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Sugestões

Cruzeiros Portugal

O mar é uma via de comunicação natural para chegar a Portugal e um bom ponto de partida para conhecer a história deste país de navegadores.

Aqui aportam barcos de todo o mundo seja pelo Oceano Atlântico, a oeste, ou pela via de acesso ao Mar Mediterrâneo, a sul, e nos arquipélagos da Madeira e dos Açores.

Neste ponto de ligação entre a Europa e o continente americano, recebe-nos um país com uma longa história e uma cultura milenar. 

Quem vem em cruzeiro encontra nas cidades do Porto, Lisboa e Portimão muitos pontos de interesse que vale a pena conhecer. Também Ponta Delgada, na ilha de São Miguel do Arquipélago dos Açores, ou a cidade do Funchal, na ilha da Madeira, recebem os seus visitantes por mar com todo o conforto e simpatia.


Mergulho

Se à superfície a costa portuguesa tem uma beleza deslumbrante, nas profundezas do Atlântico também há uma riqueza em biodiversidade que vale a pena descobrir. 

O mar que banha Portugal pode ser uma surpresa fantástica para quem o desconhece - pela variedade de peixes, pela beleza dos fundos marinhos e pelos despojos de navios que ao longo dos séculos atravessaram o oceano. Tanto a uma curta distância da superfície como a um nível de profundidade maior, encontram-se muitos atrativos para explorar nas grutas e reentrâncias rochosas com habitats diversificados.

Por todo o país há programas e expedições que organizam a prática do mergulho com toda a segurança. Mesmo para aqueles que nunca o fizeram, há “batismos” e cursos para todos os níveis em que se ensinam as técnicas e regras a respeitar. Para os praticantes mais experimentados, as empresas organizam saídas até aos locais com maiores potencialidades, e proporcionam também o aluguer de todo o equipamento necessário. 

Os Açores destacam-se como destino de mergulho pela visibilidade nas águas profundas isentas de poluição. Várias ilhas possuem infraestruturas e empresas que se dedicam a esta atividade, sugerindo as melhores formas de apreciar estes fundos marinhos de uma beleza inesquecível. Tal como o arquipélago da Madeira, onde as águas também mantêm uma temperatura agradável ao longo de todo o ano, e há uma vida submarina com grande riqueza e variedade.

Já no continente, Peniche tem águas frias mas é um destino de mergulho muito procurado para descobrir as espécies de fauna e flora que povoam as Ilhas Berlengas. Junto ao Parque Natural da Arrábida, Sesimbra é outro lugar bastante apreciado pelos mergulhadores. Mais a sul, a costa alentejana e toda a costa algarvia têm locais de mergulho repletos de vida variada e cheia de cor. Há muito para conhecer neste Portugal submarino.


Vela

Com um clima ameno, sol brilhante e ventos de feição, praticar vela ao longo da costa portuguesa é um enorme prazer. Sempre no Oceano Atlântico, por vezes tranquilo para uma navegação descontraída, ou mais temperamental com desafios que exigem muita energia.

Se no século XV os Portugueses içaram velas ao vento em caravelas e naus e se aventuraram “por mares nunca dantes navegados”, como tão bem narrou Camões, hoje em dia o mar é um espaço privilegiado para o desporto. E a vela pratica-se em diversas classes de embarcações de norte a sul do país, e também nos arquipélagos dos Açores e da Madeira.

Há no entanto alguns locais que se destacam. Desde logo a baía de Cascais, perto de Lisboa, e a baía de Lagos no Algarve que estão consideradas entre os melhores campos de regata do mundo, sendo por isso palco dos mais prestigiados eventos e troféus da modalidade. São muitas as provas internacionais que têm vindo a incluir competições e escalas nas nossas águas, como o Tall Ships Races e a Volvo Ocean Race em Lisboa, a Regatta Clipper around the world na Madeira, o TP/52 Audi Med Cup em Portimão ou o Centenário da ISAF, a Federação Internacional de Vela, que foi celebrado em Cascais.


