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Sugestões

Vinho Madeira

Um Vinho com nome de uma Ilha e uma Ilha com nome de um Vinho.

Reconhecida em todo o Mundo como um destino turístico por excelência, a notoriedade da Ilha da Madeira deve-se, também, ao vinho que tem o seu nome e que nos mais variados pontos do globo ganhou fama e prestígio.

Apreciado em todo o mundo, este "néctar" é um dos ex-líbris da Ilha da Madeira. Escolhido para celebrar a Independência dos EUA, em 1776, elogiado por Shakespeare, apreciado por reis, príncipes, generais e exploradores, o Vinho Madeira é sem sombra de dúvidas um verdadeiro tesouro.

De entre as castas autorizadas para o Vinho Madeira as mais tradicionais são: Sercial, Boal, Verdelho e Malvasia. Nos secos, destaca-se o Sercial, ideal como aperitivo, leve, muito perfumado e de cor clara. O Verdelho -meio seco, delicado, bastante perfumado e de cor dourada - é o mais indicado para acompanhar refeições. Meio-doce, suave, nobre, aveludado e de cor dourada escura, o Boal é o mais recomendado para pratos assados e para a sobremesa. Entre refeições ou à sobremesa são poucos os que resistem à Malvasia. Representa o vinho doce, encorpado de perfume intenso e cor vermelha.

A paisagem vitícola profundamente enraizada na Ilha possui uma paleta de cores que se transformam ao longo do ano, desde as diferentes tonalidades de verdes aos castanhos-avermelhados. A construção dos socalcos, sustentados por paredes de pedras, faz lembrar escadarias que vão nalgumas partes da Ilha do mar à serra, parecendo pequenos jardins embutidos na paisagem.



Em setembro têm lugar as vindimas em que todos podemos participar. É quando se realiza a Festa do Vinho Madeira, uma homenagem a este produto ancestral e reconhecido além-fronteiras.


Rota do Vinho do Porto e Douro

Não deixe de…
  • participar nas vindimas, entre setembro e outubro, na maioria das quintas do Douro, especialmente nas vocacionadas para o enoturismo
  • participar em provas nas quintas produtoras de vinho
  • visitar as Caves de Gaia, onde o vinho do Porto envelhece
  • visitar as aldeias vinhateiras de Barcos, Favaios, Provesende, Ucanha, Salzedas e Trevões

Nos anfiteatros grandiosos do vale do Douro, classificados Património Mundial, o homem fez nascer o vinho do Porto e vinhos de mesa de grande qualidade.

O vinho do Porto é o mais antigo embaixador de Portugal. Cultivado nos socalcos do Douro, tem a honra de pertencer a uma das mais antigas regiões demarcadas do mundo, desde que em 1756 foi criada a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro. A sua missão era delimitar a região, registar as vinhas e classificar os vinhos de acordo com a sua qualidade.

Aqui nascem também os vinhos de mesa do Douro, que nas últimas décadas têm adquirido grande notoriedade e projeção além-fronteiras graças à sua qualidade, tanto nos tintos como nos brancos e até nos rosés.

Inseparável do rio Douro que a percorre em vales profundos desde a fronteira com Espanha até perto do Porto, esta região de montanhas de xisto, com solos pobres e agrestes, foi transformada por ação do homem que plantou a vinha degrau a degrau. Verde no verão, cor de fogo no outono, a vinha deu lugar a uma paisagem única classificada pela Unesco.

Deixemo-nos pois encantar com a paisagem do Douro: os vales, a fita azul do rio serpenteando ao fundo, as vinhas em socalcos, o ar puro... Embora hoje já não se vejam os barcos rabelos transportarem o vinho rio abaixo, ele continua a descer o rio até ao Porto, onde envelhece nas vizinhas Caves de Gaia, e por isso herdou do local de partida para o resto do mundo o nome com que ficou famoso.

A região produtora está dividida em três áreas. A oeste, no Baixo Corgo, fica a capital do vinho do Porto, a cidade do Peso da Régua, onde devemos fazer uma visita ao Museu do Douro e ao Solar do Vinho do Porto, para provar e aprender mais sobre este néctar. O Pinhão já fica na sub-região do Cima Corgo, que concentra os mais afamados vinhos do Porto. Perto do Peso da Régua, fica o miradouro de São Leonardo de Galafura. Mas não menos empolgante é a paisagem que se pode admirar do miradouro de São Salvador do Mundo, já na margem sul e na sub-região do Douro Superior, junto a São João da Pesqueira.

A Rota do Vinho do Porto tem ainda a particularidade de se poder fazer de carro, comboio ou barco, uma vez que o rio é navegável do Porto a Barca de Alva, na fronteira com Espanha. Em jeito de passeio, podemos embarcar no cais de Gaia e seguir até à Régua, a mais importante estação ferroviária do percurso, onde se pode apanhar o antigo comboio a vapor e fazer uma viagem histórica. No Pinhão é forçoso conhecer os azulejos da estação, relacionados com a atividade vinícola, atravessar a ponte e percorrer as estradas ondulantes que bordejam o rio do lado sul.

