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Coimbra - Percurso da Baixa Citadina

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A Baixa da cidade identifica a área exterior às muralhas medievais, onde inicialmente algumas ordens religiosas e militares se estabeleceram, perto da fronteira natural que é o Rio Mondego.

Quem chega a Coimbra é recebido pelo Largo da Portagem, em frente à Ponte de Santa Clara que atravessa o Rio Mondego e que faz a ligação com a Estrada Nacional para Lisboa ou Porto. Do lado esquerdo, na grande Avenida Emídio Navarro fica o posto de turismo.

Este percurso inicia-se com uma caminhada pela Rua Ferreira Borges, uma das vias principais da cidade, acompanhando exteriormente o perímetro da cidade antiga, a Alta. No cruzamento da Praça do Comércio com a Rua Visconde da Luz, a Igreja de Santiago é uma das primeiras edificações nesta área como se poderá constatar pelo seu ar medieval e robusto, com decoração românica nos portais.

Seguindo em frente entra na Praça 8 de maio, centro administrativo, onde se encontra o edifício dos Paços do Concelho. À direita não passará despercebido o Mosteiro de Santa Cruz, referência religiosa máxima na História de Arte portuguesa, onde se educaram reis e infantes e trabalharam os mais importantes artistas da Renascença. Aqui encontrará também os túmulos dos primeiros reis portugueses, D. Afonso Henriques, natural de Coimbra, e o sucessor D. Sancho I.

Depois, passeie-se pela área entre a Rua da Sofia e a Praça do Comércio desfrutando da baixa pitoresca com ruas estreitas e nomes antigos (Rua Velha, Rua da Fornalhinha, Largo do Poço, entre outras) ou volte para trás até ao Arco de Almedina na Rua Ferreira Borges e entre na Alta de Coimbra.


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ギマランイスからブラガに行く途中の山道、場所は分かりませんが、とても惹かれた場所でした
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Mina de Cobre de São Domingos

Mina de Cobre de São Domingos

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Situada na margem esquerda do Guadiana, foi explorada desde o tempo dos romanos até ao princípio dos anos 60. Esta mina, votada ao abandono na década de 60 lembra uma região fantasma, na qual a riqueza de outrora se transformou em arqueologia industrial.

Do antigo complexo industrial restam algumas estruturas, o antigo bairro mineiro e a plataforma de uma linha férrea através da qual o minério era transportado até ao Porto fluvial do Pomarão (quase no limite sul do Parque), para ser embarcado e levado até Vila Real de Santo António na foz do rio.

A aldeia, com cerca de 770 habitações nasceu da exploração da mina. Nesta atividade da extração da pirite cúprica (cobre) trabalharam mais de 1500 mineiros, que com as suas famílias deram vida à região.

Ao circular pelas ruas aproveite repare como a memória de outros tempos se mantém viva. Também junto à aldeia poderá visitar o que resta da mina de cobre de São Domingos.


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Rua das Flores e Igreja da Misericórdia

Rua das Flores e Igreja da Misericórdia

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Frente à Estação de São Bento, sobre o lado esquerdo, a Rua das Flores foi aberta no séc. XVI, para descongestionar o trânsito da cidade.

É uma artéria estreita e movimentada, onde se encontram boas ourivesarias, na tradição enobrecida que a arte de ourives tem no norte de Portugal. Lojas de comércio arrumam-se de um lado e de outro, mostrando na cercadura das suas montras algumas decorações dignas de interesse.

No meio deste ambiente burguês destaca-se a Igreja da Misericórdia, cuja fachada, da autoria de Nicolau Nasoni, é muito rica em elementos decorativos e uma das obras mais significativas do barroco portuense.


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Os seus direitos de passageiro sempre à mão

Os seus direitos de passageiro sempre à mão

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Foi-lhe recusado o embarque? Cancelamento? Atraso considerável? Perdeu a bagagem? Mobilidade reduzida?

