www.visitportugal.com

Sugestões

Braga - Itinerário Acessível

Na cidade fundada pelo Imperador romano Augusto há mais de 2 mil anos é possível fazer um itinerário acessível, de forma segura e confortável.

No centro histórico, o facto de a maior parte das ruas ser plana, o pavimento ser regular e se encontrar em bom estado de conservação, permite que a circulação seja fácil, facto reforçado pela existência de muitas ruas pedonais e de espaços verdes onde se pode descansar a meio do percurso. As passadeiras têm rebaixamentos adequados e são, na sua maioria, niveladas, garantindo um trajeto contínuo. Apenas algumas possuem sinalização tátil e sinalização luminosa ou sonora, mas, no entanto, encontram-se corretamente assinaladas, existindo um risco reduzido associado a estas situações.

Acompanhe este itinerário com o mapa

Arco da Porta Nova (1) - Igreja do Pópulo (3) - Museu dos Biscainhos (2) - Sé e Tesouro da Sé (4) – Capela de Nossa Senhora da Torre (5) - Igreja Santa Cruz (10) – Igreja São Marcos (11) – Palácio do Raio (12) – Jardim da Avenida Central (15) – Basílica dos Congregados (14) – Igreja da Lapa ((7) - Castelo de Braga (8) - Jardins de Santa Bárbara (6)

Arco da Porta Nova

Para início do Itinerário, sugerimos simbolicamente o Arco da Porta Nova (1), marcando também a memória de uma das entradas na antiga muralha medieval. Seguindo pela primeira rua à esquerda (Rua Dom Frei Caetano Brandão), encontram-se os primeiros pontos de interesse do percurso. Na Igreja do Pópulo (3), do séc. XVI, com entrada acessível e ampla no interior, é de referir a decoração do séc. XVIII em que os painéis de azulejo a azul e branco se destacam. Saindo da Igreja, siga pela Rua dos Biscainhos onde se encontra um antigo Palácio seiscentista, hoje o Museu dos Biscainhos (2) onde se pode ver uma importante coleção de artes decorativas do séc. XVII ao séc. XIX.

Retomando a Rua do Arco da Porta Nova, ainda pode entrar no Museu da Imagem, se tiver tempo, e depois seguir em frente pela rua pedonal que será o eixo central do percurso. No segundo quarteirão, sugerimos virar à direita, pela Rua do Cabido, para chegar à Sé de Braga (4).

Sé de Braga

É a mais antiga Sé de Portugal e um ex-libris da cidade, foi mandada construir no séc. XII por D. Henrique e D. Teresa, pais do primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henriques. Com envolvente e entrada acessível, vale certamente a pena visitar. Ultrapassando uma pequena escadaria, é possível também aceder ao Museu do Tesouro da Sé.

Saindo da Sé, siga à esquerda até chegar à barroca Capela da Senhora da Torre (5), construída no séc. XVIII em agradecimento por Braga ter sido poupada ao terramoto de 1755. No edifício adjacente está instalado o Museu Pio XII. A Capela é de difícil acesso devido a uma escadaria na entrada e barreiras pontuais no interior. Do lado esquerdo da Capela, passe o arco até ao Largo de Santiago e, novamente à esquerda, siga pela Rua do Anjo. No final da rua, no Largo Carlos Amarante, encontra-se a Igreja de Santa Cruz (10), do séc. XVII, e a barroca Igreja de São Marcos (11), do séc. XVIII. Por trás da Igreja, fica o emblemático Palácio do Raio (12), um exemplar singular da arquitetura civil do séc. XVIII, onde está instalado o Centro Interpretativo das Memórias da Misericórdia de Braga.

Continuando pela Rua do Raio, irá encontrar à esquerda a Avenida da Liberdade, pedonal, e o agradável Jardim da Avenida Central (15) , com vários restaurantes, esplanadas e lojas, perfeito para uns momentos de descanso, como o histórico café “A Brasileira” (9). No meio da Avenida do Jardim, pode visitar a Basílica dos Congregados (14), em estilo Rocaille, da autoria de André Soares, um arquiteto do séc. XVIII que é referência no património edificado de Braga.

No topo do Jardim, a partir do Largo do Barão de São Martinho, chega facilmente à Rua do Souto e encontra-se a poucos minutos da Igreja da Lapa (7) e do medieval Castelo de Braga (8), de que apenas resta a Torre de Menagem, uma das cinco torres que defendiam a cidade. 

