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O melhor do Algarve

O Clima - com mais de 3000 horas de sol por ano e uma fraca precipitação média anual, o Algarve possui um clima ameno ao longo de todo o ano, que é sem dúvida um grande fator de atração para os visitantes, tanto no verão para uns dias de praia como no inverno para descansar ou praticar as mais diversas atividades.

Praia Dona Ana

O mar em todos os tons de azul, quase sempre calmo e cálido, e as Praias de areia branca e fina são a imagem de marca da região. Dos areais a perder de vista, limitados por falésias douradas às pequenas baías aninhadas entre rochas, são muitos os cenários deslumbrantes para umas férias inesquecíveis. São cerca de 200 kms de costa que oferecem condições excecionais para a prática de todo o tipo de desportos náuticos, como a vela, o surf ou o windsurf, e para passear de barco com a garantia de encontrar ótimas infraestruturas de apoio nas modernas marinas espalhadas de um extremo ao outro do Algarve. 

O Golfe que lhe tem rendido muitos prémios e distinções internacionais, tendo mesmo sido considerado mais do que uma vez o melhor destino de Golfe do mundo. O Algarve possui cerca de quarenta campos com excelentes condições tanto para os jogadores mais experientes como para aqueles que se estão a iniciar na prática da modalidade. 

Ocean Course Vale de Lobo

A Natureza que se apresenta no seu melhor nas três áreas protegidas: a Costa Vicentina que é o trecho de costa mais bem preservado da Europa, a Ria Formosa, um labirinto de canais separados do mar por um cordão de areia, e o Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António riquíssimo em fauna e flora. Mas há ainda a serra, que se pode descobrir de bicicleta ou a pé seguindo os trilhos da Via Algarviana, que pelo interior, liga o extremo leste da região, à sua ponta oeste, terminando junto à Rota Vicentina, outro conjunto de percursos a não perder para quem gosta de caminhar. Já os que procuram mais adrenalina podem praticar atividades como o parasailing, o mergulho, a asa delta ou o rappel. 

O Património com muitos tesouros para descobrir. Por exemplo em Silves, outrora capital do reino árabe, em Sagres e Lagos, muito importantes nos Descobrimentos do século XV, em Tavira, uma montra da arquitetura tradicional ou no centro histórico de Faro onde se destaca a belíssima catedral. 

Faro - Largo da Sé

A Animação que está ao rubro todos os verões nos muitos bares e discotecas sobretudo nas zonas mais cosmopolitas como Albufeira, Portimão e Vilamoura. E ao longo de todo o ano são vários os eventos que trazem cor e alegria à região, como o Carnaval, os festivais de música ou de gastronomia, as recriações históricas e as feiras e festas tradicionais e que se realizam um pouco por todo o lado. 

A Gastronomia em que se destacam naturalmente os peixes frescos e mariscos, grelhados ou em cataplanas. Mas também há pratos de carne mais usuais no interior algarvio, e os doces de amêndoa e figo como os morgados ou os Dom Rodrigos, que podem ser acompanhados na perfeição pelo licor de amêndoa amarga ou pela aguardente de medronho.

Os Resorts e Spas onde se pode usufruir de um relax absoluto e de curas de saúde e bem-estar que também estão disponíveis nos centros de talassoterapia e nas Termas de Monchique. Mas o descanso está ao alcance de todos numa variedade de aldeamentos e hotéis, dos mais simples aos mais sofisticados que têm em comum um prazer genuíno de bem receber. 

 


App Guia de Viagem VisitPortugal

 Disponível para smartphone e tablet, em sistemas iOs, Windows e Android.

Com o guia de viagem oficial Visit Portugal poderá organizar o seu itinerário, obter informação turística em tempo real, aceder à sua conta pessoal e aos seus conteúdos favoritos e pesquisar na base de dados a nível nacional. Tem ainda a possibilidade de descarregar informação para acesso offline. 

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Principais razões para usar a App do Visit Portugal:

- Está disponível em 10 idiomas: português, inglês, espanhol, alemão, francês, italiano, holandês, russo, japonês e mandarim.

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Quando estiver em Portugal, pode ver o que está mais perto de si, a partir da sua posição geográfica.

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Acesso gratuito a uma base de dados com 12000 equipamentos, distribuídos pelas7 regiões portuguesas: Porto e Norte, Centro de Portugal, Lisboa Região, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira.
Informação sobre alojamento, empresas de serviços turísticos, campos de golfe, museus, monumentos e sítios, praias, áreas protegidas, contactos úteis, entre muitos outros.

