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Sugestões

Fátima, uma viagem ao altar do mundo

O Santuário de Fátima é uma das maiores referências do culto mariano, a que acorrem peregrinos de todo o mundo.

O local onde está o Santuário de Fátima, a Cova da Iria, era até 1917 um lugar desconhecido do concelho de Ourém, na freguesia de Fátima. Nesse ano, um acontecimento religioso veio mudar para sempre a sua história e importância, quando três crianças pastoras, Jacinta e seus dois primos Francisco e Lúcia, testemunharam sucessivas aparições de Nossa Senhora do Rosário. Encarado inicialmente com relutância pela Igreja mas acarinhado pelo povo, o fenómeno só em 1930 seria reconhecido pelo bispo de Leiria. A partir de então o desenvolvimento da localidade foi notório, levando a que Fátima fosse elevada a vila, em 1977, e a cidade, em 1997.

A fama mundial do Santuário acentuou-se durante o papado de João Paulo II, assumido devoto de Nossa Senhora de Fátima que em 1982 aí se deslocou em agradecimento por ter sobrevivido a um atentado um ano antes. Em 2000, na sua terceira visita ao local, anunciou a beatificação de Jacinta e Francisco, a quem o Vaticano atribuiu o milagre de uma cura.


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As Aparições de Fátima transformaram a localidade num dos maiores centros do (...)

Saúde e Bem-Estar na Madeira

Descobrimos um ambiente de perfeita harmonia entre a natureza e o homem onde o provérbio "mente limpa, corpo são" faz todo o sentido.

A Madeira é muito mais do que uma ilha, é um lugar místico, de descoberta da natureza e de nós próprios. Tal como nós, feitos da dualidade corpo e alma, é feita de contrastes entre o Oceano profundo e as montanhas altas, o sol e a neve, o azul do mar e as cores exuberantes das flores. É nesta paisagem de contrastes, em perfeita harmonia, que encontramos o equilíbrio entre o corpo e a mente.

Desde há muito tempo procurada pelas suas qualidades terapêuticas para a cura de doenças essencialmente do foro respiratório, a Madeira continua a oferecer condições excecionais como destino de saúde.

Nesta ilha de águas calmas e límpidas e podemos tirar partido dos extratos de algas e plantas, do fresco aroma das flores, do ar 100% puro, aliado ao clima temperado, e renovar as energias.

A grande maioria dos estabelecimentos hoteleiros oferece um vasto leque de opções - piscinas naturais, saunas e centros de massagens. Alguns são mesmo "estâncias de saúde", complementando a oferta com serviços como talassoterapia, hidromassagem, banho turco, centros de estética, aliando a componente médica à estética.

Não devemos esquecer da ilha do Porto Santo que, para além da imensa praia de areia dourada, cujas propriedades minerais apresentam já reputação internacional pelas suas possibilidades terapêuticas ao nível do tratamento de doenças do foro reumático, disponibiliza também um Centro de Talassoterapia que presta serviços de saúde complementar nas vertentes preventiva e curativa.

Possuidora de elementos tão saudáveis quanto naturais, a Madeira oferece as condições essenciais para desfrutar de umas férias relaxantes ou revigorantes em qualquer altura do ano.


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Albufeira e as praias

Uma das estâncias balneares mais concorridas do Algarve pela animação e irreverência, Albufeira deve a sua fama às belíssimas praias e aos muitos bares e discotecas.

Mas vale a pena conhecer melhor esta cidade de casario branco. Fundada pelos Árabes, conserva as ruas estreitas e sinuosas, a descobrir num passeio de dia ou de noite já que a animação não pára. Os caminhos levam-nos à Praia do Túnel ou do Peneco no extenso areal enquadrado pela cidade, que forma um anfiteatro virado ao mar. Ao longo do areal o passeio marítimo abre perspetivas para outras vistas e é limitado a oeste pela Gruta do Xorino, onde os mouros se refugiaram no século XIII após a reconquista cristã da cidade.

