ao mar, a única capital europeia com praias atlânticas.

Por isso, é imprescindível dar um passeio ao longo da costa ou até fazer uns dias de praia.

Com mais de duas dezenas de praias com Bandeira Azul, a costa tem ótimas condições para a prática de desportos náuticos e atrai surfistas e bodyboarders de todo o mundo, com todos os níveis de experiência.

Dizem os entendidos que aqui se encontram as melhores ondas da Europa, com grande diversidade de tipos de onda e de fundo, de areia ou de laje.

 


Ilha de Porto Santo

Na Ilha do Porto Santo encontramos um refúgio dourado e azul, um local onde tudo acontece num ritmo calmo, convidando à descontração e ao relaxamento.

Em pleno Oceano Atlântico, com 11 km de comprimento e 6 km de largura, Porto Santo é desde há muito apelidado de Ilha Dourada, devido à sua extensa e fantástica praia de 9 km de areia fina e sedosa banhada por águas azul-turquesa. O clima do Porto Santo, moderado durante todo o ano e com uma temperatura do mar que oscila entre os 17ºC e os 22ºC, faz com que esta ilha nunca perca o seu encanto mesmo nos meses de Inverno.

Em 1418 os navegadores portugueses, João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira chegaram à Ilha do Porto Santo, primeira das descobertas ultramarinas portuguesas. Tendo sido desviados por ventos fortes da sua rota de exploração da costa ocidental de África, a Ilha do Porto Santo deu-lhes um porto seguro, ganhando assim o seu nome. Em 1446, o Infante Dom Henrique nomeou Bartolomeu Perestrelo governador da ilha, dando-lhe razões para ficar famosa: a filha de Perestrelo veio a casar-se com Cristóvão Colombo, que aqui passou algum tempo nesta Ilha a preparar a grande viagem da Descoberta da América. Hoje em dia é possível visitar a casa do século XV que Cristóvão Colombo terá habitado. Situada em Vila Baleira, exibe retratos de Colombo e também mapas com as diferentes rotas por ele percorridas.


Ericeira, Reserva de Surf

O percurso ao longo do mar a norte de Lisboa é um dos passeios mais apreciados da costa portuguesa. Pelo caminho encontram-se boas surpresas, como a Ericeira, uma vila de pescadores com muita tradição ligada ao mar, reconhecida atualmente como uma das reservas de surf do mundo.

No mar, o trabalho diário dos pescadores tem apenas par na dedicação e presença habitual dos surfistas e bodyboarders que aqui encontram um refúgio especial. O campeão nacional Tiago Pires e muitos outros surfistas nasceram aqui e deram a conhecer esta pequena vila do concelho de Mafra que atualmente integra campeonatos mundiais como o WSL World Surf League Tour e o Quik Silver Pro Portugal.

As caraterísticas do mar e da costa, em que altas arribas alternam com pequenas enseadas de areal, a preservação de habitats naturais mediterrânicos e a cultura do surf que se vive fazem da Ericeira um destino procurado por surfistas de todo o mundo.

A área de costa que foi considerada pela organização norte americana Save the Waves Coalition como a 1ª reserva de surf da Europa e a 2ª do mundo tem 8 km e inclui praias que são uma referência em todo o mundo para a prática deste desporto, como as de Ribeira de Ilhas, a Baía dos Dois Irmãos, conhecida pela comunidade por Coxos, a praia da Empa, em frente à vila e a praia de São Lourenço.

A diversidade de ondas permite ter vários graus de dificuldade e, por isso, condições de excelência para a prática de desportos de prancha, sejam profissionais ou iniciados. As ondas mais desafiantes são a Pedra Branca, Reef, Ribeira d’Ilhas, Cave, Crazy Left, Coxos e São Lourenço. Para quem quiser iniciar-se na adrenalina dos desportos de mar, existem diversas empresas com aulas de surf que poderão ajudar a fazer as primeiras ondas ou a aperfeiçoar a técnica.

No entanto, quem chega à vila, não precisa de ser surfista para se sentir em casa. De ruas estreitas e ambiente acolhedor, o espírito de praia e férias sente-se todo o ano na Ericeira, pronta a receber visitantes de todo o mundo.

