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Aquaparques em Portugal

Em Portugal encontram-se parques aquáticos de norte a sul do país que garantem momentos de boa diversão, sob o generoso sol português. 

O sol e o mar são uma constante neste país de mais de 800km de costa, mas já não é preciso passar o dia na praia para guardar recordações de horas bem passadas dentro de água, com ou sem crianças. Os parques aquáticos mais concorridos encontram-se no Algarve (Slide & Splash, Aqualand Big One), mas existem outros igualmente divertidos em todo o país, com piscinas e escorregas para todos os gostos, tubos, túneis e pistas aquáticas, jacuzzis e muitas outras formas de cativar o interesse, quer se procurem experiências mais radicais ou mais tranquilas, sem tanta adrenalina.

As diversões aquáticas fecham no inverno e abrem n o verão. Mas alguns também têm animais, seja só para os admirar ou conhecer melhor, seja para brincar com eles dentro de água, como no Zoomarine e no Aqua Show Family Park, no Algarve. Todos oferecem, porém, áreas de lazer bem cuidadas, restaurantes, e alguns até alojamento, contando sempre com infraestruturas desportivas e diversões alternativas para que não falte nada ao visitante mais exigente.

Assim, mesmo quem está no interior ou não quer ir à praia, encontra o Parque Aquático de Amarante e o Naturwaterpark de Vila Real no norte de Portugal, o Panorâmico Aquaparque junto a Pombal, o Norpark na Nazaré ou o Sportágua em Peniche, estes no Centro de Portugal. E ainda podemos visitar o Aquaparque Santa Cruz, na ilha da Madeira.

Se mencionámos apenas alguns dos parques aquáticos, merecem referência também algumas praias artificiais: no Centro de Portugal encontram-se a Live Beach Mangualde, perto de Viseu, e a Praia das Rocas (com ondas artificiais), em Castanheira de Pera. Tal como os parques, oferecem dias bem refrescantes a mergulhar, saltar, deslizar, brincar com os filhos… Enfim, dias cheios de emoção!


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Férias em Família

Portugal oferece excelentes condições para umas férias em família, já que é um pequeno país à beira do Atlântico, ideal para atividades de exterior ou interior.

Portugal tem cerca de 800 km de comprimento máximo no território continental, que se percorrem facilmente, proporcionando uma grande variedade de experiências, sempre a curta distância. É um país seguro, brindado com o maior número de horas de sol por ano de toda a Europa e dispõe duma excelente rede viária e de aeroportos internacionais junto dos principais destinos turísticos, o que o torna sempre uma escolha certa para miúdos e graúdos.

Aqui, os mais novos vão adorar conhecer um sem número de locais, a começar pelos parques de animais. O Oceanário e o Aquário Vasco da Gama, em Lisboa, o Fluviário de Mora, os vários zoos, com destaque para o Jardim Zoológico de Lisboa ou o Badoca Safari Park, no Alentejo, são alguns dos mais conhecidos. Tal como o Zoomarine no Algarve, que faz a ponte entre um parque temático e os concorridos parques aquáticos que abundam na região, mas se espalham um pouco por todo o país:  Nazaré, Amarante, Pombal ou Santa Cruz, na Madeira, são algumas das localidades onde se podem encontrar piscinas e escorregas de todos os tamanhos e feitios com diversão garantida para todos. Mas podem divertir-se também, e aprender, nos vários Centros de Ciência do continente e ilhas, onde sobressaem o Planetário Calouste Gulbenkian e o Pavilhão do Conhecimento, ambos em Lisboa. São ainda muito procurados o Museu da Marioneta em Lisboa, os museus do brinquedo e os centros de equitação que se encontram por todo o país ou o Portugal dos Pequenitos que, em Coimbra, atrai crianças desde há muitas gerações.


