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Rota Histórica das Linhas de Torres

Com mais de 200 anos de história, as Linhas de Torres Vedras representam a luta de Portugal pela soberania, no início do século XIX, quando ocorreram as Guerras Napoleónicas.

A região de Torres Vedras teve um papel preponderante nas linhas de defesa da cidade de Lisboa contra as tropas francesas de Napoleão, mandadas construir secretamente pelo 1º Duque de Wellington, em 1809, chefe das tropas inglesas de quem Portugal era aliado.

Ficaram conhecidas como um dos maiores sistemas de defesa efetiva na Europa, constituído por três linhas de torres, com um total de 152 redutos e 600 peças de artilharia. Podia ser defendido por cerca de 140 mil soldados.

O conjunto de fortificações ocupava os pontos mais estratégicos a norte de Lisboa, aproveitando as características topográficas da região ao longo de seis municípios: Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Vila Franca de Xira e Torres Vedras.

A 1ª linha abrangia uma extensão de 46 km entre Alhandra, nas margens do rio Tejo, e o oceano Atlântico, passando por Torres Vedras. A 2ª linha situava-se a 13 km mais a sul e a 3ª protegia o porto de São Julião da Barra, já na foz do rio, em Lisboa. Sabe-se da existência de uma 4ª linha localizada na península de Setúbal para evitar aproximações pelo sul, embora seja pouco conhecida.

O percurso das Linhas de Torres pode fazer-se de carro ou por pequenos percursos pedestres que passam por vários pontos de interesse militar, religioso, natural, arqueológico e cultural, como os moinhos de vento que serviram de postos de vigia avançados.

O Museu Municipal de Torres Vedras é paragem obrigatória para conhecer as armas e os fardamentos da época, mapas e uma interessante reconstituição em três dimensões do complexo defensivo das Linhas de Torres.

A não perder também o Castelo de Torres Vedras, de origem árabe, e o Forte de S. Vicente, o centro nevrálgico da defesa contra as tropas napoleónicas que nunca chegaram a ultrapassar a 1ª linha de torres na 3ª invasão.

Em Mafra, não podemos deixar de visitar o Convento, um dos mais importantes monumentos do barroco português e símbolo do reinado absolutista de D. João V. Estrategicamente situado na 2ª linha de defesa, foi ocupado pelas tropas do general Junot na 1ª invasão francesa em 1807 e, um ano mais tarde, reocupado pelo exército Inglês que aí permaneceu em quartel-general até 1828.

Nota histórica
Relembrando um pouco da história das Linhas de Torres, recuamos a 1809, quando o Príncipe Regente D. João VI e a corte portuguesa se tinham refugiado no Brasil e a nação vivia sob a possibilidade de uma terceira ocupação francesa. Antes, tendo Portugal desobedecido à ordem de Napoleão em bloquear os portos marítimos aos barcos ingleses, o general francês Junot tinha ocupado Lisboa, no final de 1807, e o general Soult a cidade do Porto. Ambos foram expulsos do território pelo exército luso-britânico sob o comando de Sir Arthur Wellesley, o 1º Duque de Wellington, e o marechal Beresford, ao abrigo da aliança entre os dois países.

 


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Best of Algarve

O Clima - com mais de 3000 horas de sol por ano e uma fraca precipitação média anual, o Algarve possui um clima ameno ao longo de todo o ano, que é sem dúvida um grande fator de atração para os visitantes, tanto no verão para uns dias de praia como no inverno para descansar ou praticar as mais diversas atividades.

Praia Dona Ana

O mar em todos os tons de azul, quase sempre calmo e cálido, e as Praias de areia branca e fina são a imagem de marca da região. Dos areais a perder de vista, limitados por falésias douradas às pequenas baías aninhadas entre rochas, são muitos os cenários deslumbrantes para umas férias inesquecíveis. São cerca de 200 kms de costa que oferecem condições excecionais para a prática de todo o tipo de desportos náuticos, como a vela, o surf ou o windsurf, e para passear de barco com a garantia de encontrar ótimas infraestruturas de apoio nas modernas marinas espalhadas de um extremo ao outro do Algarve. 

