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Sugestões

Turismo Industrial em São João da Madeira

Em São João da Madeira, podemos fazer um itinerário diferente para ver como ainda se preservam as indústrias tradicionais em Portugal.

Os pontos de interesse desta visita são as antigas indústrias da região que ainda se mantêm e fazem parte da história local. Existem circuitos predefinidos pelo património industrial mas, quem preferir, pode criar o seu próprio circuito.

A não perder, a visita ao Museu da Chapelaria, único na Península Ibérica, onde se presta uma homenagem a todos os que fizeram do fabrico de chapéus uma das atividades mais importantes da região. A viagem pelos tempos em que estava na moda usar chapéu passa pela Fepsa. Esta empresa dedicada ao fabrico de feltros para chapéus mantem uma forte ligação às melhores marcas mundiais, ao teatro e ao cinema. Daqui saíram chapéus para muitos filmes de Hollywood.

A preparação da matéria-prima, a partir de pelo de coelho, lebre e castor, é realizada na Cortadoria Nacional de Pelo, onde se pode assistir a todo o processo. Por sua vez, na Heliotextil revela-se a arte do fabrico de acessórios têxteis, como etiquetas, fitas e outros acabamentos, que fazem parte do dia-a-dia. É um importante fornecedor para a confeção de equipamentos dos maiores clubes de futebol.

Também única, mas trabalhando outra matéria, a Viarco é uma fábrica histórica de lápis, que vale a pena conhecer. A funcionar desde 1907, esta empresa portuguesa preserva ainda o processo artesanal de fabrico e desvenda todos os segredos ligados à produção de lápis de grafite e de cor. 

São João da Madeira sempre ocupou um lugar de destaque no mapa empresarial português, com exportações para todo o mundo, com particular importância na área do calçado. Na Evereste, produzem-se atualmente marcas reconhecidas como Cohibas, Miguel Vieira, Fugato, Evereste e Cribs. Por sua vez, na Helsar, uma marca de calçado feminino de gama alta, com 36 anos de existência, pode conhecer-se todo o processo de conceção do sapato, desde o design até à fase de embalamento. Na sua Sala Museu, encontram-se expostos os melhores modelos de cada época e uma surpresa para o visitante: as tendências da próxima estação!

Por fim, podemos conhecer as ferramentas artesanais e as máquinas de outrora no Centro Profissional da Indústria de Calçado, ou ver como funciona um laboratório de ensaios, no Centro Tecnológico do Calçado de Portugal.

Mas para que a visita a São João da Madeira seja aproveitada da melhor forma, sugerimos começar no Welcome Center situado na Torre Oliva. A antiga fábrica de máquinas de costura Oliva é atualmente um dos mais emblemáticos e históricos edifícios da cidade. Aí poderá reservar a visita às fábricas e ter o apoio especializado de um guia turístico industrial para definir o seu circuito personalizado. 


Festivais de Música

Música, sol e mar, festa todas as noites e 850 km de praias: é uma das melhores combinações nos festivais de música em Portugal. Mas há outros programas em que as sonoridades tranquilas se aliam ao património histórico ou aos ambientes campestres numa mistura perfeita.

Para além da boa música, os festivais são uma oportunidade para conhecer os sítios num ambiente de total descontração e de forma divertida. Lisboa e Porto têm sido reconhecidos, todos os anos, como os destinos ideais para umas miniférias e têm noites muito animadas que são a continuação natural do ambiente de festa. Destacam-se nestas cidades o Rock in Rio, o NOS Alive e o Super Bock, Super Rock, em Lisboa, assim como o NOS Primavera Sound no Porto.

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Photo: Alentejo © fffbarrada

Na região Porto e Norte, o Vodafone Paredes de Coura na Praia fluvial do Taboão é um bom exemplo de um cenário paradisíaco no meio da natureza. Passeios de bicicleta, trekking, canoagem e banhos de rio são apenas algumas das sugestões que podem complementar na perfeição uns dias bem passados. Também a Natureza, tal como a arte e a liberdade são celebradas nos anos pares no Boom Festival que tem lugar nas margens da albufeira de Idanha-a-Nova, no centro de Portugal. Mais a sul, perto de Tomar, o Festival Bons Sons mostra como uma aldeia se pode mobilizar para organizar um evento que apresenta o melhor da música e das tradições portuguesas. 

