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Sugestões

Nazaré

Não deixe de…
  • Subir ao Sítio
  • Saborear os pratos de peixe
  • Apreciar as proezas dos surfistas e bodyboarders mais destemidos
  • Ver o por do sol na praia

A praia da Nazaré, de clima ameno e com uma beleza natural, tem das mais antigas tradições de Portugal ligadas às artes da pesca.

O longo areal em forma de meia-lua, e que é também a frente de mar da cidade, é conhecido pela sua grandeza e pelos toldos de cores vivas que decoram a praia de areia branca em contraste com o azul da água.

Esta é a praia de Portugal onde as tradições da pesca são mais coloridas e não é raro cruzarmo-nos com as peixeiras que ainda usam as sete saias, como manda a tradição. Num fim de tarde de sábado dos meses de verão é imprescindível sentarmo-nos no paredão a assistir ao interessante espetáculo da "Arte Xávega" em que chegam do mar as redes carregadas de peixe e as mulheres gritam os seus pregões de venda. Se não percebermos exatamente as palavras, não é nada de preocupante. São códigos que muitas vezes só elas sabem.

Virados para o mar, do lado direito, vemos um impressionante promontório. Trata-se do Sítio, onde temos uma das mais conhecidas panorâmicas da costa portuguesa. São 318 metros de rocha a cair a pique até ao mar, a que se chega a pé, para os mais corajosos, ou subindo de ascensor. No alto, encontramos a pequena Ermida da Memória, onde se conta a lenda do milagre que Nossa Senhora fez impedindo o cavalo de um fidalgo, D. Fuas Roupinho, de se lançar no precipício. Verdade ou não, no Miradouro do Suberco mostra-se o sinal deixado na rocha pela ferradura, nessa manhã de nevoeiro de 1182. No Sítio, podemos ainda visitar o Santuário de Nossa Senhora da Nazaré e não muito longe, o Museu Dr. Joaquim Manso para saber mais pormenores sobre as tradições nazarenas.


Santarém, cidade miradouro

Não deixe de…
  • Fazer o itinerário do gótico em Santarém
  • Provar a sopa da pedra em Almeirim

No alto de um planalto, Santarém é um miradouro sobre a região fértil da lezíria, o vale do rio Tejo conhecido pela agricultura, pela criação de gado e pela arte tauromáquica.

A cidade integrou as terras da Ordem de Cristo que apoiou financeiramente as Descobertas dos portugueses tendo-se desenvolvido muito nessa época, o que se reflete ainda hoje nos monumentos, tão importantes para a história da arte portuguesa.

O ponto de encontro para começar a visita de Santarém é normalmente o Jardim das Portas do Sol, a alcáçova do antigo castelo que D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal, tomou de surpresa aos mouros, numa escalada noturna em 1147. Depois de admirar a paisagem deste miradouro natural, onde se encontra o Centro de Interpretação UrbiSacallabis, podemos então ir explorar a cidade.

Em direção ao centro histórico, iremos encontrar a Torre do Relógio, do séc. XIV, hoje o Núcleo Museológico do Tempo. Também é chamada Torre das Cabaças, relembrando os objetos que estão no topo e que serviam para propagar o som dos sinos que davam as horas, mas que alguém disse que representavam as cabeças ocas que a projetaram.


Algarve – o melhor destino de golfe

Diversas vezes considerado o melhor destino de golfe do mundo por revistas da modalidade e associações internacionais de operadores turísticos especializados, o Algarve faz jus a esta distinção mantendo uma qualidade a toda a prova.

Com um clima privilegiado que permite jogar ao longo do ano inteiro e uma grande diversidade de campos, quase quatro dezenas, a região é o paraíso dos golfistas. A maioria dos campos está implantada em zonas preservadas, com vistas deslumbrantes. São reconhecidos internacionalmente pela qualidade das suas instalações, em que a arquitetura é assinada por jogadores prestigiados e campeões lendários, como Sir Henry Cotton, Rocky Roquemore, Arnold Palmer e Ronald Frea. A somar a tudo isto, temos excelentes profissionais, uma diversificada rede de hotéis e boas acessibilidades, que vão desde as ligações aéreas diretas com diversos destinos do mundo à facilidade dos transfers entre o aeroporto internacional de Faro e os vários resorts.

