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Dinossauros na Região do Oeste

Dinossauros na Região do Oeste

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Talvez pouca gente ainda saiba que a região da Lourinhã, bem perto do Atlântico, onde hoje podemos passear sobre praias arenosas envolvidas por espetaculares arribas, foi das mais preferidas dos dinossauros que habitaram a Terra no Jurássico Superior, há cerca de 150 milhões de anos.

Estes estranhos seres terrestres, com que o Homem nunca chegou a marcar encontro, ocuparam a região Oeste do território que hoje é Portugal nesse tempo atravessado por muitas linhas de água e vegetação que criava o ambiente propício para o desenvolvimento da sua vida, que tomou a forma dos corpos que hoje nos espantam. Como esta área se estava a afundar e, portanto, a ser preenchida com sedimentos, os esqueletos foram rapidamente cobertos e deu-se a fossilização.

Ao longo dos muitos milhões de anos que nos separam do Jurássico Superior, esses sedimentos foram aflorando à superfície e, graças ao notável trabalho desenvolvido por paleontólogos portugueses e também estrangeiros, o Museu da Lourinhã, um dos grandes promotores destes estudos, é hoje famoso pela sua coleção dedicada à paleontologia dos dinossauros, para além de possuir um dos maiores laboratórios de preparação de fósseis, uma oficina de réplicas e promover, desde 2000, um concurso internacional de ilustração de dinossauros.

Em 1993, foi descoberto em Paimogo, o maior ninho de dinossauros do mundo e o único na Europa com embriões, um facto raríssimo a nível mundial. Conheça esta história.

Imagem: Vladimir Bondar / Museu da Lourinhã


Estação do Pinhão

Estação do Pinhão

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É uma das mais bonitas estações do país, situada no coração do Douro, com as suas fachadas decoradas com 25 painéis de azulejos, retratando os trabalhos na vinha e paisagens da região.

Com as memórias de quando ganhava prémios da Estação Florida nas paredes, é um dos principais pontos de romagem dos turistas que visitam esta localidade.


Capela de São João Baptista

Capela de São João Baptista

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Esta capela é considerada uma das grandes obras existentes na Igreja de São Roque, pois é representativa da influência da arte europeia em Portugal, durante o séc. XVIII, combinando os elementos rocaille numa estrutura de linhas austeras neoclássicas. Foi encomendada em Itália por D. João V, em 1740 e inaugurada oficialmente em Lisboa em 1750. Os seus autores foram os arquitetos italianos Luigi Vanvitelli e Nicola Salvi, que contaram com o esforço de mais de 130 artífices para concluir a obra.

Antes de ser enviada para Lisboa, foi sagrada em Roma pelo Papa Benedicto XIV, na Igreja de Santo António dos Portugueses. Foram necessárias três naus para o seu transporte. Os embrechados e os materiais preciosos que cobrem toda a capela, pedidos especificamente pela corte portuguesa, são notáveis. Entre outros materiais nobres, com alguma atenção podemos encontrar lápis-lazúli, ágata, verde antigo, alabastro, mármore de Carrara, ametista, pórfido roxo, branco-negro de França, brecha antiga, diásporo e jade.

Além do espaço físico no interior igreja, a Capela de São João Batista tem uma rica coleção de peças de culto, paramentaria, alfaias litúrgicas e documentação que pode ser admirada no Museu de São Roque, instalado no edifício ao lado da Igreja.


Pontes na Foz do Douro

Pontes na Foz do Douro

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Ponte D. Maria Pia
Obra do Engenheiro Gustave Eiffel, esta ponte ferroviária de arco biarticulado, com 352,875m de cumprimento e 61m de altura, foi inaugurada em 1877 pela família Real. Funcionou até 1991, data em que o serviço ferroviário passou para a Ponte de São João.

Ponte Luís I
Rodoviária e pedonal de dois tabuleiros, com um vão de 172m e 44,6m de flecha foi construída nos finais do Séc. XIX, pela sociedade belga Willebroeck, de Bruxelas com projeto do Engenheiro Teóphile Seyrig, antigo colaborador de Eiffel.

Ponte Arrábida
Da autoria do Professor Edgar Cardoso, esta ponte foi detentora do recorde mundial de pontes em arco de betão armado. Com a flecha do arco de 52m e uma altura de 70m acima do nível médio das águas, a sua construção iniciou-se em maio 1957 e foi inaugurada em 22 de junho de 1963.