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Arte urbana em Lisboa

Lisboa é já uma cidade reconhecida pela arte urbana e num simples passeio pelo centro ou pelos bairros históricos somos surpreendidos por verdadeiras obras de arte. Desvendamos alguns dos locais onde se podem apreciar.

A caminho do Castelo, na Graça e em Santa Apolónia
Um dos pontos de atração de Lisboa é o seu ponto mais alto, o Castelo de São Jorge. Mas antes de chegar ao topo, vindo do Rossio, experimente seguir pela Rua da Madalena e subir as Escadinhas de São Cristóvão. Numa série de fachadas, um coletivo de artistas retratou o Fado vadio, uma escolha natural uma vez que nos encontramos perto dos bairros da Mouraria e de Alfama, berço desta canção classificada Património Mundial.

Fado Vadio - escadinhas de São Cristóvão

Também perto do Castelo e no trajeto do elétrico 28, podemos fazer o Passeio Literário da Graça, onde o projeto Ebano Collective foi convidado a fazer murais alusivos aos escritores portugueses que viveram no bairro, mostrando como é possível ligar a prática artística e a pesquisa etnográfica. O coletivo de artistas é composto por Eime, Leonor Brilha, Lorenzo Bordonaro, Mariana Dias Coutinho, MrDheo, Pariz e Violant. E os escritores portugueses representados são Natália Correia, Angelina Vidal, Sophia de Mello Breyner Anderson e Florbela Espanca, também referenciados no nome das ruas.

Vhils / Pixel Pancho, by Alexander Silva

Descendo a Graça até Santa Apolónia, não deve perder o Jardim do Tabaco. As paredes de um antigo edifício da alfândega são agora telas gigantes com obras de Pixel Pancho e de Vhils

Nos elevadores da cidade, antes de chegar ao miradouro
Duas atrações inegáveis em Lisboa são os elevadores e, no topo, os miradouros naturais da cidade. Tanto a rua do Elevador da Glória, que faz a ligação entre a Praça dos restauradores e o Jardim de São Pedro de Alcântara, como a rua do Elevador do Lavra, que liga a Avenida da Liberdade ao Jardim do Torel, são espaços de intervenção urbana onde podemos ver obras de diversos artistas.

Perto do Marquês de Pombal
A grande rotunda do Marquês de Pombal marca o km 0 Lisboa e é também o ponto de encontro das principais avenidas da cidade. Numa delas, na Avenida Fontes Pereira de Melo (em direção ao Saldanha, perto da estação de metro Picoas), existem 3 prédios que foram alvo de grandes pinturas murais que nos fazem parar e observar, da autoria de Os Gêmeos, Blu e Sam3.

Av. Fontes Pereira de Melo, by CML | DPC | José Vicente

Entre a Baixa e Belém
Continuando junto ao rio em direção a Belém, de carro ou de elétrico, deverá estar com atenção perto de Alcântara, antes dos pilares da ponte, pois na fachada de um dos prédios da Lx Factory irá aparecer um retrato feito por Vhils e, no lado oposto, um mural de Hom & Nosm.

Mas há muitos outros locais em Lisboa onde podemos encontrar exemplos de arte urbana e muitos percursos que se podem propor. Antes de planear a sua visita consulte a página da Galeria de Arte Urbana de Lisboa ou o mapa do projeto Street2target.

 


A cortiça

Mais ecológico não há. Natural e macia, mantém o fresco e também o quente, quando é preciso, e é usada para tornar o ambiente confortável e acolhedor. A cortiça é um dos produtos naturais mais caraterísticos de Portugal e faz parte do quotidiano sem darmos por isso.

As rolhas das garrafas de vinho são o objeto mais conhecido mas existem muitos artigos em cortiça: acessórios de moda, roupa e sapatos, mobiliário e revestimentos, de chão ou parede, entre outros. A invenção recente do tecido de cortiça veio revolucionar esta indústria e colocar em evidência as suas propriedades tão apreciadas: é resistente, versátil, reciclável, hipoalergénico e tem qualidades térmicas e acústicas. Para além disso, tem um processo de transformação muito simples para poder ser trabalhado. 

