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Castelo de Vide

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Posto de Turismo - Castelo de Vide

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Praça D. Pedro V 7320-113 Castelo de Vide
Telefone:
+351 245 901 361
Fax:
+351 245 901 827


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A Judiaria de Castelo de Vide

A Judiaria de Castelo de Vide

Outros

A melhor forma de conhecer a Judiaria de Castelo de Vide é fazer um passeio a pé.

A partir da praça principal D. Pedro V, siga pela Rua de Santa Maria até ao Castelo, que poderá aproveitar para visitar. Desça depois pela encosta Norte (lado esquerdo) e descubra as marcas de um tempo passado mas que aqui permaneceram de forma subtil.

As ruas, de traçado medieval, revelam na toponímia a presença judaica: a Rua da Judiaria, a Rua Nova, onde viviam os judeus convertidos designados por cristãos-novos, a Rua do Arçário, o tesoureiro da comunidade, e a Rua das Espinosas, em honra do filósofo do séc. XVII Spinoza, filho de um habitante de Castelo de Vide.

Na Judiaria, repare nas casas. No piso térreo, duas portas comunicam com o exterior. Normalmente de granito, uma dá para a loja onde se desenvolvia a atividade comercial e outra para umas escadas que dão acesso aos dois pisos superiores, de habitação. Nas portas que ainda conservam a estrutura gótica ogival, podemos ver símbolos esculpidos e, na ombreira do lado direito, pequenas fendas escavadas com cerca de 10 cm. São as "mezuzot" (plural de "Mezuzah"), sinais evidentes do culto hebraico, onde os judeus punham um pequeno pergaminho afirmando a profissão de fé, com o nome de Deus escrito num dos lados e no outro o Shemah, nome dado à primeira frase do Livro do Deuterónimo que significa "escuta".

No cruzamento da Rua da Judiaria com a Rua da Fonte fica a antiga Sinagoga, local de reunião da comunidade e também escola judaica. Ao que se sabe, era uma simples casa no séc. XII, tendo sido transformada em templo no séc. XIV. No século XVI, com o Édito de expulsão dos judeus, voltou a ser uma casa de habitação. Dentro de uma parede foram encontrados um tabernáculo e uma pianha, confirmando a sua antiga função. O tabernáculo, dividido em dois espaços, servia para guardar os manuscritos sagrados e os santos óleos utilizados nas práticas religiosas. A pianha, do lado esquerdo, era utilizada para pousar as Sagradas Escrituras.

Ainda na Judiaria, a primeira casa da Rua do Arcário conta mais uma história. Aí morava a parteira ou "abafadeira", assim chamada pelo seu poder de dar ou tirar a vida. Na janela mais alta, ainda se veem os apoios de granito de um estendal onde se punham os panos do parto, dando assim conta do que se ia passando a quem esperava cá fora.

Ao descer pela encosta Norte, o passeio terminará inevitavelmente no agradável largo onde fica na Fonte da Vila, um dos limites da judiaria.


A Páscoa em Castelo de Vide

A Páscoa em Castelo de Vide

Outros

A Páscoa em Castelo de Vide é um dos maiores eventos locais e torna-se particularmente interessante pela forma como se associaram às práticas católicas elementos da cultura judaica, testemunhos do passado histórico. As celebrações dividem-se em dois momentos: desde o Domingo de Ramos até à 6ª Feira Santa e desde a noite de 6ª Feira até à 2ª Feira de Páscoa, quando a festa revela as influências judaicas. Os rituais ainda se mantêm, embora para muitos praticantes já tenham perdido o sentido religioso inicial.

No Domingo de Ramos celebra-se a Bênção dos Ramos e a Procissão dos Passos do Senhor. Na 5ª Feira Santa, há a Missa da Ceia do Senhor com o Ofertório Solene do Vinho, da Cera e do Trigo para a celebração da Santa Missa durante todo o ano. À noite fica em exposição e adoração o Santíssimo Sacramento. 6ª Feira Santa é o dia da celebração da Paixão do Senhor, com a Adoração da Santa Cruz e a distribuição da Sagrada Comunhão e ao fim da tarde a Procissão do Enterro do Senhor.

