Representa POIs do Tipo Outros
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Os Descobrimentos Portugueses
Os Descobrimentos Portugueses
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Reinado de D. João I (1385-1433)
1415 - Conquista de Ceuta
1418 - João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz descobrem a Ilha de Porto Santo
1419 - João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz descobrem a Ilha da Madeira
1427 - Diogo de Silves descobre as Ilhas dos Açores
Reinado de D. Duarte (1433-38)
1434 - Gil Eanes dobra o Cabo Bojador
Reinado de D. Afonso V (1438-1481)
1441 - Nuno Tristão conduz a expedição ao Cabo Branco, na Costa de África
1445 - Nuno Tristão conduz a expedição ao Senegal
Reinado de D. João II (1481-95)
1460 - Diogo Gomes descobre o arquipélago de Cabo Verde
1471 - Descoberta das ilhas de Fernão Pó, São Tomé, Príncipe e Ano Bom
1483 - Diogo Cão descobre a foz do Rio Congo
1485 - Diogo Cão chega à Namíbia
1488 - Bartolomeu Dias dobra o Cabo da Boa Esperança
Reinado de D. Manuel I (1495-1521)
1498 - Vasco da Gama descobre o Caminho Marítimo para a Índia
1500 - Pedro Álvares Cabral descobre o Brasil
1501 - Gaspar Corte Real chega à Terra Nova
1510 - Afonso de Albuquerque conquista Goa
1511 - Os navegadores portugueses chegam às Ilhas Molucas
1513 - Portugueses estabelecem feitorias na China, Macau e Cantão
1519 - O português Fernão de Magalhães inicia a primeira viagem de circum-navegação do globo, que termina em 1522
Reinado de D. João III (1521-57)
1543 - Os navegadores portugueses chegam ao Japão
1415 - Conquista de Ceuta
1418 - João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz descobrem a Ilha de Porto Santo
1419 - João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz descobrem a Ilha da Madeira
1427 - Diogo de Silves descobre as Ilhas dos Açores
Reinado de D. Duarte (1433-38)
1434 - Gil Eanes dobra o Cabo Bojador
Reinado de D. Afonso V (1438-1481)
1441 - Nuno Tristão conduz a expedição ao Cabo Branco, na Costa de África
1445 - Nuno Tristão conduz a expedição ao Senegal
Reinado de D. João II (1481-95)
1460 - Diogo Gomes descobre o arquipélago de Cabo Verde
1471 - Descoberta das ilhas de Fernão Pó, São Tomé, Príncipe e Ano Bom
1483 - Diogo Cão descobre a foz do Rio Congo
1485 - Diogo Cão chega à Namíbia
1488 - Bartolomeu Dias dobra o Cabo da Boa Esperança
Reinado de D. Manuel I (1495-1521)
1498 - Vasco da Gama descobre o Caminho Marítimo para a Índia
1500 - Pedro Álvares Cabral descobre o Brasil
1501 - Gaspar Corte Real chega à Terra Nova
1510 - Afonso de Albuquerque conquista Goa
1511 - Os navegadores portugueses chegam às Ilhas Molucas
1513 - Portugueses estabelecem feitorias na China, Macau e Cantão
1519 - O português Fernão de Magalhães inicia a primeira viagem de circum-navegação do globo, que termina em 1522
Reinado de D. João III (1521-57)
1543 - Os navegadores portugueses chegam ao Japão
Um dia em cheio na margem sul do Tejo
Um dia em cheio na margem sul do Tejo
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A bela paisagem natural da serra da Arrábida e as praias do estuário do rio Sado são excelentes anfitriões de um belo passeio a sul de Lisboa.
Saindo da A2, não se confunda, há dois "Azeitão". Comece por Vila Nogueira de Azeitão. No sopé da Serra da Arrábida (Parque Natural), esta vila é dotada de um rico património histórico-artístico, sobretudo dos sécs. XVI e XVIII, com destaque para o renascentista Palácio dos Duques de Aveiro, a Igreja de S. Lourenço e o barroco Fontanário dos Pasmados. Siga então para Vila Fresca de Azeitão. A Igreja de São Simão possui um belo exemplar da Nossa Senhora da Saúde do séc. XVI. Na Quinta das Torres, uma mansão do séc. XVI, aprecie a beleza dos jardins.
