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Ílhavo

Ílhavo

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A cerca de 3 km de Aveiro, tomando a E.N. 109 na direcção do sul, encontra-se Ílhavo, antiga Illabum que porventura terá sido fundada pelos Gregos. Tal como Aveiro, localiza-se nas terras baixas banhadas pelos braços da ria que o rio Vouga desenha quando chega ao mar. Esta geografia peculiar condicionou desde tempos recuados a actividade dos seus habitantes, atraindo-os para as fainas da pesca e à longínqua Terra Nova em busca do bacalhau. Merece visita o Museu Marítimo com uma admirável mostra dedicada à ria e ao mar, a não deixar esquecer como eram as velhas embarcações que deslizavam pela ria, os instrumentos náuticos e os variados aparelhos de pesca.

De passagem pela igreja matriz, datada de 1785 e dedicada a S. Salvador, não deixe de entrar. Lá dentro, entre outras peças de interesse, destaca-se a imagem do Senhor dos Navegantes, da devoção dos homens do mar. Na capela de Nossa Senhora do Pranto repare-se numa escultura da Senhora, em calcário policromado, que remonta ao séc. XV.

Muita da terra que hoje se pisa em redor de Ílhavo foi em tempos arrancada aos braços da ria pelo enorme esforço dos ilhavenses. São as "gafanhas", solos extremamente férteis que produzem batata, milho, feijão e hortaliças, raiz do nome de várias das freguesias da região: Gafanha da Nazaré, Gafanha da Encarnação, Gafanha do Carmo.

Muito perto de Ílhavo, a Fábrica da Vista Alegre que desde há 170 anos protagoniza o fabrico de uma das mais prestigiadas porcelanas do Mundo, o museu, as lojas e todo o interessante complexo industrial junto de um dos braços da ria, são, sem dúvida, dignos de visita.

Por entre os campos férteis das Gafanhas siga na direcção de Vagos, concelho rural conhecido pela produção de leite. Atravesse o braço sul da Ria na direcção da praia da Vagueira. Uma estrada paralela ao mar conduz à Costa Nova. Aqui, deixe-se encantar pelos coloridos palheiros.



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Freixo de Espada à Cinta

Freixo de Espada à Cinta

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Há diversas explicações para o curioso nome desta vila. Uns dizem que teve origem no nome de um fidalgo godo "Espadacinta", outros no brasão de um fidalgo leonês que tinha um freixo e uma espada ou, ainda, na lenda que diz que D. Dinis rei de Portugal, quando fundou a localidade no séc. XIV, amarrou a sua espada a um freixo, antes de se encostar à árvore a descansar.

Situada na região demarcada do Douro, esta zona adquire uma beleza especial na Primavera quando as amendoeiras estão em flor, podendo a paisagem ser admirada em toda o seu esplendor do alto do Penedo Durão, o mais belo e imponente miradouro do concelho, de onde se vislumbra uma área que se estende para lá da fronteira espanhola.



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Sagres

Sagres

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Com origem anterior à conquista romana, foi no séc. XV que Sagres ganhou grande importância.

A presença frequente do Infante D. Henrique, durante o início da navegação atlântica e da descoberta da costa africana até ao Golfo da Guiné, associou para sempre este simples porto de pesca aos Descobrimentos.

Na Ponta de Sagres, gigantesco dedo de pedra apontando para o Oceano, algumas edificações evocam ainda o passado deste local que faz parte da história do mundo, lembrando a Vila do Infante e a fortaleza que a protegia, fundadas pelo Infante D. Henrique.

Perto, no extremo sudoeste do continente europeu, fica o Cabo de S. Vicente (Promontorium Sacrum dos Romanos), onde se abre um vasto horizonte de céu e mar.



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Óbidos

Óbidos

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A lindíssima vila de Óbidos, de casas brancas enfeitadas com buganvílias e madressilvas foi conquistada aos mouros pelo primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, em 1148. Mais tarde, D. Dinis doou-a a sua mulher, a rainha Santa Isabel. Desde então e até 1883, a vila de Óbidos e as terras em redor foram sempre pertença das rainhas de Portugal.

Envolvida por uma cintura de muralhas medievais e coroada pelo castelo mouro reconstruído por D. Dinis, que hoje é uma pousada, Óbidos é um dos exemplos mais perfeitos da nossa fortaleza medieval. Como nos tempos antigos, a entrada faz-se pela porta sul, de Santa Maria, embelezada com decoração de azulejos do séc. XVIII.

