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Sesimbra

Sesimbra

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Pitoresca vila piscatória situada junto a uma baía abrigada, Sesimbra foi fundada no topo da colina, em redor do castelo dos Mouros que o 1º rei de Portugal, D. Afonso Henriques conquistou em 1165. Este castelo caíu de novo na posse dos mouros em 1191, tendo sido reconquistado no reinado de D. Sancho I (séc. XIII) que o doou à Ordem de Santiago para defesa e povoamento. Mais tarde, no séc. XVIII foi restaurado, sendo actualmente um ponto de visita obrigatória de onde se pode admirar uma paisagem verdadeiramente deslumbrante sobre a vila e o mar.

Foi a riqueza piscícola do mar de Sesimbra que fez com que o núcleo populacional descesse do alto da colina e se deslocasse para as suas proximidades, transformando-se esta vila num dos principais portos de pesca da região.

Foi também o mar que durante o séc. XX atraiu forasteiros que procuravam as excelentes praias abrigadas com óptimas condições para a prática de desportos náuticos, que tornaram esta pacata localidade numa concorrida estância de veraneio.

Nas redondezas, merece uma visita o Santuário de Nossa Senhora do Cabo Espichel, junto ao qual na falésia são visíveis algumas pegadas de dinossauros.

Destaque especial merece também a excelente gastronomia regional em que os mariscos e peixes frescos são o elemento principal, e que se podem apreciar nos muitos restaurantes aqui existentes.



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Aveiro

Aveiro

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Junto à Ria, vasta bacia lagunar onde as águas doces do rio Vouga se misturam com as águas do mar, Aveiro, cortada por ruas aquáticas onde deslizam os coloridos barcos moliceiros, é uma das cidades mais interessantes do litoral português.

A sua fundação terá ocorrido ao tempo do imperador romano Marco Aurélio. Devido à existência de numerosas aves palmípedes que povoavam esta área lagunar, o seu primeiro nome terá sido Aviarium.

D. João I (r.1383-1433) doou a povoação a seu filho, o infante D. Pedro que ordenou a construção das suas primeiras muralhas, entretanto desaparecidas. Mais tarde, D. João II (r. 1481-1495), fez dela doação a sua irmã, a Infanta D. Joana, recolhida no convento de Jesus, que hoje é o Museu de Aveiro.

No séc. XVI, o desenvolvimento da indústria do sal, da agricultura e da pesca e as primeiras campanhas de pesca na longínqua Terra Nova em 1501 trouxeram a Aveiro uma época de prosperidade que lhe valeu o foral de 1515, outorgado pelo rei D. Manuel I. Porém, no Inverno de 1575, fortes tempestades destruíram o profundo canal de comunicação entre a ria e o mar, por onde transitavam os grandes navios que aportavam em Aveiro, destruindo o comércio marítimo, a pesca e a actividade salineira.

No séc. XIX foi construída a Barra Nova. A sua abertura para o Oceano, em 1808, originou a formação de um largo canal de com cerca de 264 m de largura e entre 4 e 6 de profundidade, que abriu a Ria para o mar reconstituindo a fonte da vida e da sobrevivência da região.

A Ria comunica com Aveiro através de 3 canais: o das Pirâmides (marcado à entrada por duas pirâmides de pedra), que se prolonga no canal Central, o canal de São Roque, que limita a cidade a Noroeste e a separa das salinas; e o canal dos Santos Mártires (ou do Paraíso) que corre para Sudoeste.

A partir do canal Central eixo de referência da cidade, pode construir dois itinerários em Aveiro: - na Margem Esquerda, veja os graciosos edifícios Arte Nova, reflectidos no canal, deambule pelo Mercado do Peixe, pelo bairro da Beira Mar e junto das margens dos canais absorvendo a brisa leve da maresia; - na Margem Direita, visite o Museu de Aveiro, no Convento de Jesus. Monumentos e igrejas, uma vida citadina que se move sob a luz translúcida da Ria completam a sedução desta cidade litoral.

Evidentemente que é indispensável conhecer a Ria de Aveiro. Nos dois circuitos propostos ficará a conhecer o labirinto dos canais, as dunas brancas junto ao mar, as extensões imensas de marinhas com as suas pirâmides de sal. Se gosta de passear a pé pela Natureza, a Reserva Natural das Dunas de São Jacinto, é uma proposta irrecusável.




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São Martinho do Porto

São Martinho do Porto

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Ano após ano, a baía de São Martinho do Porto, em forma de concha abrigada, é frequentada pelas mesmas famílias que há muito tempo a seleccionaram como o local predilecto para férias e fins-de-semana.

Muito concorrida durante o verão, em que se transforma numa estância de férias verdadeiramente cosmopolita, tem vindo a ser aqui dinamizada nos últimos anos a prática de diversos desportos radicais como a escalada, windsurf e canoagem.



