Torres Vedras
Toitorres
Rent-a-Car e Caravanas
2560-629 Torres Vedras
Praia da Assenta
Abrigada por altas falésias, a Praia da Assenta é tranquila e acolhedora, sendo o sítio ideal para quem procura férias sossegadas, pois aqui pode conjugar a praia com a ruralidade genuína que caracteriza esta área.
A zona sul do areal é a mais aconselhável para banhos, enquanto a área norte, bastante pedregosa, é excelente para a pesca.
Praia de Porto Novo
Situada na foz do Rio Alcabrichel, a Praia de Porto Novo encontra-se no limiar de um vale paradisíaco, entre escarpas cobertas de vegetação luxuriante, que escondem grutas com vestígios pré-históricos. Antigo porto piscatório, esta praia é também conhecida por ter sido o local de desembarque das tropas britânicas que viriam a combater na batalha do Vimeiro, aquando da primeira invasão napoleónica, em 1807.
Muito perto, situa-se o complexo termal do Vimeiro que proporciona diversos atrativos complementares como o campo de golfe, o centro hípico e uma piscina de água aquecida.
Praia de Santa Cruz
Santa Cruz possui um areal muito extenso, tomando nomes diferentes de acordo com o concessionário, sendo bem conhecidas as Praias do Navio, do Mirante, do Pisão, da Física, do Centro, de Santa Helena, da Formosa e a Praia Azul. A pureza das águas e areias e a beleza característica que lhe conferem os rochedos pitorescos, fazem de Santa Cruz uma estância balnear muito concorrida.
No extremo sul, as arribas da Ponta da Vigia dão início a um conjunto de rochedos, de que se destaca o Penedo do Guincho, com 30 metros de altura por 100 de circunferência. Na base abre-se num espaço abobadado atravessado pelo mar. Sobranceiros a estes rochedos, existem curiosos socalcos, de onde em dias de atmosfera límpida se pode admirar um vasto panorama que abrange o farol do Cabo Carvoeiro e as Ilhas das Berlengas.
Dotada de infra-estruturas de apoio que incluem a piscina e um fosso olímpico de tiro, a animação durante a época estival é completada por voos turísticos a partir do aeródromo local e por uma série de eventos.
Praia de Santa Rita
Com um grande areal limitado por montes e dunas cobertos de vegetação, a Praia de Santa Rita possui duas áreas concessionadas nos seus extremos norte e sul. Muito concorrida, esta praia é banhada por um mar de ondulação forte, ideal para os praticantes de surf e bodyboard.
Posto de Turismo - Santa Cruz
Postos de Turismo
2560-474 Silveira / Torres Vedras
Posto de Turismo - Torres Vedras
Postos de Turismo
2560-301 Torres Vedras
Carnaval de Torres Vedras
Outros
O Carnaval de Torres Vedras mantém uma forte componente tradicional, constituída por 13 carros alegóricos de grandes dimensões, grupos de mascarados, típicos cabeçudos, gigantones e Zés Pereiras, com os seus tradicionais bombos e gaitas de foles . Os Reis do Carnaval, ambos do sexo masculino, são normalmente personalidades da região. O par é acompanhado por uma corte de ministros caricaturados e de matrafonas grotescas e ainda de uma caricata Guarda Real.
O Carnaval de Torres tem ainda a particularidade de ter uma pré-apresentação durante o mês de agosto , na Praia de Santa Cruz. São quatro dias de festas e concertos que contam com a apresentação de escolas de samba, carros alegóricos e dos animados Zés Pereiras.
Nos finais do séc. XIX o Carnaval em Torres Vedras era festejado em bailes de coletividade , sem animação de rua, à exceção de alguns grupos de pessoas mascaradas que se passeavam divertindo a população. Foi apenas em 1912 que se reuniu uma comissão de Carnaval, com a ajuda da Filarmónica, organizou um desfile nos dois dias de festa, pedindo donativos para distribuir um "Bodo aos Pobres".
Em 1924 surge o primeiro cortejo de carros alegóricos, puxados por bois, com um "rei" e uma "guarda de honra" montada em burros. Em 1926, realiza-se o primeiro Carnaval com rei e rainha. Em 1928, as "matrafonas", homens vestidos de mulher de forma ridícula, juntam-se ao cortejo. Em 1931, tem lugar a primeira "Batalha de Flores", desta vez em recinto fechado e com entrada paga. Em 1933 houve grande divulgação da festa, que foi filmada e apresentada num cinema de Lisboa. Nesse ano, o desfile teve lugar na 2ª e 3ª Feiras. As receitas obtidas ao longo desses anos eram doadas a instituições locais ou de beneficência.
A partir de 1937 não se realizaram festejos, devido à II Grande Guerra, até que em 1948 o jornal local "O Torreense" apelou à revitalização do Carnaval. Assim, o desfile voltou a realizar-se mas de uma forma irregular, sobrevivendo a muito custo.
Em 1985, iniciou-se um novo período na história do carnaval de Torres Vedras. Foi criada uma comissão organizadora que contou desde o início com o apoio da Câmara Municipal e que define anualmente um tema para dar o mote às decorações carnavalescas.
Museu Municipal Leonel Trindade
Museus e Palácios
Forte de São Vicente
Monumentos
É formado por um interessante conjunto de fossos, trincheiras, traveses e posições de fogo, que se mantêm com a disposição do tempo da terceira invasão francesa.
A sua construção iniciou-se em 1809 e fazia parte do que viriam a chamar-se "Linhas de Torres Vedras".
O principal objectivo deste conjunto arquitectónico militar era a defesa de Lisboa. Pretendia-se criar, sob proposta de Wellington, um sistema de fortificações que reforçasse os obstáculos naturais e ao mesmo tempo permitisse a comunicação com o mar, salvaguardando assim uma possivel retirada dos ingleses, em caso de derrota.
A construção das "Linhas de Torres" iniciou-se em Novembro de 1809 e formam um conjunto de 152 fortificações, colocadas em pontos estratégicos ou elevados.
Quando foram ocupadas, e, 1810, tinham apenas 108 fortes, pois não estavam concluídas as obras, o que só veio a acontecer em 1812.
O Forte de S. Vicente era um dos pontos mais fortificados das "Linhas de Torres Vedras", continha 39 bocas de fogo e capacidade para 2.000 homens, e juntamente com o Castelo, que continha 11 bocas de fogo, constituíam os dois redutos da vila, aos quais se juntava uma bateria fechada, próxima do Varatojo. Seguiam as linhas depois pela margem esquerda do Sizandro até ao mar. Este rio foi tornado na altura praticamente intransponível, pois a agravar o seu curso já de si pantanoso, foram construídas comportas destinadas a reter a água.
Pode-se pois afirmar que as "Linhas de Torres Vedras", das quais o Forte de S. Vicente era reduto sobremaneira importante, desempenharam papel de relevo como travão à marcha de Massena. Apesar de ter chegado até bem perto das Linhas, depois de as ter observado pessoalmente e se ter apercebido da dificuldade de as transpôr, iniciou a sua retirada da Península Ibérica, sempre acossado pelas forças luso-britânicas.

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