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Photo: Paredes de Coura

No litoral os concertos aliam-se às praias, gente simpática e noites que se prolongam até o dia nascer. Os famosos festivais MEO Sudoeste na Zambujeira do Mar e Músicas do Mundo em Sines, o Sumol Summer Fest na Ericeira ou o RFM Somnii na Figueira da Foz ficam perto da praia com tudo de bom que isso tem. É uma excelente altura para dar um mergulho e ter umas aulas de surf nos melhores spots da costa portuguesa. 

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Photo: Festival Músicas do Mundo|Sines ©Câmara Municipal de Sines

No Funchal, o NOS Summer Opening junta a música à natureza proporcionando experiências para descobrir a Madeira com muita adrenalina. Já no Algarve, o Festival Med em Loulé, e o Festival F em Faro transformam os centros históricos das cidades em palcos para diversas manifestações artísticas. 

Quem gosta de sons clássicos ou de jazz poderá optar pelo Festival Terras sem sombra no Alentejo, em que os concertos de música clássica invadem igrejas e conventos e são complementados com programas que dão a conhecer as atividades e tradições regionais, ou pelo Angrajazz que todos os anos em outubro se realiza na Ilha Terceira, nos Açores.  

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Photo: Festival Terras sem sombra|Beja

Se gosta de música venha a Portugal com a certeza de encontrar um festival à sua medida.  Desde espetáculos com grandes talentos a eventos importantes no calendário internacional haverá sempre um programa em alguma parte do país que lhe irá agradar. Nada como consultar portuguesemusicfestivals.com ou a agenda para ver quem vai cá estar e depois… é só seguir a melodia!


Festas dos Santos Populares

Junho é o mês dos Santos Populares com festas e arraiais por todo o país nas noites de Santo António, de São João e de São Pedro.

As principais são as Festas de Lisboa, de 12 para 13 de junho, dia de Santo António, e as do Porto, na noite de 23 para 24 de junho, quando se celebra o S. João. São festas duma grande animação, em que o povo vem para a rua comer, beber e divertir-se pelas ruas dos bairros populares, engalanadas com arcos, balões coloridos e cheiros de manjerico.

Em Lisboa as marchas populares de cada bairro desfilam pela Av. da Liberdade, enchendo aquela artéria de centenas de figurantes, música, colorido e muito público. Mas a enchente e a animação não são menores nas ruas desses bairros, com destaque para Alfama, mas também para a Graça, Bica, Mouraria ou Madragoa. Nos largos e vielas medievais, come-se caldo verde e sardinha assada, canta-se e baila-se noite dentro. Outro momento alto é a procissão de Santo António, que no dia 13 sai da sua igreja, situada em Alfama, junto à Sé, no local onde este santo nasceu, cerca de 1193.

No Porto, a festa é idêntica em cor e alegria ao longo dos bairros mais tradicionais, como Miragaia, Fontainhas, Ribeira, Massarelos e outros. Mas o Porto tem ainda outros usos e costumes: se antigamente os foliões batiam com alho-porro na cabeça dos companheiros, hoje usam martelinhos de plástico com o mesmo fim; por outro lado, além do feérico fogo-de-artifício que é lançado à meia-noite em pleno rio Douro, no Porto também se lançam coloridos balões de ar quente, numa das mais bonitas celebrações destes festejos populares. A noite acaba para muitos junto à praia, para ver nascer o sol ou para um banho matinal, como manda a tradição.

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A 29 de junho comemora-se ainda o São Pedro, também com festas populares em várias localidades do país, como Sintra ou Évora, ambas na lista do Património Mundial. Évora, aliás, tem a particularidade de celebrar dois santos populares, pois realiza desde o séc. XVI a feira de S. João, uma das maiores da região sul de Portugal, comemorando também o dia de S. Pedro como feriado municipal.

