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Castelo Branco - Passeio na cidade

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Ao chegar a Castelo Branco é inevitavelmente conduzido para a Alameda da Liberdade, o centro. Se for de carro pode estacionar nesta área e procurar um mapa e informações no Posto de Turismo aí situado.

A pé, siga pela Rua Sidónio Pais. Ao fundo será recebido pela robusta Sé, o exemplo maior da ação episcopal nesta cidade que se tornou sede de bispado em 1711. Do Largo da Sé, a Rua das Olarias irá conduzi-lo ao Museu Francisco Tavares Proença Júnior onde poderá admirar as famosas Colchas de Castelo Branco e apreciar o agradável Jardim barroco do Paço Episcopal, ex-libris de Castelo Branco. Do outro lado da rua, o Parque da Cidade, e ao fundo, o Convento da Graça com o seu museu de Arte Sacra da Misericórdia são dignos de visita.

Volte ao largo da Sé e siga pela Rua de São Sebastião. A Torre do Relógio marca as muralhas medievais, abandonando assim a chamada cidade moderna onde esteve.

A Praça Camões, também chamada Praça Velha, marca a cidade antiga. Aqui vemos o edifício setecentista dos Paços do Concelho, com a esfera armilar na fachada, o símbolo real de D. Manuel. Ao lado, o antigo Celeiro da Ordem de Cristo, encarregue da jurisdição desta cidade, cuja Cruz vemos por cima da porta. Em frente, verá um arco que marca uma das antigas portas do castelo, onde os Templários construíram uma casa para o bispo. O Arco do Bispo conduz o visitante à Igreja de Santa Isabel, primeira morada da Misericórdia de Castelo Branco.

Corte à direita ao acaso e deixe-se levar. Será surpreendido por uma cidade antiga onde as casas sobreviveram a vários tempos. Construídas na Idade Média foram enriquecidas com pequenos detalhes em portas e janelas revelando ainda hoje um traçado urbano antigo que não se perdeu e que o granito acentua. A Rua Nova, a Rua dos Peleteiros, A Rua d´Ega ou a Rua do Muro levam-no a subir a encosta até à Igreja de Santa Maria e às ruínas do Castelo. O limite deste pequeno percurso é o melhor miradouro sobre a cidade de Castelo Branco.


Cister no Norte de Portugal

Cister no Norte de Portugal

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A região Norte constituiu a porta de entrada da Ordem de Cister em Portugal durante a primeira metade do séc. XII, sendo a abadia de São João de Tarouca, a sul do Douro, a primeira a adotar , de forma consistente, a nova observância da Ordem, em 1144. Portugal teve uma participação ativa no sucesso deste extraordinário movimento espiritual e económico de dimensão europeia, com as filiações a sucederem-se em todo o território ao longo dos séculos XII e XIII.

A Ordem agregou vastos domínios patrimoniais distribuídos pelas regiões onde se instalava, desempenhando um papel civilizador junto das populações, legado de património e cultura que hoje redescobrimos. Na austeridade e singeleza que lhes são próprias, os edifícios monásticos então construídos exibem soluções arquitetónicas inovadoras que marcam também a passagem do estilo românico para o gótico.

No séc. XVIII muitos dos mosteiros são ampliados e renovados, abrindo-se ao movimento barroco que invade o interior das suas igrejas e, em alguns casos, acrescenta elementos decorativos nas fachadas, ainda que retirando-lhe por vezes a primitiva pureza. Um conjunto importante de mosteiros distribui-se em dois núcleos geográficos principais: um, encontra-se na região do Alto Minho, junto das bacias dos grandes rios Minho, Lima e Cávado, penetrando até ao mais interior da Serra do Gerês; outro, na região a Sul do Douro acompanha de perto o curso deste rio, desde o litoral até à fronteira com Espanha, a Leste.

Para quem tem a paixão de conhecer o passado milenar, ou para o apreciador de paisagens, estes dois roteiros mostram-lhe cenários com que nunca sonhou.


Lisboa dos Descobrimentos

Lisboa dos Descobrimentos

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Em Lisboa, Belém é o bairro memória da era dos Descobrimentos e da expansão marítima portuguesa. Nos séculos XV e XVI, daqui partiram as caravelas e aqui chegaram as novas das descobertas. D. Manuel I mandou então construir o Mosteiro dos Jerónimos e a Torre de Belém, símbolos do da riqueza e do esplendor quinhentista de Portugal. Classificados Património da Humanidade, são duas obras-primas do estilo "manuelino", interpretação portuguesa do gótico final. Nas antigas dependências conventuais do mosteiro podemos encontrar o Museu Nacional de Arqueologia e o Museu da Marinha, onde poderá saber um pouco mais das técnicas de navegação que os portugueses usaram.

