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O Claustro da Sé de Viseu

O Claustro da Sé de Viseu

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Composto de duas galerias, a de baixo é da época da Renascença e a superior foi acrescentada na primeira metade do séc. XVIII.

A galeria da Renascença é muito elegante e de belas proporções, sendo digno de nota o delicado trabalho dos capitéis e dos fustes finamente canelados, surpreendente domínio do artista sobre a dureza da pedra de granito. Antes do séc. XVI este local era ocupado pelos paços reais, que foram então demolidos para nele edificar o claustro. Os azulejos foram colocados no séc. XVIII e representam cenas da vida de S. Teotónio, patrono de Viseu.

Na ala norte do claustro foi descoberta em 1918, na sequência de trabalhos efetuados sobre as paredes, uma porta romano-gótica que o liga ao corpo central do interior da igreja e que constitui o testemunho de maior interesse do primitivo templo. Na ala Este do claustro encontram-se as capelas do Calvário e Tércia, ambas da Renascença.


O Presidente Obama elogiou obra de Souto Moura na entrega do prémio Pritzker

O Presidente Obama elogiou obra de Souto Moura na entrega do prémio Pritzker

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O Presidente Barack Obama marcou presença na cerimónia de entrega do Prémio Pritzker de arquitetura a Eduardo Souto Moura, que teve lugar em Washington no passado dia 3 de junho .

Esta foi a segunda vez que um presidente americano esteve presente na cerimónia de entrega dos Prémios Pritzker, que já existem há 30 anos. No seu discurso, o Presidente Obama felicitou o arquiteto dizendo que “ele construiu a sua carreira ultrapassando os limites da sua arte e fê-lo de forma a servir o bem comum. Eduardo Souto Moura desenhou casas, centros comerciais, galerias de arte, escolas e estações de metro – todos num estilo que parece tão fácil e espontâneo, quanto belo.”

Barack Obama destacou o Estádio Municipal de Braga, considerando-o talvez a obra mais famosa deste arquiteto que não procura soluções fáceis, já que para o construir foi necessário demolir parte de uma montanha.

Concluindo o discurso, Obama disse que esta combinação de forma e função, de mestria e acessibilidade está na origem da atribuição a Eduardo Souto Moura deste prémio, que é conhecido como o Prémio Nobel da Arquitetura .


Percurso dos Santuários Marianos

Percurso dos Santuários Marianos

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Perto de Braga podem visitar-se três grandes santuários portugueses dedicados ao culto de Maria.

A Leste da cidade, a cerca de 2,5 km, encontramos o Santuário do Bom Jesus do Monte, construção barroca envolvida por exuberante vegetação, plantada pela Confraria que tomou conta do local desde o séc. XVI.

Seguindo a mesma estrada, um pouco mais acima, fica o santuário dedicado a Nossa Senhora do Sameiro, cuja visita vale a pena sobretudo pela vista sobre a paisagem circundante.

À saída do Sameiro, a 10 km ainda pela estrada do Bom Jesus, passa-se para a Serra de Falperra, onde está a Igreja de Santa Maria Madalena, uma sumptuosa obra de arquitetura barroca.


Rota do Românico

Rota do Românico

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Percorra a Rota do Românico do Tâmega e Sousa e conheça monumentos de grande beleza, em que este estilo arquitetónico assume características singulares, distintas de outras obras existentes em Portugal. Desta Rota fazem parte 57 monumentos que se distribuem por onze concelhos junto aos rios Tâmega e Sousa (Felgueiras, Lousada, Paços de Ferreira, Paredes, Penafiel, Castelo de Paiva, Amarante, Baião, Celorico de Basto, Cinfães, Marco de Canaveses e Resende), incluindo conjuntos monásticos, igrejas, memoriais, pontes, castelos e torres.

Para melhor programar a sua visita o Gabinete da Rota do Românico sugere itinerários para quatro, dois ou mesmo apenas um dia, mas se preferir poderá construir o seu próprio percurso utilizando a aplicação existente no site. Qualquer que seja a modalidade selecionada é aconselhável fazer a marcação da sua visita com uma antecedência mínima de três dias, através dos contactos disponibilizados, já que alguns dos monumentos nem sempre estão abertos ao público.