Retoma-se assim o eixo principal do itinerário, que o leva de regresso à Porta Nova, com possibilidade de passar ainda pelos Jardins de Santa Bárbara, perto da Praça do Município. Um habitual ponto de descanso nos passeios pela cidade. 

Durante a visita à cidade irá passar por muitos outros monumentos que refletem a importância de Braga como um dos principais centros religiosos do país, integrado nos roteiros marianos e no Caminho de Santiago. As celebrações da Semana Santa, com grande destaque no calendário litúrgico, atraem habitualmente muitos visitantes à cidade.

Ainda de referir que o itinerário poderá ser completado com uma visita ao Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, com instalações acessíveis. Embora esteja afastado do centro histórico é importante para conhecer a história da cidade, sobretudo em relação à sua origem romana. O nome do museu é uma homenagem ao arcebispo do séc. XV (1461-1532), a quem se deve a reedificação da cidade e a recolha e estudo de grande parte dos vestígios arqueológicos.


Évora - Itinerário Acessível

De fundação romana, Évora teve o seu período áureo a partir do momento em que foi escolhida para residência de reis e de nobres, no séc. XV. Essa importância histórica, que se reflete no património construído, e o facto de se ter afirmado como centro de ciência e conhecimento com a criação da Universidade no séc. XVI levaram a UNESCO a classificá-la Património Mundial, o que justifica ainda mais uma visita.

É uma cidade com condições que permitem definir um itinerário acessível entre os diversos pontos de interesse pois a maioria das ruas não apresenta uma inclinação acentuada. No entanto, algumas barreiras obrigam a que uma visita em cadeira de rodas tenha de ser acompanhada, não existe pavimento tátil ao longo da cidade e os avisos sonoros nas passadeiras, que são na maioria rebaixadas, são muito pontuais.

Acompanhe este itinerário com o mapa

Praça do Giraldo - Igreja de Santo Antão (7) - Sé (8) - Forum Eugénio de Almeida (10) - Templo Romano (11) - Museu de Évora (9) - Igreja da Graça (6) - Igreja de São Francisco (5) - Jardim Municipal e Palácio de D. Manuel (2) - Ermida de São Brás (1)

Praça do Giraldo
Photo: Praça do Giraldo, Évora by Pack-Shot / Shutterstock

Uma visita a Évora começa naturalmente na Praça do Giraldo, o centro da cidade e ponto de encontro por excelência. Em geral, no cento histórico, o pavimento encontra-se em bom estado de conservação, com ruas pedonais amplas e corredores centrais de lajes de granito que facilitam a deslocação, evitando assim as barreiras comerciais aí existentes, como esplanadas e expositores no exterior.

Num dos topos da praça, vê-se a Igreja de Santo Antão (7) e um chafariz, ambos do séc. XVI. Passando os degraus da entrada da igreja, o interior é amplo e permite apreciar com facilidade a arte sacra do altar-mor e das capelas laterais, em particular as pinturas e a talha dourada. No exterior, de referir o chafariz em mármore, com cinco bicas, uma por cada rua que sai da praça.

Iniciando o primeiro percurso, siga pela acessível Rua 5 de Outubro para chegar à (8), um dos monumentos mais icónicos da cidade com as suas duas torres assimétricas. A catedral gótica, a maior em Portugal, tem degraus, desníveis e barreiras, seja na entrada ou no interior, que tornam a visita difícil a pessoas com mobilidade reduzida. Voltando à Rua 5 de Outubro e ao Largo do Marquês de Marialva, segue-se em direção ao antigo Palácio da Inquisição, hoje Fórum Eugénio de Almeida (10), um espaço cultural parcialmente acessível. Muito próximo, o Templo Romano, um dos monumentos mais importantes da cidade, com uma envolvente acessível, e o Museu de Évora (9), com espaços adaptados a pessoas com mobilidade reduzida e serviços de apoio disponíveis a pessoas com incapacidade visual.

Voltando à Praça do Giraldo, é possível fazer um segundo percurso seguindo pela Rua da República. À direita, encontra-se o largo da Igreja da Graça (6), em estilo maneirista com a igreja maneirista do mesmo nome, onde a entrada é dificultada apenas pela existência de um degrau. Por ser um bom exemplo de arquitetura da época, vale a pena a visita. No topo, aos cantos, quatro robustos atlantes simbolizam 4 rios e são chamados pela população de “Meninos da Graça”. Retomando a Rua da República, à esquerda, encontra-se a Praça 1º de Maio onde fica a Igreja gótica de São Francisco (5).  Com entrada acessível, a circulação no interior é garantida por espaços amplos, sem barreiras, existindo apenas um degrau no acesso à singular Capela dos Ossos, construída no séc. XVII.