Corticeira Amorim

Para além dos objetos de utilidade diária, a cortiça faz parte da história de Portugal e pode ser encontrada em muitos monumentos e pontos de interesse:

- no Convento de Cristo, em Tomar, classificado Património Mundial, a janela da Sala do Capítulo é um dos pontos a não perder, pela sua simbologia e ligação à história dos Descobrimentos. Entre os elementos esculpidos na pedra encontramos troncos de sobreiro, relembrando a sua utilização nas caravelas dos navegadores portugueses.

- os monges sabiam bem como a cortiça podia tornar o ambiente mais confortável. Exemplos disso são o Convento dos Capuchos, em Sintra, o Convento de Santa Cruz do Buçaco e o Convento da Serra da Arrábida, em que as celas e algumas dependências comuns são forradas a cortiça.

- os presépios do sec. XVIII, da autoria do escultor Machado de Castro, com figuras de terracota em cenários de cortiça são uma referência na história das artes decorativas portuguesas. Um deles pode ser visto na Basílica da Estrela, em Lisboa.

- em, Sintra, o Chalet da Condessa d’Edla foi construído e decorado de acordo com o espírito romântico do séc. XIX. Nas ombreiras das portas, janelas e óculos, a cortiça é um dos elementos decorativos mais expressivos.

- no Algarve, São Brás de Alportel é uma localidade onde a indústria da cortiça teve grande importância para o seu desenvolvimento. Atualmente, é o centro de uma Rota da Cortiça.

- a história da cortiça  desvenda-se também nos museus locais, sejam etnográficos, como o Museu José Régio, em Portalegre, ou ligados à arqueologia industrial, com o Ecomuseu do Seixal.

Corticeira Amorim

Portugal é o principal produtor mundial de cortiça, responsável por mais de 60% do volume das exportações mundiais, e tem uma área de sobreiro correspondente a 25% da existente no mundo inteiro. Por isso, quando viajar pelo país, sobretudo no Alentejo, repare como o sobreiro é uma das árvores mais comuns na paisagem.

SABIA QUE...?
Sendo a cortiça um produto natural altamente versátil, permite fazer coisas quase inimagináveis. Veja os exemplos.

Um vestido para Lady Gaga
Foi com tecido em cortiça da Pelcor que a designer Teresa Martins trabalhou recentemente num visual completo que criou para a Lady Gaga. Inspirando-se na música da conhecida cantora e na obra de arte de Klimt, que Viena homenageou celebrando o seu 150º aniversário, Teresa Martins criou um vestido em cortiça folheada a ouro e prata e bordado à mão com missangas e fios metálicos, recriando as texturas e composições que se conhecem dos quadros do pintor.
O vestido que simboliza a fusão entre moda, música e arte demorou 2 anos a ser produzido e foi oferecido a Lady Gaga, que o usou numa ArtRave que aconteceu em Lisboa, a seguir ao concerto que deu em Lisboa, em novembro de 2014. O momento foi tão apreciado que Lady Gaga o partilhou nas redes sociais.

Obras de arte feitas de rolha de cortiça
Depois de utilizadas nas garrafas de vinho, as rolhas de cortiças podem parecer inúteis, mas há artistas que lhes dão uma nova função e as utilizam para criar obras de arte. 
Scott Gundersen é um artista norte-americano, de Chicago, que utiliza rolhas de cortiça nas suas obras. O primeiro rosto que criou foi o de Jeanne, em 2009, com 3842 rolhas e em 2010, criou o rosto de uma amiga, Grace. Esta obra gigantesca ocupou o artista 50 horas e utilizou 9217 rolhas de cortiça. É também a sua forma de chamar a atenção para a importância da reciclagem e da arte sustentável.
A convite do Turismo de Portugal, Scott Gundersen apresenta a reprodução de um retrato do Rei Felipe VI e da Rainha Letícia, na feira internacional de turismo, FITUR, em Madrid. O quadro será composto por mais de 30 000 rolhas e terá 2,36m de altura e 3,3m de comprimento. Pesa cerca de 140 kg.

Scott Gunderson

Isolamento utilizado pela NASA
A empresa portuguesa Corticeira Amorim é um dos principais parceiros no fornecimento de soluções de isolamento para a NASA.

Uma prancha de Surf em cortiça
O surfista havaiano Garrett McNamara, que surfou uma das maiores ondas do mundo, tem uma prancha de surf totalmente feita em cortiça portuguesa. Foi um trabalho conjunto, em que dezenas de profissionais de design, investigação, aerodinâmica e desenvolvimento de materiais, além do próprio Garrett McNamara, ajudaram a produzir a prancha ideal para aguentar e surfar as ondas gigantes do canhão da Nazaré.

