www.visitportugal.com

Sugestões

Jogar Golfe, entre o Rio Sado e o Rio Tejo

Situado entre o Estuário do Sado e a bela Serra da Arrábida, o Troia Golf é um campo de 18 buracos, que se estende ao longo da praia, com magníficas vistas para o mar.

É um dos argumentos fortes que convidam golfistas de todo o mundo a visitar esta região cheia de tradições onde existem mais três campos de golfe, um de 18 buracos, Santo Estevão Golf, e dois de 27, os campos Ribagolfe I e Ribagolfe II. 

Um ótimo pretexto para visitar esta região, apreciar o seu património e desfrutar dos belíssimos cenários da Reserva Natural do Estuário do Tejo. Com uma gastronomia muito própria, feita de simplicidade e aromas irresistíveis que acompanham os excelentes vinhos que aqui se produzem, uma paisagem única, de grandes planícies sob um céu imenso, e um património rico, com destaque para a histórica cidade de Évora, não falta o que fazer antes ou após uma boa partida de golfe.

Photo: Ribagolfe II

E quem gosta de praia não pode deixar de experimentar um mergulho numa das muitas praias da costa alentejana, considerada por muitos como a mais bela, e inexplorada, linha de costa da Europa.


Coimbra - Itinerário Acessível

Situada junto às margens do Rio Mondego, Coimbra é uma cidade muito antiga e visitá-la é como que uma lição de história já que poderá viajar através dos séculos visitando o seu riquíssimo património.

Mas a cidade é sobretudo conhecida por outras lições, que têm lugar na sua Universidade, a mais antiga de Portugal e uma das mais antigas da Europa, na origem das mais fervorosas tradições académicas do país e da designação de “Cidade dos Estudantes”.

Faça este percurso com o mapa

É justamente na Universidade situada na parte mais alta da cidade, zona classificada pela UNESCO como património mundial, que tem início o percurso que lhe propomos. O conjunto de edifícios distribui-se em redor do Pátio das Escolas, um espaço amplo e nivelado sem entraves à circulação para pessoas que se deslocam em cadeira de rodas. Já o acesso ao edifício principal – a Reitoria (10) – faz-se por uma escadaria impossível de ultrapassar sem ajuda, mas no interior os espaços são amplos e sem barreiras. Absolutamente a não perder é a visita à Biblioteca Joanina (11), acessível através de uma rampa. No seu interior encontram-se mais de 300 mil obras expostas em belíssimas estantes decoradas com talha dourada, que podem ser apreciadas a partir do piso térreo, onde são raras as barreiras à circulação, já que os pisos superiores só são acessíveis por escadas.

Coimbra_Universidade
Coimbra - Universidade © ARPT Centro de Portugal

Perto fica a Sé Nova (13), um templo em estilo maneirista de interiores amplos, mas cujo acesso por escadas até à porta impossibilita uma entrada autónoma a pessoas que se desloquem em cadeira de rodas. Já no Museu Nacional Machado de Castro (12) todos poderão conhecer o notável acervo de ourivesaria, escultura e pintura. No entanto, um dos principais atrativos deste museu - o Criptopórtico romano – é inacessível, mas poderá ser visualizado em pormenor no quiosque multimédia em imagens de 360º. 

Coimbra_Sé Velha
Coimbra - Sé Velha © ARPT Centro de Portugal

Esta zona da cidade com ruas de passeios estreitos, que se tornam mais íngremes à medida que se desce em direção à Baixa, coloca dificuldades à circulação e torna difícil a visita a Sé Velha (6). Trata-se de um dos principais monumentos de Coimbra, cuja escadaria impossível de transpor sem ajuda é palco de serenatas levadas a cabo por estudantes trajados com capas negras que cantam o fado de Coimbra, especialmente na época do final do ano académico. Mas ouvir fado de Coimbra é uma experiência a não perder, e de que também pode usufruir em alguns bares da cidade.