Em todas as festas é também de tradição saltar a fogueira e oferecer à namorada ou namorado aromáticos vasos de manjerico, onde se colocam quadras, muitas vezes falando de amor, ou não estivessem estas festas ligadas ao solstício de verão e a antigos rituais de fertilidade.

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Aquaparques em Portugal

Em Portugal encontram-se parques aquáticos de norte a sul do país que garantem momentos de boa diversão, sob o generoso sol português. 

O sol e o mar são uma constante neste país de mais de 800km de costa, mas já não é preciso passar o dia na praia para guardar recordações de horas bem passadas dentro de água, com ou sem crianças. Os parques aquáticos mais concorridos encontram-se no Algarve (Slide & Splash, Aqualand Big One), mas existem outros igualmente divertidos em todo o país, com piscinas e escorregas para todos os gostos, tubos, túneis e pistas aquáticas, jacuzzis e muitas outras formas de cativar o interesse, quer se procurem experiências mais radicais ou mais tranquilas, sem tanta adrenalina.

As diversões aquáticas fecham no inverno e abrem n o verão. Mas alguns também têm animais, seja só para os admirar ou conhecer melhor, seja para brincar com eles dentro de água, como no Zoomarine e no Aqua Show Family Park, no Algarve. Todos oferecem, porém, áreas de lazer bem cuidadas, restaurantes, e alguns até alojamento, contando sempre com infraestruturas desportivas e diversões alternativas para que não falte nada ao visitante mais exigente.

Assim, mesmo quem está no interior ou não quer ir à praia, encontra o Parque Aquático de Amarante e o Naturwaterpark de Vila Real no norte de Portugal, o Panorâmico Aquaparque junto a Pombal, o Norpark na Nazaré ou o Sportágua em Peniche, estes no Centro de Portugal. E ainda podemos visitar o Aquaparque Santa Cruz, na ilha da Madeira.

Se mencionámos apenas alguns dos parques aquáticos, merecem referência também algumas praias artificiais: no Centro de Portugal encontram-se a Live Beach Mangualde, perto de Viseu, e a Praia das Rocas (com ondas artificiais), em Castanheira de Pera. Tal como os parques, oferecem dias bem refrescantes a mergulhar, saltar, deslizar, brincar com os filhos… Enfim, dias cheios de emoção!


Férias em Família

Portugal oferece excelentes condições para umas férias em família, já que é um pequeno país à beira do Atlântico, ideal para atividades de exterior ou interior.

Portugal tem cerca de 800 km de comprimento máximo no território continental, que se percorrem facilmente, proporcionando uma grande variedade de experiências, sempre a curta distância. É um país seguro, brindado com o maior número de horas de sol por ano de toda a Europa e dispõe duma excelente rede viária e de aeroportos internacionais junto dos principais destinos turísticos, o que o torna sempre uma escolha certa para miúdos e graúdos.

Aqui, os mais novos vão adorar conhecer um sem número de locais, a começar pelos parques de animais. O Oceanário e o Aquário Vasco da Gama, em Lisboa, o Fluviário de Mora, os vários zoos, com destaque para o Jardim Zoológico de Lisboa ou o Badoca Safari Park, no Alentejo, são alguns dos mais conhecidos. Tal como o Zoomarine no Algarve, que faz a ponte entre um parque temático e os concorridos parques aquáticos que abundam na região, mas se espalham um pouco por todo o país:  Nazaré, Amarante, Pombal ou Santa Cruz, na Madeira, são algumas das localidades onde se podem encontrar piscinas e escorregas de todos os tamanhos e feitios com diversão garantida para todos. Mas podem divertir-se também, e aprender, nos vários Centros de Ciência do continente e ilhas, onde sobressaem o Planetário Calouste Gulbenkian e o Pavilhão do Conhecimento, ambos em Lisboa. São ainda muito procurados o Museu da Marioneta em Lisboa, os museus do brinquedo e os centros de equitação que se encontram por todo o país ou o Portugal dos Pequenitos que, em Coimbra, atrai crianças desde há muitas gerações.

