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Restaurantes e Cafés

Representa POIs do Tipo Restaurantes e Cafes

O Chaparro

O Chaparro

Restaurantes e Cafés

Imagine-se uma refeição tipicamente alentejana no ambiente caraterístico da região – horizonte aberto, paisagem do montado, tranquilidade absoluta – e com os modernos requisitos de conforto. Tudo isto se encontra no restaurante Chaparro, do Monte Filipe Hotel & Spa, em Alpalhão, vila pitoresca do concelho de Nisa, no Alto Alentejo. A sala de refeições, muito ampla, muito clara e muito acolhedora, tem a parede de fundo decorada com uma imagem de um sobreiro, ou chaparro, como se diz no Alentejo, que é belíssima, e outra rasgada por grandes vidraças, que a enchem de luz natural e aproximam da natureza. Há elegância e conforto propícios para uma refeição tranquila à conversa com familiares, amigos ou parceiros de negócios. 

A ementa muda duas vezes por ano, a fim de aproveitar a sazonalidade dos produtos e de oferecer pratos mais leves no verão, como as saladas, que também não faltam no inverno. Entre as iguarias mais apreciadas destacam-se, nas entradas, o folhado de farinheira e a tábua de queijos e enchidos regionais (Queijo de Nisa DOP e enchidos de Alpalhão); nos pratos principais, o bacalhau à Monte Filipe, a alhada de cação e as febrinhas do alguidar, que são o ex-libris do restaurante e correspondem às tão populares e típicas migas com carne de porco de alguidar; nas sobremesas: a encharcada e a tarte de requeijão (sendo o requeijão feito em Nisa com base no leite de ovelhas que pastam em redor do hotel). Para os mais pequenos preparam-se outras iguarias que não deixam de incluir a carne alentejana, como no hambúrguer ou no esparguete à bolonhesa. Garrafeira à base de vinhos portugueses, maioritariamente alentejanos.

Contactos

Morada:
EN 245, 6050-343 Alpalhão
Telefone:
+351 245 745 044


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O Moinho

O Moinho

Restaurantes e Cafés

Herdou as instalações de outro restaurante, mas mudou tudo, desde o nome até à decoração e ao conceito de cozinha, agora genuinamente alentejana. O espaço é pitoresco: sala ampla, balcão, bar, cozinha à vista, decoração rústica em que se destacam, a par de utensílios da lavoura, uma pintura ingénua na parede e um burro em tamanho natural junto de uma coluna, mesas de madeira, cadeiras com fundo montado em bunho e toalhas de pano aos quadradinhos com outras de papel branco por cima. O ambiente é alegre e descontraído. A cozinha, a cargo de Teresa e José Parrinha, que passaram por vários restaurantes de cozinha alentejana antes de criarem o Moinho, caracteriza-se pelo modo caseiro de fazer e apresentar os pratos típicos da região.  

A ementa baseia-se nos pratos do dia, que são pelo menos dois ou três, um dos quais é sempre de porco preto. Entre os mais apreciados contam-se as migas alentejanas com entrecosto frito ou com outras carnes de porco preto grelhadas, os abanicos e os secretos de porco preto grelhados com batatas fritas, arroz e salada, o javali estufado, o bacalhau à casa, que vai ao forno com cebolada, ou à lagareiro, que é grelhado, guarnecido com batatas a murro e regado com azeite alentejano, e os cozidos de grão e de feijão, que nunca faltam ao sábados. Para entrada, queijinhos de ovelha e enchidos alentejanos, como o paio. Doçaria caseira com o pudim de ovos, o doce da casa, o arroz-doce e a musse de chocolate em destaque. Garrafeira alentejana, à exceção de um ou outro vinho da região dos verdes. Serviço familiar, simpático.

