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Viana do Castelo Acessível

À beira do mar, na foz do Rio Lima, Viana do Castelo tem sido reconhecida ao longo da história pela sua importância nas atividades ligadas ao mar, seja pela participação nos Descobrimentos Portugueses dos séculos XV e XVI, seja como porto da pesca do bacalhau que persistiu até aos nossos dias. No geral, é uma cidade com boas condições de acessibilidade, permitindo definir percursos de uma forma inclusiva a todos os que a visitam e uma circulação estável, segura e confortável do turista.

Acompanhe o itinerário com este mapa

Forte de Santiago da Barra (1) – Igreja de Nossa Senhora da Agonia (2) – Igreja de São Domingos (3) – Museu de Artes Decorativas (4) – Navio Gil Eanes (5) – Centro Cultural (6) – Praça da Liberdade (7) – Biblioteca Municipal (8) – Jardim da Marina (9) – Museu do Traje (10) – Praça da República (11) – Antigos Paços do Concelho / Edifício da Misericórdia (12) – Sé Catedral (13) – Igreja da Misericórdia (14) – Basílica de Santa Luzia (15)

Por toda a cidade, o pavimento apresenta-se em bom estado de conservação. O centro histórico, onde se encontra a maior parte dos pontos de interesse, é composto, na maioria, por ruas pedonais, com corredor central em lajes de granito e inclinação reduzida. As passadeiras encontram-se rebaixadas ou niveladas, permitindo uma passagem segura, embora a maior parte não tenha sistemas de sinalização tátil ou sonora. Ainda de referir que, junto ao Rio Lima, nas zonas comerciais e na zona de maior fluxo de trânsito, a estrada é constituída por cubos de granito, o que origina alguma trepidação para quem se movimenta em cadeiras de rodas ou com carrinhos de bebé. À semelhança de outras cidades, as barreiras comercias são comuns, como esplanadas e escaparates à porta das lojas e restaurantes.


Photo: Viana do Castelo © Shutterstock / homydesign

Viana do Castelo tem uma longa frente de rio, muito agradável para passear, mas, no entanto, o turista deverá adotar uma atitude de precaução, devido à ausência de proteções anti queda. Sugerimos um itinerário com início junto ao rio, no Forte de Santiago (1). Protegia a barra no séc. XVI, mas atualmente é um bom miradouro com vista sobre o mar e a cidade ribeirinha. No acesso ao interior, há que ter em atenção o pavimento ligeiramente degradado que provoca alguma trepidação.

Siga pelo Campo da Senhora da Agonia, onde se encontra o Santuário (2), construído no séc. XVII, centro das tradicionais Festas que atraem tantos visitantes a Viana do Castelo durante o mês de agosto. As ruas forradas a tapetes de flores, a Romaria de Nossa Senhora da Agonia, a Festa do Traje, o Desfile dos Gigantones e Cabeçudos, ao ritmo de grupos de bombos, os desfiles no rio e o Fogo de Artifício final são pontos altos de um programa cultural animado, que se prolonga pelo mês inteiro.


Photo: Igreja de São Domingos © C. M. Viana do Castelo

Continue pela Rua General Barbosa, pesando pela Igreja e Convento de São Domingos (3), do séc. XVI, e pelo Museu de Artes Decorativas (4), onde se pode apreciar uma boa coleção de faiança portuguesa antiga, que sobressai entre peças de artes decorativas, pintura e desenho desde o séc. XVI até ao séc. XIX.

Sugerimos seguir até à frente de rio, onde poderá visitar o interessante Navio Hospital Gil Eannes (5), que durante muitos anos deu apoio aos barcos da pesca do bacalhau, recordando igualmente a construção naval da cidade. Neste passeio, passará por exemplos de referência da arquitetura contemporânea, o Centro Cultural (6) da autoria do arquiteto Siza Vieira, a Praça da Liberdade (7) desenhada por Fernando Távora e a Biblioteca Municipal (8), de Eduardo Souto de Moura. O espaço amplo e acessível do Jardim da Marina (9) será uma boa escolha para fazer uma pausa e descansar um pouco antes de prosseguir para o Centro Histórico.

Recomeçamos o itinerário no Museu do Traje (10). A história dos trajes populares usados no durante as festividades de Nossa Senhora da Agonia, em particular no “Desfile da Mordomia”, em que as raparigas desfilam com os seus vestidos tradicionais enriquecidos com fios de ouro em filigrana, um dos mais antigos ofícios, é um aspeto cultural importante na história de Viana do Castelo.