No séc. XVIII, o rei D. João V elegeu Belém para sua residência, mandando restaurar o Palácio e fazer uma escola de equitação. O Picadeiro foi adaptado a Museu Nacional dos Coches e o palácio "cor-de-rosa" tornou-se a residência oficial do Presidente da República.

Em 1940, a pretexto das comemorações da fundação da nacionalidade, o governo de Salazar decidiu realizar aqui a "Exposição do Mundo Português". Para o efeito o traçado de Belém foi reorganizado e surgiram a Praça Afonso de Albuquerque, em homenagem ao primeiro vice-rei da Índia, a Praça do Império, o Padrão dos Descobrimentos e as zonas ribeirinhas de lazer.

A Igreja da Memória, a Capela de São Jerónimo, o Jardim Agrícola Tropical, o Centro Cultural de Belém e o Museu de Etnologia completam o conjunto museológico deste bairro.

Hoje, já não existe aqui nem o porto nem a praia dos Descobrimentos, mas uma agradável zona de lazer e cultura onde os lisboetas gostam de passear. A visita a Belém não ficará completa sem uma paragem na centenária Casa dos Pastéis de Belém, onde deve provar esta doce especialidade.


Festa das Tochas Floridas

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A Páscoa em São Brás de Alportel
As tochas que antigamente eram compridas velas são hoje paus muito decorados com flores. São transportados por homens que se reúnem em duas alas durante a procissão, assinalando a Ressurreição de Cristo, celebrada no Domingo de Páscoa em São Brás de Alportel.

A Festa de Aleluia começa logo pela manhã, a partir das 10h00, e percorre a vila ao som da toada "Ressuscitou como disse... Aleluia, Aleluia!".
Um canto profundo e ensurdecedor, onde sobressai o refrão "Aleluia", é acompanhado pela população que comparece em peso.

Na parte da tarde, há o Encontro de Sons e Sabores a partir das 15h00 no adro da Igreja Matriz, onde as tochas e as colchas mais tradicionais e artísticas são premiadas durante um sarau cultural que inclui música e poesia.

Este é um dia sagrado para todos os habitantes e uma festa onde o religioso e o pagão se misturam em harmonia. O ambiente é de alegria e muita cor. O ar fica perfumado pelos ramos de alfazema, rosmaninho e flores campestres dos enfeites das tochas e nas janelas pendem as colchas brancas e encarnadas, decorando a vila.

Durante o dia saboreiam-se as tradicionais e singulares amêndoas tenras e amêndoas de pinhão, confecionadas de forma artesanal em São Brás de Alportel há mais de um século, pela mesma família.

Imagem retirada de www.cm-sbras.pt


Circuito de Ermelo

Circuito de Ermelo

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Para fazer este circuito poderá optar por entrar no Parque a partir de Mondim de Basto e seguir para a aldeia de Ermelo, enquadrada por arvoredo e campos de cultivo, que conserva um admirável conjunto de arquitetura rural onde as paredes das casas são erguidas utilizando a rocha-mãe da região.

A povoação, que recebeu foral em 1196, conserva um bonito pelourinho, a igreja, uma via sacra de cruzes enigmáticas e um conjunto de espigueiros para a acomodação dos cereais. Uma visita ao núcleo museológico completa a sua visita.

Siga na direção de Fojo e seguidamente para Varzigueto. À entrada desta povoação, o rio Olo caminha para o grande mergulho do alto das Fisgas de Ermelo, num percurso com cerca de 300 m de desnível, rodeado por paisagem grandiosa onde paira uma atmosfera de religiosidade.
O acesso entre Varzigueto e a aldeia do Barreiro oferece, do lado Oeste, uma deslumbrante panorâmica para um horizonte sem par. Sobre o vértice de um cone geológico perfeito, o Monte da Farinha, recorta-se sobre o céu a igreja da Senhora da Graça.

No percurso para Fervença, atente nos vales verdejantes cultivados em socalcos. Tal como no Gerês, esta técnica ancestral de cultivo tem em vista reduzir a erosão e possibilitar a atividade agrícola. Em baixo, corre a ribeira de Fervença. Regresse a Ermelo através do vale da ribeira de Fervença, povoado de floresta quase mediterrânica, onde carvalhos e sobreiros se misturam.

Fontes: Parque Natural do Alvão / Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas


Moinho de Papel do Lis

Moinho de Papel do Lis

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Junto à Ponte dos Caniços, sobre o Rio Lis, fica situado o Moinho do Papel. Construído em 1411, foi considerada a primeira fábrica de papel no país, segundo uma lápide do escrivão do rei D. João I encontrada nas proximidades.

