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Sugestões

Óbidos

Não deixe de…
  • subir às muralhas
  • beber uma Ginjinha num copinho de chocolate

A vila medieval de Óbidos é uma das mais pitorescas e bem preservadas de Portugal.

Suficientemente perto da capital e situada num ponto alto, próximo da costa atlântica, Óbidos teve uma importância estratégica no território. Já ocupada antes de os romanos chegarem à Península Ibérica, a vila tornou-se mais próspera a partir do momento em que foi escolhida pela família real. Desde que o rei D. Dinis a ofereceu a sua esposa D. Isabel, no séc. XIII, ficou a pertencer à Casa das Rainhas que, ao longo das várias dinastias, a foram beneficiando e enriquecendo. É uma das principais razões para se encontrarem tantas igrejas nesta pequena localidade.

Dentro de muralhas, encontramos um castelo bem conservado e um labirinto de ruas e casas brancas que encantam quem por ali se passeia. Entre pórticos manuelinos, janelas floridas e pequenos largos, encontram-se vários motivos de visita, bons exemplos da arquitetura religiosa e civil dos tempos áureos da vila.


10 coisas para ver e fazer em Lisboa

Lisboa é uma cidade cosmopolita, com bons acessos e a poucas horas de distância de qualquer capital europeia. 

E há tanta coisa para ver e fazer que é difícil ter tempo suficiente para ver tudo o que se quer, com tempo… apresentamos aqui uma seleção, entre outras que se possam fazer, de tudo o que não pode perder na capital portuguesa.

1. Subir ao Castelo de São Jorge e passear por Alfama
Quem passar em Lisboa e não for ao Castelo de São Jorge terá perdido com certeza um momento inesquecível. É o ponto mais alto da cidade, no meio dos bairros mais típicos. Uma oportunidade única de sentir, e perceber, a ligação da cidade com o rio Tejo.

2. Ouvir um Fado
Goste-se ou não do estilo de música, jantar à luz da vela a ouvir fado em Lisboa é incontornável. Para quem tiver a sorte de o ouvir cantar ao passar numa rua qualquer de Alfama, da Mouraria ou da Madragoa, é de aproveitar. O fado amador ou vadio é assim, quando apetece cantar, canta-se e as guitarras acompanham.

3. Ir ao Terreiro do Paço
A maior praça de Lisboa e também uma das mais emblemáticas, símbolo da cidade e da sua reconstrução após o grande terramoto de 1755. Atualmente, é principalmente um espaço muito agradável para passear à beira rio, ao fim da tarde. Também é muito bonita vista do rio, num passeio de barco.


Pico, Faial e São Jorge - as “Ilhas Triângulo”

Todo o arquipélago dos Açores é belo e merecedor de uma visita, mas devido à proximidade, Pico, Faial e São Jorge formam o chamado “Triângulo” do Grupo Central do arquipélago que incitam a que se atravesse o mar para conhecer a vizinhança.

O Triângulo: o Faial em primeiro plano, ao fundo à direita o Pico e à esquerda, alongando-se entre o mar e o céu... São Jorge. Nenhuma destas três ilhas é semelhante à outra, cada uma tem uma especificidade única, mas todas se completam. A proximidade entre elas, bem como as numerosas ligações marítimas existentes, faz deste “Triângulo” um destino fascinante e surpreendente.

A interligação marítima é assegurada pela empresa Transmaçor numa operação que se estende ao longo do ano. A frequência das partidas aumenta consoante os meses do ano. O canal entre a Horta (Faial) e a Madalena (Pico) leva cerca de 30 minutos a fazer-se e é servido por 4 a 6 ligações diárias. Um percurso alternativo permite a navegação entre a Horta e as Velas (São Jorge), com escala em São Roque (Pico). Utilizar estes barcos de carreira é um modo fácil e económico de viajar entre as ilhas e tem como bónus admirar vistas alternativas e espetaculares, podendo por vezes avistar golfinhos.