Quinta de Cima
Photo: Quinta de Cima, Vila Nova de Cacela

Os campos distribuem-se de um extremo ao outro da região. À beira mar ou no interior, planos ou montanhosos, a escolha é diversificada, mas qualquer um nos poderá presentear com vários birdies e eagles, e quem sabe com um hole in one. Entre Lagos, Sagres e a Serra de Monchique encontram-se circuitos com vários graus de dificuldade, em que os greens e fairways são emoldurados por belos cenários naturais. É nesta zona, perto de Portimão que se encontra o primeiro campo inaugurado no Algarve, o Penina Hotel & Golf Resort premiado por diversas vezes como um dos melhores da Europa. 

Royal Golf Course
Photo: Vale do Lobo Royal Golf Course, João Paulo

A zona mais central, entre Vilamoura, Quinta do Lago e Vale do Lobo, é uma das mais luxuosas do Algarve e também uma das mais bem equipadas para a prática de golfe. Estes campos combinam links e fairways com falésias, lagos e bunkers, proporcionando buracos de elevada categoria. É o caso do buraco 16 do Royal Golf Course em Vale do Lobo o mais fotografado da Europa: um exigente Par 3 em que três espetaculares falésias sobre o mar se interpõem entre o tee e o green. Ou o buraco 6 do Pine Cliffs à beira de uma ravina a exigir uma tacada sobre a praia. 

Pestana Vale da Pinta Golf Course
Photo: Pestana Vale da Pinta Golf Course, Lagoa

No Sotavento os campos são mais planos, mas os seus traçados imaginativos são desafios que exigem a utilização de diversos tacos. Muitos são condimentados com as espécies originais da região, como figueiras, oliveiras, alfarrobeiras e sobreiros, pelo que uma volta de golfe é sinónimo de um passeio na natureza. Para além disso, as vistas panorâmicas sobre o Rio Guadiana, o Atlântico, a Serra e o Parque Natural da Ria Formosa são tão bonitas que podem até quebrar a concentração do golfista, prejudicando as suas pancadas de saída. 

Verdadeiros testes às capacidades técnicas dos mais exímios jogadores que têm de pôr à prova as suas estratégias, muitos destes campos são palco de importantes torneios internacionais como o Algarve World Cup ou a Taça das Nações. Ou ainda do Portugal Masters que faz parte da PGA European Tour e se disputa no Oceânico Victoria em Vilamoura desde 2007. 

Penina Academy Course
Photo: Penina Resort & Academy Course

Mas o Algarve é também para os principiantes. Em toda a região há uma oferta variada de Academias de Golfe de reputação internacional onde se podem dar os primeiros passos ou aperfeiçoar as técnicas de jogo. Apetrechadas com equipamentos sofisticados, aplicam métodos de ensino inovadores e são apoiadas por profissionais certificados pela Professional Golfers Association (PGA), que dominam vários idiomas. A maioria dos campos oferece programas de formação, e para aqueles que querem treinar por sua conta o seu jogo curto, existem áreas de treino e vários campos de golfe pitch and put espalhados pela região. Uma ampla escolha para golfistas de todos os níveis!


Tomar, cidade templária

Não deixe de…
  • visitar o Convento de Cristo
  • fazer um passeio pela Mata dos Sete Montes
  • visitar a antiga sinagoga
  • deliciar-se com umas “Fatias de Tomar”
  • visitar a cidade no ano em que se realizar a Festa dos Tabuleiros
  • ir ao Castelo de Almourol

Antiga sede da Ordem dos Templários, Tomar é uma cidade de grande encanto, pela sua riqueza artística e cultural. O expoente máximo está no Convento de Cristo, um das mais importantes obras do Renascimento em Portugal.

