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Sugestões

Ir à praia em Lisboa

Não deixe de…
  • passear ao longo da praia
  • dar um mergulho no Oceano Atlântico
  • jantar ao pôr-do-sol, vista mar
  • provar o marisco

Situada no encontro da foz do Rio Tejo com o Oceano, Lisboa é uma cidade com uma forte ligação ao mar, a única capital europeia com praias atlânticas.

Por isso, é imprescindível dar um passeio ao longo da costa ou até fazer uns dias de praia.

Com mais de duas dezenas de praias com Bandeira Azul, a costa tem ótimas condições para a prática de desportos náuticos e atrai surfistas e bodyboarders de todo o mundo, com todos os níveis de experiência.

Dizem os entendidos que aqui se encontram as melhores ondas da Europa, com grande diversidade de tipos de onda e de fundo, de areia ou de laje.

 


Ilha de Porto Santo

Na Ilha do Porto Santo encontramos um refúgio dourado e azul, um local onde tudo acontece num ritmo calmo, convidando à descontração e ao relaxamento.

Em pleno Oceano Atlântico, com 11 km de comprimento e 6 km de largura, Porto Santo é desde há muito apelidado de Ilha Dourada, devido à sua extensa e fantástica praia de 9 km de areia fina e sedosa banhada por águas azul-turquesa. O clima do Porto Santo, moderado durante todo o ano e com uma temperatura do mar que oscila entre os 17ºC e os 22ºC, faz com que esta ilha nunca perca o seu encanto mesmo nos meses de Inverno.

Em 1418 os navegadores portugueses, João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira chegaram à Ilha do Porto Santo, primeira das descobertas ultramarinas portuguesas. Tendo sido desviados por ventos fortes da sua rota de exploração da costa ocidental de África, a Ilha do Porto Santo deu-lhes um porto seguro, ganhando assim o seu nome. Em 1446, o Infante Dom Henrique nomeou Bartolomeu Perestrelo governador da ilha, dando-lhe razões para ficar famosa: a filha de Perestrelo veio a casar-se com Cristóvão Colombo, que aqui passou algum tempo nesta Ilha a preparar a grande viagem da Descoberta da América. Hoje em dia é possível visitar a casa do século XV que Cristóvão Colombo terá habitado. Situada em Vila Baleira, exibe retratos de Colombo e também mapas com as diferentes rotas por ele percorridas.


Rota dos Santuários Marianos

Não deixe de…
  • visitar no Santuário de Fátima, a Basílica de Nossa Senhora do Rosário e a Capelinha das Aparições, mas também a mais recente Basílica da Santíssima Trindade
  • visitar a Igreja de Santa Maria em Marco de Canaveses, de 1996, da autoria de Álvaro Siza Vieira
  • visitar a Igreja da Madre de Deus, integrada no Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, de exuberante decoração barroca
  • também em Lisboa, visitar a Igreja da Senhora do Monte, de onde se desfruta de uma fabulosa vista panorâmica sobre o Castelo e a Baixa da cidade
  • visitar a igreja do Mosteiro de Nossa Senhora do Espinheiro, em Évora, hoje transformado em hotel, mas cuja igreja se mantém aberta ao público

Venerada de diversas formas ao longo dos tempos, a Virgem Maria, Mãe de Deus, é uma presença constante nas manifestações da religião católica em Portugal. Visitando templos que lhe são dedicados, podemos conhecer o fervor desta devoção.

Fátima, onde Nossa Senhora apareceu aos três pastorinhos em 1917, é sem dúvida o principal local de culto em Portugal e um dos principais santuários do culto mariano mundial. Desde então, e especialmente nos dias 13 de cada mês, este lugar de fé e de paz recebe peregrinações que atingem o expoente máximo em Maio e Outubro, quando multidões expressam a sua fé de um modo que a todos toca, sejamos crentes ou não.

