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Sugestões

Geoparque Naturtejo

Não deixe de…
  • seguir os geotrails e admirar os icnofósseis de Penha Garcia e as Portas de Ródão
  • tentar distinguir as 154 espécies de aves que procuram esta região
  • fazer um passeio de barco no Rio Tejo
  • experimentar um tratamento de bem-estar nas termas de Monfortinho
  • trazer enchidos, queijos, mel e azeite comprados diretamente ao produtor

No interior do país, onde o Rio Tejo passa a ser português, encontra-se um território preservado em que as populações vivem ao ritmo da natureza e parecem ter todo o tempo do mundo para partilhar com os outros as suas histórias e saberes.

É aqui que se situa o Geopark Naturtejo da Meseta Meridional, que abrange os concelhos de Castelo Branco, Idanha-a-Nova, Nisa, Oleiros, Proença-a-Nova e Vila Velha de Rodão. Nesta área encontram-se 16 geomonumentos de importância reconhecida pela UNESCO, como as imponentes Portas de Ródão, que comprimem o percurso do maior rio da Península Ibérica, ou os icnofósseis de Penha Garcia, cujas formações curiosas nos surpreendem.

Mas há muito mais para conhecer nestas terras onde se integra o Parque Natural do Tejo Internacional. Ao chegar sentimos logo os cheiros a pinheiro, rosmaninho e alecrim que se desprendem da vegetação, ondem se escondem coelhos, veados e raposas que desaparecem num ápice ao notarem a nossa presença.

Com mais atenção conseguimos descobrir os abelharucos coloridos pousados nos ramos das árvores, ou os rouxinóis e as poupas que cantam ao desafio. As cegonhas negras voam mais alto e vêm passar uma temporada entre fevereiro e agosto. Já as águias imperiais e os abutres vivem em colónias e gostam de poisar nas fragas dos rios, de onde têm a melhor vista sobre a paisagem. O Geoparque organiza percursos para observação de aves em que podemos apreciar toda esta diversidade - são cerca de 154 as espécies que frequentam estas paragens!


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yukie sugiura
ギマランイスからブラガに行く途中の山道、場所は分かりませんが、とても惹かれた場所でした
CYNTHIA ADINA KIRKW
Three years ago, my husband, Huw, our son, Caladon and I packed pots and (...)
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Moche Rip Curl Pro Portugal
Moche Rip Curl Pro Portugal
Em outubro venha a Portugal assistir à mais importante competição de surf (...)

No Coração de Portugal

A partir de quatro itinerários, descobrimos o “coração de Portugal”, o lugar onde se formou a identidade portuguesa, cenário de factos históricos marcantes e ponto de encontro de culturas ao longo dos tempos.

Propomos quatro percursos que incluem três dos mais importantes monumentos portugueses, classificados como Património Mundial pela UNESCO – Mosteiro de Alcobaça, Convento de Cristo e Mosteiro da Batalha. Ligados a episódios fundamentais da nossa História são também edifícios belíssimos, em que se conjugam vários estilos arquitetónicos. O mais antigo, o Mosteiro de Alcobaça foi fundado pelo 1º Rei de Portugal e pertencia à Ordem de Cister, que teve uma intervenção essencial no desenvolvimento agrícola e cultural do nosso país. O Convento de Cristo, onde ainda se sente a mística templária, situa-se junto ao castelo construído em 1160 por aquela Ordem Militar, que elegeu Tomar como seu bastião para a defesa e expansão do território conquistado aos mouros. Já o Mosteiro da Batalha, obra-prima do gótico tardio, é um testemunho da afirmação da independência portuguesa face ao poderoso reino de Castela. Partindo destes três monumentos, muito se pode ficar a conhecer nesta região.


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Aldeias do Xisto

Não deixe de…
  • relaxar nas praias fluviais das aldeias do xisto
  • experimentar desportos radicais na Serra da Lousã
  • passear a pé pelos caminhos do xisto
  • provar o cabrito estonado, os maranhos e as tigeladas
  • admirar a queda de água da Fraga da Pena e os penedos de Góis
  • trazer ervas aromáticas e para chá
  • sentir emoções fortes percorrendo os trilhos de btt

Escondidas entre serras de vegetação frondosa, as aldeias do xisto são um dos nossos segredos mais bem guardados, mas que os seus habitantes, prazenteiros e afáveis, gostam de ajudar a desvendar.