Skates com melhor performance
Um inovador skate de cortiça foi desenvolvido pelo produtor australiano Lavender Archer Cork Skateboards, com o apoio da Corticeira Amorim. A sua produção em laminado de cortiça, com comprovados benefícios ao nível do desempenho, foi motivada pela necessidade de reduzir a vibração típica dos tradicionais skates atualmente existentes no mercado.


Arte Urbana em Portugal

Frequentemente somos surpreendidos por desenhos nas ruas, em painéis, nas fachadas e em grandes muros. São verdadeiras galerias a céu aberto, onde notáveis artistas de todo o mundo se propõem a dar vida e cor a lugares escondidos no tempo, com técnicas e mensagens diversas, fazendo assim a história de cada local.

A arte urbana é já uma atração nas visitas de cidade com reconhecimento internacional, pela qualidade das obras que se podem encontrar. Vários artistas portugueses foram já referenciados no mundo inteiro:

- As intervenções de Bordalo II, na Covilhã, e de Ella & Pitr, em Abrantes, foram destacadas pela Street Art News na lista das 25 obras de arte urbana mais populares.

Odeith, com o seu trabalho pintado em Setúbal, foi incluído num especial sobre os melhores trabalhos pelo movimento I Support Street Art

Vhils foi mencionado pela revista Forbes na sua lista de histórias de sucesso de pessoas com menos de 30 anos, na categoria de Art & Style. Mais recentemente, foi convidado pelos U2 a produzir o vídeo de uma das músicas do último álbum, Raised by Wolves. O vídeo foi gravado nas antigas instalações dos estaleiros da Lisnave, em Cacilhas. 

Embora nascida de uma atitude de transgressão e ilegalidade, esta expressão artística tem suscitado o interesse de entidades públicas e privadas. Muitos artistas, nacionais e estrangeiros têm sido convidados por câmaras municipais e por associações culturais a intervir em espaços públicos e em prédios devolutos, dando-lhes uma nova imagem e chamando a atenção de quem passa na rua.

Entre as intervenções que podem ser vistas em Lisboa, no Porto e em Coimbra, destacam-se, entre muitos outros, os trabalhos de CostahOs GêmeosC215, Miguel Januário, Hugo Makarov, Mário Belém, Nuno Saraiva, Pedro Soares Neves, UAT, Vanessa TeodoroAdd Fuel e Gonçalo MAR, encontrando-se em locais de fácil acesso e integrados nos circuitos turísticos.

Há um mundo artístico por descobrir em Portugal. Na próxima visita, não se esqueça de olhar à sua volta e para o chão. Registe o que encontrar e partilhe-o connosco.

Eventos de Arte Urbana
Vários eventos de arte urbana têm contribuído para os programas de animação das cidades, sobretudo durante os meses de Verão.

É uma boa altura para conhecer os espaços urbanos de forma descontraída, ser surpreendido por verdadeiras obras de arte e, quem sabe, de participar e deixar um testemunho para a história.

Umbrella Sky Project

A não perder:
- AgitÁgueda, Águeda (intervenção urbana com chapéus de chuva) - www.facebook.com/AgitAgueda | Instagram.com/agitagueda

- Walk & Talk, Festival de Arte Pública, Ponta Delgada, São Miguel - Walktalkazores.org

- Festival de Arte Urbana Wool, Covilhã - www.woolfest.org 


O Cante Alentejano

Portugal tem no seu património cultural uma expressão musical muito genuína, única no mundo, o Cante Alentejano, agora reconhecido como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

Cantado em coro e sem qualquer recurso a instrumentos musicais, por grupos de homens e mulheres, o Cante Alentejano é uma manifestação popular característica dos vários concelhos do distrito de Beja, na região historicamente conhecida como Baixo Alentejo. No entanto, foi o Município de Serpa que tomou a iniciativa da sua inscrição no Património Mundial em conjunto com a Entidade Regional de Turismo do Alentejo.

Embora atualmente seja mantida pelos grupos corais, alguns deles já centenários, sempre aconteceu em contextos informais, durante o trabalho no campo ou em momentos de festa. As letras falam de sentimentos e de momentos do quotidiano.