Contactos

Morada:
Rua do Arco, 38-B, Almodôvar
Telefone:
+351 286 400 156 / +351 966 010 708


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O Encalho

O Encalho

Restaurantes e Cafés

Uma refeição no restaurante O Encalho é como em casa: à base de produtos locais cozinhados de acordo com a tradição, de forma simples e cuidada, daí resultando pratos cheios de sabor. Abriu no princípio do século, por iniciativa de Mariana Lourinho, que nunca tinha trabalhado em restaurantes e resolveu fazer as coisas como sabia, ou seja, como em casa. Assim continua, até porque nunca pensou ter tanto sucesso, segundo confessa. A sala também ajuda com o ambiente familiar e aconchegante que as grossas paredes de construção antiga, o chão de tijoleira, o teto de madeira, a lareira, os nichos com cercaduras em tijolo a fazerem de garrafeira, os cortinados, as mesas com toalhas de pano e de papel e as cadeiras almofadadas propiciam. É tão simples como acolhedora. 

Também a comida é simples e apelativa, exaltando os sabores tradicionais alentejanos. Nas entradas há os inevitáveis queijos regionais, enchidos de porco preto, presunto “pata negra”, torresmos, espargos verdes com ovos e diversas saladinhas. Nos pratos principais destacam-se as migas, feitas como antigamente numa sertã própria, muito firmes e douradas, o cozido de grão, o ensopado de borrego, o feijão com cogumelos, os pezinhos de coentrada, a açorda de bacalhau, o caldo de bacalhau com beldroegas ou espinafres, queijo fresco e ovo. Nas sobremesas sobressai a doçaria caseira de inspiração conventual e tradicional, como a encharcada de ovos, a sericaia, o pão de rala, a musse de chocolate e o arroz-doce (sem ovos) e outras tentações. Garrafeira exclusivamente regional.   

Contactos

Morada:
Rua Catarina Eufémia, 43, 7885-027 Amareleja
Telefone:
+351 285 983 263 / +351 936 219 065


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O Camões

O Camões

Restaurantes e Cafés

A casa térrea, branca e asseada, como as outras da rua e da vila, identifica-se facilmente pela inevitável tabuleta e pela curiosa barra de tijolo burro que envolve as portas e janelas. Tem um ar pitoresco que se acentua no interior, também dominado pelo tijolo burro de que são feitas as paredes, a lareira e os arcos que dividem a sala: do lado da entrada é café, embora também tenha serviço de refeições; do outro lado, mais aconchegante, é o restaurante propriamente dito. A decoração baseia-se em motivos regionais, como louças de barro, artesanato, utensílios da lavoura e fotografias antigas. As mesas estão cobertas com toalhas de padrão vermelho e creme ou azul e branco, cores tipicamente alentejanas, com papel por cima. O ambiente é familiar.   

Da cozinha encarrega-se a dona da casa, D. Benedita, com os conhecimentos que herdou e outros que adquiriu em muitos anos de experiência. A ementa muda diariamente, exceto nos grelhados. Nas entradas recomendam-se os queijos de ovelha, o paio de porco do montado, os ovos mexidos com espargos e as pataniscas, que também podem ser prato principal com arroz de feijão a acompanhar. Outros pratos a não perder: sopa de cação, açorda de alho com bacalhau e ovo, migas de espargos com carne de alguidar ou com secretos, feijão com mogango, galinha com pimentos, entrecosto com mel, borrego assado no forno e ensopado de borrego. Sobremesas caseiras, como a encharcada, as farófias e a tigelada no forno. Garrafeira totalmente alentejana, incluindo o vinho da casa. Serviço muito simpático.  