O Golfe que lhe tem rendido muitos prémios e distinções internacionais, tendo mesmo sido considerado mais do que uma vez o melhor destino de Golfe do mundo. O Algarve possui cerca de quarenta campos com excelentes condições tanto para os jogadores mais experientes como para aqueles que se estão a iniciar na prática da modalidade. 

Ocean Course Vale de Lobo

A Natureza que se apresenta no seu melhor nas três áreas protegidas: a Costa Vicentina que é o trecho de costa mais bem preservado da Europa, a Ria Formosa, um labirinto de canais separados do mar por um cordão de areia, e o Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António riquíssimo em fauna e flora. Mas há ainda a serra, que se pode descobrir de bicicleta ou a pé seguindo os trilhos da Via Algarviana, que pelo interior, liga o extremo leste da região, à sua ponta oeste, terminando junto à Rota Vicentina, outro conjunto de percursos a não perder para quem gosta de caminhar. Já os que procuram mais adrenalina podem praticar atividades como o parasailing, o mergulho, a asa delta ou o rappel. 

O Património com muitos tesouros para descobrir. Por exemplo em Silves, outrora capital do reino árabe, em Sagres e Lagos, muito importantes nos Descobrimentos do século XV, em Tavira, uma montra da arquitetura tradicional ou no centro histórico de Faro onde se destaca a belíssima catedral. 

Faro - Largo da Sé

A Animação que está ao rubro todos os verões nos muitos bares e discotecas sobretudo nas zonas mais cosmopolitas como Albufeira, Portimão e Vilamoura. E ao longo de todo o ano são vários os eventos que trazem cor e alegria à região, como o Carnaval, os festivais de música ou de gastronomia, as recriações históricas e as feiras e festas tradicionais e que se realizam um pouco por todo o lado. 

A Gastronomia em que se destacam naturalmente os peixes frescos e mariscos, grelhados ou em cataplanas. Mas também há pratos de carne mais usuais no interior algarvio, e os doces de amêndoa e figo como os morgados ou os Dom Rodrigos, que podem ser acompanhados na perfeição pelo licor de amêndoa amarga ou pela aguardente de medronho.

Os Resorts e Spas onde se pode usufruir de um relax absoluto e de curas de saúde e bem-estar que também estão disponíveis nos centros de talassoterapia e nas Termas de Monchique. Mas o descanso está ao alcance de todos numa variedade de aldeamentos e hotéis, dos mais simples aos mais sofisticados que têm em comum um prazer genuíno de bem receber. 

 


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App Guia de Viagem VisitPortugal

Com o guia de viagem oficial Visit Portugal poderá organizar o seu itinerário, obter informação turística em tempo real, aceder à sua conta pessoal e aos seus conteúdos favoritos e pesquisar na base de dados a nível nacional. Tem ainda a possibilidade de descarregar informação para acesso offline.

Disponível para smartphone e tablet, em sistemas iOs e Android, na App Store e no Google Pay.

                     Google Play       Visit Portugal Travel Guide  

Principais razões para usar a App do Visit Portugal:

- Está disponível em 10 idiomas: português, inglês, espanhol, alemão, francês, italiano, holandês, russo, japonês e mandarim.

- Possibilidade de navegar online ou offline, sem despesas de roaming
Faça o download da informação que necessita para a sua viagem e tenha acesso onde quiser e quando precisar.

- Tem Realidade Aumentada
Utilize o seu dispositivo para ter acesso imediato a informação turística, em tempo real. 

- Tem informação georeferenciada
Quando estiver em Portugal, pode ver o que está mais perto de si, a partir da sua posição geográfica.

- Disponibiliza Informação turística
Informação turística e sugestões de férias à escolha, de acordo com o seu interesse: Sol e Mar, Miniférias, Arte e Cultura, Turismo Religioso, Natureza, Atividades ao Ar Livre, Surfing, Golfe, Turismo Náutico, Gastronomia e Vinhos, Saúde e Bem Estar, Romance, Família, Golfe, Jovem.
Acesso gratuito a uma base de dados com 12000 equipamentos, distribuídos pelas7 regiões portuguesas: Porto e Norte, Centro de Portugal, Lisboa Região, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira.
Informação sobre alojamento, empresas de serviços turísticos, campos de golfe, museus, monumentos e sítios, praias, áreas protegidas, contactos úteis, entre muitos outros.