Durante os meses de maio a setembro, os portos do “triângulo” recebem a visita do Express Santorini, operado pela Atlanticoline, barco equipado com camarotes que assegura a longa rota que passa por oito ilhas dos Açores, de Santa Maria às Flores. A possibilidade de transporte de viaturas – desde automóveis de diversas classes até aos reboques, moto 4x4, jetski e bicicletas –, faz deste cruzeiro uma excelente opção de transitar comodamente entre os grupos Ocidental, Central e Oriental.

O Faial é uma das paragens obrigatórias na visita ao grupo central, com o seu vulcão dos Capelinhos, a sua magnífica Caldeira coberta de vários tons de verde, os seus campos de pastagens rodeados de hortênsias azuis e as praias de mar calmo. Merece especial destaque, a cidade da Horta em anfiteatro para as baías, onde se situa a marina mais conhecida internacionalmente por marinheiros de todo o mundo e a vista imponente da montanha do Pico. E ainda a não perder, os passeios de barco para a observação de cetáceos.

Do outro lado do canal, está a ilha do Pico e a sua majestosa montanha que no interior conserva longas e preservadas grutas vulcânicas. Nos seus campos de lava estende-se um reticulado único de muros entre os quais nasce a vinha, que foram considerados paisagem património mundial e onde se produz o famoso vinho verdelho que podemos degustar nas suas adegas. De destacar ainda as vistas para as ilhas de São Jorge e do Faial e a observação de cetáceos. Tudo isto torna esta ilha única no equilíbrio quase perfeito entre a terra agreste e o engenho da sobrevivência que permitiu uma cultura singular.

São Jorge é uma ilha estreita, que tem uma cordilheira ao centro e diversas particularidades como as fajãs – pequenas planícies que se prolongam pelo mar, formadas por abatimentos da falésia e muitas vezes só acessíveis através de trilhos pedestres que atravessam uma natureza encantada. De destacar ainda o seu queijo, único e famoso, que chega a pesar 12 quilos, as colchas de ponto alto feitas num tear de madeira, uma caldeira com amêijoas e uma onda mítica.

Toda esta exuberância faz destas três ilhas de beleza impar, um destino de férias único e sublime!


Um passeio pelo Gerês

Não deixe de…
  • visitar o Centro de Educação Ambiental do Vidoeiro e recolher informação nas Portas do Parque
  • fazer algum dos percursos pedestres de pequena rota, que têm sinalização convencional no terreno
  • observar o pôr-do-sol sobre a barragem a partir da Pousada da Caniçada

O Parque Nacional da Peneda-Gerês, no extremo noroeste de Portugal, entre o Alto Minho e Trás-os-Montes, é a única área protegida portuguesa classificada como Parque Nacional.

É um mundo à parte em que a atividade humana se integra de forma harmoniosa na Natureza, preservando valores e tradições muito antigos, bem patentes nas aldeias comunitárias de Pitões das Júnias e Tourém.

Em todos os tons de verde, a vegetação exuberante inclui uma floresta de azevinho, única a nível nacional, e espécies endémicas como o lírio do Gerês, que alegra os campos com os seus tons de azul-violeta. Nas Serras da Peneda, Soajo, Amarela e Gerês, que integram o Parque, correm rios e ribeiras que se precipitam em cascatas e espraiam depois em albufeiras. As paisagens são deslumbrantes.

Por vezes consegue avistar-se um corço (símbolo do Parque) ou o seu predador, o lobo ibérico. Mais comuns, são os garranos, pequenos cavalos selvagens que correm livremente pelos montes. Também podem encontrar-se bovinos de raça barrosã e os cães de Castro Laboreiro, de pelo escuro, guardando os rebanhos que ao ritmo das estações se deslocam entre as brandas e as inverneiras. Trata-se de aldeias e zonas da serra relacionadas com a antiga transumância, para onde as populações hoje apenas deslocam o gado: vales e altitudes baixas no inverno, lugares mais altos no verão, de acordo com o pasto existente.