Grandes desafios de Golfe

Portugal é reconhecido internacionalmente como um destino de golfe e muitos dos seus campos, desenhados por arquitetos de renome, são bons desafios para os golfistas.

Sempre com preocupações de integração na paisagem, a maior parte dos campos tem percursos com traçados adequados a vários níveis de dificuldade. Entre todos, destacam-se alguns greens que se evidenciam pela sua dificuldade ou pela sua envolvência e são um verdadeiro teste à perícia e à técnica.

Praia d’El Rey
Com nove buracos à beira-mar, os caprichos dos ventos marítimos transformam ao Praia d’el Rey num campo que pode ser diferente todos os dias, o que só por si já é um bom desafio. No entanto, a grande prova pensada por Cabell Robinson são os 570 metros para atingir o buraco 17. No buraco 2 avista-se a Ilha das Berlengas ao longe e a paisagem marinha a partir do fairway do buraco 12 é muito apreciada. Foi considerado o sétimo melhor percurso da Europa pela Revista Golf World.

Quinta da Marinha Golf Club
No links imaginado por Robert Trent Jones, o buraco 13 é um espetacular par 4 com 339 metros que desce em direção ao mar, terminando num green com o oceano como cenário de fundo. Com cinco pares 5 e seis pares 3 entre pinheiros, o campo tem vistas espetaculares sobre o mar e a Serra de Sintra.

Belas Clube de Campo
Tem um percurso de campeonato bastante completo e diversificado, desenhado por Rocky Roquemore, que exige a definição de uma estratégia de golfe cuidada mas agrada a golfistas de diferentes handicaps. O grande estímulo do jogo está no green final, o “Big Hole”, protegido por um lago assustador. O buraco 2 também merece destaque, batizado com o nome Augusta em homenagem ao buraco 13 do campo onde se realiza o US Masters.

Troia Golf Championship Course
Photo: Troia Golf Championship Course

Troia Golf Championship Course
No links de Troia desenhado por Robert Trent Jones como o seu campo ideal, destaca-se o buraco 3, um famoso par 4 sobre as dunas onde Sam Torrence ganhou o portugal Open com dois pontos abaixo do par.

Campo de Golfe do Montado
No campo imaginado pelo arquiteto Jorge Santana da Silva, que se desenvolve entre sobreiros, o grande desafio é chegar ao buraco 18 que fica situado numa ilha.

Royal Golf Course de Vale de Lobo
No traçado que Sir Henry Cotton definiu no topo da falésia da costa algarvia combinando os fairways com áreas de pinheiros, a estrela é o green do buraco 16, com uma vista deslumbrante sobre o mar. Este par 3 obriga a uma tacada de 218 metros para sobrevoar três falésias até ao green! É um dos buracos mais fotografados da Europa e é presença assídua na promoção do golfe da região.

Royal Golf Course

Pine Cliffs Golf & Country Club
Tem uma localização única, no topo de uma extraordinária falésia da costa algarvia, a 60 metros da areia dourada da praia. A joia do campo é o buraco 6, o famoso "Devils Parlour", à beira de uma ravina, onde se tem de jogar por cima da praia para chegar a um green estreito, com uma tacada de 198 metros.

Sir Henry Cotton Championship Golf Course
Este campo foi escrupulosamente desenhado por Sir Henry Cotton para que cada buraco fosse um verdadeiro desafio à estratégia de golfe. Mesmo assim existem dois destaques a fazer. O buraco 5 mostra a importância da água, com doglegs para a esquerda numa extensão de 451 metros e com obstáculos de areia e água lateral para a direita. O buraco 13, um par 3, é o mais marcante exigindo uma tacada longa por cima da água. Foi considerado um dos melhores 500 buracos em todo o mundo.