O Gabinete da Rota do Românico disponibiliza ainda informação sobre o diversificado conjunto de recursos turísticos que a região tem para oferecer, dos estabelecimentos hoteleiros à gastronomia, artesanato, turismo ativo ou equipamentos de saúde e bem-estar, que poderão complementar da melhor forma a sua estada.


Aveiro - Na margem direita do Canal Central

Aveiro - Na margem direita do Canal Central

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A partir da Praça Luís Cipriano, pela rua de Coimbra, entre na Praça da República enquadrada pelos edifícios dos Paços do Concelho (séc. XVIII). As armas da cidade de Aveiro estão inscritas no frontão, rematado por uma torre com relógio.

Destaque ainda para o Teatro Aveirense (1947) e para o belíssimo pórtico clássico da igreja da Misericórdia onde se pode ver a figura do grande tribuno José Estevão (1809-1862), em pose oratória, numa obra de Simões de Almeida.

Siga pela rua dos Combatentes da Grande Guerra (antiga rua Direita), muito interessante pela traça dos seus edifícios e pela função de ligação que ocupa na estrutura urbana de Aveiro, até à Praça Marquês de Pombal. Aqui, veja a casa de Santa Zita, pelos excecionais azulejos, a igreja das Carmelitas e o palacete dos viscondes Almeidinha, reconstruído na década de 40 após violento incêndio.

Na Avenida Santa Joana Princesa, o Museu de Aveiro ocupa parte das dependências do Convento de Jesus, encerrando peças de excecional interesse e valor, incluindo o magnífico mausoléu da Infanta Princesa Joana. Mais adiante encontra-se a igreja de São Domingos, sede do bispado de Aveiro. Prosseguindo pela Avenida Artur Ravara encontrará o Parque do Infante D. Pedro, espaço muito arborizado e aprazível, onde poderá andar de barco no lago, passear ou visitar o Museu de Caça e Pesca. Nas imediações do Parque situa-se a Universidade de Aveiro, com edifícios projetados por alguns dos mais conceituados arquitetos portugueses contemporâneos.

Imagem cedida por Miguel Lacerda


Pulo do Lobo

Pulo do Lobo

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O Pulo do Lobo, que se encontra entre os 33 e os 35 metros de altitude, é um desnível muito estreito no qual existe uma fenda por onde se precipitam as águas do Guadiana. Este desnível é consequência dos efeitos provocados ao longo dos tempos pelas várias eras geológicas.

Segundo diz a lenda um homem audaz ou uma fera acossada poderiam transpor de um salto este desnível. É por essa fenda que, observando o curso da água do miradouro situado na margem direita, é patente que, a jusante da queda, o rio tem dois leitos: um mais largo e de formas arredondadas que deverá ter origem glaciar e, ao centro deste, como um traço mais fundo, o leito atual , rasgado pela erosão das águas. É pelo vale fundo, que se irá progressivamente arredondando, que o Guadiana corre até às proximidades de Mértola.

O acesso ao Pulo do Lobo poderá ser feito pelas duas margens do rio, a partir da Aldeia da Amendoeira, na estrada Mértola - Beja (margem esquerda) ou a partir de Serpa, aldeia de Vale de Poços onde encontrará indicações para virar à direita (margem direita). Ambos os caminhos estão devidamente assinalados e têm ao seu dispor miradouros. Para melhor ver a queda opte pelo miradouro localizado na margem direita. Mais à frente poderá ver o Pego dos Sáveis, local onde as águas subitamente se acalmam formando um sereno lago.

Se pretende visitar esta zona a pé para ver a magnífica beleza do rio terá que ter muito cuidado, sobretudo se estiver acompanhado por crianças, pois o terreno apresenta acentuadas irregularidades.