Num itinerário pelo Parque, o Soajo, com o seu antigo conjunto de espigueiros de pedra para guardar os cereais, pode ser o ponto de partida a oeste. Também podemos ver espigueiros no Lindoso, onde vale a pena subir ao castelo debruçado sobre o vale do Rio Lima. Um pouco mais a norte, podemos dar um pulo à aldeia de Castro Laboreiro, onde se criam os cães pastores da região.

A serra mais a sul é a do Gerês, cuja porta do Parque, em Campo do Gerês, é a que fica mais perto de Braga. Nesta serra ficam as albufeiras das Barragens da Caniçada e de Vilarinho das Furnas, locais de grande beleza, tendo esta última submergido a povoação que lhe deu o nome, e cujo espólio está hoje em exposição no Museu Etnográfico de Terras de Bouro. Nas redondezas desta localidade, os Santuários de São Bento da Porta Aberta e da Senhora da Abadia são centros de grandes romarias e peregrinações.

Partindo do Campo do Gerês a pé, pode deixar-se o carro à entrada da Mata da Albergaria e seguir o Rio até à Portela do Homem. No regresso, podemos descansar nas termas de Caldas do Gerês. Outra aposta certa é seguir o traçado bem conservado da geira romana, com marcos miliários que têm quase dois mil anos.

O Rio Cávado, que delimita o Parque a leste, indica o caminho até à Barragem da Paradela. Um passeio a cavalo ou um banho no rio são um convite à descontração. Para quem gosta mesmo de passeios pedestres, é a não perder a visita a Pitões das Júnias, uma aldeia onde se guardam antigos costumes comunitários. Fica no fim da estrada e daqui para a frente só a pé. Mas o passeio vale a pena, pelas cascatas e pequenos ribeiros que se cruzam pelo caminho ou pela surpresa das ruínas dum antigo Mosteiro a aparecer no meio da paisagem.

Em suma, para gastar energias não faltam no Parque oportunidades, pois também há condições para atividades como o canyonning ou a canoagem. Mas não só. A diversidade e abundância de flora e fauna locais proporcionam um contacto com a natureza único e qualquer que seja a opção é provável que castelos medievais, mosteiros e aldeias tradicionais façam parte da paisagem, sempre de uma beleza natural ímpar.


Lisboa num dia

Não deixe de…
  • andar de elétrico
  • provar um pastel de Belém

Num dia, podemos conhecer os principais pontos da capital portuguesa - museus, monumentos e vistas de encher o olho.

Primeiro, apreciamos de cima. Das muralhas do Castelo de São Jorge, avista-se toda a cidade, as colinas, o Tejo, os telhados. Lisboa revela-se pacífica, a partir do topo deste reduto conquistado aos mouros pelo primeiro rei português em 1147.

Descendo a encosta a pé, apanhamos o elétrico 28 no miradouro das Portas do Sol, passando (e parando) na , de traçado românico, situada onde em tempos houve uma mesquita. Para além da igreja, pode-se visitar o Museu do Tesouro e os claustros. Retomando o caminho do 28, chega-se à Baixa que se pode conhecer a pé, subindo em direção ao Chiado. É altura de aproveitar para almoçar. Numa esplanada ou num restaurante mais requintado, a oferta é muita e variada.

De tarde, seguimos o sol, sempre para oeste. Reservamos algum tempo para ver o Museu Nacional de Arte Antiga, um dos mais importantes do país, com uma notável coleção de escultura, ourivesaria e pintura portuguesa e europeia dos séculos XIV a XIX – de que se destacam os Painéis de São Vicente. A rota dos museus prossegue já em Belém, no Museu dos Coches, para ver uma coleção única no mundo, que inclui viaturas utilizadas pela corte portuguesa e pelas cortes europeias.

Segue-se o imponente Mosteiro dos Jerónimos. Classificado Património da Humanidade desde 1983 é um verdadeiro livro de pedra sobre o período de ouro da História de Portugal. Depois de apreciar minuciosamente o portal sul, vale a pena visitar os claustros e a igreja, onde estão sepultados Luís de Camões e Vasco da Gama.

No limite ocidental da Praça do Império, um imponente edifício moderno chama a atenção. Trata-se do Centro Cultural de Belém, presença forte no panorama cultural da cidade com um programa interessante de espetáculos. Aí está instalado o Museu Berardo e a sua coleção de arte contemporânea.