Photo: Praça da República, Viana do Castelo © Shutterstock / Ana Marques

Chegando à Praça da República (11) está no coração da cidade. Com origem no séc. XVI, encontram-se aqui os antigos Paços do Concelho (12) que D. Manuel I mandou construir, a Casa e Igreja da Misericórdia (14), do séc. XVII-XVIII e a Sé Catedral (13), Igreja Matriz de Viana do Castelo, construída no séc. XVI com elementos românicos e góticos, que vale certamente a pena visitar. A ter em atenção que perto da Sé, algumas ruas requerem um esforço maior devido à ligeira inclinação, como é o caso da Rua Gago Coutinho. Passeie-se à vontade e aprecie o ambiente antigo das ruas e dos edifícios de fachadas trabalhadas em pedra.

Quem chegar de comboio, ficará mais perto deste centro histórico e por isso poderá inverter o percurso seguindo sempre as indicações de acessibilidade que encontra no mapa do Itinerário Acessível.

Santuário de Santa Luzia
Photo: Basílica de Santa Luzia, Viana do Castelo © João Paulo

Fora do perímetro urbano, a visita à Basílica de Santa Luzia (15), um monumento datado de inícios do séc. XX, é indispensável. Acessível por carro ou de elevador, no topo irá encontrar uma vista deslumbrante sobre a região, razão suficiente para ultrapassar a ligeira trepidação na envolvente do santuário, devido ao pavimento em paralelos de basalto.


À descoberta do Porto e Norte

A Sketch Tour foi à descoberta do Norte de Portugal e visitou quatro sítios que são Património da Humanidade: os centros históricos do Porto e de Guimarães, o Vale do Douro e o Parque Arqueológico de Foz Coa.

Os anfitriões foram dois sketchers de culturas diferentes, Mário Linhares, português, e Benedetta Dossi, italiana. Encontraram mais coisas em comum entre si do que diferenças e deixaram-se inspirar pelo que “Portugal tem de melhor: comida, sol, monumentos, paisagem e, claro, pessoas.”

PORTO
No Porto, passearam pelas ruas antigas e estreitas da Baixa e visitaram alguns dos pontos de interesse da cidade, como o palácio da Bolsa, a Ribeira, a Torre dos Clérigos, o recente bairro da Rua Cândido dos Reis e Galeria de Paris, a Avenida dos Aliados, a Rua de Santa Catarina, a Casa da Música, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves, a Foz e as Caves de Vila Nova de Gaia.

Ribeira

©Mário Linhares


©Benedetta Dossi

Torre dos Clérigos

©Benedetta Dossi


©Mário Linhares

Palácio de Cristal ©Mário Linhares


Casa da Música ©Benedetta Dossi


Museu de Serralves ©Mário Linhares


Vila Nova de Gaia

©Benedetta Dossi


©Mário Linhares

Matosinhos

©Benedetta Dossi


©Mário Linhares

GUIMARÃES
Cidade com um glorioso passado, ligada à fundação de Portugal – onde nasceu Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, Guimarães tem caraterísticas urbanas únicas, de origem medieval, que justificaram a sua classificação como Património Mundial pela UNESCO. Para além do centro histórico, o Castelo e o Palácio Ducal são pontos de visita obrigatória e foram fonte de inspiração para os sketchers.


©Benedetta Dossi


©Mário Linhares

VALE DO DOURO
O Alto Douro Vinhateiro é a mais antiga região demarcada do mundo, onde o vinho do Porto e os vinhos do Douro são produzidos. Neste passeio pelas margens do rio, houve tempo para desenhar a paisagem dramática do Vale do Douro e para apreciar algumas das especialidades gastronómicas da região, onde o vinho tem sempre um destaque especial no menu.


©Mário Linhares


©Benedetta Dossi

PARQUE ARQUEOLÓGICO DO VALE DO COA
A visita a um dos mais importantes sítios de arte rupestre do mundo, ao ar livre, iniciou-se com uma passagem pelo Museu onde se começam a desvendar os mistérios da arte paleolítica. Neste santuário artístico, as gravuras com milhares de anos de Foz Coa foram uma inspiração provocadora para os desenhos dos Urban Sketchers.


©Mário Linhares


©Benedetta Dossi


O Porto e Norte visto por Benedetta Dossi

Benedetta imaginou Portugal como um país virado para o oceano, com um legado histórico impresso nas pedras e no rosto das pessoas. Esperava cidades pequenas, decoradas com azulejos, casas estreitas e altas, com muitas pessoas e turistas na rua. Do Porto, tinha visto algumas fotos, da Ribeira e das suas casas coloridas, onde a cidade parecia vibrar com um espírito alegre. Acima de tudo, ficou com vontade de se perder caminhando pelas ruas, a ouvir falar português e descobrindo as vistas sobre o rio. 