É a memória da comunidade judaica de Leiria e da sua herança tipográfica, pois era aqui que se produzia o papel necessário à atividade.
A cidade é referida como o local da primeira oficina de impressão tipográfica e onde se imprimiu, em 1495, a primeira obra científica em Portugal, o "Almanach Perpetuum".

O local do moinho está assinalado por um painel de azulejos. Ainda podemos ver o armazém, a casa do moleiro e o moinho, onde ainda se produz farinha, mas o local encontra-se inacessível e um pouco degradado.


Pedro Álvares Cabral

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Sabe-se pouco da vida e da personalidade de Pedro Álvares Cabral, apesar de ser uma das grandes figuras dos Descobrimentos Portugueses.

Nascido em Belmonte em 1467, era filho do alcaide-mor do castelo de Belmonte. Em 1478, entrou para a Corte, fazendo parte da guarda pessoal de D. João II. Embora não se conheçam experiências marítimas anteriores, foi escolhido por D. Manuel I para comandar a armada que faria a segunda expedição à Índia, constituída por 13 navios. O fiel servidor ia em missão diplomática, para propor paz e amizade e estabelecer uma via de comércio de especiarias a partir de Calecut.

Depois de ter parado em Cabo Verde, rumou em direção a sudoeste, acabando por encontrar terra. Sem certeza de ter chegado a terra firme ou a alguma ilha, pelos seus dados de navegação e o contacto com os locais, percebeu que era terra desconhecida e mandou uma nau regressar a Lisboa com a nova do achamento. Na nau levavam, entre outras provas, papagaios, araras e pau-brasil, donde derivou o nome do território, devido à abundância desta madeira. Continuou viagem em direção ao Oriente, onde, depois de ultrapassar algumas dificuldades, conseguiu estabelecer uma feitoria.

Quando regressou, em 1501, estabeleceu-se em Santarém, onde morreu em 1520. Está sepultado em campa rasa na Igreja da Graça de Santarém. A igreja fica no Largo Pedro Álvares Cabral, onde encontramos uma estátua em homenagem a esta figura histórica, feita em 1971 por Soares Branco.

Ao lado da igreja, fica a Casa Brasil ou Casa Pedro Álvares Cabral, onde viveu até à morte. Atualmente , é um centro cultural de apoio às relações luso-brasileiras, equipado com uma biblioteca especializada sobre a Expansão Portuguesa e os Descobrimentos e com um programa periódico de atividades culturais.


Vila Real medieval

Vila Real medieval

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Corresponde ao lado sul da atual cidade onde teve origem a "vila real" fundada por D. Dinis. Embora tenham desaparecido praticamente todos os vestígios da primitiva vila, o local é impressionante pela beleza da panorâmica que oferece.
Meia hora será o suficiente para percorrer os limites do promontório, com acesso pelo Largo do Freitas, onde se situava a porta principal da vila, defendida por duas torres demolidas no séc. XIX.

Do lado Poente corre, a cerca de 100 metros de profundidade, o rio Cabril. Do lado Nascente avista-se a profunda ravina que serve de leito ao rio Corgo. Os dois rios confluem no extremo sul do promontório donde ainda são visíveis ao longo da encosta alguns vestígios da muralha medieval que D. Dinis mandou erguer. Ao longe, erguem-se as cadeias montanhosas que circundam Vila Real: a serra de Montemuro, a sul, a cumeada da Serra do Marão a poente e os contrafortes da serra do Alvão, do lado Noroeste.

Dentro dos muros do cemitério a capela de S. Brás, e a igreja de São Dinis que lhe está adossada, são contemporâneas da fundação de Vila Real. Siga pela rua de Traz do Muro, donde a vista abarca o vale do Corgo, cujas águas se represam num açude que alimentou a primeira central geradora de eletricidade construída em Portugal por um município (1834), que se avista deste ponto. Sobre este mirante, também assente sobre a antiga muralha, encontra-se a capela de Santo António dos Esquecidos, templo edificado em meados do séc. XVII. Regresse ao largo dos Freitas para iniciar o passeio pela Vila Real antiga a partir do edifício dos Paços do Concelho, que remata a Avenida Carvalho Araújo.


A lenda do Santíssimo Milagre

A lenda do Santíssimo Milagre

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Conta-se que durante o ano de 1266 uma pobre mulher, que vivia em Santarém, vítima da infidelidade de seu marido, recorreu a uma bruxa pedindo-lhe que pusesse termo ao seu sofrimento. Para a cura dos seus males, foi-lhe dito que era necessário arranjar uma hóstia consagrada.
Depois de hesitar durante algum tempo, foi à Igreja de Santo Estevão e no momento da comunhão escondeu a hóstia, indo em seguida para casa da feiticeira. No caminho, o véu que envolvia a hóstia começou a escorrer sangue, vendo-se a mulher obrigada a correr para casa, onde a escondeu numa arca do quarto.

