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Sugestões

Gastronomia da Madeira

A simplicidade gastronómica do Arquipélago da Madeira retrata a alma de um povo simples mas generoso.

Aqui a gastronomia prima pelo tradicional e pelo contemporâneo, numa subtileza construtiva entre os diversos produtos regionais, de grande qualidade, que permitem a elaboração de um variado menu de especialidades gastronómicas que vão desde a cozinha regional até à cozinha internacional, passando ainda pelo gourmet.

Em pleno Atlântico, os peixes e mariscos do arquipélago são saborosos e cozinhados com tradição, como os filetes de peixe-espada preto ou bifes de atum, acompanhados com o estaladiço milho frito. Ou o polvo e mariscos deliciosos, a começar nas lapas, caramujos e muitos outros. 

Nas carnes, o prato mais tradicional é a famosa espetada de vaca em pau de loureiro, que lhe dá um sabor inconfundível. Muito procurados são também o cuscuz de fabrico caseiro, a sopa de trigo, e a carne de vinha-d’alhos.


Conhecer Lisboa

Lisboa é uma cidade que dá vontade de ir descobrindo, vendo o que aparece em cada bairro, em cada rua. É uma cidade simpática e segura. Com muita coisa para ver, mas relativamente pequena. É ideal para passar vários dias ou um ponto de partida para passear pelo país. É antiga. É moderna. É, sem dúvida, sempre surpreendente.

Podemos escolher um tópico ou um tema para a explorar. A oferta é vasta: Lisboa romana, manuelina, barroca, romântica, literária, boémia, noturna, a cidade do Fado. E as formas, também as há muito diferentes: a pé, de elétrico, de segway, em autocarro hop-on-hop-off, num tuk tuk, vista do rio num passeio de barco ou na outra margem, depois de atravessar o Tejo num cacilheiro... as sugestões são infindáveis.

No entanto, há locais obrigatórios, que não se podem perder e fazem sempre parte da lista. Como o bairro histórico de Alfama e do Castelo, com uma das vistas mais fabulosas sobre a cidade e o rio.

Temos de passar pela Baixa, em direção a Belém, o bairro dos Descobrimentos, com a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos, ambos Património Mundial. Mas também com o original Museu dos Coches ou o moderno Centro Cultural de Belém. Ah, e não nos podemos esquecer de provar os deliciosos pastéis de nata!

Guardamos o fim da tarde e a noite para conhecer o Chiado e o Bairro Alto, polos de animação garantida. Assim como o Cais do Sodré, mais próximo do rio.

Mas a parte nova da cidade também não pode ser esquecida. Seja para visitar alguns museus de referência como o Museu Calouste Gulbenkian, na zona norte, ou continuando pelo rio, o Museu Nacional do Azulejo. Fica a caminho do Parque das Nações, a zona portuária que foi completamente reconstruída para a Exposição Universal de 1998. É hoje um espaço de lazer importante, com uma nova paisagem urbana.

Aqui destacamos os diferentes bairros da cidade. Com “10 coisas para ver e fazer em Lisboa” e o itinerário “Lisboa num dia”, o plano de visita ficará mais completo.

Uma coisa é certa, Lisboa é uma cidade inesquecível!


Ao longo da costa no Centro de Portugal

Não deixe de…
  • praticar desporto no areal da Figueira da Foz
  • saborear peixe grelhado num esplanada à beira-mar
  • fazer um passeio de moliceiro na Ria de Aveiro
  • observar aves aquáticas na Reserva Natural das Dunas de São Jacinto
  • assistir à chegada dos barcos de pesca nas Praias de Mira ou da Vagueira
  • provar o pão-de-ló de Ovar

Praias de areal muito largo limitadas por encostas resguardadas por dunas e pinhais, com areia branca e fina e mar batido de um azul profundo… assim é o litoral do Centro de Portugal. Imagens de grande beleza que podemos descobrir num passeio ao longo da costa, da Figueira da Foz até Esmoriz. 