Continue na direção de Palmela. O Chafariz de D. Maria I indica a direção do Castelo, onde existe uma bonita pousada. Doado por D. Afonso Henriques à Ordem de Santiago de Espada, e recuperado já neste século, a vista das muralhas é magnífica. No interior situa-se o Convento e Igreja de Santiago, revestida de azulejos.
Chegando a Setúbal, siga o rasto romano da cidade. Na Travessa de Frei Gaspar aprecie os vestígios do conjunto de tanques da indústria de preparado de peixe, que foi utilizado entre os sécs. I e V d.C. Lugar de visita obrigatória é a Fortaleza de São Filipe, onde se encontra uma confortável pousada e donde pode apreciar a vista sobre a Península de Troia . Na Praça de Bocage situa-se a estátua do poeta que lhe dá nome e o paço setecentista. No Largo de Jesus, encontrará o mais notável monumento da cidade: o Convento e Igreja de Jesus (séc. XV). Se estiver na hora do almoço, ser-lhe-á difícil resistir ao apelo do peixe fresco nos restaurantes à beira do rio.
Chegando ao Portinho da Arrábida, poderá dar um pulo à praia, situada entre a parte mais alta da Serra e o mar. A Pedra da Anixa, uma pequena ilha rochosa em frente ao areal, é um local muito frequentado pelos amantes da pesca submarina. Nos restaurantes junto à praia servem-se caldeiradas de peixe e o célebre salmonete de Setúbal.
Um pouco mais à frente situa-se a Lapa de Santa Margarida, onde foram encontrados os mais antigos indícios da presença do Homem nesta zona (Paleolítico Inferior). Seguindo a estrada que passa pelo cimo da Serra, numa curva encontrará o Convento da Arrábida fundado pelos frades franciscanos em 1542, em pleno coração serrano.
Voltando à estrada, dirija-se para Sesimbra, já nos sécs. XV e XVI um importante centro náutico e piscatório. Visite o Castelo e a Fortaleza de Santiago onde a vista do mar e o extenso areal convidam a um mergulho. Dirija-se em seguida para o Cabo Espichel, um dos mais belos promontórios de Portugal, local do Santuário de Nossa Senhora do Cabo. Na praia dos Lagosteiros poderá ver várias pegadas e rastos da cauda de dinossauros impressas na rocha.
Termine a sua viagem nos areais a perder de vista da Caparica observando a impressionante Arriba Fóssil a partir do Convento dos Capuchos e maravilhar-se com a vista que de lá do alto se observa.
Saindo da A2, não se confunda, há dois "Azeitão". Comece por Vila Nogueira de Azeitão. No sopé da Serra da Arrábida (Parque Natural), esta vila é dotada de um rico património histórico-artístico, sobretudo dos sécs. XVI e XVIII, com destaque para o renascentista Palácio dos Duques de Aveiro, a Igreja de S. Lourenço e o barroco Fontanário dos Pasmados. Siga então para Vila Fresca de Azeitão. A Igreja de São Simão possui um belo exemplar da Nossa Senhora da Saúde do séc. XVI. Na Quinta das Torres, uma mansão do séc. XVI, aprecie a beleza dos jardins.
Continue na direção de Palmela. O Chafariz de D. Maria I indica a direção do Castelo, onde existe uma bonita pousada. Doado por D. Afonso Henriques à Ordem de Santiago de Espada, e recuperado já neste século, a vista das muralhas é magnífica. No interior situa-se o Convento e Igreja de Santiago, revestida de azulejos.
Chegando a Setúbal, siga o rasto romano da cidade. Na Travessa de Frei Gaspar aprecie os vestígios do conjunto de tanques da indústria de preparado de peixe, que foi utilizado entre os sécs. I e V d.C. Lugar de visita obrigatória é a Fortaleza de São Filipe, onde se encontra uma confortável pousada e donde pode apreciar a vista sobre a Península de Troia . Na Praça de Bocage situa-se a estátua do poeta que lhe dá nome e o paço setecentista. No Largo de Jesus, encontrará o mais notável monumento da cidade: o Convento e Igreja de Jesus (séc. XV). Se estiver na hora do almoço, ser-lhe-á difícil resistir ao apelo do peixe fresco nos restaurantes à beira do rio.