Contactos

Morada:
Rua 5 de Outubro, nº 15, 7920-368 Vila Nova da Baronia
Telefone:
+351 284 475 209


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O Brasileiro

O Brasileiro

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Apesar do nome, O Brasileiro é um restaurante de cozinha tipicamente alentejana. Anterior à atual gerência, que desde 2005 se empenha em apresentar os produtos de qualidade da região, cozinhados de acordo com o seu receituário tradicional, o nome ficou, embora não diga nada sobre a comida. O restaurante está situado num ponto dominante, mesmo à entrada de Mértola, na estrada que vem de Beja, com uma bela vista da vila e do castelo. Tem duas salas paralelas, a primeira mais aberta, onde era a esplanada, a segunda mais recatada, com vista para a cozinha. A decoração sóbria procura mostrar um pouco de Mértola, através do painel da sala de dentro, dos pratos alinhados nas paredes e dos azulejos no exterior. Junto da cozinha vê-se uma tela que enaltece a qualidade dos produtos e dos pratos regionais, talvez para aguçar o apetite. 

A ementa está bem estruturada, dando o devido relevo às entradas e aos pratos com produtos alentejanos, de confeção alentejana ou tipicamente alentejanos. Entre os mais pedidos contam-se, nas entradas, a perdiz de escabeche, os ovos mexidos com farinheira de porco e os espargos com ovos (com espargos selvagens e, por isso, sazonal); nos pratos principais, a sopa de cação no barro, a açorda de bacalhau à alentejana, a açorda de perdiz brava, as migas de espargos verdes com entrecosto, o ensopado de borrego à antiga, o estufadinho de javali de montaria e a galinha do campo de cabidela; nas sobremesas, toda a doçaria é caseira e imperdível, em especial a sopa dourada e o torrão real. Garrafeira centrada nos vinhos da região. Serviço eficiente e simpático. 

Contactos

Morada:
Cerro de S. Luís, 7750-352 Mértola
Telefone:
+351 286 612 660


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Churrasqueira Sever

Churrasqueira Sever

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Bem localizado junto do rio Sever, numa zona arborizada, a 500 metros da rotunda da Portagem e a cinco quilómetros de Marvão, o restaurante surpreende o visitante. Primeiro, com a sala simples e airosa com chão de tijoleira, mesas com toalhas de pano aos quadradinhos com outras de papel branco por cima e paredes decoradas com imagens evocativas da região, há 30 anos; depois, com a esplanada aberta para a serra com o castelo de Marvão à vista; e, por fim, com a gastronomia baseada nos produtos e nos sabores da região. Entre esses produtos distinguem-se, pela qualidade invulgar, os cogumelos das mais variadas espécies, preparados de diferentes formas, incluindo “tudo o que aparece na serra na época própria”, e as carnes alentejanas de porco preto e de borrego. 

O primeiro capítulo da ementa, relativo às entradas, é um dos mais interessantes, graças aos cogumelos – boletos salteados em azeite, shitake de São Mamede com ovos do campo, tortulhos de miolada, ovo de rei (Amanita Caesarea) e silarcas (Amanita Ponderosa), entre outros –, às túberas salteadas e a outros petiscos regionais, como a cacholeira ou morcela assada (Montanheira), a linguiça e a farinheira de Portalegre fritas ou o paio de porco alentejano de Belota (Montanheira), sendo todos os enchidos de Indicação Geográfica Protegida, IGP. O misto de carne de porco do montado é um dos pratos mais emblemáticos, a par das costeletas de borrego, também de produção alentejana. Também especialidade regional, o achigã grelhado com molho de azeite e coentros merece destaque, tal como o bacalhau dourado. Muito boa garrafeira, com cerca de 150 referências, 90 por cento das quais do Alentejo. Ambiente informal. Serviço dinâmico e simpático.

Contactos

Morada:
Rua Nova, 7330-328 Portagem
Telefone:
+351 245 993 458 / +351 245 993 318


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Fio d’ Azeite

Fio d’ Azeite

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O restaurante do Hotel Villa Aljustrel, inaugurado na primavera de 2014, surpreende com a modernidade das instalações e da gastronomia, embora esta respeite integralmente os sabores típicos da cozinha alentejana. A sala de refeições é ampla e muito acolhedora com o chão escuro a imitar lousa e duas colunas da mesma cor, a contrastar com a alvura do teto, das mesas com chemins de table em tons de pérola, e dos confortáveis cadeirões. De um lado, tem grandes vidraças que dão para o exterior e, do outro, um pátio coberto. A decoração é elegante e sugestiva com um fio condutor retirado do seu nome: fio de azeite. 