Dentro das muralhas, que sob o sol poente tomam uma coloração dourada, respira-se um alegre ambiente medieval feito de ruas tortuosas, de velhas casas caiadas de branco com esquinas pintadas de azul ou de amarelo, de vãos e janelas manuelinas, lembrando que D. Manuel I (séc. XVI) aqui fez grandes obras, de muitas flores e plantas coloridas.

Não deixe de visitar a Igreja Matriz de Santa Maria, a linda capela de São Martinho e, fora das muralhas, a Igreja do Senhor da Pedra.

Dos eventos que se realizam anualmente em Óbidos merecem destaque as Festas da Semana Santa (em que são recriados os passos da via Sacra), o Festival de Música Antiga, em Outubro e, para os mais gulosos, o Festival Internacional do Chocolate, em Março, de que faz parte um concurso internacional onde as receitas são avaliadas por um júri internacional de especialistas.




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Lousada

Lousada

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Numa zona economicamente muito desenvolvida mas que conserva uma forte tradição agrícola, Lousada conserva um património monumental digno de visita.

Mais recentemente, Lousada tem vindo a ser conhecida pela realização de provas automobilísticas na pista com excelentes condições situada nas redondezas.




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Vieira do Minho

Vieira do Minho

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Localizado numa região muito montanhosa e densamente florestada, o concelho de Vieira do Minho tem nas albufeiras das Barragens da Caniçada e do Ermal, locais de extraordinária beleza, ideais para o tempo de lazer. Um pouco por todo o lado pequenas povoações preservam os costumes ancestrais da vida rural.

No 1º fim-de-semana de Outubro, a vila anima-se com a realização da Feira da Ladra, uma feira franca onde se vende de tudo, com destaque para o artesanato típico da região como os objectos em cobre, de cestaria e a tecelagem.



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Leiria

Leiria

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Leiria tem um rio que corre para cima, uma torre que não tem Sé, uma Sé que não tem torre e uma Rua Direita que o não é. (Rima Popular).

Para D. Afonso Henriques, primeiro conquistador cristão de Leiria em 1135 e o fundador do seu castelo, o local constituía a sentinela avançada para a sua estratégia de conquista de Santarém, Sintra e Lisboa aos Mouros, o que viria a suceder em 1147.

Durante mais de meio século Leiria voltaria a ser devastada pelas incursões dos exércitos mouros e a sua conquista definitiva só viria a acontecer no reinado de D. Sancho I no final do séc. XII, dando-lhe o monarca o foral em 1195.

Em 1254 D. Afonso III realizou aqui as primeiras Cortes com a presença de todos os procuradores dos concelhos do Reino, facto de extrema importância na História de Portugal, pois foi a primeira vez que o povo pôde exprimir as suas reivindicações junto do Rei.

No séc. XIV D. Dinis e sobretudo sua mulher D. Isabel, a Rainha Santa, residiram por diversas vezes no castelo, talvez por o considerarem uma aprazível residência com largas vistas para os encantos da paisagem em redor.

A acção do rei ficou marcada pela implantação do pinhal de Leiria ao longo da zona litoral para protecção das dunas arenosas. Os seus pinheiros bravos viriam a fornecer a madeira e o pez para a construção naval portuguesa, sobretudo durante o período dos Descobrimentos e ainda hoje esta imensa mancha verde é um local muito agradável para um passeio.

De todas as Cortes reunidas pelos monarcas portugueses em Leiria a sessão mais trágica terá ocorrido nas de 1438, convocadas por D. Duarte para discutir a entrega de Ceuta em troca da libertação de seu irmão o Infante Santo, D. Fernando, prisioneiro em Tânger. A Assembleia decidiu pelo sacrifício do Infante a troco da manutenção da praça marroquina e o rei, aniquilado pelo desgosto, morreria pouco tempo depois.

Do Castelo medieval a cidade cresceu fora de muralhas num primeiro tempo marcado pela românica Igreja de São Pedro e depois no séc. XVI com a construção da Sé Catedral e da Misericórdia. A cidade expandiu-se então até ao rio Lis e as suas frondosas margens acolheram diversos edifícios religiosos.