Um bom momento para os mais novos também pode ser um piquenique no Parque do Campo Grande ou de Monsanto, em Lisboa, no Parque da Cidade ou de Serralves, no Porto, e em tantos outros de norte a sul de Portugal. Assim como um passeio de burro. Ou  de barco. Porque não ir ver os golfinhos no estuário do Sado? Até a história pode ser palco para umas férias em cheio quando, num castelo, pais e filhos aprenderem algo das batalhas que ali se travaram, ou perceberem melhor a vida de reis e princesas num dos vários palácios que podem visitar.

Mais ou menos didáticas, mas sempre animadas, as crianças vão adorar participar em atividades à sua altura, com ou sem a companhia dos pais. 


Páscoa em Portugal

Com dias de sol a lembrar o verão que se aproxima, a Páscoa é uma excelente altura para visitar Portugal.

Para passear na praia com temperaturas que por vezes já convidam a banhos de sol e mar, sobretudo no Algarve e na Madeira. Ou para mergulhar na natureza que se renova na primavera numa explosão de cores e aromas a descobrir nos Parques Naturais no Norte e Centro, no Alentejo ou nas ilhas dos Açores.

E porque não aproveitar para fazer umas compras, procurar as novas tendências e coleções nas boas lojas de Lisboa e do Porto? Ou para apreciar as especialidades gastronómicas como as amêndoas cobertas de açúcar ou chocolate e os deliciosos folares. E ao almoço no domingo de Páscoa há que fazer como em boa parte das casas portuguesas e saborear o cabrito assado no forno.



Mas a Páscoa é uma quadra de profundo significado católico que em Portugal se celebra por todo o país. Em Braga a semana santa vive-se com toda a solenidade da Igreja e tem como momentos altos a 5ª Feira Santa (Última Ceia e cerimónia do lava-pés), a 6ª Feira Santa (dia da crucificação e morte de Jesus Cristo), o Sábado de Aleluia (ascensão aos céus) e o próprio Domingo de Páscoa (Ressurreição). Já em Óbidos recriam-se os últimos momentos da vida de Cristo na Via Sacra, e em Castelo de Vide as tradições judaicas enriquecem as celebrações.



Noutros pontos do país há outros motivos para festejar. Em Loulé, são as Festas da Mãe Soberana que atraem muitos visitantes e em Constância as coloridas procissões de barcos nas Festas da Senhora da Boa Viagem. E estas são apenas algumas sugestões de visita, mas decerto irá encontrar muitas mais! E que tal agendar já a sua viagem?


O Melhor de Portugal

Entre as principais atrações de Portugal, destacam-se a cultura, a gastronomia e os vinhos, as praias, o golfe, a história, a variedade das paisagens, e sobretudo, a hospitalidade do povo português, considerado afável, aberto e sincero.


LISBOA E PORTO
Lisboa é a capital de Portugal e o Porto é a segunda maior cidade, no norte do país. São duas cidades vibrantes e cheias de história que conservam uma dimensão humana, com os seus bairros históricos, monumentos e fachadas de azulejo.

O Melhor de Portugal - Lisboa

Lisboa é chamada cidade branca pela luz do sol que o rio Tejo reflete. Conquistou em 2014 o título de Travellers’ Choice do TripAdvisor que já ganhara em 2013, ano em que foi também eleita Melhor Destino em férias de cidade da Europa pelos World Travel Awards.

O Melhor de Portugal - Lisboa

Já o Porto, que também deu nome a um vinho saboreado em todo o mundo, foi eleito em 2012, 2014 e 2017 como Melhor Destino Europeu  e é uma das 14 cidades top eleitas pela British Airways para visitar. Antes disso foi a 2ª cidade nos Travellers’Choice 2013 do TripAdvisor para os destinos em crescimento na Europa.