De Faro a Vila Real de Santo António

De Faro a Vila Real de Santo António

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Faro é a capital algarvia desde 1756, onde a Ria Formosa - considerada o mais importante santuário da vida selvagem no Algarve - atinge a sua largura máxima. Um dos últimos locais da Europa a preservar intacta a sua faixa costeira composta por lagoas, canais, ilhéus e sapais, envolve esta importante cidade, prolongando-se ainda mais para leste até Manta Rota (próximo de Vila Real de Santo António). Cerca de 1500 espécies de seres vivos encontram refúgio nestes 18.400 hectares de zona húmida que se estendem ao longo de 60 Km.

Do roteiro histórico de Faro, no coração da Cidade Velha, destaque-se a Sé, o Paço Episcopal (século XVII) que a rodeia, e o Arco da Vila. No exterior das muralhas, a Igreja de São Francisco (século XVIII), a Igreja de São Pedro e a Igreja do Carmo completam um conjunto generoso de edifícios religiosos. A sala de visitas da cidade é o Jardim Manuel Bívar, bem como a elegante e movimentada rua de Santo António (fechada ao trânsito), cheia de lojas e restaurantes. No mercado municipal (Largo Sá Carneiro) pode encontrar alimentos frescos e artesanato, e na ermida de Santo António não deixe de apreciar a bela panorâmica sobre o mar e as salinas.

A praia (a 8 Km) é uma grande língua de areia separada da terra pela ria, com animação e excelentes condições para a prática de vela ou para um interessante e relaxante passeio a pé ou de barco. As ilhas em redor de Faro são uma característica desta cidade abraçada pela Ria Formosa, e é apenas a 45 minutos de barco (de Faro ou Olhão), na ilha da Culatra, que se situa o ponto mais meridional do território português. Ali se ergue o farol do cabo de Santa Maria, com uma torre visível quer de Faro quer de Olhão.

Muito próximo visite o complexo romano de Milreu (séculos I ou II). Embora os banhos ainda possuam os azulejos originais, a maior parte das peças móveis encontra-se no Museu Arqueológico de Faro.

Deixando Faro, e caminhando para leste, passe por Olhão, a vila cubista e por Tavira, uma das mais típicas cidades algarvias onde se destaca a beleza das salinas.

Na gastronomia, os bolos folhados, Dom Rodrigos, caldeiradas, pratos de peixe, o vinho da região e o prato de perna de carneiro no tacho, são delícias a não perder.


Do Rossio à Casa-Museu Almeida Moreira

Do Rossio à Casa-Museu Almeida Moreira

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O Rossio de Viseu (também conhecido por Praça da República) é uma agradável praça retangular , ornamentada com tílias, muito animada pela população da cidade que aqui se reúne e a considera o seu salão de visitas.

No lado Poente encontra-se o edifício da Câmara Municipal, da segunda metade do séc. XIX. No átrio interior não deixe de apreciar o enorme lustre de ferro forjado e as alegorias pintadas no teto alusivas a heróis lusitanos, da autoria de José de Almeida e Silva (1864-1945).

No lado Nascente, repare no edifício do Banco de Portugal, um projeto do arquiteto Adães Bermudes. Sobranceiro à Praça, do lado norte, fica um gracioso Jardim. Revestindo a rampa de acesso, diversos painéis de azulejos da autoria de Joaquim Lopes (1886-1956), representam atividades tradicionais.

No lado direito do largo do jardim repare num bonito palácio neoclássico, do séc. XVII, com frontão curvo armoriado. A Casa-Museu Almeida Moreira, que foi residência do primeiro diretor do Museu Grão Vasco encontra-se um pouco mais acima.

No lado sul do Rossio, num belo recanto ajardinado, repare na Igreja dos Terceiros de S. Francisco, com acesso por uma dupla escadaria, belo exemplar de arquitetura barroca. Encontra-se numa das entradas do Parque Aquilino Ribeiro, uma agradável zona verde em pleno centro da cidade.