- Dá acesso à conta pessoal do Visitportugal
Onde quiser, aceda online à sua conta do Visit Portugal e consulte os seus conteúdos Favoritos.


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Arte urbana em Lisboa

Lisboa é já uma cidade reconhecida pela arte urbana e num simples passeio pelo centro ou pelos bairros históricos somos surpreendidos por verdadeiras obras de arte. Desvendamos alguns dos locais onde se podem apreciar.

A caminho do Castelo, na Graça e em Santa Apolónia
Um dos pontos de atração de Lisboa é o seu ponto mais alto, o Castelo de São Jorge. Mas antes de chegar ao topo, vindo do Rossio, experimente seguir pela Rua da Madalena e subir as Escadinhas de São Cristóvão. Numa série de fachadas, um coletivo de artistas retratou o Fado vadio, uma escolha natural uma vez que nos encontramos perto dos bairros da Mouraria e de Alfama, berço desta canção classificada Património Mundial.

Fado Vadio - escadinhas de São Cristóvão

Também perto do Castelo e no trajeto do elétrico 28, podemos fazer o Passeio Literário da Graça, onde o projeto Ebano Collective foi convidado a fazer murais alusivos aos escritores portugueses que viveram no bairro, mostrando como é possível ligar a prática artística e a pesquisa etnográfica. O coletivo de artistas é composto por Eime, Leonor Brilha, Lorenzo Bordonaro, Mariana Dias Coutinho, MrDheo, Pariz e Violant. E os escritores portugueses representados são Natália Correia, Angelina Vidal, Sophia de Mello Breyner Anderson e Florbela Espanca, também referenciados no nome das ruas.

Vhils / Pixel Pancho, by Alexander Silva

Descendo a Graça até Santa Apolónia, não deve perder o Jardim do Tabaco. As paredes de um antigo edifício da alfândega são agora telas gigantes com obras de Pixel Pancho e de Vhils. E seguindo pela avenida junto ao rio, veremos o retrato de José Saramago e Pilar, ao chegar ao largo onde se encontra a Fundação dedicada ao escritor português galardoado com o Nobel da literatura.

Nos elevadores da cidade, antes de chegar ao miradouro
Duas atrações inegáveis em Lisboa são os elevadores e, no topo, os miradouros naturais da cidade. Tanto a rua do Elevador da Glória, que faz a ligação entre a Praça dos restauradores e o Jardim de São Pedro de Alcântara, como a rua do Elevador do Lavra, que liga a Avenida da Liberdade ao Jardim do Torel, são espaços de intervenção urbana onde podemos ver obras de diversos artistas.

Perto do Marquês de Pombal
A grande rotunda do Marquês de Pombal marca o km 0 Lisboa e é também o ponto de encontro das principais avenidas da cidade. Numa delas, na Avenida Fontes Pereira de Melo (em direção ao Saldanha, perto da estação de metro Picoas), existem 3 prédios que foram alvo de grandes pinturas murais que nos fazem parar e observar, da autoria de Os Gêmeos, Blu e Sam3.

Av. Fontes Pereira de Melo, by CML | DPC | José Vicente

Entre a Baixa e Belém
Continuando junto ao rio em direção a Belém, de carro ou de elétrico, deverá estar com atenção perto de Alcântara, antes dos pilares da ponte, pois na fachada de um dos prédios da Lx Factory irá aparecer um retrato feito por Vhils e, no lado oposto, um mural de Hom & Nosm.

Mas há muitos outros locais em Lisboa onde podemos encontrar exemplos de arte urbana e muitos percursos que se podem propor. Antes de planear a sua visita consulte a página da Galeria de Arte Urbana de Lisboa ou o mapa do projeto Street2target.

