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Santarém

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Igreja de Santo Estevão ou do Santíssimo Milagre

Igreja de Santo Estevão ou do Santíssimo Milagre

Monumentos

Embora a sagração da Igreja de Santo Estevão remonte ao séc. XIII, actualmente encontramos um edifício do séc. XVI, de fachada muito simples, com interessantes apontamentos renascentistas no seu interior.

Do estilo renascentista permaneceu a ampla divisão do espaço em quatro arcadas e alguns detalhes arquitectónicos e decorativos, utilizados nos arcos que ligam o corpo da igreja ao transepto e à capela-mor. De notar, os medalhões com personagens em alto relevo, e os grotescos esculpidos nas colunas (figuras fantásticas de pedra que nos transportam para um imaginário clássico «ao romano»). De referir ainda as figuras renascentistas de São Pedro e São Paulo, colocados em nichos antecedendo o arco triunfal.

O conjunto é um trabalho de grande elegância e qualidade que justifica a presença desta pequena igreja nos roteiros do Renascimento santareno.

Este templo é também conhecido por Igreja do Santíssimo Milagre, nome ligado a um episódio religioso de grande devoção popular.
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Morada:
Largo do Milagre  2000-069 Santarém


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Catedral de Santarém – Igreja de Nossa Senhora da Conceição

Catedral de Santarém – Igreja de Nossa Senhora da Conceição

Monumentos

Hoje sede da Diocese de Santarém, a igreja catedral de Nossa Senhora da Conceição ocupa o espaço que fora parte do  antigo Seminário Patriarcal. Este, por sua vez sucedeu no tempo e no espaço ao Colégio da Companhia de Jesus instalado sob as ruínas do paço real de Santarém. Foi doado à Companhia de Jesus em 1647 por D. João IV, com o objetivo de aí ser instalado um colégio com uma igreja dedicada a Nossa Senhora da Conceição.

O edifício, financiado por D. Duarte da Costa, jesuíta e armeiro-mor, foi construído pelo arquiteto Mateus do Couto, mestre de obras preferido pelas ordens militares. O seu trabalho reflete-se na fachada maneirista, dividida em 5 corpos com um ritmo bem marcado pela disposição das janelas e dos elementos decorativos (nichos abrigando os santos eleitos da Companhia de Jesus e no topo a padroeira da igreja). No topo, um frontão onde as torres sineiras marcam pela ausência, substituídas por duas grandes volutas e pináculos.

No interior, o barroco impõe-se na aplicação dos mármores ornamentais, na conjunção perfeita da talha dourada em quatro dos oito altares laterais e nas pinturas dos tetos da nave e capela-mor, este último com a aplicação perfeita do tratado de Andrea del Pozzo. Destaque para os embutidos pétreos da capela-mor, datados de 1713, característicos do ciclo artístico do tempo de D. João V (1706-1750). São da autoria do arquiteto Carlos Baptista Garvo, seguidor da escola escultórica do Convento de Mafra, e enquadram duas belíssimas esculturas em mármore, representando Santo Inácio de Loiola e São Francisco Xavier, obra do escultor paduano João António Bellini. O mesmo autor executa, em 1740, o altar de Nossa Senhora da Boa Morte. A solução decorativa aqui apresentada é reveladora da sumptuosidade do estilo barroco em prol de uma linguagem iconográfica própria da Companhia de Jesus.

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Morada:
Praça Sá da Bandeira
2000-135 Santarém
Telefone:
+351 243 304 060


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Capela de Nossa Senhora do Monte - Santarém

Capela de Nossa Senhora do Monte - Santarém

Monumentos

Igreja gótica do séc. XV, sofreu alterações no séc. XVII em estilo maneirista.
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Morada:
Rua do Monte - Salvador


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Convento de São Francisco - Santarém

Convento de São Francisco - Santarém

Monumentos

O convento de São Francisco foi fundado pelo rei D. Sancho II, em 1242. Tal como aconteceu com o seu congénere Convento de Santa Clara, a construção seguiu as orientações arquitectónicas do estilo gótico mendicante: austeridade decorativa, interior amplo de três naves, transepto saliente e cabeceira com cinco capelas adjacentes (formando uma planta em cruz).

