Representa POIs do Tipo Monumentos
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Santuário do Imaculado Coração de Maria
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É considerado "altar lateral" da Cova da Iria. Permite que os devotos de N. Sra., sem possibilidades de se deslocarem a Fátima, encontrem aqui o seu local de peregrinação.
O último Domingo de Maio, a encerrar o mês de Maria, é o dia de maior afluência.
Igreja de São Lourenço
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De destacar o trabalho de talha do altar-mor, onde se vê a Cruz de Santiago, e dos altares laterais, marcados por baldaquinos recortados em talha dourada e policromada. No séc. XX, a igreja foi completamente revestida por painéis de azulejos historiados vindos da extinta Igreja da Misericórdia, depois da sua destituição de funções religiosas.
É um dos melhores exemplos decorativos de arte barroca em Portalegre.
Fortaleza de Buarcos
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Igreja de São João Baptista - Matriz de Moura
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No interior, onde se repetem nos capitéis as ornamentações próprias do estilo manuelino, não deixe de contemplar o púlpito quinhentista em mármore e os azulejos sevilhanos que forram a capela mor. Numa das capelas da ábside jaz D. Filipa de Moura, senhora da família dos antigos alcaides da cidade.
Castelo de Soure
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Convento de Jesus - Setúbal
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No Largo de Jesus, no centro histórico de Setúbal, encontramos o Convento que lhe deu o nome. O templo foi construído graças a um voto de Justa Rodrigues Pereira, ama do rei D. Manuel I, para recolher um grupo de freiras franciscanas, da Ordem de Santa Clara. O autor do projecto foi Boitaca, um dos arquitectos preferidos da Casa Real na época e um dos primeiros a trabalhar no Mosteiro dos Jerónimos.
Embora tenha sofrido graves danificações com o terramoto de 1755 e tenha sido reconstruído, o edifício ainda conserva muitos elementos do estilo inicial, entre os quais se destacam, na fachada da igreja, o portal e os janelões em estilo manuelino.
O interior da igreja é de tipo salão com as naves da mesma altura, apoiadas em colunas torsas. O coro alto era destinado às freiras clarissas, único local de onde podiam assistir à missa pois pertenciam a uma ordem de clausura. As abóbadas de cruzaria de ogiva são exemplos admiráveis do estilo manuelino. A Capela Mor é revestida de azulejos verdes e brancos, datados do séc. XVI. Nas paredes laterais podemos ver painéis de azulejo do séc. XVII com cenas da vida da Virgem.
As dependências conventuais estão ocupadas pelo Museu de Setúbal. Entre as obras destaca-se a colecção dos chamados Primitivos de Setúbal, pintores portugueses do séc. XVI, imprescindíveis para o conhecimento da história da pintura em Portugal.
2910-790 Setúbal
Igreja de Nossa Senhora da Assunção, Matriz de Moncorvo
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A actual igreja matriz de Torre de Moncorvo é dedicada a Nossa Senhora da Assunção, padroeira da vila. Começou a ser construída em 1544, mas foi apenas um século depois que terminaram as obras. Considerada uma das maiores igrejas paroquiais do país, é um imponente edifício de granito cuja verticalidade é acentuada pela grande torre saliente.
Os elementos decorativos que animam o exterior do templo merecem uma observação atenta, nomeadamente as gárgulas com formas zoomórficas, antropomórficas e de seres híbridos em atitudes curiosas. Repare-se na figura que puxa as orelhas ou nas que estão de boca aberta, simulando gritos, mas com a simples função de escoarem a água da chuva.
No portal lateral Sul, em estilo renascentista, lê-se a data de 1567 numa inscrição. Ladeando o portal, podemos ver dois rostos esculpidos em baixo-relevo, em medalhões, que constituem um elemento decorativo característico do estilo e que alguns historiadores identificam como sendo o retrato dos arquitetos. O portal lateral Norte, também renascentista, tem a data de 1566. O interior, de grande dimensão, é dividido em três naves da mesma altura, estrutura frequente no estilo manuelino, e enriquecido por vários altares barrocos.