 


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A cortiça

Mais ecológico não há. Natural e macia, mantém o fresco e também o quente, quando é preciso, e é usada para tornar o ambiente confortável e acolhedor. A cortiça é um dos produtos naturais mais caraterísticos de Portugal e faz parte do quotidiano sem darmos por isso.

As rolhas das garrafas de vinho são o objeto mais conhecido mas existem muitos artigos em cortiça: acessórios de moda, roupa e sapatos, mobiliário e revestimentos, de chão ou parede, entre outros. A invenção recente do tecido de cortiça veio revolucionar esta indústria e colocar em evidência as suas propriedades tão apreciadas: é resistente, versátil, reciclável, hipoalergénico e tem qualidades térmicas e acústicas. Para além disso, tem um processo de transformação muito simples para poder ser trabalhado. 

Corticeira Amorim

Para além dos objetos de utilidade diária, a cortiça faz parte da história de Portugal e pode ser encontrada em muitos monumentos e pontos de interesse:

- no Convento de Cristo, em Tomar, classificado Património Mundial, a janela da Sala do Capítulo é um dos pontos a não perder, pela sua simbologia e ligação à história dos Descobrimentos. Entre os elementos esculpidos na pedra encontramos troncos de sobreiro, relembrando a sua utilização nas caravelas dos navegadores portugueses.

- os monges sabiam bem como a cortiça podia tornar o ambiente mais confortável. Exemplos disso são o Convento dos Capuchos, em Sintra, o Convento de Santa Cruz do Buçaco e o Convento da Serra da Arrábida, em que as celas e algumas dependências comuns são forradas a cortiça.

- os presépios do sec. XVIII, da autoria do escultor Machado de Castro, com figuras de terracota em cenários de cortiça são uma referência na história das artes decorativas portuguesas. Um deles pode ser visto na Basílica da Estrela, em Lisboa.

- em, Sintra, o Chalet da Condessa d’Edla foi construído e decorado de acordo com o espírito romântico do séc. XIX. Nas ombreiras das portas, janelas e óculos, a cortiça é um dos elementos decorativos mais expressivos.

- no Algarve, São Brás de Alportel é uma localidade onde a indústria da cortiça teve grande importância para o seu desenvolvimento. Atualmente, é o centro de uma Rota da Cortiça.

- a história da cortiça  desvenda-se também nos museus locais, sejam etnográficos, como o Museu José Régio, em Portalegre, ou ligados à arqueologia industrial, com o Ecomuseu do Seixal.

Corticeira Amorim

Portugal é o principal produtor mundial de cortiça, responsável por mais de 60% do volume das exportações mundiais, e tem uma área de sobreiro correspondente a 25% da existente no mundo inteiro. Por isso, quando viajar pelo país, sobretudo no Alentejo, repare como o sobreiro é uma das árvores mais comuns na paisagem.

SABIA QUE...?
Sendo a cortiça um produto natural altamente versátil, permite fazer coisas quase inimagináveis. Veja os exemplos.

Um vestido para Lady Gaga
Foi com tecido em cortiça da Pelcor que a designer Teresa Martins trabalhou recentemente num visual completo que criou para a Lady Gaga. Inspirando-se na música da conhecida cantora e na obra de arte de Klimt, que Viena homenageou celebrando o seu 150º aniversário, Teresa Martins criou um vestido em cortiça folheada a ouro e prata e bordado à mão com missangas e fios metálicos, recriando as texturas e composições que se conhecem dos quadros do pintor.
O vestido que simboliza a fusão entre moda, música e arte demorou 2 anos a ser produzido e foi oferecido a Lady Gaga, que o usou numa ArtRave que aconteceu em Lisboa, a seguir ao concerto que deu em Lisboa, em novembro de 2014. O momento foi tão apreciado que Lady Gaga o partilhou nas redes sociais.