Os barcos de pescadores, pintados de cores garridas, descansam na areia da sua faina diária. E nos bairros antigos das gentes do mar, um bar ou um restaurante espreitam a cada esquina. Aqui podemos saborear o marisco ou o peixe fresquíssimo, simplesmente grelhado ou na cataplana, a especialidade da região. Muito apreciado é também o franguinho assado com ou sem piripiri, que ganhou fama na Guia, a cerca de sete quilómetros.


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Algarve: praias de um extremo ao outro da costa

A costa algarvia começa em pleno Parque Natural da Costa Vicentina, prolongamento do litoral alentejano. 

Entre Odeceixe e Sagres quase não parece estarmos no Algarve, tais são as diferenças entre esta zona e o leste e centro algarvios. Uma área menos explorada, em que as escarpas imponentes escondem praias como Amoreira, Monte Clérigo, Arrifana ou Carrapateira. Algumas são como segredos a descobrir, acessíveis por caminhos escondidos. Mas a maioria é bem conhecida dos praticantes de surf e bodyboard, que aqui encontram as ondas de que gostam, como na Praia do Amado, palco de provas internacionais destas modalidades. 

No Cabo de São Vicente junto a Sagres, o extremo sudoeste do continente europeu, o Algarve faz uma curva e o mar ganha um temperamento menos agitado. Esta metade oeste do Algarve é designada por barlavento. Aqui encontram-se praias de sonho enquadradas por rochedos dourados a que o mar deu formas extravagantes. Já que não conseguimos escolher a mais bonita sugerimos alguns nomes de areais a conhecer: Porto de Mós, Praia Dona Ana, Praia do Camilo, Alvor, Vau ou Carvoeiro.

A não perder mesmo, recomendamos a Ponta da Piedade, perto de Lagos, para uma das vistas mais espetaculares sobre as formações rochosas que se podem apreciar em detalhe num passeio de barco percorrendo grutas e algares. Segundo o jornal americano Huffington Post, pode muito bem ser a mais bonita praia em todo o planeta! Ou a Praia da Marinha, que rodeada de falésias esculpidas pela erosão, foi considerada uma das cem mais belas do mundo. 

É também entre Lagos e Faro que se encontram as praias mais cosmopolitas, com animação a prolongar-se pela noite dentro. Na Praia da Rocha em Portimão, nas Praias da Galé e da Oura em Albufeira e em Vilamoura, encontram-se os mais badalados espaços de diversão noturna. E durante o dia não faltam propostas de lazer para usufruir da época balnear de uma forma mais ativa nas Praias dos Salgados, São Rafael, Santa Eulália, Maria Luísa ou Falésia

Muito perto de alguns resorts exclusivos, Vale do Lobo, Ancão e Quinta do Lago possuem um ambiente glamoroso. Estão também nas imediações do Parque Natural da Ria Formosa - um tesouro ambiental feito de águas tranquilas, amplos areais e ilhotas quase desertas que se estende para leste até Cacela Velha

Na Ria Formosa, vamos de barco até à praia, já que é preciso atravessar as suas águas para alcançar as do mar que banha as ilhas barreira, como a Barreta, a mais meridional do território português, uma autêntica praia deserta. Mas há outras ilhas a descobrir - da Culatra, da Armona, da Fuseta ou a ilha de Tavira que possui uma área reservada ao naturismo. 

A oferta de praias continua até à foz do Rio Guadiana. Cabanas, Manta Rota, Altura, Praia Verde e Monte Gordo, são areais enormes que se prolongam mar adentro com extensas áreas em que temos pé, ideais para famílias com crianças. É o sotavento, o leste do Algarve, onde as águas mais quentes e tranquilas convidam a banhos que apetece prolongar.


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Vale do Douro

Não deixe de…
  • visitar algumas das quintas produtoras de vinho que se dedicam ao enoturismo
  • pernoitar nos hotéis de inspiração vínica que existem no Porto e Vale do Douro
  • participar nas vindimas
  • fazer um cruzeiro ambiental no rio junto a Miranda do Douro
  • visitar as aldeias vinhateiras de Barcos, Favaios, Provesende, Ucanha, Salzedas e Trevões

O Vale do Douro também podia ser chamado de vale encantado tal a beleza e encantamento que as suas paisagens oferecem. 