Chegando ao Portinho da Arrábida, poderá dar um pulo à praia, situada entre a parte mais alta da Serra e o mar. A Pedra da Anixa, uma pequena ilha rochosa em frente ao areal, é um local muito frequentado pelos amantes da pesca submarina. Nos restaurantes junto à praia servem-se caldeiradas de peixe e o célebre salmonete de Setúbal.
Um pouco mais à frente situa-se a Lapa de Santa Margarida, onde foram encontrados os mais antigos indícios da presença do Homem nesta zona (Paleolítico Inferior). Seguindo a estrada que passa pelo cimo da Serra, numa curva encontrará o Convento da Arrábida fundado pelos frades franciscanos em 1542, em pleno coração serrano.
Voltando à estrada, dirija-se para Sesimbra, já nos sécs. XV e XVI um importante centro náutico e piscatório. Visite o Castelo e a Fortaleza de Santiago onde a vista do mar e o extenso areal convidam a um mergulho. Dirija-se em seguida para o Cabo Espichel, um dos mais belos promontórios de Portugal, local do Santuário de Nossa Senhora do Cabo. Na praia dos Lagosteiros poderá ver várias pegadas e rastos da cauda de dinossauros impressas na rocha.
Termine a sua viagem nos areais a perder de vista da Caparica observando a impressionante Arriba Fóssil a partir do Convento dos Capuchos e maravilhar-se com a vista que de lá do alto se observa.
Acompanhando o Rio Lis
Acompanhando o Rio Lis
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A partir do Jardim Luís de Camões, onde se encontra o Posto de Turismo, não pode deixar de seguir o curso do Rio Lis que determinou a expansão da cidade.
Seguindo pela Avenida Heróis de Angola irá deparar com uma zona comercial onde as mais recentes novidades da moda se podem encontrar.
Depois de passar pelo Cineteatro José Lúcio da Silva, a mais importante sala de espetáculos da cidade, verá destacado do casario a antiga Igreja de São Francisco, com pinturas medievais, uma das expressões artísticas mais valiosas de Leiria. Daqui faça de novo o caminho ao longo do Rio.
Para o outro lado, depois do Jardim Luis de Camões irá encontrar a Igreja do Espírito Santo. Seguindo a Rua João de Deus e a Rua Tenente Valadim verá o Convento de Santo Agostinho, com um agradável jardim e um pouco mais à frente o local de um antigo moinho de papel que continua a trabalhar com perseverança, agora a fazer farinha. Em frente, ao alto, o Monte de São Gabriel, onde se edificou o Santuário de Nossa Senhora da Encarnação é um outro miradouro sobre a cidade, fazendo concorrência ao Castelo.
Volte ao centro da cidade e repouse numa agradável esplanada da Praça Rodrigues Lobo, o coração da cidade antiga.
Seguindo pela Avenida Heróis de Angola irá deparar com uma zona comercial onde as mais recentes novidades da moda se podem encontrar.
Depois de passar pelo Cineteatro José Lúcio da Silva, a mais importante sala de espetáculos da cidade, verá destacado do casario a antiga Igreja de São Francisco, com pinturas medievais, uma das expressões artísticas mais valiosas de Leiria. Daqui faça de novo o caminho ao longo do Rio.
Para o outro lado, depois do Jardim Luis de Camões irá encontrar a Igreja do Espírito Santo. Seguindo a Rua João de Deus e a Rua Tenente Valadim verá o Convento de Santo Agostinho, com um agradável jardim e um pouco mais à frente o local de um antigo moinho de papel que continua a trabalhar com perseverança, agora a fazer farinha. Em frente, ao alto, o Monte de São Gabriel, onde se edificou o Santuário de Nossa Senhora da Encarnação é um outro miradouro sobre a cidade, fazendo concorrência ao Castelo.
Volte ao centro da cidade e repouse numa agradável esplanada da Praça Rodrigues Lobo, o coração da cidade antiga.
O Carnaval
O Carnaval
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O Carnaval, ou Entrudo, designa o período de tempo entre o Dia de Reis (a 6 de janeiro ) e a Quaresma, mas normalmente é referido em relação aos três "dias gordos" que antecedem o Dia de Cinzas (Domingo, 2ª e 3ª Feiras).
São três dias de festa e de excessos, fartos em comida, antecipando o período de jejum, rigor e disciplina religiosa da Quaresma, que se inicia na 4ª Feira seguinte e termina na Páscoa.