Coimbra_Baixa_ICVM
Coimbra - Baixa © ICVM

Como alternativa sugerimos que a descida da Alta para a Baixa de Coimbra se faça pelo Elevador do mercado que poderá apanhar na Rua Padre António Viera perto da Sé Nova. Na saída perto do Mercado Municipal terá duas opções. Se lhe apetecer passear num ambiente verdejante, siga à direita pela Avenida Sá da Bandeira, que no eixo central é uma área contínua ajardinada, até à Praça da República. Aqui situa-se o Jardim da Sereia (15), um espaço muito agradável, que se prolonga pelo Parque de Santa Cruz, que tem alguma inclinação e barreiras à circulação. Outro espaço verde a não perder é o Jardim Botânico (16) um espaço totalmente acessível, ao qual acede seguindo pela Rua Almeida Garrett e depois pela Rua de Tomar.

Coimbra_Igreja Santa Cruz
Coimbra - Igreja de Santa Cruz © ARPT Centro de Portugal

Se quando sair do Elevador do Mercado seguir na direção oposta (para a esquerda) poderá conhecer a Baixa, a zona com mais comércio e animação. Para isso deverá seguir pela Rua Olímpio Nicolau Rui Fernandes que vai terminar na Rua Sofia (8) também classificada como Património da Humanidade e onde se situam diversos Colégios pertencentes à Universidade. Vire à esquerda para a Praça 8 de Maio para visitar a Igreja de Santa Cruz (7), que não vai passar despercebida pelo seu belíssimo portal, em cujo interior totalmente acessível estão os túmulos dos primeiros reis de Portugal. O percurso continua em direção ao Largo da Portagem passando pela Igreja de São Tiago (6), um edifício gótico de acesso muito difícil já que está rodeado por escadarias, e pela Praça do Comércio (5) uma zona com muitas lojas e esplanadas que colocam alguns entraves à circulação. 

Coimbra
Coimbra - Rio Mondego/Ponte de Santa Clara © ARPT Centro de Portugal

O itinerário continua do outro lado do Rio Mondego, pelo que deverá atravessar a Ponte de Santa Clara.  Alguns metros à frente, à esquerda, vai encontrar o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha (2) erguido no século XIII. Ciclicamente invadido pelas cheias do rio que deixaram marcas profundas, o monumento que é totalmente acessível no piso térreo, conserva uma área de ruínas e um ambiente único. Ao lado, situa-se o Portugal dos Pequenitos (1) um parque temático com espaços amplos e jardins onde se encontram réplicas em miniatura de diversos monumentos e casas tradicionais de Portugal.

Coimbra
Coimbra - Ponte Pedro e Inês/Parque Verde do Mondego © ARPT Centro de Portugal

Propomos que continue ao longo do rio pela Avenida Inês de Castro e pelo Parque do Choupalinho e usufrua dos espaços verdes à beira do Mondego. Poderá atravessar o Rio pela Ponte Pedro e Inês (3), uma ponte pedonal que é uma obra de inovação e design e dá acesso ao Parque Verde do Mondego (4). A nossa visita termina aqui junto ao rio neste espaço agradável, com esplanadas, áreas para lazer e desporto e o Pavilhão Centro de Portugal, criado pelos arquitetos Siza Vieira e Souto de Moura onde têm lugar diversas manifestações culturais. 


Braga - Itinerário Acessível

Na cidade fundada pelo Imperador romano Augusto há mais de 2 mil anos é possível fazer um itinerário acessível, de forma segura e confortável.

No centro histórico, o facto de a maior parte das ruas ser plana, o pavimento ser regular e se encontrar em bom estado de conservação, permite que a circulação seja fácil, facto reforçado pela existência de muitas ruas pedonais e de espaços verdes onde se pode descansar a meio do percurso. As passadeiras têm rebaixamentos adequados e são, na sua maioria, niveladas, garantindo um trajeto contínuo. Apenas algumas possuem sinalização tátil e sinalização luminosa ou sonora, mas, no entanto, encontram-se corretamente assinaladas, existindo um risco reduzido associado a estas situações.