Da Figueira a Mira

Alegre, cheia de vida e animação, a Figueira da Foz é uma das principais estâncias de veraneio. Para além do enorme areal onde se pode jogar futebol, vólei e um sem número de atividades, é conhecida pelo casino inaugurado no final do século XIX, altura em que a aristocracia enchia os seus elegantes salões. Hoje em dia recebe muitas provas desportivas, do surf à motonáutica, da vela ao rugby de praia, mantendo sempre o seu carácter cosmopolita. Seja verão ou inverno, ciclistas e patinadores são presença garantida na sua marginal que nos conduz à Praia de Buarcos, protegida dos ventos norte pelo Cabo Mondego

Seguindo a estrada florestal chegamos a outra praia - Quiaios, uma aldeia simpática de casas pequenas. A norte, encontram-se as Lagoas da Vela e das Braças, zona de piqueniques e de observação de aves aquáticas. Mais acima a praia da Tocha. Aqui ainda podemos admirar o engenho de construção dos velhos palheiros, assentes em esteios de pinho que foram erguidos pelos pescadores com madeira das matas da região. Serviam para guardar os seus utensílios e muitos deles hoje em dia são casas de férias. O areal dourado prolonga-se até à Praia do Palheirão, selvagem e quase deserta, um pedaço de natureza intacta rodeada de pinhal. 

A estrada florestal leva-nos à Praia de Mira, pequena aldeia piscatória até à primeira parte do século XX. Tanto aqui como na Praia da Vagueira, ainda se pratica a arte xávega, em que os barcos coloridos usam a técnica tradicional da pesca de arrasto, sendo hoje em dia os tratores a puxar as redes para a areia, substituindo assim as juntas de bois que antigamente desempenhavam essa tarefa. 

Perto de Aveiro
Na Praia da Costa Nova os pitorescos palheiros de madeira estão pintados às riscas de cores garridas, uma imagem de postal que todos gostam de registar. A Praia da Barra com o seu farol centenário, o mais alto do país, marca o ponto de encontro da Ria com o oceano, no final de uma língua de terra que tem início a vários quilómetros a sul no Areão. Apesar de se situar mais para o interior, junto a um dos braços da ria, Ílhavo é uma cidade ligada ao mar, cuja população teve um papel importante na pesca do bacalhau nos mares de gelo da Terra Nova. A memória desta história de séculos está bem representada no Museu Marítimo de Ílhavo e na gastronomia local. 

Numa imagem única de comunhão entre a terra e o mar, Aveiro é invadida pela ria, cujos braços se estendem pelo meio do casario em inúmeros canais. Atravessando a Ria de barco chegamos rapidamente à Reserva Natural das Dunas de São Jacinto, uma grande área ao longo da costa. Num perfeito estado de conservação, é um espaço privilegiado para a observação da natureza, sobretudo das aves aquáticas que aqui se refugiam e nidificam, a que se soma outro grande atrativo - a Praia de São Jacinto, quase selvagem com um areal sem fim. 

Da Torreira a Esmoriz
A norte, a Praia da Torreira também se insere no cordão litoral que separa a Ria do mar, um areal contínuo sem interrupção que se estende ao longo de 25 quilómetros desde a Praia de São Jacinto e prossegue até à Praia do Furadouro. Aqui, quem quer fazer praia e desportos aquáticos tem sempre possibilidade de escolha: de um lado o mar, agitado, excelente para a prática de surf, e do outro as águas da Ria, mais tranquilas, ideais para vela ou windsurf. 

Ovar, alguns quilómetros para o interior, vale bem a pena o desvio pelo seu famoso pão-de-ló, que complementa na perfeição a gastronomia regional em que o peixe tem lugar de destaque. Neste conjunto de praias que inclui ainda a norte a Cortegaça e Esmoriz, conservam-se as tradições da pesca artesanal que à mesa se transforma em deliciosos pratos, como as características enguias de escabeche ou de caldeirada e muitas outras formas de saborear o peixe fresco. Uma oportunidade a não perder quando se passeia pelo litoral.