Terminando o dia, já com o sol rasante, vamos até à Torre de Belém, a fortaleza erguida no século XVI com o intuito de defender a entrada do Tejo dos ataques por via marítima – ainda que os elaborados adornos a façam parecer mais um manual de estilo manuelino do que uma estrutura militar.

O passeio pode terminar em Belém ou, voltando ao centro histórico, no Bairro Alto, um dos locais mais animados da cidade com uma boa oferta de restaurantes, bares e discotecas.


Descobrir Sintra

Não deixe de…
  • comer uma queijada e um travesseiro
  • passear pela vila
  • subir a serra de charrete
  • apreciar a vista do Palácio da Pena
  • fazer um passeio pedestre

Sintra, o Monte da Lua, é um daqueles lugares cheios de magia e mistério onde a natureza e o Homem se conjugaram numa simbiose tão perfeita, que a UNESCO o classificou como Património da Humanidade.

Itinerário para um dia
Manhã
Qualquer que seja o plano, começar no centro histórico com um pequeno-almoço revigorante, a antecipar um dia em pleno é sempre uma boa sugestão.

Logo na praça principal, vemos o Palácio da Vila com as suas duas chaminés cónicas, tão caraterísticas, que servirão de bússola para voltar a este ponto de encontro. Datado de finais do século XIV, foi a estância de veraneio de muitos reis ao longo da História de Portugal. Cada sala é decorada de forma diferente e tem uma história a saber, para além de o interior ser uma surpresa pois é um verdadeiro museu do azulejo, com aplicações desde o séc. XVI, do início da sua utilização em Portugal.

Depois de um passeio ao acaso pelas ruelas estreitas e pelas lojas de produtos regionais, sugerimos uma visita ao Palácio e Quinta da Regaleira. É um palácio do séc. XIX, embora pareça ser mais antigo, com uma decoração que impressiona, rica em simbologia maçónica. Muito perto da entrada da Regaleira, fica Seteais, um palácio do séc. XVIII atualmente transformado em hotel. Vale a pena entrar nos jardins e ir até ao miradouro, de onde se vê o Palácio da Pena, o Castelo dos Mouros e o mar ao longe...


Évora, Património da Humanidade

Não deixe de…
  • tirar uma fotografia no Templo Romano
  • andar ao acaso e ir descobrindo a cidade
  • comer um gelado na praça do Giraldo
  • comprar uma peça de artesanato
  • visitar a Capela dos Ossos

Évora, é uma cidade que é um livro de história de arte portuguesa. 

Para a visitar, a melhor forma de o fazer é a pé, percorrendo as ruas estreitas, de casas brancas, para se ir descobrindo os monumentos e os pormenores que revelam a história de Évora e a riqueza do seu património.

Pelo seu ambiente tranquilo e acolhedor, vai ser fácil perceber porque é que esta cidade, que teve origem na época romana, foi escolhida pelos reis de Portugal no séc. XV para viver, facto que contribuiu para o desenvolvimento e importância cultural que teve nos séculos seguintes. Na verdade, foi a sua longa história, e o facto de se ter preservado um conjunto urbano representativo dos séculos XVI a XVIII até aos dias de hoje, que levou a UNESCO a classificar Évora como Património Mundial.


Para começar, a Praça do Giraldo...
É o coração da cidade e um ponto de encontro por excelência, com cafés, esplanadas, lojas e o posto de turismo. Num dos extremos, fica a Igreja de Santo Antão e o Chafariz de mármore com 8 bicas, representando as 8 ruas que aí vão dar.


Visitar Elvas

Não deixe de…
  • Visitar Elvas durante a Feira de São Mateus, em Setembro
  • Provar sericaia com ameixas de Elvas

Perto da linha de fronteira, Elvas lutou para manter a independência de Portugal e a sua história. E assim se tornou um exemplo para toda a humanidade.