Em Portugal, o culto a Nossa Senhora remonta à fundação da nacionalidade e deu origem a mosteiros, ermidas, igrejas ou santuários que são palco de celebração e festas concorridas. Por isso a maioria das catedrais em Portugal é dedicada a Santa Maria, como é o caso das Catedrais do Porto, Viseu, Lisboa, Évora e muitas, muitas outras.

Mas num percurso de norte para sul, podemos destacar desde logo a Igreja de Nossa Senhora da Agonia em Viana do Castelo, centro de uma das mais coloridas romarias de Portugal. Em Braga, a mais antiga Sé portuguesa é dedicada a Santa Maria, e ali perto temos manifestações de grande devoção no Santuário de Nossa Senhora do Sameiro, Igreja de Santa Maria de Falperra e no Santuário de Nossa Senhora da Abadia, em Santa Maria do Bouro, Amares. Já em Guimarães, vale a pena conhecer a Igreja de Nossa Senhora da Oliveira e o Santuário de Nossa Senhora da Penha. Em Lamego, o Santuário de Nossa Senhora dos Remédios que domina a cidade no cimo de imponente escadório, é um dos mais célebres lugares de culto mariano por ocasião da sua grande romaria.

No Porto temos a catedral sob invocação de Nossa Senhor da Assunção, e em Coimbra, a Sé Velha, ou Igreja de Santa Maria, é mais uma igreja fortaleza associada ao modo românico e ao período da fundação de Portugal. Continuando para sul encontramos dois monumentos consagrados a Santa Maria que são Património Mundial: a cisterciense Abadia de Alcobaça, mandada construir pelo 1º rei de Portugal, e o verdadeiro compêndio de escultura em pedra que é o Mosteiro de Santa Maria da Vitória ou Mosteiro da Batalha, porque comemora a vitória numa batalha pela independência de Portugal. Ali perto fica a praia da Nazaré cuja Igreja de Nossa Senhora é objeto de outra concorrida romaria, associada a um conhecido milagre local.

Em Lisboa, há vários templos dedicados a Nossa Senhora, alguns de verdadeira devoção popular, como é o caso da Capela da Senhora da Saúde, no histórico bairro da Mouraria. Mas além da românica Sé Patriarcal, ou igreja de Santa Maria Maior, o mais importante é o Mosteiro dos Jerónimos, um dos mais impressivos monumentos da capital, classificado Património Mundial e cuja igreja está dedicada a Santa Maria de Belém. A sul de Lisboa, encontramos no Cabo Espichel o Santuário de Nossa Senhora do Cabo, sede duma importante romaria designada como Círio da Senhora do Cabo ou Círio Saloio.

Já no Alentejo, um dos maiores lugares de peregrinação é o Santuário de Nossa Senhora de Aires, perto de Viana do Alentejo, mas também o Santuário de Nossa Senhora da Conceição ou Solar da Padroeira, em Vila Viçosa, desde que, em 1646, D. João IV proclamou a imagem da Senhora da Conceição padroeira de Portugal.

Finalmente no Algarve, num percurso de invocação mariana são dignas de menção a Catedral de Santa Maria em Faro, a Igreja de Santa Maria do Castelo, em Tavira, e a Festa da Mãe Soberana, que se realiza em Loulé em honra de Nossa Senhora da Piedade.


Golfe na Madeira

Tal como uma Primavera eterna, a Madeira é, por excelência, um destino de golfe para todo o ano. Duas ilhas distintas apresentam três magníficos campos de golfe e uma oferta de alojamento, de lazer e de bem-estar que encantam todos os golfistas.

A temperatura é amena ao longo de todo o ano, a natureza intacta oferece ar puro e passeios inesquecíveis, a gastronomia está cheia de sabores ricos em tradição. Aqui, as opções para passar uns dias de férias inesquecíveis são inúmeras. E encontram-se a apenas algumas horas de avião da Europa.

A tradição do golfe nesta ilha remonta já a 1937, altura em que os ingleses Miles, Leacock e Blandy constroem o primeiro campo de golfe de nove buracos. Nesta ilha poderá treinar num dos dois campos, o Palheiro Golf e o Clube de Golfe do Santo da Serra, com 18 e 27 buracos respetivamente, sendo ambos notáveis pela beleza e envolvência dos seus cenários.