Encontram-se vestígios desta festa desde a Antiguidade, em manifestações de caráter religioso que marcavam o tempo de transição entre o fim do inverno e o princípio da primavera . Eram rituais de fertilidade e de desejo de abundância que se esperavam no novo ano que começava.
Durante o mesmo período, os romanos celebravam as Saturnais expressando a mesma mensagem de regeneração e equilíbrio da Natureza. Saturno, nome latino para o deus grego Crono, era um dos seres supremos do Universo e Protetor das Sementeiras. Dominou o mundo até que foi destronado por seu filho Zeus (o deus grego Júpiter) e fugiu para Itália, levando consigo o tempo de paz e felicidade perfeitas que marcaram o seu reinado, conhecido por Idade de Oiro. Em sua memória, durante o inverno passaram a ser celebradas grandes festividades, conhecidas por Saturnais ou Saturnalia. Acreditavam que, assim, recuperavam a Idade de Oiro enquanto as solenidades decorressem. Nesses dias não se podia declarar guerra, as execuções eram adiadas, escravos e senhores comiam à mesma mesa, presenteavam-se amigos e familiares e mantinha-se vivo o espírito de igualdade entre os homens. São também estes princípios de liberdade e igualdade que marcam o Carnaval, simulando uma subversão da ordem imposta seguido de uma reestruturação do equilíbrio social.
A festa das Saturnais era ainda marcada pelos momentos de reconciliação com os mortos e os espíritos. Para o efeito, personificava-se o morto com trajes brancos e máscaras e queimava-se um boneco ou outro símbolo do espírito maléfico, em ato de purificação e libertação das más influências. Em muitas localidades portuguesas, ainda é costume terminar os festejos carnavalescos com o Enterro do Entrudo, o último ato de libertinagem e desregramento antes do retorno à ordem.
São três dias de festa e de excessos, fartos em comida, antecipando o período de jejum, rigor e disciplina religiosa da Quaresma, que se inicia na 4ª Feira seguinte e termina na Páscoa.
Encontram-se vestígios desta festa desde a Antiguidade, em manifestações de caráter religioso que marcavam o tempo de transição entre o fim do inverno e o princípio da primavera . Eram rituais de fertilidade e de desejo de abundância que se esperavam no novo ano que começava.
Durante o mesmo período, os romanos celebravam as Saturnais expressando a mesma mensagem de regeneração e equilíbrio da Natureza. Saturno, nome latino para o deus grego Crono, era um dos seres supremos do Universo e Protetor das Sementeiras. Dominou o mundo até que foi destronado por seu filho Zeus (o deus grego Júpiter) e fugiu para Itália, levando consigo o tempo de paz e felicidade perfeitas que marcaram o seu reinado, conhecido por Idade de Oiro. Em sua memória, durante o inverno passaram a ser celebradas grandes festividades, conhecidas por Saturnais ou Saturnalia. Acreditavam que, assim, recuperavam a Idade de Oiro enquanto as solenidades decorressem. Nesses dias não se podia declarar guerra, as execuções eram adiadas, escravos e senhores comiam à mesma mesa, presenteavam-se amigos e familiares e mantinha-se vivo o espírito de igualdade entre os homens. São também estes princípios de liberdade e igualdade que marcam o Carnaval, simulando uma subversão da ordem imposta seguido de uma reestruturação do equilíbrio social.
A festa das Saturnais era ainda marcada pelos momentos de reconciliação com os mortos e os espíritos. Para o efeito, personificava-se o morto com trajes brancos e máscaras e queimava-se um boneco ou outro símbolo do espírito maléfico, em ato de purificação e libertação das más influências. Em muitas localidades portuguesas, ainda é costume terminar os festejos carnavalescos com o Enterro do Entrudo, o último ato de libertinagem e desregramento antes do retorno à ordem.
Largo de São Tiago e Rua de Santa Maria
Largo de São Tiago e Rua de Santa Maria
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Local muito antigo da cidade, é rodeado por bonitas casas de feição nortenha, construções simples dos sécs. XVI e XVII, com três pisos e onde o trabalho de madeira nas varandas ilustra a mestria dos antigos artífices carpinteiros. Conta a tradição que o apóstolo São Tiago teria trazido para Guimarães uma imagem da Virgem Santa que colocou num templo pagão que aqui se situava, passando o local a chamar-se desde então São Tiago.