Observação de Cetáceos nos Açores

Não deixe de…
  • nadar com golfinhos
  • levar a máquina fotográfica

Em pleno Oceano Atlântico, os Açores são um arquipélago de nove ilhas de natureza em estado puro e um dos maiores santuários de baleias do mundo.

Entre espécies residentes e migratórias, comuns ou raras, avistam-se mais de 24 tipos diferentes de cetáceos nas suas águas. Para além das comunidades residentes como os golfinhos comuns e roazes, com quem é possível nadar, há baleias que utilizam os Açores como rota de migração. Os golfinhos pintados, cachalotes, baleias sardinheira e de barba são mais frequentes no Verão. A baleia azul pode ser avistada com facilidade nos finais do Inverno. Uma coisa é garantida: seja qual for a estação do ano, há sempre descobertas a fazer.

Os Açores são um ecossistema de características únicas e com águas ricas em peixe, pelo que não é de estranhar que no passado a pesca à baleia fosse uma atividade importante em muitas das ilhas. Hoje, a tradição baleeira foi convertida numa atividade turística muito apreciada, existindo por isso vários pontos de partida, espalhados por várias ilhas, que servem de base para quem queira contactar com os encantadores mamíferos, dando um novo significado a um grito antigo: “Baleia à vista!”. 

Na Ilha de S. Miguel, especialmente em Ponta Delgada e Vila Franca do Campo, existem diversos operadores especializados na observação de cetáceos durante todos os meses do ano. No canal entre as ilhas de S. Miguel e Santa Maria, nos meses de Primavera, é frequente o avistamento de baleias-azuis, o maior animal à face da terra, com cerca de 30 metros e até 150 toneladas.

Na ilha Terceira – quer em Angra do Heroísmo, quer na Praia da Vitória – a oferta para observação de cetáceos é variada, destacando-se a oferta as unidades turísticas que disponibilizam programas que conjugam alojamento com atividades de mar. Das múltiplas espécies cujas rotas de migração as tornam avistáveis a partir da ilha assinalam-se as imponentes baleias azuis que passam, na Primavera e no Outono, entre a Terceira e S. Jorge.

Com S. Jorge e Pico, o Faial forma o chamado Triângulo, e tem hoje na cidade da Horta um dos principais e mais dinâmicos centros de observação e estudo de cetáceos do arquipélago. Vários dos operadores de observação de cetáceos presentes na Horta têm como guias cientistas e técnicos ligados à Universidade dos Açores, instituição que ali tem os seus principais centros de estudos e investigação, conduzindo com outras universidades internacionais vários programas de estudo das populações, migrações e rotas dos grandes animais marinhos.

O Pico é a ilha onde a tradição baleeira nos Açores se encontra mais enraizada, com operadores na Madalena, nas Lajes e em Santo Amaro. Podemos conhecer a história nos vários museus e centros etnográfico onde se perpetuam as artes tradicionais desta atividade, com destaque para o Museu dos Baleeiros, e o Centro de Artes e Ciências do Mar - SIBIL, nas Lajes, e o Museu da Indústria Baleeira, em Santo Amaro.

A saída para o mar, para todos aqueles que desejam participar nesta aventura, é devidamente preparada em terra pelo skipper, através de uma explicação aos visitantes sobre as várias espécies que poderão avistar, a forma como irá decorrer a viagem e os cuidados e precauções que devem ser tomados para não interferir com a vida marinha. 

Não devemos desanimar quando o mar não permitir efetuar o passeio de observação dos cetáceos. Em terra existem vários museus e centros de interpretação, principalmente nas ilhas do Pico e do Faial, que servem de interessante e cativante guarida. Outra hipótese é visitar as vigias da baleia espalhadas em pontos estratégicos das várias ilhas com panorâmicas surpreendentes.

Na observação de cetáceos há momentos que só acontecem uma vez na vida, por isso não podemos esquecer a máquina fotográfica e registar aquele encontro único… acredite, a experiência é fantástica e toda a família vai adorar!


