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Sugestões

Sair à noite em Lisboa

Lisboa é uma das capitais europeias que goza de um dos maiores privilégios concedidos à vida urbana: as suas ruas podem ser desfrutadas à noite, com prazer e segurança.

E para quem gosta de agitação, as noites começam cedo e acabam tarde. Onde? De preferência nos bairros históricos e a usufruir da presença constante do rio Tejo. Os finais de tarde numa esplanada, num jardim ou miradouro, são sempre muito apreciados. O Bairro Alto e o Cais do Sodré são os bairros com mais tradição mas novos espaços vão abrindo junto ao rio, dando sempre novo fôlego à noite lisboeta.

Todas as noites são animadas e ao fim-de-semana há mais afluência mas os habitués que gostam de ambientes mais descontraídos começam a sair à noite à 5ª feira.

Bairro Alto
A noite começa no Bairro Alto. Pode ser numa das animadas esplanadas do Largo do Camões e do Chiado ou a ver o pôr-do-sol com vista sobre a cidade, no Miradouro de São Pedro de Alcântara, ou com o rio ao fundo, no de Santa Catarina. Depois é seguir por uma das ruas estreitas do bairro, onde também se encontram lojas trendy abertas até tarde, e escolher um restaurante para jantar. A escolha é variada e uma casa de fados pode ser uma boa opção. Mas não fica por aqui. Com uma frequência muito heterogénea, a grande diversidade de bares e a animação de rua do Bairro Alto são um bom início para quem gosta de viver a noite.
Subindo o Bairro Alto, a norte entramos no Príncipe Real. Esta zona residencial, também conhecida pelas lojas de antiguidades e de design, tem alguns bares já com muitos anos de presença na noite lisboeta e é um ponto de encontro muito apreciado pela comunidade gay.



Cais do Sodré
Para continuar a noite e dançar, o Cais do Sodré é uma das opções mais concorridas do momento. Esta zona de bares com nomes de capitais do norte da europa e de países longínquos que há décadas divertia os marinheiros que chegavam ao porto de Lisboa é agora uma das mais descontraídas da noite lisboeta, com espaços culturais, restaurantes, bares, clubes e discotecas. A música é muito variada, ouve-se reggae, música africana, new wave, indie e rock gótico, a programação dos clubes é apelativa e o ambiente é eclético. A animação segue pela noite fora até o sol já ir alto, para os que tiverem mais energia.

Terreiro do Paço
Considerada a porta de entrada em Lisboa pelo rio, emblemática pela sua história, simbolismo e dimensão, a Praça do Comércio ou Terreiro do Paço foi até há poucos anos a sede do poder executivo, onde estavam instalados vários ministérios do governo português. Atualmente, nas históricas arcadas mantém-se um dos mais antigos cafés de Lisboa, frequentado pelo poeta Fernando Pessoa, e surgiram várias esplanadas, restaurantes com propostas inovadoras, uma discoteca techno/house minimal e um clube privado, estes nas antigas instalações do Ministério das Finanças.

Santa Apolónia / Jardim do Tabaco
Quem desce pela colina de Alfama encontra, junto ao rio, Santa Apolónia e o Jardim do Tabaco. O nome sempre foi conhecido pela estação de comboios e pelo porto de embarque, onde agora aportam barcos de cruzeiro mas há poucos anos ganhou nova vida. Restaurantes de referência e uma das discotecas mais populares e concorridas da cidade ocupam agora os antigos armazéns que davam apoio ao porto.

Parque das Nações
A vasta zona ribeirinha, na parte oriental da cidade, foi completamente transformada para a acolher a Exposição Universal de 1998, dando agora lugar a um bairro de arquitetura moderna e com muitos espaços comerciais e de lazer. Com passeios junto ao rio, onde se encontram restaurantes e esplanadas para começar a noite, tem outros atrativos como o Teatro Camões, sede da Companhia Nacional de Bailado, o Pavilhão Atlântico, onde se realizam muitos dos concertos da capital, e o Casino de Lisboa, que para além das habituais salas de jogo tem espaços multiculturais com música e exposições.


Photo: LX factory, Alcântara

Santos / 24 Julho / Docas
Antiga zona portuária de Lisboa onde antes havia armazéns antigos e fechados, Santos, a Avenida 24 de Julho e as Docas viveram anos de glória durante a década de 90, com presença habitual na animação noturna da cidade. Frequentada por um público jovem, apreciador de música pop e mainstream, mantem atualmente alguns restaurantes, bares e discotecas de referência.
Nas Docas, a frente rio de esplanadas e restaurantes com vista para a pequena marina e perto da Ponte 25 de Abril, é um espaço também frequentado à hora de almoço e durante a tarde.