O Porto Santo Golfe, situado na ilha com o mesmo nome, a 40 km da Madeira, é um campo de 27 buracos, projetado pelo famoso golfista Severiano Ballesteros. Com os seus 9 km de praia e as águas límpidas, a ilha do Porto Santo convida a um mergulho, após uma partida.

Faz parte do calendário de torneios de golfe da Madeira, o ‘Madeira Island Open’, prova integrada na PGA Europeia, que constitui o mais importante torneio de golfe que se realiza, anualmente na região, por altura da Primavera.

A Madeira dispõe, neste momento, de todas as facilidades para acolher golfistas de todos os handicaps, nelas se incluindo uma oferta hoteleira de qualidade superior, que posicionam as ilhas num paraíso para os amantes deste desporto e que, certamente, irão deslumbrar-se com o desafio de cada "hole" e com a paisagem envolvente.


Jogar golfe perto de Lisboa

O clima ameno e a beleza das suas paisagens litorais faz de Lisboa uma região de golfe muito apreciada por golfistas de todo o mundo.

Assinados por arquitetos já conhecidos pelos percursos desafiantes como Robert Trent Jones, Rocky Roquemore, Donald Steel, Frank Pennink, Severiano Ballesteros e Jorge Santana da Silva, os campos de golfe destacam-se pela sua qualidade e diversidade, aliados ao conforto e alto nível de serviço dos seus hotéis e club houses.

A proximidade de Lisboa de várias áreas de natureza protegida e de monumentos e paisagens classificados Património da Humanidade são o complemento perfeito para umas férias ou uns dias de golfe vividos com intensidade.

A região foi considerada o Melhor Destino de Golfe da Europa pela IAGTO, em 2007 e em 2003 e tem o primeiro campo de golfe da Europa a possuir o o Certified Signature Sanctuary/ Gold da Audubon International.


São Miguel, a ilha verde

A ilha de São Miguel é a maior dos Açores, formando o Grupo Oriental do Arquipélago juntamente com a ilha de Santa Maria, situada a 81 km de distância.

O seu povoamento teve início em 1444 na Povoação e depois em Vila Franca do Campo, a primeira capital da ilha, mais tarde transferida para Ponta Delgada, atualmente também sede do Governo Regional dos Açores.

Debruçada em redor de uma baía natural, a cidade de Ponta Delgada possui uma rica história e património construído. As Portas da Cidade são o ponto de partida perfeito para a explorar da cidade, rapidamente identificadas pelos seus três arcos que fazem a ligação entre a zona marginal e a Praça da República. De prestar atenção à arquitetura típica, de que ressalta o contraste entre o branco das paredes e os pormenores em basalto, embelezada com varandas em ferro rendilhado. Os seus monumentos mais emblemáticos, são a igreja matriz de São Sebastião, do século XV, a Igreja de São José e a de São Pedro, o Convento e Capela de Nossa Senhora da Esperança (é aqui que se venera a imagem do Senhor Santo Cristo dos Milagres), o antigo Colégio dos Jesuítas, o Palácio de Sant’Ana (onde está instalada a Presidência do Governo Regional), o Museu Carlos Machado, o Forte de São Brás, os Paços do Concelho, e ainda o renovado Coliseu Micaelense e o bem conservado Teatro Micaelense, entre outros.

Num passeio marítimo até à Marina encontramos as “Portas do Mar” onde para além do cais de cruzeiros, podemos desfrutar de uma piscina oceânica e de uma zona com diversos bares e usufruir de momentos muito agradáveis de lazer.

Mas para descobrirmos a apelidada “ilha verde”, temos que sair da capital e encontrar a verdadeira natureza. Esta ilha montanhosa, composta por dois maciços vulcânicos separados por uma cordilheira central de baixa altitude, tem como ponto mais alto, o Pico da Vara aos 1.105 m, que se situa no maciço oriental.