Na manhã do Sábado de Aleluia há a habitual Benção dos Cordeiros, em que os pastores invadem o centro da vila com os seus rebanhos, para serem benzidos e depois vendidos. Os animais comprados são mortos nesse dia segundo as práticas judaicas, embora muitas pessoas o façam na véspera, antes do pôr do sol como vem nas Escrituras. Os animais ficam expostos à porta de casa e as peles são limpas e vendidas aos artesãos locais. Farão ainda parte da rica ementa pascal, terminando o jejum da Quaresma.

À noite, celebra-se a Vigília Pascal com a Bênção do Lume Novo e da Água Batismal , Eucaristia e anúncio da Ressureição do Senhor. À saída da igreja, assiste-se a um ritual interessante. Algumas pessoas aproximam-se e pedem perdão em segredo, numa reminiscência da festa judaica do Grande Perdão designada por Kippour. No fim da missa, o Cortejo da Aleluia começa dentro da Igreja Matriz e sai a percorrer as ruas principais, acompanhado pela banda filarmónica e pela música dos carrilhões da igreja. É um dos momentos mais impressionantes de toda a festa pascal pois todos os presentes levam chocalhos e campainhas que tocam a acompanhar a cerimónia e depois o cortejo.

O Domingo de Páscoa começa com a Procissão da Ressureição, com um percurso e hierarquia pré-estabelecidos. Conta com a presença das várias associações e instituições locais e com a representação das atividades comerciais mais antigas (carpinteiros, sapateiros, ferreiros, pedreiros, etc.) e mais recentes. A Missa Solene na Igreja Matriz encerra as celebrações. Neste dia a população faz as suas ofertas para ajudar a cobrir as despesas da Semana Santa.

Na 2ª Feira de Páscoa é feriado municipal em Castelo de Vide pois comemora-se a Festa de Nossa Senhora da Luz. De manhã há missa na Igreja da Senhora da Luz e à tarde a Banda percorre a vila convidando a população para o lugar da festa onde se faz a venda de Ramos, a quermesse e o bar.

Durante toda a Semana Santa a Câmara Municipal promove várias atividades culturais.


Fonte da Vila

Fonte da Vila

Monumentos

De forma quadrangular, a Fonta da Vila de Castelo de Vide foi construída no séc. XV. É coberta por um alpendre suportado por colunas de mármore, com cobertura piramidal de remate em pinha. Em cada uma das quatro faces, podem ver-se as armas de Portugal e as do concelho.
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Morada:
Largo Dr. Frederico Laranjo


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Castelo de Castelo de Vide

Castelo de Castelo de Vide

Monumentos

Restam importantes estruturas do amuralhamento abaluartado e a Torre de Menagem. Na rua de Santo António, intrarmuros,existem antigos quartéis da guarnição encostados à muralha, com paredes de alvenaria sem rebocos e chaminés sem tijoleiras.
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Morada:
Castelo de Vide


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Castelo de Vide

Castelo de Vide

Localidades

O castelo rodeado pelo casario branco destaca-se na paisagem e é sem dúvida a primeira surpresa para o visitante. Do alto, a paisagem alentejana adquire todo o seu esplendor. Pequenas aldeias no meio dos campos perdem-se de vista. Ali bem perto, a cerca de 20 km, espreita Marvão e um pouco mais além avistam-se terras de Espanha.

Na encosta Norte, entre o Castelo e a Fonte da Vila, uma série de ruas mais estreitas delimitam o núcleo histórico da Judiaria. A Judiaria de Castelo de Vide é um dos exemplos mais importantes da presença dos judeus no nosso país, remontando ao século XIII, tempo de D. Dinis. Aí podemos encontrar uma das melhor preservadas judiarias de Portugal, já há alguns anos incluída num programa de recuperação de edifícios e de revitalização, onde se preserva um dos maiores espólios de arquitetura civil do período gótico.