Qualquer que seja o motivo para visitar a cidade, subir ao castelo templário e descobrir a obra monumental do Convento de Cristo é imprescindível. A Charola é a parte mais antiga. Este oratório templário foi construído no séc. XII, assim como o castelo, que na época era o mais moderno e avançado dispositivo militar do reino, inspirado nas fortificações da Terra Santa. Foi transformada em Capela-Mor aquando da reconstrução ordenada por D. Manuel I, no séc. XVI, altura em que o conjunto ganhou o esplendor arquitetónico que ainda hoje se preserva e que lhe justificou a classificação como Património da Humanidade. 

Vale a pena ver o Convento com atenção para ir descobrindo algumas preciosidades, como as representações no portal renascentista, a particular simbologia da Janela Manuelina da Sala do Capítulo, os pormenores de arquitetura do Claustro Principal e as dependências ligadas aos rituais templários. Para melhor perceber a sua história, é importante saber como a Ordem dos Cavaleiros do Templo se transformou em Ordem de Cristo, salvaguardando o poder, o conhecimento e a riqueza que tinham em Portugal. O célebre Infante D. Henrique, mentor da epopeia dos Descobrimentos, foi um dos seus governadores e protetores mais importantes. 

A partir do Convento, podemos descer a pé pela Mata dos Sete Montes até ao centro histórico. Indo pela estrada, vemos a meio do percurso a Ermida de Nossa Senhora da Conceição, uma pequena joia renascentista, obra do português João de Castilho que também trabalhou no Convento. 

A seguir, há que visitar Tomar. A área urbana mais antiga, medieval, organiza-se em cruz, orientada pelos pontos cardeais e tendo um convento em cada extremo. A Praça da República, com a Igreja Matriz dedicada a São João Baptista marca o centro, tendo a oeste a colina do Castelo e do Convento de Cristo. Nas ruas em redor podemos encontrar lojas de comércio tradicional e o café mais antigo onde se podem apreciar as delícias da pastelaria local: queijadas de amêndoa e de chila e as tradicionais Fatias de Tomar, confecionadas apenas com gemas de ovos e cozidas em banho-maria numa panela muito especial, inventada por um latoeiro da cidade em meados do século passado.

A sul, o Convento de São Francisco, onde se pode visitar atualmente o curioso Museu dos Fósforos e, a norte, o antigo Convento da Anunciada. A este, no local do atual Museu da Levada, vemos as antigas moagens e moinhos que trabalhavam com a força do rio Nabão que atravessa a cidade. Numa das margens, fica o Convento de Santa Iria e nessa direção, um pouco mais longe, a Igreja de Santa Maria do Olival, onde se encontram os túmulos de vários templários, entre os quais o de Gualdim Pais, o primeiro mestre, morto em 1195. 

Toda a cidade se organizou a partir deste núcleo, também palco de um dos maiores eventos tradicionais, a Festa dos Tabuleiros

Para além de ter testemunhado as lutas da Reconquista Cristã, no séc. XII, Tomar preserva um interessante testemunho da religião hebraica, a antiga Sinagoga do séc. XV, hoje Museu Luso-Hebraico de Abraão Zacuto, dedicado ao distinto astrónomo e matemático quatrocentista. Situado na antiga Rua da Judiaria tem uma valiosa coleção documental e epigráfica. De notar os buracos que se veem em cada canto e que indicam a colocação de bilhas de barro na parede para aumentar as condições acústicas do espaço. 

Aos pontos de interesse já referidos, acrescenta-se o Núcleo de Arte Contemporânea, onde se guarda a coleção de um dos mais importantes historiadores de arte portugueses do séc. XX, o Professor José-Augusto França. 

Para descansar do passeio cultural, nada como uma pausa no Parque do Mouchão. É um lugar fresco, onde se pode ver a Roda do Mouchão, uma roda hidráulica em madeira. É um ex-libris da cidade e evoca os tempos em que os moinhos, os lagares e as áreas de cultivo ao longo do rio contribuíam para a prosperidade económica de Tomar. 

