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Sugestões

Albufeira do Azibo

São muitas as aves migratórias que rumam em direção à Albufeira do Azibo no Nordeste de Portugal. O que será que tanto as atrai?

Será a tranquilidade desta Paisagem Protegida? Ou a transparência das águas da albufeira onde convivem várias espécies de peixes e anfíbios? Talvez seja a exuberância da vegetação em que se destacam orquídeas silvestres de todas as cores.

Este é um lugar de eleição para os observadores de aves, pois podem avistar uma grande diversidade de espécies, que encontra aqui o habitat ideal para uma época ou para o ano inteiro. Os locais mais altos são os preferidos das temidas águias ou das simpáticas cegonhas-brancas, algumas delas residentes. Já o tartaranhão-caçador, que chega em março para ficar até setembro, nidifica no solo e é conhecido pelos seus voos rasantes com manobras acrobáticas. A animação está a cargo dos irrequietos maçaricos-das-rochas e dos ruidosos mergulhões-de-crista, que na companhia de outras aves como os patos-reais, as garças, ou os corvos-marinhos-de-faces-brancas no inverno e os borrelhos-pequenos-de-coleira no verão, fazem das margens da lagoa a zona mais concorrida.

Também são muitos os mamíferos que escolhem esta área protegida para viver. Talvez não seja possível avistá-los todos, já que lontras, raposas e texugos têm hábitos noturnos, mas nem que seja por breves instantes talvez consigamos avistar alguns corços, esquilos ou lebres.

Para explorar esta zona podemos percorrer os Trilhos do Azibo, uma rede de caminhos pedestres e ciclovias sinalizados, onde não faltam mesas de leitura e interpretação que nos ajudam a identificar a fauna e a flora. Também podemos apreciar os vestígios arqueológicos da pré-história à época romana, e admirar o colorido do folclore e artesanato, cujo expoente são os “Caretos”, curiosos disfarces com que os habitantes de Podence festejam o Carnaval.

Para aproveitar em pleno do microclima agradável que aqui se vive podemos experimentar remo, windsurf, canoagem ou simplesmente uns banhos na Praia fluvial da Fraga da Pegada, de qualidade reconhecida pela bandeira azul da Europa. Esta é também uma “Praia acessível”, designação que confirma a existência de equipamentos de apoio para pessoas de mobilidade reduzida, e que faz da Albufeira do Azibo uma área de lazer para todos e por todos muito apreciada.


Olivoturismo

Não deixe de…
  • visitar as cooperativas agrícolas de muitos dos concelhos das regiões DOP, onde se podem provar os azeites ali produzidos
  • seguir as rotas organizadas entre os produtores do concelho por muitos municípios de norte a sul de Portugal
  • provar uma tiborna, um pão quente embebido em azeite, com que terminam frequentemente as visitas às rotas do azeite

Com aroma frutado, ligeiramente espesso, com cor de ouro ou amarelo esverdeado, amargo, picante ou mais adocicado, suave ou intenso. É assim o azeite português. 

País sob forte influência de clima mediterrânico, em Portugal a oliveira marca a paisagem desde tempos imemoriais. A qualidade dos solos e as variações climáticas determinam as variedades e as castas das oliveiras e consequentemente a qualidade e diversidade dos azeites produzidos.

Deste modo, em torno deste ingrediente essencial da cozinha portuguesa podemos partir à descoberta de cada uma das seis regiões com Denominação de Origem Protegida na produção de azeite: Trás-os-Montes, Beira Interior, Ribatejo, Moura, Alentejo Interior e Norte Alentejano.