Quinta do Lago Sul
William Mitchel imaginou este campo com greens a poderem ser jogados de várias maneiras diferentes o que o torna num dos mais versáteis campos de golfe, anfitrião do Open de Portugal durante muitos anos. Para além dos bunkers estrategicamente localizados, destaca-se o buraco 15, um par 3 que requer um shot de 200 metros sobre um lago, para um green ladeado por pinheiros.

Pestana Alto Golf
O destaque deste campo desenhado por Sir Henry Cotton com vista sobre a baía de Lagos vai para o buraco 16, um dos mais compridos da Europa, exigindo um par 5 de 604 metros batizado “O Gigante”. O golfista que conseguir fazer um birdie terá direito a receber um certificado e será inscrito no quadro de honra do clube.


Talassoterapia, o bem que faz a água do mar

Não é por acaso que nos sentimos bem sempre que estamos ao pé do mar. Para quem procura bem-estar e quer cuidar da saúde, as propriedades terapêuticas das águas atlânticas que banham a costa portuguesa são uma fonte de equilíbrio.

É sabido que Portugal tem uma ligação muito estreita com o Atlântico em várias vertentes, económicas ou de lazer. Mas este oceano tem também caraterísticas na sua composição que o tornam uma das águas mais ricas para a prática da talassoterapia. É uma fonte de elementos vitais e tem uma composição semelhante ao plasma humano, o que lhe permite ter uma ação virtuosa no bem-estar físico e mental. Entre os seus oligoelementos encontram-se magnésio, iodo, lítio, zinco, cobre, selénio e cálcio, entre muitos outros sais minerais essenciais ao corpo.

A utilização combinada da água, do ar marinho e de substâncias extraídas do mar como as algas, as areias e as lamas têm efeitos regeneradores. Os programas dedicados a situações de cansaço e stress ou de recuperação e convalescença são os mais habituais, mas há uma grande variedade e sempre um adequado a cada caso.

Existem centros dotados de equipamento moderno e especializado em várias regiões - no Porto e Norte, no Centro de Portugal, em Lisboa, no Algarve e nas ilhas da Madeira e do Porto Santo. Tonificar, hidratar e rejuvenescer são algumas das palavras de ordem que têm em comum.

No Algarve, com a praia a chamar, pode experimentar-se, entre muitos outros programas, um de “cura adelgaçante” ou um especial para “pernas tonificadas”. O corpo vai agradecer e os dias de sol terão outro valor.

Na bela ilha de Porto Santo, o clima subtropical e o ambiente tranquilo ajudam a encontrar o mais profundo bem-estar. Os benefícios terapêuticos da areia fina das praias e das águas ricas em iodo, cálcio e magnésio são ideais para libertar o cansaço da vida diária. E com um programa de algas, lamas e areias pode recuperar-se facilmente aquele brilho especial na pele.

Às sessões nas piscinas de água salgada, podem aliar-se outras técnicas de relaxamento como a aromaterapia, as pedras quentes, o ioga ou a meditação. Tudo para cuidar do corpo e restabelecer a mente, sempre à beira mar.

Integrados em resorts e unidades hoteleiras de qualidade, os centros de talassoterapia estão normalmente situados em áreas de grande beleza natural e tranquilidade, o que permite aproveitar os tempos livres para praticar desporto ou fazer atividades ao ar livre. Jogar ténis, fazer uma partida de golfe, fazer passeios a pé e de bicicleta ou então optar por um relaxante passeio de barco são sugestões que facilmente se põem em prática e combinam na perfeição com a talassoterapia.

Em Portugal, o corpo e o espírito são objeto de toda a atenção que merecem.


Praias do Algarve

Dos longos areais protegidos por falésias douradas às pequenas baías aninhadas entre rochedos, o Algarve tem praias para todos os gostos. Em comum oferecem a certeza de umas férias perfeitas ao sol.