Para milhões de cidadãos o ato de viajar tornou-se uma realidade e, de facto, um direito. Os passageiros necessitam de um conjunto de princípios comum para que possam estar mais facilmente informados acerca dos respetivos direitos, caso algum aspeto não corra da melhor forma na sua viagem, independentemente do modo de transporte utilizado e do facto de todo o percurso decorrer num único Estado-Membro ou estender-se dentro da Comunidade ou a fronteiras externas. Deste modo, a UE empenhou-se em concentrar as suas atenções nos utilizadores no âmbito da política de transportes.

“Os seus direitos de passageiro sempre à mão” podem ser consultados em http://ec.europa.eu/transport/passenger-rights.


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Pequenas localidades perto de Alcácer do Sal

Pequenas localidades perto de Alcácer do Sal

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Aldeia de Santa Susana
Não longe da barragem de Pego de Altar, a aldeia de Santa Susana apresenta uma curiosidade: alguns edifícios de arquitetura modernista dos anos 40, que se deve a um benemérito da região, Henrique Louro Fernandes, cujo monograma (HF) se encontra nalguns deles. Uma pequenina igreja, com duas tábuas quinhentistas no interior, algo deterioradas, mas magníficas, completam a interessante visita a este local.

Porto de Rei
Era o ponto mais interior até onde subiam as embarcações que povoavam o Sado. Um palacete junto da margem, se bem que arruinado, lembra ainda o tempo em que o rio detinha importância vital no comércio entre o Atlântico e o Mediterrâneo.

Torrão
Situada numa das extremidades da barragem de Vale de Gaio, é uma pequena vila onde as casas muito brancas com enormes chaminés delimitam as ruas. A igreja matriz ostenta um bonito pórtico manuelino e, no interior, mantém azulejos hispano-árabes numa das capelas laterais. No que sobra de um convento que albergou freiras, vê-se ainda o mirante donde porventura as reclusas observavam os campos de girassóis que rodeiam esta simpática localidade.

Barragem do Vale do Gaio
A 30 km de Alcácer, é um local perfeito para passear, andar a pé, de bicicleta e de barco, caçar e pescar. Junto das margens, a Pousada de Vale de Gaio organiza passeios de carroça e de barco a remos na barragem.


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Mosteiro de Santa Cruz - A fachada, o púlpito e os túmulos d (...)

Mosteiro de Santa Cruz - A fachada, o púlpito e os túmulos dos reis

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Antes de entrar repare na nobre exuberância e leveza da estatuária que decora o pórtico, obra dos grandes mestres Diogo de Castilho e Nicolau de Chanterenne, que contrasta com o espírito românico e austero das duas torres maciças que o enquadram.

No interior, Boitaca mantendo a estrutura românica de nave única, elevou a igreja com nova abóbada de delicadas nervuras e refez a capela-mor. Repare, logo à entrada, na abóbada que sustenta o coro, semeada de rosetas e medalhões. Demore-se a observar o belíssimo púlpito assente sobre uma fantástica quimera, joia lavrada em pedra de Ançã pelo mestre João de Ruão, cerca de 1520, onde estão modeladas as figuras de São Jerónimo, Santo Agostinho e São Clemente, doutores da Igreja.

A capela-mor encerra os túmulos do fundador de Portugal, D. Afonso Henriques e de seu filho, D. Sancho I. Substituíram no séc. XVI, por decisão de D. Manuel I, as austeras arcas medievais em que repousavam. Pela traça grandiosa dos arcossólios, pelas encantadoras figuras que os decoram e, sobretudo, pela admirável modelação das estátuas jazentes dos reis revestidos com as suas armaduras peninsulares, são obras-primas da estatuária da Renascença em Portugal e na Europa, obra do eminente mestre Nicolau de Chanterenne.