Embora não seja específico de nenhum género ou estrato social, é muitas vezes associado às classes rurais que se formaram numa região onde a industrialização agrícola e a extração mineira se desenvolveram durante o final do século XIX e século XX. O primeiro grupo coral surgiu em 1926, associado aos trabalhadores das Minas de São Domingos, hoje desativadas, iniciativa seguida por um segundo grupo em Serpa, em 1927.

Quando visitar a região consulte os postos de turismo locais para saber se algum espetáculo está previsto, mas sobretudo esteja atento pois pode acontecer espontaneamente em qualquer taberna ou associação recreativa, num momento de descontração depois de um dia de trabalho. Pode ainda encontrar informação numa das Casas de Cante criadas na sequência da classificação como património imaterial da Humanidade. Mais informações em www.casadocante.pt e em www.facebook.com/CasaDoCanteSerpaPt.

Para ter uma ideia do que é o Cante Alentejano, veja o filme produzido por Sérgio Tréfaut, para apoiar a candidatura à Unesco.

 


Tradições de Natal em Portugal

A época do Natal é ótima para fazer umas miniférias em Lisboa ou no Porto, pois o frio não é muito e ainda há dias de sol.Vive-se um ambiente festivo e os momentos mais importantes são os que reavivam o espírito de comunhão.

Tradicionalmente, as famílias reúnem-se no dia 24 de Dezembro, e à mesa do jantar servem-se pratos de bacalhau, embora o peru assado e outros pratos de carne que eram saboreados nos dias seguintes já comecem igualmente a integrar as ementas. Para a sobremesa, não falta o Bolo Rei, recheado com frutas cristalizadas ou com frutos secos, além dos deliciosos fritos tradicionais: as filhós, os sonhos e as rabanadas.

À meia-noite, celebra-se a Missa do Galo e nas igrejas, assim como em casa, há um lugar especial para o presépio, a recriação do estábulo onde nasceu Jesus, uma ideia de São Francisco de Assis no séc. XIII e que é bastante comum em Portugal.


Photo: Óbidos, Vila Natal by © C. M. Óbidos

Nalgumas regiões, como em Bragança, Guarda ou Castelo Branco, ainda se queima um madeiro durante a noite, numa grande fogueira no adro da Igreja. Serve de ponto de encontro para reunir amigos e vizinhos e desejar um Feliz Natal. Para assistir a esta tradição, sugerimos uma visita à Aldeia Natal de Cabeça, no concelho de Seia.

6 de janeiro, no Dia de Reis, as festas terminam com as “Janeiras”. Na rua ou em monumentos e igrejas, ouvem-se estes cantos tradicionais para desejar votos de um Bom Ano.

A época do Natal é também propícia a programas musicais e a muita animação nos centros históricos de cidades e vilas, como Lisboa, Porto, Guarda, Viseu, Leiria, Óbidos, Cascais, Sintra,Santa Maria da Feira, Vila Nova de Gaia,Penela,Penamacor ou Loulé.

Feliz Natal!


Cultura Top 10

A cultura portuguesa está ligada à localização geográfica e percurso histórico do país. Portugal é a mais antiga nação da Europa e a sua abertura ao mar lançou-a nos Descobrimentos.

O seu património cultural foi marcado por influências de África, América, Ásia e dos povos que aqui viveram antes da fundação, assim como o caráter afável e acolhedor dos portugueses.


Património Mundial
Portugal tem 22 núcleos classificados como Património Mundial, que  abrangem monumentos, centros históricos de cidades, paisagens e património imaterial. Nos “conteúdos relacionados”, abaixo, encontra informação sobre cada um deles.
De destacar que antes da classificação de Sintra não havia a categoria de Paisagem Cultural,criada pela Unesco para aplicar a uma Serra e um Parque Natural de natureza exuberante, salpicados de palácios e quintas recheados de história e cultura.

Palácio da Pena, Sintra
Photo: Palácio da Pena, Sintra © Filipe Rebelo

Azulejo
É uma presença constante na arquitetura portuguesa e em nenhum outro país reveste tantos exteriores e interiores de casas, igrejas, palácios, etc.. De origem muçulmana, começou a ser produzido em Portugal no fim do séc XV, mas atingiu maior produção no séc. XVIII, com o azulejo azul e branco.
No Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, ilustra-se a sua história, mas basta andar de comboio pelo país, visitar cidades ou andar no Metro da capital para apreciar belos exemplos desta arte decorativa tão característica de Portugal.