O conceito gastronómico remete para a cozinha alentejana com os seus produtos e sabores típicos, a que o chefe dá um toque diferenciador. A ementa está bem estruturada, incluindo sugestões de vinhos para as diferentes iguarias. Depois do couvert, com azeitonas marinadas, Azeite de Moura DOP, manteiga de sabores alentejanos e pão, sugerem-se entradas para uma ou para duas pessoas, entre as quais se contam queijos e enchidos alentejanos, ovos mexidos com farinheira, pezinhos de coentrada e cogumelos salteados com azeite, alho e orégãos. Nos pratos principais há um compromisso feliz entre tradição e contemporaneidade, tanto na confeção como no empratamento, de que são exemplos os tentáculos de polvo salteados em azeite e alho com meia desfeita de batata e tomate, o arroz de tamboril malandrinho, o cozido de grão à alentejana e a perna de javali estufada em vinho tinto Santa Vitória Reserva 2011 com castanhas e maçã reineta. Boa doçaria regional, como o típico leite-creme de poejo, de sabor deliciosamente leve e fresco. Garrafeira criteriosamente selecionada com base no Alentejo. Serviço eficiente e delicado.

Contactos

Morada:
Rua General Humberto Delgado, nº5, 7600-099 Aljustrel
Telefone:
+351 284 600 800


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Adega da Casa Monte Pedral

Adega da Casa Monte Pedral

Restaurantes e Cafés

Em pleno centro de Cuba, a Adega da Casa Monte Pedral é um espaço surpreendente pela singularidade das instalações, do ambiente e da comida. Atravessando o pátio, onde se ergue uma estátua de Cristóvão Colombo, evocativa da possível origem cubense do grande navegador – segundo a lenda, já que a história não o confirma, nem desmente –, encontra-se uma sala original: chão de granito, grandes talhas de barro alinhadas ao longo de uma das paredes, espelho envelhecido num dos topos, balcão de cerveja e presuntos suspensos do teto no outro, adega com o seu fuso, alambique, mobiliário antigo, um sobreiro de razoável porte e, no meio de tudo isto, grandes mesas e cadeirões de cabedal, convidando a permanecer. O agricultor José Tomás Landum Soudo adquiriu a casa na década de 80 do século passado e decidiu fazer o restaurante na primeira década do atual, ao seu gosto. A obra é muito interessante. 

A cozinha é tradicional portuguesa com natural predomínio dos pratos típicos do Alentejo. Para entrada insinuam-se petiscos como os passarinhos fritos em azeite da Cooperativa da Vidigueira, os torresmos, que são acabados de fazer, os espargos com ovos e silarcas ou produtos tão nobres como o Queijo Serpa DOP e o presunto de porco preto. Entre os pratos principais destacam-se o feijão com tengarrinhas e secretos ou presas de porco preto, o ensopado de borrego, as açordas de alho e de tomate, as migas com carne de alguidar, as migas de azeitona com costeletas de borrego fritas, as migas de espargos com carne de porco preto grelhada, as sopas de cação e de beldroegas, esta na época, e muito mais. Doçaria diversificada e de qualidade. Garrafeira centrada na região – tudo o que há em Vila Alva e Vidigueira – e no Alentejo.

