Representa POIs do Tipo Outros
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Paços do Concelho - Barcelos
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O atual edifício da Câmara Municipal de Barcelos é o resultado de uma série de anexações, reformas e acrescentos a partir do núcleo dos velhos Paços do Concelho, a que a grande remodelação e ampliação iniciada em 1849 procurou dar uma certa unidade.
Integra o antigo Hospital do Espírito Santo, que serviu de posto de assistência dos peregrinos a Santiago de Compostela e a antiga Capela de Santa Maria, ambos do século XIV. A Torre e Casa da Câmara são do século XV e a Igreja da Misericórdia do século XVI.
4750-323 Barcelos
Caves do Vinho do Porto
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É no Vale do Rio Douro que o vinho do Porto nasce, mas é junto à cidade que lhe deu o nome que envelhece e ganha o sabor que o torna inconfundível.
É cultivado nos socalcos esculpidos pelo homem nas margens do Rio Douro desde há longo tempo, numa área que em 1756 foi salvaguardada pela Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, tornando-se por isso uma das mais antigas regiões de vinho demarcadas do mundo. Em 2001, a região do Alto Douro Vinhateiro foi classificada Património Mundial pela UNESCO.
Desde sempre, o rio serviu para transportar as pipas de vinho até à foz do rio Douro, em barcos específicos para essa função, os barcos Rabelo. Ainda hoje os podemos ver e admirar nos cais do Porto e de Vila Nova de Gaia, onde se concentram as caves onde o vinho envelhece e é depois comercializado para todo o mundo. Para dar a conhecer a história do vinho do Porto, a maior parte das caves abre as portas aos visitantes e oferece visitas guiadas e provas de degustação.
Para chegar às Caves, a partir da Ribeira do Porto, pode-se atravessar a Ponte Luís I a pé pelo tabuleiro inferior. Também é possível atravessar a ponte pelo tabuleiro superior, da Batalha até à Serra do Pilar e descer a pé ou de teleférico até às caves. É uma paragem obrigatória para quem visita o norte do país.
Veja quais as caves e visitas disponíveis na opção Circuitos e Serviços de Turismo / Enoturismo e Gastronomia da área de pesquisa avançada.
Santa Casa Convida: visitas guiadas à Igreja e Museu de São Roque
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Num dos locais mais visitados de Lisboa, entre o Chiado, o Bairro Alto e o Príncipe Real, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa convida a conhecer espaços que normalmente não podem ser visitados.
Todos os sábados, a partir do dia 21 de março, o roteiro começa no Largo Trindade Coelho e termina no Convento de São Pedro de Alcântara, passando pela Igreja e Museu de São Roque, pela Biblioteca e pelo Arquivo Histórico, onde está a documentação histórica da Santa Casa. Será assim possível conhecer espaços que acompanharam os 516 anos de existência da Misericórdia de Lisboa, e, outros mais recentes, mas não menos importantes historicamente, como a Sala de Extrações da Lotaria.
As visitas guiadas são gratuitas e necessitam de marcação prévia que poderá ser efetuada pelo telefone 213 235 325 ou para relacoes.publicas@scml.pt.
Para mais informações, consultar www.scml.pt
Miguel Januário
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Local: Mercado do Chão do Loureiro
Na baixa, quem fizer o percurso pelos elevadores públicos até ao Castelo de São Jorge, vai passar com certeza pelo antigo mercado do Chão do Loureiro. O edifício, para além de ter um dos elevadores que ajudam a subir a colina do Castelo, um supermercado e um café restaurante no topo, tem vários pisos transformados em parque de estacionamento que servem também de grandes galerias de arte urbana da cidade. Entre as várias peças destacamos uma delas, criada por Miguel Januário, que retrata os prédios típicos dos bairros históricos e realça alguns aspetos icónicos da cidade de Lisboa, como o Aqueduto das Águas Livres.
Miguel Januário nasceu em 1981. Licenciou-se em Design de Comunicação (FBAUP), destacando-se na área de graffiti e street art.
Considerando-se um artista ativista assumido, ± (Mais Menos) é o seu lado mais visível e é através dessa identidade que ele afirma e interfere na paisagem urbana.
C215
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Local: Largo do Terreiro do Trigo, Lisboa
C215 é um artista francês que, usando o stencil, captura a luz, a profundidade e a humanidade de uma forma única.
Os Stencil tendem a achatar as imagens e a torná-las estáticas, mas C215 desenvolveu um estilo próprio de ilustrar em que produz uma iluminação impressionista das personagens que cria.
Gonçalo MAR
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Focado na construção de seu próprio ambiente imaginário, a obra de Gonçalo MAR funde elementos da banda desenhada e animação com os da cultura japonesa, assim como outros mais estreitos com os códigos de arte de rua.
Os personagens coloridos são envolvidos em uma aura surreal, mostrado em situações que parecem ter saído de um sonho, revestidos de um lirismo que é incomparável neste tipo de manifestações artísticas visto em Portugal.