Saímos na direção ocidental, junto à costa, passando por Relva e Feteiras, sempre rodeados pelo verde e com o mar como pano de fundo. Começamos entretanto a subida para a emblemática Lagoa das Sete Cidades, alcançado o miradouro “Vista do Rei”. Daqui, onde podemos admirar toda a beleza da cratera gigante em cujo fundo coexistem as lagoas Verde e Azul, geminadas por uma ponte de arcos, que segundo reza a lenda tiveram origem nas lágrimas de uma princesa e de um pastor unidos por um amor impossível. Mas em São Miguel moram as grandes Lagoas dos Açores, e por isso o encanto prossegue logo ali ao lado nas Lagoas Santiago, Rasa, Canário, Éguas, Empadadas, Caldeirão grande e do carvão.

Daí rumamos em direção à Ponta da Ferraria, onde a mãe Natureza encarregou-se de aquecer a água do mar com águas termais vulcânicas, oferecendo uma talassoterapia atlântica em ambiente natural único ou, se preferirmos,  nas modernas Termas da Ferraria. Um pouco mais à frente, chegamos aos Mosteiros, onde vale a pena admirar a baía e os quatro ilhéus que deram o nome à localidade. A Ponta da Bretanha marca a viragem para o percurso pela costa norte, onde iremos encontrar a cidade da Ribeira Grande, a segunda maior da ilha de São Miguel, construída sobre uma pequena colina em torno da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Estrela e dos Paços do Concelho, com belos solares, moinhos, igrejas e jardins, e ainda o complexo de Piscinas Municipais das Poças, mesmo junto ao mar.

Tendo como próxima paragem a Lagoa do Fogo, seguimos na direção do interior da ilha subindo a serra de Água do Pau, e fazemos uma paragem na Caldeira Velha. O seu pequeno lago de águas tépidas, envolvido por uma frondosa mata de fetos, convida a um banho reparador! Ao chegarmos à Lagoa do Fogo, um dos ex-libris da ilha, deixamo-nos deslumbrar pelos seus diferentes matizes de azul e pela vista deslumbrante que se prolonga até ao oceano.

Descemos em direção a Lagoa onde podemos visitar a Fábrica de Cerâmica com sua típica louça, e mais à frente a Caloura, com o seu pitoresco porto de pesca artesanal “protegido” pelo Forte de Nossa Senhora da Conceição, com o seu Convento e a sua enseada, que convidam a uma paragem repousante. Já em Vila Franca do Campo, não podemos deixar de visitar o Ilhéu da Vila, Reserva Natural com uma belíssima piscina a cerca de 1 Km da costa, acessível de junho a setembro através de ligações de barco a partir do cais Tagarete, e de provar as célebres Queijadas da Vila. Próximo desta vila, a Lagoa do Congro, merece uma visita.

Já na zona das Furnas são vários os atrativos a visitar. O Vale das Furnas, com as suas fumarolas (caldeiras), de água quente, lamas, águas medicinais e mais de vinte nascentes termais que a tornam uma das maiores hidrópoles do mundo. A Poça da Beija, é conhecida pelas piscinas de água cristalina e lamas tonificantes. Junto à Lagoa das Furnas, a ermida de Nossa Senhora das Vitórias e a zona onde se confeciona o "cozido nas caldeiras", aproveitando o calor da terra. O Parque Terra Nostra, um dos mais belos jardins de São Miguel do séc. XVIII, com um lago-piscina de água termal férrea, “dominado” pela imponente Casa do Parque. E para admirar a vista, os miradouros do Pico do Ferro e o do Salto do Cavalo.