Diversão em família no Algarve

Com um clima ameno durante todo o ano, é fácil perceber porque é que o Algarve é a escolha óbvia para umas férias repletas de diversão para toda a família. Mas os dias divertidos não se resumem aos banhos de sol e mar e ao desporto que podemos fazer na costa algarvia. São muitas as hipóteses para fazer programas diferentes com os mais pequenos.

Para famílias em busca do lado mais natural do Algarve, existem uma enorme variedade de passeios turísticos por toda a região, incluindo diversas empresas que oferecem viagens de barco para observação de golfinhos a partir de Lagos, Portimão ou Alvor. Podemos ainda optar por fazer uma curta viagem de barco até uma das ilhas em redor de Faro e observar a fauna e flora do Parque Natural da Ria Formosa. Ou então fazer um safari de jeep ou um passeio de canoagem no rio, onde exploração e aventura também não vão faltar.

Mas para ver golfinhos no Algarve, não precisamos de ir para alto mar. Perto de Albufeira,na Guia, o Zoomarine é um parque oceanográfico de entretenimento educativo, onde temos a oportunidade única de ver de perto golfinhos, focas, tubarões, tartarugas, aves exóticas e aquáticas, jacarés, peixes tropicais, bem como divertirmo-nos nas diversas piscinas e atrações aquáticas, à medida que assistimos os espetáculos educativos com animais.

Para além deste parque, para as ocasiões em que apetece fugir à rotina da praia, o Algarve oferece mais alternativas que podem proporcionar um dia inteiro de diversão familiar.

Como por exemplo o AquaShow Fun Family Park, perto da Quarteira, que para além da piscina de ondas, diversos escorregas, da montanha-russa de água com 750 metros de comprimento, tem ainda espetáculos com aves exóticas e aves de rapina. Já no Aqualand The Big One, em Alcantarilha, os escorregas, os rápidos, as pistas brandas, o salto louco, a piscina de ondas, o rio lento e a piscina infantil permitem que adultos e crianças vivam momentos de pura alegria. Também o Slide & Splash, em Estombar (Lagoa), promete dias inesquecíveis, plenos de prazer e emoções, na piscina de natação, pistas brandas, zona infantil e nos escorregas.

E porque os mais pequenos vibram com tudo o que é bicho, não podemos deixar de visitar o Zoo de Lagos. Entre primatas, aves e outros seres vivos estão representadas mais de 140 espécies, plantas dos cinco continentes e uma quinta pedagógica com animais domésticos. No Krazy World, em Algoz (Silves), podemos apreciar diversas espécies de répteis e assistir à alimentação de animais exóticos. Um picadeiro com póneis e uma minifeira popular vão deliciar toda a família.

Para as crianças desejosas de segurar no volante, o Karting de Almancil proporciona-lhes a oportunidade de libertar as energias enquanto aceleram pelas pistas. Já em Vilamoura, inspirado no Império Romano, o Family Golf Park é um espaço único de lazer e entretenimento para toda a família, onde adultos e crianças podem experimentar as emoções do minigolfe. E porque a História também pode ser divertida, um passeio pelo Parque da Mina, perto de Monchique, é uma boa opção se quisermos passar um dia diferente.

Todas estas opções de divertimento aliadas à grande oferta de hotéis ideais para família fazem do Algarve um destino perfeito para férias com filhos.


Cascais e a Costa do Estoril

Não deixe de…
  • saborear uma refeição de peixe fresco, com vista para o mar
  • conhecer Cascais de bicicleta
  • comer um gelado, à beira mar
  • ir à praia
  • aprender a fazer surf
  • divertir-se nas noites quentes de verão de Cascais e do Estoril

Cascais e o Estoril, na costa a norte de Lisboa, tornaram-se um dos locais mais cosmopolitas e turísticos de Portugal, a partir do momento em que o rei D. Luís I escolheu a baía para sua residência de verão, no final do séc. XIX.

O clima ameno e uma média de 260 dias sem chuva por ano foi com certeza um motivo forte para esse facto e para as famílias mais abastadas da época seguirem a casa real e aí terem as suas vivendas e palacetes. Vale a pena fazer o passeio e sentir ainda hoje o ambiente desses tempos.