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O Melhor de Portugal

Portugal foi eleito o melhor país a visitar em 2014 pela edição espanhola da revista Condé Nast Traveler, após ter sido igualmente selecionado como Best Value Destination 2014 pelos Rough Guides. Entre as principais atrações de Portugal, foram destacados a cultura, a gastronomia e os vinhos, as praias, o golfe, a história, a variedade das paisagens, e sobretudo, a hospitalidade do povo português, considerado pelos espanhóis afável, aberto e sincero.

Lisboa e Porto
Lisboa é a capital de Portugal e o Porto é a segunda maior cidade, no norte do país. São duas cidades vibrantes e cheias de história que conservam uma dimensão humana, com os seus bairros históricos, monumentos e fachadas de azulejo.

Lisboa é chamada cidade branca pela luz do sol que o rio Tejo reflete. Conquistou em 2014 o título de Travellers’ Choice do TripAdvisor que já ganhara em 2013, ano em que foi também eleita Melhor Destino em férias de cidade da Europa pelos World Travel Awards.

Já o Porto, que também deu nome a um vinho saboreado em todo o mundo, foi novamente eleito em 2014 como Melhor Destino Europeu  e é uma das 14 cidades top eleitas pela British Airways para visitar. Antes disso foi a 2ª cidade nos Travellers’Choice 2013 do TripAdvisor para os destinos em crescimento na Europa.

       World Travel Awards - Europe Leading City Break Destaination                        Condé Nast Traveler - Mejor Pais 2014


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Passeios a pé

Com um clima agradável ao longo de todo o ano, passear a pé por Portugal é uma das melhores formas de descobrir cantos e recantos que de outro modo nunca chegaríamos a conhecer.

Pelas ruas de cidades e vilas, através dos campos ou à beira mar, os passeios podem ter pontos de partida e de destino bem definidos, ou desenvolverem-se simplesmente ao sabor da vontade, pelo prazer de andar e de observar o que se encontra pelo caminho. Para orientação podemos usar mapas ou então seguir as marcas deixadas no terreno pela passagem daqueles que os percorreram antes.

Mas também há percursos sinalizados no terreno, com itinerários certificados e bem definidos que oferecem segurança a todos os que os queiram seguir. Estes são homologados pela Federação de Campismo e Montanhismo, a entidade com competência para tal. De acordo com a sua extensão são classificados de Grandes Rotas, Pequenas Rotas ou Percursos Locais. As Grandes Rotas (GR) têm sempre mais de 30 quilómetros e algumas estendem-se mesmo por outros países, são transeuropeias, como o Caminho do Atlântico (GR–E9) que tem início em São Petersburgo na Rússia e atravessa toda a Europa. Com extensão inferior a 30 quilómetros, as Pequenas Rotas são normalmente definidas na área de um concelho e os percursos locais abrangem distâncias mais reduzidas. Caminhar é assim uma atividade ao alcance de qualquer um, que apenas precisa de seguir os sinais no terreno para não se perder.

Para maior segurança podemos levar outros meios de orientação, como os mapas detalhados do terreno a grandes escalas, que são produzidos pelo Instituto Geográfico Português. Ou a tradicional bússola e outras aplicações disponíveis num telemóvel, bem como guias e roteiros com informações que complementem aquilo que se observa. Podemos aliar a caminhada à busca de pequenos “tesouros” praticando geocaching com o auxílio indispensável do GPS. Fundamental para todos é o tipo de roupa e calçado que devem ser confortáveis e adequados ao clima e ao terreno. E como nem sempre se pode contar com estabelecimentos que sirvam bebidas e refeições, convém levar água e alguns alimentos.

Existe ainda a possibilidade de participar numa atividade organizada por uma empresa, seguindo percursos guiados por profissionais especializados, que já exploraram o terreno. Deste modo são eles que marcam o ritmo e orientam o caminho, chamando a atenção para os pontos de interesse e detalhes que cada etapa esconde. As propostas são muito variadas e permitem usufruir em pleno do passeio sem nos preocuparmos com os aspetos práticos, bem como de distribuir melhor o esforço ao longo da caminhada. Assim, quando chegarmos ao fim da jornada, teremos mais vontade de apreciar a excelente gastronomia de cada região e o conforto de uma unidade de turismo rural. 