Mas há ainda motivos de passeio nas proximidades, como Castelo de Bode, uma das maiores albufeiras do país, onde se pode fazer um tranquilo cruzeiro com almoço a bordo ou optar por uma diversidade de desportos aquáticos. Também como a pequena ilhota do Rio Tejo onde se situa o Castelo de Almourol ou a localidade ribeirinha de Dornes, para quem quiser aprofundar a visita aos lugares templários da região. Para um itinerário mais completo, sugerimos os Roteiros do Património Mundial - “No Coração de Portugal”.


Guimarães

Não deixe de…
  • conhecer o Parque da Cidade
  • nos arredores da cidade, passear nos diversos percursos assinalados e visitar a Citânia de Briteiros

Guimarães é considerada a cidade berço de Portugal porque aqui nasceu Afonso Henriques que viria a ser o primeiro rei de Portugal.

Associado à formação e identidade de Portugal, o centro histórico de Guimarães, na zona que ficava dentro de muralhas, foi classificado Património Mundial pela Unesco com base nos valores de originalidade e autenticidade com que foi recuperado. A cidade ainda hoje possui um conjunto patrimonial harmonioso e preservado que se mostra em graciosas varandas de ferro, balcões e alpendres de granito, casas senhoriais, arcos que ligam ruas estreitas, lajes do chão alisadas pelo tempo, torres e claustros. Por momentos imaginamo-nos num cenário medieval, onde a nobreza foi construindo as suas moradias como a casa Mota Prego, o Palácio de Vila Flor, do Toural e tantos outros que dão a Guimarães uma atmosfera única.

Podemos começar pelo coração da cidade baixa, o largo da Oliveira, onde se ergue o Padrão do Salado e a Igreja e Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira, que alberga o valioso Museu Alberto Sampaio. Passando os Paços Municipais, coroados de ameias, a Praça de Santiago acolhia os peregrinos que na Idade Média se dirigiam a Compostela, tal como hoje acolhe os residentes e turistas nos seus restaurantes e esplanadas. Na Rua de Santa Maria, que faz a ligação à cidade alta, ficam o Convento de Santa Clara, a Casa do Arco e outras casas nobres.

Subimos por esta rua, ou pela Av. Alberto Sampaio, marginada por restos da antiga muralha que continua na cidade alta, entre o Paço dos Duques de Bragança e o castelo. Até chegarmos ao alto do castelo encontraremos o referido Paço, monumento do séc. XV onde é possível observar a influência da arquitetura senhorial francesa, o Monumento a D. Afonso Henriques, a românica Capela de S. Miguel e, finalmente, o Castelo, que remonta ao séc. X e está intimamente ligado à fundação de Portugal.

Mas falta conhecer outra centralidade de Guimarães, pelo que voltamos a descer até ao Largo do Toural, com o seu chafariz quinhentista. A Rua D. João I, que na Idade Média era a via de acesso ao Porto, ostenta casas antigas com balaustradas em madeira e fachadas seiscentistas. Contornando a Igreja do Convento de S. Domingos, já na Rua de Paio Galvão vamos encontrar o edifício neo-românico do Museu Arqueológico Martins Sarmento, que se estende para o claustro do Convento. Pouco mais à frente fica o edifício do antigo mercado municipal, onde funciona hoje a Plataforma das Artes e o Centro de Artes Internacional José de Guimarães, com uma retrospetiva da obra deste conceituado artista, natural da cidade. 

Um pouco mais longe do centro vale a pena visitar o Palácio e Centro Cultural Vila Flor e os seus jardins suspensos com Casas de Fresco e decorações rocaille. Referência ainda para a Igreja barroca de Nossa Senhora da Conceição e dos Santos Passos no extremo do Largo da República do Brasil.

Para outra visão da cidade podemos subir de teleférico ao Monte da Penha para um dos mais belos panoramas do norte de Portugal, onde fica o concorrido Santuário de Nossa Senhora da Penha.


Açores: Nove ilhas - Um Geoparque

A origem dos Açores está gravada nos 1766 vulcões que existem neste arquipélago, nove dos quais ainda ativos. De toda esta riqueza natural nasceu o Geoparque dos Açores, integrado na Rede Europeia e Global de Geoparques, o qual visa promover e proteger o património geológico deste arquipélago.