Mas a realidade superou a expectativa.“O norte de Portugal é um lugar de 360 °: há tudo o que um viajante poderia desejar. Vale para quem é mais contemplativo, para quem é aventureiro ou para quem gosta da pura vida citadina.“

O Porto foi uma surpresa. No Castelo do Queijo viu um mar diferente do que o que conhecia. Um oceano selvagem, impetuoso, cheio de uma energia vinda de longe. Andar na Ribeira, nas margens do Douro, e ver a cidade com as suas pontes, colinas, adegas e a Torre dos Clérigos à distância, colocou-lhe todos os sentidos em movimento. O Porto é perfeito para aqueles que amam cidades naturais e artísticas, a uma escala humana.

Ribeira




Palácio da Bolsa




Torre dos Clérigos


Casa da Música


Museu de Serralves


Vila Nova de Gaia


Matosinhos


Deixando o Porto, a Sketch Tour seguiu para o interior do Norte de Portugal. Gostou de Guimarães, uma pequena cidade cercada de vegetação, com um ar nostálgico, de sabor medieval.







No Vale do Douro, viajando pelas suas margens de vinhas em socalco, famosas em todo o mundo, deixou-se inspirar por uma paisagem dramática.



Por fim, deixou-se encantar pelo Parque Arqueológico de Foz Coa, um lugar obrigatório para quem ama a arqueologia, mas também para quem sente o poder expressivo da arte paleolítica. „ (...) visitar Foz Coa foi uma experiência muito importante. É o lugar onde nasceu todo o caminho artístico expressivo e comunicativo do homem. Um lugar que pode ser considerado um santuário da arte.“








Benedetta Dossi é uma artista italiana, membro da comunidade Urban Sketchers, com quem partilha as suas experiências de desenho em viagem.
Uma das coisas de que mais gosta de fazer é criar e desenhar diários de viagem. Na Ásia e na Europa, já desenhou muitas cidades e lugares naturais, descrevendo as suas experiências através da arte, conhecendo muitas pessoas graças à comunidade dos Urban Sketchers, fazendo trabalho voluntário e muitas vezes agradecendo a hospitalidade com os seus desenhos.
Expressa-se com linhas fortes e cores rápidas. Gosta de desenhar edifícios, pessoas, carros e ambientes, como se estivessem sempre em movimento, com o objetivo de capturar o presente, mas também alguma coisa do passado e do futuro, para criar uma sensação de dinâmica e contar uma história através da arte.

Facebook: https://www.facebook.com/randomillustrations/
Site: https://365onroad.wordpress.com/
Blog: http://365onroad.blogspot.it/


O Porto e Norte visto por Mário Linhares

Ao longo dos séculos muitos povos diferentes ocuparam o território português, gerando o encontro de muitas culturas e formas de estar. Mário Linhares acredita que esta longa história está na origem da amabilidade portuguesa e fazendo justiça a essa herança, recebeu a italiana Benedetta de braços abertos, sendo o guia e anfitrião desta viagem pelo Norte de Portugal.

(…) somos historicamente assim. Não se trata de uma escolha, mas de um impulso. Não sabemos acolher a diferença de outro modo que não seja como parte de nós. A Benedetta Dossi vem de Itália e traz a sua própria herança cultural, mas não importa, porque a nossa tem capacidade e margem de sobra para a fazer sentir-se em casa!

No final, deixou o Porto com a sensação de dever cumprido, mas também com o desejo de voltar e ficar mais tempo. “Fica sempre muito por conhecer, desenhar, aprofundar, entranhar, mas a vida de viajante é esta, a de fazer escolhas.

PORTO
Ribeira


Palácio da Bolsa




Torre dos Clérigos


Palácio de Cristal


Casa da Música


Museu de Serralves


VILA NOVA DE GAIA


MATOSINHOS



GUIMARÃES




VALE DO DOURO




PARQUE ARQUEOLÓGICO DE FOZ COA




Mário Linhares nasceu em Oeiras, vive em Sintra e trabalha em Lisboa. Estudou na Escola António Arroio, em Lisboa, e em Viana do Castelo, tendo regressado para estudar na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
É designer mas o desenho de observação é que pauta toda a sua atividade. É cofundador dos Urban Sketchers Portugal e o diretor de educação do grupo internacional. Partilha os seus conhecimentos de desenho através de workshops, aulas, retiros e conversas de café. Lidera projetos humanitários desde 1997 e relaciona-os com o desenho desde 2011.
É coautor do livro “Diário de Viagem | Costa do Marfim”, premiado em França e tem participado em diferentes livros, exposições e palestras sobre o tema.
É casado e tem um filho. África está no seu coração e Timor Leste dentro de casa. Viajar e desenhar é o que mais gosta de fazer.

Blog: http://hakunamatatayeto.blogspot.pt


Lagos – Itinerário Acessível

Lagos é uma cidade que convida a passeios tranquilos sempre com o mar no horizonte. Neles poderá descobrir o seu passado histórico que teve o auge no século XV, época dos Descobrimentos, ou simplesmente usufruir da paisagem ou da beleza das suas praias. 