De volta à costa, podemos ir até Ribeira Quente com a sua Praia do Fogo de águas tépidas ou seguir logo em direção à Vila da Povoação, local de fixação dos primeiros povoadores da ilha, rodeada pelas suas sete lombas. A partir daqui entramos no concelho de Nordeste, onde o relevo é mais acidentado e escarpado, mas preenchido com muita vegetação exuberante, que convida a explorar os diversos trilhos pedestres que aqui existem. Os seus muito bem cuidados e floridos miradouros obrigam a diversas paragens, como exemplo, nos miradouros da Ponta da Madrugada, da Ponta do Sossego, do Salto da Farinha e da Ponta do Estorninho, entre outros. Quem gosta de observação de aves, deve visitar o Centro Ambiental do Priolo.

Depois de passar o Nordeste e já na costa norte da ilha, continuamos o nosso itinerário parando na Gorreana e Porto Formoso, para observarmos a cultura do chá e visitarmos as respetivas fábricas. Um pouco antes de chegarmos novamente à Ribeira Grande, fazemos uma última pausa para admirar a vista no miradouro de Santa Iria e de seguida apanhamos a via rápida de regresso a Ponta Delgada.


Um passeio pelo Gerês

Não deixe de…
  • visitar o Centro de Educação Ambiental do Vidoeiro e recolher informação nas Portas do Parque
  • fazer algum dos percursos pedestres de pequena rota, que têm sinalização convencional no terreno
  • observar o pôr-do-sol sobre a barragem a partir da Pousada da Caniçada

O Parque Nacional da Peneda-Gerês, no extremo noroeste de Portugal, entre o Alto Minho e Trás-os-Montes, é a única área protegida portuguesa classificada como Parque Nacional.

É um mundo à parte em que a atividade humana se integra de forma harmoniosa na Natureza, preservando valores e tradições muito antigos, bem patentes nas aldeias comunitárias de Pitões das Júnias e Tourém.

Em todos os tons de verde, a vegetação exuberante inclui uma floresta de azevinho, única a nível nacional, e espécies endémicas como o lírio do Gerês, que alegra os campos com os seus tons de azul-violeta. Nas Serras da Peneda, Soajo, Amarela e Gerês, que integram o Parque, correm rios e ribeiras que se precipitam em cascatas e espraiam depois em albufeiras. As paisagens são deslumbrantes.

Por vezes consegue avistar-se um corço (símbolo do Parque) ou o seu predador, o lobo ibérico. Mais comuns, são os garranos, pequenos cavalos selvagens que correm livremente pelos montes. Também podem encontrar-se bovinos de raça barrosã e os cães de Castro Laboreiro, de pelo escuro, guardando os rebanhos que ao ritmo das estações se deslocam entre as brandas e as inverneiras. Trata-se de aldeias e zonas da serra relacionadas com a antiga transumância, para onde as populações hoje apenas deslocam o gado: vales e altitudes baixas no inverno, lugares mais altos no verão, de acordo com o pasto existente.

Num itinerário pelo Parque, o Soajo, com o seu antigo conjunto de espigueiros de pedra para guardar os cereais, pode ser o ponto de partida a oeste. Também podemos ver espigueiros no Lindoso, onde vale a pena subir ao castelo debruçado sobre o vale do Rio Lima. Um pouco mais a norte, podemos dar um pulo à aldeia de Castro Laboreiro, onde se criam os cães pastores da região.

A serra mais a sul é a do Gerês, cuja porta do Parque, em Campo do Gerês, é a que fica mais perto de Braga. Nesta serra ficam as albufeiras das Barragens da Caniçada e de Vilarinho das Furnas, locais de grande beleza, tendo esta última submergido a povoação que lhe deu o nome, e cujo espólio está hoje em exposição no Museu Etnográfico de Terras de Bouro. Nas redondezas desta localidade, os Santuários de São Bento da Porta Aberta e da Senhora da Abadia são centros de grandes romarias e peregrinações.

Partindo do Campo do Gerês a pé, pode deixar-se o carro à entrada da Mata da Albergaria e seguir o Rio até à Portela do Homem. No regresso, podemos descansar nas termas de Caldas do Gerês. Outra aposta certa é seguir o traçado bem conservado da geira romana, com marcos miliários que têm quase dois mil anos.

