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Representa POIs do Tipo Outros

Moinho de Papel do Lis

Moinho de Papel do Lis

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Junto à Ponte dos Caniços, sobre o Rio Lis, fica situado o Moinho do Papel. Construído em 1411, foi considerada a primeira fábrica de papel no país, segundo uma lápide do escrivão do rei D. João I encontrada nas proximidades.

É a memória da comunidade judaica de Leiria e da sua herança tipográfica, pois era aqui que se produzia o papel necessário à atividade.
A cidade é referida como o local da primeira oficina de impressão tipográfica e onde se imprimiu, em 1495, a primeira obra científica em Portugal, o "Almanach Perpetuum".

O local do moinho está assinalado por um painel de azulejos. Ainda podemos ver o armazém, a casa do moleiro e o moinho, onde ainda se produz farinha, mas o local encontra-se inacessível e um pouco degradado.


Pedro Álvares Cabral

Pedro Álvares Cabral

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Sabe-se pouco da vida e da personalidade de Pedro Álvares Cabral, apesar de ser uma das grandes figuras dos Descobrimentos Portugueses.

Nascido em Belmonte em 1467, era filho do alcaide-mor do castelo de Belmonte. Em 1478, entrou para a Corte, fazendo parte da guarda pessoal de D. João II. Embora não se conheçam experiências marítimas anteriores, foi escolhido por D. Manuel I para comandar a armada que faria a segunda expedição à Índia, constituída por 13 navios. O fiel servidor ia em missão diplomática, para propor paz e amizade e estabelecer uma via de comércio de especiarias a partir de Calecut.

Depois de ter parado em Cabo Verde, rumou em direção a sudoeste, acabando por encontrar terra. Sem certeza de ter chegado a terra firme ou a alguma ilha, pelos seus dados de navegação e o contacto com os locais, percebeu que era terra desconhecida e mandou uma nau regressar a Lisboa com a nova do achamento. Na nau levavam, entre outras provas, papagaios, araras e pau-brasil, donde derivou o nome do território, devido à abundância desta madeira. Continuou viagem em direção ao Oriente, onde, depois de ultrapassar algumas dificuldades, conseguiu estabelecer uma feitoria.

Quando regressou, em 1501, estabeleceu-se em Santarém, onde morreu em 1520. Está sepultado em campa rasa na Igreja da Graça de Santarém. A igreja fica no Largo Pedro Álvares Cabral, onde encontramos uma estátua em homenagem a esta figura histórica, feita em 1971 por Soares Branco.

Ao lado da igreja, fica a Casa Brasil ou Casa Pedro Álvares Cabral, onde viveu até à morte. Atualmente , é um centro cultural de apoio às relações luso-brasileiras, equipado com uma biblioteca especializada sobre a Expansão Portuguesa e os Descobrimentos e com um programa periódico de atividades culturais.


Vila Real medieval

Vila Real medieval

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Corresponde ao lado sul da atual cidade onde teve origem a "vila real" fundada por D. Dinis. Embora tenham desaparecido praticamente todos os vestígios da primitiva vila, o local é impressionante pela beleza da panorâmica que oferece.
Meia hora será o suficiente para percorrer os limites do promontório, com acesso pelo Largo do Freitas, onde se situava a porta principal da vila, defendida por duas torres demolidas no séc. XIX.

Do lado Poente corre, a cerca de 100 metros de profundidade, o rio Cabril. Do lado Nascente avista-se a profunda ravina que serve de leito ao rio Corgo. Os dois rios confluem no extremo sul do promontório donde ainda são visíveis ao longo da encosta alguns vestígios da muralha medieval que D. Dinis mandou erguer. Ao longe, erguem-se as cadeias montanhosas que circundam Vila Real: a serra de Montemuro, a sul, a cumeada da Serra do Marão a poente e os contrafortes da serra do Alvão, do lado Noroeste.

Dentro dos muros do cemitério a capela de S. Brás, e a igreja de São Dinis que lhe está adossada, são contemporâneas da fundação de Vila Real. Siga pela rua de Traz do Muro, donde a vista abarca o vale do Corgo, cujas águas se represam num açude que alimentou a primeira central geradora de eletricidade construída em Portugal por um município (1834), que se avista deste ponto. Sobre este mirante, também assente sobre a antiga muralha, encontra-se a capela de Santo António dos Esquecidos, templo edificado em meados do séc. XVII. Regresse ao largo dos Freitas para iniciar o passeio pela Vila Real antiga a partir do edifício dos Paços do Concelho, que remata a Avenida Carvalho Araújo.