Em Trás-os-Montes, no extremo nordeste da região do Porto e Norte de  Portugal, a cultura da oliveira e produção de azeite concentram-se maioritariamente na chamada “Terra Quente”, que se estende pelos concelhos de Valpaços, Mirandela, Macedo de Cavaleiros, Vimioso, Izeda (Bragança) Murça, Alijó, Alfândega da Fé, Mogadouro, Vila Flor, Carrazeda de Ansiães, Tabuaço, Torre de Moncorvo, Vila Nova de Foz Côa e Freixo de Espada à Cinta. Depois do Alentejo, esta é a região que mais azeite produz em Portugal, numa terra feita de montanhas e planaltos de xisto, agrestes mas de grande beleza, tal como os vales onde correm rios cenográficos como o Douro.


Cruzeiros Portugal

O mar é uma via de comunicação natural para chegar a Portugal e um bom ponto de partida para conhecer a história deste país de navegadores.

Aqui aportam barcos de todo o mundo seja pelo Oceano Atlântico, a oeste, ou pela via de acesso ao Mar Mediterrâneo, a sul, e nos arquipélagos da Madeira e dos Açores.

Neste ponto de ligação entre a Europa e o continente americano, recebe-nos um país com uma longa história e uma cultura milenar. 

Quem vem em cruzeiro encontra nas cidades do Porto, Lisboa e Portimão muitos pontos de interesse que vale a pena conhecer. Também Ponta Delgada, na ilha de São Miguel do Arquipélago dos Açores, ou a cidade do Funchal, na ilha da Madeira, recebem os seus visitantes por mar com todo o conforto e simpatia.


Mergulho

Se à superfície a costa portuguesa tem uma beleza deslumbrante, nas profundezas do Atlântico também há uma riqueza em biodiversidade que vale a pena descobrir. 

O mar que banha Portugal pode ser uma surpresa fantástica para quem o desconhece - pela variedade de peixes, pela beleza dos fundos marinhos e pelos despojos de navios que ao longo dos séculos atravessaram o oceano. Tanto a uma curta distância da superfície como a um nível de profundidade maior, encontram-se muitos atrativos para explorar nas grutas e reentrâncias rochosas com habitats diversificados.

Por todo o país há programas e expedições que organizam a prática do mergulho com toda a segurança. Mesmo para aqueles que nunca o fizeram, há “batismos” e cursos para todos os níveis em que se ensinam as técnicas e regras a respeitar. Para os praticantes mais experimentados, as empresas organizam saídas até aos locais com maiores potencialidades, e proporcionam também o aluguer de todo o equipamento necessário. 

Os Açores destacam-se como destino de mergulho pela visibilidade nas águas profundas isentas de poluição. Várias ilhas possuem infraestruturas e empresas que se dedicam a esta atividade, sugerindo as melhores formas de apreciar estes fundos marinhos de uma beleza inesquecível. Tal como o arquipélago da Madeira, onde as águas também mantêm uma temperatura agradável ao longo de todo o ano, e há uma vida submarina com grande riqueza e variedade.

Já no continente, Peniche tem águas frias mas é um destino de mergulho muito procurado para descobrir as espécies de fauna e flora que povoam as Ilhas Berlengas. Junto ao Parque Natural da Arrábida, Sesimbra é outro lugar bastante apreciado pelos mergulhadores. Mais a sul, a costa alentejana e toda a costa algarvia têm locais de mergulho repletos de vida variada e cheia de cor. Há muito para conhecer neste Portugal submarino.


Vela

Com um clima ameno, sol brilhante e ventos de feição, praticar vela ao longo da costa portuguesa é um enorme prazer. Sempre no Oceano Atlântico, por vezes tranquilo para uma navegação descontraída, ou mais temperamental com desafios que exigem muita energia.

Se no século XV os Portugueses içaram velas ao vento em caravelas e naus e se aventuraram “por mares nunca dantes navegados”, como tão bem narrou Camões, hoje em dia o mar é um espaço privilegiado para o desporto. E a vela pratica-se em diversas classes de embarcações de norte a sul do país, e também nos arquipélagos dos Açores e da Madeira.