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Claustros do Mosteiro dos Jerónimos

Claustros do Mosteiro dos Jerónimos

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A entrada nos claustros é surpreendida por um espaço onde a proporção é perfeita e completada pela exuberância decorativa da pedra. Repare nos quatro cantos dos claustros cortados obliquamente, o que lhe confere grande originalidade, pois normalmente rematam em ângulo reto.
O piso inferior é ornamentado com temas naturalistas e emblemas manuelinos, e o superior, um pouco recuado, revela a traça renascentista do seu construtor, João de Castilho.

Abrem para o claustro as várias dependências monásticas, com destaque para o Refeitório e a Sala do Capítulo, com belas abóbadas nervuradas. Na Sala do Capítulo encontramos o túmulo em estilo neogótico, do escritor romântico Alexandre Herculano (1810-1877).
No piso superior do claustro, uma porta dá acesso ao coro alto onde pode admirar o notável cadeiral monástico em talha e fixar de novo na memória a admirável igreja manuelina.

Numa das galerias, um pequeno monumento simbólico assinala, neste espaço tão emblemático, o local onde está sepultado o grande poeta português Fernando Pessoa.


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Festa do Entrudo

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O ciclo do Carnaval que se inicia a 6 de janeiro , no Dia de Reis, é marcado por vários momentos de espírito comunitário que antecedem a festa do Domingo Gordo e da 3ª Feira de Carnaval, designados por dias dos Compadres e das Comadres. São essencialmente celebrações de preparação para os grandes dias de folia e diversão.

As Comadres e os Compadres, grupos de raparigas e de rapazes, confrontam-se nas duas quintas-feiras anteriores ao Domingo Gordo. Cada dia é liderado por cada um dos grupos. Constroem bonecos de palha e de trapos velhos ridicularizando o sexo oposto, que troçam sob a forma de chocalhadas. Em certas regiões, as Comadres oferecem uma refeição aos homens que lhes é retribuída no dia dos Compadres. Expressam desta forma a solidariedade entre os indivíduos do mesmo sexo e a oposição do grupo contrário, demarcando as tarefas e posições comunitárias através da subversão dos costumes: na 5ª Feira das Comadres as mulheres exercem a autoridade masculina e na 5ª Feira dos Compadres os homens dedicam-se às tarefas domésticas.

Na 3ª Feira de Carnaval os bonecos são queimados publicamente, depois de um testamento que põe a descoberto os defeitos e imperfeições dos membros do sexo oposto. Na 4ª Feira de Cinzas retorna-se ao quotidiano ordenado e em equilíbrio, pondo em prática a contenção da Quaresma.

Em Portugal, encontramos duas grandes formas de tradição carnavalesca: os Caretos de Podence e os Mascarados de Lazarim.


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Carnaval de Canas de Senhorim

Carnaval de Canas de Senhorim

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A origem do Carnaval em Canas de Senhorim acompanhou a evolução histórica da localidade. Nasceu com a formação dos bairros do Paço, zona nobre, e do Rossio, onde se instalou o povo e a burguesia. A diferença social dos seus habitantes foi razão suficiente para que estes dois grupos se confrontassem no Carnaval, altura do ano propícia à denúncia e à crítica, sem ninguém "levar a mal".

Hoje em dia, continuam a organizar-se duas marchas carnavalescas que percorrem as ruas da vila, na 3ª Feira de Carnaval, e se confrontam no cruzamento da rua principal do bairro do Rossio com a rua que dá acesso ao bairro do Paço. Acontece então o Despique, o momento em que os dois grupos cantam e dançam com mais convicção, numa batalha festiva. O grupo que se impuser na alegria e na boa disposição é considerado o vencedor do Carnaval.

O Carnaval de Canas de Senhorim tem início logo no dia 6 de janeiro , Dia de Reis, com as Paneladas.