O Geoparque dos Açores é único no mundo, porque dispõe de 121 geossítios dispersos pelas nove ilhas e zona marinha envolvente, espelhando a vasta geodiversidade vulcânica do arquipélago. São nove ilhas, mas um só Geoparque!

No subsolo, estão assinaladas quase três centenas de cavidades vulcânicas, sob a forma de grutas, algares e fendas. Na paisagem, há caldeiras secas, lagoas em crateras, campos fumarólicos e nascentes termais. No mar, encontramos fontes geotermais submarinas. A majestosa montanha do Pico, de cone ainda intacto, parece proteger todas estas riquezas geológicas. Testemunho do poder da natureza, o vulcanismo do arquipélago impressiona pela diversidade do património geológico da região que reflete uma memória geológica de 10 milhões de anos.

A Associação do Geoparque dos Açores criou novos serviços, rotas e produtos interpretativos, implementando um geoturismo de qualidade na região, em estreita ligação com outras vertentes do Turismo de Natureza.

Algumas das rotas já existentes e possíveis de fazer, são:
-Rota das cavidades vulcânicas
Para descobrir o mundo subterrâneo das ilhas.
-Rota dos Miradouros
Para descobrir de carro as geopaisagens
-Rota dos Trilhos Pedestres
Para descobrir a pé os geossítios
-Rota do Termalismo
Para descobrir a força do vulcanismo, tirando partido das mais-valias em termos de saúde, lazer e bem-estar de águas e lamas termais.
-Rota dos Centros de Ciência
Para melhor conhecer e interpretar os fenómenos vulcânicos.

Podemos ainda conciliar a descoberta deste fantástico mundo do geoturismo com um roteiro que inclua toda a família
O dia pode começar num miradouro de onde se contempla a extraordinária paisagem criada pela natureza vulcânica dos Açores.
Depois, a descida às profundezas subterrâneas, numa das várias cavidades preparadas para o efeito. São locais mágicos, apropriados para a visita dos mais pequenos.
Após o regresso à superfície, uma caminhada para contemplar a paisagem circundante sabe sempre bem.
Sempre que o calor apertar, nada como um refrescante mergulho numa piscina natural. 
A visita a um museu ou centro de interpretação responderá às perguntas surgidas durante as ricas experiências do dia passado num mundo de vulcões.

Com tantas sugestões, não podemos deixar de conhecer os vulcões dos Açores e desfrutar de uma erupção…de Sabores, Aromas e Experiências!


Uma viagem pelo litoral Alentejano

Não deixe de…
  • Jantar a ver o por do sol
  • Comer peixe fresco
  • Fazer um dos trilhos dos pescadores assinalados pela Rota Vicentina
  • Ir a Sines durante o festival de Músicas do Mundo
  • Aproveitar o Festival do Sudoeste para conhecer o litoral

Entre a foz do Rio Sado e a Zambujeira do Mar, o litoral alentejano surpreende por ser uma área de costa tão bem preservada, com pequenos paraísos de sol e praia, gente amável e boa gastronomia.


De Troia a Sines
Podemos chegar a Troia por Alcácer do Sal ou de ferry a partir de Setúbal, atravessando o estuário do Rio Sado. À chegada, a península de Troia tem muito a descobrir. Podemos jogar golfe, ter aulas de surf, fazer caminhadas ao longo da praia ou observar golfinhos. Assim como dar uns passeios para conhecer o património cultural da região, como a aldeia palafita da Carrasqueira e as Ruínas Romanas de Troia que nos revelam, aliás, como já era uma área muito rica em recursos naturais há dois mil anos atrás.

A seguir a Troia, a Comporta é um local muito apreciado para ir à praia com a família e com bons restaurantes. Estamos numa região de arrozais e por isso os pratos confecionados com arroz são uma especialidade a não perder.

Até Sines, a costa é uma extensão de areia contínua, com praias tão agradáveis como as do Pinheirinho e da Galé, por exemplo. Em Melides e em Santo André, consoante a vontade e a preferência pelas atividades, podemos escolher entre as praias de mar e as lagoas. São bons locais para andar de canoa ou fazer windsurf.