SOL E MAR

A costa portuguesa é quase uma praia única com mais de 850 Km, por vezes salpicada de rochas que acrescentam pitoresco e beleza a grandes extensões de areia dourada ou a pequenas enseadas aninhadas nas falésias.

O Melhor de Portugal - Sol e Mar

O Algarve, o mais conhecido destino de sol e mar de Portugal, foi galardoado com o prémio de melhor destino de praia da Europa nos World Travel Awards 2013 e 2015. Porém, num país cheio de sol e de mar há muitas outras praias de excelência. No sudoeste alentejano encontram-se praias quase selvagens, próprias do mais preservado trecho do litoral europeu, enquanto a região de Lisboa conta com as concorridas praias da Costa do Estoril e um areal a perder de vista na Costa da Caparica.

Mas de norte a sul do país, são inúmeras as praias de bandeira azul e é muito variada a oferta para férias bronzeadas pelo sol, mesmo à medida de cada um.


SURF

Com uma longa costa no continente e os arquipélagos da Madeira e Açores, facilmente se percebe as condições ideais de que Portugal dispõe para a prática do surf. Por isso é em Portugal, na Ericeira, que fica a 1ª reserva de Surf da Europa e a 2ª do mundo, com praias conhecidas de qualquer surfista. Temos ondas perfeitas para todos, com ondas tubulares nas praias de Peniche, gigantes na Nazaré, e as mais longas da Europa, na Figueira da Foz.

O Melhor de Portugal - Surf

Os mais aclamados surfistas internacionais das várias modalidades encontram em Portugal o maior número de spots a menor tempo de distância entre eles e aqui disputam algumas das provas dos mais importantes campeonatos do mundo, como o Rip Curl Pro Portugal. E temos batido recordes, como a onda de 30m surfada por Garrett McNamara em 2011!


GOLFE

Durante três anos consecutivos, 2014, 2015 e 2016, Portugal conquistou o prémio de melhor destino de golfe do mundo, melhor destino de golfe da Europa nos World Golf Awards. Algo que não admira se nos lembrarmos que é um país de clima privilegiado ao longo de todo o ano e que, particularmente no Algarve e na região de Lisboa, se encontram muitos campos várias vezes premiados, onde se disputam grandes provas dos circuitos profissionais da modalidade.


O Melhor de Portugal - Golf

Muitos são assinados por nomes como Robert Trent Jones, Rocky Roquemore, Sir Henry Cotton, Arnold Palmer e outros conceituados arquitetos. Porém, o que melhor os define é a sua incontestável qualidade e beleza paisagística, implantados com frequência em zonas preservadas e com o mar como pano de fundo.

Para além dos muitos prémios que têm distinguido os campos da região, a prestigiada IAGTO também elegeu o Algarve como destino de golfe da Europa para 2014, título que foi atribuído à região de Lisboa para 2016.

Em 2015, o Algarve foi ainda considerado pelos leitores da Today’s Golfer como o destino com a melhor relação qualidade / preço (Europe’s Best Value Destination), repetindo uma escolha de 2012 e 2013.


PATRIMÓNIO MUNDIAL

Nas 21 classificações do Património Mundial existentes em Portugal está retratada a história e a cultura do país, do seu povo e dos povos que aqui habitaram desde tempos imemoriais.

O convento de Cristo em Tomar, os Mosteiros de Alcobaça e da Batalha, o Mosteiro dos Jerónimos e Torre de Belém, estes em Lisboa, devem a classificação à sua importância histórica e artística. E nos centros históricos de Guimarães, Porto, Évora ou Angra do Heroísmo, também classificados, outros monumentos e elementos arquitetónicos são dignos de relevo, tal como a Universidade de Coimbra e demais áreas classificadas da cidade, ou ainda as fortificações de Elvas.

O Melhor de Portugal - Património Mundial

De referir também as Paisagens Culturais do Alto Douro Vinhateiro, de Sintra e da Vinha na Ilha do Pico, que oferecem alguns dos mais deslumbrantes cenários naturais em Portugal.