E não podemos deixar de aproveitar para visitar algumas das muitas quintas produtoras de vinho do Douro e do Porto, algumas preparadas para o enoturismo. Onde haveria afinal melhor lugar para provar um cálice de Porto ou saborear um bom vinho do Douro à refeição? É que quase trezentos anos depois de o Marquês de Pombal decretar a demarcação desta zona vinhateira, para além do Porto também os vinhos do Douro sobem ao primeiro lugar em concursos internacionais. E sabem ainda melhor na terra que os produz.


A cidade do Porto, de onde se exportam os vinhos do Douro e do Porto, é Património Mundial e a mais comum porta de entrada para esta rota e vale do Douro.

Na margem norte do rio e com ligação direta à Régua, também a cidade de Vila Real merece uma visita, assim como o Palácio de Mateus, que fica nas imediações. A visitar ainda Lamego, também com ligação à Régua, mas já na margem sul. Fica aos pés do concorrido santuário de Nossa Senhora dos Remédios.

Também a sul, fica o Parque Arqueológico de Foz Coa, uma enorme galeria de arte rupestre ao ar livre, classificada Património Mundial.


Rota dos Vinhos do Alentejo

Região vitivinícola de grande tradição, o Alentejo possui vinhos que nos surpreendem pela excelência, pelos aromas e pelas cores, tão singulares como a paisagem e a própria gastronomia.

Esta região de vastos horizontes, a que os sobreiros conferem uma sensação de força e perenidade, foi em tempos um extenso campo de trigo. Atualmente, as searas dão lugar a enormes vinhas, cujos vinhos recebem a força da paisagem e do calor ambiente, estando entre os mais reconhecidos de Portugal.

Para além do Vinho Regional Alentejano, que se encontra por toda a região, os produtores de vinho distribuem-se por 8 áreas de Denominação de Origem Controlada - Portalegre, Borba, Redondo, Reguengos, Vidigueira, Évora, Granja/Amareleja e Moura, o que permite uma variedade de escolha em qualquer ponto do Alentejo.

As caraterísticas distintas dos solos consoante a área (graníticos, calcários, mediterrânicos ou xistosos), as inúmeras horas de exposição solar e um conjunto de castas selecionadas permite uma produção de grande qualidade, aliada à capacidade de manter a tradição do sabor mas inovando na arte de fazer o vinho.

Quanto ao que os distingue, os vinhos brancos são aromáticos, frescos e harmoniosos, enquanto os tintos, de cor rubi ou granada, se revelam mais intensos, encorpados e ao mesmo tempo macios e ligeiramente adstringentes.

Para fazermos a escolha certa e saber qual o melhor para acompanhar uma refeição, nada como visitar uma adega, onde somos bem recebidos por enólogos mais entendidos e prontos a tirar todas as dúvidas. Também podemos começar pela Sala de Provas da Rota dos Vinhos do Alentejo, em Évora, onde poderão igualmente sugerir vários percursos pela região. E é sempre uma oportunidade para visitar esta cidade que é Património da Humanidade.

Para conhecer os segredos do vinho, sugerimos outras formas de o fazer, como visitar a Enoteca e o Museu do Vinho do Redondo ou participar nas festas das vindimas no final do verão, em que Borba é um bom exemplo com a sua Festa da Vinha e do Vinho.

E se aos vinhos juntarmos os deliciosos queijos alentejanos e os sabores aromáticos da gastronomia alentejana, então a visita ficará sem dúvida mais rica e completa.


Viagem pelo litoral Alentejano

Não deixe de…
  • Jantar a ver o por do sol
  • Comer peixe fresco
  • Fazer um dos trilhos dos pescadores assinalados pela Rota Vicentina
  • Ir a Sines durante o festival de Músicas do Mundo
  • Aproveitar o Festival do Sudoeste para conhecer o litoral

Entre a foz do Rio Sado e a Zambujeira do Mar, o litoral alentejano surpreende por ser uma área de costa tão bem preservada, com pequenos paraísos de sol e praia, gente amável e boa gastronomia.


De Troia a Sines
Podemos chegar a Troia por Alcácer do Sal ou de ferry a partir de Setúbal, atravessando o estuário do Rio Sado. À chegada, a península de Troia tem muito a descobrir. Podemos jogar golfe, ter aulas de surf, fazer caminhadas ao longo da praia ou observar golfinhos. Assim como dar uns passeios para conhecer o património cultural da região, como a aldeia palafita da Carrasqueira e as Ruínas Romanas de Troia que nos revelam, aliás, como já era uma área muito rica em recursos naturais há dois mil anos atrás.

A seguir a Troia, a Comporta é um local muito apreciado para ir à praia com a família e com bons restaurantes. Estamos numa região de arrozais e por isso os pratos confecionados com arroz são uma especialidade a não perder.