Somos recebidos na cidade por um grandioso Aqueduto com 7 km e 843 arcos, construído pelo mesmo autor da Torre de Belém, em Lisboa, o arquiteto Francisco de Arruda. O tamanho e os números impressionam tanto como o que vamos descobrir mais à frente. Afinal de contas, entramos na maior fortificação abaluartada do mundo, cujas estruturas defensivas em forma de estrela e com um perímetro de cerca de 10 km são um testemunho único da evolução da estratégia militar até ao século XIX. Foram muito importantes nas lutas com Espanha pela Independência de Portugal, em meados do séc. XVII, e serviram de base ao General Wellington, durante as Guerras Napoleónicas, no início do séc. XIX.

As fortificações de Elvas são hoje Património Mundial. O preservado conjunto militar é formado pelas muralhas islâmicas e medievais e pela cintura de muralhas do séc. XVII influenciada pelo estilo holandês de Cosmander, para além do Forte de Santa Luzia (séc. XVII), do Forte da Graça (séc. XVIII) e de 3 fortins do séc. XIX – São MamedeSão Pedro e São Domingos. Se fossemos pássaros, veríamos o surpreendente desenho destas estruturas no terreno que agora apenas nos é possível entender nas fotografias aéreas ou adivinhar quando visitamos os monumentos e apreciamos a paisagem em redor.

No coração de Elvas, a zona do Castelo é a parte mais antiga da cidade. Daí até à Praça da República, onde fica a antiga Sé, agora Igreja de Nossa senhora da Assunção, passamos pela Igreja das Domínicas, com uma original planta octogonal, pelo pelourinho manuelino e pela Torre Fernandina. Nestas ruas é fácil identificarmos os arcos que marcam as antigas entradas nas muralhas.


Guimarães

Não deixe de…
  • conhecer o Parque da Cidade
  • nos arredores da cidade, passear nos diversos percursos assinalados e visitar a Citânia de Briteiros

Guimarães é considerada a cidade berço de Portugal porque aqui nasceu Afonso Henriques que viria a ser o primeiro rei de Portugal.

Associado à formação e identidade de Portugal, o centro histórico de Guimarães, na zona que ficava dentro de muralhas, foi classificado Património Mundial pela Unesco com base nos valores de originalidade e autenticidade com que foi recuperado. A cidade ainda hoje possui um conjunto patrimonial harmonioso e preservado que se mostra em graciosas varandas de ferro, balcões e alpendres de granito, casas senhoriais, arcos que ligam ruas estreitas, lajes do chão alisadas pelo tempo, torres e claustros. Por momentos imaginamo-nos num cenário medieval, onde a nobreza foi construindo as suas moradias como a casa Mota Prego, o Palácio de Vila Flor, do Toural e tantos outros que dão a Guimarães uma atmosfera única.

Podemos começar pelo coração da cidade baixa, o largo da Oliveira, onde se ergue o Padrão do Salado e a Igreja e Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira, que alberga o valioso Museu Alberto Sampaio. Passando os Paços Municipais, coroados de ameias, a Praça de Santiago acolhia os peregrinos que na Idade Média se dirigiam a Compostela, tal como hoje acolhe os residentes e turistas nos seus restaurantes e esplanadas. Na Rua de Santa Maria, que faz a ligação à cidade alta, ficam o Convento de Santa Clara, a Casa do Arco e outras casas nobres.

Subimos por esta rua, ou pela Av. Alberto Sampaio, marginada por restos da antiga muralha que continua na cidade alta, entre o Paço dos Duques de Bragança e o castelo. Até chegarmos ao alto do castelo encontraremos o referido Paço, monumento do séc. XV onde é possível observar a influência da arquitetura senhorial francesa, o Monumento a D. Afonso Henriques, a românica Capela de S. Miguel e, finalmente, o Castelo, que remonta ao séc. X e está intimamente ligado à fundação de Portugal.