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Alte

Alte

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Aldeia mais típica do Algarve no dizer de muitos, Alte tem a sua origem na ocupação romana.

As ruas do centro histórico mantêm muito do seu carácter nas casas caiadas, nas janelas e platibandas debruadas a cor, nas chaminés rendilhadas e na tranquilidade envolvente.

O espaço em redor da igreja é um encantador "postal turístico" do verdadeiro Algarve.



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Vila Real

Vila Real

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Cidade capital da província de Trás-os-Montes, Vila Real ergue-se a 427 m sobre um promontório que forma como que uma península entre os rios Corgo e Cabril, sobre o qual sobressai o seu gracioso casario.

O primeiro foral de Vila Real foi concedido por D. Dinis (r. 1279-1325), em 1289. Por ele, garantia o rei aos seus habitantes o direito de recusar hospedagem a fidalgos e cavaleiros, que assim deveriam pernoitar fora dos seus muros. Tal não impediu que a Vila viesse a acolher nos sécs. XVII, XVIII e XIX muitas nobres famílias, cujas residências foram sendo absorvidas no tecido urbano.

Hoje, quem visita Vila Real não deixará de ficar surpreendido à vista das numerosas pedras de armas que enobrecem as fachadas de muitos edifícios. O brasão da cidade, gravado com uma espada e um bastão, resume a história do seu primeiro conde.

Cidade bonita e aprazível, onde o olhar se perde pelas montanhas que a rodeiam, comece por conhecer o local onde, no séc. XIII, se fixaram os primeiros moradores, a "Vila Real medieval", prosseguindo pela "Vila Real antiga" e terminando o seu passeio no frondoso Parque do Município, junto da moderna Vila Real. Aqui sugerimos a subida ao alto do Calvário, onde terá uma bonita perspectiva semi-circular sobre a cidade, abrangendo, a poente, as serras do Marão e do Alvão e, a sul, a cadeia montanhosa de Montemuro. Para norte deste miradouro ficam os bairros modernos, que se têm vindo a desenvolver nos últimos cem anos.

A cerca de 3 Km da cidade procure uma das mais notáveis jóias do Barroco português: o Palácio de Mateus.



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Almeida

Almeida

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Classificada como Aldeia histórica, Almeida é uma vila fortificada que vista do ar parece uma estrela de 12 pontas, tantas quantos os baluartes e revelins que rodeiam um espaço com um perímetro de 2500 metros. Esta notável praça-forte foi edificada nos sécs. XVII-XVIII, em redor de um castelo medieval, num local importantíssimo como ponto de defesa estratégico da região, uma vez que se situa num planalto a cerca de 12 kms da linha fronteira com Espanha, definida pelo Tratado de Alcanices em 1297, data em Almeida passou a ser portuguesa.

Almeida é um dos melhores exemplares de fortificação abaluartada existente em Portugal, de que são características as muralhas em cantaria rodeadas por um vastíssimo fosso que dificultava a passagem dos invasores, os baluartes estrategicamente colocados que permitiam a observação de todo o território em redor, as três portas abertas em túnel e abobadadas, as portas falsas para enganar invasores, as casamatas subterrâneas que, dotadas de todo o tipo de serviços necessários à sobrevivência em caso de guerra, poderiam servir de abrigo a toda a população.

Almeida foi palco de lutas ao longo dos séculos, destacando-se as Guerras da Restauração (séc. XVII), em que os espanhóis foram definitivamente afastados do trono de Portugal, e as invasões francesas no séc. XIX em que esteve cercada durante um longo período pelas tropas napoleónicas, tendo o seu castelo e parte da muralha sido gravemente danificados pela explosão de uma enorme quantidade de pólvora armazenada nos paíóis, o que provocou a sua rendição.

No interior da fortificação, vale a pena visitar o conjunto harmonioso do casario, e numerosos edifícios religiosos e civis espalhados por ruas estreitas que conservam a atmosfera de outros tempos.



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Caramulo

Caramulo

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Para lavar os pulmões em bons ares, limpos e frescos, e esquecer a palavra "stress" , o melhor é mesmo passar uns dias na Serra do Caramulo. Tão saudáveis são os seus ares que a Serra era procurada para a prevenção ou cura de doenças pulmonares.

Situada na região Centro de Portugal, com acesso rápido a partir de Coimbra, Viseu ou Aveiro esta serra, que na Primavera se cobre de coloridas flores silvestres, tem o seu ponto mais alto, miradouro deslumbrante, no Caramulinho, a 1074 m de altitude.

Na pequena localidade do Caramulo, encontra um invulgar Museu onde pode apreciar nada menos do que 65 dos mais fascinantes automóveis que jamais se construíram, alguns deles centenários.

Na serra descobrirá trilhos romanos para percorrer a pé, dolmens e menires deixados pelos nossos antepassados remotos. Mas também poderá desafiar a adrenalina participando em actividades organizadas, pois aqui existe um dos maiores "slides" de Portugal e cursos de água ideais para rafting ou canoagem. E conhecer um pouco mais da nossa antiga história no imponente património da cidade de Viseu.