Neste mundo mágico, onde as horas passam mais devagar, vivem populações acolhedoras com tempo para receber bem quem os visita. E para partilhar as suas histórias, artes e tradições. Como gostamos de saborear as suas iguarias gastronómicas, confecionadas segundo receitas que passam de geração em geração! Ou de trazer connosco uma peça de artesanato em linho ou madeira em que os artesãos colocam todo o seu saber. 

Este território preservado também tem castelos que parecem sair de contos de fadas emergindo na neblina, ou monumentos e museus que testemunham como era a vida há muitos anos atrás.

Mas muito do seu encanto está na Natureza pura. Nas praias fluviais de água cristalina onde podemos passar momentos de descontração. E nas florestas para descobrir a pé seguindo os “Caminhos do xisto”, ou os trilhos de bicicleta definidos pelos Centros de BTT de acordo com vários níveis de dificuldade, que disponibilizam também apoio aos praticantes. Há ainda outras alternativas para os desportistas mais radicais como a canoagem, escalada, rappel e slide. 

Chamadas do xisto, por ser esta a pedra usada na construção das casas e a mais abundante na região, as 27 aldeias espalham-se pelas Serras da Lousã e do Açor, até perto da Serra da Estrela. As várias tonalidades desta rocha, também usada nos pavimentos das ruas estreitas e sinuosas, misturam-se de forma perfeita nas cores da paisagem natural, nem sempre sendo fácil distingui-las. Mas vale a pena tentar.


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Visita a Aveiro

Não deixe de…
  • fazer um passeio de moliceiro nos canais da Ria
  • percorrer a cidade de “buga”
  • experimentar os deliciosos ovos moles
  • seguir o Roteiro Arte Nova
  • admirar a talha dourada da Igreja do Convento de Jesus

Ao visitar Aveiro descobrimos uma paisagem com marca de água.

Junto ao mar e à ria, Aveiro é atravessada por uma rede de canais por onde passeiam barcos moliceiros. Estas embarcações, esguias e coloridas, serviam para recolher algas e sargaço, e hoje em dia são usadas em passeios turísticos. Fazer a visita a pé também não implica demasiado esforço já que a cidade é plana, e quem gosta de pedalar pode optar pelas ”bugas” - as bicicletas de utilização gratuita disponibilizadas pela Câmara Municipal de Aveiro.

Aveiro possui um conjunto de edifícios em estilo “Arte Nova” que vale a pena apreciar. Grande parte está situada junto ao canal principal, mas existem alguns fora das rotas tradicionais e até noutras localidades. A localização dos edifícios está indicada no roteiro disponível no Posto de Turismo e podemos ficar a conhecer ainda melhor este estilo no Museu que lhe é dedicado.

Outro local a visitar obrigatoriamente é o Museu de Aveiro instalado no Convento de Jesus, onde podemos admirar o Mausoléu da Princesa Santa Joana e a talha dourada que decora o interior da igreja. Também a vamos encontrar em profusão no interior da Capela do Senhor das Barrocas e com menos exuberância na Igreja da Misericórdia, cujo portal maneirista merece destaque. Já aqueles que apreciam arquitetura contemporânea portuguesa não devem perder os edifícios da Universidade.


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Feira dos 28 - Aveiro
Feira dos 28 - Aveiro
Esta é a única feira mensal que tem lugar em Aveiro, com caráter (...)

Visita a Coimbra

Não deixe de…
  • na Universidade, visitar a Biblioteca Joanina e subir à torre para apreciar as vistas.
  • Conhecer a Sé Velha, um dos mais belos edifícios românicos portugueses
  • visitar o Portugal dos Pequenitos
  • conhecer o Mosteiro de Santa Clara-a-velha
  • passear nos Jardins da Quinta das Lágrimas
  • apreciar o criptopórtico - o que resta da Coimbra da época romana - no Museu Nacional Machado de Castro
  • saborear os pastéis de Santa Clara ou as arrufadas num dos cafés históricos da Baixa

Nas margens do rio Mondego, Coimbra é conhecida pela sua Universidade, a mais antiga em Portugal e uma das mais antigas da Europa, que ao longo do tempo lhe moldou a imagem tornando-a “a cidade dos estudantes”.