Com partida do Porto, onde o rio desagua e onde desaguam também os vinhos do Douro (de mesa) e do Porto (vinho generoso) produzidos nas suas encostas, podemos conhecer de várias maneiras esta Paisagem Cultural, classificada Património Mundial: por estrada, de comboio, num barco de cruzeiro, ou até de helicóptero. Nenhuma delas nos vai deixar indiferentes. 

Num percurso pelos Miradouros que oferecem as melhores vistas, teremos que cruzar o rio de norte para sul e vice-versa. Mas no caminho podemos admirar paisagens deslumbrantes sobre o rio e visitar vinhas, vilas e aldeias até chegar a Miranda do Douro, onde o rio entra em Portugal.

Começamos por visitar em Vila Nova de Gaia as caves onde o vinho do Porto envelhece. Ficamos a conhecer um pouco melhor este vinho aproveitando, como não poderia deixar de ser, para provar o precioso néctar. E no rio ainda hoje podemos apreciar antigos barcos rabelo, os únicos que transportavam o vinho das quintas produtoras até à foz antes da construção das várias barragens que tornaram o rio navegável.


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Pico, a ilha montanha

Com 448 Km2 de superfície, a Ilha do Pico é a segunda maior do arquipélago e aquela onde se situa a mais alta montanha de Portugal, precisamente o Pico, que lhe deu o nome, com 2.351 m de altitude. Muitas vezes apelidada como Ilha Montanha, é um dos vértices das chamadas “ilhas do triângulo”, a que fica mais a sul do grupo central do arquipélago e apenas a 6 km do Faial.

O seu clima seco e quente em conjunção com a riqueza mineral dos solos de lava e a organização do terreno num impressionante mosaico de pedra negra - os “currais” - permitiu um crescente sucesso da cultura da vinha, com predomínio da casta verdelho. Aos poucos, o vinho e a aguardente tornam-se apreciados dentro e fora da ilha. Exportado para a Europa e para a América, o verdelho atinge fama internacional, e chega inclusivamente a marcar presença na mesa dos czares russos.

Os extensos campos de lava que marcam a paisagem da ilha, e que a população local denomina de “lajidos” ou “terras de biscoito” formam a Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico, declarada Património da Humanidade da UNESCO em 2004. Destes merecem destaque os sítios do Lajido da Criação Velha e do Lajido de Santa Luzia.

Enquanto no chão de lava negra se destacam as “rilheiras”, sulcos deixados pelas rodas dos carros de bois que transportavam uvas e barris, nos portos e portinhos junto à beira-mar são os “rola-pipas”, encostas talhadas para facilitar o deslize das pipas até aos barcos, que ainda hoje representam esta atividade.

O imenso cone vulcânico da Montanha do Pico, o terceiro maior vulcão do Atlântico, impõe-se na paisagem da ilha. Na sua cratera principal aloja-se um cone de lava designado de Piquinho, no topo do qual fumarolas permanentes encarregam-se de lembrar a sua natureza vulcânica. A cerca de 1250 metros de altitude, onde se inicia a subida pedestre à Montanha, já se avista grande parte da ilha, bem como as vizinhas Faial e São Jorge. A subida até ao topo é cansativa, mas recompensada por panorâmicas fantásticas e únicas, que nos dias límpidos nos premeia adicionalmente com o vislumbre das ilhas Graciosa e Terceira.

É no Pico que encontramos um dos maiores tubos lávicos visitáveis do mundo, a Gruta das Torres, que se estende por cinco quilómetros embelezados por diversos tipos de estalactites e estalagmites lávicas e paredes estriadas.

Para os amantes do geoturismo, há outros locais obrigatórios de visita: as Furnas de Frei Matias, da Silveira e dos Montanheiros, bem como os Mistérios de Santa Luzia, Prainha e S. João – formados pela lava de erupções vulcânica que se verificaram no mar e que se uniram à ilha, e ainda os Arcos do Cachorro, impressionante aglomeração de lavas perfuradas por numerosos túneis e grutas por onde o mar passa em turbilhão.