E quais são os ingredientes desta oferta? O clima ameno, que conta com a presença do sol cerca de 300 dias por ano. O mar de águas límpidas, quase sempre tépidas e tranquilas. E as areias, finas e brancas, um convite irrecusável à descontração, num gesto tão simples como estender a toalha ao sol para ganhar um bronzeado invejável, ou brincar a construir castelos à beira-mar na companhia dos mais pequenos.

Da costa sudoeste perto de Aljezur até ao extremo leste junto a Vila Real de Santo António são cerca de 200 quilómetros de praias muito diversas entre si. A maior parte tem boas condições de segurança e qualidade reconhecida pela bandeira azul da Europa, com equipamentos que garantem o desporto e a diversão. Muitos são areais de grande beleza que oferecem cenários idílicos para momentos românticos, e outros ficam perto de locais de animação noturna, procurados por aqueles que não dispensam música e dança nas férias. Mas também há praias quase desertas, em que a natureza se preserva num estado praticamente selvagem.

Há um grande número de praias acessíveis a pessoas com dificuldades de locomoção e muitas têm mesmo equipamentos que permitem que todos usufruam dos banhos de mar. E também há praias reservadas aos naturistas, e outras que por serem pouco frequentadas têm áreas em que essa prática é tolerada. 

As praias mais inexploradas estão na Costa Vicentina, em contraste com a zona central, entre Lagos e Faro, onde se encontram areais cosmopolitas, consequência da maior densidade de oferta hoteleira, que inclui muitos resorts de alta qualidade. O Parque Natural da Ria Formosa é uma reserva de sossego, uma área de águas plácidas recortadas por ilhas, canais e lagoas, que marca a transição para leste, onde os mares são mais quentes e suaves e os areais muito extensos. 

Quase todas as praias possuem restaurantes e bares para descansar e tomar um refresco quando o sol está a pique, saborear o peixe fresquíssimo da região ou ficar a apreciar o entardecer, com o sol a esconder-se nas águas do mar. O remate perfeito para um dia bem-passado. 


Ao longo da costa no Centro de Portugal

Não deixe de…
  • praticar desporto no areal da Figueira da Foz
  • saborear peixe grelhado num esplanada à beira-mar
  • fazer um passeio de moliceiro na Ria de Aveiro
  • observar aves aquáticas na Reserva Natural das Dunas de São Jacinto
  • assistir à chegada dos barcos de pesca nas Praias de Mira ou da Vagueira
  • provar o pão-de-ló de Ovar

Praias de areal muito largo limitadas por encostas resguardadas por dunas e pinhais, com areia branca e fina e mar batido de um azul profundo… assim é o litoral do Centro de Portugal. Imagens de grande beleza que podemos descobrir num passeio ao longo da costa, da Figueira da Foz até Esmoriz. 

Da Figueira a Mira

Alegre, cheia de vida e animação, a Figueira da Foz é uma das principais estâncias de veraneio. Para além do enorme areal onde se pode jogar futebol, vólei e um sem número de atividades, é conhecida pelo casino inaugurado no final do século XIX, altura em que a aristocracia enchia os seus elegantes salões. Hoje em dia recebe muitas provas desportivas, do surf à motonáutica, da vela ao rugby de praia, mantendo sempre o seu carácter cosmopolita. Seja verão ou inverno, ciclistas e patinadores são presença garantida na sua marginal que nos conduz à Praia de Buarcos, protegida dos ventos norte pelo Cabo Mondego

Seguindo a estrada florestal chegamos a outra praia - Quiaios, uma aldeia simpática de casas pequenas. A norte, encontram-se as Lagoas da Vela e das Braças, zona de piqueniques e de observação de aves aquáticas. Mais acima a praia da Tocha. Aqui ainda podemos admirar o engenho de construção dos velhos palheiros, assentes em esteios de pinho que foram erguidos pelos pescadores com madeira das matas da região. Serviam para guardar os seus utensílios e muitos deles hoje em dia são casas de férias. O areal dourado prolonga-se até à Praia do Palheirão, selvagem e quase deserta, um pedaço de natureza intacta rodeada de pinhal. 