As praias perto da vila ou a da Foz do Lizandro, mais afastada, são mais abrigadas e por isso adequadas para famílias com crianças. Pode também fazer-se pequenos passeios pelas proximidades e visitar a Aldeia Típica de José Franco, uma aldeia miniatura em barro existente na localidade de Sobreiro, e o Convento de Mafra que inspirou o Nobel da literatura José Saramago no “Memorial do Convento”. Muito perto, na Tapada Nacional de Mafra, mandado construir pelo rei D. João V, para si e para a sua corte, após a construção do convento, no éc. XVIII, é atualmente um espaço lúdico em que se podem observar gamos, veados, javalis e outras espécies de fauna selvagem a viver em liberdade.

Outra sugestão de visita ligada à proteção da natureza é o Centro de Recuperação do Lobo Ibérico, na Malveira, dedicado a uma espécie em vias de extinção, habitualmente considerada perigosa.

Um dos maiores atrativos desta região é a sua gastronomia, repleta dos tradicionais sabores do mar. O peixe fresco grelhado é obrigatório mas o marisco também é muito apreciado, em particular as lagostas, que são criadas em viveiros de mar na Ericeira.


Fim de semana em Troia

Não deixe de…
  • Passear na praia
  • Andar de bicicleta na ciclovia que atravessa a península de Troia
  • Fazer um passeio de barco para ver os golfinhos

Passeios de barco à procura de golfinhos, praias a perder de vista, restaurantes com peixe fresquinho e esplanadas em cima da areia... é a mais simples descrição de umas férias em Troia, ideal para viajar em família.

A cerca de uma hora de Lisboa, em Setúbal, podemos apanhar o ferry-boat que atravessa o rio Sado e chegar ao complexo turístico de Troia. Nessa margem, encontramos um dos mais extensos areais de Portugal, com 18 km de comprimento, que ficará por nossa conta. Seja verão ou inverno, o microclima com temperaturas amenas permite-nos passar uns dias repletos de atividades.

No areal dourado a perder de vista, com o mar de água límpida de um lado e pinhal do outro, podemos divertir-nos com toda a família e se o tempo o permitir, até podemos aproveitar para nos dedicarmos aos desportos náuticos. A zona é muito propícia ao windsurf e à vela, como se poderá perceber pela ocupação da Marina de Troia.

Outra ideia é aproveitar para fazer umas férias de golfe. O campo de Troia, desenhado pelo famoso arquiteto americano Bobby Jones é ótimo para ter a experiência de um bom desafio de golfe, verdadeiramente integrado na paisagem. Está na lista dos melhores campos de golfe da Europa e faz parte de algumas competições internacionais.

Neste ponto de encontro do rio Sado com o mar, é muito frequente ver golfinhos e fazer um passeio de barco com tempo para os observar é sempre uma boa sugestão. Ou para fazer observação de pássaros, com o Parque Natural da Serra da Arrábida e a Reserva Natural do Estuário do Sado motivos de interesse não faltam. Não muito longe, fica a Carrasqueira, um porto de pesca muito tradicional, construído sobre palafitas.

Em Troia, encontram-se sinais de ocupação humana desde há muitos séculos. As Ruínas Romanas são um dos vestígios arqueológicos mais importantes, datadas do séc. I. Eram o maior complexo de produção de conservas e molho de peixe no ocidente romano, o que também comprova a importância da pesca na economia local desde longa data.
Seguindo a estrada que atravessa esta língua de areia chega-se a outras praias, como a da Comporta, do Carvalhal ou do Pego, onde é muito fácil encontrar um bom restaurante para almoçar peixe fresco ou provar os petiscos da gastronomia local. Mas basta andar poucos quilómetros para variar de cenário. A seguir à praia da Galé, as dunas interrompem-se para dar lugar, à lagoa de Melides, com uma falésia de arenito com cinco milhões de anos, e à Reserva Natural das Lagoas de Santo André e da Sancha.

Já perto de Grândola, encontramos o Badoca Park, motivo de divertimento para toda a família, onde podemos fazer um "safari" e ver veados, búfalos, avestruzes, girafas, antílopes, zebras e outros animais ao ar livre que miúdos e graúdos vão adorar, bem no meio do Alentejo.



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