Sines é uma das cidades mais importantes do litoral alentejano e é também um porto industrial e um cabo de mar, tornando-se um ponto de paragem natural para quem visita a região. Porto pesqueiro de tradição, foi aqui que nasceu Vasco da Gama, o grande navegador. Quem sabe as suas viagens não terão inspirado o Festival de Músicas do Mundo que aqui se realiza todos os anos no início do verão.


Observação de aves

Considerado um dos melhores destinos da Europa para a observação de aves, Portugal, apesar de possuir um território relativamente reduzido, é um país com uma excelente concentração de diferentes habitats.

Essa riqueza e variedade atrai uma grande diversidade de espécies, sendo cerca de 330 as que aqui ocorrem regularmente, algumas das quais endémicas da Península Ibérica. 

Numa curta viagem de automóvel é possível passar dos estuários e outras zonas húmidas à pseudo-estepe e aos vales fluviais escarpados, ou do montado de sobro ou azinho até à orla costeira. Só no Estuário do rio Tejo, a uma distância de apenas 20 minutos de Lisboa, podem ser observadas, com relativa facilidade, mais de 100 espécies de aves num dia! 

Douro Internacional
Photo: Douro Internacional © Europarques

Alguns dos melhores locais para observar aves encontram-se nas áreas protegidas, que ocupam 21% do território nacional. Se a norte, no Douro Internacional, se pode fazer um cruzeiro para apreciar a beleza das arribas onde nidificam o Abutre do Egito ou a Águia de Bonelli, no Tejo Internacional os passeios a pé ou de bicicleta são uma boa opção para observar a Cegonha-preta ou o Grifo, pousados nas rochas cobertas de fósseis.

Perto de Lisboa, os estuários do Tejo e do Sado possuem uma grande riqueza de espécies, sendo comum observar enormes bandos de Flamingos ou de Colhereiros, colorindo as salinas ou os sapais. 

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Photo: Estuário do Tejo © Faísca

Já no Algarve, há que fazer uma pausa nos banhos de sol e mar para conhecer a Ria Formosa ou o Sapal de Castro Marim, duas zonas húmidas de grande importância, procuradas por diversas espécies de aves aquáticas. 

E porque não voar até às ilhas no Oceano Atlântico? A viagem vale a pena pois aqui encontram-se aves que não existem em nenhuma outra parte do mundo, tal como a Freira e o Pombo da Madeira, ou o Priolo dos Açores. Ponta do Pargo, Ponta de São Lourenço e as Ilhas Desertas no arquipélago da Madeira, ou o Pico da Vara na Ilha de São Miguel (Açores) são exemplos de excelentes locais para observação. 

castro Verde_Abetarda
Photo: Castro Verde © João Edgar

Seja qual for a opção, na sua visita a Portugal terá a oportunidade de apreciar paisagens de uma beleza deslumbrante, enquanto segue o voo das aves que cruzam um céu quase sempre azul. Para “poiso” poderá escolher uma unidade de Turismo no Espaço Rural, ou um bom estabelecimento hoteleiro, e aproveitar para se deixar mimar pela famosa hospitalidade portuguesa.  


Navegar na costa algarvia

Com cerca de 200 quilómetros de costa, um clima excelente e águas calmas, o Algarve é ótimo para navegar, mesmo não sendo dono de um barco, já que há sempre a hipótese de alugar ou de nos juntarmos aos cruzeiros que dão a conhecer a beleza do litoral. 

E conhecer a região a partir do mar é algo completamente diferente, que nos surpreende a cada instante. Dos rochedos dourados em que a erosão esculpiu grutas e formas exuberantes, sobretudo entre Lagos e Albufeira, às falésias avermelhadas e dunas brancas que emolduram amplos areais, a variedade da paisagem é grande. O mar agitado a ocidente, perto de Sagres, aquece e acalma conforme nos dirigimos para leste, tornando esta aventura mais relaxante. 