Falta mencionar o interesse arqueológico das gravuras rupestres do Vale do Coa e a exuberância da Floresta Laurissilva da Madeira, completando-se a lista com ícones que definem um modo de ser e de estar: o ;Fado, o Cante Alentejano e a Dieta Mediterrânica, elementos do património imaterial característico da alma dum povo e dos seus momentos de convívio e celebração. Mais recentemente, outras artes e ofícios mereceram a classificação de Património Cultural Imaterial da Humanidade: o Fabrico de Chocalhos, no Alentejo, a Manufatura da Olaria Preta de Bisalhães, no concelho de Vila Real e a Arte da Falcoaria Real, ainda preservada em Salvaterra de Magos.


GASTRONOMIA

A gastronomia portuguesa tem no peixe o seu maior expoente, já que as águas e localização atlânticas fazem dele o melhor peixe do mundo.

Contudo, inúmeras razões tornam Portugal um destino gastronómico de eleição. Ao peixe e marisco, que sabem ainda melhor saboreados à beira-mar sob o agradável sol português, junta-se uma enorme variedade de vinhos de mesa de qualidade, potenciados por um clima mediterrânico, onde o azeite encontra igualmente condições ideais.

O Melhor de Portugal - Gastronomia

Daí que o vinho do Porto seja desde há séculos um grande embaixador de Portugal, hoje em dia acompanhado por outros produtos genuinamente portugueses, como o pastel de nata e a doçaria conventual, a cataplana e a mestria de talentosos chefs que, com aquele utensílio e muitos outros, elevam a nossa culinária à altura das melhores gastronomias do mundo.

Também o azeite é um dos maiores expoentes da culinária portuguesa. base da variada e saudável alimentação que se pratica em Portugal e que também se compõe de pão, azeitonas e outras frutas, legumes e ervas aromáticas. São ingredientes da Dieta Mediterrânica, uma identidade da gastronomia portuguesa elevada a Património Mundial.

Acrescem à lista de produtos gastronómicos de exceção os mais frescos e naturais legumes e frutas, assim como carnes com Denominação de Origem Protegida e queijos de montanha que fazem bendizer os céus e as paisagens de Portugal.


Passeios a pé

Com um clima agradável ao longo de todo o ano, passear a pé por Portugal é uma das melhores formas de descobrir cantos e recantos que de outro modo nunca chegaríamos a conhecer.

Pelas ruas de cidades e vilas, através dos campos ou à beira mar, os passeios podem ter pontos de partida e de destino bem definidos, ou desenvolverem-se simplesmente ao sabor da vontade, pelo prazer de andar e de observar o que se encontra pelo caminho.

Para orientação podemos usar mapas ou então seguir as marcas deixadas no terreno pela passagem daqueles que os percorreram antes.

Pico Mountain trail - Turismo dos Açores/Veraçor
Photo: Ilha do Pico (Açores) ©Veraçor

Mas também há percursos sinalizados no terreno, com itinerários certificados e bem definidos que oferecem segurança a todos os que os queiram seguir. Estes são homologados pela Federação de Campismo e Montanhismo, a entidade com competência para tal. De acordo com a sua extensão são classificados de Grandes Rotas, Pequenas Rotas ou Percursos Locais. As Grandes Rotas (GR) têm sempre mais de 30 quilómetros e algumas estendem-se mesmo por outros países, são transeuropeias, como o Caminho do Atlântico (GR–E9) que tem início em São Petersburgo na Rússia e atravessa toda a Europa. Com extensão inferior a 30 quilómetros, as Pequenas Rotas são normalmente definidas na área de um concelho e os percursos locais abrangem distâncias mais reduzidas. Caminhar é assim uma atividade ao alcance de qualquer um, que apenas precisa de seguir os sinais no terreno para não se perder.