A lenda do Santíssimo Milagre

A lenda do Santíssimo Milagre

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Conta-se que durante o ano de 1266 uma pobre mulher, que vivia em Santarém, vítima da infidelidade de seu marido, recorreu a uma bruxa pedindo-lhe que pusesse termo ao seu sofrimento. Para a cura dos seus males, foi-lhe dito que era necessário arranjar uma hóstia consagrada.
Depois de hesitar durante algum tempo, foi à Igreja de Santo Estevão e no momento da comunhão escondeu a hóstia, indo em seguida para casa da feiticeira. No caminho, o véu que envolvia a hóstia começou a escorrer sangue, vendo-se a mulher obrigada a correr para casa, onde a escondeu numa arca do quarto.

Aconteceu então que, durante a noite, uma intensa e misteriosa luz vinda da arca invadiu estranhamente a casa, obrigando a mulher a contar a verdade a seu marido. Arrependidos, passaram a noite em oração, resolvendo, no dia seguinte, contar o sucedido ao pároco. A notícia espalhou-se e a população acorreu a contemplar o milagre.

A Hóstia Milagrosa foi então devolvida em procissão ao lugar sagrado a que pertencia, a Igreja de Santo Estevão. Está desde então guardada numa custódia de prata dourada, que ainda hoje se pode admirar.

O episódio está relatado em quatro grandes telas protobarrocas (séc. XVII) que existem na Igreja, encomendadas por uma crente no milagre.
Em 1653, foi construída a singela Capela do Santíssimo Milagre, no sítio da casa onde habitava a mulher (na Travessa das Esteiras).


Arquitectura no Parque das Nações

Arquitectura no Parque das Nações

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O projeto inicial do Parque das Nações deu oportunidade à criação de uma cidade nova, onde a arquitetura , nas suas mais variadas expressões, tem o seu máximo expoente.
Exemplos disto são edifícios como o Pavilhão de Portugal, o Pavilhão Atlântico, a Torre Vasco da Gama e a Estação do Oriente.

Pavilhão de Portugal
O Pavilhão de Portugal, concebido pelo Arquiteto Álvaro Siza Vieira, é composto por dois corpos principais separados por uma "junta de construção". Um destes corpos é uma praça coberta (60m x 50m) por um lençol de betão que é constituído por uma fina lâmina deste material reforçada por tirantes de aço inoxidável que estão amarrados aos pórticos laterais.
Com dois pisos acima do solo, o copo-pavilhão é ligeiramente mais alto que o outro, chegando a estender uma pala sobre a "junta de construção", com que o arquiteto marca uma ligeira hierarquia na relação dos dois corpos.

Pavilhão Atlântico
Segundo as palavras do autor português do edifício, Regino Cruz, é na estrutura de sustentação e na forma da cobertura, que está o vetor mais evocativo do tema desenvolvido pela EXPO´98 - Os Oceanos.
Para o arquiteto , essa estrutura em arcos de madeira lamelada (com um vão que chega aos 114 metros), seria visualmente semelhante ao cavername das antigas naus que protagonizaram os Descobrimentos.

Pavilhão do Conhecimento
Segundo o seu arquiteto , João Luís Carrilho da Graça, o conjunto do Pavilhão é o resultado do cruzamento de um volume vertical e outro horizontal, que classifica de megalítico.
No entanto, o volume vertical assenta diretamente no solo, enquanto o outro não.
Tudo isto, dentro dessa ideia de "megalítico". Isto é com um sentido tectónico, onde forma e construção se conjugam para proporem um edifício que também signifique permanência, uma das bases conceptuais da Arquitetura desde sempre.

Torre Vasco da Gama
Leonor janeiro (Profabril) e Nick Jacobs (Skidmore, Owings and Merril) procuraram fazer uma alusão direta às antigas naus, neste edifício com 140 metros de altura, ao conceberem um restaurante circular no topo (cesto da gávea) da vigia vertical e reforçá-la com uma estrutura metálica cuja curva não deixa de lembrar uma vela enfunada pelo vento.
A cunha do corpo baixo sobre as águas pode interpretar-se como uma alusão ao casco de um navio.
Mas a procura, simultânea, de uma expressão contemporânea, quer nas formas, quer nos materiais de construção, quer na visível movimentação dos elevadores panorâmicos, inscreve-se numa atitude eclética que não deixa de ser atual .