E este é um prazer que está ao alcance de todos, já que a maioria das ruas tem uma inclinação reduzida, com passeios amplos e pavimento estável, e quanto às praias tem várias à sua escolha ostentando o galardão da acessibilidade. 

Acompanhe este itinerário com o mapa

Sugerimos que inicie o itinerário com uma visita ao Forte da Ponta da Bandeira (1), um espaço totalmente acessível erguido no séc. XVII para defender a cidade dos invasores que atacavam por mar. Se atravessar a Avenida dos Descobrimentos, mesmo em frente poderá visitar o Castelo dos Governadores (2) um monumento do séc. XIV que poderá conhecer na totalidade já que não existem entraves à circulação. 

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Castelo dos Governadores - Lagos © Arquivo Turismo de Portugal

Nas proximidades, com entrada pela Praça Infante D. Henrique (4), um largo amplo e totalmente acessível, fica a Igreja de Santa Maria (3) em que um degrau na entrada impossibilita o acesso autónomo. Este templo data do século XV, mas foi restaurado e ampliado posteriormente, tendo ganho sobretudo em elementos decorativos de que são exemplo os retábulos do séc. XVIII.

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Praça Infante D. Henrique | Igreja de Santa Maria - Lagos © Shutterstock_InacioPires

Também no século XVIII foi construída a Igreja de Santo António (5), o local a visitar a seguir. Com entrada pela Rua General Alberto da Silveira, que é ligeiramente inclinada, o exterior sóbrio não deixa suspeitar da sua enorme riqueza decorativa em talha dourada. A entrada possui uma escadaria que dificulta o acesso, mas no interior só se encontram alguns obstáculos pontuais. Ao lado fica o Museu Municipal Dr. José Formosinho (6) que expõe uma coleção rica e variada em que se destaca a arqueologia. Este museu é totalmente acessível, sendo os degraus transponíveis através de rampas amovíveis.

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Lagos© Câmara Municipal de Lagos

A partir daqui sugerimos que passeie pelas ruas do centro da cidade de Lagos num percurso de vias planas, sem problemas de acessibilidade onde se encontram diversas lojas e restaurantes. Poderá por exemplo seguir pela Av. 25 de Abril e depois optar pela Rua Lima Leitão ou pela Afonso de Almeida até à Praça Gil Eanes (7) onde se encontra a polémica estátua de D. Sebastião da autoria de José Cutileiro. É também aqui que se encontra o Posto de Turismo, um espaço amplo e nivelado onde encontra uma equipa preparada para o auxiliar na sua visita a Lagos e que lhe poderá facultar áudio-guias. 

Avenida dos Descobrimentos - Lagos_ICVM
Avenida dos Descobrimentos © ICVM

Seguindo em direção ao mar vai voltar à Avenida dos Descobrimentos (8) onde se situa a ponte pedonal que faz a ligação com a Marina de Lagos (10). Neste espaço, onde estão ancoradas muitas embarcações, encontra-se a Caravela Boa Esperança (9), uma réplica das antigas caravelas portuguesas, cujas caraterísticas exteriores poderá admirar já que a entrada é inacessível e o espaço interior diminuto dificulta a circulação. Na Marina encontram-se diversas áreas de lazer, bem como o Museu de Cera dos Descobrimentos (11), um espaço acessível onde poderá ficar a saber mais sobre a grande epopeia marítima dos portugueses. 

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Forte Ponta da Bandeira - Lagos © JC

Lagos conta também com diversas praias acessíveis, como por exemplo as Praias da Batata, da Luz, de Porto de Mós e a Meia Praia, estas três últimas com cadeira anfíbia para que todos possam usufruir em pleno dos banhos de sol e o mar.


Tavira - Itinerário Acessível

Distribuindo-se pelas duas margens do Rio Gilão num intrincado de ruas estreitas e casas brancas, Tavira é uma das cidades mais características do Algarve que apetece conhecer sem pressas.

A visita, no entanto, apresenta algumas dificuldades para quem tem problemas de locomoção, especialmente nas imediações do castelo em que as ruas são estreitas e inclinadas e o piso é ingreme e irregular.

Faça este percurso com o mapa

Sugerimos que inicie este itinerário na Praça da República (8) um espaço totalmente acessível, onde poderá saborear a doçaria regional nos cafés e esplanadas, ou assistir aos espetáculos e festividades que aqui têm lugar, especialmente durante o verão. Esta praça está situada junto ao Rio Gilão e dá acesso à Ponte (8) mais antiga de origem romana, que faz a ligação à outra margem sem quaisquer entraves à circulação. Este é também um bom local para apreciar as características da arquitetura tradicional da região com os telhados de quatro águas e as portas de reixa. 