No século XIV, o rei D. Fernando enriqueceu bastante o convento, acrescentou um baixo-coro ao interior da igreja e ordenou a construção de um claustro de grandes proporções. Uma das razões de tal iniciativa foi a vontade do rei em ser aqui sepultado. Actualmente o seu túmulo encontra-se no Museu Arqueológico do Carmo, em Lisboa.

Na fachada existiu um alpendre no séc. XV, onde se realizou em 1477 a cerimónia de juramento do D. João II como futuro rei de Portugal, episódio que reforça a importância do monumento na história da cidade.

De referir ainda algumas intervenções feitas ao longo dos séculos: em estilo manuelino (no claustro), renascentista (a Capela das Almas) e maneirista (capela sepulcral dos Menezes). Em 1844, foi transformado em quartel do Regimento de Cavalaria de Santarém. Desde 1999, obras de conservação e restauro tentam recuperar a monumentalidade do edifício, facto que ainda hoje impede a sua visita.

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Morada:
Rua 31 de Janeiro 
2005-188 Santarém


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Igreja de Nossa Senhora da Piedade - Santarém

Igreja de Nossa Senhora da Piedade - Santarém

Monumentos

A Igreja dedicada a Nossa Senhora da Piedade foi construída entre 1664 e 1677, em comemoração da Batalha de Santa Vitória do Ameixial, entre Portugal e Espanha (episódio histórico da Guerra da Restauração da monarquia portuguesa). O templo, cuja edificação foi patrocinada pelo rei D. Afonso VI (1656-1668), acolheu a Ordem religiosa dos Agostinhos Descalços.

O traçado, em estilo maneirista, pertenceu a João Nunes Tinoco, um arquitecto de Lisboa. Uma das características mais peculiares do seu trabalho, aqui presente, é a planta centralizada, em cruz grega. Destaque para a cúpula octogonal, da autoria de Jácome Mendes, datada de 1721. A decoração interior é barroca.
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Morada:
Praça Sá da Bandeira (Largo do Seminário) 2000-135 Santarém


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Igreja da Misericórdia de Santarém

Igreja da Misericórdia de Santarém

Monumentos

A Misericórdia foi instituída em Santarém em 1502, por Frei Martinho de Molina, sediada então no Hospital de Jesus Cristo. Só em 1559 é que a rainha regente D. Catarina, em nome do seu neto D. Sebastião, ordenou a construção de um templo para a Misericórdia, escolhendo a Nossa Senhora da Visitação como padroeira.

A Igreja vale a visita pelo seu interior tardo-renascentista, bastante diferente do estilo barroco da fachada, reconstruída após o terramoto de 1755. A entrada no templo é surpreendida por uma inesperada igreja-salão, com as três naves ao mesmo nível. O arquitecto foi o prestigiado Miguel de Arruda, com provas dadas da sua maestria em Portugal (na Catedral de Miranda e na Igreja de Santo Antão de Évora, entre outras).

De referir especialmente a elegante abóbada com cruzaria de nervuras e a belíssima pintura de brutescos nas colunas, da autoria de Sebastião Rodrigues e André de Morales, que contribuem para a harmonia monumental do interior.
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Morada:
Rua 1º de Dezembro  2000-096 Santarém


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Fonte das Figueiras

Fonte das Figueiras

Monumentos

A quem decidir entrar na cidade de Santarém, vindo de Almeirim, sugerimos um momento de descanso na agradável Fonte das Figueiras. É considerada um dos raros exemplos de arquitectura civil gótica que ainda podemos encontrar em Portugal.

Datada do séc. XIV, a Fonte é constituída por um singelo alpendre ameado com 3 arcos ogivais, perfeitamente integrado num pano da muralha que fazia a defesa da cidade, e um tanque, onde antigamente a população ribeirinha local podia lavar a roupa. A frontaria está decorada com o escudo real, relembrando a protecção régia às obras municipais.

Estrategicamente situada no percurso que levava à cidade intra-muros, é frequentemente referida em documentação da época. Apesar de as figueiras, que lhe deram o nome, terem sido substituídas por outro tipo de vegetação, continua a ser um local extremamente repousante.