Palácio de D. Manuel
Photo: Palácio de D. Manuel, Évora by André Gonçalves / Shutterstock

Daí, pode seguir para o Jardim Municipal e Palácio de D. Manuel (2), um espaço público muito agradável onde se pode descansar e descontrair um pouco. O extremo do jardim sinaliza os antigos limites da cidade e uma das entradas na muralha. Passando o Rossio, o percurso termina na Ermida de São Brás (1), mandada construir no séc. XV, um dos primeiros exemplos de arquitetura manuelino-mudéjar, muito difundido no Alentejo em que a presença árabe deixou maiores influências.

Évora é uma cidade acolhedora, com uma longa história, onde cada passeio, por mais simples que seja, se pode transformar numa descoberta, seja pelos pormenores que se encontram nos edifícios mais antigos e nas casas senhoriais, seja noutros pontos de interesse patrimonial ou no espírito jovem e descontraído que a presença da universidade concede à cidade.


Lugares que inspiram

Vá á procura do cenário ideal para as suas férias...

A paisagem, o clima ameno e o céu azul fazem de Portugal um destino privilegiado para apreciar a natureza.

Castelo de Almourol by Yves Callewaert


De forma mais ativa, pode praticar atividades ao ar livre como a canoagem, o canyoning e a bicicleta, ou se preferir uma opção mais contemplativa, fazer observação de aves, observação de cetáceos ou passeios a pé num dos trilhos e percursos disponíveis por todo o país.

Entre muitas paisagens diferentes, a do castelo de Almourol no meio do rio Tejo é, sem dúvida, uma das mais inspiradoras. Castelos e palácios antigos, quintas e solares são geralmente muito apreciados, tanto para momentos mais românticos, como para conhecer o património histórico, os costumes e as tradições de cada lugar. E em Portugal há paisagens e monumentos que são Património Mundial, o que é sempre um bom pretexto para passear.

Seja qual for o seu motivo, descubra o que o pode inspirar na próxima viagem a Portugal.


Mais sobre
Arte e Cultura | Natureza | Romance

 

 


Viagem com vista para o mar

Vá à procura do cenário ideal para as suas histórias...

Fazer surf e viajar são duas experiências que combinam na perfeição. Ir de praia em praia e alternando entre surfar,  mergulhar, fazer umas caminhadas, ou simplesmente ficar na praia a ler um livro até ver o por do sol no mar, é a imagem ideal de férias. E é isso que pode fazer ao longo do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina ou entre Troia e Sagres, o ponto mais a sudoeste do continente europeu.

Arrifana by Yves Callewaert

Escolhendo apenas uma localidade para ficar ou optando por ir de carro, com os amigos ou com a família, fazer o passeio ao longo da costa é uma excelente sugestão. Pelo caminho irá encontrar bons sítios para pernoitar a ver o mar. Um privilégio!

Ainda a não perder, os sabores da gastronomia regional. Ao longo da costa, o protagonismo é naturalmente dado ao peixe fresco e ao marisco, que sabem ainda melhor quando são acompanhados por um bom vinho alentejano ou algarvio. 

Mais sobre
Sol e Mar

 


À descoberta do património

Vá à procura do cenário ideal para as suas histórias...

O vale por onde corre o rio Douro é um lugar mágico. Depois de passar pelas encostas escarpadas, perto da fronteira, o rio vai revelando serenamente os extensos socalcos de vinhas, moldados pelo homem durante séculos nas suas margens. É nesta região que se produz o conhecido Vinho do Porto, tão apreciado no mundo inteiro.

Douro by Yves Callewaert

A viagem pela região do Douro pode ser feita de várias formas. De carro, para poder apreciar a paisagem dos miradouros e visitar as quintas produtoras de vinho, de comboio, recriando o ambiente de inícios do século XX, ou num cruzeiro de barco, que pode começar ou terminar nas Caves de Vila Nova de Gaia, onde o vinho envelhece e ganha sabor, na foz do rio e à beira do Oceano Atlântico.

