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Sugestões

Siga o trilho...

Vá à procura do cenário ideal para as suas histórias.

Descobrir um lugar de bicicleta é uma experiência única. E em Portugal, há uma série de trilhos e percursos, muitos situados em áreas protegidas, que permitem conhecer paisagens muito diferentes.

Os percursos de montanha são desafiantes e têm a particularidade de passar por pequenas aldeias e cidades onde pode fazer uma pausa para visitar o património e descobrir as artes e ofícios locais. Mas também se irá surpreender com os itinerários do litoral, perto do mar, quando tiver um horizonte azul a perder de vista. Em particular, no Algarve, poderá usufruir de uma rede de percursos ligados entre si que permite percorrer a região, literalmente de uma ponta à outra: a Rota Vicentina, a Via Algarviana, a Rota do Guadiana e a Ecovia do Litoral

A oferta de atividades ao ar livre em Portugal é grande e o clima ameno ao longo de todo o ano dá a possibilidade de ter experiências novas em qualquer altura, seja no verão ou no inverno. Os percursos de bicicleta e os passeios a pé são os mais acessíveis, mas também pode praticar escalada e rappel, rafting, cannyonning ou canoagem. E para quem gosta do mar, o surfing, a vela ou o parapente são apenas algumas das sugestões que vai encontrar. 

Seja qual for a atividade ou o itinerário, irá certamente ter a oportunidade de apreciar o que o país tem para oferecer: as paisagens, o clima, a gastronomia e a hospitalidade portuguesa.

 

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Atividades ao Ar Livre


O Fabrico de Chocalhos, no Alentejo

O Fabrico de Chocalhos, considerado Património Cultural Imaterial, é uma arte singular que existe na região do Alentejo há mais de dois mil anos.

Ofício importante na identidade da região, esta arte preserva-se ainda sobretudo nos concelhos de Estremoz, Reguengos de Monsaraz e Viana do Alentejo, tendo sido passada de geração em geração, O centro de fabrico principal fica na freguesia de Alcáçovas, onde também se pode visitar o Museu do Chocalho, uma coleção particular com mais de 3.000 peças recolhida ao longo de 60 anos.

O chocalho português é um instrumento de percussão tradicional, com um som inconfundível e um papel fundamental na paisagem sonora das áreas rurais, sobretudo onde ainda se pratica o pastoreio. A prática é transmitida de pais para filhos e requer um processo de fabrico manual muito próprio, antes das peças serem polidas e aperfeiçoadas.



Em vias de desaparecimento, devido às técnicas industriais e por se fazer cada vez menos o pastoreio tradicional, o facto de ter sido classificado Património Intangível da Humanidade é também uma forma de salvaguardar este ofício tão antigo.

Em Portugal existem apenas 13 mestres no fabrico do chocalho, localizados no Alentejo, onde está a maioria, e nos concelhos de Bragança, Tomar, Cartaxo e Angra do Heroísmo.


Caminhos de Fátima

Existem vários meios de transporte que ligam Fátima ao resto do país, mas são muitas as pessoas que preferem fazer esse percurso a pé guiadas pela sua fé em cumprimento de promessas, em busca da espiritualidade ou simplesmente pelo prazer de caminhar num encontro com eles próprios.

Estes percursos evitam as estradas principais, preferindo estradas rurais com menos trânsito. Quatro dos caminhos habitualmente percorridos pelos peregrinos - Caminho do Tejo, Caminho do Norte, Caminho da Nazaré e Caminho do Mar - estão sinalizados no terreno e ligam Fátima a diversos pontos do país. 

O Caminho do Tejo entre Lisboa e Fátima parte do Parque das Nações com passagem por Santarém. Ao longo deste percurso, que totaliza cerca de 141 kms, existem vários locais para alojamento e restauração onde é possível descansar e recuperar forças. Parte deste caminho coincide com o Caminho para Santiago e por isso no marco inicial, colocado a sul do Pavilhão de Portugal, encontra-se também essa sinalização. 

Pavilhão de Portugal
Photo: Pavilhão de Portugal ©Arquivo Turismo de Portugal

Já o Caminho do Norte coincide totalmente com o Caminho para Santiago, pelo que está assinalado com marcos alusivos a ambos os percursos. No território português este caminho percorre cerca de 260 kms e tem início na fronteira de Valença, passando pelo Porto e Coimbra, sempre com diversas possibilidades de alojamento e restauração.