Iniciamos esta visita, precisamente na Universidade fundada no século XIII que a UNESCO integrou na lista do Património mundial, numa classificação que engloba também a Rua da Sofia e a alta da cidade. Vale a pena subir à sua torre, onde estão os sinos que marcavam o ritmo das aulas, para apreciar a soberba vista de 360º sobre Coimbra. Mas no piso térreo há muito para visitar: o Pátio das Escolas, a Sala dos Capelos onde têm lugar as cerimónias mais importantes, a Capela de São Miguel com um imponente órgão barroco e a Biblioteca Joanina, que possui mais de 300 mil obras datadas entre os séculos XVI e XVIII dispostas em belíssimas estantes ornamentadas com talha dourada. O conjunto de edifícios ocupa o lugar do Paço onde viveram os primeiros reis de Portugal, que aqui chegaram a fixar a capital do reino.

São desses tempos vários monumentos que apresentam o esplendor da arte românica. Localizados na Baixa, zona de compras e de cafés históricos, merecem visita obrigatória o Mosteiro de Santa Cruz que alberga o túmulo do primeiro rei de Portugal, Afonso Henriques, e na outra margem, o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, recuperado e resgatado das águas do rio que o invadiram ao longo dos séculos. Ou ainda a Sé Velha, em cujas escadas tem lugar a serenata monumental em que os estudantes trajando capas negras cantam com muito sentimento o Fado de Coimbra. Este é um dos eventos da Queima das Fitas onde todos os anos em Maio os finalistas celebram a conclusão do curso, numa festa cheia de cor. Essa animação, no entanto, sente-se ao longo de todo o ano nas muitas tasquinhas e nas Repúblicas, as residências dos estudantes, exemplos de vida em comunidade.

Mas há muito mais para ver...


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Feira de Velharias de Coimbra
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A Feira de Velharias de Coimbra realiza-se na Praça do Comércio no quarto (...)

Passeio pela Guarda

Não deixe de…
  • percorrer as ruas da Judiaria e descobrir os símbolos hebraicos gravados na pedra
  • visitar a catedral
  • descansar numa esplanada sob as arcadas quinhentistas da Praça Velha
  • subir à Torre de Menagem do castelo para apreciar a vista sobre a cidade e a serra

Na cidade mais alta de Portugal um ar de montanha, leve e saudável, corre por entre as ruas medievais a que o granito dá nobreza e uma cor morena.

É essa a cor da Sé Catedral. Alta, imensa e imponente, tem aspeto de fortaleza com as possantes torres erguendo-se como símbolo de defesa da fé e do território. E se o exterior nos impressiona pela inspiração do desenho e da decoração gótica, lá dentro surpreende pela esmagadora altura das naves e um enorme retábulo todo esculpido em pedra.

Cá fora, na praça, as arcadas quinhentistas albergam cafés onde podemos descansar e ver como pulsa o coração da cidade. Daqui partem ruas estreitas de palácios em granito e casas antigas com janelas góticas e gárgulas nos beirais. Todo o centro histórico está protegido por muralhas, portas e torres medievais que chegaram até aos nossos dias quase intactas.

Junto às muralhas situa-se a Judiaria. A maioria das construções remonta à Idade Média, conservando símbolos gravados na pedra e a arquitetura original com duas portas – uma estreita para acesso ao piso superior residência da família, e outra mais larga para a loja no piso térreo, já que a maioria dos judeus se dedicava ao comércio.


