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Representa POIs do Tipo Outros

Instituto Superior Técnico e Alameda D. Afonso Henriques

Instituto Superior Técnico e Alameda D. Afonso Henriques

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O campus do Instituto Superior Técnico é uma das principais obras do Modernismo em Portugal e foi projetado em 1927 pelo arquiteto Porfírio Pardal Monteiro.

O Campus é constituído por vários edifícios baixos, que no conjunto transmitem uma ideia de monumentalidade realçada pela sua implantação num terreno elevado e pela larga escadaria que lhe dá acesso a partir da Alameda D. Afonso Henriques.

No outro extremo desta Alameda, projetada pelos irmãos Rebelo de Andrade, está situada a Fonte Luminosa de 1948, que completa este conjunto urbano evidenciando a sua grandiosidade.
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Morada:
Alameda D. Afonso Henriques Lisboa
Telefone:
+351 21 841 70 00
Fax:
+351 21 849 92 42


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Paços do Concelho de Matosinhos

Paços do Concelho de Matosinhos

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Inaugurado em dezembro de 1987, o edifício dos Paços do Concelho de Matosinhos é o primeiro edifício institucional construído em Portugal após o 25 de Abril de 1974.

Projetado por um arquiteto nascido nesta cidade - Alcino Soutinho – o edifício foi erguido na época em que o poder autárquico começou a adquirir autonomia face ao poder central, tornando-se também uma obra de referência da arquitetura portuguesa pela forma como alia a funcionalidade dos espaços à volumetria harmoniosa das suas linhas modernas.
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Morada:
Av. D. Afonso Henriques 4450-510 Matosinhos
Telefone:
+351 22 939 09 00
Fax:
+351 22 937 32 13


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Biblioteca Municipal (Galeria Municipal e Arquivo histórico)

Biblioteca Municipal (Galeria Municipal e Arquivo histórico)

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O edifício da Biblioteca Municipal de Matosinhos foi projetado por um arquiteto natural desta cidade - Alcino Soutinho - que também desenhou os equipamentos e o mobiliário.

A Biblioteca foi inaugurada em 2005. Recebeu o nome de Florbela Espanca em homenagem a esta poetisa portuguesa que passou os últimos anos da sua vida em Matosinhos.
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Morada:
Rua Alfredo Cunha 4450-519 Matosinhos
Telefone:
+351 22 939 09 50 - 22 939 09 58
Fax:
+351 22 939 09 72


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Padrão do Bom Jesus de Matosinhos

Padrão do Bom Jesus de Matosinhos

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Construído no séc. XVIII, o Padrão do Bom Jesus, Padrão do Senhor da Areia ou Nosso Senhor do Padrão relembra a lenda do Senhor Bom Jesus.

Conta-se que a imagem do Senhor de Matosinhos foi esculpida por Nicodemos, um homem que ajudou José de Aritmeia a descer da cruz e embalsamar o corpo de Cristo. Lançada ao mar, teria dado à costa no ano de 124, no areal do lugar do Espinheiro, perto de Matosinhos, mas sem um braço. Ao longo de 50 anos ninguém conseguiu esculpir a peça que faltava, de forma a ajustar-se ao corpo da imagem. Até que uma velhinha que por ali morava, ao fazer a sua lareira, deparou-se com um pedaço que teimava em arder e rolar para fora do lume. Foi então que a filha, muda, recuperou a voz para dizer que se tratava do braço do Bom Jesus. Ao levá-lo à imagem a peça encaixou-se com perfeição no sítio do braço desaparecido e assim a população pode ter a imagem completa.

No local onde a imagem foi encontrada, para uns, ou onde foi encontrado o braço, para outros, foi erguido o padrão em honra deste santo de devoção popular.

No pedestal, um painel de azulejos azuis e brancos do séc. XVIII com a representação de Cristo e o número 50 gravado, em memória do tempo que demorou a encontrar a peça que faltava.
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Morada:
Av. Norton de Matos


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1º Conde de Vila Real

1º Conde de Vila Real

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Consta que estando D. João I (r. 1383-1433) em Vila Real mandou chamar à sua presença D. Pedro de Meneses para nomeá-lo primeiro governador e defensor da praça de Ceuta, recentemente conquistada pelos portugueses.

Estando o fidalgo a jogar a pelota com alguns companheiros de armas, apresentou-se ao rei com o varapau do jogo. Perguntando-lhe o monarca se estava pronto a aceitar o encargo de defender a cidade conquistada, respondeu-lhe D. Pedro que sim e até já estava armado com o cacete do jogo para com ele repelir os ataques dos mouros.