Valença - Rio Minho
Photo: Valença - Rio Minho ©João Paulo

O Caminho da Nazaré liga Fátima a outro santuário dedicado a Nossa Senhora e pode ser percorrido nos dois sentidos, já que muitos dos peregrinos depois de visitarem Fátima seguem um ritual muito antigo de alcançar o ponto onde a terra acaba e o mar começa. Neste caso, o ponto mais próximo é a Nazaré, de cujo promontório imponente – o Sítio – relacionado com outro milagre, podem observar o sol a mergulhar no mar, uma vista belíssima ao final da tarde.

Nazaré - CM Nazaré
Photo: Nazaré ©CM Nazaré

O Caminho do Mar parte do Estoril, junto à Igreja de Santo António e tal como o nome indica segue mais próximo do oceano, passando por Sintra, Mafra, Óbidos e Alcobaça, zonas de grande interesse histórico e monumental, para depois entroncar com o Caminho da Nazaré rumando para o interior em direção a Fátima.

Santuário de Fátima - CM Ourém
Photo: Santuário de Fátima ©CM Ourém

Para além da busca da espiritualidade, percorrer estes caminhos de silêncio e tranquilidade, é também uma oportunidade de desfrutar das paisagens, da Natureza, da gastronomia regional e do contacto com populações genuínas e acolhedoras.


M&I Portugal

Pela sua natural localização no mapa-mundo, Portugal é um ponto de encontro privilegiado para a realização de reuniões, conferências e grandes eventos internacionais.

Para quem pretende reunir participantes oriundos de vários países ou realizar reuniões corporativas promovendo o incentivo ao trabalho com momentos de descoberta e lazer Portugal é um destino a considerar.

Situado no sudoeste da Europa, encontra-se a poucas horas de viagem das principais cidades europeias e é um ponto central nas ligações entre a Europa, a América e a Ásia. Juntamente com esta localização geográfica privilegiada, a capacidade de acolhimento para eventos internacionais, o clima ameno ao longo de todo o ano e a reconhecida facilidade de entendimento em idiomas estrangeiros por uma grande parte da população são fatores que irão certamente facilitar a organização de qualquer evento ou congresso.

No momento da escolha do local, as cidades de Lisboa e do Porto ou as regiões do Algarve e da Madeira são exemplos de uma boa oferta de serviços e equipamentos turísticos reconhecida internacionalmente, como aconteceu recentemente nos World Travel Awards 2016.

Os promotores que pretendam organizar um evento em Portugal poderão contar com a assistência especializada do Official Convention Bureaux e candidatar-se a um programa específico de apoio financeiro à captação e realização de congressos corporativos e associativos.

Se vai organizar um grande evento, aceite a sugestão e escolha Portugal! 


Lisboa de elétrico

Os elétricos são o transporte ideal para conhecer alguns dos locais mais interessantes do património histórico e arquitetónico de Lisboa ou simplesmente para passear pela cidade.

O mais conhecido é o Elétrico 28 que faz a viagem entre o Martim Moniz e Campo de Ourique. Embora se possa apanhar em qualquer ponto, o percurso começa no centro histórico, o Largo martim Moniz e dirige-se ao bairro da Graça, continuando para a Igreja de São Vicente de Fora. Segue para Alfama, passando por algumas das ruas e largos mais pitorescos das zonas medievais de Lisboa, como a Rua das Escolas Gerais ou o Largo das Portas do Sol, um miradouro sobre a encosta até ao rio. Daqui chega-se a pé ao Castelo de São Jorge num instante.

Continua em direção à Baixa, passando pela , facilmente identificada pela sua fachada românica, pela Igreja de Santo António e começa a descer pela movimentada Rua da Conceição, uma rua de comércio tradicional conhecida da população lisboeta pelas retrosarias.

Praça do Comércio
Photo: Praça do Comércio © João Paulo

O elétrico segue para a colina do Chiado, parando quase por certo em frente à conhecida Pastelaria A Brasileira. Em todo o percurso, vale a pena reparar na arquitetura dos edifícios que se vão sucedendo, nos azulejos que forram algumas fachadas ou nos pequenos frisos Arte Nova, geralmente rentes ao telhado.

Passando o Largo do Camões, às portas do Bairro Alto, onde se poderá vir mais tarde para jantar e passar uma noite animada, o elétrico volta a descer a colina, desta vez pela Calçada do Combro. Mais à frente, o principal destaque vai para o edifício da Assembleia da República, antigo Convento de São Bento.

