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Estação de São Bento

Estação de São Bento

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A primeira pedra foi lançada em 1900 pelo rei D. Carlos I, no local onde antes se encontrava o antigo convento de S. Bento de Avé Maria. O projeto inicial foi do arquiteto Marques da Silva, denotando no seu traço exterior influências da arquitetura que se praticava em França na época.

É notável e merece ser visitado o interior do amplo átrio, forrado com vinte mil azulejos pictóricos da autoria de Jorge Colaço, que representam sugestivos quadros históricos e etnográficos.

O friso colorido que se encontra a toda a volta do átrio conta a história dos meios de transporte por ordem cronológica, dos primórdios até ao aparecimento do comboio. Por baixo, grandes painéis historiados representam cenas da História de Portugal.
No lado Norte, o quadro superior descreve um momento do Torneio de Arcos de Valdevez e o quadro abaixo, o cumprimento da palavra de Egas Moniz.

Do lado sul, o painel do topo permite imaginar a entrada solene de D. João I no Porto, com sua noiva, D. Filipa de Lencastre e o inferior, cenas da Crónica de Ceuta. Outros painéis de menor dimensão têm por assunto quadros da vida da região.


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Estação do Pinhão

Estação do Pinhão

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É uma das mais bonitas estações do país, situada no coração do Douro, com as suas fachadas decoradas com 25 painéis de azulejos, retratando os trabalhos na vinha e paisagens da região.

Com as memórias de quando ganhava prémios da Estação Florida nas paredes, é um dos principais pontos de romagem dos turistas que visitam esta localidade.


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Capela de São João Baptista

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Esta capela é considerada uma das grandes obras existentes na Igreja de São Roque, pois é representativa da influência da arte europeia em Portugal, durante o séc. XVIII, combinando os elementos rocaille numa estrutura de linhas austeras neoclássicas. Foi encomendada em Itália por D. João V, em 1740 e inaugurada oficialmente em Lisboa em 1750. Os seus autores foram os arquitetos italianos Luigi Vanvitelli e Nicola Salvi, que contaram com o esforço de mais de 130 artífices para concluir a obra.

Antes de ser enviada para Lisboa, foi sagrada em Roma pelo Papa Benedicto XIV, na Igreja de Santo António dos Portugueses. Foram necessárias três naus para o seu transporte. Os embrechados e os materiais preciosos que cobrem toda a capela, pedidos especificamente pela corte portuguesa, são notáveis. Entre outros materiais nobres, com alguma atenção podemos encontrar lápis-lazúli, ágata, verde antigo, alabastro, mármore de Carrara, ametista, pórfido roxo, branco-negro de França, brecha antiga, diásporo e jade.

Além do espaço físico no interior igreja, a Capela de São João Batista tem uma rica coleção de peças de culto, paramentaria, alfaias litúrgicas e documentação que pode ser admirada no Museu de São Roque, instalado no edifício ao lado da Igreja.


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Pontes na Foz do Douro

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Ponte D. Maria Pia
Obra do Engenheiro Gustave Eiffel, esta ponte ferroviária de arco biarticulado, com 352,875m de cumprimento e 61m de altura, foi inaugurada em 1877 pela família Real. Funcionou até 1991, data em que o serviço ferroviário passou para a Ponte de São João.

Ponte Luís I
Rodoviária e pedonal de dois tabuleiros, com um vão de 172m e 44,6m de flecha foi construída nos finais do Séc. XIX, pela sociedade belga Willebroeck, de Bruxelas com projeto do Engenheiro Teóphile Seyrig, antigo colaborador de Eiffel.

Ponte Arrábida
Da autoria do Professor Edgar Cardoso, esta ponte foi detentora do recorde mundial de pontes em arco de betão armado. Com a flecha do arco de 52m e uma altura de 70m acima do nível médio das águas, a sua construção iniciou-se em maio 1957 e foi inaugurada em 22 de junho de 1963.

Ponte São João
Projetada pelo Professor Edgar Cardoso, foi inaugurada em 1991 no dia de São João. O pilar central com 250m e os laterais com 125m apoiados em dois pilares fundados no rio junto às margens.

Ponte do Freixo
Localizada a montante das restantes pontes, esta ponte rodoviária é da autoria do Professor António Reis. Constituída por duas vigas gémeas em todo o seu comprimento, a ponte tem 8 vãos sendo o do meio de 150m seguido de vãos de 115m de cada lado e outros menores.