Painel de azulejos
Photo: Painel de azulejos, Palácio da Mitra © António Sacchetti

Estilo Manuelino
Quando em toda a Europa se construíam catedrais góticas, em Portugal introduziram-se na arquitetura e escultura elementos de inspiração marítima e símbolos do poder real, como a esfera-armilar,  no que veio a ser conhecido como estilo manuelino. Assim designado por ter tido início no reinado de D. Manuel I (1495-1521), época magna dos Descobrimentos portugueses, este estilo tem como maiores exemplos o Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém, o Mosteiro da Batalha e o Convento de Cristo, mas em todo o país se podem encontrar construções e decorações de sabor manuelino em igrejas, palácios, pelourinhos e até na arquitetura civil.

Mosteiro da Batalha
Photo: Mosteiro da Batalha, Batalha © Rui Cunha

Barroco
O barroco é sinónimo de esplendor e ostentação vividos sobretudo no reinado de D. João V (1707-1750), quando o ouro e pedras preciosas vinham do Brasil e começou a exportação de vinho do Porto. Foi marcado por grandes obras, como o Convento de Mafra, o Aqueduto das Águas Livres de Lisboa ou a Biblioteca da Universidade de Coimbra, mas está presente em todo o país, como nos templos forrados a talha dourada e azulejo. No norte destaca-se o nome de Nasoni, que assinou entre outros a Torre e Igreja dos Clérigos, no Porto,  ou o  Palácio de Mateus, em Vila Real, mas também o encontramos, por exemplo, na faustosa coleção do Museu dos Coches, em Lisboa.

Casa de Mateus
Photo: Casa de Mateus, Vila real © Porto Convention & Visitors Bureau

Aldeias e Cidades
Portugal é conhecido pelo seu património e arquitetura. Além das cidades do Património Mundial, entre muitas outras distinguem-se Viana do Castelo, Braga, Caminha, Barcelos, Ponte de Lima ou Amarante, no norte, Viseu no Centro, assim como Santarém ou Setúbal, mais perto de Lisboa, Tavira e Silves no Algarve, ou Funchal e Ponta Delgada na Madeira e Açores, respetivamente.
Se o românico do norte evidencia que aí começou Portugal, também os Castelos de Fronteira ou as Aldeias Históricas do Centro de Portugal testemunham quase nove séculos de história. Tal como as Aldeias de Xisto ou as muitas aldeias e vilas muralhadas, de que Óbidos, Marvão e Monsaraz são apenas alguns exemplos. No Alentejo encontramos mármores e casas térreas, caiadas de branco. Como as do Algarve, coroadas de açoteia.
São muitos os arquitetos contemporâneos que elevam bem alto o nome de Portugal, mas basta referir os detentores do Prémio Pritzker: Álvaro Siza Vieira recebeu-o em 1992 e Eduardo Souto de Moura em 2011.

Monsaraz
Photo: Monsaraz © Turismo do Alentejo


Espaços sagrados
De norte a sul de Portugal e ilhas, são muitos os espaços sagrados que merecem visita, mas culminam todos em Fátima, com o culto a Nossa Senhora. Entre tantos que se poderiam enumerar, refiram-se as Sés de todo o país, que remontam quase todas ao período da fundação de Portugal, mas acompanharam os movimentos artísticos posteriores. Excluindo os templos mais famosos e visitados, vale a pena destacar a expressão rural dos “Impérios” ligados às Festas do Espírito Santo nas ilhas dos Açores e ainda as Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, na ilha de S. Miguel.
Do tempo dos mouros restam-nos poucos vestígios do culto sagrado, mas a vila-museu de Mértola, no Alentejo, é uma exceção que merece visita.
Temos felizmente muitos vestígios doutra crença religiosa, o judaísmo, com marcas medievais um pouco por todo o país, como na antiga sinagoga de Tomar, e especialmente junto à fronteira com Espanha, nomeadamente em Belmonte, Guarda, Trancoso e Castelo de Vide.

Santuário de Fátima
Photo: Santuário de Fátima © Pedro Sousa, Amatar

Fado
O Fado é Património Imaterial da Humanidade desde 2011. Esteve durante muitos anos ligado ao nome de Amália, mas hoje é tão grande a nova geração de fadistas, que Mariza, Gisela João, Camané, Carminho ou Ana Moura são apenas alguns dos nomes mais conhecidos internacionalmente.
Para o sentir em toda a profundidade, nada como ouvi-lo numa casa de fados, à luz da vela e da emoção das vozes e da guitarra portuguesa. O Museu do Fado, em Lisboa, também é um bom local para se familiarizar com esta música tão característica de Portugal.