Passando depois pela Basílica e pelo Jardim da Estrela, o 28 continua o percurso atravessando Campo de Ourique, um bairro residencial com tradição, para se dirigir ao Largo dos Prazeres, onde se encontra um dos cemitérios da cidade.

Chegamos então ao final da linha, mas o elétrico dá a volta e pode regressar-se da mesma forma ao centro da cidade. Passando pelos mesmos sítios, como a perspetiva é diferente, descobrem-se sempre outros pormenores e motivos de interesse.

O amarelo faz parte da imagem de marca dos elétricos. E o 28 é o mais conhecido e o que vem em todos os guias turísticos. Mas há uma versão a vermelho, histórica, mais confortável e com a visita guiada para não perder nenhum pormenor da viagem.

Elevador da Glória
Photo: Elevador da Glória

Outros elétricos, outros percursos
O elétrico 12 faz um percurso circular a partir da Praça da Figueira, pelo Martim Moniz, subindo em direção ao bairro do Castelo. A partir do Largo das Portas do Sol, o percurso é idêntico ao do 28, voltando à Baixa.

Na Baixa, também se pode apanhar o elétrico 15 que vai da Praça da Figueira até Algés e costuma ser um bom meio de transporte para chegar a Belém. Para além do mais, vai ao longo do rio o que torna a viagem mais interessante. Neste caso, trata-se de um elétrico moderno e mais rápido.

No Cais do Sodré, o elétrico 18 faz o percurso até à Ajuda, o bairro que fica acima de Belém. É uma possibilidade em termos de transportes públicos para chegar ao Palácio Nacional da Ajuda, a última residência oficial da família real portuguesa, atualmente transformada em museu.

Há ainda o elétrico 25 que faz a ligação entre a Praça do Comércio e o bairro de Campo de Ourique. Pelo caminho, passa pelos bairros de Santos, da Lapa e pela Basílica da Estrela. É um trajeto possível para quem desejar visitar o Museu Nacional de Arte Antiga. Nesse caso deve-se sair na paragem de “Santos” e andar uns minutos a pé.

Existem ainda 3 ascensores e um elétrico, considerados Monumentos Nacionais, que ajudam a subir as colinas da cidade. Nos Restauradores, pode-se apanhar o Elevador da Glória para mais rapidamente chegar ao Bairro Alto, ao Príncipe Real e ao miradouro do Jardim de São Pedro de Alcântara. Do outro lado da Avenida da Liberdade, a meio da paralela Rua das Portas de Santo Antão, o Elevador do Lavra sobre até ao Jardim do Torel. Já perto do Chiado, o Elevador da Bica faz a ligação entre dois bairros antigos que são referência na noite de Lisboa, o Bairro Alto e o Cais do Sodré.

Uma das atrações de Lisboa, no coração do centro histórico, é o Elevador de Santa Justa, um excelente miradouro sobre a Baixa. Obra de referência da arquitetura do ferro em Portugal, foi construído no início do séc. XX (1902), pelo francês Raoul Mesnier de Ponsard, um discípulo de Eiffel.

Para mais informações sobre os percursos e as tarifas, consultar www.carris.pt.

 


Pop Galo

Desfrute da frente ribeirinha junto ao Rio Tejo no passeio pedonal da Ribeira das Naus e aprecie o Pop Galo, a escultura gigantesca criada por Joana Vasconcelos, uma das artistas portuguesas mais reconhecida internacionalmente, que reinventou uma peça icónica do nosso artesanato tradicional: o Galo de Barcelos.

Com 10 metros de altura, é composto por materiais clássicos e tecnológicos - azulejos e lâmpadas led – cruzando de uma forma muito original as raízes e o passado com o moderno e o futuro. De dia todos verão uma escultura gigantesca em azulejo, de noite verão uma peça artística iluminada, que vai permanecer neste local até final de novembro no âmbito do Web summit. 


Golfe no Porto e Norte

Perto do mar ou na montanha, nesta região conhecida pelas suas paisagens verdejantes e os seus vinhos de exceção, entre os quais o mundialmente famoso Vinho do Porto, é possível jogar golfe em campos de caraterísticas diferentes, rodeados de paisagens inspiradoras.

No grande Porto existem vários campos de referência e, claro, a vantagem de poder visitar uma das mais belas e dinâmicas cidades do velho continente, várias vezes considerada o melhor city break da Europa. Obrigatório explorar o centro histórico da cidade – classificado como Património Mundial pela UNESCO –, o tradicional Mercado do Bolhão, a lindíssima Livraria Lello e o centenário Café Majestic, joia da Arte Nova, tantas vezes nomeado um dos mais belos cafés do mundo. À noite, enchem-se os restaurantes, bares, galerias e clubes das ruas Cândido dos Reis e da Galeria de Paris.