Aconteceu então que, durante a noite, uma intensa e misteriosa luz vinda da arca invadiu estranhamente a casa, obrigando a mulher a contar a verdade a seu marido. Arrependidos, passaram a noite em oração, resolvendo, no dia seguinte, contar o sucedido ao pároco. A notícia espalhou-se e a população acorreu a contemplar o milagre.

A Hóstia Milagrosa foi então devolvida em procissão ao lugar sagrado a que pertencia, a Igreja de Santo Estevão. Está desde então guardada numa custódia de prata dourada, que ainda hoje se pode admirar.

O episódio está relatado em quatro grandes telas protobarrocas (séc. XVII) que existem na Igreja, encomendadas por uma crente no milagre.
Em 1653, foi construída a singela Capela do Santíssimo Milagre, no sítio da casa onde habitava a mulher (na Travessa das Esteiras).


Arquitectura no Parque das Nações

Arquitectura no Parque das Nações

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O projeto inicial do Parque das Nações deu oportunidade à criação de uma cidade nova, onde a arquitetura , nas suas mais variadas expressões, tem o seu máximo expoente.
Exemplos disto são edifícios como o Pavilhão de Portugal, o Pavilhão Atlântico, a Torre Vasco da Gama e a Estação do Oriente.

Pavilhão de Portugal
O Pavilhão de Portugal, concebido pelo Arquiteto Álvaro Siza Vieira, é composto por dois corpos principais separados por uma "junta de construção". Um destes corpos é uma praça coberta (60m x 50m) por um lençol de betão que é constituído por uma fina lâmina deste material reforçada por tirantes de aço inoxidável que estão amarrados aos pórticos laterais.
Com dois pisos acima do solo, o copo-pavilhão é ligeiramente mais alto que o outro, chegando a estender uma pala sobre a "junta de construção", com que o arquiteto marca uma ligeira hierarquia na relação dos dois corpos.

Pavilhão Atlântico
Segundo as palavras do autor português do edifício, Regino Cruz, é na estrutura de sustentação e na forma da cobertura, que está o vetor mais evocativo do tema desenvolvido pela EXPO´98 - Os Oceanos.
Para o arquiteto , essa estrutura em arcos de madeira lamelada (com um vão que chega aos 114 metros), seria visualmente semelhante ao cavername das antigas naus que protagonizaram os Descobrimentos.

Pavilhão do Conhecimento
Segundo o seu arquiteto , João Luís Carrilho da Graça, o conjunto do Pavilhão é o resultado do cruzamento de um volume vertical e outro horizontal, que classifica de megalítico.
No entanto, o volume vertical assenta diretamente no solo, enquanto o outro não.
Tudo isto, dentro dessa ideia de "megalítico". Isto é com um sentido tectónico, onde forma e construção se conjugam para proporem um edifício que também signifique permanência, uma das bases conceptuais da Arquitetura desde sempre.

Torre Vasco da Gama
Leonor janeiro (Profabril) e Nick Jacobs (Skidmore, Owings and Merril) procuraram fazer uma alusão direta às antigas naus, neste edifício com 140 metros de altura, ao conceberem um restaurante circular no topo (cesto da gávea) da vigia vertical e reforçá-la com uma estrutura metálica cuja curva não deixa de lembrar uma vela enfunada pelo vento.
A cunha do corpo baixo sobre as águas pode interpretar-se como uma alusão ao casco de um navio.
Mas a procura, simultânea, de uma expressão contemporânea, quer nas formas, quer nos materiais de construção, quer na visível movimentação dos elevadores panorâmicos, inscreve-se numa atitude eclética que não deixa de ser atual .

Estação do Oriente
Santiago Calatrava, o arquiteto deste complexo, entendeu o conjunto da estação como um forte elemento de ordenação urbana e não como um objeto isolado, apenas agarrado à linha férrea. Sendo a opção de desenho urbano global do futuro bairro, assente numa malha geradora de quarteirão, este arquiteto , resolveu organizar todo o conjunto em função de dois eixos: um é evidentemente o da linha de comboio, que se distribui por quatro cais, e o outro é uma linha de composição simétrica que se estende a partir do rio, passa entre o Pavilhão Atlântico e a Doca dos Olivais, atravessa o meio do Centro Vasco da Gama, para terminar já do outro lado da linha de caminho de ferro.
De acordo com Santiago Calatrava, a Estação do Oriente resume-se ao seguinte: "O complexo estende-se de leste para oeste na seguinte configuração: terminal rodoviário e parqueamento; estação de metro; estação de comboios; galeria longitudinal".


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