Para lá chegar, ir pela estrada marginal de Lisboa até Cascais ou de comboio é uma boa opção. É um percurso muito cénico, sempre acompanhando o rio Tejo e as concorridas praias da costa do Estoril. Ao longo do caminho, passamos por vários fortes que defendiam a capital, em fogo cruzado com o Forte do Bugio, bem no meio da foz, entre Santo Amaro, de um lado, e a Trafaria, na outra margem.


Visita a Coimbra

Não deixe de…
  • na Universidade, visitar a Biblioteca Joanina e subir à torre para apreciar as vistas.
  • Conhecer a Sé Velha, um dos mais belos edifícios românicos portugueses
  • visitar o Portugal dos Pequenitos
  • conhecer o Mosteiro de Santa Clara-a-velha
  • passear nos Jardins da Quinta das Lágrimas
  • apreciar o criptopórtico - o que resta da Coimbra da época romana - no Museu Nacional Machado de Castro
  • saborear os pastéis de Santa Clara ou as arrufadas num dos cafés históricos da Baixa

Nas margens do rio Mondego, Coimbra é conhecida pela sua Universidade, a mais antiga em Portugal e uma das mais antigas da Europa, que ao longo do tempo lhe moldou a imagem tornando-a “a cidade dos estudantes”.

Iniciamos esta visita, precisamente na Universidade fundada no século XIII que a UNESCO integrou na lista do Património mundial, numa classificação que engloba também a Rua da Sofia e a alta da cidade. Vale a pena subir à sua torre, onde estão os sinos que marcavam o ritmo das aulas, para apreciar a soberba vista de 360º sobre Coimbra. Mas no piso térreo há muito para visitar: o Pátio das Escolas, a Sala dos Capelos onde têm lugar as cerimónias mais importantes, a Capela de São Miguel com um imponente órgão barroco e a Biblioteca Joanina, que possui mais de 300 mil obras datadas entre os séculos XVI e XVIII dispostas em belíssimas estantes ornamentadas com talha dourada. O conjunto de edifícios ocupa o lugar do Paço onde viveram os primeiros reis de Portugal, que aqui chegaram a fixar a capital do reino.

São desses tempos vários monumentos que apresentam o esplendor da arte românica. Localizados na Baixa, zona de compras e de cafés históricos, merecem visita obrigatória o Mosteiro de Santa Cruz que alberga o túmulo do primeiro rei de Portugal, Afonso Henriques, e na outra margem, o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, recuperado e resgatado das águas do rio que o invadiram ao longo dos séculos. Ou ainda a Sé Velha, em cujas escadas tem lugar a serenata monumental em que os estudantes trajando capas negras cantam com muito sentimento o Fado de Coimbra. Este é um dos eventos da Queima das Fitas onde todos os anos em Maio os finalistas celebram a conclusão do curso, numa festa cheia de cor. Essa animação, no entanto, sente-se ao longo de todo o ano nas muitas tasquinhas e nas Repúblicas, as residências dos estudantes, exemplos de vida em comunidade. 

Mas há muito mais para ver. O Museu Nacional Machado de Castro conserva o Criptopórtico romano, entre um acervo de grande valor e dá a conhecer a história da cidade. Também são muitos os jardins a não perder como o do Choupal, o da Quinta das Lágrimas, cenário do romance de D. Pedro e Inês de Castro ou o Jardim Botânico. As crianças (e não só) vão adorar o Portugal dos Pequenitos, um Parque que reproduz à escala dos mais pequenos, os principais monumentos portugueses. 

Coimbra não é só tradição; possui estruturas modernas que vale a pena conhecer como o Pólo II da Universidade, a Ponte Pedonal Pedro e Inês, o Pavilhão Centro de Portugal no Parque Verde do Mondego. E para ter uma perspetiva diferente de toda a cidade aconselhamos um passeio de barco no Rio Mondego.