Daqui siga para a estreita Rua de Santa Maria, uma das primeiras artérias rasgadas em Guimarães, já referenciada com este nome em documentos do séc. XII, onde se perfilam vários testemunhos arquitetónicos do seu passado: Convento de Santa Clara (séc. XVII) Casa do Arco, com uma pontezinha armoriada sobre a rua, Casa dos Peixotos, Casa Gótica dos Valadares, testemunhos da importância que a rua teve na época medieval por ser local de residência dos grandes da cidade: alto clero, nobreza e mercadores abastados.
Logo a seguir espraia-se o Largo do Cónego, onde prendem logo a atenção a esplendida frontaria do convento de Santa Clara, onde está instalada a Câmara Municipal e a construção senhorial da Casa dos Carneiros. Não deixe de passar pelo Largo Martins Sarmento para apreciar a feição oitocentista da cidade: um conjunto de casas e o antigo Convento do Carmo, uma das obras barrocas mais expressivas de Guimarães.
Daqui siga para a estreita Rua de Santa Maria, uma das primeiras artérias rasgadas em Guimarães, já referenciada com este nome em documentos do séc. XII, onde se perfilam vários testemunhos arquitetónicos do seu passado: Convento de Santa Clara (séc. XVII) Casa do Arco, com uma pontezinha armoriada sobre a rua, Casa dos Peixotos, Casa Gótica dos Valadares, testemunhos da importância que a rua teve na época medieval por ser local de residência dos grandes da cidade: alto clero, nobreza e mercadores abastados.
Logo a seguir espraia-se o Largo do Cónego, onde prendem logo a atenção a esplendida frontaria do convento de Santa Clara, onde está instalada a Câmara Municipal e a construção senhorial da Casa dos Carneiros. Não deixe de passar pelo Largo Martins Sarmento para apreciar a feição oitocentista da cidade: um conjunto de casas e o antigo Convento do Carmo, uma das obras barrocas mais expressivas de Guimarães.
A Ordem Religiosa e Militar de Avis
A Ordem Religiosa e Militar de Avis
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A origem da Ordem dos cavaleiros de S. Bento de Avis remonta à Reconquista cristã, em meados do séc. XII. Sediada em Évora, inicialmente com o nome de Freires de Évora, após esta cidade ter sido conquistada aos Mouros. Com dependência da Ordem espanhola de Calatrava, chegou a ter o nome de Milícia de Évora da Ordem de Calatrava, da qual se desligou e tomou definitivamente o nome de Ordem de Avis quando em 1211 D. Afonso II doou aos freires o lugar de Avis, com a condição de o povoarem e nele erguerem um castelo.
Foi seu primeiro mestre foi Fernão de Anes (1196-1219), a quem se deve a edificação da vila e do castelo e último, Fernão Rodrigues de Sequeira, que morreu em 1433 e repousa no interior da igreja conventual.
A grande personalidade da Ordem seria D. João, Mestre de Avis, filho bastardo de D. Pedro I, elevado ao trono de Portugal por vontade do seu povo após o interregno de 1383-1385. O nome da Ordem ficaria assim ligado à Dinastia de Avis, a mais notável das dinastias portuguesas, a quem se deve toda a estratégia que levou Portugal a optar por uma vocação de expansão atlântica que culminaria nos Grandes Descobrimentos. A partir de D. João I cessou o governo dos mestres eleitos pelos capítulos da Ordem e esta passou a ter governadores e administradores escolhidos pela Coroa, o primeiro dos quais foi um dos filhos do próprio rei, D. Fernando, o Santo, que morreu martirizado em Ceuta.
Os freires usavam um manto branco com cordões até aos pés, e uma cruz verde rematada com flores de lis, insígnia da Ordem.
Foi seu primeiro mestre foi Fernão de Anes (1196-1219), a quem se deve a edificação da vila e do castelo e último, Fernão Rodrigues de Sequeira, que morreu em 1433 e repousa no interior da igreja conventual.
A grande personalidade da Ordem seria D. João, Mestre de Avis, filho bastardo de D. Pedro I, elevado ao trono de Portugal por vontade do seu povo após o interregno de 1383-1385. O nome da Ordem ficaria assim ligado à Dinastia de Avis, a mais notável das dinastias portuguesas, a quem se deve toda a estratégia que levou Portugal a optar por uma vocação de expansão atlântica que culminaria nos Grandes Descobrimentos. A partir de D. João I cessou o governo dos mestres eleitos pelos capítulos da Ordem e esta passou a ter governadores e administradores escolhidos pela Coroa, o primeiro dos quais foi um dos filhos do próprio rei, D. Fernando, o Santo, que morreu martirizado em Ceuta.