Acompanhe este itinerário com o mapa

Arco da Porta Nova (1) - Igreja do Pópulo (3) - Museu dos Biscainhos (2) - Sé e Tesouro da Sé (4) – Capela de Nossa Senhora da Torre (5) - Igreja Santa Cruz (10) – Igreja São Marcos (11) – Palácio do Raio (12) – Jardim da Avenida Central (15) – Basílica dos Congregados (14) – Igreja da Lapa ((7) - Castelo de Braga (8) - Jardins de Santa Bárbara (6)

Arco da Porta Nova

Para início do Itinerário, sugerimos simbolicamente o Arco da Porta Nova (1), marcando também a memória de uma das entradas na antiga muralha medieval. Seguindo pela primeira rua à esquerda (Rua Dom Frei Caetano Brandão), encontram-se os primeiros pontos de interesse do percurso. Na Igreja do Pópulo (3), do séc. XVI, com entrada acessível e ampla no interior, é de referir a decoração do séc. XVIII em que os painéis de azulejo a azul e branco se destacam. Saindo da Igreja, siga pela Rua dos Biscainhos onde se encontra um antigo Palácio seiscentista, hoje o Museu dos Biscainhos (2) onde se pode ver uma importante coleção de artes decorativas do séc. XVII ao séc. XIX.

Retomando a Rua do Arco da Porta Nova, ainda pode entrar no Museu da Imagem, se tiver tempo, e depois seguir em frente pela rua pedonal que será o eixo central do percurso. No segundo quarteirão, sugerimos virar à direita, pela Rua do Cabido, para chegar à Sé de Braga (4).

Sé de Braga

É a mais antiga Sé de Portugal e um ex-libris da cidade, foi mandada construir no séc. XII por D. Henrique e D. Teresa, pais do primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henriques. Com envolvente e entrada acessível, vale certamente a pena visitar. Ultrapassando uma pequena escadaria, é possível também aceder ao Museu do Tesouro da Sé.

Saindo da Sé, siga à esquerda até chegar à barroca Capela da Senhora da Torre (5), construída no séc. XVIII em agradecimento por Braga ter sido poupada ao terramoto de 1755. No edifício adjacente está instalado o Museu Pio XII. A Capela é de difícil acesso devido a uma escadaria na entrada e barreiras pontuais no interior. Do lado esquerdo da Capela, passe o arco até ao Largo de Santiago e, novamente à esquerda, siga pela Rua do Anjo. No final da rua, no Largo Carlos Amarante, encontra-se a Igreja de Santa Cruz (10), do séc. XVII, e a barroca Igreja de São Marcos (11), do séc. XVIII. Por trás da Igreja, fica o emblemático Palácio do Raio (12), um exemplar singular da arquitetura civil do séc. XVIII, onde está instalado o Centro Interpretativo das Memórias da Misericórdia de Braga.

Continuando pela Rua do Raio, irá encontrar à esquerda a Avenida da Liberdade, pedonal, e o agradável Jardim da Avenida Central (15) , com vários restaurantes, esplanadas e lojas, perfeito para uns momentos de descanso, como o histórico café “A Brasileira” (9). No meio da Avenida do Jardim, pode visitar a Basílica dos Congregados (14), em estilo Rocaille, da autoria de André Soares, um arquiteto do séc. XVIII que é referência no património edificado de Braga.

No topo do Jardim, a partir do Largo do Barão de São Martinho, chega facilmente à Rua do Souto e encontra-se a poucos minutos da Igreja da Lapa (7) e do medieval Castelo de Braga (8), de que apenas resta a Torre de Menagem, uma das cinco torres que defendiam a cidade. 