Contactos

Morada:
Rua Fonte dos Leões, 7940-014 Cuba
Telefone:
+351 936 520 036


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Tasca “O Bernardo”

Tasca “O Bernardo”

Restaurantes e Cafés

Na pequena freguesia de Boavista dos Pinheiros, em Odemira, numa rua recatada, há um restaurante, a Tasca “O Bernardo”, que tem atraído clientes de todo o país. Gerido por Elisabeth Marcelino, alemã de nascimento, mas filha de gente da terra, está instalado numa típica habitação alentejana e divide-se em três espaços: a sala principal, com tijoleira rústica, o pátio coberto com piso de tábua corrida e a esplanada, onde na maior parte do ano brilha o sol que caracteriza esta zona do país. A decoração tem por base mobiliário antigo, recuperado e pintado, e objetos ligados à vida do campo, nomeadamente cucharros de cortiça, cangas de bois e cântaros de zinco, alguns dos quais oferecidos por clientes e amigos, conhecedores do gosto de Elisabeth por velharias e antiguidades.  

O ambiente é descontraído, embora elegante, e reúne gente de várias partes do mundo, agradada pela simpatia da proprietária, poliglota, e, claro, com mão para a cozinha, dado interessante para quem viveu tanto tempo a norte, mas se sente alentejana. 

A ementa abre precisamente com sabores do Sul, entre os quais se destacam a cenoura levemente cozida, temperada com alho e coentros, a salada de ovas, a de polvo e o Queijo Serpa DOP, além das sopas, como a de cação e a açorda com ovo escalfado e bacalhau. Nos pratos principais assinalam-se o cherne grelhado com molho de coentros e alhos, o linguado grelhado com molho de manteiga e a massinha de cherne. Isto no que se refere aos peixes, pois no que toca às carnes destacam-se os lombinhos à alentejana, as plumas ou os secretos grelhados, a carne à portuguesa, a carne à alentejana, o bife da vazia grelhado e o bife da vazia flambeado com pimenta verde ou cogumelos frescos. Os vegetarianos não têm pratos contemplados na carta mas, a pedido, a cozinheira improvisa petiscos que não ficam atrás dos consagrados. 

Nas sobremesas, além da doçaria conventual, a não perder a mousse escura de chocolate e o gelado com cerejas flambeadas. Garrafeira com os vinhos da região e alguns apontamentos de fora. Serviço eficiente e simpático.

Contactos

Morada:
Av. do Comércio n.º6, Boavista dos Pinheiros, 7630-033 Odemira
Telefone:
+351 283 386 476


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A Cavalariça

A Cavalariça

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Começou por ser só taberna, no outro lado da casa, passou a servir refeições na própria cozinha da família e acabou por se transformar num dos restaurantes de referência do Baixo Alentejo. Foi em 2004, quando Maria João decidiu dar novo rumo ao negócio dos pais e adquiriu o espaço anexo à cozinha para fazer uma sala de refeições condigna (o espaço da taberna ainda lá está, talvez à espera de melhores dias). Ela encarregou-se da cozinha, o marido da sala e o sucesso foi imediato, devido à qualidade das instalações e da comida. Bem situado, no centro da povoação, junto da igreja, o restaurante tem uma sala de refeições acolhedora com chão de tijoleira, paredes brancas, teto de madeira, cadeiras confortáveis, mesas espaçosas, atoalhados de pano e ambiente familiar. 

Apesar do espaço agradável, o grande atrativo de A Cavalariça é a comida simples e bem-feita, à maneira antiga, com produtos da região, como sucede com a caça, que tem clientes fiéis, durante todo o ano, para as excelentes açordas de fraca e de perdiz, o coelho bravo frito, o feijão com lebre, o javali e o veado estufados. Mas toda a ementa merece atenção, desde o paio e o presunto de porco preto de Almodôvar ou Queijo Serpa DOP, nas entradas, até à sopa de cação, às migas de espargos com carnes de porco preto grelhadas, ao cozido de grão e ao ensopado de borrego, nos pratos principais, e à sericaia com Ameixa d’Elvas DOP, à encharcada e ao requeijão com doce de abóbora ou com mel biológico das serras do Guadiana e nozes, nas sobremesas, que são todas de confeção caseira. Garrafeira totalmente alentejana. 

Contactos

Morada:
Rua do Paço, nº 14, 7780-347 Entradas
Telefone:
+351 286 915 491


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