Também há rios navegáveis, como o Arade, que entre Portimão e Silves possui recantos de grande beleza, com fontes de água cristalina, uma vegetação imensa e memórias da presença árabe. Já no extremo leste, a subida do Guadiana é um passeio agradável entre vastas margens, onde podemos avistar moinhos, casas típicas e campos de pastoreio. E pelo meio a Ria Formosa, uma área protegida de sapais, dunas e ilhas quase desertas com areais que parecem não ter fim banhados por águas transparentes. 

Podemos conhecer esta diversidade a bordo das pequenas embarcações licenciadas ou nos passeios organizados por diversas empresas. Muitos deles incluem almoço a bordo, ou uma típica sardinhada portuguesa numa baía recatada. E existem também passeios com uma vertente de ecoturismo para observação da fauna e flora no Parque Natural da Ria Formosa e na Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António. 

Mas para quem está habilitado, não há nada melhor do que navegar ao leme de uma embarcação e descobrir enseadas escondidas entre dunas e falésias, praias desertas e selvagens inacessíveis por terra. Mergulhar nestas paragens debaixo do sol quente do verão algarvio faz-nos sentir no paraíso. E nem é preciso ter barco, já que há diversas empresas que os alugam por algumas horas ou dias. E aqueles que gostam de pescar testando a sua adrenalina ao tentar capturar espécies grandes, encontram no Algarve um bom destino para pesca grossa, sobretudo nas águas mais ocidentais. 

Com mar e ventos de feição, encontram-se aqui ótimas condições para a realização de provas de vela que atraem participantes de diversas partes do mundo. Como cenário ou ponto de escala, o Algarve é presença constante nos calendários dos mais prestigiados eventos internacionais da modalidade. E velejar está ao alcance de todos, já que há muitas escolas e clubes náuticos na maioria das cidades e vilas do litoral onde é possível aprender. É outra forma de descobrir o Algarve, basta traçar uma rota, içar velas, soltar amarras e partir à aventura!


Passeio por Viseu

Não deixe de…
  • percorrer a pé as ruas antigas e sentir a atmosfera do centro histórico
  • fazer um passeio no comboio turístico
  • visitar a Sé e admirar os tetos da abóbada e da sacristia
  • provar e comprar vinho do Dão
  • atravessar a cidade no funicular

Cidade antiga, cinzenta da pedra mas ao mesmo tempo verde, acolhedora e animada, Viseu foi considerada a melhor de Portugal no ranking da qualidade de vida.

Para conhecê-la nada como começar pelo centro histórico preservado. Do Rossio partem diversas ruas estreitas de traçado medieval, onde se encontram muitas lojas de comércio tradicional. Vale a pena percorrê-las e descobrir a Rua Direita, ou a Rua Escura com casas do século XVI onde subsistem gárgulas e janelas góticas, e ainda as Quatro Esquinas onde se erguia uma das portas da muralha. 

O Adro da Sé é o ponto principal de qualquer visita. Aqui predomina o granito num conjunto imponente formado pelo Paço dos Três Escalões, que alberga o Museu Grão Vasco, a Catedral, a varanda dos Cónegos e a Torre de Menagem; em frente, a Igreja da Misericórdia, igualmente majestosa, mas com uma fachada rocaille, introduz uma nota alegre à sobriedade do espaço. Decerto que esta praça exige algum tempo, mas destacamos na Sé a abóbada ornamentada com cordas e nós em pedra em estilo manuelino, e as preciosidades guardadas no Museu do Tesouro, bem como as obras de Vasco Fernandes (Grão Vasco) pintor português do século XV, no Museu que lhe é dedicado. 

Viseu possui diversos espaços verdes, ideais para passeios relaxantes. Sugerimos alguns: o Parque do Fontelo, o Parque Aquilino Ribeiro ou a Cava de Viriato, que terá sido um acampamento militar romano do século I/II a. C. e onde uma estátua lembra este herói lusitano que resistiu à invasão com bravura. 

Toda esta zona se integra na região vinícola demarcada do Dão que produz bons vinhos tintos e brancos. Podemos prová-los no Solar do Dão, sede da Comissão Vitivinícola Regional, nas quintas onde se produzem, ou à mesa a acompanhar a excelente gastronomia regional em que se destaca a vitela assada à moda de Lafões. 


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