Neste caso específico, onde ele foi convidado para evocar os valores do Norte de Portugal, a base da peça é um objeto muito especial que fala por si: o barril de vinho.
ADD FUEL
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Local: Coimbra
Diogo Machado aka ADD FUEL, formou-se em Design Gráfico pelo IADE e trabalhou nessa função em algumas agências em Portugal e Alemanha, mas cedo percebeu que ser freelancer era um ‘estatuto’ ambicionado e que a ilustração era a sua paixão.
A junção de ambos, tornou-se realidade a partir de 2006. Deste então, o seu percurso divide-se entre colaborações e encomendas por parte de grandes marcas como a Nike, RedBull, Mtv, Burton ou Alfa Romeo.
Para além de participar em diversas exposições, os últimos anos têm sido assinalados por uma maior presença no espaço público, dando continuidade e profundidade ao trabalho principiado no Cascais Art Space, reinterpretando e reinventando a azulejaria tradicional portuguesa. Devolvendo-a às ruas, tanto através da colagem espontânea e inusitada de peças cerâmicas ou através da pintura de grandes murais.
Esta nova faceta urbana pode ser vista em Lisboa, em Lagos, na Figueira da Foz e em Coimbra.
Ella & Pitr
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Quando as crianças dormem…
Local: 180 Creative Camp / Castelo de Abrantes
https://vimeo.com/101549722
O trabalho no Castelo de Abrantes de Ella & Pitr foi realizado durante a edição de 2014 do 180 Creative Camp, um evento organizado pelo Canal 180.
Ella & Pitr são dois artistas que formam o casal dos “pintores de papel”. Desenham gigantes adormecidos, grandes aves com asas pesadas, comedores de crianças, montes de pedras, cadeiras ou troncos carbonizados.
Às vezes, sugerem aos transeuntes que se fotografem em frente a grandes molduras pintadas nas paredes e pedem que lhes enviem as fotos. Até agora o site já recebeu mais de 4000 fotografias, todas disponíveis no site.
Segundo os próprios, são “um casal de artistas franceses que desenham no chão para fazer falar as nuvens”.
Hugo Makarov/Mário Belém/Nuno Saraiva/Pedro Soares Neves/UAT /Vanessa Teodoro
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Fado Vadio
Local:Escadinhas de São Cristóvão, Lisboa
Em Lisboa, a caminho do Castelo de São Jorge, somos surpreendidos nas Escadinhas de São Cristóvão por um grande mural dedicado ao fado vadio, pintado por um coletivo de artistas. Neste caso, vale a pena demorar a subir as escadas para poder apreciar os pormenores dos desenhos sobre os lisboetas.
O coletivo é composto por:
- Hugo Makarov, tatuador que faz incursões na arte urbana.
- Mário Belém, designer gráfico formado na escola de artes em Lisboa, Ar.Co, passando por várias empresas antes de se tornar freelancer. Gosta de experimentar novas técnicas, materiais e estilos.
- Nuno Saraiva
- Pedro Soares Neves (www.userdesign.org), um pioneiro na introdução do “graffiti” contemporâneo, de base altruísta, em Portugal. Designer urbano de formação académica multidisciplinar e pós graduado na área do design e arquitetura, especializou-se em metodologias de participação e apropriação pictográfica informal e espontânea do espaço público.
- UAT
- Vanessa Teodoro
Bordalo II
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Owl Eyes / Olhos de Mocho
Wool (Festival de Arte urbano), Rua Alexandre Herculano / Rua do Cotovelo, Covilhã © Wool / Bordalo II
Intervenção realizada em pleno centro histórico da Covilhã, em outubro de 2014, duramte o Wool, um festival e arte urbana.
O cenário escolhido por Bordalo II, embora no centro histórico da cidade, é de forte degradação, desertificação e envelhecimento. O artista Bordalo II, após constatar esta realidade, pretendeu apelar ao investimento material e social no local e construiu, usando lixo e sucata, um enorme mocho, símbolo de sabedoria e cultura.
Artur Bordalo aka Bordalo II nasceu em Lisboa, em 1987. Durante a sua juventude, descobriu-se entre dois mundos, um em que via o avô, o pintor Real Bordalo, pintar as suas aguarelas e outro em que experimentava as consequências que o graffiti ilegal trás a quem a ele se dedica. Gradualmente, foi transformando os seus hábitos, construindo e evoluindo no trabalho artístico que hoje apresenta.
Sobre o que o inspira, Bordalo afirma “Faço parte de uma geração extremamente consumista, materialista e gananciosa. A educação que recebemos, é já direcionada ao consumo exagerado.Com a produção excessiva de coisas, especialmente material tecnológico, mas não só, também a produção de "lixo" e de objetos desaproveitados há um aumento proporcional ao consumismo exagerado dessas mesmas coisas. E digo "Lixo" entre aspas porque é uma definição muito abstrata. O lixo de um homem é o tesouro do outro".

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