A estrada florestal leva-nos à Praia de Mira, pequena aldeia piscatória até à primeira parte do século XX. Tanto aqui como na Praia da Vagueira, ainda se pratica a arte xávega, em que os barcos coloridos usam a técnica tradicional da pesca de arrasto, sendo hoje em dia os tratores a puxar as redes para a areia, substituindo assim as juntas de bois que antigamente desempenhavam essa tarefa. 

Perto de Aveiro
Na Praia da Costa Nova os pitorescos palheiros de madeira estão pintados às riscas de cores garridas, uma imagem de postal que todos gostam de registar. A Praia da Barra com o seu farol centenário, o mais alto do país, marca o ponto de encontro da Ria com o oceano, no final de uma língua de terra que tem início a vários quilómetros a sul no Areão. Apesar de se situar mais para o interior, junto a um dos braços da ria, Ílhavo é uma cidade ligada ao mar, cuja população teve um papel importante na pesca do bacalhau nos mares de gelo da Terra Nova. A memória desta história de séculos está bem representada no Museu Marítimo de Ílhavo e na gastronomia local. 

Numa imagem única de comunhão entre a terra e o mar, Aveiro é invadida pela ria, cujos braços se estendem pelo meio do casario em inúmeros canais. Atravessando a Ria de barco chegamos rapidamente à Reserva Natural das Dunas de São Jacinto, uma grande área ao longo da costa. Num perfeito estado de conservação, é um espaço privilegiado para a observação da natureza, sobretudo das aves aquáticas que aqui se refugiam e nidificam, a que se soma outro grande atrativo - a Praia de São Jacinto, quase selvagem com um areal sem fim. 

Da Torreira a Esmoriz
A norte, a Praia da Torreira também se insere no cordão litoral que separa a Ria do mar, um areal contínuo sem interrupção que se estende ao longo de 25 quilómetros desde a Praia de São Jacinto e prossegue até à Praia do Furadouro. Aqui, quem quer fazer praia e desportos aquáticos tem sempre possibilidade de escolha: de um lado o mar, agitado, excelente para a prática de surf, e do outro as águas da Ria, mais tranquilas, ideais para vela ou windsurf. 

Ovar, alguns quilómetros para o interior, vale bem a pena o desvio pelo seu famoso pão-de-ló, que complementa na perfeição a gastronomia regional em que o peixe tem lugar de destaque. Neste conjunto de praias que inclui ainda a norte a Cortegaça e Esmoriz, conservam-se as tradições da pesca artesanal que à mesa se transforma em deliciosos pratos, como as características enguias de escabeche ou de caldeirada e muitas outras formas de saborear o peixe fresco. Uma oportunidade a não perder quando se passeia pelo litoral.


Porto Top 10

Cidade de espírito cosmopolita, o Porto tem sido reconhecido internacionalmente como um destino a descobrir e é uma escolha preferencial para muitos turistas e viajantes. Em 2017, foi eleito Melhor Destino Europeu por turistas de todo o mundo.

Numa visita à cidade, há muitos motivos que estão no topo de todas as preferências. Por isso, num top 10 do Porto indicamos os principais pontos de interesse, na sua maioria situados no centro histórico, classificado Património Mundial pela Unesco.

1. Av. dos Aliados
É o eixo principal do centro histórico do Porto, coroado pelo edifício da Câmara Municipal e enquadrado pela zona comercial mais tradicional da cidade. Nas redondezas o Café Majestic é de visita obrigatória.

2. Sé Catedral
Além da igreja começada no séc. XII, vale a pena visitar os claustros, cobertos de azulejos. Do terreiro, onde fica o pelourinho e outros monumentos, é soberba a vista sobre o Douro e o casario das duas margens.

3. Ribeira
É um do mais atrativos bairros do Porto, onde se sente um ambiente castiço e popular. Aqui pode iniciar-se um cruzeiro pelo Douro.