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Rotas dos Vinhos

Não deixe de…
  • visitar as caves de Vila Nova de Gaia onde o vinho do Porto envelhece, na Rota do Vinho do Porto
  • brindar também com os recentes mas excelentes espumantes de vinho verde
  • degustar alguns vinhos portugueses nas Salas de Provas Vinhos de Portugal, de Lisboa ou do Porto. Ficam ambas em imóveis e locais que só por si merecem visita
  • fazer um passeio de barco com os golfinhos do Sado, na rota dos Vinhos de Setúbal
  • na mesma rota, conhecer a Península de Troia onde fica a maior extensão de praias da Europa
  • conhecer no Alentejo o maior lago artificial da Europa, o Alqueva, onde pode fazer-se um cruzeiro ou alugar um barco-casa e passar uns dias de puro relaxamento

Através das rotas dos vinhos de Portugal podemos fazer excelentes passeios e conhecer um prazer aperfeiçoado ao longo dos tempos. 

Com efeito, sabe-se que pelo menos à época do Império Romano o vinho já era amplamente cultivado em Portugal. A sua produção passou muitas fases ao longo do tempo, mas vale a pena destacar a data de 1756, em que o Marquês de Pombal criou a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro, com a função de delimitar a 1ª região demarcada do mundo, registar as vinhas e classificar os vinhos de acordo com a sua qualidade.

Rota dos Vinhos Verdes
Começando pelo norte, temos a Rota dos Vinhos Verdes desde o Minho até ao Douro. O verde, que dá o nome ao vinho, é a cor que predomina na região, pontuada, contudo, por cidades históricas, como Braga ou Guimarães e outras mais pequenas mas cheias de encanto junto aos rios que as bordam. É o caso de Amarante, Viana do Castelo, Barcelos, Ponte de Lima e outras ainda. É uma zona de turismo rural, com solares e casas senhoriais cujas vinhas vale a pena visitar para conhecer como cresce a vinha em latada, os espigueiros e uma paisagem surpreendente que dá origem a vinhos leves, jovens e frescos.

Rota do Vinho Verde Alvarinho 
A sub-região de Monção e Melgaço, junto ao rio Minho, integra a rota dos Vinhos Verdes, mas é berço da reputada casta Alvarinho, a mais apreciada casta de vinho verde. Por essa razão o vinho Alvarinho tem rota própria, com estas cidades como capitais. No Solar do Alvarinho, em Melgaço ou no Paço do Alvarinho, em Monção, podem fazer-se provas do vinho e degustar ou comprar outros produtos da região.


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MEO Sudoeste
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O Festival Sudoeste realiza-se em agosto, na Zambujeira do Mar, vila piscatória (...)

Tomar, cidade templária

Não deixe de…
  • visitar o Convento de Cristo
  • fazer um passeio pela Mata dos Sete Montes
  • visitar a antiga sinagoga
  • deliciar-se com umas “Fatias de Tomar”
  • visitar a cidade no ano em que se realizar a Festa dos Tabuleiros
  • ir ao Castelo de Almourol

Antiga sede da Ordem dos Templários, Tomar é uma cidade de grande encanto, pela sua riqueza artística e cultural. O expoente máximo está no Convento de Cristo, um das mais importantes obras do Renascimento em Portugal.

Qualquer que seja o motivo para visitar a cidade, subir ao castelo templário e descobrir a obra monumental do Convento de Cristo é imprescindível. A Charola é a parte mais antiga. Este oratório templário foi construído no séc. XII, assim como o castelo, que na época era o mais moderno e avançado dispositivo militar do reino, inspirado nas fortificações da Terra Santa. Foi transformada em Capela-Mor aquando da reconstrução ordenada por D. Manuel I, no séc. XVI, altura em que o conjunto ganhou o esplendor arquitetónico que ainda hoje se preserva e que lhe justificou a classificação como Património da Humanidade.

Vale a pena ver o Convento com atenção para ir descobrindo algumas preciosidades, como as representações no portal renascentista, a particular simbologia da Janela Manuelina da Sala do Capítulo, os pormenores de arquitetura do Claustro Principal e as dependências ligadas aos rituais templários. Para melhor perceber a sua história, é importante saber como a Ordem dos Cavaleiros do Templo se transformou em Ordem de Cristo, salvaguardando o poder, o conhecimento e a riqueza que tinham em Portugal. O célebre Infante D. Henrique, mentor da epopeia dos Descobrimentos, foi um dos seus governadores e protetores mais importantes.