Estação do Oriente
Santiago Calatrava, o arquiteto deste complexo, entendeu o conjunto da estação como um forte elemento de ordenação urbana e não como um objeto isolado, apenas agarrado à linha férrea. Sendo a opção de desenho urbano global do futuro bairro, assente numa malha geradora de quarteirão, este arquiteto , resolveu organizar todo o conjunto em função de dois eixos: um é evidentemente o da linha de comboio, que se distribui por quatro cais, e o outro é uma linha de composição simétrica que se estende a partir do rio, passa entre o Pavilhão Atlântico e a Doca dos Olivais, atravessa o meio do Centro Vasco da Gama, para terminar já do outro lado da linha de caminho de ferro.
De acordo com Santiago Calatrava, a Estação do Oriente resume-se ao seguinte: "O complexo estende-se de leste para oeste na seguinte configuração: terminal rodoviário e parqueamento; estação de metro; estação de comboios; galeria longitudinal".


O culto Mariano em Portugal

O culto Mariano em Portugal

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Segundo alguns estudiosos a veneração a Maria é uma transformação espontânea de cultos mais remotos à Terra Mãe, cujas reminiscências se converteram em Nossa Senhora da Rocha, da Penha, da Fraga ou da Lapa.

Foi o Concílio de Éfeso, em 431, que deu início ao seu culto oficial, proclamando a virgem Santa e Mãe de Deus. É através desta ideia de maternidade divina que fará o seu caminho na devoção e iconografia cristãs, sendo uma das figuras mais retratadas. A evolução do culto mariano na Península Ibérica acompanha o estabelecimento e expansão das ordens monásticas.

Relevo para a Ordem de Cister, que teve um papel fundamental no povoamento de Portugal após a Reconquista Cristã. Os sermões «Salve Regina» são atribuídos ao seu fundador, São Bernardo, cognominado «cavaleiro de Maria» onde a Virgem é apresentada como advogada e defensora dos homens. Posteriormente, foi também adotada pelas ordens mendicantes.

No séc. XVI, a criação das Misericórdias pela rainha D. Leonor foi essencial para a aproximação da divindade a grupos sociais mais desfavorecidos. Através das obras de caridade fomentadas pelo poder régio e pela corte, reforçou-se a sua simbologia protetora . Repare-se como existe uma Misericórdia em cada cidade portuguesa, ajudando os mais carenciados.

A veneração da Mãe de Deus assumiu diversas formas ao longo dos tempos, simbolizando as diversas etapas da vida. De uma lista extensa, destacamos a Nossa Senhora da Conceição, da Natividade, do Desterro, da Boa Morte, da Assunção, das Dores e dos Remédios. Foi eleita padroeira de igrejas, mosteiros, catedrais, dioceses e mesmo de vilas e cidades. No séc. XVII, D. João IV nomeou Nossa Senhora Rainha de Portugal. Desde então, os reis portugueses deixaram de usar coroa real, que passou a fazer parte da representação de Nossa Senhora da Conceição. Ainda encontramos com frequência Santa Maria nos topónimos portugueses.

As diversas formas de veneração são diferenciadas através dos atributos, sendo o manto, a cor azul e a auréola comuns à maior parte das representações: a coroa real e o mundo aos pés da Nossa Senhora da Conceição, a pomba do espírito Santo na Anunciação, o Menino, o manto aberto em proteção na Misericórdia, o rosário, entre outros. Destacamos as imagens mais recuadas na Idade Média, de granito tosco, com a Virgem Maria em posição frontal, sentada e com o Menino no joelho esquerdo ou deitado no regaço e ainda duas expressões peculiares existentes na Península Ibérica: as Virgens Negras e a Senhora grávida do Ó.

Maio é o mês de Maria, o feriado nacional de 15 de agosto é dedicado a Nossa Senhora da Assunção, e o de 8 de dezembro a Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Portugal. Em outubro é a vez de celebrar Nossa Senhora do Rosário. Mas muitas mais festividades e celebrações se poderiam enumerar com facilidade. Por último, deixamos-lhe o convite para procurar outras formas portuguesas de venerar Maria...