Obras de arte feitas de rolha de cortiça
Depois de utilizadas nas garrafas de vinho, as rolhas de cortiças podem parecer inúteis, mas há artistas que lhes dão uma nova função e as utilizam para criar obras de arte. 
Scott Gundersen é um artista norte-americano, de Chicago, que utiliza rolhas de cortiça nas suas obras. O primeiro rosto que criou foi o de Jeanne, em 2009, com 3842 rolhas e em 2010, criou o rosto de uma amiga, Grace. Esta obra gigantesca ocupou o artista 50 horas e utilizou 9217 rolhas de cortiça. É também a sua forma de chamar a atenção para a importância da reciclagem e da arte sustentável.
A convite do Turismo de Portugal, Scott Gundersen apresenta a reprodução de um retrato do Rei Felipe VI e da Rainha Letícia, na feira internacional de turismo, FITUR, em Madrid. O quadro será composto por mais de 30 000 rolhas e terá 2,36m de altura e 3,3m de comprimento. Pesa cerca de 140 kg.

Scott Gunderson

Isolamento utilizado pela NASA
A empresa portuguesa Corticeira Amorim é um dos principais parceiros no fornecimento de soluções de isolamento para a NASA.

Uma prancha de Surf em cortiça
O surfista havaiano Garrett McNamara, que surfou uma das maiores ondas do mundo, tem uma prancha de surf totalmente feita em cortiça portuguesa. Foi um trabalho conjunto, em que dezenas de profissionais de design, investigação, aerodinâmica e desenvolvimento de materiais, além do próprio Garrett McNamara, ajudaram a produzir a prancha ideal para aguentar e surfar as ondas gigantes do canhão da Nazaré.

Skates com melhor performance
Um inovador skate de cortiça foi desenvolvido pelo produtor australiano Lavender Archer Cork Skateboards, com o apoio da Corticeira Amorim. A sua produção em laminado de cortiça, com comprovados benefícios ao nível do desempenho, foi motivada pela necessidade de reduzir a vibração típica dos tradicionais skates atualmente existentes no mercado.


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Arte Urbana em Portugal

Frequentemente somos surpreendidos por desenhos nas ruas, em painéis, nas fachadas e em grandes muros. São verdadeiras galerias a céu aberto, onde notáveis artistas de todo o mundo se propõem a dar vida e cor a lugares escondidos no tempo, com técnicas e mensagens diversas, fazendo assim a história de cada local.

A arte urbana é já uma atração nas visitas de cidade com reconhecimento internacional, pela qualidade das obras que se podem encontrar. Em 2014, vários artistas portugueses foram referenciados no mundo inteiro:

- As intervenções de Bordalo II, na Covilhã, e de Ella & Pitr, em Abrantes, foram destacadas pela Street Art News na lista das 25 obras de arte urbana mais populares.

Odeith, com o seu trabalho pintado em Setúbal, foi incluído num especial sobre os melhores trabalhos pelo movimento I Support Street Art

Vhils foi mencionado pela revista Forbes na sua lista de histórias de sucesso de pessoas com menos de 30 anos, na categoria de Art & Style. Mais recentemente, foi convidado pelos U2 a produzir o vídeo de uma das músicas do último álbum, Raised by Wolves. O vídeo foi gravado nas antigas instalações dos estaleiros da Lisnave, em Cacilhas. 

Embora nascida de uma atitude de transgressão e ilegalidade, esta expressão artística tem suscitado o interesse de entidades públicas e privadas. Muitos artistas, nacionais e estrangeiros têm sido convidados por câmaras municipais e por associações culturais a intervir em espaços públicos e em prédios devolutos, dando-lhes uma nova imagem e chamando a atenção de quem passa na rua.

Entre as intervenções que podem ser vistas em Lisboa, no Porto e em Coimbra, destacam-se, entre muitos outros, os trabalhos de CostahOs GêmeosC215, Miguel Januário, Hugo Makarov, Mário Belém, Nuno Saraiva, Pedro Soares Neves, UAT, Vanessa TeodoroAdd Fuel e Gonçalo MAR, encontrando-se em locais de fácil acesso e integrados nos circuitos turísticos.

Há um mundo artístico por descobrir em Portugal. Na próxima visita, não se esqueça de olhar à sua volta e para o chão. Registe o que encontrar e partilhe-o connosco.