Walking - ARPT Centro de Portugal
Photo: ©Turismo Centro de Portugal

Para maior segurança podemos levar outros meios de orientação, como os mapas detalhados do terreno a grandes escalas, que são produzidos pelo Instituto Geográfico Português. Ou a tradicional bússola e outras aplicações disponíveis num telemóvel, bem como guias e roteiros com informações que complementem aquilo que se observa. Podemos aliar a caminhada à busca de pequenos “tesouros” praticando geocaching com o auxílio indispensável do GPS. Fundamental para todos é o tipo de roupa e calçado que devem ser confortáveis e adequados ao clima e ao terreno. E como nem sempre se pode contar com estabelecimentos que sirvam bebidas e refeições, convém levar água e alguns alimentos.

Pico do Areeiro - DRT Madeira
Photo: Pico do Areeiro (Madeira) ©DRT Madeira

Existe ainda a possibilidade de participar numa atividade organizada por uma empresa, seguindo percursos guiados por profissionais especializados, que já exploraram o terreno. Deste modo são eles que marcam o ritmo e orientam o caminho, chamando a atenção para os pontos de interesse e detalhes que cada etapa esconde. As propostas são muito variadas e permitem usufruir em pleno do passeio sem nos preocuparmos com os aspetos práticos, bem como de distribuir melhor o esforço ao longo da caminhada. Assim, quando chegarmos ao fim da jornada, teremos mais vontade de apreciar a excelente gastronomia de cada região e o conforto de uma unidade de turismo rural. 


Dieta Mediterrânica

Não deixe de…
  • provar as sopas de legumes como o caldo verde, originário do norte de Portugal, ou o gaspacho, sopa fria que se come no verão no sul do país
  • comprovar que o melhor peixe do mundo é o português, comendo-o simplesmente grelhado numa esplanada à beira-mar
  • deliciar-se com as saborosas receitas alentejanas à base de pão, onde abundam ervas aromáticas, como o poejo, coentros e muitas outras
  • saborear um prato de cataplana, muito frequente no Algarve
  • provar a castanha assada, que se vende na rua, durante o inverno

A Dieta Mediterrânica, classificada Património Mundial pela Unesco, faz parte do bilhete de identidade da gastronomia portuguesa.

Na sua base encontramos produtos vegetais, nomeadamente produtos hortícolas, fruta, pão de qualidade e cereais pouco refinados, leguminosas secas e frescas (feijão, grão, favas, etc.), frutos secos e oleaginosas (nozes, amêndoas, castanhas, passas, etc.), mas também o azeite como principal fonte de gordura e o consumo de peixe em detrimento de carnes vermelhas.

Todos estes alimentos, que preferimos consumir na época - e adquirir no comércio local, senão mesmo nos mercados tradicionais, ao ritmo das colheitas ou da faina - fazem parte duma cozinha simples e frugal que os prepara de forma a preservar os seus nutrientes. E assim temos as sopas, os cozidos e guisados, os ensopados e as caldeiradas, que mantêm as propriedades antioxidantes dos ingredientes, contribuindo para uma maior longevidade aos seus consumidores.

A dieta mediterrânica distingue-se ainda pelo consumo moderado de lacticínios, uso de ervas aromáticas para temperar em detrimento do sal, consumo moderado de vinho e apenas à refeição, consumo de água como principal bebida ao longo do dia e, não menos importante, o convívio à volta da mesa. Com efeito, uma característica bem portuguesa é a partilha da mesa, um ritual que junta familiares e amigos e marca a nossa hospitalidade.


Sair à noite em Lisboa

Lisboa é uma das capitais europeias que goza de um dos maiores privilégios concedidos à vida urbana: as suas ruas podem ser desfrutadas à noite, com prazer e segurança.

E para quem gosta de agitação, as noites começam cedo e acabam tarde. Onde? De preferência nos bairros históricos e a usufruir da presença constante do rio Tejo. Os finais de tarde numa esplanada, num jardim ou miradouro, são sempre muito apreciados. O Bairro Alto e o Cais do Sodré são os bairros com mais tradição mas novos espaços vão abrindo junto ao rio, dando sempre novo fôlego à noite lisboeta.