Há no entanto alguns locais que se destacam. Desde logo a baía de Cascais, perto de Lisboa, e a baía de Lagos no Algarve que estão consideradas entre os melhores campos de regata do mundo, sendo por isso palco dos mais prestigiados eventos e troféus da modalidade. São muitas as provas internacionais que têm vindo a incluir competições e escalas nas nossas águas, como o Tall Ships Races e a Volvo Ocean Race em Lisboa, a Regatta Clipper around the world na Madeira, o TP/52 Audi Med Cup em Portimão ou o Centenário da ISAF, a Federação Internacional de Vela, que foi celebrado em Cascais.


Grandes desafios de Golfe

Portugal é reconhecido internacionalmente como um destino de golfe e muitos dos seus campos, desenhados por arquitetos de renome, são bons desafios para os golfistas.

Sempre com preocupações de integração na paisagem, a maior parte dos campos tem percursos com traçados adequados a vários níveis de dificuldade. Entre todos, destacam-se alguns greens que se evidenciam pela sua dificuldade ou pela sua envolvência e são um verdadeiro teste à perícia e à técnica.

Praia d’El Rey
Com nove buracos à beira-mar, os caprichos dos ventos marítimos transformam ao Praia d’el Rey num campo que pode ser diferente todos os dias, o que só por si já é um bom desafio. No entanto, a grande prova pensada por Cabell Robinson são os 570 metros para atingir o buraco 17. No buraco 2 avista-se a Ilha das Berlengas ao longe e a paisagem marinha a partir do fairway do buraco 12 é muito apreciada. Foi considerado o sétimo melhor percurso da Europa pela Revista Golf World.

Quinta da Marinha Golf Club
No links imaginado por Robert Trent Jones, o buraco 13 é um espetacular par 4 com 339 metros que desce em direção ao mar, terminando num green com o oceano como cenário de fundo. Com cinco pares 5 e seis pares 3 entre pinheiros, o campo tem vistas espetaculares sobre o mar e a Serra de Sintra.

Belas Clube de Campo
Tem um percurso de campeonato bastante completo e diversificado, desenhado por Rocky Roquemore, que exige a definição de uma estratégia de golfe cuidada mas agrada a golfistas de diferentes handicaps. O grande estímulo do jogo está no green final, o “Big Hole”, protegido por um lago assustador. O buraco 2 também merece destaque, batizado com o nome Augusta em homenagem ao buraco 13 do campo onde se realiza o US Masters.

Troia Golf Championship Course
Photo: Troia Golf Championship Course

Troia Golf Championship Course
No links de Troia desenhado por Robert Trent Jones como o seu campo ideal, destaca-se o buraco 3, um famoso par 4 sobre as dunas onde Sam Torrence ganhou o portugal Open com dois pontos abaixo do par.

Campo de Golfe do Montado
No campo imaginado pelo arquiteto Jorge Santana da Silva, que se desenvolve entre sobreiros, o grande desafio é chegar ao buraco 18 que fica situado numa ilha.

Royal Golf Course de Vale de Lobo
No traçado que Sir Henry Cotton definiu no topo da falésia da costa algarvia combinando os fairways com áreas de pinheiros, a estrela é o green do buraco 16, com uma vista deslumbrante sobre o mar. Este par 3 obriga a uma tacada de 218 metros para sobrevoar três falésias até ao green! É um dos buracos mais fotografados da Europa e é presença assídua na promoção do golfe da região.

Royal Golf Course

Pine Cliffs Golf & Country Club
Tem uma localização única, no topo de uma extraordinária falésia da costa algarvia, a 60 metros da areia dourada da praia. A joia do campo é o buraco 6, o famoso "Devils Parlour", à beira de uma ravina, onde se tem de jogar por cima da praia para chegar a um green estreito, com uma tacada de 198 metros.

Sir Henry Cotton Championship Golf Course
Este campo foi escrupulosamente desenhado por Sir Henry Cotton para que cada buraco fosse um verdadeiro desafio à estratégia de golfe. Mesmo assim existem dois destaques a fazer. O buraco 5 mostra a importância da água, com doglegs para a esquerda numa extensão de 451 metros e com obstáculos de areia e água lateral para a direita. O buraco 13, um par 3, é o mais marcante exigindo uma tacada longa por cima da água. Foi considerado um dos melhores 500 buracos em todo o mundo.

