Representa POIs do Tipo Monumentos
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Castelo de Marialva
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Situado na linha de fronteira anterior ao tratado de Alcanices (1297), constitui uma das mais singulares ruínas de castelos portugueses.
A linha de muralhas que circunda o antigo povoado é interrompida por dois postigos e duas portas (porta do Anjo da Guarda e do Monte) ligadas por uma calçada antiga.
Dentro de muros ainda existem as ruínas do Paço, Alcáçova, Casa da Câmara, Cadeia e tribunal.
Mantém-se também o pelourinho, a cisterna, a Torre de Menagem, duas igrejas e cinco torres.
Igreja do Espírito Santo - Évora
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Patrocinada pelo Cardeal D. Henrique, futuro rei de Portugal, a Igreja do Espírito Santo foi concluída em 1574. É uma das primeiras igrejas jesuítas do mundo e um marco fundamental na corrente da arquitetura portuguesa designada de "estilo chão".
No interior, a amplitude e a luminosidade do espaço são potenciadas pela excelência do conjunto artístico e devocional, bem visível nos altares em talha dourada da cabeceira da igreja e nas dez capelas da nave.
Destaca-se a utilização de uma decoração com enorme valor iconográfico e simbólico, em articulação com o efeito dos embrechados de mármore e com a pintura mural quinhentista. Vale ainda a pena referir em particular toda a composição do teto da sacristia-nova, enquadrando episódios da vida de Santo Inácio de Loiola e de tantos outros mostrando a vocação daqueles padres para o ensino e para a pregação.
7000-803 ÉVORA
Mosteiro de São Pedro de Cête
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A fundação do Mosteiro de São Pedro de Cête, que a tradição atribui a D. Gonçalo Oveques, remonta ao século X.
Apesar da reforma da época gótica, esta Igreja é um testemunho da longa aceitação dos padrões românicos. Se o portal lateral norte deve ser considerado como gótico, já o portal principal retoma aspetos do românico epigonal. Nos claustros merecem destaque algumas bem conservadas arcas tumulares de cavaleiros nobres.
Integra a Rota do Românico do Tâmega e Sousa.
4580-001 Paredes
Capela da Senhora da Piedade da Quintã - Paredes
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A Capela da Quintã, localizada em Baltar, no concelho de Paredes, apesar das transformações que sofreu na Época Moderna, conserva ainda na cabeceira estreitas frestas que iluminam o seu interior, bem como uma interessante cachorrada composta por modilhões de temática antropomórfica, zoomórfica e vegetalista.
Integra a Rota do Românico do Tâmega e Sousa.
4585-047 Baltar (Paredes)
Igreja de São Vicente de Sousa - Felgueiras
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A Igreja de São Vicente de Sousa fazia parte de um conjunto conventual, cuja construção se concluiu no século XIII, como atesta a inscrição ao lado do portal norte, referindo a sua consagração solene no ano de 1214.
O portal principal apresenta três pares de colunas e quatro arquivoltas, desenvolvidas em profundidade, com bases bolbosas e em que um dos pares de colunas é octogonal. O tímpano possui, como decoração, uma cruz de Malta vazada.
Integra a Rota do Românico do Tâmega e Sousa.
4650-518 Sousa (Felgueiras)
Igreja do Salvador de Ribas
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Os testemunhos românicos desta Igreja foram datados como sendo da segunda metade do século XIII ou mesmo do século XIV, enquanto testemunho do românico de resistência, ou mesmo do gótico rural português. O portal principal é ornamentado por motivos de pérolas, traçando paralelos com outros construções do mesmo período e território.
Integra a Rota do Românico do Tâmega e Sousa.
4890-501 Ribas (Celorico de Basto)
Igreja de São João Baptista, de Gatão - Amarante
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A cerca de 4 km a norte de Amarante, a Igreja de São João Baptista de Gatão constitui um dos casos em que se testemunham profundas transformações à construção românica. Da fábrica românica, de meados do século XIII, a capela-mor é o elemento que se conserva na íntegra.
No pequeno cemitério vizinho à igreja, e tendo como pano de fundo a grandiosa Serra do Marão, repousa o poeta Teixeira de Pascoaes.
Integra a Rota do Românico do Tâmega e Sousa.
4600-635 Gatão (Amarante)
Mosteiro de São Martinho de Mancelos
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A Igreja de São Martinho de Mancelos, apesar das transformações que sofreu ao longo dos séculos, conserva, ainda, importantes parcelas de um românico de resistência, datáveis de meados do século XIII. O que mais se destaca neste monumento é o imponente portal, formado por quatro arquivoltas ligeiramente quebradas.
Integra a Rota do Românico do Tâmega e Sousa.
4605-137 Mancelos (Amarante)
Santuário de Nossa Senhora da Encarnação
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Santuário de devoção Mariana. Com interior de nave única coberto por uma abóbada pintada, onde sobressaem a decoração de azulejos policromos seicentistas e o conjunto de telas dos meados do século XVII. O edifício é precedido por uma escadaria monumental da 2.ª metade do século XVIII. O templo data dos finais do século XVI. Existe, neste Santuário, uma colecção de ex-votos e pinturas ingénuas historiando diversos milagres atribuídos a Nossa Senhora. As festas religiosas realizam-se nos dias 11 de Julho e 15 de Agosto.
Igreja de Santa Maria de Sobretâmega
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A Igreja de Santa Maria de Sobretâmega apresenta uma construção medieval tardia que, no entanto, mantém um sabor românico muito próprio desta região. A localização desta Igreja, que substituiu a paroquial da antiga freguesia de São Pedro de Canaveses, dever-se-á à iniciativa da rainha D. Mafalda, fundadora da albergaria e da ponte de Canaveses. Aliás terá sido a própria construção da ponte que motivou a nova localização da Igreja.
Integra a Rota do Românico.
4635-367 Sobretâmega (Marco de Canaveses)