Retoma-se assim o eixo principal do itinerário, que o leva de regresso à Porta Nova, com possibilidade de passar ainda pelos Jardins de Santa Bárbara, perto da Praça do Município. Um habitual ponto de descanso nos passeios pela cidade. 

Durante a visita à cidade irá passar por muitos outros monumentos que refletem a importância de Braga como um dos principais centros religiosos do país, integrado nos roteiros marianos e no Caminho de Santiago. As celebrações da Semana Santa, com grande destaque no calendário litúrgico, atraem habitualmente muitos visitantes à cidade.

Ainda de referir que o itinerário poderá ser completado com uma visita ao Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, com instalações acessíveis. Embora esteja afastado do centro histórico é importante para conhecer a história da cidade, sobretudo em relação à sua origem romana. O nome do museu é uma homenagem ao arcebispo do séc. XV (1461-1532), a quem se deve a reedificação da cidade e a recolha e estudo de grande parte dos vestígios arqueológicos.


Évora - Itinerário Acessível

De fundação romana, Évora teve o seu período áureo a partir do momento em que foi escolhida para residência de reis e de nobres, no séc. XV. Essa importância histórica, que se reflete no património construído, e o facto de se ter afirmado como centro de ciência e conhecimento com a criação da Universidade no séc. XVI levaram a UNESCO a classificá-la Património Mundial, o que justifica ainda mais uma visita.

É uma cidade com condições que permitem definir um itinerário acessível entre os diversos pontos de interesse pois a maioria das ruas não apresenta uma inclinação acentuada. No entanto, algumas barreiras obrigam a que uma visita em cadeira de rodas tenha de ser acompanhada, não existe pavimento tátil ao longo da cidade e os avisos sonoros nas passadeiras, que são na maioria rebaixadas, são muito pontuais.

Acompanhe este itinerário com o mapa

Praça do Giraldo - Igreja de Santo Antão (7) - Sé (8) - Forum Eugénio de Almeida (10) - Templo Romano (11) - Museu de Évora (9) - Igreja da Graça (6) - Igreja de São Francisco (5) - Jardim Municipal e Palácio de D. Manuel (2) - Ermida de São Brás (1)

Praça do Giraldo
Photo: Praça do Giraldo, Évora by Pack-Shot / Shutterstock

Uma visita a Évora começa naturalmente na Praça do Giraldo, o centro da cidade e ponto de encontro por excelência. Em geral, no cento histórico, o pavimento encontra-se em bom estado de conservação, com ruas pedonais amplas e corredores centrais de lajes de granito que facilitam a deslocação, evitando assim as barreiras comerciais aí existentes, como esplanadas e expositores no exterior.

Num dos topos da praça, vê-se a Igreja de Santo Antão (7) e um chafariz, ambos do séc. XVI. Passando os degraus da entrada da igreja, o interior é amplo e permite apreciar com facilidade a arte sacra do altar-mor e das capelas laterais, em particular as pinturas e a talha dourada. No exterior, de referir o chafariz em mármore, com cinco bicas, uma por cada rua que sai da praça.

Iniciando o primeiro percurso, siga pela acessível Rua 5 de Outubro para chegar à Sé (8), um dos monumentos mais icónicos da cidade com as suas duas torres assimétricas. A catedral gótica, a maior em Portugal, tem degraus, desníveis e barreiras, seja na entrada ou no interior, que tornam a visita difícil a pessoas com mobilidade reduzida. Voltando à Rua 5 de Outubro e ao Largo do Marquês de Marialva, segue-se em direção ao antigo Palácio da Inquisição, hoje Fórum Eugénio de Almeida (10), um espaço cultural parcialmente acessível. Muito próximo, o Templo Romano, um dos monumentos mais importantes da cidade, com uma envolvente acessível, e o Museu de Évora (9), com espaços adaptados a pessoas com mobilidade reduzida e serviços de apoio disponíveis a pessoas com incapacidade visual.