Passeie-se então, ao acaso por essas ruas íngremes e estreitas e deixe-se encantar pelo charme da sua memória medieval.

Mas Castelo de Vide tem outros monumentos que valem a pena visitar. Falamos por exemplo da Capela do Salvador do Mundo, a mais antiga (finais do séc. XIII) cujo interior está coberto de painéis de azulejos azuis e brancos, ou da Capela de São Roque construída no séc. XV e reconstruída no séc. XVIII. Mas estas são apenas duas das 24 igrejas existentes.

Se ainda tiver tempo e vontade, pode subir ao monte fronteiro a Castelo de Vide, onde fica a Capela de Nossa Senhora da Penha e de onde tem uma outra perspetiva da vila.

Castelo de Vide sempre foi conhecida pelas suas riquezas naturais nomeadamente pelas termas, cuja água tem propriedades terapêuticas. Pode encontrar várias fontes sendo a Fonte da Vila e a Fonte da Mealhada as mais conhecidas. No entanto aqui fica um alerta. Fique sabendo que, a acreditar nos ditos populares, quem bebe da água da Fonte da Mealhada há de voltar a Castelo de Vide para casar.



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Anta dos Coureleiros

Anta dos Coureleiros

Arqueologia

Nos terrenos dos Coureleiros existem cinco Antas. Esta é a de maiores dimensões sendo designada cientificamente por Anta dos Coureleiros II.
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Morada:
Sítio dos Coureleiros
7320 Castelo de Vide


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Dólmen de Melriça

Dólmen de Melriça

Arqueologia

Dólmen sem corredor, de câmara poligonal irregular. Dos sete esteios que a constituem apenas três se encontram inteiros.

Localizada em propriedade particular, convém solicitar visita, com antecedência, à Câmara Municipal de Vila Viçosa, cujos técnicos da Secção de Arqueologia Municipal poderão acompanhar grupos organizados.
Contactos

Morada:
Tapada da Anta ou Limpas da Melriça
7320 Castelo de Vide


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Um passeio por Portalegre, Marvão e Castelo de Vide

Não deixe de…
  • visitar o Museu das Manufaturas de Portalegre
  • trazer uma recordação em cortiça
  • subir ao ponto mais alto a sul do Rio Tejo, o Pico de São Mamede a 1025 m. de altitude
  • ir a Castelo de Vide durante a Páscoa
  • saborear a água de Castelo de Vide
  • subir à torre mais alta do castelo de Marvão

Num instante atravessamos Portugal e chegamos ao norte do Alentejo para descobrir um refúgio de horizontes largos e gente hospitaleira, no Parque Natural de São Mamede. Numa primeira visita, sugerimos um passeio de carro com paragens em três lugares incontornáveis: Portalegre, Castelo de Vide e Marvão.

Antes de entrar no Parque, visitamos Portalegre
Com uma longa história, Portalegre foi uma cidade próspera e rica nos séculos XVII e XVIII, devido ao investimento na indústria têxtil e ainda hoje é conhecida por essa tradição. Devemos por isso visitar o Museu das Tapeçarias da Manufatura de Portalegre, instalado num antigo solar nobre. As Tapeçarias são peças únicas feitas numa técnica de tear manual que permite reproduzir na perfeição as gradações e as tonalidades de uma pintura ou de um desenho. Têm grande valor e são muito apreciadas por artistas contemporâneos para reprodução das suas obras de arte.