Solenidades da Semana Santa em Braga

Solenidades da Semana Santa em Braga

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Em Braga, Diocese desde o séc. III, a religião continua a ter um lugar preponderante no seio da comunidade e as cerimónias religiosas são vividas com grande intensidade, sendo a Páscoa a celebração mais exuberante. Durante a Semana Santa, a cidade é decorada com motivos alusivos à quadra e os "Passos", altares de rua, enchem-se de flores e luzes, complementando a sumptuosidade das igrejas.

De todas os rituais pascais, chamamos a atenção para a Procissão onde aparecem as figuras dos Farricocos. Os Farricocos, homens descalços, vestidos com túnicas roxas apertadas na cintura, de cabeça tapada e levando tochas suspensas, são a reminiscência da prática da reconciliação dos penitentes públicos, realizada até ao séc. XIV.

Desde o séc. XV, a Misericórdia de Braga manteve a tradição através da Procissão noturna do Senhor Ecce Homo. Na noite de 5ª Feira Santa, as luzes das casas e da cidade eram apagadas enquanto os Farricocos iluminavam as ruas com os fogaréus e iam denunciando os pecados e difamações dos habitantes. Depois permaneciam na rua enquanto a Procissão passava, lenta e silenciosa, em sinal de luto religioso.

Imagem cedida por "Roteiro Turístico de Braga" com autorização do editor A NOSSA TERRA/Diretor - Comunicação e Divulgação Regional, Lda - Braga


No Parque de Montesinho por Bragança

No Parque de Montesinho por Bragança

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O forno e a forja comuns, o moinho e o lagar comunitário, os terrenos de pasto de todos e para todos defenderam durante séculos as aldeias serranas do isolamento dos grandes centros e da rudeza do clima. Fundidas na paisagem, não deixe que passem despercebidas ao seu olhar. Nelas será recebido não como um estranho, mas como um amigo.

Saindo de Bragança, siga atá à antiga aldeia de Gimonde, onde convergem os rios Sabor, Onor e Ribeira do Frio, cruzados por 3 pontes, sendo uma delas talvez de raiz romana. Nas aldeias de Babe, Palácios e Caravela visite em cada uma o Museu Rural, sediado em casas comunitárias. O ciclo do linho, a oficina do ferreiro, a cozinha tradicional são alguns dos temas que poderá aprofundar.

A estrada termina na aldeia de Guadramil, donde parte um caminho que conduz à povoação raiana de Rio de Onor. Se preferir uma estrada mais confortável, regresse Gimonde vá na direção de Baçal, Varges e finalmente Rio de Onor. Alvo de muitos e variados estudos etnográficos, esta aldeia está dividida ao meio pela linha de fronteira Portugal-Espanha, mas o relacionamento e parentescos entre os habitantes de ambos os lados faz apagar este traço divisório. Conserva em funcionamento os mais variados equipamentos utilizados em comum por toda a população desde o forno do pão, a forja, dois moinhos de água, o lavadouro, as pastagens e mesmo o touro da aldeia que cobre todas as vacas. A gestão da comunidade é feita nas reuniões do «Concelho», ficando as decisões incisas numa vara de madeira, representando o poder do juiz eleito.

Outra entrada pela zona de Bragança conduz à aldeia de Montesinho, num percurso junto das bonitas margens do Rio Sabor e que passa pelas aldeias de Rabal e França. Nesta última poderá encontrar um moinho, ainda em funcionamento, recuperado pela população, com o apoio do Parque. A pouca distância, na localidade de Prado Novo, poderá usufruir de um dos lugares de repouso mais aliciantes do Parque, junto de um viveiro das trutas. O acesso faz-se por uma estrada florestal.

Em Montesinho, uma genuína aldeia localizada a 1025 metros de altitude, sente-se a alma do Parque. As casas recuperadas com materiais e técnicas tradicionais são um exemplo de como o seu uso ainda é a melhor forma de defesa contra a rudeza do clima.

Na sua visita não perca a oportunidade de visitar o núcleo interpretativo de Montesinho, sediado num edifício que foi em tempos a forja comunitária.


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