O rio é um elo de ligação importante e um itinerário possível entre três sítios que são património mundial: Vila Nova de Foz Coa, perto da fronteira, a região do Alto Douro Vinhateiro e a cidade do Porto. Mas há mais que vale a pena conhecer. São pontos de descoberta de diferentes momentos da história de Portugal e um motivo para viajar pelo país descobrindo o património cultural, paisagístico, imaterial e gastronómico que a UNESCO considerou pertencerem a toda a Humanidade. 

Saiba mais sobre
Património Mundial


Siga o trilho...

Vá à procura do cenário ideal para as suas histórias.

Descobrir um lugar de bicicleta é uma experiência única. E em Portugal, há uma série de trilhos e percursos, muitos situados em áreas protegidas, que permitem conhecer paisagens muito diferentes.

Serra de Sintra by Yves Callewaert

Os percursos de montanha são desafiantes e têm a particularidade de passar por pequenas aldeias e cidades onde pode fazer uma pausa para visitar o património e descobrir as artes e ofícios locais. Mas também se irá surpreender com os itinerários do litoral, perto do mar, quando tiver um horizonte azul a perder de vista. Em particular, no Algarve, poderá usufruir de uma rede de percursos ligados entre si que permite percorrer a região, literalmente de uma ponta à outra: a Rota Vicentina, a Via Algarviana, a Rota do Guadiana e a Ecovia do Litoral

A oferta de atividades ao ar livre em Portugal é grande e o clima ameno ao longo de todo o ano dá a possibilidade de ter experiências novas em qualquer altura, seja no verão ou no inverno. Os percursos de bicicleta e os passeios a pé são os mais acessíveis, mas também pode praticar escalada e rappel, rafting, cannyonning ou canoagem. E para quem gosta do mar, o surfing, a vela ou o parapente são apenas algumas das sugestões que vai encontrar. 

Seja qual for a atividade ou o itinerário, irá certamente ter a oportunidade de apreciar o que o país tem para oferecer: as paisagens, o clima, a gastronomia e a hospitalidade portuguesa.

 

Saiba mais sobre
Atividades ao Ar Livre

 


O Fabrico de Chocalhos, no Alentejo

O Fabrico de Chocalhos, considerado Património Cultural Imaterial, é uma arte singular que existe na região do Alentejo há mais de dois mil anos.

Ofício importante na identidade da região, esta arte preserva-se ainda sobretudo nos concelhos de Estremoz, Reguengos de Monsaraz e Viana do Alentejo, tendo sido passada de geração em geração, O centro de fabrico principal fica na freguesia de Alcáçovas, onde também se pode visitar o Museu do Chocalho, uma coleção particular com mais de 3.000 peças recolhida ao longo de 60 anos.

O chocalho português é um instrumento de percussão tradicional, com um som inconfundível e um papel fundamental na paisagem sonora das áreas rurais, sobretudo onde ainda se pratica o pastoreio. A prática é transmitida de pais para filhos e requer um processo de fabrico manual muito próprio, antes das peças serem polidas e aperfeiçoadas.



Em vias de desaparecimento, devido às técnicas industriais e por se fazer cada vez menos o pastoreio tradicional, o facto de ter sido classificado Património Intangível da Humanidade é também uma forma de salvaguardar este ofício tão antigo.

Em Portugal existem apenas 13 mestres no fabrico do chocalho, localizados no Alentejo, onde está a maioria, e nos concelhos de Bragança, Tomar, Cartaxo e Angra do Heroísmo.


Caminhos de Fátima

Existem vários meios de transporte que ligam Fátima ao resto do país, mas são muitas as pessoas que preferem fazer esse percurso a pé guiadas pela sua fé em cumprimento de promessas, em busca da espiritualidade ou simplesmente pelo prazer de caminhar num encontro com eles próprios.

Estes percursos evitam as estradas principais, preferindo estradas rurais com menos trânsito. Quatro dos caminhos habitualmente percorridos pelos peregrinos - Caminho do Tejo, Caminho do Norte, Caminho da Nazaré e Caminho do Mar - estão sinalizados no terreno e ligam Fátima a diversos pontos do país. 

O Caminho do Tejo entre Lisboa e Fátima parte do Parque das Nações com passagem por Santarém. Ao longo deste percurso, que totaliza cerca de 141 kms, existem vários locais para alojamento e restauração onde é possível descansar e recuperar forças. Parte deste caminho coincide com o Caminho para Santiago e por isso no marco inicial, colocado a sul do Pavilhão de Portugal, encontra-se também essa sinalização. 