Eventos de Arte Urbana
Vários eventos de arte urbana têm contribuído para os programas de animação das cidades, sobretudo durante os meses de Verão.

É uma boa altura para conhecer os espaços urbanos de forma descontraída, ser surpreendido por verdadeiras obras de arte e, quem sabe, de participar e deixar um testemunho para a história.

Umbrella Sky Project

A não perder:
- AgitÁgueda, Águeda (intervenção urbana com chapéus de chuva) - www.facebook.com/AgitAgueda | Instagram.com/agitagueda

- Walk & Talk, Festival de Arte Pública, Ponta Delgada, São Miguel - Walktalkazores.org

- Festival de Arte Urbana Wool, Covilhã - www.woolfest.org 


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Festas de Passagem de Ano

Comece o Ano Novo de uma forma especial e venha passar o fim do ano em Portugal. Em todas as grandes cidades é habitual marcar a passagem de ano com festas em que todos podem participar. Os hotéis preparam-se para as celebrações com programas e promoções especiais e é de aproveitar as campanhas das companhias aéreas.

À meia-noite brinda-se com champanhe e é habitual comer 12 passas, enquanto se fazem 12 desejos, um por cada mês do novo ano. Em muitas cidades há fogo-de-artifício, como em Lisboa ou no Porto, mas o da Madeira é o mais deslumbrante e grandioso, com um espetáculo de luz e cor sobre toda a Ilha.

Veja aqui o que pode encontrar por todo o país. Um Bom Ano Novo!

FIM de ANO em LISBOA
www.visitlisboa.com | www.facebook.com/visitlisboa 
A Câmara Municipal de Lisboa promove uma grande festa num dos locais mais privilegiados da cidade: a Praça do Comércio. Celebra-se com música e um grande fogo-de-artifício. Se estiver num ponto alto da cidade, como o Castelo de São Jorge, que abre as portas para a passagem da meia-noite, pode até ver ao longe o fogo-de-artifício nas localidades da outra margem do Rio Tejo, como por exemplo em Almada ou no Seixal.

Mas também há animação noutros locais como no Parque das Nações ou na zona da Torre de Belém. No Casino de Lisboa e nos vários bares e discotecas da cidade, no Cais do Sodré ou no Bairro Alto, também haverá seguramente muita festa e animação.

Quem gosta de começar o ano junto ao mar, pode celebrar nas praias de Cascais, Estoril ou Oeiras. E logo de manhã, a praia de Carcavelos é a escolhida para o primeiro banho do ano.

FIM de ANO no PORTO
http://visitporto.travel/ | www.visitportoandthenorth.travel
Para a noite da Passagem do Ano, a Câmara Municipal do Porto promete experiências únicas e o melhor vinho do mundo, o vinho do Porto. Na festa da Avenida dos Aliados vão participar duas bandas importantes da música nacional, os Clã e os Expensive Soul e vai haver um espetáculo surpresa de fogo-de-artifício.

Quem preferir, pode aguardar pelas doze badaladas na zona de bares e restaurantes da Ribeira ou mesmo no Rio Douro, num dos cruzeiros que têm programas especiais para esta noite. Será com certeza um momento único.

Veja mais informação sobre eventos, ofertas e promoções para a passagem do ano em http://visitporto.travel.  Pode ainda participar no passatempo “Porto is… New Year’s Eve” e ganhar uma viagem.

PASSAGEM de ANO na MADEIRA
www.visitmadeira.pt | http://fimdoano.visitmadeira.pt
O fogo-de-artifício da Madeira é um espetáculo grandioso e um dos mais importantes cartazes turísticos da Ilha. Até já foi mencionado no Livro de Recordes do Guiness como "O maior espetáculo de fogo-de-artifício do Mundo".

O espetáculo dura quase 10 minutos e está distribuído por diversos pontos da cidade em anfiteatro do Funchal, na orla marítima, no mar e ainda tem um posto de queima na Ilha do Porto Santo. O melhor sítio para se ver é do mar e por isso muitas agências e companhias de barcos promovem pequenas viagens para viver esta experiência única. Para muitos cruzeiros que passam pela Madeira nesta altura, a paragem é obrigatória nesta noite.