Fado
Photo: Fado, Coimbra © Paulo Magalhães

Literatura
Portugal é conhecido como um país de poetas. A nossa poesia teve início ao mesmo tempo que a nação com a poesia trovadoresca, mas subiu a um patamar cimeiro da epopeia, no Renascimento, com a publicação dos Lusíadas, em que Luís de Camões (1524-1580) canta os feitos dos portugueses a propósito dos Descobrimentos. Já no início do séc. XX adquiriu contornos mais universalistas com a obra de Fernando Pessoa (1888-1935), o  mais traduzido poeta português. Porém, foi a prosa de José Saramago (1922-2013) que conquistou um Prémio Nobel, em 1998.

Biblioteca do Convento de Mafra
Photo: Biblioteca do Convento de Mafra © António Sacchetti

Festa e Festivais
Portugal, sobretudo no verão, fervilha de festas tradicionias, como em Viana do Castelo, Tomar, Campo Maior, ou na Festa da Flor  do Funchal, Madeira. Não esquecendo os Santos Populares, com ponto alto em  Lisboa, a 13 de junho, e no Porto, a 24 de junho.
Também os festivais vão da música rock, ao jazz, étnica... enfim, há  música para todos os estilos, sendo alguns realizados em locais tão atrativos quanto os artistas em cartaz. É o caso do Festival do Sudoeste, de Paredes de Coura, do Super Bock Super Rock e do Nos Alive.

NOS Alive
Photo: NOS Alive, Algés © Hugo Macedo

Gastronomia
Portugal assiste hoje a uma autêntica exaltação de sabores, onde novos chefs combinam produtos e receitas tradicionais com cozinha contemporânea. Cinco ícones da nossa gastronomia têm lugar de destaque: o melhor peixe do mundo; a cataplana (símbolo vivo da cozinha mediterrânica); o vinho do porto (inimitável); o pastel de nata (“doce celestial”); os nossos chefs (fundem tradição com inovação e criatividade). O que anda a par dos princípios por que a Unesco recentemente reconheceu Portugal como detentor da Dieta Mediterrânica. Além do mais, porque gostamos de receber e conviver em volta da mesa, fazendo de cada refeição um momento de partilha.

pão e azeite
Photo: Pão e azeite © Nuno Correia


Caminho Português de Santiago - Caminho Central

O mais percorrido Caminho Português de Santiago é o Caminho Central, que passa por Lisboa, Coimbra e o Porto. Está totalmente assinalado desde Lisboa com as inconfundíveis setas amarelas que marcam os Caminhos de Santiago e, por vezes, com uma vieira amarela sobre fundo azul, o símbolo oficial.

Mas em Portugal existem vários Caminhos de Santiago, sempre de sul para norte, já que Santiago de Compostela fica na Galiza, a 120 km da fronteira de Valença, ao norte de Portugal.

A sul de Lisboa o Caminho não está ainda sistematicamente assinalado, mas sabe-se que também era percorrido na Idade Média pelos peregrinos, nomeadamente desde o Cabo de S. Vicente até Santiago do Cacém, num troço que hoje é conhecido como o Caminho Histórico da Rota Vicentina. A Rota Vicentina faz parte da Grande Rota GR11/E9 que passa por Lisboa.

O Caminho Central passa pelas seguintes localidades (distâncias aproximadas):

DE LISBOA A SANTARÉM

1. Lisboa > Alhandra, 33km
Lisboa > Sacavém > Alpriate>Póvoa de Santa Iria > Alverca > Alhandra  

2. Alhandra > Azambuja, 24km
Alhandra > Vila Franca de Xira > Carregado > Vila Nova da Rainha > Azambuja 

3. Azambuja > Santarém, 32km
Azambuja > Aeródromo > Reguengo > Valada > Porto de Muge > Omnias > Santarém 


DE SANTARÉM A TOMAR

4. Santarém > Golegã, 30,5 Km
Santarém > Vale Figueira > Pombalinho > Azinhaga (terra natal de José Saramago, Prémio Nobel da Literatura em 1998) > Golegã

5. Golegã > Tomar, 22km
Golegã > S. Caetano (Quinta da Cardiga) > Vila Nova da Barquinha > Atalaia  > Grou > Asseiceira > Santa Cita > Tomar