Quinta do Lago Sul
William Mitchel imaginou este campo com greens a poderem ser jogados de várias maneiras diferentes o que o torna num dos mais versáteis campos de golfe, anfitrião do Open de Portugal durante muitos anos. Para além dos bunkers estrategicamente localizados, destaca-se o buraco 15, um par 3 que requer um shot de 200 metros sobre um lago, para um green ladeado por pinheiros.

Pestana Alto Golf
O destaque deste campo desenhado por Sir Henry Cotton com vista sobre a baía de Lagos vai para o buraco 16, um dos mais compridos da Europa, exigindo um par 5 de 604 metros batizado “O Gigante”. O golfista que conseguir fazer um birdie terá direito a receber um certificado e será inscrito no quadro de honra do clube.


Talassoterapia, o bem que faz a água do mar

Não é por acaso que nos sentimos bem sempre que estamos ao pé do mar. Para quem procura bem-estar e quer cuidar da saúde, as propriedades terapêuticas das águas atlânticas que banham a costa portuguesa são uma fonte de equilíbrio.

É sabido que Portugal tem uma ligação muito estreita com o Atlântico em várias vertentes, económicas ou de lazer. Mas este oceano tem também caraterísticas na sua composição que o tornam uma das águas mais ricas para a prática da talassoterapia. É uma fonte de elementos vitais e tem uma composição semelhante ao plasma humano, o que lhe permite ter uma ação virtuosa no bem-estar físico e mental. Entre os seus oligoelementos encontram-se magnésio, iodo, lítio, zinco, cobre, selénio e cálcio, entre muitos outros sais minerais essenciais ao corpo.

A utilização combinada da água, do ar marinho e de substâncias extraídas do mar como as algas, as areias e as lamas têm efeitos regeneradores. Os programas dedicados a situações de cansaço e stress ou de recuperação e convalescença são os mais habituais, mas há uma grande variedade e sempre um adequado a cada caso.

Existem centros dotados de equipamento moderno e especializado em várias regiões - no Porto e Norte, no Centro de Portugal, em Lisboa, no Algarve e nas ilhas da Madeira e do Porto Santo. Tonificar, hidratar e rejuvenescer são algumas das palavras de ordem que têm em comum.

No Algarve, com a praia a chamar, pode experimentar-se, entre muitos outros programas, um de “cura adelgaçante” ou um especial para “pernas tonificadas”. O corpo vai agradecer e os dias de sol terão outro valor.

Na bela ilha de Porto Santo, o clima subtropical e o ambiente tranquilo ajudam a encontrar o mais profundo bem-estar. Os benefícios terapêuticos da areia fina das praias e das águas ricas em iodo, cálcio e magnésio são ideais para libertar o cansaço da vida diária. E com um programa de algas, lamas e areias pode recuperar-se facilmente aquele brilho especial na pele.

Às sessões nas piscinas de água salgada, podem aliar-se outras técnicas de relaxamento como a aromaterapia, as pedras quentes, o ioga ou a meditação. Tudo para cuidar do corpo e restabelecer a mente, sempre à beira mar.

Integrados em resorts e unidades hoteleiras de qualidade, os centros de talassoterapia estão normalmente situados em áreas de grande beleza natural e tranquilidade, o que permite aproveitar os tempos livres para praticar desporto ou fazer atividades ao ar livre. Jogar ténis, fazer uma partida de golfe, fazer passeios a pé e de bicicleta ou então optar por um relaxante passeio de barco são sugestões que facilmente se põem em prática e combinam na perfeição com a talassoterapia.

Em Portugal, o corpo e o espírito são objeto de toda a atenção que merecem.