Gastronomia de Lisboa

A começar na sardinha assada acabando nos pastéis de Belém, Lisboa tem uma gastronomia tão convidativa como a cidade e a região.
 
A sardinha assada come-se em todo o país, mas em Lisboa tem especial tradição nas festas dos Santos Populares, em junho. Sobretudo no verão, é prato obrigatório num restaurante típico ou esplanada de praia, com pimentos assados, temperada com o excelente azeite português. 

Porém, os barcos que dão cor aos portos de pesca da região - Ericeira, Cascais, Sesimbra ou Setúbal - fornecem muitos outros peixes e mariscos de suculentas caldeiradas, sopas de peixe ou simples peixes grelhados. Como o salmonete de Setúbal e o choco frito. É que em Portugal temos o melhor peixe do mundo! 

Muitas tentações doces só por si justificam a viagem, todas elas nos arredores da capital: as nozes de Cascais no fim da bonita linha da Costa do Estoril; as queijadas e travesseiros de Sintra ou os fofos de Belas na verde Paisagem Cultural de Sintra, pontuada de palácios e classificada Património Mundial pela Unesco; e, logo passando o Tejo para sul, encontramos as tortas de Azeitão. A nossa doçaria não acaba, mas há algo que ninguém pode perder numa visita a Lisboa: na zona monumental de Belém, onde também ficam dois expoentes do Património Mundial, é obrigatório provar os gulosos pastéis de Belém, um ex-libris da doçaria conventual que faz parte da imagem de marca da gastronomia portuguesa.


Xisto na Naturtejo

Entre rochas cobertas de fósseis e serras habitadas por grifos e cegonhas-negras, as aldeias de xisto do Geopark Naturtejo são lugares hospitaleiros, onde apetece demorar.

Para além dos geossítios classificados e da variedade ecológica, o Geopark Naturtejo da Meseta Meridional integra povoações onde o Homem sabiamente se fundiu com a natureza, adaptando-a gentilmente às suas necessidades. Martim Branco, situada entre penedias de xisto e quartzo é um exemplo dessa harmonia. Nesta aldeia com poucas casas, os fornos comunitários são verdadeiros espaços sociais que lançam no ar os aromas daquilo que vão cozendo no interior – seja cabrito, pão ou bolos, decerto que o cheiro vai abrir o seu apetite.

Prossiga para Sarzedas, terra de povoamento muito antigo que já foi vila e sede de concelho. Hoje em dia, esta aldeia pacata mantém um ar nobre, com casas de belo traçado que se distinguem pelas suas fachadas rebocadas, com apontamentos de cor.

Aqui, o mundo rural está vivo e presente. E se a grande riqueza da região é o azeite de qualidade, proveniente das oliveiras que crescem em socalcos entre muros de xisto, estas terras fornecem muitos outros produtos de grande importância na economia local. Na aldeia de Figueira há sempre uma horta junto a cada casa, um carro com feno acabado de apanhar, ou um bando de galinhas que passeia indiferente a tudo. Mas também encontra atividades para se exercitar. Para-quedismo na Escola do Aeródromo das Moitas, equitação na Sobreira Formosa, ou uns mergulhos na Praia Fluvial de Froia são as sugestões que lhe deixamos.

Situada a 10 km do marco geodésico que assinala o centro de Portugal, Água Formosa fica já fora dos limites do Geopark Naturtejo, mas nem parece. Faça a sua visita seguindo os sons da água que dá nome à aldeia e que corre puríssima nas fontes e na Ribeira da Galega. Mate a sua sede de descanso, enquanto descobre todo o encanto das aldeias do xisto.

Para melhor organizar a sua viagem consulte as ofertas de atividades e de alojamento que as Aldeias do Xisto têm para si em http://aldeiasdoxisto.pt


Do Rio Alva à Serra da Estrela

Passeie pelas estradas do interior centro e entre rios, ribeiras e serras descubra aldeias onde o xisto marca a paisagem.

Numa zona montanhosa de vegetação luxuriante, Vila Cova do Alva conserva um ar de nobreza que a distingue. Respire-o num passeio pelas ruas, onde pode apreciar solares do século XVII e igrejas do século XVIII. E se vier num dia quente de verão, refresque-se na praia fluvial no Rio Alva, enquanto se deslumbra com a beleza da vegetação que a rodeia.