Ao passear pela cidade, vemos muitos palácios e monumentos que relembram os tempos áureos passados. Como o Castelo de origem medieval, a grande , onde podemos admirar um conjunto único de pintura portuguesa dos séculos XVI e XVII e painéis de azulejos com cenas bíblicas, ou a Casa Museu José Régio, onde viveu este poeta, também colecionador apaixonado de peças de arte sacra e popular. Antes de seguirmos viagem, visitamos a Igreja do Convento de São Francisco, espaço integrado na área da antiga Fábrica de Cortiça Robinson, muito importante para o desenvolvimento da cidade.

Muito perto, a 15 km fica o Pico de São Mamede, o ponto mais alto do Parque Natural. Havendo tempo, vale a pena ir até Alegrete, um tradicional vila alentejana de casas brancas, entre muralhas.

Já a caminho de Marvão, passaremos por Portagem, onde nos podemos refrescar nas piscinas. Faça uma pausa e prove os sabores da cozinha tradicional alentejana, acompanhados com um bom vinho tinto da região. Não muito longe, vale a pena visitar a cidade arqueológica romana de Ammaia.

Subindo até Marvão
Qualquer pessoa que conheça em Marvão vai com certeza dizer que estamos num ponto tão alto que se podem ver as costas dos pássaros a voar. E é bem verdade. Basta subir ao Castelo e apreciar a paisagem imensa.

Esta vila medieval, protegida por muralhas, é uma das preciosidade de Portugal, onde somos bem acolhidos e sentimos uma tranquilidade inesgotável. Marvão dá-se a conhecer nas ruas estreitas e nos recantos pitorescos, no pelourinho manuelino, nas janelas góticas e nas varandas de ferro forjado.

Podemos visitar o pequeno convento gótico da Senhora da Estrela e as Igrejas de Santiago, do Espírito Santo e de Santa Maria. Nesta última, está instalado o Museu Municipal, onde ficamos a saber mais sobre a história desta pitoresca localidade. Desde que foi conquistada aos cristãos, em 1116, até às guerras da Restauração da Independência entre Portugal e Espanha, em 1640, chegou a ser considerada a praça-forte “mais inconquistável de todo o reino”. Mas é hoje um lugar de paz e sossego.

De Marvão seguimos viagem para Castelo de Vide.

Ao chegar a Castelo de Vide
Somos surpreendidos pelo castelo rodeado de casario branco que se destaca na paisagem. Mas a maior surpresa maior está dentro da vila, onde encontramos uma das mais bem preservadas judiarias de Portugal.

Deixamo-nos facilmente encantar pelo charme do cenário medieval. Visitamos a antiga sinagoga, atualmente um museu, e passeamos pelo labirinto ruas, onde aprendemos a ver a presença judaica nos nomes das ruas e os sinais do culto de gerações hebraicas nas portas de granito. A rua das Espinosas, por exemplo, remete para o célebre filósofo do séc. XVII, Spinoza, filho de um habitante de Castelo de Vide.

Depois de subir ao Castelo, voltamos ao centro onde entramos na Igreja Matriz de Santa Maria. Aqui têm lugar uma parte das cerimónias pascais onde se misturam as duas crenças, cristã e judaica. Resta ainda tempo para apreciar a água fresca nas fontes que encontrar pelo caminho, muito conhecida pelas suas propriedades termais.

Sempre presente, o Parque Natural
Para além da sua herança cultural e histórica, o Parque Natural de São Mamede é um lugar de grande biodiversidade, onde se podem encontrar javalis, raposas, coelhos, texugos e gatos bravos e aves raras como a águia de Bonelli, o símbolo desta área protegida, e o grifo, os gaviões, as águias cobreiras e as corujas do mato.

A paisagem é muito rica do ponto de vista geológico e a natureza exprime-se de forma muito particular nas imponentes formações de rochedos quartzitos que chamam a atenção. Quem puder, poderá desfrutar deste ambiente especial numa caminhada ou num percurso em BTT, optando por um dos percursos assinalados.

Para fazer este passeio, o ideal será guardar cerca de 4 dias, mas facilmente se percebe que é muito natural que apeteça ficar mais tempo.


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