Rota do Românico

Não deixe de…
  • visitar Amarante, uma bonita cidade atravessada pelo rio Tâmega, onde se destaca a Igreja de S. Gonçalo e o Museu Amadeo de Sousa-Cardoso
  • desfrutar das esplanadas à beira do rio, onde pode provar os doces conventuais de Amarante
  • Em Felgueiras, provar o célebre pão-de-ló de Margaride

A Rota do Românico é um percurso por 58 monumentos localizados no norte de Portugal, junto aos rios Sousa, Douro e Tâmega.

Inclui mosteiros, igrejas e memoriais, pontes, castelos e torres que têm em comum a arquitetura românica caraterística desta região. No seu conjunto, situam-se afinal no centro dum triângulo cujos vértices são Património da Humanidade: o Porto, Guimarães e o Vale do Douro.

A Rota do Românico divide-se na realidade em 3 rotas que se ligam entre si por estrada, seguindo os vales dos rios: Rota do Vale do Sousa com 19 monumentos; Rota do Vale do Tâmega com 25 monumentos; e Rota do Vale do Douro, sensivelmente entre Castelo de Paiva e Resende, com 14 monumentos.

Esta região e o seu património arquitetónico estão indelevelmente associados ao início da nacionalidade portuguesa, já que aqui residiam famílias nobres que ajudaram os primeiros reis na Reconquista cristã do território que é hoje Portugal. Por outro lado, o clero e as ordens religiosas ajudavam a fixar as populações, razão por que num reduzido espaço se concentram igrejas, mosteiros e outros monumentos com caraterísticas arquitetónicas singulares, tendo muitas vezes assumido funções defensivas, marcadas por torres ameadas e contrafortes.

Igreja de São Vicente de Sousa - Felgueiras
Igreja de São Vicente de Sousa,  Felgueiras © Rota do Românico

O caráter peculiar deste legado histórico e artístico baseia-se entre outros motivos na decoração evidenciada por exemplo em portais de igrejas e conjuntos monásticos, onde o recurso a temas animalistas, vegetalistas ou geométricos, aliado a uma patente qualidade escultórica, confere uma visão de conjunto às edificações reunidas neste roteiro, tipificando-os no contexto do românico português. Por outro lado, embora datáveis na sua maioria entre os séc. XI e XIII, verifica-se que estas técnicas construtivas prolongaram-se no tempo, quando soluções góticas já predominavam noutras paragens, o que é mais uma particularidade da presente Rota do Românico.

Rota do Românico - Igreja de Tarouquela
Igreja de Tarouquela © Rota do Românico

Numa viagem pela história, a rota do Românico constitui um excelente ponto de partida para desfrutar de uma visita em pleno à região e a outras marcas de identidade regional como a gastronomia tradicional, os vinhos, as festas, os mercados onde se encontra o artesanato local ou o próprio contacto com as gentes. Sempre em comunhão com a natureza encontramos ainda trilhos e caminhos para passeios a pé ou de bicicleta. Para os mais afoitos o rio Paiva desafia-nos para experiências únicas, com descidas de rafting inesquecíveis.


Aldeias do Xisto

Não deixe de…
  • relaxar nas praias fluviais das aldeias do xisto
  • experimentar desportos radicais na Serra da Lousã
  • passear a pé pelos caminhos do xisto
  • provar o cabrito estonado, os maranhos e as tigeladas
  • admirar a queda de água da Fraga da Pena e os penedos de Góis
  • trazer ervas aromáticas e para chá
  • sentir emoções fortes percorrendo os trilhos de btt

Escondidas entre serras de vegetação frondosa, as aldeias do xisto são um dos nossos segredos mais bem guardados, mas que os seus habitantes, prazenteiros e afáveis, gostam de ajudar a desvendar.

Neste mundo mágico, onde as horas passam mais devagar, vivem populações acolhedoras com tempo para receber bem quem os visita. E para partilhar as suas histórias, artes e tradições. Como gostamos de saborear as suas iguarias gastronómicas, confecionadas segundo receitas que passam de geração em geração! Ou de trazer connosco uma peça de artesanato em linho ou madeira em que os artesãos colocam todo o seu saber.