O Rio Cávado, que delimita o Parque a leste, indica o caminho até à Barragem da Paradela. Um passeio a cavalo ou um banho no rio são um convite à descontração. Para quem gosta mesmo de passeios pedestres, é a não perder a visita a Pitões das Júnias, uma aldeia onde se guardam antigos costumes comunitários. Fica no fim da estrada e daqui para a frente só a pé. Mas o passeio vale a pena, pelas cascatas e pequenos ribeiros que se cruzam pelo caminho ou pela surpresa das ruínas dum antigo Mosteiro a aparecer no meio da paisagem.

Em suma, para gastar energias não faltam no Parque oportunidades, pois também há condições para atividades como o canyonning ou a canoagem. Mas não só. A diversidade e abundância de flora e fauna locais proporcionam um contacto com a natureza único e qualquer que seja a opção é provável que castelos medievais, mosteiros e aldeias tradicionais façam parte da paisagem, sempre de uma beleza natural ímpar.


Vale do Douro

Não deixe de…
  • visitar algumas das quintas produtoras de vinho que se dedicam ao enoturismo
  • pernoitar nos hotéis de inspiração vínica que existem no Porto e Vale do Douro
  • participar nas vindimas
  • fazer um cruzeiro ambiental no rio junto a Miranda do Douro
  • visitar as aldeias vinhateiras de Barcos, Favaios, Provesende, Ucanha, Salzedas e Trevões

O Vale do Douro também podia ser chamado de vale encantado tal a beleza e encantamento que as suas paisagens oferecem.

Com partida do Porto, onde o rio desagua e onde desaguam também os vinhos do Douro (de mesa) e do Porto (vinho generoso) produzidos nas suas encostas, podemos conhecer de várias maneiras esta Paisagem Cultural, classificada Património Mundial: por estrada, de comboio, num barco de cruzeiro, ou até de helicóptero. Nenhuma delas nos vai deixar indiferentes. 

Num percurso pelos Miradouros que oferecem as melhores vistas, teremos que cruzar o rio de norte para sul e vice-versa. Mas no caminho podemos admirar paisagens deslumbrantes sobre o rio e visitar vinhas, vilas e aldeias até chegar a Miranda do Douro, onde o rio entra em Portugal.

Começamos por visitar em Vila Nova de Gaia as caves onde o vinho do Porto envelhece. Ficamos a conhecer um pouco melhor este vinho aproveitando, como não poderia deixar de ser, para provar o precioso néctar. E no rio ainda hoje podemos apreciar antigos barcos rabelo, os únicos que transportavam o vinho das quintas produtoras até à foz antes da construção das várias barragens que tornaram o rio navegável.

No Peso da Régua, o Museu do Douro dá-nos a conhecer outra perspetiva da cultura do vinho e da região. Não longe, mas na margem sul, fica Lamego, uma das mais bonitas cidades do norte de Portugal, situada na base duma imensa escadaria de azulejos azuis e brancos que leva ao Santuário de Nossa Senhora dos Remédios. No Pinhão, mesmo à beira do rio, a estação de caminhos de ferro é de visita obrigatória para ver os seus antigos azulejos dedicados à cultura da vinha.

Antes de chegar ao Pocinho, podemos fazer um desvio na margem sul para conhecer o castelo de Numão e apreciar a vista sobre o horizonte. Pouco mais a leste fica o Parque Arqueológico de Foz Coa, uma galeria de arte rupestre ao ar livre classificada Património da Humanidade, assim como o respetivo Museu em Vila Nova de Foz Coa.

Chegando a Barca de Alva entramos no Parque Natural do Douro Internacional já que o rio daqui até Miranda do Douro faz fronteira entre Portugal e Espanha. Neste percurso o rio corre apertado entre altas escarpas até chegar à pequena cidade raiana onde entra em Portugal.