Outras paragens são as Lagoas do Capitão, do Caiado e do Paul, e ainda o Miradouro da Terra Alta situado na estrada que circunda a ilha pelo Norte, de onde podemos observar a Ilha de São Jorge, bem como a paisagem que a riqueza florestal da Ilha do Pico nos oferece.

O Pico é uma terra de fortes tradições baleeiras. A sua área divide-se por 3 concelhos, Madalena, São Roque e Lajes e, tal como nas restantes ilhas dos Açores, o valor do seu património arquitetónico concentra-se, sobretudo, nas igrejas e ermidas existentes nas diferentes freguesias: a Igreja de Santa Maria Madalena, na Vila da Madalena, a de São Roque e o Convento e Igreja de São Pedro de Alcântara, em São Roque do Pico, a de Nossa Senhora da Conceição e Ermida de São Pedro, nas Lajes e tantas outras.

De destacar ainda o Museu do Pico, com os seus três pólos: o Museu dos Baleeiros, nas Lajes, o Museu da Indústria Baleeira, em São Roque, e o Museu do Vinho, na Madalena, locais obrigatórios de visita que retratam uma época importante da história do Pico. O Museu do Vinho ocupa as antigas instalações do Convento das Carmelitas, proporcionando visitas às vinhas, provas de vinho e, em Setembro, participação nas vindimas.

A ilha do Pico para além da sua riqueza natural oferece também um bom património gastronómico, muito baseado em pratos de peixe e marisco, de onde sobressaem as famosas Caldeiradas, o polvo guisado com vinho de cheiro, linguiça com inhame, molha de carne e os caldos de peixe. Afamados são também os seus figos, de interior vermelho vivo, o mel produzido com a flor do incenso e o Queijo do Pico – um queijo de leite de vaca de pasta mole (nomeadamente os de São João e do Arrife). Tudo regado, claro está, pelo Vinho Verdelho, ou pelos muito apreciados vinhos tintos e brancos da Ilha.

Terra de grande tradição baleeira, o Pico prima pelas variadas peças artesanais em osso e dente de baleia, bem como pelos chapéus de palha, as flores de escama de peixe e miniaturas em madeira dos botes baleeiros, tudo boas sugestões para levar como recordação.


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Observação de aves

Considerado um dos melhores destinos da Europa para a observação de aves, Portugal é o único país europeu onde podemos avistar uma águia imperial ou uma pega azul, entre cerca de 330 espécies de aves. 

A grande variedade de habitats naturais, concentrada neste pequeno território, permite que numa curta viagem de automóvel se passe da montanha às escarpas junto ao mar, ou dos estuários aos montados de sobro. Só no estuário do Rio Tejo, a apenas 20 minutos de Lisboa, podem-se observar 100 espécies de aves num dia!

Se os “birdwatchers” experientes distinguem facilmente a abetarda, o sisão ou a francelha, de outras aves mais raras como o grifo de Rupell e a garça dos recifes, para os menos conhecedores esta atividade é uma ótima forma de desfrutar do melhor da natureza. 

Alguns dos melhores pontos de observação encontram-se nas áreas protegidas, que ocupam 21% do território nacional. Se a norte se pode fazer um cruzeiro para apreciar a beleza das arribas do Douro onde nidificam os abutres do Egito, no Tejo Internacional os passeios a pé ou de bicicleta são uma boa opção para observar cegonhas-negras e grifos pousados nas rochas cobertas de fósseis. Já no Algarve, há que fazer uma pausa nos banhos de sol e mar para conhecer a Ria Formosa ou o Sapal de Castro Marim, duas zonas húmidas importantes procuradas por flamingos e garças-reais, entre muitas outras espécies. 

E porque não voar até às ilhas no Oceano Atlântico? A viagem vale a pena pois aqui encontram-se pássaros que não existem em nenhuma outra parte do mundo, como a freira e o pombo da Madeira, ou o priolo dos Açores. Ponta do Pargo, Ponta de São Lourenço e as Ilhas Desertas no arquipélago da Madeira, ou o Pico da Vara na Ilha de São Miguel (Açores) são os melhores locais para observação.