Coimbra - Percurso da Baixa Citadina

Coimbra - Percurso da Baixa Citadina

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A Baixa da cidade identifica a área exterior às muralhas medievais, onde inicialmente algumas ordens religiosas e militares se estabeleceram, perto da fronteira natural que é o Rio Mondego.

Quem chega a Coimbra é recebido pelo Largo da Portagem, em frente à Ponte de Santa Clara que atravessa o Rio Mondego e que faz a ligação com a Estrada Nacional para Lisboa ou Porto. Do lado esquerdo, na grande Avenida Emídio Navarro fica o posto de turismo.

Este percurso inicia-se com uma caminhada pela Rua Ferreira Borges, uma das vias principais da cidade, acompanhando exteriormente o perímetro da cidade antiga, a Alta. No cruzamento da Praça do Comércio com a Rua Visconde da Luz, a Igreja de Santiago é uma das primeiras edificações nesta área como se poderá constatar pelo seu ar medieval e robusto, com decoração românica nos portais.

Seguindo em frente entra na Praça 8 de maio, centro administrativo, onde se encontra o edifício dos Paços do Concelho. À direita não passará despercebido o Mosteiro de Santa Cruz, referência religiosa máxima na História de Arte portuguesa, onde se educaram reis e infantes e trabalharam os mais importantes artistas da Renascença. Aqui encontrará também os túmulos dos primeiros reis portugueses, D. Afonso Henriques, natural de Coimbra, e o sucessor D. Sancho I.

Depois, passeie-se pela área entre a Rua da Sofia e a Praça do Comércio desfrutando da baixa pitoresca com ruas estreitas e nomes antigos (Rua Velha, Rua da Fornalhinha, Largo do Poço, entre outras) ou volte para trás até ao Arco de Almedina na Rua Ferreira Borges e entre na Alta de Coimbra.


Mina de Cobre de São Domingos

Mina de Cobre de São Domingos

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Situada na margem esquerda do Guadiana, foi explorada desde o tempo dos romanos até ao princípio dos anos 60. Esta mina, votada ao abandono na década de 60 lembra uma região fantasma, na qual a riqueza de outrora se transformou em arqueologia industrial.

Do antigo complexo industrial restam algumas estruturas, o antigo bairro mineiro e a plataforma de uma linha férrea através da qual o minério era transportado até ao Porto fluvial do Pomarão (quase no limite sul do Parque), para ser embarcado e levado até Vila Real de Santo António na foz do rio.

A aldeia, com cerca de 770 habitações nasceu da exploração da mina. Nesta atividade da extração da pirite cúprica (cobre) trabalharam mais de 1500 mineiros, que com as suas famílias deram vida à região.

Ao circular pelas ruas aproveite repare como a memória de outros tempos se mantém viva. Também junto à aldeia poderá visitar o que resta da mina de cobre de São Domingos.


Rua das Flores e Igreja da Misericórdia

Rua das Flores e Igreja da Misericórdia

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Frente à Estação de São Bento, sobre o lado esquerdo, a Rua das Flores foi aberta no séc. XVI, para descongestionar o trânsito da cidade.

É uma artéria estreita e movimentada, onde se encontram boas ourivesarias, na tradição enobrecida que a arte de ourives tem no norte de Portugal. Lojas de comércio arrumam-se de um lado e de outro, mostrando na cercadura das suas montras algumas decorações dignas de interesse.

No meio deste ambiente burguês destaca-se a Igreja da Misericórdia, cuja fachada, da autoria de Nicolau Nasoni, é muito rica em elementos decorativos e uma das obras mais significativas do barroco portuense.


Os seus direitos de passageiro sempre à mão

Os seus direitos de passageiro sempre à mão

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Foi-lhe recusado o embarque? Cancelamento? Atraso considerável? Perdeu a bagagem? Mobilidade reduzida?

Para milhões de cidadãos o ato de viajar tornou-se uma realidade e, de facto, um direito. Os passageiros necessitam de um conjunto de princípios comum para que possam estar mais facilmente informados acerca dos respetivos direitos, caso algum aspeto não corra da melhor forma na sua viagem, independentemente do modo de transporte utilizado e do facto de todo o percurso decorrer num único Estado-Membro ou estender-se dentro da Comunidade ou a fronteiras externas. Deste modo, a UE empenhou-se em concentrar as suas atenções nos utilizadores no âmbito da política de transportes.

“Os seus direitos de passageiro sempre à mão” podem ser consultados em http://ec.europa.eu/transport/passenger-rights.


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