Até Barca de Alva, o Alto Douro Vinhateiro é também a mais antiga região vinícola demarcada do Mundo. O rio fez a primeira obra cavando na terra os vales profundos, enquanto o Homem transformou as montanhas de xisto em terra e muros e nela plantou a vinha, verde no verão, cor de fogo no outono. Com uma sabedoria herdada de gerações, inclinou os terraços para que os raios de sol abracem as videiras e deem às uvas o calor de que o vinho precisa. Por isso dos frutos da terra e do trabalho do Homem se fez este vinho e esta paisagem únicos.


Golfe na costa oeste

A norte de Lisboa e com bons acessos, podem apreciar-se os revigorantes ares do Atlântico enquanto se dão umas tacadas num dos campos de golfe da região oeste.

Os cenários podem ser de mar e dunas ou de pinheiros e acácias, o que permite por em prática vários tipos de estratégia de jogo. O Praia d’El Rey, à beira-mar e com vista para as ilhas das Berlengas, foi considerado o sétimo melhor percurso da Europa pela revista Golf World. Tem dois tipos de paisagem distintos: os primeiros buracos estão inseridos num pinhal e os restantes correm junto à praia. É um campo com perspetivas e desafios novos todos os dias, seja pela força do vento que se vai alterando ou pelas novas tonalidades que a paisagem ganha.

Combina-se em perfeição com os vizinhos campos do Bom Sucesso e Royal Obidos. O Bom Sucesso Golf Course oferece um resort de arquitetura contemporânea e um traçado extremamente desafiante da autoria de Donald Steel, com vista sobre o mar e sobre a Lagoa de Óbidos. Já no Royal Obidos, os golfistas podem ter uma experiência de jogo única num campo desenhado por Severiano Ballesteros para jogadores de todos os níveis.

Para além destes grandes desafios, a costa Oeste tem ainda o Clube de Golfe do Botado, em Peniche, e o Dolce Campo Real, perto de Torres Vedras. 

Entre partidas de golfe, há muitos motivos de interesse nas proximidades para um passeio, seja para visitar a vila medieval de Óbidos ou dar um mergulho nas ótimas praias de Santa Cruz, Porto Novo, Areia Branca ou Baleal. E já que se está perto do mar, é imperativo provar o peixe fresco grelhado, acabadinho de pescar.


Vilamoura e a sua marina

Moderna, animada e sofisticada, Vilamoura desenvolveu-se à volta da marina e é hoje em dia uma das maiores estâncias de lazer da Europa.

A localidade é todo um empreendimento turístico construído a partir da década de 70 do século XX. Mas já os romanos conheciam esta região, como o provam as ruínas do Cerro da Vila, conservadas no Museu do mesmo nome, junto à estrada que dá acesso à Praia da Falésia. 

Excelentes hotéis e aldeamentos e campos de golfe de renome internacional providenciam uma oferta completa para quem quer passar uns dias de descanso à beira-mar. A marina, a maior do país com 1300 postos de amarração, é o principal polo de animação, não só para os que chegam de barco, mas para todos os que passam férias nesta zona e vêm até aqui ao fim da tarde ou à noite para saborear um gelado ou jantar. Também é o local certo para compras, com uma grande variedade desde lojas de artesanato local às mais conceituadas marcas internacionais. E quanto à animação noturna, não faltam bares e discotecas com os melhores DJs e o Casino de Vilamoura que nos pode levar a adrenalina ao rubro. 

Durante o dia há um sem número de atividades para praticar. Ténis, equitação, vela, windsurf, jet-ski, parasailing, passeios de barco, pesca desportiva, a panóplia é muito variada, o difícil mesmo será escolher. E as águas cálidas e areias douradas estão logo ali. Junto ao pontão leste da Marina, a Praia de Vilamoura com um areal que se prolonga até Quarteira, e do outro lado, a oeste, a Praia da Falésia, que se estende por quilómetros para só terminar nos Olhos de Água garantem muito espaço para estender a toalha e bronzear ao sol. Sem esquecer ótimas condições de segurança e muitos divertimentos para uns dias de sonho à beira-mar.


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