Mas falta conhecer outra centralidade de Guimarães, pelo que voltamos a descer até ao Largo do Toural, com o seu chafariz quinhentista. A Rua D. João I, que na Idade Média era a via de acesso ao Porto, ostenta casas antigas com balaustradas em madeira e fachadas seiscentistas. Contornando a Igreja do Convento de S. Domingos, já na Rua de Paio Galvão vamos encontrar o edifício neo-românico do Museu Arqueológico Martins Sarmento, que se estende para o claustro do Convento. Pouco mais à frente fica o edifício do antigo mercado municipal, onde funciona hoje a Plataforma das Artes e o Centro de Artes Internacional José de Guimarães, com uma retrospetiva da obra deste conceituado artista, natural da cidade. 

Um pouco mais longe do centro vale a pena visitar o Palácio e Centro Cultural Vila Flor e os seus jardins suspensos com Casas de Fresco e decorações rocaille. Referência ainda para a Igreja barroca de Nossa Senhora da Conceição e dos Santos Passos no extremo do Largo da República do Brasil.

Para outra visão da cidade podemos subir de teleférico ao Monte da Penha para um dos mais belos panoramas do norte de Portugal, onde fica o concorrido Santuário de Nossa Senhora da Penha.


No Coração de Portugal

A partir de quatro itinerários, descobrimos o “coração de Portugal”, o lugar onde se formou a identidade portuguesa, cenário de factos históricos marcantes e ponto de encontro de culturas ao longo dos tempos.

Propomos quatro percursos que incluem três dos mais importantes monumentos portugueses, classificados como Património Mundial pela UNESCO – Mosteiro de Alcobaça, Convento de Cristo e Mosteiro da Batalha. Ligados a episódios fundamentais da nossa História são também edifícios belíssimos, em que se conjugam vários estilos arquitetónicos. O mais antigo, o Mosteiro de Alcobaça foi fundado pelo 1º Rei de Portugal e pertencia à Ordem de Cister, que teve uma intervenção essencial no desenvolvimento agrícola e cultural do nosso país. O Convento de Cristo, onde ainda se sente a mística templária, situa-se junto ao castelo construído em 1160 por aquela Ordem Militar, que elegeu Tomar como seu bastião para a defesa e expansão do território conquistado aos mouros. Já o Mosteiro da Batalha, obra-prima do gótico tardio, é um testemunho da afirmação da independência portuguesa face ao poderoso reino de Castela. Partindo destes três monumentos, muito se pode ficar a conhecer nesta região.

O “Tesouro dos Templários” é um roteiro ideal para quem gosta de romances de cavalaria. Com início em Tomar, centro da geografia sagrada para os Templários, leva-nos a descobrir os seus símbolos – na Igreja de Santa Maria do Olival, palco das cerimónias iniciáticas, ou na Charola do Convento de Cristo onde os cavaleiros ouviam missa. Numa incursão pelo território, podemos visitar o misterioso Castelo de Almourol erigido numa ilha a meio do Rio Tejo, ou a Torre de Dornes, outrora um ponto de vigia sobre uma paisagem ainda hoje deslumbrante.

Seguindo os “Caminhos da Fé”, somos seduzidos por lendas, mitos e mistérios. Levam-nos a Fátima, um dos principais Santuários marianos do mundo, erguido junto ao local onde os pastorinhos viram Nossa Senhora. E a locais onde se registaram outras aparições da Virgem – na Nazaré, em Póvoa de Cós ou na Ortiga. Levam-nos também ao cenário da Idade Média na vila de Óbidos e a Ourém, onde ficamos a conhecer a lenda da princesa moura que se apaixonou por um cavaleiro cristão e mudou o seu nome de Fátima para Oureana.

Os “4 Elementos” são o mote para outro percurso, desta vez entre o mar e o Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros. Água, Ar, Fogo e Terra deram origem a paisagens fascinantes onde também se encontram pegadas dos dinossáurios, os primeiros seres que habitaram o planeta. 

Desafiando a imaginação, “A Demanda do Graal” inspira-se nas narrativas da busca do cálice sagrado pelos Cavaleiros da Távola Redonda. Propomos projetar o mapa dessa busca no coração de Portugal transformando Tomar no ponto de encontro dos heróis da demanda, o seu castelo na Nova Jerusalém e a Charola no Templo de Salomão.


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