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Dieta Mediterrânica

Não deixe de…
  • provar as sopas de legumes como o caldo verde, originário do norte de Portugal, ou o gaspacho, sopa fria que se come no verão no sul do país
  • comprovar que o melhor peixe do mundo é o português, comendo-o simplesmente grelhado numa esplanada à beira-mar
  • deliciar-se com as saborosas receitas alentejanas à base de pão, onde abundam ervas aromáticas, como o poejo, coentros e muitas outras
  • saborear um prato de cataplana, muito frequente no Algarve
  • provar a castanha assada, que se vende na rua, durante o inverno

A Dieta Mediterrânica, classificada Património Mundial pela Unesco, faz parte do bilhete de identidade da gastronomia portuguesa.

Na sua base encontramos produtos vegetais, nomeadamente produtos hortícolas, fruta, pão de qualidade e cereais pouco refinados, leguminosas secas e frescas (feijão, grão, favas, etc.), frutos secos e oleaginosas (nozes, amêndoas, castanhas, passas, etc.), mas também o azeite como principal fonte de gordura e o consumo de peixe em detrimento de carnes vermelhas.

Todos estes alimentos, que preferimos consumir na época - e adquirir no comércio local, senão mesmo nos mercados tradicionais, ao ritmo das colheitas ou da faina - fazem parte duma cozinha simples e frugal que os prepara de forma a preservar os seus nutrientes. E assim temos as sopas, os cozidos e guisados, os ensopados e as caldeiradas, que mantêm as propriedades antioxidantes dos ingredientes, contribuindo para uma maior longevidade aos seus consumidores.

A dieta mediterrânica distingue-se ainda pelo consumo moderado de lacticínios, uso de ervas aromáticas para temperar em detrimento do sal, consumo moderado de vinho e apenas à refeição, consumo de água como principal bebida ao longo do dia e, não menos importante, o convívio à volta da mesa. Com efeito, uma característica bem portuguesa é a partilha da mesa, um ritual que junta familiares e amigos e marca a nossa hospitalidade.


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Sair à noite em Lisboa

Lisboa é uma das capitais europeias que goza de um dos maiores privilégios concedidos à vida urbana: as suas ruas podem ser desfrutadas à noite, com prazer e segurança.

E para quem gosta de agitação, as noites começam cedo e acabam tarde. Onde? De preferência nos bairros históricos e a usufruir da presença constante do rio Tejo. Os finais de tarde numa esplanada, num jardim ou miradouro, são sempre muito apreciados. O Bairro Alto e o Cais do Sodré são os bairros com mais tradição mas novos espaços vão abrindo junto ao rio, dando sempre novo fôlego à noite lisboeta.

Todas as noites são animadas e ao fim-de-semana há mais afluência mas os habitués que gostam de ambientes mais descontraídos começam a sair à noite à 5ª feira.

Bairro Alto
A noite começa no Bairro Alto. Pode ser numa das animadas esplanadas do Largo do Camões e do Chiado ou a ver o pôr-do-sol com vista sobre a cidade, no Miradouro de São Pedro de Alcântara, ou com o rio ao fundo, no de Santa Catarina. Depois é seguir por uma das ruas estreitas do bairro, onde também se encontram lojas trendy abertas até tarde, e escolher um restaurante para jantar. A escolha é variada e uma casa de fados pode ser uma boa opção. Mas não fica por aqui. Com uma frequência muito heterogénea, a grande diversidade de bares e a animação de rua do Bairro Alto são um bom início para quem gosta de viver a noite.
Subindo o Bairro Alto, a norte entramos no Príncipe Real. Esta zona residencial, também conhecida pelas lojas de antiguidades e de design, tem alguns bares já com muitos anos de presença na noite lisboeta e é um ponto de encontro muito apreciado pela comunidade gay.