Voltando à Praça do Giraldo, é possível fazer um segundo percurso seguindo pela Rua da República. À direita, encontra-se o largo da Igreja da Graça (6), em estilo maneirista com a igreja maneirista do mesmo nome, onde a entrada é dificultada apenas pela existência de um degrau. Por ser um bom exemplo de arquitetura da época, vale a pena a visita. No topo, aos cantos, quatro robustos atlantes simbolizam 4 rios e são chamados pela população de “Meninos da Graça”. Retomando a Rua da República, à esquerda, encontra-se a Praça 1º de Maio onde fica a Igreja gótica de São Francisco (5).  Com entrada acessível, a circulação no interior é garantida por espaços amplos, sem barreiras, existindo apenas um degrau no acesso à singular Capela dos Ossos, construída no séc. XVII.

Palácio de D. Manuel
Photo: Palácio de D. Manuel, Évora by André Gonçalves / Shutterstock

Daí, pode seguir para o Jardim Municipal e Palácio de D. Manuel (2), um espaço público muito agradável onde se pode descansar e descontrair um pouco. O extremo do jardim sinaliza os antigos limites da cidade e uma das entradas na muralha. Passando o Rossio, o percurso termina na Ermida de São Brás (1), mandada construir no séc. XV, um dos primeiros exemplos de arquitetura manuelino-mudéjar, muito difundido no Alentejo em que a presença árabe deixou maiores influências.

Évora é uma cidade acolhedora, com uma longa história, onde cada passeio, por mais simples que seja, se pode transformar numa descoberta, seja pelos pormenores que se encontram nos edifícios mais antigos e nas casas senhoriais, seja noutros pontos de interesse patrimonial ou no espírito jovem e descontraído que a presença da universidade concede à cidade.


Lugares que inspiram

Vá á procura do cenário ideal para as suas férias...

A paisagem, o clima ameno e o céu azul fazem de Portugal um destino privilegiado para apreciar a natureza.

Castelo de Almourol by Yves Callewaert


De forma mais ativa, pode praticar atividades ao ar livre como a canoagem, o canyoning e a bicicleta, ou se preferir uma opção mais contemplativa, fazer observação de aves, observação de cetáceos ou passeios a pé num dos trilhos e percursos disponíveis por todo o país.

Entre muitas paisagens diferentes, a do castelo de Almourol no meio do rio Tejo é, sem dúvida, uma das mais inspiradoras. Castelos e palácios antigos, quintas e solares são geralmente muito apreciados, tanto para momentos mais românticos, como para conhecer o património histórico, os costumes e as tradições de cada lugar. E em Portugal há paisagens e monumentos que são Património Mundial, o que é sempre um bom pretexto para passear.

Seja qual for o seu motivo, descubra o que o pode inspirar na próxima viagem a Portugal.


Mais sobre
Arte e Cultura | Natureza | Romance

 

 


Viagem com vista para o mar

Vá à procura do cenário ideal para as suas histórias...

Fazer surf e viajar são duas experiências que combinam na perfeição. Ir de praia em praia e alternando entre surfar,  mergulhar, fazer umas caminhadas, ou simplesmente ficar na praia a ler um livro até ver o por do sol no mar, é a imagem ideal de férias. E é isso que pode fazer ao longo do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina ou entre Troia e Sagres, o ponto mais a sudoeste do continente europeu.

Arrifana by Yves Callewaert

Escolhendo apenas uma localidade para ficar ou optando por ir de carro, com os amigos ou com a família, fazer o passeio ao longo da costa é uma excelente sugestão. Pelo caminho irá encontrar bons sítios para pernoitar a ver o mar. Um privilégio!

Ainda a não perder, os sabores da gastronomia regional. Ao longo da costa, o protagonismo é naturalmente dado ao peixe fresco e ao marisco, que sabem ainda melhor quando são acompanhados por um bom vinho alentejano ou algarvio. 