Pavilhão de Portugal
Photo: Pavilhão de Portugal ©Arquivo Turismo de Portugal

Já o Caminho do Norte coincide totalmente com o Caminho para Santiago, pelo que está assinalado com marcos alusivos a ambos os percursos. No território português este caminho percorre cerca de 260 kms e tem início na fronteira de Valença, passando pelo Porto e Coimbra, sempre com diversas possibilidades de alojamento e restauração.

Valença - Rio Minho
Photo: Valença - Rio Minho ©João Paulo

O Caminho da Nazaré liga Fátima a outro santuário dedicado a Nossa Senhora e pode ser percorrido nos dois sentidos, já que muitos dos peregrinos depois de visitarem Fátima seguem um ritual muito antigo de alcançar o ponto onde a terra acaba e o mar começa. Neste caso, o ponto mais próximo é a Nazaré, de cujo promontório imponente – o Sítio – relacionado com outro milagre, podem observar o sol a mergulhar no mar, uma vista belíssima ao final da tarde.

Nazaré - CM Nazaré
Photo: Nazaré ©CM Nazaré

O Caminho do Mar parte do Estoril, junto à Igreja de Santo António e tal como o nome indica segue mais próximo do oceano, passando por Sintra, Mafra, Óbidos e Alcobaça, zonas de grande interesse histórico e monumental, para depois entroncar com o Caminho da Nazaré rumando para o interior em direção a Fátima.

Santuário de Fátima - CM Ourém
Photo: Santuário de Fátima ©CM Ourém

Para além da busca da espiritualidade, percorrer estes caminhos de silêncio e tranquilidade, é também uma oportunidade de desfrutar das paisagens, da Natureza, da gastronomia regional e do contacto com populações genuínas e acolhedoras.

Para mais informações sobre os Caminhos de Fátima consulte Centro Nacional de Cultura e Associação dos Amigos dos Caminhos de Fátima


M&I Portugal

Pela sua natural localização, Portugal é um ponto de encontro privilegiado para a realização de reuniões, conferências e grandes eventos internacionais, facto confirmado pelo 10º lugar que ocupa na classificação da ICCA (International Congress and Convention Association), entre países de todo o mundo.

Para quem pretende reunir participantes oriundos de vários países ou realizar reuniões corporativas promovendo o incentivo ao trabalho com momentos de descoberta e lazer Portugal é um destino a considerar.

Situado no sudoeste da Europa, encontra-se a poucas horas de viagem das principais cidades europeias e é um ponto central nas ligações entre a Europa, a América e a Ásia. Juntamente com esta localização geográfica privilegiada, a capacidade de acolhimento para eventos internacionais, o clima ameno ao longo de todo o ano e a reconhecida facilidade de entendimento em idiomas estrangeiros por uma grande parte da população são fatores que irão certamente facilitar a organização de qualquer evento ou congresso.

No momento da escolha do local, as cidades de Lisboa e do Porto ou as regiões do Algarve e da Madeira são exemplos de uma boa oferta de serviços e equipamentos turísticos reconhecida internacionalmente, como aconteceu recentemente nos World Travel Awards 2016.

Os promotores que pretendam organizar um evento em Portugal poderão contar com a assistência especializada dos Official Convention Bureaux e candidatar-se a um programa específico de apoio financeiro à captação e realização de congressos corporativos e associativos.

Se vai organizar um grande evento, aceite a sugestão e escolha Portugal!


Lisboa de elétrico

Os elétricos são o transporte ideal para conhecer alguns dos locais mais interessantes do património histórico e arquitetónico de Lisboa ou simplesmente para passear pela cidade.

O mais conhecido é o Elétrico 28 que faz a viagem entre o Martim Moniz e Campo de Ourique. Embora se possa apanhar em qualquer ponto, o percurso começa no centro histórico, o Largo martim Moniz e dirige-se ao bairro da Graça, continuando para a Igreja de São Vicente de Fora. Segue para Alfama, passando por algumas das ruas e largos mais pitorescos das zonas medievais de Lisboa, como a Rua das Escolas Gerais ou o Largo das Portas do Sol, um miradouro sobre a encosta até ao rio. Daqui chega-se a pé ao Castelo de São Jorge num instante.

Continua em direção à Baixa, passando pela , facilmente identificada pela sua fachada românica, pela Igreja de Santo António e começa a descer pela movimentada Rua da Conceição, uma rua de comércio tradicional conhecida da população lisboeta pelas retrosarias.