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Festival Bons Sons'15
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Entre os dias 13 e 16 de agosto de 2015, a aldeia de Cem Soldos, em Tomar, (...)

Descobrir o estilo manuelino

Nascido da vontade de um rei e do génio criativo que se vivia em Portugal no século XVI, a arte manuelina é uma expressão artística genuinamente portuguesa.

Os Descobrimentos trouxeram grande riqueza e conhecimento a Portugal. Nessa época, os navegadores portugueses deram a conhecer ao mundo civilizações longínquas e muitos artistas estrangeiros vieram trabalhar no país. Desse encontro de culturas nasceu o manuelino, uma interpretação muito específica do gótico, em termos de estrutura arquitetónica e de decoração. É possível identificar um conjunto de ornamentos e uma combinação de símbolos que apenas se encontram em Portugal. O estilo surgiu durante o reinado de D. Manuel I (1495-1521) mas o nome só foi adotado no século XIX para designar esse espírito criativo.

A Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos são um ex-libris, mas em todas as obras construídas na época facilmente se descobre a Esfera Armilar e a Cruz de Cristo. São os símbolos pessoais do rei e o reflexo do poder temporal e espiritual que ambicionava. Muitos outros símbolos terrenos e religiosos foram adotados e decoraram com exuberância a arquitetura gótica como ramos e folhagens, cordas torcidas e estranhas formas marinhas, minuciosamente esculpidos na pedra. Era o marketing da época.

No Mosteiro de Jesus, em Setúbal, encontramos os primeiros exemplos, mas é nas obras do Mosteiro da Batalha e do Convento de Cristo, em Tomar, que nos maravilhamos com o manuelino e onde se revelam todos os segredos da mensagem do rei.

Sintra é uma surpresa. O Palácio da Vila, onde D. Manuel I viveu, revela o seu fascínio pela arte mudéjar que se combinou na perfeição com o novo estilo. No romântico Palácio da Pena, somos surpreendidos com a visão revivalista do manuelino, surgida no séc. XIX.

Ao viajar pelo país temos de estar atentos. Um portal, uma janela geminada, uma pequena igreja ou outros pormenores que se encontram nos edifícios mais antigos vão dar a conhecer o génio da arte manuelina.


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Animação na Madeira

A Madeira é um destino rico em animação com um calendário preenchido de espetáculos, festas e exposições.

Este arquipélago de natureza invulgar, conhecido pelo seu clima de primavera eterna e pela paisagem exuberante, não é apenas um local privilegiado para relaxar. Na Madeira, podemos desfrutar de uma vasta oferta cultural, desportiva e popular, de janeiro a dezembro, não faltando oportunidades para nos distrairmos e apreciarmos tudo o que as ilhas têm para nos oferecer. Estes eventos que contam com o entusiasmo da população são também só por si bons motivos de visita, contribuindo para tornar as férias inesquecíveis.

De destacar as festas de Carnaval, que durante cinco dias consecutivos, decoram as ruas do Funchal com motivos luminosos e são inundadas por música de bandas filarmónicas e marchas carnavalescas que levam a boa disposição a toda a baixa da cidade. É quase impossível não nos deixarmos contagiar e desfilar junto da população local.

A primavera na Madeira tem honras de rainha, sendo coroada com a Festa da Flor, que todos os anos se realiza no Funchal após a Páscoa. Dezenas de carros alegóricos, enfeitados com uma multiplicidade de flores típicas da ilha, deixam no ar suaves perfumes – enquanto percorrem as ruas as ruas da cidade no grande cortejo da Flor.

Em junho, com o Festival do Atlântico, a animação e a cultura de mãos dadas transformam a capital madeirense num grande palco. Todos os sábados à noite há concertos, onde o esplendor do fogo-de-artifício se conjuga harmoniosamente com a música, proporcionando momentos únicos de alegria e cor. 


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Fim de Ano na Madeira
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Se há lugar em que se celebra a vida, esse lugar é na Madeira. No final de cada (...)

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