Os freires usavam um manto branco com cordões até aos pés, e uma cruz verde rematada com flores de lis, insígnia da Ordem.
Passeio pelo Centro Histórico de Leiria
Passeio pelo Centro Histórico de Leiria
Outros
A chegada à cidade leva-o naturalmente ao Jardim Luís de Camões, o início deste percurso, onde pode encontrar um Posto de Turismo.
Atravessando o Largo 5 de Outubro entre na Praça Rodrigues Lobo. É o coração da cidade e o sítio ideal para relaxar sob as arcadas quinhentistas animadas por agradáveis esplanadas. A um dos cantos, a estátua do poeta Rodrigues Lobo (1579-1621) aponta a direção a tomar.
Siga pela rua Miguel Bombarda passando pela Igreja da Misericórdia, construída sobre uma antiga sinagoga. Muito próximo, a Rua Barão de Viamonte, antiga Rua Direita marca o eixo deste antigo bairro onde se estabeleceu uma próspera comunidade judaica até ao séc. XV. Foi muito próximo, na Travessa da Tipografia, que o escritor Eça de Queirós viveu durante algum tempo. Uma lápide assinala o facto.
Dirija-se depois ao Largo da Sé, onde este templo o receberá para descansar antes de iniciar a etapa seguinte. No Largo, repare na fachada da antiga Farmácia Paiva, um interessante exemplo de revestimento azulejar do séc. XIX. À esquerda suba até à Torre Sineira da Sé e daí até à Igreja de São Pedro. Muito próximo, uma rua íngreme leva-o ao Castelo, cuja varanda é o melhor miradouro da cidade e o prémio justo da subida.
Atravessando o Largo 5 de Outubro entre na Praça Rodrigues Lobo. É o coração da cidade e o sítio ideal para relaxar sob as arcadas quinhentistas animadas por agradáveis esplanadas. A um dos cantos, a estátua do poeta Rodrigues Lobo (1579-1621) aponta a direção a tomar.
Siga pela rua Miguel Bombarda passando pela Igreja da Misericórdia, construída sobre uma antiga sinagoga. Muito próximo, a Rua Barão de Viamonte, antiga Rua Direita marca o eixo deste antigo bairro onde se estabeleceu uma próspera comunidade judaica até ao séc. XV. Foi muito próximo, na Travessa da Tipografia, que o escritor Eça de Queirós viveu durante algum tempo. Uma lápide assinala o facto.
Dirija-se depois ao Largo da Sé, onde este templo o receberá para descansar antes de iniciar a etapa seguinte. No Largo, repare na fachada da antiga Farmácia Paiva, um interessante exemplo de revestimento azulejar do séc. XIX. À esquerda suba até à Torre Sineira da Sé e daí até à Igreja de São Pedro. Muito próximo, uma rua íngreme leva-o ao Castelo, cuja varanda é o melhor miradouro da cidade e o prémio justo da subida.
O ascensor de Santa Justa
O ascensor de Santa Justa
Outros
As íngremes colinas em que assenta Lisboa conferem à cidade um ritmo urbanístico que faz parte da sua encantadora diferenciação relativamente a outras capitais europeias. Porém, para a população que vive o quotidiano da cidade, a subida a pé é menos romântica e os ascensores de Lisboa, surgidos no séc. XIX, vieram responder às necessidades de melhoria da qualidade de vida dos lisboetas.
Único ascensor vertical em Lisboa, é uma obra de Raul Mesnier de Ponsard, engenheiro de origem francesa que vivia no Porto. Foi inaugurado em 1902 para ligar a Baixa de Lisboa ao Largo do Carmo, por meio de um viaduto que hoje se encontra fechado. Exibe uma bonita arquitetura de ferro, muito própria da época em que foi construído. Termina numa torre metálica onde poderá subir e, da esplanada, usufruir da beleza da cidade e do Tejo vistos do alto.
Único ascensor vertical em Lisboa, é uma obra de Raul Mesnier de Ponsard, engenheiro de origem francesa que vivia no Porto. Foi inaugurado em 1902 para ligar a Baixa de Lisboa ao Largo do Carmo, por meio de um viaduto que hoje se encontra fechado. Exibe uma bonita arquitetura de ferro, muito própria da época em que foi construído. Termina numa torre metálica onde poderá subir e, da esplanada, usufruir da beleza da cidade e do Tejo vistos do alto.