Amarante Golf Course
Photo: Amarante Golf Course

Em toda a região do norte de Portugal é irresistível aliar o golfe à excelente gastronomia regional e aos originais vinhos verdes.


365 ALGARVE

Visite o Algarve e não perca o programa de eventos que anima a região ao longo do ano.

Com a designação de 365 Algarve este programa cultural complementa a oferta tradicional da região com mais de mil apresentações de música, dança, teatro, exposições, animação de património, entre outras.

A primeira edição decorre de outubro de 2016 a maio de 2017 e os eventos que vão ter lugar em todo o território algarvio convidam a uma visita à região.

Porque todos os dias contam!

Consulte a programação no www.visitportugal.com


Golfe e natureza nos Açores

Olhar em redor e não ver qualquer tipo de construção no horizonte... só a natureza luxuriante, jarros e hortênsias, criptomérias e cedros e a tranquilidade das ilhas dos Açores, sempre com o Oceano Atlântico à espreita.

A morfologia dos greens convida à caminhada. O clima ameno permite jogar em qualquer estação do ano, nos três campos do arquipélago: Batalha e Furnas, na ilha de São Miguel, e Clube de Golfe da Ilha Terceira, na ilha com o mesmo nome, que oferecem percursos adequados a principiantes e profissionais. Para quem procura uma modalidade mais descontraída, por pura diversão, pode praticar nos Açores uma versão mais livre do golfe, com regras semelhantes, por entre pastos e terrenos agrícolas, longe dos greens oficiais.

Batalha Golf Course
Photo: Batalha Golf Course

É um desporto em expansão nestas ilhas de enorme beleza, onde se desfruta do silêncio e de uma tranquilidade rara, mas onde não faltam programas para aproveitar antes ou depois do golfe, para provar a gastronomia local e admirar a natureza em estado quase selvagem. Pode visitar vulcões e grandes lagoas, vinhas classificadas que se expandem e crescem em rochas de basalto, na Ilha do Pico, e uma pequena cidade que é Património Mundial da UNESCO, Angra do Heroísmo. No mar, é possível passear de barco, praticar mergulho, fazer surf em spots de qualidade mundial e observar as baleias, entre muitas outras atividades que se podem fazer para desfrutar da natureza em pleno.


Angra do Heroísmo - Itinerário Acessível

Na terceira ilha dos Açores a ser descoberta pelos navegadores do séc. XV, Angra do Heroísmo foi a primeira cidade do arquipélago, estrategicamente situado no Oceano Atlântico.

Angra ganhou importância como entreposto comercial e serviu de escala nas rotas de navegação entre a Europa, as Américas e a Índia, servindo como ponto de escoamento dos diversos produtos das outras ilhas assim como um dos principais pontos de chegada, o que se mantém até aos dias de hoje devido ao Aeroporto Internacional das Lajes. 

A sua longa história e o património construído ao longo de séculos levaram a que o centro histórico fosse classificado Património Mundial. A cidade, assim como muitas outras localidades dos Açores, tem uma beleza especial que resulta do contraste entre a natureza exuberante e a pedra escura utilizada na construção, reveladora da origem vulcânica das ilhas.

Marina de Angra do Heroísmo
Photo: Marina de Angra do Heroísmo ©Arquivo Turismo de Portugal

Acompanhe o seu itinerário com o mapa

Para visitar a cidade, sugerimos um itinerário com início na Marina de Angra, subindo a Rua Direita (9) para chegar a um ponto central da cidade, a Praça Velha (8), de onde pode definir a visita aos vários pontos de interesse. Também o poderá fazer pela Rua do Espírito Santo mas nesse caso, os passeios estreitos forçarão a que se desloque na via destinada a veículos.

Encontrará ruas em bom estado de conservação, em calçada de calcário e basalto, ou com lajes de basalto, permitindo uma deslocação estável e regular. No entanto, existem muitos planos inclinados, como por exemplo a Rua da Sé (5), que poderão dificultar o percurso, pelo que se sugere que quem tenha mobilidade reduzida seja acompanhado, para mais facilmente ultrapassar alguns obstáculos.