Todas as noites são animadas e ao fim-de-semana há mais afluência mas os habitués que gostam de ambientes mais descontraídos começam a sair à noite à 5ª feira.

Bairro Alto
A noite começa no Bairro Alto. Pode ser numa das animadas esplanadas do Largo do Camões e do Chiado ou a ver o pôr-do-sol com vista sobre a cidade, no Miradouro de São Pedro de Alcântara, ou com o rio ao fundo, no de Santa Catarina. Depois é seguir por uma das ruas estreitas do bairro, onde também se encontram lojas trendy abertas até tarde, e escolher um restaurante para jantar. A escolha é variada e uma casa de fados pode ser uma boa opção. Mas não fica por aqui. Com uma frequência muito heterogénea, a grande diversidade de bares e a animação de rua do Bairro Alto são um bom início para quem gosta de viver a noite.
Subindo o Bairro Alto, a norte entramos no Príncipe Real. Esta zona residencial, também conhecida pelas lojas de antiguidades e de design, tem alguns bares já com muitos anos de presença na noite lisboeta e é um ponto de encontro muito apreciado pela comunidade gay.



Cais do Sodré
Para continuar a noite e dançar, o Cais do Sodré é uma das opções mais concorridas do momento. Esta zona de bares com nomes de capitais do norte da europa e de países longínquos que há décadas divertia os marinheiros que chegavam ao porto de Lisboa é agora uma das mais descontraídas da noite lisboeta, com espaços culturais, restaurantes, bares, clubes e discotecas. A música é muito variada, ouve-se reggae, música africana, new wave, indie e rock gótico, a programação dos clubes é apelativa e o ambiente é eclético. A animação segue pela noite fora até o sol já ir alto, para os que tiverem mais energia.

Terreiro do Paço
Considerada a porta de entrada em Lisboa pelo rio, emblemática pela sua história, simbolismo e dimensão, a Praça do Comércio ou Terreiro do Paço foi até há poucos anos a sede do poder executivo, onde estavam instalados vários ministérios do governo português. Atualmente, nas históricas arcadas mantém-se um dos mais antigos cafés de Lisboa, frequentado pelo poeta Fernando Pessoa, e surgiram várias esplanadas, restaurantes com propostas inovadoras, uma discoteca techno/house minimal e um clube privado, estes nas antigas instalações do Ministério das Finanças.

Santa Apolónia / Jardim do Tabaco
Quem desce pela colina de Alfama encontra, junto ao rio, Santa Apolónia e o Jardim do Tabaco. O nome sempre foi conhecido pela estação de comboios e pelo porto de embarque, onde agora aportam barcos de cruzeiro mas há poucos anos ganhou nova vida. Restaurantes de referência e uma das discotecas mais populares e concorridas da cidade ocupam agora os antigos armazéns que davam apoio ao porto.

Parque das Nações
A vasta zona ribeirinha, na parte oriental da cidade, foi completamente transformada para a acolher a Exposição Universal de 1998, dando agora lugar a um bairro de arquitetura moderna e com muitos espaços comerciais e de lazer. Com passeios junto ao rio, onde se encontram restaurantes e esplanadas para começar a noite, tem outros atrativos como o Teatro Camões, sede da Companhia Nacional de Bailado, o Pavilhão Atlântico, onde se realizam muitos dos concertos da capital, e o Casino de Lisboa, que para além das habituais salas de jogo tem espaços multiculturais com música e exposições.


Photo: LX factory, Alcântara

Santos / 24 Julho / Docas
Antiga zona portuária de Lisboa onde antes havia armazéns antigos e fechados, Santos, a Avenida 24 de Julho e as Docas viveram anos de glória durante a década de 90, com presença habitual na animação noturna da cidade. Frequentada por um público jovem, apreciador de música pop e mainstream, mantem atualmente alguns restaurantes, bares e discotecas de referência.
Nas Docas, a frente rio de esplanadas e restaurantes com vista para a pequena marina e perto da Ponte 25 de Abril, é um espaço também frequentado à hora de almoço e durante a tarde.


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