Tesouro da Sé
Tesouro da Sé
Outros
Depois da Sacristia e do Claustro de Cima, fica situado o Museu de Arte Sacra da Sé de Viseu instalado em várias salas em que se destaca a antiga e bela sala do cabido. Decorada ao estilo setecentista, tem um teto de caixotões e as paredes revestidas com um belo lambril de azulejos representando cenas de caça e de guerra.
É neste ambiente sumptuoso que deverá visitar o Tesouro da Sé, constituído por inúmeras peças sacras de grande valor, limitadas cronologicamente entre o séc. XIII e o séc. XVIII. Merecem particular referência dois cofres de Limoges do séc. XIII, de cobre esmaltado e dourado, um hostiário de marfim, trabalho luso-africano dos fins do século XV, uma cruz peitoral bizantina de cobre dourado e um evangeliário, manuscrito iluminado em pergaminho, dos séculos XIII ou XIV.
Na ourivesaria, destaca-se uma custódia gótica de prata dourada, de 1533, dois cálices de prata dourada do séc. XVII e uma preciosa cruz processional de prata cinzelada de 1754. No núcleo de paramentaria expõem-se peças de grande valor, nomeadamente o Paramento de Macau e o Paramento de Roma, e algumas belas colchas de seda bordadas de prata. Quanto à escultura, de referir a imagem da rainha Santa Isabel, do séc. XVI, e a imagem policromada do Arcanjo S. Rafael e Tobias, atribuída ao mestre do séc. XVIII, Machado de Castro.
É neste ambiente sumptuoso que deverá visitar o Tesouro da Sé, constituído por inúmeras peças sacras de grande valor, limitadas cronologicamente entre o séc. XIII e o séc. XVIII. Merecem particular referência dois cofres de Limoges do séc. XIII, de cobre esmaltado e dourado, um hostiário de marfim, trabalho luso-africano dos fins do século XV, uma cruz peitoral bizantina de cobre dourado e um evangeliário, manuscrito iluminado em pergaminho, dos séculos XIII ou XIV.
Na ourivesaria, destaca-se uma custódia gótica de prata dourada, de 1533, dois cálices de prata dourada do séc. XVII e uma preciosa cruz processional de prata cinzelada de 1754. No núcleo de paramentaria expõem-se peças de grande valor, nomeadamente o Paramento de Macau e o Paramento de Roma, e algumas belas colchas de seda bordadas de prata. Quanto à escultura, de referir a imagem da rainha Santa Isabel, do séc. XVI, e a imagem policromada do Arcanjo S. Rafael e Tobias, atribuída ao mestre do séc. XVIII, Machado de Castro.
Nos arredores de Leiria
Nos arredores de Leiria
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Muito perto de Leiria, se for para Norte, passará por Marrazes, uma pequena localidade onde se encontra um interessante Museu Escola. Um pouco mais longe o Santuário do Senhor Jesus é a origem da povoação de Milagres que se desenvolveu em seu redor. Mais 6 km e estará nas Termas de Monte Real.
Para Sul, na povoação de Cortes visite a interessante Igreja Matriz de Nossa Senhora da Luz, de estilo barroco com reminiscências manuelinas, e a Casa-Museu da Fundação Mário Soares. Para o lado litoral, em Maceira, aguarda-o o Museu da Fábrica de Cimento Maceira-Liz.
Mas o grande atrativo estará um pouco mais longe, no Parque Natural da Serra de Aires e dos Candeeiros, sem esquecer o precioso Mosteiro da Batalha, um valioso exemplo do Património Mundial existente no nosso país.
Para Sul, na povoação de Cortes visite a interessante Igreja Matriz de Nossa Senhora da Luz, de estilo barroco com reminiscências manuelinas, e a Casa-Museu da Fundação Mário Soares. Para o lado litoral, em Maceira, aguarda-o o Museu da Fábrica de Cimento Maceira-Liz.
Mas o grande atrativo estará um pouco mais longe, no Parque Natural da Serra de Aires e dos Candeeiros, sem esquecer o precioso Mosteiro da Batalha, um valioso exemplo do Património Mundial existente no nosso país.

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