Mais sobre
Sol e Mar

 


À descoberta do património

Vá à procura do cenário ideal para as suas histórias...

O vale por onde corre o rio Douro é um lugar mágico. Depois de passar pelas encostas escarpadas, perto da fronteira, o rio vai revelando serenamente os extensos socalcos de vinhas, moldados pelo homem durante séculos nas suas margens. É nesta região que se produz o conhecido Vinho do Porto, tão apreciado no mundo inteiro.

Douro by Yves Callewaert

A viagem pela região do Douro pode ser feita de várias formas. De carro, para poder apreciar a paisagem dos miradouros e visitar as quintas produtoras de vinho, de comboio, recriando o ambiente de inícios do século XX, ou num cruzeiro de barco, que pode começar ou terminar nas Caves de Vila Nova de Gaia, onde o vinho envelhece e ganha sabor, na foz do rio e à beira do Oceano Atlântico.

O rio é um elo de ligação importante e um itinerário possível entre três sítios que são património mundial: Vila Nova de Foz Coa, perto da fronteira, a região do Alto Douro Vinhateiro e a cidade do Porto. Mas há mais que vale a pena conhecer. São pontos de descoberta de diferentes momentos da história de Portugal e um motivo para viajar pelo país descobrindo o património cultural, paisagístico, imaterial e gastronómico que a UNESCO considerou pertencerem a toda a Humanidade. 

Saiba mais sobre
Património Mundial


Siga o trilho...

Vá à procura do cenário ideal para as suas histórias.

Descobrir um lugar de bicicleta é uma experiência única. E em Portugal, há uma série de trilhos e percursos, muitos situados em áreas protegidas, que permitem conhecer paisagens muito diferentes.

Serra de Sintra by Yves Callewaert

Os percursos de montanha são desafiantes e têm a particularidade de passar por pequenas aldeias e cidades onde pode fazer uma pausa para visitar o património e descobrir as artes e ofícios locais. Mas também se irá surpreender com os itinerários do litoral, perto do mar, quando tiver um horizonte azul a perder de vista. Em particular, no Algarve, poderá usufruir de uma rede de percursos ligados entre si que permite percorrer a região, literalmente de uma ponta à outra: a Rota Vicentina, a Via Algarviana, a Rota do Guadiana e a Ecovia do Litoral. 

A oferta de atividades ao ar livre em Portugal é grande e o clima ameno ao longo de todo o ano dá a possibilidade de ter experiências novas em qualquer altura, seja no verão ou no inverno. Os percursos de bicicleta e os passeios a pé são os mais acessíveis, mas também pode praticar escalada e rappel, rafting, cannyonning ou canoagem. E para quem gosta do mar, o surfing, a vela ou o parapente são apenas algumas das sugestões que vai encontrar. 

Seja qual for a atividade ou o itinerário, irá certamente ter a oportunidade de apreciar o que o país tem para oferecer: as paisagens, o clima, a gastronomia e a hospitalidade portuguesa.

 

Saiba mais sobre
Atividades ao Ar Livre

 


O Fabrico de Chocalhos, no Alentejo

O Fabrico de Chocalhos, considerado Património Cultural Imaterial, é uma arte singular que existe na região do Alentejo há mais de dois mil anos.

Ofício importante na identidade da região, esta arte preserva-se ainda sobretudo nos concelhos de Estremoz, Reguengos de Monsaraz e Viana do Alentejo, tendo sido passada de geração em geração, O centro de fabrico principal fica na freguesia de Alcáçovas, onde também se pode visitar o Museu do Chocalho, uma coleção particular com mais de 3.000 peças recolhida ao longo de 60 anos.

O chocalho português é um instrumento de percussão tradicional, com um som inconfundível e um papel fundamental na paisagem sonora das áreas rurais, sobretudo onde ainda se pratica o pastoreio. A prática é transmitida de pais para filhos e requer um processo de fabrico manual muito próprio, antes das peças serem polidas e aperfeiçoadas.