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Portimão

Portimão

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O perfil branco de uma igreja no alto da colina e as ruas estreitas do antigo bairro de pescadores e comerciantes são aspectos de Portimão que definem o seu carácter de cidade secular, a que se junta a presença do mar e do areal extenso da Praia da Rocha.

De Portimão medieval restam apenas alguns panos de muralhas ocultos pelo casario. É a arquitectura dos finais dos séc. XIX e início do séc. XX que marca o perfil do centro histórico, nas casas de dois pisos caracterizadas por varandas de ferro forjado, cantarias enobrecidas nas janelas e portas, remates com balaustradas de pedra e cerâmica e paredes revestidas a azulejos.

Para viver e conhecer a alma de Portimão é necessário esquecer o tempo à sombra das árvores do Jardim Manuel Bívar, vendo passar os barcos de pesca e recreio ou percorrer as ruas e praças que falam de uma cidade industriosa e activa que soube acompanhar o progresso.



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Silves

Silves

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Situada numa colina da Serra de Monchique, Silves deve a sua fundação e desenvolvimento ao Rio Arade, importante via de comunicação que atraiu o estabelecimento de povos desde a Idade do Ferro, 3.000 anos antes de Cristo.

O Arade foi também porta de entrada para os romanos que aqui exploraram o cobre e comercializaram outros produtos, tais como o azeite, o vinho, os frutos secos e o sal.

No séc. V chegaram os visigodos que permaneceram apenas até ao séc. VIII quando o território a Sul foi ocupado pelo domínio muçulmano. Data dessa época a grande prosperidade de Silves. Foi então uma cidade importante, capital regional de um dos reinos Taifa e pólo comercial e cultural.

Tornou-se o refúgio de poetas, cientistas e outros literatos que lhe deram o título de "berço da poesia arábico-andalusa". O Castelo e o Poço Cisterna almóada são os testemunhos que nos ficaram deste tempo. O local onde se situa o poço está actualmente integrado no Museu Arqueológico de Silves.

Após uma investida fracassada dos cristãos liderados por D. Sancho I, em 1189, Silves é conquistada definitivamente por D. Afonso III, em 1242 . Com a elevação de Silves a sede de bispado, construiu-se a Sé, no local da mesquita.

Até inícios do séc. XVI, manterá a sua importância económica. Na época dos Descobrimentos, muitos habitantes serviram nas caravelas do Infante D. Henrique e ajudaram na defesa das cidades portuguesas norte-africanas.

Relembramos Diogo de Silves que participou na descoberta dos Açores. Do reinado de D. Manuel I ficará a carta de Foral Novo de 1504, a Cruz de Portugal e a Igreja da Misericórdia.

O assoreamento do rio, que impediu a navegabilidade, e a mudança da sede de bispado para Faro em meados do séc. XVI foram o início do declínio desta localidade. Muito destruída com o terramoto de 1755, viria a renascer apenas com a revolução industrial, durante o séc. XIX, sobretudo devido à exploração da cortiça e à comercialização da fruta seca. Surgem então um conjunto de casas pertencentes à burguesia emergente industrial, que ainda marcam presença na paisagem urbana de Silves.



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Vila Franca de Xira

Vila Franca de Xira

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Situada à beira do Rio Tejo, Vila Franca de Xira está cercada de planícies férteis - as lezírias - onde são criados os cavalos e touros sempre vigiados pelos campinos. Vila Franca de Xira, é conhecida pelo rigor dos aficcionados da Tourada, o espectáculo mais apreciado na região, e que entre Abril e Outubro, tem lugar quase todas as semanas na Praça de Touros Palha Blanco. Para os interessados no espectáculo, é absolutamente indispensável visitar o Museu Etnográfico instalado na Praça de Touros, as ganadarias e os Centros Equestres da Lezíria Grande e do Morgado Lusitano.

As touradas e as largadas de touros nas ruas são também obrigatórias nas principais festas da região, como a Feira de Outubro e a Festa do Colete Encarnado que se realiza anualmente em Julho, devendo o seu nome a um dos elementos que compõem o trajo do campino.

Na gastronomia variada destacam-se os diversos pratos típicos da beira-rio como as enguias, os linguadinhos, a açorda de sável e também a galinha de cabidela, o ensopado de borrego e a dobrada à Vila Franca.

Em Alverca, o Museu do Ar, único do género no país, possui um espólio que ilustra a história da aeronáutica em Portugal.

Nas redondezas, a Reserva Natural do Estuário do Tejo é, entre Outubro e Março, o local de passagem de aves migradoras como os flamingos, garças, pilritos, alfaiates patos, milhafres e peneireiros. Na zona rural do interior, a vivência é tranquila e o ambiente despoluído, predominando ainda a agricultura de pequena propriedade.



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