Cumprindo a palavra dada ao rei, este concedeu a D. Pedro de Meneses o título de primeiro Conde de Vila Real, ficando a memória desta tradição gravada na pedra de armas do município.


A lenda da moura Salúquia

A lenda da moura Salúquia

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A lenda da Moura Salúquia remonta ao tempo em que a região de Moura estava em poder dos mouros e que os reis cristãos da Península, nomeadamente D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, se esforçavam por reconquistar para a cristandade.

Salúquia era filha do governador muçulmano Abu Hassan e estava noiva de um jovem que fora nomeado alcaide do castelo. Debruçada do alto de uma das torres, aguardava ansiosamente a chegada do seu noivo, que partira para combater os portugueses. Estes, porém, avançando à conquista da povoação fizeram uma emboscada ao jovem mouro e mataram-no, assim como aos seus companheiros. Vestiram os seus trajes e com este ardil conseguiram que lhes abrissem as portas do castelo.

Percebendo o embuste, a bela moura Salúquia, preferindo a morte a ser escrava e cativa dos cristãos, atirou-se da torre. E assim se explica a origem do nome Moura.


Coimbra - Percurso da Alta da Cidade

Coimbra - Percurso da Alta da Cidade

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A Alta da Cidade é a parte mais antiga de Coimbra, feita de ruas estreitas e íngremes que conduzem ao topo da colina onde nasceu e a que os estudantes deram vida.

A partir da Rua Ferreira Borges, o Arco de Almedina marca os limites da cidade antiga, onde os estudantes viviam, não o podendo fazer fora das muralhas, com exceção para os Mosteiros situados perto do Rio Mondego de onde vinham alguns docentes.

Subindo as escadinhas da Rua do Quebra Costas e virando à esquerda, logo aparece o Arco e o Palácio Sub Ripas, uma casa do séc. XVI com decoração renascentista na fachada, da autoria da oficina de João de Ruão que, diz a tradição, ficava aqui perto. Um pouco mais à frente, sobre uma fundação da muralha medieval, a Torre do Anto assinala a memória do poeta António Nobre (1867-1900), que aqui viveu quando estudava em Coimbra.

A meio da encosta, tem uma vista privilegiada sobre a cidade que terá de certeza inspirado alguns dos seus poemas. Atualmente , abriga uma galeria de arte e uma casa de artesanato. Dando a volta pela Rua dos Coutinhos chega-se ao Largo onde a Sé Velha continua a contar a sua história desde a fundação da nacionalidade.

Depois da Rua Borges Carneiro a Igreja de São João de Almedina anuncia uma paragem obrigatória. Este templo faz atualmente parte do Museu Nacional Machado de Castro, o mais significativo da cidade. Embora esteja de momento encerrado não deixe de admirar a vista da sua varanda renascentista. Repare nas ruas estreitas e íngremes em redor. Aqui encontram-se ainda as casas dos estudantes, conhecidas por Repúblicas, onde cada uma dita as suas próprias regras mantendo vivo o espírito académico.

Saindo do Museu, à direita, encontrará a Igreja de São Salvador, onde se pode apreciar mais uma obra de arte renascentista da autoria de João de Ruão. A rua onde se situa, a Couraça dos Apóstolos indica o local onde a Companhia de Jesus se instalou para construir a igreja que viria a ser a Sé Nova.

Mais à frente uma entrada imponente, a Porta Férrea, convida a entrar na instituição que fez a história de Coimbra, a Universidade, e onde termina este percurso.


Vila Real antiga - Entre a Avenida Carvalho Araújo e a Avenida Marginal

Vila Real antiga - Entre a Avenida Carvalho Araújo e a Avenida Marginal

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Nos séculos XVII, XVIII e XIX a vila medieval foi-se expandindo para além do promontório amuralhado pelo seu fundador, D. Dinis, e surgiram casas apalaçadas e burguesas que se foram alinhando ao longo das novas ruas, hoje cingidas entre a Avenida Carvalho Araújo e a moderna Avenida Marginal, cortada sobre as ravinas do rio Corgo.

Comece por percorrer a rua Camilo Castelo Branco, ao lado direito da Câmara Municipal, onde uma lápide memorativa indica o solar brasonado dos antepassados do escritor e romancista, conhecido por a Casa das Brocas. Nesta mesma rua poderá ainda ver a casa onde viveu Carvalho Araújo.