Ponte São João
Projetada pelo Professor Edgar Cardoso, foi inaugurada em 1991 no dia de São João. O pilar central com 250m e os laterais com 125m apoiados em dois pilares fundados no rio junto às margens.

Ponte do Freixo
Localizada a montante das restantes pontes, esta ponte rodoviária é da autoria do Professor António Reis. Constituída por duas vigas gémeas em todo o seu comprimento, a ponte tem 8 vãos sendo o do meio de 150m seguido de vãos de 115m de cada lado e outros menores.

Ponte do Infante
Projetada pelo Engenheiro Adão da Fonseca, a Ponte do Infante D. Henrique, única no mundo, vem substituir o tabuleiro superior da Ponte Luís I, que vai ser utilizado na ligação de metro entre o Porto e Vila Nova de Gaia. Com um comprimento de 371 metros e arco do vão de 280 metros , a Ponte do Infante dispõe de duas faixas rodoviárias em cada sentido que ligam a zona das Fontainhas à Serra do Pilar. O início da sua construção data de 1999, ficou concluída em outubro de 2002 e foi inaugurada em março de 2003.


As Aparições de Fátima

As Aparições de Fátima

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Todos os dias 13, dos meses de maio a outubro , o Santuário de Fátima recebe milhares de peregrinos e turistas para celebrar as datas das aparições de Nossa Senhora aos três videntes e para visitar todos os locais relacionados com este culto.

Para além do Santuário, construído onde se verificou a primeira aparição, existe uma Via Sacra em Aljustrel, a cerca de 2 quilómetros, que percorre os locais onde Lúcia de Jesus (10 anos) e seus primos Francisco e Jacinta Marto (9 e 7 anos respetivamente ) viram o Anjo e Nossa Senhora.

Em 1916, entre abril e outubro , o Anjo apareceu por 3 vezes às crianças convidando-os à oração e à penitência.
A 13 de maio de 1917, quando apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria e depois de rezarem o terço por volta do meio-dia, de repente viram uma luz e uma «Senhora mais brilhante que o Sol» em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições).
A Senhora disse aos três pastorinhos que deviam rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante os cinco meses seguintes, sempre no dia 13 e àquela hora.
As crianças assim fizeram e nos dias 13 de junho , julho , setembro e outubro , a Senhora voltou a aparecer e a falar-lhes.
A 19 de agosto , a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, pois no dia 13 as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho para Vila Nova de Ourém.

Na última aparição, a 13 de outubro , perante cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a «Senhora do Rosário» e pediu que fizessem ali uma capela em Sua honra.
Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre: o Sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.

Posteriormente, Lúcia (convertida a religiosa de Santa Doroteia) teve ainda três visões de Nossa Senhora em Espanha (a 10 de dezembro de 1925, a 15 de fevereiro de 1926 e na noite de 13/14 de junho de 1929), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados e a Consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria. Este último pedido fazia parte do chamado «Segredo de Fátima» - um conjunto de revelações que Lúcia terá escrito para dar conhecimento ao Papa Pio XII.

A 13 de outubro de 1930, o Bispo de Leiria declarou dignas de crédito as aparições e autorizou oficialmente o culto de Nossa Senhora de Fátima, pela provisão «A Divina Providência».

A 13 de maio de 2000, o papa João Paulo II beatificou, em Fátima, os videntes Francisco e Jacinta Marto.


Circuito de Lamas de Olo

Circuito de Lamas de Olo

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A subida da Serra do Alvão a partir de Vila Real faz-se por uma sinuosa estrada municipal. Antes de prosseguir para Lamas de Olo siga por um estradão que o conduz à aldeia de Arnal, situada sobre uma vasta formação granítica, zona de beleza áspera e serrana, feita de penedos de todos os tamanhos espalhados pela paisagem. Nesta aldeia não deixe de visitar o núcleo museológico.

No caminho entre Agarez e Arnal, em Galegos da Serra, visite uma formosa queda de água emoldurada pelo arvoredo, onde encontrará um antigo moinho. Regresse à estrada que o conduz Lamas d´Olo, passando pela albufeira artificial que represa as águas límpidas do rio Olo que abastecem a cidade de Vila Real.