Segundo um fado cantado pelos estudantes, “Coimbra tem mais encanto na hora da despedida”, mas talvez não seja preciso chegar a esse momento para o descobrir …


Praias

Ao longo de mais de 850 quilómetros, a costa portuguesa possui um tão grande número de praias de areia fina e branca, que é quase impossível contá-las. Todas banhadas pelo oceano Atlântico e todas diferentes, são sítios de uma beleza difícil de descrever, pelo que nada melhor do que vir descobri-las.

As mais conhecidas são as do Algarve. Com três mil horas de sol por ano e águas tépidas, ao longo de 200kms há praias para todos os gostos e muitos resorts de sonho. Dos areais a perder de vista aos mais pequenos aconchegados por rochas recortadas, imagem de marca da região, são múltiplas as opções que acompanham um mar transparente e tranquilo, ideal para a prática de diversos desportos náuticos.

Sagres, no extremo sudoeste do continente europeu, marca a transição. Está situada na Costa Vicentina que com o sudoeste alentejano constituem um dos mais bem preservados trechos do litoral europeu. Aqui há praias desertas de uma beleza selvagem onde podemos usufruir de um contacto ímpar com a natureza. E perto de Sines começa um areal que se estende ao longo de mais 60kms só terminando em Troia, um desafio para os entusiastas das caminhadas!

Já as praias da Costa da Caparica são muito queridas dos lisboetas, que em redor da capital têm variadíssimas opções para banhos de sol e mar. Da linha do Estoril, cosmopolita com marcas de uma época de ouro em que foi refúgio de reis e nobreza, às recatadas praias da zona idílica de Sintra, a variedade é grande. E o mar tem a ondulação perfeita para o surfing, que tem o expoente máximo um pouco mais a norte nas praias da Ericeira, Peniche e Nazaré

No centro, encontram-se areais muito largos, a que a pesca artesanal acrescenta um colorido pitoresco. E mais a norte, as águas mais frias e o mar revigorante são temperados pelo ambiente hospitaleiro e pelos bons ares das serras e das florestas. E ainda temos as ilhas. Se no arquipélago da Madeira se destaca o longo areal dourado da ilha de Porto Santo com propriedades terapêuticas, nos Açores encontramos areias de cor negra com origem vulcânica, emolduradas por todos os tons de verde de uma natureza preservada.

Com todas estas diferenças há uma característica comum – a qualidade. Seguras e com uma vasta oferta de serviços de apoio e diversão que garantem todas as necessidades dos utilizadores, um grande número de praias portuguesas recebe todos os anos a bandeira azul da Europa, um galardão que comprova as suas excelentes condições. 

Outro galardão que muitas das nossas praias se orgulham de exibir é o de praia acessível. É assim que estão identificadas aquelas que têm acessos para pessoas com dificuldades de locomoção, muitas delas disponibilizando mesmo equipamentos que permitem que todos usufruam dos banhos de mar. 

E em Portugal os atrativos das praias não se cingem à época balnear. Ao longo de todo o ano são os lugares certos para passear, praticar desporto, contemplar a natureza ou saborear a deliciosa gastronomia portuguesa, em que o melhor peixe do mundo e o marisco têm lugar de destaque, sempre com deslumbrantes vistas sobre o mar. Haverá melhor programa?


10 coisas para ver e fazer em Lisboa

Lisboa é uma cidade cosmopolita, com bons acessos e a poucas horas de distância de qualquer capital europeia. 

E há tanta coisa para ver e fazer que é difícil ter tempo suficiente para ver tudo o que se quer, com tempo… apresentamos aqui uma seleção, entre outras que se possam fazer, de tudo o que não pode perder na capital portuguesa.

1. Subir ao Castelo de São Jorge e passear por Alfama
Quem passar em Lisboa e não for ao Castelo de São Jorge terá perdido com certeza um momento inesquecível. É o ponto mais alto da cidade, no meio dos bairros mais típicos. Uma oportunidade única de sentir, e perceber, a ligação da cidade com o rio Tejo.

2. Ouvir um Fado
Goste-se ou não do estilo de música, jantar à luz da vela a ouvir fado em Lisboa é incontornável. Para quem tiver a sorte de o ouvir cantar ao passar numa rua qualquer de Alfama, da Mouraria ou da Madragoa, é de aproveitar. O fado amador ou vadio é assim, quando apetece cantar, canta-se e as guitarras acompanham.