Prossiga pela rua da Misericórdia, onde se destaca a antiga igreja da Misericórdia. Mais adiante, num largo triangular onde todos os dias 29 de junho , por ocasião da festa de São Pedro, se realiza a pitoresca feira dos pucarinhos, recorta-se a formosa fachada da igreja dos Clérigos, uma obra-prima do arquiteto italiano Nicolau Nasoni.

Siga pela longa e tortuosa rua Direita, aberta no séc. XVII e uma das mais típicas de Vila Real, espaço muito vivido pelo seu comércio tradicional onde parte dos estabelecimentos conservam os seus traços de origem. Observe as casas ornamentadas com varandas decoradas com graciosas grades de ferro e janelas emolduradas de granito, que formam uma galeria de observação de arquitetura civil genuinamente portuguesa. Prosseguindo na direção norte, e num nível superior à Avenida Marginal, encontrará o Parque Municipal.


Sugestões de visita

Sugestões de visita

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Uma das melhores formas de conhecer Santarém é através de percursos temáticos. Os que aqui apresentamos tiveram como critério os movimentos artísticos que acompanharam a evolução social e económica da cidade. Se possível, escolha as Portas do Sol para iniciar o passeio. É um excelente miradouro e uma ótima introdução à história da cidade.

Santarém Romana
- Templo Romano de Scalabis

Santarém Gótica
- Fonte das Figueiras
- Igreja de Santa Clara
- Convento de São Francisco
- Museu Arqueológico de Santarém / Igreja de São João de Alporão
- Igreja da Graça
- Igreja de Santa Cruz da Ribeira
- Núcleo Museológico do Tempo / Torre das Cabaças

Santarém Manuelina e Renascentista
- Igreja de Santa Maria de Marvila
- Igreja de Santo Estevão ou do Santíssimo Milagre

Santarém Maneirista
- Igreja da Misericórdia de Santarém
- Seminário Patriarcal - Antigo Colégio dos Jesuítas
- Igreja de Nossa Senhora da Piedade
- Igreja de Hospital de Jesus Cristo


Castelo Branco - Passeio na cidade

Castelo Branco - Passeio na cidade

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Ao chegar a Castelo Branco é inevitavelmente conduzido para a Alameda da Liberdade, o centro. Se for de carro pode estacionar nesta área e procurar um mapa e informações no Posto de Turismo aí situado.

A pé, siga pela Rua Sidónio Pais. Ao fundo será recebido pela robusta Sé, o exemplo maior da ação episcopal nesta cidade que se tornou sede de bispado em 1711. Do Largo da Sé, a Rua das Olarias irá conduzi-lo ao Museu Francisco Tavares Proença Júnior onde poderá admirar as famosas Colchas de Castelo Branco e apreciar o agradável Jardim barroco do Paço Episcopal, ex-libris de Castelo Branco. Do outro lado da rua, o Parque da Cidade, e ao fundo, o Convento da Graça com o seu museu de Arte Sacra da Misericórdia são dignos de visita.

Volte ao largo da Sé e siga pela Rua de São Sebastião. A Torre do Relógio marca as muralhas medievais, abandonando assim a chamada cidade moderna onde esteve.

A Praça Camões, também chamada Praça Velha, marca a cidade antiga. Aqui vemos o edifício setecentista dos Paços do Concelho, com a esfera armilar na fachada, o símbolo real de D. Manuel. Ao lado, o antigo Celeiro da Ordem de Cristo, encarregue da jurisdição desta cidade, cuja Cruz vemos por cima da porta. Em frente, verá um arco que marca uma das antigas portas do castelo, onde os Templários construíram uma casa para o bispo. O Arco do Bispo conduz o visitante à Igreja de Santa Isabel, primeira morada da Misericórdia de Castelo Branco.

Corte à direita ao acaso e deixe-se levar. Será surpreendido por uma cidade antiga onde as casas sobreviveram a vários tempos. Construídas na Idade Média foram enriquecidas com pequenos detalhes em portas e janelas revelando ainda hoje um traçado urbano antigo que não se perdeu e que o granito acentua. A Rua Nova, a Rua dos Peleteiros, A Rua d´Ega ou a Rua do Muro levam-no a subir a encosta até à Igreja de Santa Maria e às ruínas do Castelo. O limite deste pequeno percurso é o melhor miradouro sobre a cidade de Castelo Branco.


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