Destaca-se o precioso retábulo do altar-mor, executado pelo escultor bracarense Jacinto da Silva em 1752. Num dos altares laterais, a Capela do Santíssimo Sacramento, podemos apreciar o Tríptico da Parentela de Santa Ana, um precioso retábulo do séc. XVI em estilo maneirista, proveniente de uma oficina de Antuérpia. É considerado uma das obras de arte mais valiosas da região transmontana. As pinturas murais do altar-mor e do corpo da igreja, atribuídos a Francisco Bernardo Alves, datam do séc. XVIII.
De acordo com a tradição popular, chama-se a esta igreja "de figos e de mel". Deve-se ao facto de uma figueira ter nascido a meio da fachada e de existir uma colmeia na parede exterior do lado direito que, após várias tentativas de limpeza, aí permanecem há muitos anos.
Imagem cedida pela Região de Turismo do Nordeste Transmontano - Posto de Turismo de Torre de Moncorvo
Igreja de Fiães - Melgaço
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Do conjunto monástico subsiste a igreja que conserva elementos arquitetónicos interessantes. Na frontaria, o portal de quatro arquivoltas é o primitivo e na zona superior, refeita no séc. XVII, São Bernardo, o fundador de Cister, a Senhora da Assunção e São Bento, encimadas pelo brasão da Ordem, fazem-nos companhia neste local isolado, mas soberbo.
A cabeceira do templo é tripartida em capelas quadrangulares, revelando a arquitetura tipicamente cisterciense. O interior, de 3 naves, sem transepto, foi muito transformado na época moderna.
Nas dependências monacais que se desenvolviam para sul e de que já nada resta, hospedou-se D. Filipa de Lencastre quando veio de Inglaterra para se casar com D. João I.
4960-150 Fiães (Melgaço)
Mosteiro de Leça do Balio - Fundação Livraria Lello
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A natureza religiosa deste lugar remonta ao séc. X quando aqui foi construido um convento duplex (de monjas e monges) sob a invocação do Salvador e obediente à Ordem de São Bento. No séc. XII, o mosteiro foi doado por D. Teresa à Ordem do Hospital, tendo a partir de então direito aos privilégios de coutada, confirmados mais tarde por seu filho D. Afonso Henriques, primeiro Rei de Portugal, e pelos seus sucessores.
Grandes obras no mosteiro foram feitas no séc. XIV por Frei Estevão Vasques Pimentel resultando no monumento que vemos hoje. A aparência gótica com um carácter defensivo muito afirmado na existência das ameias e da alta torre faz desta igreja um bom exemplo da transição artística do românico para o gótico. Depois da reconstrução, o orago da igreja foi alterado para Nossa Senhora da Encarnação. Em 1372, celebrou-se nesta igreja o casamento do rei D. Fernando com D. Leonor Teles.
No interior, onde a imponência da pedra se mantém, encontra-se um valioso espólio de tumulária medieval. Do conjunto, destaca-se a campa rasa brasonada dos Almeidas e Vasconcelos na capela-mor, o túmulo jacente de Frei João Coelho, grão-mestre da Ordem do Hospital, elaborado por Diogo Pires, o Moço (também autor da Pia Baptismal) e a campa rasa do fundador Frei Estevão Vasques (1336). Este último apresenta um trabalho decorativo de interesse, uma invulgar representação da Anunciação onde o Menino Jesus "voa" do Padre Eterno para o seio de Maria.
No exterior, pode-se apreciar um Cruzeiro datado de 1513.
4465-703 Leça do Balio
Castelo de Ouguela
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No alto de uma colina, a cerca de 250 metros de altitude, na margem esquerda da ribeira de Abrilongo, o Castelo de Ouguela domina a povoação e conta uma história cujas origens remontam ao período pré-romano. Designado por Budua durante a fase de ocupação romana, este espaço foi posteriormente ocupado por comunidades visigodas passando, então, a ser conhecido como Niguela.
O castelo consiste num dos mais perfeitos exemplos de arquitetura militares medieval e moderna, conservando, até aos dias de hoje, as características de uma praça-forte fronteiriça em região de planície. Das suas muralhas, que delimitaram mas não travaram a povoação medieval que foi crescendo nas encostas, é possível observar o castelo espanhol de Albuquerque.
De notar, integrada num dos panos de muralha, a Igreja de N.ª Sr.ª da Graça com uma curiosa fachada triangular.
(Acesso- EC. 373, Lugar de Ouguela)