Em geral, os passeios são amplos nas vias principais, ao contrário do que acontece nas ruas secundárias, onde são mais estreitos. Verifica-se ainda, no geral, uma grande ausência de rebaixamento nas passadeiras. Na área comercial, em que se nota a ausência de rampas de acesso às lojas, é frequente a existência de esplanadas ou o estacionamento abusivo em cima do passeio, causando situações inesperadas na circulação. Devido a todas estas situações, aconselha-se o uso do mapa disponibilizado no topo, onde estão assinalados os diferentes graus de acessibilidade no centro histórico de Angra do Heroísmo.

Igreja da Misericórdia
Photo: Igreja da Misericórdia © Turismo dos Açores

Começando o percurso pela Rua Direita (9), verá certamente a imponente Igreja da Misericórdia (11) construída no séc. XVIII. A entrada é feita por uma escadaria e as cadeiras de rodas não conseguem aceder a todos os espaços no interior, mas o corredor central é amplo e permite usufruir da visita que é guiada. Chegando à Praça Velha (8), siga pela Rua da Sé (5) para visitar a Igreja do Santíssimo Salvador da Sé (4), um dos mais importantes edifícios da cidade. A entrada é acessível e os espaços interiores são amplos e sem obstáculos, permitindo que se admire mais facilmente o trabalho de talha dourada dos altares do Espírito Santo e do Santo Cristo das Misericórdias. Próximo da Sé, vemos o Palácio Bettencourt (3), um belo palácio do séc. XVIII que pertenceu a um Capitão-Geral dos Açores e que é a Biblioteca Pública atualmente.

Voltando à Rua da Sé e seguindo pela Rua do Palácio ou pela Rua Direita, vê-se o antigo Colégio Jesuíta, dividido entre o Palácio dos Capitães Gerais (6), símbolo do poder regional civil desde o séc. XVIII e atual sede da presidência do governo regional, e a Igreja de Nossa Senhora do Carmo (7). A entrada na igreja é feita por escada ou por uma rampa muito inclinada e a circulação acessível no interior é garantida apenas no corredor principal. No interior, merece referência o trabalho em talha dourada e os painéis de azulejo seiscentistas.

Jardim Duque de Terceira
Photo: Jardim Duque de Terceira ©Turismo dos Açores

Na Rua do Marquês, fica a entrada para o Jardim Duque de Terceira (10), onde pode fazer uma pausa e apreciar um pouco da natureza e da vegetação que pode encontrar em toda a ilha. O jardim é acessível e com rampas que garantem o acesso aos vários patamares. Ao cimo da Ladeira de São Francisco, encontra o edifício de um antigo convento onde está instalado o Museu de Angra do Heroísmo (12). A diversidade do acervo, relacionado com a história da Ilha Terceira e dos Açores, é de assinalar. Embora a ladeira seja inclinada, a entrada no espaço é acessível e a circulação no interior tem apenas algumas barreiras pontuais. É possível fazer uma visita guiada adaptada, para pessoas com necessidades especiais e existem várias áreas com informação áudio e vídeo sobre a exposição.

Voltando à Baía de Angra e seguindo junto ao mar, chega-se ao Forte de São Sebastião (14), atualmente transformado numa unidade hoteleira, mas com uma área de miradouro a que se pode aceder através de rampa. O percurso no interior é regular, com a presença de barreiras pontuais.

No outro extremo da Baía, ainda poderá visitar a Igreja e Convento de São Gonçalo (2). É o maior espaço conventual da ilha e foi o primeiro a ser construído, em 1545. A fachada é muito simples mas no interior vai encontrar retábulos em talha dourada notáveis e painéis de azulejo dos séculos XVII e XVIII que justificam a entrada, apesar da escadaria de acesso. No interior, os espaços são amplos embora com alguns degraus, mas um elevador dá acesso aos andares superiores. Habitualmente, a visita é acompanha por um profissional.

Monte Brasil, Angra do Heroísmo
Photo: Monte Brasil, Angra do Heroísmo © Maurício Abreu | DRTA

A alguns minutos, encontra-se a Fortaleza e Igreja de São João Baptista (1). Foi mandada construir pelo rei D. Filipe II de Espanha e I de Portugal, no final do séc. XVI, com o objetivo de proteger as armadas vindas das Índias e das Américas que passavam pelo Arquipélago dos Açores. Pode ser visitada, mas o acesso a cadeira de rodas não é possível em todos os espaços e o pavimento é no geral irregular. Este monumento encontra-se na subida para o Monte Brasil, um percurso que sugerimos fazer em veículo adaptado. Certamente valerá a pena, para apreciar a vista deste miradouro natural sobre a cidade de Angra do Heroísmo.


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