Já na encosta norte da serra do Colcurinho, a uma altitude de cerca de 500 metros, a Aldeia das Dez proporciona uma vista privilegiada para as serras envolventes. Toda ela oferece excelentes pontos de observação, mas um dos melhores é sem dúvida o Miradouro Penedo da Saudade de onde se pode apreciar o confluir dos Rios Alvôco e Alva na Ponte das Três Entradas. Uma paisagem que não apetece deixar de contemplar!E para o ajudar na identificação daquilo que os seus olhos veem, encontra aqui também um painel informativo em azulejo com os principais locais históricos a visitar.

A caminho da Serra da Estrela, na vertente oriental da Serra do Açor, situa-se Sobral de São Miguel, um povoado muito antigo associado à Rota do Sal, o caminho que os mercadores seguiam para trazer este condimento indispensável do litoral para o interior. Percorra as ruas da aldeia e aprecie o casario tradicional, os fontanários, moinhos e lagares, ou os fornos comunitários, ainda hoje utilizados pela população. Para retemperar forças, termine este passeio provando as iguarias locais como o mel, os enchidos ou as tigeladas, e leve consigo o sabor destas aldeias preservadas.

Para melhor organizar a sua viagem consulte as ofertas de atividades e de alojamento que as Aldeias do Xisto têm para si em http://aldeiasdoxisto.pt

 


Em plena Serra do Açor

Junto à Serra do Açor, Fajão e Benfeita são duas aldeias acolhedoras que esperam a sua visita.

A frescura da água é uma constante na aldeia de Fajão. Bem no centro, junto ao adro da igreja, a Fonte Velha distribui o líquido precioso a quem se quiser refrescar. Percorra os pátios da cadeia, visite o Museu Monsenhor Nunes Pereira e atinja o topo da aldeia, onde vai encontrar a piscina, ideal para os dias quentes de verão. Mas se preferir os cursos naturais, procure os açudes do rio Ceira. Como está perto da sua nascente, as águas são muito límpidas, um verdadeiro convite ao mergulho. Já os mais aventureiros encontram ótimas condições para a prática de escalada, nos altos penedos que rodeiam a aldeia. E quando chegarem ao topo, a 900 metros de altura, têm mais um bónus - uma paisagem a perder de vista que se estende pela Beira Baixa.

Siga agora para norte em direção a Benfeita. Pelo caminho vale a pena descobrir a Paisagem Protegida da Serra do Açor através dos trilhos da Mata da Margaraça, uma reserva biogenética considerada o último reduto da vegetação original do centro do país.Visite também a Fraga da Pena, de onde a água se precipita a 70 metros de altura e se estiver calor, aproveite e descontraia na área de recreio e lazer.

Já em Benfeita, passeie pelas ruas, ruelas e passadiços por entre o casario branco. Decerto vai reparar na Torre da Paz, que se destaca pelas suas paredes de xisto. Se a sua visita coincidir com o dia 7 de maio, não estranhe se lhe parecer que o sino não para de tocar. Isto acontece desde 1945, quando terminou a II Guerra Mundial; o sino repica 1620 vezes, o número de dias que durou a “Paz portuguesa”, uma vez que o nosso país se manteve neutral. É a celebração da paz, que nestas aldeias tranquilas vai encontrar em qualquer altura do ano.

Para melhor organizar a sua viagem consulte as ofertas de atividades e de alojamento que as Aldeias do Xisto têm para si em http://aldeiasdoxisto.pt

 


Ao longo do Rio Zêzere

O Rio Zêzere abre caminho por entre serras e montanhas, perfumadas por uma densa vegetação de pinheiro bravo, criando paisagens deslumbrantes.

Nestes cenários idílicos integram-se harmoniosamente cinco aldeias de xisto, que o convidamos a visitar. Seguindo o Zêzere de norte para sul, comece pela Barroca. Veja os antigos moinhos que eram movidos pela força da água e atravesse a ponte pedonal para admirar gravuras desenhadas nas rochas há milhares de anos, certamente pelos antepassados dos atuais habitantes. Se se interessa por estes temas, vá à Casa Grande onde está o Centro Dinamizador das Aldeias do Xisto e peça informações sobre a Rota da Arte Rupestre do Pinhal interior.

Em Janeiro de Cima, vai ouvir um som que talvez não conheça. São teares manobrados por mãos experientes, que criam peças de linho, na Casa das Tecedeiras. Junto à margem do rio, descanse na Praia fluvial e repare na barca de madeira. Trata-se de uma réplica da que antigamente estabelecia a única ligação entre as duas margens, levando as pessoas a outra povoação que, pela sua localização, foi chamada Janeiro de Baixo. Aprecie a forma engenhosa como foi construída a azenha, escavada na rocha, aproveitando o exíguo espaço natural.