Este território preservado também tem castelos que parecem sair de contos de fadas emergindo na neblina, ou monumentos e museus que testemunham como era a vida há muitos anos atrás.

Mas muito do seu encanto está na Natureza pura. Nas praias fluviais de água cristalina onde podemos passar momentos de descontração. E nas florestas para descobrir a pé seguindo os “Caminhos do xisto”, ou os trilhos de bicicleta definidos pelos Centros de BTT de acordo com vários níveis de dificuldade, que disponibilizam também apoio aos praticantes. Há ainda outras alternativas para os desportistas mais radicais como a canoagem, escalada, rappel e slide. 

Aldeias do Xisto
Photo: Praia Fluvial nas Aldeias do Xisto © Turismo do Centro

Chamadas do xisto, por ser esta a pedra usada na construção das casas e a mais abundante na região, as 27 aldeias espalham-se pelas Serras da Lousã e do Açor, até perto da Serra da Estrela. As várias tonalidades desta rocha, também usada nos pavimentos das ruas estreitas e sinuosas, misturam-se de forma perfeita nas cores da paisagem natural, nem sempre sendo fácil distingui-las. Mas vale a pena tentar.

Para melhor organizar a sua viagem consulte as ofertas de atividades e de alojamento que as Aldeias do Xisto têm para si ou consulte as listas de alojamento por concelho, no Visitportugal:

Alojamento nas Aldeias do Xistohttp://aldeiasdoxisto.pt / https://bookinxisto.com

Serra da Lousã
Alojamento em Góis
Alojamento na Lousã
Alojamento em Penela
Alojamento em Figueiró dos Vinhos
Alojamento em Miranda do Corvo

Serra do Açor
Alojamento em Oliveira do Hospital
Alojamento em Arganil
Alojamento na Pampilhosa da Serra
Alojamento na Covilhã

Região do Zêzere
Alojamento em Oleiros
Alojamento em Pedrogão Grande
Alojamento no Fundão
Alojamento na Sertã

Região Tejo - Ocreza
Alojamento em Vila de Rei
Alojamento em Castelo Branco
Alojamento em Proença-a-Nova


Animação na Madeira

A Madeira é um destino rico em animação com um calendário preenchido de espetáculos, festas e exposições.

Este arquipélago de natureza invulgar, conhecido pelo seu clima de primavera eterna e pela paisagem exuberante, não é apenas um local privilegiado para relaxar. Na Madeira, podemos desfrutar de uma vasta oferta cultural, desportiva e popular, de janeiro a dezembro, não faltando oportunidades para nos distrairmos e apreciarmos tudo o que as ilhas têm para nos oferecer. Estes eventos que contam com o entusiasmo da população são também só por si bons motivos de visita, contribuindo para tornar as férias inesquecíveis.

De destacar as festas de Carnaval, que durante cinco dias consecutivos, decoram as ruas do Funchal com motivos luminosos e são inundadas por música de bandas filarmónicas e marchas carnavalescas que levam a boa disposição a toda a baixa da cidade. É quase impossível não nos deixarmos contagiar e desfilar junto da população local.

A primavera na Madeira tem honras de rainha, sendo coroada com a Festa da Flor, que todos os anos se realiza no Funchal após a Páscoa. Dezenas de carros alegóricos, enfeitados com uma multiplicidade de flores típicas da ilha, deixam no ar suaves perfumes – enquanto percorrem as ruas as ruas da cidade no grande cortejo da Flor.

Em junho, com o Festival do Atlântico, a animação e a cultura de mãos dadas transformam a capital madeirense num grande palco. Todos os sábados à noite há concertos, onde o esplendor do fogo-de-artifício se conjuga harmoniosamente com a música, proporcionando momentos únicos de alegria e cor. 


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