A aldeia de Lamas d´Olo, a mil metros de altitude, cercada de carvalhais e lameiros, mantém uma atmosfera de paz e simplicidade, com as suas tradicionais pequenas casas de granito e coberturas de colmo. Para poupar a aldeia ao tráfego automóvel foi construída uma variante que contorna a povoação. Aqui o rio Olo parece um ribeirinho, transposto à saída da aldeia por antiquíssima ponte de pedra. Os canais de rega que daqui irradiam destinam-se à chamada rega de lima, uma forma de irrigação multicentenária, para formar os lameiros, terrenos húmidos onde cresce erva. Consiste num sistema de regos distribuído ao longo da pastagem, que distribui harmoniosamente a água, de forma a que o terreno seja completamente irrigado e não congele mesmo nos dias mais frios. Apenas na Suécia o engenho popular terá criado um sistema semelhante.

Continue pelo caminho que vai desembocar na aldeia de Anta (um nome que sugere ser a ocupação humana tão antiga como a civilização megalítica). Daqui até à vizinha aldeia de Pioledo os carvalhais e o azevinho abundam. Está no coração do Parque. Na aldeia de Bilhó (fora do território do Parque mas na sua vizinhança imediata) realiza-se a 24 de agosto (dia de São Bartolomeu) uma concorrida feira do bovino maronês, raça autóctone desta região, resistente ao trabalho e animal que produz uma excelente e saborosa carne.

Fontes: Parque Natural do Alvão / Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas


Pelo Douro acima até às quintas do vinho fino

Pelo Douro acima até às quintas do vinho fino

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Até finais do séc. XIX era o Douro a grande estrada de acesso ao interior da região e a via de transporte para os produtos da terra distante e também para as pessoas.

Com um curso difícil, cortado por obstáculos naturais, só uma única e muito antiga embarcação, o barco rabelo, conseguia, pela sua robustez e pela coragem dos homens que o manobravam, transpor as condições adversas do seu longo percurso.

Atualmente , a construção de várias barragens tornaram a navegação possível e pacífica numa extensão de 210 km, entre o Porto e Barca d´Alva.

Os barcos partem do Porto para passeios que duram geralmente um dia. Até Peso da Régua vencem-se dois desníveis do rio, a comporta de Crestuma/Lever e a do Carrapatelo. As duras e belas encostas em socalcos, onde se plantam as vinhas do vinho do porto, começam por alturas de Barqueiros, prolongando-se para lá de Pinhão e oferecem uma das mais impressionantes paisagens rurais construídas pelo homem.

Se optar por um cruzeiro com mais de um dia, ficará alojado em hotéis de 4 estrelas ou em turismo no espaço rural e terá um programa completo que inclui visitas a monumentos da região, jantares temáticos, folclore, provas de vinho, entre outras iniciativas que irão tornar a sua estadia inesquecível.


Praça do Rossio

Praça do Rossio

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Renascida dos escombros do terramoto de 1755, esta bela praça lisboeta delimita a norte a área da Baixa Pombalina. O seu espaço desenvolve-se num amplo quadrilátero, dominado, pelo neoclassicismo harmonioso do Teatro D. Maria II, erguido no local onde se encontrava a Casa da Inquisição.

Para o Marquês de Pombal, a Praça do Comércio tornara-se o lugar de eleição da cidade e símbolo da uma nova ordem social que pretendia para a Nação. Porém, com o tempo, foi o Rossio, espaço soalheiro e acolhedor, que ganhou o privilégio de fórum da burguesia de Lisboa. A praça animou-se com hotéis (já desaparecidos) que se enchiam de forasteiros, lojas e tabacarias. E não faltavam, naturalmente, inúmeros cafés, instituição muito portuguesa onde se conversava, se conspirava, se falava dos assuntos políticos, se discutiam as artes.

A vida mudou e grande parte dos cafés desapareceram, mas o Café Nicola (lado ocidental) e a Pastelaria Suiça (lado oriental) ficaram para guardar testemunho de um outro tempo. Ao centro uma coluna com 28 m de altura, aqui colocada em 1870, suporta a estátua do rei D. Pedro IV, que segura na mão direita a Carta Constitucional. Em 1889 foram acrescentadas duas fontes monumentais, uma de cada lado da coluna, onde simpáticas floristas vendem flores.