Imagem cedida pela Região de Turismo do Ribatejo / Fotógrafo Maurício Abreu
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Morada:
Calçada das Figueiras - Marvila  Santarém


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Igreja de Santa Cruz - Ribeira de Santarém

Igreja de Santa Cruz - Ribeira de Santarém

Monumentos

Situada na freguesia da Ribeira, esta igreja foi construída no séc. XIII, por ordem régia, e recuperada no séc. XIV, por iniciativa cortesã. No entanto, o templo que encontramos hoje data do séc. XVI, época em que foi completamente reedificada. No interior ainda permanecem os túmulos e as armas heráldicas dos seus patrocinadores (Lourenço Domingos Minatos e sua mulher Eiria Affonso Caeira).

Vale a visita pelos elementos barrocos que aí podemos encontrar: o portal e a porta lateral, de 1712, os revestimentos de azulejos do séc. XVII e XVIII e as pinturas dos tectos, arte decorativa muito desenvolvida na época.

Não deixe de entrar na Sala da Irmandade, acrescentada à igreja no séc. XVIII, onde poderá admirar as pinturas em perspectiva do tecto, datadas de 1723. As paredes estão revestidas de painéis de azulejos azul e branco, da autoria do mestre P.M.P., representando cenas do Velho Testamento.

É um excelente trabalho, mostrando um grande domínio da pintura em azulejo e na envolvência dos espaços cenográficos, criados por molduras teatrais. Repare-se na perícia do desenho, em que se utilizam diversos tons de azul, conseguidos a partir de apenas um pigmento, o cobalto.
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Morada:
2000-578 Ribeira de Santarém


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Santarém

Santarém

Localidades

O rio Tejo e a planície fértil da Lezíria, que envolvem o planalto de Santarém, determinaram o povoamento do local desde épocas remotas. Os romanos chamaram-lhe Scalabis, marcaram o traçado urbano e tornaram-na uma das mais importantes cidades da Lusitânia. A partir do séc. VIII, o domínio mouro reforçou o papel estratégico-militar e alterou-lhe o nome para Chanterein, antecedente do actual Santarém. Em 1147, D. Afonso Henriques, conquistou habilmente a cidade, marcando definitivamente o avanço da reconquista cristã, que chegou a Lisboa no mesmo ano.

Foi uma das cidades preferidas dos monarcas, desde a primeira dinastia. Durante a Idade Média, uma intensa actividade comercial e o estabelecimento da nobreza contribuíram para que atingisse o apogeu social e económico, o que se reflecte nos diversos monumentos e edifícios da cidade. Foi uma época de grande opulência artística e cultural. Santarém foi residência real, capital do reino (1325-57) e, até ao séc. XV, local de reunião das Cortes por diversas vezes.

Em 1491, o infante D. Afonso, filho de D. João II e futuro rei, morre acidentalmente na Ribeira de Santarém. Este episódio iniciou o afastamento da família real e de alguma forma o declínio do investimento nesta localidade, que voltou a participar na História muito pontualmente. De referir que viveu em Santarém durante muitos anos Pedro Álvares Cabral, que achou o Brasil no ano de 1500.

Uma das melhores formas de conhecer Santarém é através do seu património cultural e artístico durante os eventos que realçam o que o concelho tem de melhor. Em Junho, tem lugar a Feira Nacional da Agricultura onde se apresentam produtos e instrumentos agrícolas e se realiza uma feira de gado. Se for aficcionado, pode também assistir a uma tourada.

Em Outubro, é a vez do Festival Nacional de Gastronomia, a principal mostra gastronómica do país. Estes eventos são complementados por mostras de artesanato e folclore de todas as regiões do país. Se puder, não perca a dança tradicional do região ribatejana: o Fandango. Realizada no mínimo por 2 homens simulando uma disputa, simboliza a perícia dos campinos que trabalham na Lezíria.



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Templo Romano de Scalabis

Templo Romano de Scalabis

Arqueologia

No Largo da Alcáçova, durante as obras de reconstrução de um palácio foram encontrados vestígios da presença romana. Trata-se de um podium de um templo romano. É uma estrutura de planta quadrada com cerca de 15 metros. A fachada Sul, com 4 metros de altura, é a parte mais bem conservada.

O edifício foi destruído por sucessivas construções durante a Idade Média. No canto sudoeste, alguns sinais arqueológicos indicam a existência da Cella, designação do recinto do templo. Infelizmente, não foi possível reunir dados suficientes para uma reconstituição completa do espaço. O espólio arqueológico recolhido nesta área permitiu datar o monumento do séc. I a.C.
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Morada:
Largo da Alcáçova Santarém


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