Ponte do Infante
Projetada pelo Engenheiro Adão da Fonseca, a Ponte do Infante D. Henrique, única no mundo, vem substituir o tabuleiro superior da Ponte Luís I, que vai ser utilizado na ligação de metro entre o Porto e Vila Nova de Gaia. Com um comprimento de 371 metros e arco do vão de 280 metros , a Ponte do Infante dispõe de duas faixas rodoviárias em cada sentido que ligam a zona das Fontainhas à Serra do Pilar. O início da sua construção data de 1999, ficou concluída em outubro de 2002 e foi inaugurada em março de 2003.


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Praça do Comércio

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PRÉMIO TURISMO DE PORTUGAL 2010

É uma das mais belas praças da Europa, aberta a sul para o imenso estuário do Tejo. Até à era do transporte aéreo, foi a grande sala de receção de Lisboa para quem vinha de barco e podia assim desfrutar ainda melhor da sua beleza. Situava-se aqui o cais onde desembarcavam os Reis e Chefes de Estado que visitavam Portugal.

Antes do terramoto de 1755 tinha o nome de Terreiro do Paço. O Paço Real ocupava então a ala ocidental da praça desde princípios do séc. XVI, quando D. Manuel o transferiu do Castelo de São Jorge para este local. Em 1580, Filipe I de Portugal mandou erigir um novo Paço, com o risco de Filippo Terzi e Juan Herrera (o mesmo arquiteto do Escorial). Tudo foi destruído pelo terramoto. O nome de Praça do Comércio pertence já à época de Pombal e traduz uma nova ordem social que o Ministro de D. José I entendeu privilegiar e valorizar: a classe comercial, financeira e burguesa que tanto contribuiu para a reconstrução da sua cidade.

No centro geométrico da Praça, e virada para o rio, encontra-se a estátua equestre de D. José I, montado no seu cavalo Gentil, trabalho do escultor Machado de Castro. Foi colocada neste local, com grande pompa, em 6 de junho de 1775, dia dos anos do Rei, que assistiu discretamente ao ato de uma das janelas do edifício da Alfândega. As festas duraram três dias e incluíram um gigantesco banquete para todo o povo de Lisboa. No pedestal, do lado do rio, a efígie de Pombal (retirada quando o Ministro caiu em desgraça e recolocada pelos Liberais em 1834) está encimada pelo escudo real. Os grupos escultóricos de cada lado do pedestal representam o Triunfo, que conduz um cavalo, e a Fama, que conduz um elefante, numa alusão clara aos domínios portugueses de além-mar. Na parte posterior do pedestal, um baixo-relevo alegórico representa os diversos contributos para a reconstrução de Lisboa.

Debaixo das arcadas Norte, junto da entrada da Rua do Ouro, não deixe de entrar no café-restaurante Martinho da Arcada, uma referência da cidade e um dos seus locais de culto. Antes de prosseguir pela rua Augusta, que conduz ao Rossio, pare um pouco para observar o Arco Triunfal que ornamenta a passagem.


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MEO Out Jazz
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Carnaval de Torres Vedras

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O Carnaval de Torres Vedras mantém uma forte componente tradicional, constituída por 13 carros alegóricos de grandes dimensões, grupos de mascarados, típicos cabeçudos, gigantones e Zés Pereiras, com os seus tradicionais bombos e gaitas de foles . Os Reis do Carnaval, ambos do sexo masculino, são normalmente personalidades da região. O par é acompanhado por uma corte de ministros caricaturados e de matrafonas grotescas e ainda de uma caricata Guarda Real.

O Carnaval de Torres tem ainda a particularidade de ter uma pré-apresentação durante o mês de agosto , na Praia de Santa Cruz. São quatro dias de festas e concertos que contam com a apresentação de escolas de samba, carros alegóricos e dos animados Zés Pereiras.

Nos finais do séc. XIX o Carnaval em Torres Vedras era festejado em bailes de coletividade , sem animação de rua, à exceção de alguns grupos de pessoas mascaradas que se passeavam divertindo a população. Foi apenas em 1912 que se reuniu uma comissão de Carnaval, com a ajuda da Filarmónica, organizou um desfile nos dois dias de festa, pedindo donativos para distribuir um "Bodo aos Pobres".