FIM de ANO no ALGARVE
www.visitalgarve.pt | www.facebook.com/VisitAlgarve 
O Algarve é um destino de eleição todo o ano e, mesmo no Inverno, os dias de sol são habituais e convidam a passeios à beira mar. A maior parte dos hotéis e resorts organiza festas de Reveillon e tem preços especiais para esta época. Se for o destino da sua viagem de fim de ano, esteja atento às ofertas. 

A animação de rua costuma ser anunciada mais próximo do final de dezembro, mas na Praia dos Pescadores, em Albufeira, é já uma tradição fazer a passagem do ano com muita alegria e fogo-de-artifício, uma festa que rivaliza com a de Portimão. Vila Real de Santo António, Tavira, Faro, Quarteira e Lagos têm uma oferta hoteleira de qualidade e são bons locais para celebrar a entrada no Novo Ano e ter umas pequenas férias. Assim como Monte Gordo e Vilamoura, onde ficam os conhecidos casinos do Algarve.

FIM de ANO na SERRA da ESTRELA
www.visitcentrodeportugal.com.ptwww.facebook.com/centro.de.portugal 
Num país conhecido pelo sol, a Serra da Estrela, a montanha mais alta de Portugal continental, é um destino muito apreciado pelos portugueses e por apreciadores de desportos de neve para celebrar a entrada no Novo Ano.

O ambiente acolhedor de um chalé de montanha ou dos hotéis situados nas Penhas da Saúde, é ideal para passar o ano com a família e com os amigos. Mesmo nos dias mais frios, há sempre oportunidade de se divertirem com atividades ao ar livre.

Seia, Manteigas e Gouveia são outras localidades do Parque Natural da Serra da Estrela onde se pode optar pelas casas de Turismo Rural para passar estas miniférias.

PASSAGEM de ANO nas PRAIAS do ALENTEJO e do CENTRO DE PORTUGAL
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O fim do ano é o pretexto para os portugueses saírem da rotina e fazerem umas miniférias com a família e com os amigos, não esquecendo o facto de serem também duas semanas de férias escolares.

É verdade que o tempo de praia já passou, mas as pequenas localidades costeiras e as vilas de pescadores no Centro de Portugal e no Alentejo são locais bastante concorridos e animados nesta altura do ano. Sugestões de locais onde pode entrar na festa: Aveiro, Praias de Vieira de Leiria, Nazaré, Peniche, Sines, Porto Covo, Vila Nova de Milfontes ou Zambujeira do Mar. Se não houver nenhum programa de animação organizado, não é razão para deixar de festejar… é habitual as pessoas saírem à rua e fazer um brinde ao Novo Ano.


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O Cante Alentejano

Portugal tem no seu património cultural uma expressão musical muito genuína, única no mundo, o Cante Alentejano, agora reconhecido como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

Cantado em coro e sem qualquer recurso a instrumentos musicais, por grupos de homens e mulheres, o Cante Alentejano é uma manifestação popular característica dos vários concelhos do distrito de Beja, na região historicamente conhecida como Baixo Alentejo. No entanto, foi o Município de Serpa que tomou a iniciativa da sua inscrição no Património Mundial em conjunto com a Entidade Regional de Turismo do Alentejo.

Embora atualmente seja mantida pelos grupos corais, alguns deles já centenários, sempre aconteceu em contextos informais, durante o trabalho no campo ou em momentos de festa. As letras falam de sentimentos e de momentos do quotidiano.

Embora não seja específico de nenhum género ou estrato social, é muitas vezes associado às classes rurais que se formaram numa região onde a industrialização agrícola e a extração mineira se desenvolveram durante o final do século XIX e século XX. O primeiro grupo coral surgiu em 1926, associado aos trabalhadores das Minas de São Domingos, hoje desativadas, iniciativa seguida por um segundo grupo em Serpa, em 1927.