3. Ir ao Terreiro do Paço
A maior praça de Lisboa e também uma das mais emblemáticas, símbolo da cidade e da sua reconstrução após o grande terramoto de 1755. Atualmente, é principalmente um espaço muito agradável para passear à beira rio, ao fim da tarde. Também é muito bonita vista do rio, num passeio de barco.


Pico, Faial e São Jorge - as “Ilhas Triângulo”

Todo o arquipélago dos Açores é belo e merecedor de uma visita, mas devido à proximidade, Pico, Faial e São Jorge formam o chamado “Triângulo” do Grupo Central do arquipélago que incitam a que se atravesse o mar para conhecer a vizinhança.

O Triângulo: o Faial em primeiro plano, ao fundo à direita o Pico e à esquerda, alongando-se entre o mar e o céu... São Jorge. Nenhuma destas três ilhas é semelhante à outra, cada uma tem uma especificidade única, mas todas se completam. A proximidade entre elas, bem como as numerosas ligações marítimas existentes, faz deste “Triângulo” um destino fascinante e surpreendente.

A interligação marítima é assegurada pela empresa Transmaçor numa operação que se estende ao longo do ano. A frequência das partidas aumenta consoante os meses do ano. O canal entre a Horta (Faial) e a Madalena (Pico) leva cerca de 30 minutos a fazer-se e é servido por 4 a 6 ligações diárias. Um percurso alternativo permite a navegação entre a Horta e as Velas (São Jorge), com escala em São Roque (Pico). Utilizar estes barcos de carreira é um modo fácil e económico de viajar entre as ilhas e tem como bónus admirar vistas alternativas e espetaculares, podendo por vezes avistar golfinhos.

Durante os meses de maio a setembro, os portos do “triângulo” recebem a visita do Express Santorini, operado pela Atlanticoline, barco equipado com camarotes que assegura a longa rota que passa por oito ilhas dos Açores, de Santa Maria às Flores. A possibilidade de transporte de viaturas – desde automóveis de diversas classes até aos reboques, moto 4x4, jetski e bicicletas –, faz deste cruzeiro uma excelente opção de transitar comodamente entre os grupos Ocidental, Central e Oriental.

O Faial é uma das paragens obrigatórias na visita ao grupo central, com o seu vulcão dos Capelinhos, a sua magnífica Caldeira coberta de vários tons de verde, os seus campos de pastagens rodeados de hortênsias azuis e as praias de mar calmo. Merece especial destaque, a cidade da Horta em anfiteatro para as baías, onde se situa a marina mais conhecida internacionalmente por marinheiros de todo o mundo e a vista imponente da montanha do Pico. E ainda a não perder, os passeios de barco para a observação de cetáceos.

Do outro lado do canal, está a ilha do Pico e a sua majestosa montanha que no interior conserva longas e preservadas grutas vulcânicas. Nos seus campos de lava estende-se um reticulado único de muros entre os quais nasce a vinha, que foram considerados paisagem património mundial e onde se produz o famoso vinho verdelho que podemos degustar nas suas adegas. De destacar ainda as vistas para as ilhas de São Jorge e do Faial e a observação de cetáceos. Tudo isto torna esta ilha única no equilíbrio quase perfeito entre a terra agreste e o engenho da sobrevivência que permitiu uma cultura singular.

São Jorge é uma ilha estreita, que tem uma cordilheira ao centro e diversas particularidades como as fajãs – pequenas planícies que se prolongam pelo mar, formadas por abatimentos da falésia e muitas vezes só acessíveis através de trilhos pedestres que atravessam uma natureza encantada. De destacar ainda o seu queijo, único e famoso, que chega a pesar 12 quilos, as colchas de ponto alto feitas num tear de madeira, uma caldeira com amêijoas e uma onda mítica.

Toda esta exuberância faz destas três ilhas de beleza impar, um destino de férias único e sublime!


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