Cais do Sodré
Para continuar a noite e dançar, o Cais do Sodré é uma das opções mais concorridas do momento. Esta zona de bares com nomes de capitais do norte da europa e de países longínquos que há décadas divertia os marinheiros que chegavam ao porto de Lisboa é agora uma das mais descontraídas da noite lisboeta, com espaços culturais, restaurantes, bares, clubes e discotecas. A música é muito variada, ouve-se reggae, música africana, new wave, indie e rock gótico, a programação dos clubes é apelativa e o ambiente é eclético. A animação segue pela noite fora até o sol já ir alto, para os que tiverem mais energia.


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Gastronomia de Lisboa

A começar na sardinha assada acabando nos pastéis de Belém, Lisboa tem uma gastronomia tão convidativa como a cidade e a região.
 
A sardinha assada come-se em todo o país, mas em Lisboa tem especial tradição nas festas dos Santos Populares, em junho. Sobretudo no verão, é prato obrigatório num restaurante típico ou esplanada de praia, com pimentos assados, temperada com o excelente azeite português. 

Porém, os barcos que dão cor aos portos de pesca da região - Ericeira, Cascais, Sesimbra ou Setúbal - fornecem muitos outros peixes e mariscos de suculentas caldeiradas, sopas de peixe ou simples peixes grelhados. Como o salmonete de Setúbal e o choco frito. É que em Portugal temos o melhor peixe do mundo! 

Muitas tentações doces só por si justificam a viagem, todas elas nos arredores da capital: as nozes de Cascais no fim da bonita linha da Costa do Estoril; as queijadas e travesseiros de Sintra ou os fofos de Belas na verde Paisagem Cultural de Sintra, pontuada de palácios e classificada Património Mundial pela Unesco; e, logo passando o Tejo para sul, encontramos as tortas de Azeitão. A nossa doçaria não acaba, mas há algo que ninguém pode perder numa visita a Lisboa: na zona monumental de Belém, onde também ficam dois expoentes do Património Mundial, é obrigatório provar os gulosos pastéis de Belém, um ex-libris da doçaria conventual que faz parte da imagem de marca da gastronomia portuguesa.


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Xisto na Naturtejo

Entre rochas cobertas de fósseis e serras habitadas por grifos e cegonhas-negras, as aldeias de xisto do Geopark Naturtejo são lugares hospitaleiros, onde apetece demorar.

Para além dos geossítios classificados e da variedade ecológica, o Geopark Naturtejo da Meseta Meridional integra povoações onde o Homem sabiamente se fundiu com a natureza, adaptando-a gentilmente às suas necessidades. Martim Branco, situada entre penedias de xisto e quartzo é um exemplo dessa harmonia. Nesta aldeia com poucas casas, os fornos comunitários são verdadeiros espaços sociais que lançam no ar os aromas daquilo que vão cozendo no interior – seja cabrito, pão ou bolos, decerto que o cheiro vai abrir o seu apetite.

Prossiga para Sarzedas, terra de povoamento muito antigo que já foi vila e sede de concelho. Hoje em dia, esta aldeia pacata mantém um ar nobre, com casas de belo traçado que se distinguem pelas suas fachadas rebocadas, com apontamentos de cor.

Aqui, o mundo rural está vivo e presente. E se a grande riqueza da região é o azeite de qualidade, proveniente das oliveiras que crescem em socalcos entre muros de xisto, estas terras fornecem muitos outros produtos de grande importância na economia local. Na aldeia de Figueira há sempre uma horta junto a cada casa, um carro com feno acabado de apanhar, ou um bando de galinhas que passeia indiferente a tudo. Mas também encontra atividades para se exercitar. Para-quedismo na Escola do Aeródromo das Moitas, equitação na Sobreira Formosa, ou uns mergulhos na Praia Fluvial de Froia são as sugestões que lhe deixamos.