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Tavira © Shutterstock| Anyaivanova

Também junto à Praça da República fica o Jardim do Coreto (9), um dos locais mais animados da cidade que é um espaço plano e acessível, muito agradável para passeios à beira do rio. Aqui também poderá visitar o Mercado da Ribeira (10) um espaço amplo e sem barreiras, que após ter perdido as suas antigas funções, foi reconvertido, reunindo lojas, cafés, restaurantes e esplanadas. 

Tavira_shutterstock_SergioStakhnyk
Tavira © Shutterstock | Sergio Stakhnyk

A estrada paralela ao Rio Gilão segue em direção à Ria Formosa e apesar de não fazer parte do presente itinerário é uma sugestão que lhe deixamos para outro dia. Neste percurso poderá admirar a bonita paisagem formada pelas salinas brancas e apreciar a atividade da extração de sal ou os voos das aves aquáticas que procuram este local. No final, no sítio das Quatro Águas parte o barco que atravessa o Parque Natural da Ria Formosa em direção à língua de areia que a separa do mar e que tem 11 kms de extensão. É aqui que se encontram as praias da ilha de Tavira, como a Praia do Barril, onde pode desfrutar da tranquilidade da natureza e dos banhos de mar, que estão ao alcance de todos, já que está disponível uma cadeira anfíbia. 

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Praia do Barril_Tavira © Shutterstock | Sergio Stakhnyk

Prosseguindo o nosso itinerário, na Praça da República em frente à Câmara Municipal visite o Núcleo Museológico Islâmico (6) e aprecie testemunhos das origens árabes desta região como o vaso de Tavira, considerado uma peça única a nível mundial.  O percurso continua pelas ruas do centro histórico, de piso irregular e elevada inclinação, pelo que se sugere que faça este passeio com acompanhante que o apoie, ou em alternativa que utilize o comboio turístico que parte justamente da Praça da República.

Tavira_shutterstock_EvgeniFabisuk
Tavira © Shutterstock | Evgeni Fabisuk

Tavira é conhecida por possuir um grande número de igrejas – 37 no total. Uma das que mais se destaca é a Igreja da Misericórdia (5) pelas suas características renascentistas únicas na região do Algarve, que estão bem patentes no portal.  A entrada faz-se pela Rua da Galeria mas está dificultada por alguns degraus, e no interior amplo e sem barreiras são de salientar os elementos renascentistas que decoram as colunas, a talha dourada e o revestimento de azulejos do séc. XVIII. Na mesma rua, encontra-se o mais notável exemplo de arquitetura civil desta cidade – o Palácio da Galeria – onde está instalado o núcleo principal do Museu Municipal de Tavira (4). O edifício possui plataformas elevatórias na entrada e no acesso aos pisos superiores para que todos possam apreciar as exposições que aqui têm lugar,  normalmente com temáticas associadas ao concelho. No final desta rua situa-se a Ermida de Nossa Senhora da Piedade (7) que apesar de ser pequena possui um interior de espaços amplos sem barreiras. 

Tavira_ARPT Algarve
Tavira © ARPT Algarve

O próximo local a visitar é o Castelo de Tavira (3) a que se acede por ruas inclinadas e de pavimento irregular, num percurso difícil de concretizar sem ajuda.  O espaço interior é amplo, mas existem alguns obstáculos, nomeadamente o acesso ao miradouro por uma escada sem guarda. Nas imediações, a Igreja de Santa Maria do Castelo (2) é o principal templo de Tavira e foi construída no século XIII sobre as ruínas da antiga mesquita. A entrada faz-se por um portal ogival em estilo gótico, existindo, no entanto, alguns degraus que dificultam o acesso. No interior amplo encontra-se a pedra tumular dos sete cavaleiros da Ordem de Santiago que conquistaram a cidade aos muçulmanos. Data da mesma época a Igreja de Santiago (1), que se pensa ter sido erigida sobre a mesquita menor e cuja visita está dificultada por espaços estreitos e algumas barreiras pontuais. 

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Castelo - Tavira © Arquivo Turismo de Portugal

O itinerário que lhe sugerimos termina aqui, mas a cidade de Tavira tem outros pontos de interesse para conhecer. Se quiser saber mais visite o Posto de Turismo que dispõe de uma equipa preparada para auxiliar o turista com mobilidade reduzida e que lhe poderá fornecer áudio-guias para acompanhar o seu percurso. 


Urban Sketchers – 6 dias de surf

O Surf foi o tema que inspirou mais uma viagem da Sketch Tour Portugal ao longo da costa, aproveitando a oportunidade da realização do Rip Curl Pro, uma das provas mais importantes no calendário internacional da modalidade. Muitas praias, ondas diferentes, vilas e aldeias piscatórias foram uma grande inspiração para o sketcher português João Catarino e para a americana Suhita Shirodkar.