Em 1924 surge o primeiro cortejo de carros alegóricos, puxados por bois, com um "rei" e uma "guarda de honra" montada em burros. Em 1926, realiza-se o primeiro Carnaval com rei e rainha. Em 1928, as "matrafonas", homens vestidos de mulher de forma ridícula, juntam-se ao cortejo. Em 1931, tem lugar a primeira "Batalha de Flores", desta vez em recinto fechado e com entrada paga. Em 1933 houve grande divulgação da festa, que foi filmada e apresentada num cinema de Lisboa. Nesse ano, o desfile teve lugar na 2ª e 3ª Feiras. As receitas obtidas ao longo desses anos eram doadas a instituições locais ou de beneficência.

A partir de 1937 não se realizaram festejos, devido à II Grande Guerra, até que em 1948 o jornal local "O Torreense" apelou à revitalização do Carnaval. Assim, o desfile voltou a realizar-se mas de uma forma irregular, sobrevivendo a muito custo.

Em 1985, iniciou-se um novo período na história do carnaval de Torres Vedras. Foi criada uma comissão organizadora que contou desde o início com o apoio da Câmara Municipal e que define anualmente um tema para dar o mote às decorações carnavalescas.


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Santa Summer Sounds
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Nos dias 14 e 15 de agosto, o ex-karting de Santa Cruz vai receber o Festival (...)

As Aparições de Fátima

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Todos os dias 13, dos meses de maio a outubro , o Santuário de Fátima recebe milhares de peregrinos e turistas para celebrar as datas das aparições de Nossa Senhora aos três videntes e para visitar todos os locais relacionados com este culto.

Para além do Santuário, construído onde se verificou a primeira aparição, existe uma Via Sacra em Aljustrel, a cerca de 2 quilómetros, que percorre os locais onde Lúcia de Jesus (10 anos) e seus primos Francisco e Jacinta Marto (9 e 7 anos respetivamente ) viram o Anjo e Nossa Senhora.

Em 1916, entre abril e outubro , o Anjo apareceu por 3 vezes às crianças convidando-os à oração e à penitência.
A 13 de maio de 1917, quando apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria e depois de rezarem o terço por volta do meio-dia, de repente viram uma luz e uma «Senhora mais brilhante que o Sol» em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições).
A Senhora disse aos três pastorinhos que deviam rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante os cinco meses seguintes, sempre no dia 13 e àquela hora.
As crianças assim fizeram e nos dias 13 de junho , julho , setembro e outubro , a Senhora voltou a aparecer e a falar-lhes.
A 19 de agosto , a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, pois no dia 13 as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho para Vila Nova de Ourém.

Na última aparição, a 13 de outubro , perante cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a «Senhora do Rosário» e pediu que fizessem ali uma capela em Sua honra.
Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre: o Sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.

Posteriormente, Lúcia (convertida a religiosa de Santa Doroteia) teve ainda três visões de Nossa Senhora em Espanha (a 10 de dezembro de 1925, a 15 de fevereiro de 1926 e na noite de 13/14 de junho de 1929), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados e a Consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria. Este último pedido fazia parte do chamado «Segredo de Fátima» - um conjunto de revelações que Lúcia terá escrito para dar conhecimento ao Papa Pio XII.

A 13 de outubro de 1930, o Bispo de Leiria declarou dignas de crédito as aparições e autorizou oficialmente o culto de Nossa Senhora de Fátima, pela provisão «A Divina Providência».

A 13 de maio de 2000, o papa João Paulo II beatificou, em Fátima, os videntes Francisco e Jacinta Marto.


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Peregrinações a Fátima
Peregrinações a Fátima
As Aparições de Fátima transformaram a localidade num dos maiores centros do (...)

Circuito de Lamas de Olo

Circuito de Lamas de Olo

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A subida da Serra do Alvão a partir de Vila Real faz-se por uma sinuosa estrada municipal. Antes de prosseguir para Lamas de Olo siga por um estradão que o conduz à aldeia de Arnal, situada sobre uma vasta formação granítica, zona de beleza áspera e serrana, feita de penedos de todos os tamanhos espalhados pela paisagem. Nesta aldeia não deixe de visitar o núcleo museológico.

No caminho entre Agarez e Arnal, em Galegos da Serra, visite uma formosa queda de água emoldurada pelo arvoredo, onde encontrará um antigo moinho. Regresse à estrada que o conduz Lamas d´Olo, passando pela albufeira artificial que represa as águas límpidas do rio Olo que abastecem a cidade de Vila Real.