Quando visitar a região consulte a agenda cultural para saber se algum espetáculo está previsto, mas sobretudo esteja atento pois pode acontecer espontaneamente em qualquer taberna ou associação recreativa, num momento de descontração depois de um dia de trabalho. Em 2015, está prevista a criação de roteiros e de Casas de Cante para que se possa apreciar esta expressão única.

Uma boa forma de ficar a conhecer o Cante Alentejano é ver o documentário “Alentejo, Alentejo”, de Sérgio Tréffaut. Produzido também para apoiar a candidatura a Património Mundial, foi o Melhor Filme Português no Festival Indie Lisboa 2014 e o Melhor Filme DOCSBarcelona+Medelín 2014. Não deixe de ver a apresentação no site em www.alentejoalentejo.com.


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Cultura Top 10

A cultura portuguesa está ligada à localização geográfica e percurso histórico do país. Portugal é a mais antiga nação da Europa e a sua abertura ao mar lançou-a nos Descobrimentos. O seu património cultural foi marcado por influências de África, América, Ásia e dos povos que aqui viveram antes da fundação, assim como o caráter afável e acolhedor dos portugueses.

Património Mundial
Portugal tem 17 núcleos classificados como Património Mundial, que  abrangem monumentos, centros históricos de cidades, paisagens e património imaterial. Nos “conteúdos relacionados”, abaixo, encontra informação sobre cada um deles.
De destacar que antes da classificação de Sintra não havia a categoria de Paisagem Cultural, criada pela UNESCO para aplicar a uma Serra e um Parque Natural de natureza exuberante, salpicados de palácios e quintas recheados de história e cultura.

Azulejo
É uma presença constante na arquitetura portuguesa e em nenhum outro país reveste tantos exteriores e interiores de casas, igrejas, palácios, etc.. De origem muçulmana, começou a ser produzido em Portugal no fim do séc XV, mas atingiu maior produção no séc. XVIII, com o azulejo azul e branco.
No Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, ilustra-se a sua história, mas basta andar de comboio pelo país, visitar cidades ou andar no Metro da capital para apreciar belos exemplos desta arte decorativa tão característica de Portugal.


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Caminho Português de Santiago - Caminho Central

O mais percorrido Caminho Português de Santiago é o Caminho Central, que passa por Lisboa, Coimbra e o Porto. Está totalmente assinalado desde Lisboa com as inconfundíveis setas amarelas que marcam os Caminhos de Santiago e, por vezes, com uma vieira amarela sobre fundo azul, o símbolo oficial.

Mas em Portugal existem vários Caminhos de Santiago, sempre de sul para norte, já que Santiago de Compostela fica na Galiza, a 120 km da fronteira de Valença, ao norte de Portugal.

A sul de Lisboa o Caminho não está ainda sistematicamente assinalado, mas sabe-se que também era percorrido na Idade Média pelos peregrinos, nomeadamente desde o Cabo de S. Vicente até Santiago do Cacém, num troço que hoje é conhecido como o Caminho Histórico da Rota Vicentina. A Rota Vicentina faz parte da Grande Rota GR11/E9 que passa por Lisboa.

O Caminho Central passa pelas seguintes localidades (distâncias aproximadas):

DE LISBOA A SANTARÉM

1. Lisboa > Alhandra, 33km
Lisboa > Sacavém > Alpriate>Póvoa de Santa Iria > Alverca > Alhandra  

2. Alhandra > Azambuja, 24km
Alhandra > Vila Franca de Xira > Carregado > Vila Nova da Rainha > Azambuja 

3. Azambuja > Santarém, 32km
Azambuja > Aeródromo > Reguengo > Valada > Porto de Muge > Omnias > Santarém 


DE SANTARÉM A TOMAR

4. Santarém > Golegã, 30,5 Km
Santarém > Vale Figueira > Pombalinho > Azinhaga (terra natal de José Saramago, Prémio Nobel da Literatura em 1998) > Golegã

5. Golegã > Tomar, 22km
Golegã > S. Caetano (Quinta da Cardiga) > Vila Nova da Barquinha > Atalaia  > Grou > Asseiceira > Santa Cita > Tomar


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