Praça do Comércio
Photo: Praça do Comércio © João Paulo

O elétrico segue para a colina do Chiado, parando quase por certo em frente à conhecida Pastelaria A Brasileira. Em todo o percurso, vale a pena reparar na arquitetura dos edifícios que se vão sucedendo, nos azulejos que forram algumas fachadas ou nos pequenos frisos Arte Nova, geralmente rentes ao telhado.

Passando o Largo do Camões, às portas do Bairro Alto, onde se poderá vir mais tarde para jantar e passar uma noite animada, o elétrico volta a descer a colina, desta vez pela Calçada do Combro. Mais à frente, o principal destaque vai para o edifício da Assembleia da República, antigo Convento de São Bento.

Passando depois pela Basílica e pelo Jardim da Estrela, o 28 continua o percurso atravessando Campo de Ourique, um bairro residencial com tradição, para se dirigir ao Largo dos Prazeres, onde se encontra um dos cemitérios da cidade.

Chegamos então ao final da linha, mas o elétrico dá a volta e pode regressar-se da mesma forma ao centro da cidade. Passando pelos mesmos sítios, como a perspetiva é diferente, descobrem-se sempre outros pormenores e motivos de interesse.

O amarelo faz parte da imagem de marca dos elétricos. E o 28 é o mais conhecido e o que vem em todos os guias turísticos. Mas há uma versão a vermelho, histórica, mais confortável e com a visita guiada para não perder nenhum pormenor da viagem.

Elevador da Glória
Photo: Elevador da Glória

Outros elétricos, outros percursos
O elétrico 12 faz um percurso circular a partir da Praça da Figueira, pelo Martim Moniz, subindo em direção ao bairro do Castelo. A partir do Largo das Portas do Sol, o percurso é idêntico ao do 28, voltando à Baixa.

Na Baixa, também se pode apanhar o elétrico 15 que vai da Praça da Figueira até Algés e costuma ser um bom meio de transporte para chegar a Belém. Para além do mais, vai ao longo do rio o que torna a viagem mais interessante. Neste caso, trata-se de um elétrico moderno e mais rápido.

No Cais do Sodré, o elétrico 18 faz o percurso até à Ajuda, o bairro que fica acima de Belém. É uma possibilidade em termos de transportes públicos para chegar ao Palácio Nacional da Ajuda, a última residência oficial da família real portuguesa, atualmente transformada em museu.

Há ainda o elétrico 25 que faz a ligação entre a Praça do Comércio e o bairro de Campo de Ourique. Pelo caminho, passa pelos bairros de Santos, da Lapa e pela Basílica da Estrela. É um trajeto possível para quem desejar visitar o Museu Nacional de Arte Antiga. Nesse caso deve-se sair na paragem de “Santos” e andar uns minutos a pé.

Existem ainda 3 ascensores e um elétrico, considerados Monumentos Nacionais, que ajudam a subir as colinas da cidade. Nos Restauradores, pode-se apanhar o Elevador da Glória para mais rapidamente chegar ao Bairro Alto, ao Príncipe Real e ao miradouro do Jardim de São Pedro de Alcântara. Do outro lado da Avenida da Liberdade, a meio da paralela Rua das Portas de Santo Antão, o Elevador do Lavra sobre até ao Jardim do Torel. Já perto do Chiado, o Elevador da Bica faz a ligação entre dois bairros antigos que são referência na noite de Lisboa, o Bairro Alto e o Cais do Sodré.

Uma das atrações de Lisboa, no coração do centro histórico, é o Elevador de Santa Justa, um excelente miradouro sobre a Baixa. Obra de referência da arquitetura do ferro em Portugal, foi construído no início do séc. XX (1902), pelo francês Raoul Mesnier de Ponsard, um discípulo de Eiffel.

Para mais informações sobre os percursos e as tarifas, consultar www.carris.pt.

 


Páginas

Pesquisa avançada
Planeamento Veja os favoritos que selecionou e crie o seu Plano de Viagem ou a sua Brochura.
Esqueceu a sua password?
Faça login através de redes sociais
*Aguarde por favor. *As instruções de recuperação de password serão enviadas para o seu e-mail. *E-mail não enviado. Tente novamente.
Faça login através de redes sociais

Este site utiliza cookies para melhorar a experiência de navegação e não guarda dados identificativos dos utilizadores.
Poderá desativar esta função na configuração do seu browser. Para saber mais, consulte os Termos de Utilização

close