Começaram em Carcavelos, um dos lugares mais emblemáticos na história do surf em Portugal, seguiram para a Ericeira, Peniche, onde se realizou o campeonato, e Nazaré, a norte de Lisboa. Continuaram pela costa alentejana, passando pela Comporta, Praia de São TorpesPorto CovoVila Nova de Milfontes. Para terminar, regressaram a Lisboa, onde ainda houve tempo para conhecer a cidade.

Aos desafios dos surfistas, juntou-se o desafio dos sketchers em conseguir desenhar o mar e captar a adrenalina que se vive no surf.

Forte de São Julião da Barra, Praia de Carcavelos
Suhita Shirodkar - Carcavelos

© Suhita Shirodkar

Ericeira
A norte de Lisboa, o percurso ao longo da costa é um dos passeios mais apreciados para quem visita Portugal, com paragem obrigatória na Ericeira, uma vila de pescadores que é também um dos principais spots de surf. Esta parte da costa, que inclui 8 km de praias e uma grande diversidade de ondas foi já considerada a 1ª reserva de surf da Europa e a 2ª do mundo.

João Catarino - Praia dos Coxos
Praia dos Coxos, Ericeira © João Catarino

Suhita Shirodkar - Ericeira
Praia do Sul, Ericeira © Suhita Shirodkar

Peniche
As ondas desta costa oeste são muito procuradas por surfistas e bodyboarders de todo o mundo, com especial destaque para a conhecida praia Supertubos, devido às suas grandes ondas de forma tubular. Juntamente com a Praia do Lagido, é palco do grande campeonato mundial de surf Rip Curl Pro Portugal, uma prova que integra o World Surf League Tour.

João Catarino - Praia do Baleal, Peniche
Praia do Baleal, Peniche © João Catarino

João Catarino - Praia Supertubos, Peniche
Praia Supertubos, Peniche © João Catarino

Suhita Shirodkar - Peniche
Barcos, Peniche © Suhita Shirodkar

Nazaré
O areal da praia da Nazaré, que é igualmente a frente de mar da cidade, é conhecido pela sua extensão e por ser um dos locais onde os tradicionais ofícios da pesca ainda persistem. Ganhou recentemente projeção internacional com o Canhão da Nazaré, um fenómeno geológico da costa que provoca ondas de grande dimensão. Foi onde Garrett McNamara bateu o record de ondas gigantes ao surfar uma onda de 30 metros, que todos os anos muitos surfistas tentam ultrapassar.

Suhita Shirodkar - Nazaré
Nazaré © Suhita Shirodkar

Suhita Shirodkar - Nazaré
Pescadores, Nazaré © Suhita Shirodkar

João Catarino - Nazaré
Nazaré © João Catarino

Ao longo da Costa Alentejana
O litoral do Alentejo surpreende por ser uma área de natureza preservada, com pequenos paraísos de sol e praia, gente amável e boa gastronomia, a que se junta uma grande variedade de praias com condições de excelência para fazer surf. É, por isso, uma opção muito apreciada para férias ativas.

João Catarino - Alcácer do Sal
Alcácer do Sal © João Catarino

Suhita Shirodkar - Alcácer do Sal
Alcácer do Sal © Suhita Shirodkar

João Catarino - Praia do Carvalhal
Praia do Carvalhal, Cataventos © João Catarino

Suhita Shirodkar - Praia de São Torpes
Praia de São Torpes, Sines © Suhita Shirodkar

Suhita Shirodkar - Vila Nova de Milfontes
Vila Nova de Milfontes © Suhita Shirodkar

Praia da Costa de Caparica
Suhita Shirodkar - Praia da Costa de Caparica
© Suhita Shirodkar

João Catarino - Costa da Caparica
© João Catarino

Lisboa
No final, ainda houve tempo para fazer uma visita de cidade.
Suhita Shirodkar - Lisboa
© Suhita Shirodkar 


Surf Sketch Tour - Suhita Shirodkar

Das memórias que tinha, de uma visita feita há 16 anos, e do facto de o pai ser de Goa, com fortes ligações à cultura portuguesa, sempre que Suhita Shirodkar pensava em Portugal tinha a imagem das casas claras e coloridas, das ruas de calçada, das tardes longas e do vinho do Porto. Ao juntar surf, então pensava em calor, praia e águas azuis e calmas, embora sempre tenha sentido curiosidade pelas praias de ondas gigantes, imaginando uma costa com vilas antigas, fortalezas à beira mar e uma vegetação marcada por plantas de agave.