4. Igreja de S. Francisco
Principal templo de construção gótica da cidade, o Interior barroco é totalmente revestido a talha dourada.

5. Palácio da Bolsa
Bonito edifício do séc. XIX onde se destaca, para além do famoso Salão Árabe, o Pátio das Nações e a cenográfica escadaria nobre.

6. Torre dos Clérigos
É um dos monumentos emblemáticos do Porto, da autoria de Nicolau Nasoni, o mais conceituado arquiteto do período barroco do norte de Portugal. Do alto, a vista sobre a cidade e o rio merecem a subida.

7. Livraria Lello
Conhecida no mundo inteiro entre outras razões porque as suas escadas inspiraram a autora de Harry Potter, é considerada uma das melhores e mais bonitas livrarias do mundo.

8. Casa da Música
A sua arrojada arquitetura assinada por Rem Koolhaas e a diversificada agenda musical fazem dela um ícone do Porto.

9. Serralves
Lugar dum extenso parque muito bem cuidado e agradável, um Museu de Arte Contemporânea riscado por Álvaro Siza Vieira e uma casa em estilo art deco que deu nome à Fundação.

10. Foz
Além das praias, é um local de lazer e esplanadas à beira-mar, com uma pérgola que lhe dá um encanto especial nas fotografias.

 


Viver a natureza na Madeira

Um dos maiores atrativos turísticos da Madeira é a sua vegetação luxuriante e variada, que combina as características tropicais com as mediterrânicas, originando um mosaico vegetal diversificado e rico em tonalidades de verdes, formas e portes.

Visando a salvaguarda deste vasto património natural, que constitui uma raridade a nível mundial, foi criado, em 1982, o Parque Natural da Madeira, parque classificado como Reserva Biogenética, na qual podemos encontrar uma flora e fauna únicas com alguns espécimes raros, como é o caso da Orquídea da Serra, única no Mundo, e ainda árvores de grande porte, pertencentes à família das Lauráceas - o til, o loureiro ou o vinhático e arbustos, fetos, musgos, líquenes e outras plantas de pequeno porte, características da Laurissilva.



Visitar este parque é descobrir a natureza! O parque engloba cerca de 2/3 do território da ilha e nele estão definidas um conjunto de áreas protegidas, terrestres e marítimas, tornando a Madeira um destino ecológico. Dos 1300 aos 700 metros de altitude no Sul da Ilha e aos 200 metros no Norte concentra-se a maior área de Floresta Laurissilva da Macaronésia, que a UNESCO incluiu na lista do Património da Humanidade. A área de proteção deste parque inclui ainda a Ponta de São Lourenço, a Reserva Natural das Ilhas Desertas, a Reserva Natural das Ilhas Selvagens, a Reserva Natural Parcial do Garajau, a Reserva Natural da Rocha do Navio e a Rede de Áreas Marinhas Protegidas do Porto Santo.

A peculiar orografia deste arquipélago aliada à diversidade de terrenos e riqueza paisagística possibilita um sem número de atividades ao ar livre. Seja em terra, no mar ou pelo ar, as opções são várias para qualquer amante da natureza. Os inúmeros trilhos e Levadas que cruzam a floresta endémica da Laurissilva encantarão os caminhantes com as suas vistas arrebatadoras sobre as montanhas, e para os mais audazes a subida aos Picos do Areeiro e Ruivo, promete ficarmos acima das nuvens, com a ilha aos nossos pés.



Já os mergulhadores poderão explorar as águas turquesas da Reserva Natural do Garajau. Entre a fauna marinha residente contam-se alguns peixes de grande porte, como os Meros, cartaz turístico da reserva. Rodeadas por escarpas íngremes, quase inacessíveis, as Ilhas Desertas são o último refúgio atlântico da foca-monge, a foca mais rara do mundo. Igualmente desabitadas, as Ilhas Selvagens são consideradas um santuário ornitológico. Para visitar estas reservas, o melhor é fazermos um passeio de barco numa das muitas empresas de animação que organizam passeios à volta arquipélago, nos quais temos oportunidade de observar espécies marinhas de grande porte como baleias, golfinhos, cachalotes, tartaruga boba, assim como Lobos-Marinhos.