Originariamente, era a altura em que os mascarados saiam pelas ruas e, aproveitando os tradicionais postigos das portas, atiravam para dentro das casas panelas de barro velhas, cheias de cinzas e bugalhas, provocando grande estrondo e confusão. No entanto, este costume tem vindo a desaparecer. Atualmente , a festa oficializa-se no Domingo Gordo em que as duas marchas rivais saem à rua, preparando o grande desfile carnavalesco de 3ª Feira.

A 2ª Feira de Carnaval divide-se em dois momentos. De manhã, acontece a Farinhada, em que as raparigas que saírem de casa até ao meio dia correm o risco de serem enfarinhadas. À tarde, é a 2ª Feira das Velhas. Cantam-se marchas antigas e desfila-se com fatos alusivos ao passado. Aproveita-se ainda para fazer duas marchas informais que pôem a ridículo o que se passou no ensaio geral de Domingo Gordo.

O Carnaval termina na 4ª Feira de Cinzas, com a Queima do Entrudo. Depois da Batatada, jantar de grupo cujo prato principal é o bacalhau com batatas, ovos, hortaliça, pão e vinho, o palhaço do Entrudo é passeado pelas ruas fazendo-se a despedida do Carnaval. Depois da leitura do testamento, o boneco é queimado em público, determinando o fim da festa e o início da Quaresma.


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A Judiaria de Castelo de Vide

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A melhor forma de conhecer a Judiaria de Castelo de Vide é fazer um passeio a pé.

A partir da praça principal D. Pedro V, siga pela Rua de Santa Maria até ao Castelo, que poderá aproveitar para visitar. Desça depois pela encosta Norte (lado esquerdo) e descubra as marcas de um tempo passado mas que aqui permaneceram de forma subtil.

As ruas, de traçado medieval, revelam na toponímia a presença judaica: a Rua da Judiaria, a Rua Nova, onde viviam os judeus convertidos designados por cristãos-novos, a Rua do Arçário, o tesoureiro da comunidade, e a Rua das Espinosas, em honra do filósofo do séc. XVII Spinoza, filho de um habitante de Castelo de Vide.

Na Judiaria, repare nas casas. No piso térreo, duas portas comunicam com o exterior. Normalmente de granito, uma dá para a loja onde se desenvolvia a atividade comercial e outra para umas escadas que dão acesso aos dois pisos superiores, de habitação. Nas portas que ainda conservam a estrutura gótica ogival, podemos ver símbolos esculpidos e, na ombreira do lado direito, pequenas fendas escavadas com cerca de 10 cm. São as "mezuzot" (plural de "Mezuzah"), sinais evidentes do culto hebraico, onde os judeus punham um pequeno pergaminho afirmando a profissão de fé, com o nome de Deus escrito num dos lados e no outro o Shemah, nome dado à primeira frase do Livro do Deuterónimo que significa "escuta".

No cruzamento da Rua da Judiaria com a Rua da Fonte fica a antiga Sinagoga, local de reunião da comunidade e também escola judaica. Ao que se sabe, era uma simples casa no séc. XII, tendo sido transformada em templo no séc. XIV. No século XVI, com o Édito de expulsão dos judeus, voltou a ser uma casa de habitação. Dentro de uma parede foram encontrados um tabernáculo e uma pianha, confirmando a sua antiga função. O tabernáculo, dividido em dois espaços, servia para guardar os manuscritos sagrados e os santos óleos utilizados nas práticas religiosas. A pianha, do lado esquerdo, era utilizada para pousar as Sagradas Escrituras.

Ainda na Judiaria, a primeira casa da Rua do Arcário conta mais uma história. Aí morava a parteira ou "abafadeira", assim chamada pelo seu poder de dar ou tirar a vida. Na janela mais alta, ainda se veem os apoios de granito de um estendal onde se punham os panos do parto, dando assim conta do que se ia passando a quem esperava cá fora.

Ao descer pela encosta Norte, o passeio terminará inevitavelmente no agradável largo onde fica na Fonte da Vila, um dos limites da judiaria.


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