A sul da praça repare-se num gracioso arco que estabelece a ligação com a rua dos Sapateiros. É uma bonita peça de arquitetura pombalina de finais do séc. XVIII, com motivos ornamentais onde se destaca um bonito janelão com varanda aberta para a Praça. Pagou a sua construção o capitalista Pires Bandeira e por isso ficou conhecido para a posteridade por Arco do Bandeira.

Recentemente foi devolvido ao Rossio o esplendor da original calçada portuguesa e o chão da zona central está revestido de pequenas pedras azuis e brancas que desenham as ondas do mar.


O Natal

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O Natal celebra o nascimento de Cristo, a 25 de dezembro e foi determinado durante o séc. III, embora as primeiras referências à celebração da Natividade datem de meados do séc. II, quando os cristãos ainda eram perseguidos. A formalização das festividades surgiu durante o séc. IV, quando o Imperador Constantino se converteu ao cristianismo, assegurando então as celebrações religiosas.

Muitos costumes romanos acabaram por ser integrados na festa cristã, como por exemplo decorar a casa com folhas e plantas verdes representando a vida eterna e a esperança no regresso da primavera . Faziam-no durante as «Saturnalia», festas em honra do deus das sementeiras, Saturno, realizadas em dezembro , e nas calendas de janeiro (início do mês). Durante essa época trocavam presentes com os amigos desejando-lhes boa sorte durante o Ano Novo.

Em 567, o Concílio de Tours estabeleceu o período de jejum antes do Natal, durante o Advento, e proclamou o período de doze dias, entre o Natal e a Epifânia, como um tempo sagrado e festivo. Esta norma cristã manteve-se durante muitos séculos e ainda hoje é praticada pelos crentes mais religiosos.

Desde o início do séc. XX, o começo do Advento do Natal foi fixado no Domingo mais próximo do dia do Apóstolo Santo André, prolongando-se pelos 4 domingos seguintes, durante pelo menos 28 dias.


Os Mascarados de Lazarim

Os Mascarados de Lazarim

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Em Lazarim, no concelho de Lamego, o ciclo do Carnaval desdobra-se em dois momentos. Um primeiro que se inicia no quinto domingo antes do Domingo Gordo e um segundo que decorre entre o Domingo Gordo e a 4ª Feira de Cinzas. O Domingo é o dia que marca as várias celebrações que antecedem a grande festa carnavalesca.

O primeiro Domingo pertence aos Amigos, em que aparecem os primeiros mascarados ou caretos percorrendo a povoação. Durante essa semana a ementa alimentar enriquece-se com todo o tipo de carnes, sobretudo de porco, que serão ritualmente servidas ao longo deste período, antecedendo a abstinência da Quaresma. O Domingo seguinte é das Amigas e será sucedido pelo Domingo dos Compadres e pelo Domingo das Comadres. Durante este período dá-se uma clara oposição dos grupos sexuais, com demonstrações de autoridade, num ambiente de permissividade e folia. É a subversão da ordem estabelecida característica do Carnaval, procurando um equilíbrio final no seio da comunidade.

Durante as cinco semanas, os compadres preparam as caretas e as comadres angariam fundos para pagar os manequins sacrificados, em fogueira pública, na 3ª Feira Gorda. Nesse dia, a leitura do testamento carnavalesco, assume o papel principal, apresentando aspetos únicos no país. Uma rapariga lê o testamento do Compadre e um rapaz o da Comadre. O texto divide-se em três: no "princípio" nomeiam-se os testamenteiros, nas "deixadas" um burro é simbolicamente distribuído pelos Compadres e Comadres herdeiros e, depois do ajuste de contas, o "fim" em que se queima o Entrudo.

As máscaras de Lazarim são expressivas da divisão momentânea da comunidade. Por um lado temos os Caretos e por outro lado as Senhorinhas, a versão feminina. Os dois papéis são, no entanto, desempenhados por homens, distinguidos pela indumentária e pela caricatura de certos tipos ou situações ridículas facilmente identificados por todos. Para além das máscaras habilmente talhadas em madeira, o careto usa um cacete com forma antropomórfica denominado roberto.


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