A grande surpresa foi ter encontrado uma grande diversidade de surf spots e tantas praias bonitas que mesmo os desenhos rápidos não permitiam captar. Sentiu-se inspirada a trabalhar com o João, com quem aprendeu muita coisa sobre surf. As falésias de areia da Praia da Galé ou os surfistas na Nazaré são imagens que ficarão para sempre gravadas na memória.

Para além do surf, ficou encantada com a gastronomia, o trabalho dos pescadores, os pequenos barcos de pesca e os finais do dia a desenhar ao por do sol.

I couldn’t end without saying that what stood out most was a sense of warmth and openness. Everywhere I went, people reached out, even across language barriers ( I speak no Portuguese) and expressed a sense of welcome. I felt at home. (…)
A longer trip to Portugal, to explore and sketch more aspects of the country, is what I am going to have to find a way to do!

Forte de São Julião da Barra, Praia de Carcavelos
O primeiro desenho da Surf Sketch Portugal. O João cresceu nesta praia. Um ótimo sítio para começar a viagem…
Suhita Shirodkar - Carcavelos


Praia do Sul, Ericeira
Suhita Shirodkar - Ericeira

Polvo à lagareiro
Suhita Shirodkar - Polvo à lagareiro

 Pescadores e o mar, Praia dos Coxos, Ericeira
Suhita Shirodkar - Praia dos Coxos

Praia de Santa Cruz, Torres Vedras
Suhita Shirodkar - Praia de Santa Cruz

Praia Supertubos, Peniche
Suhita Shirodkar - Peniche

Barcos, Peniche
Suhita Shirodkar - Peniche

Nazaré
Suhita Shirodkar - Nazaré

Pescadores, Nazaré
Suhita Shirodkar - Nazaré

Barcos, Nazaré
Suhita Shirodkar - Nazaré

Alcácer do Sal
Suhita Shirodkar - Alcácer do Sal

Praia de São Torpes, Sines
Suhita Shirodkar - Praia de São Torpes


Vila Nova de Milfontes
Suhita Shirodkar - Vila Nova de Milfontes

Praia da Costa de Caparica
Suhita Shirodkar - Praia da Costa de Caparica

Praia da Costa da Caparica
Suhita Shirodkar - Praia da Costa de Caparica


LISBOA
Vendedores de Castanhas
Suhita Shirodkar - Lisboa

Elétrico
Suhita Shirodkar - Lisboa

 



Suhita Shirodkar vive em São José, na Califórnia, onde trabalha como designer gráfica e ilustradora. De origem goesa, vive atualmente nos Estados Unidos, embora se sinta em casa nos dois países. Adora que os desenhos sejam uma ferramenta para partilhar os sítios maravilhosos que visita, com pessoas em todo o mundo.

Como correspondente dos Urban Sketchers, já ensinou em Simpósios do grupo realizados no Brasil, em Singapura, em Manchester e em Chicago, assim como em muitos workshops locais.


Surf Sketch Tour - João Catarino

João Catarino vive na cidade em que cresceu, Carcavelos, muito próximo do mar e da praia onde o surf se tornou mais popular entre os portugueses. Tendo a ilustração como uma das suas atividades principais, a que se dedica profissionalmente, o surf e o desenho acabou por se tornar uma combinação inevitável.

Foi com satisfação que, como Urban Sketcher, se tornou o anfitrião e guia da californiana Suhita Shirodkar durante a etapa da Sketch Tour Portugal dedicada ao surf. O desejo de mostrar as melhores ondas da costa portuguesa foi uma experiência enriquecedora e uma oportunidade para revisitar lugares sob uma nova perspetiva, deixando-se contagiar pelo fascínio e pela observação atenta e sempre curiosa de Suhita.

Pela diversidade e pelos contrastes paisagísticos que se alternam entre características mediterrânicas e atlânticas, que vemos mudar em poucos quilómetros na passagem de uma serra ou na travessia de um estuário, Portugal, sendo um país relativamente pequeno, parece ter uma dimensão vasta, atendendo à variedade que se apresenta perfeita para este tipo de itinerários. (…) Por vezes é através da experiência e do olhar vivido por alguém que nos visita que reconhecemos melhor o privilégio que é sem dúvida, poder viver e viajar em Portugal.”

Praia dos Coxos, Ericeira
João Catarino - Praia dos Coxos

Praia de Santa Cruz, Torres Vedras
João Catarino - Praia de Santa Cruz, Torres Vedras

Praia Supertubos, Peniche
João Catarino - Praia Supertubos, Peniche

Praia do Baleal, Peniche
João Catarino - Praia do Baleal, Peniche

Nazaré
João Catarino - Nazaré

Alcácer do Sal
João Catarino - Alcácer do Sal

Praia do Carvalhal, Cataventos
João Catarino - Praia do Carvalhal

Praia da Galé
João Catarino - Praia da Galé

Praia de São Torpes, Sines
João Catarino - Praia de São Torpes

Porto Covo
João Catarino - Porto Covo

Vila Nova de Milfontes
João Catarino - Vila Nova de Milfontes

Praia da Costa da Caparica
João Catarino - Costa da Caparica



João Catarino é licenciado em design de comunicação pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL), onde é professor de ilustração nos cursos livres do Centro de Investigação e Estudos em Belas Artes. Também leciona ilustração e design de comunicação na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha do Instituto Politécnico de Leiria. Foi aluno de desenho no Centro de Arte e Comunicação Visual (AR.CO), onde se tornou professor de desenho desde 1995.