Em vias de desaparecimento, devido às técnicas industriais e por se fazer cada vez menos o pastoreio tradicional, o facto de ter sido classificado Património Intangível da Humanidade é também uma forma de salvaguardar este ofício tão antigo.

Em Portugal existem apenas 13 mestres no fabrico do chocalho, localizados no Alentejo, onde está a maioria, e nos concelhos de Bragança, Tomar, Cartaxo e Angra do Heroísmo.


Caminhos de Fátima

Existem vários meios de transporte que ligam Fátima ao resto do país, mas são muitas as pessoas que preferem fazer esse percurso a pé guiadas pela sua fé em cumprimento de promessas, em busca da espiritualidade ou simplesmente pelo prazer de caminhar num encontro com eles próprios.

Estes percursos evitam as estradas principais, preferindo estradas rurais com menos trânsito. Quatro dos caminhos habitualmente percorridos pelos peregrinos - Caminho do Tejo, Caminho do Norte, Caminho da Nazaré e Rota Carmelita - estão sinalizados no terreno e ligam Fátima a diversos pontos do país. 

O Caminho do Tejo entre Lisboa e Fátima parte do Parque das Nações com passagem por Santarém. Ao longo deste percurso, que totaliza cerca de 141 kms, existem vários locais para alojamento e restauração onde é possível descansar e recuperar forças. Parte deste caminho coincide com o Caminho para Santiago e por isso no marco inicial, colocado a sul do Pavilhão de Portugal, encontra-se também essa sinalização. 

Pavilhão de Portugal
Photo: Pavilhão de Portugal ©Arquivo Turismo de Portugal

Já o Caminho do Norte coincide totalmente com o Caminho para Santiago, pelo que está assinalado com marcos alusivos a ambos os percursos. No território português este caminho percorre cerca de 260 kms e tem início na fronteira de Valença, passando pelo Porto e Coimbra, sempre com diversas possibilidades de alojamento e restauração.

Valença - Rio Minho
Photo: Valença - Rio Minho ©João Paulo

O Caminho da Nazaré liga Fátima a outro santuário dedicado a Nossa Senhora e pode ser percorrido nos dois sentidos, já que muitos dos peregrinos depois de visitarem Fátima seguem um ritual muito antigo de alcançar o ponto onde a terra acaba e o mar começa. Neste caso, o ponto mais próximo é a Nazaré, de cujo promontório imponente – o Sítio – relacionado com outro milagre, podem observar o sol a mergulhar no mar, uma vista belíssima ao final da tarde.

Nazaré - CM Nazaré
Photo: Nazaré ©CM Nazaré

A Rota Carmelita liga Coimbra a Fátima, num traçado que atravessa cenários de grande riqueza natural nos concelhos de Condeixa-a-Nova, Penela, Ansião, Alvaiázere e Ourém. Esta rota tem um total de 111 kms e divide-se em seis etapas, encontrando a sua inspiração na vida e obra da irmã Lúcia, que viveu no Carmelo de Santa Teresa, ponto de partida da jornada.

Santuário de Fátima - CM Ourém
Photo: Santuário de Fátima ©CM Ourém

Para além da busca da espiritualidade, percorrer estes caminhos de silêncio e tranquilidade, é também uma oportunidade de desfrutar das paisagens, da Natureza, da gastronomia regional e do contacto com populações genuínas e acolhedoras.

Encontre mais informação sobre o culto mariano em Portugal, assim como sobre o culto a Nossa Senhora de Fátima, no site www.pathsoffaith.com.

 


Páginas

Pesquisa avançada
Planeamento Veja os favoritos que selecionou e crie o seu Plano de Viagem ou a sua Brochura.
Esqueceu a sua password?
Faça login através de redes sociais
*Aguarde por favor. *As instruções de recuperação de password serão enviadas para o seu e-mail. *E-mail não enviado. Tente novamente.
Faça login através de redes sociais