Situada a 10 km do marco geodésico que assinala o centro de Portugal, Água Formosa fica já fora dos limites do Geopark Naturtejo, mas nem parece. Faça a sua visita seguindo os sons da água que dá nome à aldeia e que corre puríssima nas fontes e na Ribeira da Galega. Mate a sua sede de descanso, enquanto descobre todo o encanto das aldeias do xisto.


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Do Rio Alva à Serra da Estrela

Passeie pelas estradas do interior centro e entre rios, ribeiras e serras descubra aldeias onde o xisto marca a paisagem.

Numa zona montanhosa de vegetação luxuriante, Vila Cova do Alva conserva um ar de nobreza que a distingue. Respire-o num passeio pelas ruas, onde pode apreciar solares do século XVII e igrejas do século XVIII. E se vier num dia quente de verão, refresque-se na praia fluvial no Rio Alva, enquanto se deslumbra com a beleza da vegetação que a rodeia.

Já na encosta norte da serra do Colcurinho, a uma altitude de cerca de 500 metros, a Aldeia das Dez proporciona uma vista privilegiada para as serras envolventes. Toda ela oferece excelentes pontos de observação, mas um dos melhores é sem dúvida o Miradouro Penedo da Saudade de onde se pode apreciar o confluir dos Rios Alvôco e Alva na Ponte das Três Entradas. Uma paisagem que não apetece deixar de contemplar!E para o ajudar na identificação daquilo que os seus olhos veem, encontra aqui também um painel informativo em azulejo com os principais locais históricos a visitar.

A caminho da Serra da Estrela, na vertente oriental da Serra do Açor, situa-se Sobral de São Miguel, um povoado muito antigo associado à Rota do Sal, o caminho que os mercadores seguiam para trazer este condimento indispensável do litoral para o interior. Percorra as ruas da aldeia e aprecie o casario tradicional, os fontanários, moinhos e lagares, ou os fornos comunitários, ainda hoje utilizados pela população. Para retemperar forças, termine este passeio provando as iguarias locais como o mel, os enchidos ou as tigeladas, e leve consigo o sabor destas aldeias preservadas.


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Em plena Serra do Açor

Junto à Serra do Açor, Fajão e Benfeita são duas aldeias acolhedoras que esperam a sua visita.

A frescura da água é uma constante na aldeia de Fajão. Bem no centro, junto ao adro da igreja, a Fonte Velha distribui o líquido precioso a quem se quiser refrescar. Percorra os pátios da cadeia, visite o Museu Monsenhor Nunes Pereira e atinja o topo da aldeia, onde vai encontrar a piscina, ideal para os dias quentes de verão. Mas se preferir os cursos naturais, procure os açudes do rio Ceira. Como está perto da sua nascente, as águas são muito límpidas, um verdadeiro convite ao mergulho. Já os mais aventureiros encontram ótimas condições para a prática de escalada, nos altos penedos que rodeiam a aldeia. E quando chegarem ao topo, a 900 metros de altura, têm mais um bónus - uma paisagem a perder de vista que se estende pela Beira Baixa.

Siga agora para norte em direção a Benfeita. Pelo caminho vale a pena descobrir a Paisagem Protegida da Serra do Açor através dos trilhos da Mata da Margaraça, uma reserva biogenética considerada o último reduto da vegetação original do centro do país.Visite também a Fraga da Pena, de onde a água se precipita a 70 metros de altura e se estiver calor, aproveite e descontraia na área de recreio e lazer.

Já em Benfeita, passeie pelas ruas, ruelas e passadiços por entre o casario branco. Decerto vai reparar na Torre da Paz, que se destaca pelas suas paredes de xisto. Se a sua visita coincidir com o dia 7 de maio, não estranhe se lhe parecer que o sino não para de tocar. Isto acontece desde 1945, quando terminou a II Guerra Mundial; o sino repica 1620 vezes, o número de dias que durou a “Paz portuguesa”, uma vez que o nosso país se manteve neutral. É a celebração da paz, que nestas aldeias tranquilas vai encontrar em qualquer altura do ano.


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