Podemos ainda explorar a zona costeira, repleta de falésias majestosas, praias de seixos e piscinas rochosas naturais que atestam as origens vulcânicas da ilha. Ou, então, apanhar um ferry ou um voo para Porto Santo e desfrutarmos de vários quilómetros de praias douradas.



Para os que gostam da observação de aves, este arquipélago não deixará de os surpreender, pois aqui podemos avistar algumas espécies exclusivas desta parte do globo como o Pombo-Trocaz, o bisbis ou a freira-da-Madeira. Para não esquecermos estes momentos, a máquina fotográfica é mesmo obrigatória.

Quando visitar a Madeira não perca a oportunidade de conhecer de perto todas estas maravilhas e cenários majestosos. Será difícil resistir à tentação de descobrir os atrativos deste paraíso.


Observação de aves

Considerado um dos melhores destinos da Europa para a observação de aves, Portugal, apesar de possuir um território relativamente reduzido, é um país com uma excelente concentração de diferentes habitats.

Essa riqueza e variedade atrai uma grande diversidade de espécies, sendo cerca de 330 as que aqui ocorrem regularmente, algumas das quais endémicas da Península Ibérica. 

Numa curta viagem de automóvel é possível passar dos estuários e outras zonas húmidas à pseudo-estepe e aos vales fluviais escarpados, ou do montado de sobro ou azinho até à orla costeira. Só no Estuário do rio Tejo, a uma distância de apenas 20 minutos de Lisboa, podem ser observadas, com relativa facilidade, mais de 100 espécies de aves num dia! 

Douro Internacional
Photo: Douro Internacional © Europarques

Alguns dos melhores locais para observar aves encontram-se nas áreas protegidas, que ocupam 21% do território nacional. Se a norte, no Douro Internacional, se pode fazer um cruzeiro para apreciar a beleza das arribas onde nidificam o Abutre do Egito ou a Águia de Bonelli, no Tejo Internacional os passeios a pé ou de bicicleta são uma boa opção para observar a Cegonha-preta ou o Grifo, pousados nas rochas cobertas de fósseis.

Perto de Lisboa, os estuários do Tejo e do Sado possuem uma grande riqueza de espécies, sendo comum observar enormes bandos de Flamingos ou de Colhereiros, colorindo as salinas ou os sapais. 

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Photo: Estuário do Tejo © João Jara

Já no Algarve, há que fazer uma pausa nos banhos de sol e mar para conhecer a Ria Formosa ou o Sapal de Castro Marim, duas zonas húmidas de grande importância, procuradas por diversas espécies de aves aquáticas. 

E porque não voar até às ilhas no Oceano Atlântico? A viagem vale a pena pois aqui encontram-se aves que não existem em nenhuma outra parte do mundo, tal como a Freira e o Pombo da Madeira, ou o Priolo dos Açores. Ponta do Pargo, Ponta de São Lourenço e as Ilhas Desertas no arquipélago da Madeira, ou o Pico da Vara na Ilha de São Miguel (Açores) são exemplos de excelentes locais para observação. 

castro Verde_Abetarda
Photo: Castro Verde © João Edgar

Seja qual for a opção, na sua visita a Portugal terá a oportunidade de apreciar paisagens de uma beleza deslumbrante, enquanto segue o voo das aves que cruzam um céu quase sempre azul. Para “poiso” poderá escolher uma unidade de Turismo no Espaço Rural, ou um bom estabelecimento hoteleiro, e aproveitar para se deixar mimar pela famosa hospitalidade portuguesa.  


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