Mais à frente o Zêzere é plácido e já se sente a paz da Albufeira do Cabril. Estendendo-se pela encosta sobranceira ao rio, Álvaro é uma das “aldeias brancas” da Rede de Aldeias do Xisto, assim designadas porque a pedra está escondida pelo reboco. Visite o rico património religioso, herança das Ordens Religiosas que aqui viveram durante séculos, e não deixe de saborear o delicioso cabrito estonado, uma especialidade gastronómica desta zona.

Em Pedrógão Pequeno, o rio alarga-se na Barragem do Cabril, local privilegiado para o lazer. Na Aldeia, também ela branca, de arquitetura nobre, há monumentos para descobrir num passeio que culmina na antiga ponte Filipina, ou seja de novo entre as margens do Rio Zêzere.

Do outro lado do rio, Mosteiro fica no fundo de um vale na margem direita da Ribeira de Pena. A água, outrora aproveitada pela população nos moinhos e levadas, faz as delícias dos que no verão utilizam a sua Praia Fluvial, que bem enquadrada na paisagem, mantém um caráter rural em que nem falta um antigo lagar transformado em bar de apoio.

Para melhor organizar a sua viagem consulte as ofertas de atividades e de alojamento que as Aldeias do Xisto têm para si em http://aldeiasdoxisto.pt

 


Aldeias de Góis

Percorra a estrada panorâmica para o Alto do Trevim e venha conhecer as aldeias de Aigra Velha, Aigra Nova, Pena e Comareira.

Estas quatro aldeias de xisto pertencem ao concelho de Góis e inserem-se numa paisagem tão serena, como é contagiante a simpatia das suas gentes. Comece por visitar Aigra Velha. Como som ambiente ouve apenas os chocalhos dos rebanhos que pastam nos campos em redor. As ruas, que antigamente eram percorridas por caravanas de comerciantes que ao atravessar a serra, aqui vinham pernoitar, são agora pacatas, e como ruído de fundo escuta-se apenas o chilrear das aves.

Em Aigra Nova, a paisagem é marcada pelo cume do Trevim, o ponto mais alto da Serra da Lousã, que se ergue imponente a 1.204 metros de altura. Este é um dos melhores miradouros sobre o vale, onde veados e javalis vivem tranquilamente, protegidos do mundo. Não deixe de visitar o Centro de Convívio, onde está instalado o Museu das Aldeias e fique a saber mais sobre estas terras e estas gentes.Aproveite e conheça também a Maternidade das Árvores e a loja de produtos regionais.

Pena é o nome da aldeia que se segue e de uma ribeira de águas cristalinas que, nos dias quentes de verão, convida a muitos mergulhos. A povoação tem como cenário de fundo os Penedos de Góis, procurados pelos mais aventureiros para a prática da escalada.

Por fim visite a Comareira. Os seus habitantes costumam dizer que esta terra soalheira é o ponto estratégico para quem visita as Aldeias do Xisto, pois pode usufruir da natureza no Parque Florestal da Oitava, relaxar nas praias fluviais ou seguir os percursos pedestres, organizados pela Liga de Amigos da aldeia.

Deixamos-lhe esta sugestão, mas comece por onde quiser. Não deixe de conhecer este território preservado, onde a paisagem é sempre a perder de vista.

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Xisto na Serra da Lousã

Habitat de veados, javalis e corços, a Serra da Lousã guarda aldeias de xisto onde encontra uma tranquilidade que decerto julgava já não existir.

Muito procurada para a prática de desportos radicais, a Serra da Lousã tem o ponto de altitude máximo no Alto do Trevim, um dos seus melhores miradouros. A vegetação frondosa é atravessada por inúmeros cursos de água que, aqui e ali, formam praias fluviais onde apetece relaxar.

Comece a sua visita pelo Candal. Situada numa colina voltada a sul, esta bonita povoação fica perto da Estrada Nacional que liga a Lousã a Castanheira de Pera. Suba as ruas íngremes que culminam no miradouro sobre o vale e aprecie a paisagem. Entre na Loja da Aldeia, para retemperar forças com os saborosos produtos regionais, adquirir artesanato ou obter informações sobre as atividades disponíveis na região.

A seguir, visite Talasnal, Casal Novo e Chiqueiro, aldeias ligadas entre si pela história e cultura comuns, mas sobretudo pela genuína forma de viver das suas gentes.Sinta o pulsar destas terras percorrendo as ruas estreitas e aventure-se também pelos caminhos sinuosos que as rodeiam entre sobreiros, castanheiros, carvalhos e pinheiros, excelentes trilhos para passeios pedestres e de btt.