Mas só no séc. XIX a cidade de Leiria se iria desenvolver novamente com o estabelecimento da burguesia muito bem retratado por Eça de Queirós, que aqui imagina o "Crime do Padre Amaro", e sobretudo pela acção de Ernesto Korrodi, que se empenhou em valorizar a cidade. Desde então e até aos nossos dias a urbanização moderna e desordenada mudou a cidade, transformando-a num centro industrial em expansão.



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Marinha Grande

Marinha Grande

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A história da Marinha Grande está ligada à existência dos 11.500 hectares do Pinhal de Leiria, também conhecido por Pinhal do Rei, floresta de pinheiro bravo plantada no séc. XIII por D. Afonso III e aumentada por seu filho D. Dinis.

Inicialmente destinado a suster as areias da costa que invadiam os terrenos de cultivo, o Pinhal viria a abastecer a madeira necessária à construção das naus e caravelas para os Descobrimentos Portugueses. A presença do pinhal e das areias das praias atlânticas foram determinantes para o papel da região na tradição da indústria metalúrgica e do vidro em Portugal.

Assim o entendeu o Marquês de Pombal, ministro de D. José I, ao conceder em 1769 ao industrial inglês William Stephens alvará para fundar a Real Fábrica de Vidro de Guilherme Stephens. O projecto foi continuado por um irmão de Guilherme, João Diogo Stephens, que após a sua morte o deixou em testamento à Nação Portuguesa.

Alimentada pela abundância das matérias-primas necessárias à sua fabricação, a lenha e a areia, a região tornou-se desde então o centro do fabrico de vidro e cristal português, que tem a marca da mestria de muitas gerações de operários-artistas na produção de peças únicas de reconhecida qualidade em todo o mundo.

No centro da principal praça da Marinha Grande, onde se destaca o edifício dos Paços do Concelho, encontrará o busto de Guilherme Stephens, da autoria de Luís Fernandes, homenagem de todos os trabalhadores da Fábrica que, em 1941, se quotizaram para o pagar. Um bonito portão em ferro dá acesso a um jardim onde se encontra o Museu do Vidro, instalado no Palácio Stephens. Aqui poderá apreciar as admiráveis colecções de objectos artísticos criados ao longo de mais de 200 anos, bem como o núcleo fabril.

Complete a visita respirando o revigorante ar atlântico das Praias do Litoral.




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Azeitão

Azeitão

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Situada no Parque Natural da Serra da Arrábida, a zona de Azeitão, compreende diversas povoações características, de que se salientam as de Vila Fresca e de Vila Nogueira, que adoptaram os nomes das quintas à volta das quais se desenvolveram.

Vila Fresca de Azeitão cresceu em redor da Quinta Fresca, onde no séc. XV o Rei D. João I fundou um palácio, que mais tarde se passou a denominar de Palácio da Quinta da Bacalhoa, devido à alcunha dada a uma das suas proprietárias, tendo esse nome permanecido até aos dias de hoje.

Vila Nogueira de Azeitão, por sua vez, formou-se em redor da Quinta da Nogueira, propriedade de D. Constança, esposa do rei D. Pedro (séc. XIV). A povoação desenvolveu-se e foi elevada à categoria de vila e sede de concelho em 1786, categoria que perdeu em 1855.

Nesta região aprazível e de grande beleza natural fixaram residência de verão diversas famílias nobres que aqui fundaram Quintas e palacetes dignos de nota como a Quinta das Torres (hoje transformada em Estalagem) e o Palácio dos Duques de Aveiro, edificado em estilo renascença puro.

Uma visita a Azeitão deverá ser também a oportunidade para degustar os excelentes produtos da região como os queijos, as famosas tortas e os vinhos, em que se destacam os vinhos de mesa da casta Piriquita e o Moscatel de Setúbal.



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Montalegre

Montalegre

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Em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês, esta região oferece deslumbrantes paisagens, em que a Natureza ainda conserva todo o seu encanto.

A vila de Montalegre é dominada pelo castelo construído no séc. XIII sobre restos de uma fortificação mais antiga, o que demonstra a importância deste local como ponto estratégico de defesa do território.

Nas redondezas, junto à típica aldeia comunitária de Pitões das Júnias, o pequeno e curioso Mosteiro de Santa Maria das Júnias, hoje em ruínas pertenceu à Ordem de Cister (sécs. XIII-XIV).

Sob o ponto de vista gastronómico, Montalegre é famosa pela produção de enchidos e presunto, sendo a Feira do Fumeiro que se realiza anualmente em Janeiro, a oportunidade ideal para adquirir estas iguarias.



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