A aldeia de Lamas d´Olo, a mil metros de altitude, cercada de carvalhais e lameiros, mantém uma atmosfera de paz e simplicidade, com as suas tradicionais pequenas casas de granito e coberturas de colmo. Para poupar a aldeia ao tráfego automóvel foi construída uma variante que contorna a povoação. Aqui o rio Olo parece um ribeirinho, transposto à saída da aldeia por antiquíssima ponte de pedra. Os canais de rega que daqui irradiam destinam-se à chamada rega de lima, uma forma de irrigação multicentenária, para formar os lameiros, terrenos húmidos onde cresce erva. Consiste num sistema de regos distribuído ao longo da pastagem, que distribui harmoniosamente a água, de forma a que o terreno seja completamente irrigado e não congele mesmo nos dias mais frios. Apenas na Suécia o engenho popular terá criado um sistema semelhante.

Continue pelo caminho que vai desembocar na aldeia de Anta (um nome que sugere ser a ocupação humana tão antiga como a civilização megalítica). Daqui até à vizinha aldeia de Pioledo os carvalhais e o azevinho abundam. Está no coração do Parque. Na aldeia de Bilhó (fora do território do Parque mas na sua vizinhança imediata) realiza-se a 24 de agosto (dia de São Bartolomeu) uma concorrida feira do bovino maronês, raça autóctone desta região, resistente ao trabalho e animal que produz uma excelente e saborosa carne.

Fontes: Parque Natural do Alvão / Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas


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Festa das Cruzes - Monsanto

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De acordo com uma antiga tradição, no séc. II a. C. o pretor romano Lucius Emilius Paulus ergueu cerco a Mons Sanctus, nome romano de Monsanto, onde se encontrava um núcleo de resistentes ao poder de Roma. Durante 7 anos a população combateu as investidas romanas, porventura sob a chefia do grande guerreiro lusitano Viriato.

Quando os sitiados viram que a sua resistência chegava ao fim - e os mantimentos também - atiraram dos muros do castro uma vaca com o estômago cheio de trigo, provavelmente o último trigo e a última vaca, para demostrar que ainda tinham víveres em abundância e poderiam continuar a resistir. O estratagema resultou e os sitiantes levantaram o cerco.

É esta lenda que todos os anos no dia 3 de maio a população de Monsanto festeja subindo em cortejo até ao castelo, ao som de adufes e de antigas canções ritmadas, levando consigo vasos cheios de flores que atira para os rochedos, evocando com este gesto simbólico a liberdade conseguida há mais de dois mil anos. As mulheres e as raparigas levam consigo "marafonas" (bonecas de trapos) que as suas avós acreditavam ter poderes para afugentar as trovoadas e hoje, conjuntamente com os adufes, fazem parte do interessante artesanato local.


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Mercado medieval de Óbidos
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Em julho, visite o Mercado Medieval de Óbidos e faça uma viagem no (...)

Pelo Douro acima até às quintas do vinho fino

Pelo Douro acima até às quintas do vinho fino

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Até finais do séc. XIX era o Douro a grande estrada de acesso ao interior da região e a via de transporte para os produtos da terra distante e também para as pessoas.

Com um curso difícil, cortado por obstáculos naturais, só uma única e muito antiga embarcação, o barco rabelo, conseguia, pela sua robustez e pela coragem dos homens que o manobravam, transpor as condições adversas do seu longo percurso.

Atualmente , a construção de várias barragens tornaram a navegação possível e pacífica numa extensão de 210 km, entre o Porto e Barca d´Alva.

Os barcos partem do Porto para passeios que duram geralmente um dia. Até Peso da Régua vencem-se dois desníveis do rio, a comporta de Crestuma/Lever e a do Carrapatelo. As duras e belas encostas em socalcos, onde se plantam as vinhas do vinho do porto, começam por alturas de Barqueiros, prolongando-se para lá de Pinhão e oferecem uma das mais impressionantes paisagens rurais construídas pelo homem.

Se optar por um cruzeiro com mais de um dia, ficará alojado em hotéis de 4 estrelas ou em turismo no espaço rural e terá um programa completo que inclui visitas a monumentos da região, jantares temáticos, folclore, provas de vinho, entre outras iniciativas que irão tornar a sua estadia inesquecível.


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