Prossiga para Cerdeira. Logo à entrada, uma pequena ponte de pedra parece ser a travessia do mundo real para outro, muito mais fantástico. Um punhado de casas surge por entre a folhagem num cenário romântico, de onde decerto não vai ter vontade de sair tão cedo. Se escutar algum ruído que o desperte deste encantamento, ele terá certamente origem no “Atelier da Cerdeira”, onde a madeira e o xisto são transformados em peças de artesanato.

É assim o quotidiano destas aldeias preservadas. Venha descobrir por si.

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A encosta oeste da Serra da Lousã

Na vertente ocidental da Serra da Lousã visite três povoações que são a primeira apresentação da Rede de Aldeias do Xisto, para quem chega vindo de oeste. 

Comece por Casal de São Simão. Escondida entre a vegetação, esta aldeia de uma só rua, com fonte e capela, é o cenário perfeito para uns dias de absoluta tranquilidade, em que não falta sequer uma praia fluvial, encaixada entre as Fragas de São Simão.

Bem perto, situa-se Ferraria de São João, outra aldeia a descobrir. Pode chegar lá, através de um encantador caminho pedestre e aproveitar para encher os pulmões do ar puro e fresco que aqui se respira. A aldeia situa-se numa crista da Serra da Lousã, em que já não é só o xisto mas também o quartzo que marca a paisagem, numa transição perfeita entre os dois tipos de rocha. 

Percorrendo estradas serranas de beleza exuberante atinge a outra povoação deste grupo – Gondramaz. Logo à entrada, o espaço que serve de parque de estacionamento é também um miradouro, em que não faltam sequer bancos de madeira.Instale-se confortavelmente e contemple a paisagem, antes de percorrer as ruas estreitas e os recantos da aldeia. Aqui vai sentir a forte presença do xisto, não só nas paredes das casas, mas também no próprio chão que pisa. Repare nos tons da pedra trabalhada artesanalmente e na forma como foi colocada à mão, resultando numa verdadeira obra de arte. Para trazer consigo uma lembrança deste passeio, procure as esculturas de pedra produzidas por um artesão local. 

Se ainda tiver fôlego, siga o percurso sinuoso que tem início junto ao Pátio do Xisto, nos limites da aldeia. Quando chegar ao final atinge o Penedo dos Corvos, um bloco de pedra gigantesco que parece quase suspenso no ar. Descontraia e aprecie a magnífica vista sobre o imenso vale de castanheiros. Este deslumbrante panorama é a recompensa do seu esforço.

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Santa Maria, a ilha sol

A ilha de Santa Maria integra o Grupo Oriental do arquipélago dos Açores, juntamente com São Miguel, da qual dista 81 quilómetros. O verde dos campos, as culturas tradicionais, as chaminés das casas caiadas de branco, o ocre escuro da terra, o dourado das praias e as suas águas azul-turquesa diferenciam Santa Maria das restantes ilhas do arquipélago.

Por ser a ilha dos Açores mais a sul e mais a oriente, Santa Maria apresenta um clima mais quente e seco, que contribui para uma maior aridez dos terrenos e secura da vegetação de tonalidade amarelada, sendo por isso também apelidada de Ilha do Sol.

A ilha apresenta duas áreas com relevos e características distintas: uma zona aplanada e de cotas mais baixas a poente, onde está implantado o aeroporto e o casario de Vila do Porto, a maior povoação da ilha e as freguesias de São Pedro e de Almagreira. Uma zona mais acidentada na metade nascente da ilha, com vegetação mais luxuriante e que inclui o maciço do Pico Alto, o ponto mais elevado da ilha com 590 metros de altitude, de onde se tem uma vela vista panorâmica. Nesta região situam-se ainda as freguesias de Santa Bárbara e de Santo Espírito.

A primeira ilha a ser descoberta pelos navegadores portugueses e a primeira ilha a ser povoada, Santa Maria foi igualmente a primeira ilha dos Açores a formar-se, tendo por isso registadas nas suas rochas vulcânicas e sedimentares, o seu diversificado passado geológico. Isto mesmo pode ser observado na Pedreira do Campo, onde uma escoada basáltica a mais de 100 metros de altitude, alberga no seu seio inúmeros fósseis de organismos marinhos, provando que esta ilha esteve a alguns milhares de anos atrás submersa. Esta riqueza geológica pode ainda ser admirada no Centro de Interpretação Ambiental Dalberto Pombo, bem no centro histórico de Vila do Porto.


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