Seja qual for a opção, de certeza poderemos apreciar paisagens de uma beleza deslumbrante enquanto seguimos o voo das aves que cruzam um céu quase sempre azul. Para nosso “poiso” podemos escolher uma unidade de Turismo no Espaço Rural, ou um bom estabelecimento hoteleiro, e aproveitar para nos deixarmos mimar pela famosa hospitalidade portuguesa.


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Algarve – o melhor destino de golfe

Diversas vezes considerado o melhor destino de golfe do mundo por revistas da modalidade e associações internacionais de operadores turísticos especializados, o Algarve faz jus a esta distinção mantendo uma qualidade a toda a prova.

Com um clima privilegiado que permite jogar ao longo do ano inteiro e uma grande diversidade de campos, quase quatro dezenas, a região é o paraíso dos golfistas. A maioria dos campos está implantada em zonas preservadas, com vistas deslumbrantes. São reconhecidos internacionalmente pela qualidade das suas instalações, em que a arquitetura é assinada por jogadores prestigiados e campeões lendários, como Sir Henry Cotton, Rocky Roquemore, Arnold Palmer e Ronald Frea. A somar a tudo isto, temos excelentes profissionais, uma diversificada rede de hotéis e boas acessibilidades, que vão desde as ligações aéreas diretas com diversos destinos do mundo à facilidade dos transfers entre o aeroporto internacional de Faro e os vários resorts.

Os campos distribuem-se de um extremo ao outro da região. À beira mar ou no interior, planos ou montanhosos, a escolha é diversificada, mas qualquer um nos poderá presentear com vários birdies e eagles, e quem sabe com um hole in one. Entre Lagos, Sagres e a Serra de Monchique encontram-se circuitos com vários graus de dificuldade, em que os greens e fairways são emoldurados por belos cenários naturais. É nesta zona, perto de Portimão que se encontra o primeiro campo inaugurado no Algarve, o Penina Hotel & Golf Resort premiado por diversas vezes como um dos melhores da Europa.


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Observação de Cetáceos nos Açores

Não deixe de…
  • nadar com golfinhos
  • levar a máquina fotográfica

Em pleno Oceano Atlântico, os Açores são um arquipélago de nove ilhas de natureza em estado puro e um dos maiores santuários de baleias do mundo.

Entre espécies residentes e migratórias, comuns ou raras, avistam-se mais de 24 tipos diferentes de cetáceos nas suas águas. Para além das comunidades residentes como os golfinhos comuns e roazes, com quem é possível nadar, há baleias que utilizam os Açores como rota de migração. Os golfinhos pintados, cachalotes, baleias sardinheira e de barba são mais frequentes no Verão. A baleia azul pode ser avistada com facilidade nos finais do Inverno. Uma coisa é garantida: seja qual for a estação do ano, há sempre descobertas a fazer.

Os Açores são um ecossistema de características únicas e com águas ricas em peixe, pelo que não é de estranhar que no passado a pesca à baleia fosse uma atividade importante em muitas das ilhas. Hoje, a tradição baleeira foi convertida numa atividade turística muito apreciada, existindo por isso vários pontos de partida, espalhados por várias ilhas, que servem de base para quem queira contactar com os encantadores mamíferos, dando um novo significado a um grito antigo: “Baleia à vista!”. 


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Jogar golfe perto de Lisboa

O clima ameno e a beleza das suas paisagens litorais faz de Lisboa uma região de golfe muito apreciada por golfistas de todo o mundo.

Assinados por arquitetos já conhecidos pelos percursos desafiantes como Robert Trent Jones, Rocky Roquemore, Donald Steel, Frank Pennink, Severiano Ballesteros e Jorge Santana da Silva, os campos de golfe destacam-se pela sua qualidade e diversidade, aliados ao conforto e alto nível de serviço dos seus hotéis e club houses.

A proximidade de Lisboa de várias áreas de natureza protegida e de monumentos e paisagens classificados Património da Humanidade são o complemento perfeito para umas férias ou uns dias de golfe vividos com intensidade.

A região foi considerada o Melhor Destino de Golfe da Europa pela IAGTO, em 2007 e em 2003 e tem o primeiro campo de golfe da Europa a possuir o o Certified Signature Sanctuary/ Gold da Audubon International.


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