Tem dedicado a vida à ilustração, tendo publicações nos principais órgãos de comunicação social portuguesa, nomeadamente na imprensa e na televisão.

Tem sido formador em diversos simpósios internacionais dos Urban Sketchers e o seu trabalho em cadernos de viagem foi diversas vezes apresentado em escolas secundárias, universidades e outras instituições, podendo ser visto nalgumas publicações nacionais e internacionais no âmbito dessa temática.

Blog: www.desenhosdodia.blogspot.com


Guarda – Itinerário Acessível

Na Guarda, a cidade mais alta de Portugal, respira-se um ar saudável e leve, próprio da montanha onde está inserida - a Serra da Estrela, a maior área protegida portuguesa. 

É também da serra que provém o granito predominante nos edifícios do centro histórico e no pavimento das ruas, que pelo bom estado de conservação permitem uma circulação estável e confortável. No entanto, por se tratar de uma zona montanhosa, a inclinação natural do terreno poderá em alguns pontos criar dificuldades à locomoção.  

Faça este percurso com o mapa

Propomos que inicie a visita da cidade no importante núcleo que remonta à Idade Média, época em que a Guarda estava completamente cercada por muralhas, interrompidas em locais estratégicos por entradas que davam acesso às principais estradas da região. São exemplos disso a Porta da Erva (4), também conhecida por Porta da Estrela, e a Porta d’El Rei (1) um arco ogival em estilo gótico. Nesta zona, perto da Rua e Largo de São Vicente situa-se a antiga Judiaria (2), um núcleo de ruas estreitas com casas que mantêm a arquitetura original e onde poderá descobrir símbolos gravados na pedra. Outro local a visitar é a Igreja de São Vicente (3), um templo originário do séc. XIII, mas reconstruído no período barroco, a cujo interior amplo e espaçoso poderá aceder através de uma entrada nivelada na lateral direita.  

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Guarda – Rua do Amparo © Pedro Sousa|Amatar

A Praça Luís de Camões (5), também conhecida por praça velha é o principal espaço público da cidade. Entre os edifícios que a circundam destacam-se as casas nobres que pertenceram a famílias abastadas como o Solar dos Póvoas, os antigos Paços do Concelho com arcadas no piso inferior, e especialmente a imponente Catedral (6). Esta igreja-fortaleza em estilo gótico possui um interior totalmente acessível onde poderá admirar um magnífico retábulo em pedra de Ançã, uma obra marcante do renascimento tardio. 

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Guarda – Catedral © Shutterstock - Liane M

Nas proximidades, junto a uma das antigas portas das muralhas, situa-se a Torre de Ferreiros (7), e um pouco mais abaixo a pequena Capela de São Pedro (8), cuja entrada por escadas dificulta o acesso a um espaço interior estreito. Esta zona possui um pavimento mais irregular e com maior trepidação que coloca dificuldades à circulação.

O percurso continua pelo Largo João de Almeida, onde se destaca o Pelourinho e a Igreja da Misericórdia (9) construída em estilo barroco já fora das muralhas medievais.  O seu interior espaçoso tem o acesso dificultado por alguns degraus na entrada, um obstáculo que também irá encontrar no Museu da Guarda (10). Instalado no antigo Paço Episcopal, este museu expõe interessantes coleções de arquitetura, numismática, pintura e escultura, oferecendo um acesso autónomo apenas no piso inferior, já que é necessário subir escadas para alcançar o andar superior. 

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Guarda – Catedral © ARPT Centro de Portugal

Para uns momentos de repouso sugerimos o Jardim Municipal José de Lemos (11), um espaço verde muito aprazível antes de culminar este passeio na Torre de Menagem (12), situada a 1056 metros de altitude, cujo acesso apresenta algumas dificuldades por se tratar de uma rua inclinada e pelos degraus junto à porta de entrada. Esta torre isolada fazia parte da alcáçova do antigo castelo e possui um centro de receção, num edifício totalmente acessível. Aqui irá encontrar um núcleo expositivo de materiais arqueológicos e um centro de informação sobre os principais pontos de interesse cultural do concelho, onde poderá ficar a saber ainda mais sobre os locais que visitou.


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