DE TOMAR A COIMBRA

6. Tomar > Alvaiázere, 32 km
Tomar > Ponte de Peniche > Casais > Soianda > Calvinos > Ponte de Ceras > Tojal > Cortiça > Feteiras > Alvaiázere

7. Alvaiázere > Rabaçal, 33km
Alvaiázere > Laranjeiras > Venda do Negro > Casal Soeiro > Ansião > Netos > Venda do Brasil > Santiago da Guarda > Alvorge > Ribeira Alcalamouque > Rabaçal

8. Rabaçal > Coimbra, 32km
Rabaçal > Zambujal > Fonte Coberta > Poço > Conímbriga > Orelhudo > Cernache >Palheira > Cruz de Marouços > Coimbra 


DE COIMBRA AO PORTO

9. Coimbra > Mealhada, 23km
Coimbra > Adémia de Baixo > Trouxemil >  Adões> Sargento Mor > Santa Luzia > Lendiosa > Mealhada 

10. Mealhada > Águeda, 31km 
Mealhada > Sernadelo > Alpalhão > Aguim > Anadia > Arcos > Avelãs de Caminho > Aguada de Baixo > Águeda

11. Águeda > Albergaria-a-Velha, 19,5km
Águeda > Mourisca do Vouga > Serém de Cima > Albergaria-a-Velha 

12. Albergaria-a-Velha > Oliveira de Azeméis, 23km
Albergaria-a-Velha >  Albergaria-a-Nova > Pinheiro da Bemposta > Bemposta > Oliveira de Azeméis 

13. Oliveira de Azeméis > Grijó, 33,5 Km
Oliveira de Azeméis > Santiago de Riba-Ul > Cucujães > S. João da Madeira > Malaposta > Lourosa > Moselos > Grijó 

14. Grijó > Porto 23,5km
Grijó > Perosinho > Vila Nova de Gaia > Porto


DO PORTO A VALENÇA

15. Porto > São Pedro de Rates, 37 km 
Porto > Araújo > Maia > Vilar do Pinheiro > Mosteiró > Vilarinho > Ponte de Ave > São Miguel dos Arcos > São Pedro de Rates 

16. São Pedro de Rates > Barcelos, 17km
São Pedro de Rates > Pedra Furada/Goios > Pereira > Barcelinhos > Barcelos 

17. Barcelos > Ponte de Lima, 34km 
Barcelos > Vila Boa > São Pedro de Fins/Tamel > Ponte das Táboas > Outeiro > Grajal > Reborido > Vitorino dos Piães > Anta > Pedrosa > Ponte da Senhora das Neves > Ponte de Lima 

18. Ponte de Lima > Rubiães, 22Km 
Ponte de Lima > Arcozelo > Ponte da Geira > Ponte do Arco > Alto da Portela/Labruja > São Roque > Rubiães 

19. Rubiães > Valença, 17km 
Rubiães > São Bento da Porta Aberta > Gontomil > Fontoura > Paços > Pedreira > Tuído > Arão > Valença  

 


O Inverno em Portugal

O Inverno em Portugal é uma estação muito aprazível, com sol frequente em todo o país e temperaturas que raramente descem abaixo dos 10ºC. E o povo português mostra-se ainda mais afável e acolhedor!

Com uma média de mais de 300 dias de sol por ano, aqui o  Inverno por vezes mais parece uma primavera e os óculos escuros fazem sempre falta.  Além disso, alguns locais têm nesta época um encanto especial:

Passeio no Douro
O Douro, com uma paisagem classificada como Património Mundial, adquire ainda maior beleza por altura das vindimas, entre setembro e outubro; aqui pode até pernoitar nas quintas produtoras de vinho do Porto e de excelentes vinhos de mesa, alojando-se em belos solares.

Passear na praia
As praias são especialmente agradáveis para passear na estação baixa. Só a ilha de Porto Santo, na Madeira, tem 9 km de areal cuja temperatura lhe confere propriedades terapêuticas. 

Talassoterapia
Mas as nossas praias do Continente e Açores são tantas que não se conseguem contar. Em muitas delas existem centros de talassoterapia, com destaque para os resorts de altíssima qualidade do Algarve e da Madeira, e não só. 

Golfe
O golfe tem em Portugal condições ideais, especialmente os campos do Algarve e Costa do Estoril, que esgotam com frequência no inverno. Eleito como melhor destino de golfe da Europa, é no Algarve, em outubro, que se realiza o Portugal Masters, um dos principais torneios da modalidade e parte integrante do Circuito Europeu da PGA.


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