Até Sines, a costa é uma extensão de areia contínua, com praias tão agradáveis como as do Pinheirinho e da Galé, por exemplo. Em Melides e em Santo André, consoante a vontade e a preferência pelas atividades, podemos escolher entre as praias de mar e as lagoas. São bons locais para andar de canoa ou fazer windsurf.

Sines é uma das cidades mais importantes do litoral alentejano e é também um porto industrial e um cabo de mar, tornando-se um ponto de paragem natural para quem visita a região. Porto pesqueiro de tradição, foi aqui que nasceu Vasco da Gama, o grande navegador. Quem sabe as suas viagens não terão inspirado o Festival de Músicas do Mundo que aqui se realiza todos os anos no início do verão.

De Sines à Zambujeira do Mar
A partir do porto de Sines este paraíso natural de areia transforma-se e as suaves baías passam a alternar com praias mais cénicas, com formações rochosas. Entre todas, as praias de São Torpes, Morgável e Vale Figueiros merecem uma paragem demorada com toda a família. A grande riqueza da paisagem subaquática desta zona também é muito apreciada para fazer mergulho.


Ilha do Pessegueiro, Porto Covo © Rota Vicentina

Nos caminhos para a praia podemos encontrar pequenos refúgios para comer peixe, em vilas que se debruçam sobre o mar. Como Porto Covo, pitoresca aldeia de pescadores, que nos recebe numa bonita praça rodeada de casas baixinhas. A praia é muito acolhedora e do seu portinho, de barcos coloridos, podemos chegar à ilha do Pessegueiro, que se vê no mar, em frente.

Seguimos até Vila Nova de Milfontes, na foz do rio Mira. Entre a praia oceânica e o rio, os passeios de barco ou de canoa são sugestões para momentos bem passados com os amigos. Pode-se até subir o rio e chegar a Odemira.

Almograve, entre arribas e dunas avermelhadas, é um refúgio e uma das praias mais apreciadas para o surf e bodyboard. A partir da vila pode-se fazer um percurso pelo campo até à praia, passando por dunas e formações rochosas com milhões de anos. 

Mais a sul, o Cabo Sardão é um lugar agreste mas também um miradouro deslumbrante sobre a costa recortada. Em pleno parque natural, é um lugar único no mundo onde a cegonha branca nidifica nas falésias.


Zambujeira do Mar © Shutterstock - Francisco Caravana

Esta viagem inspiradora segue para a Zambujeira do Mar, com outras praias a descobrir. Aqui, como ao longo de toda a costa, os surfistas encontram ondas perfeitas para aperfeiçoarem o estilo e se divertirem. 

Mas nem só de praia vive o litoral alentejano. A sul de Sines, entramos no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, com muitas opções de percursos pedestres e de bicicleta. Os diversos trilhos assinalados ao longo dos 450 km que integram a Rota Vicentina, entre o Santiago do Cacém e o Cabo de São Vicente, são uma boa forma de conhecer a região, entrar no quotidiano de quem aqui vive e ter outras experiências mais próximas dos costumes e das tradições do lugar.


Enoturismo

Não deixe de…
  • durante os meses de setembro e outubro, participar nas vindimas, fator de grande atração turística das unidades de enoturismo
  • visitar as aldeias vinhateiras na região do Porto e Douro
  • provar o vinho e adquirir uma garrafa no Solar do Alvarinho, em Melgaço, na região dos Vinhos Verdes
  • descobrir os diversos museus dedicados ao vinho que existem de norte a sul de Portugal

Portugal é um país de forte tradição vitivinícola, e a excelente qualidade dos seus vinhos tem reconhecimento em todo o mundo, sendo numerosos os prémios e distinções conquistados em concursos internacionais. E para os apreciar e conhecer, nada como visitar as regiões onde se produzem, sendo o enoturismo um excelente pretexto para descobrir também as paisagens, o património, a cultura e as gentes que aqui vivem.

O Douro e o Alentejo são as regiões onde se concentra o maior número de espaços dedicados ao enoturismo, mas um pouco por todo o país, incluindo o Algarve, há unidades de produção vinícola que recebem visitantes, seja para conhecer as vinhas, a adega, provar os vinhos e, porque não, pernoitar e conhecer a região em redor?

É na região do Alto Douro Vinhateiro, criada em 1756, que se produz o vinho do Porto, desde sempre destinado à exportação. Não admira pois que aqui haja uma tradição secular de receber visitantes e de com eles partilhar o melhor da região. Desde logo a soberba paisagem do vale do Douro, onde o homem construiu socalcos para plantar vinha nas encostas duma região de solos agrestes. Deu lugar a uma paisagem classificada pela Unesco como Património Mundial, povoada de quintas tradicionalmente ligadas ao vinho. Com possível entrada pelo Porto, onde ficam as Caves do Vinho do Porto, uma boa maneira de descobrir a região é a bordo dum cruzeiro, que permitirá visitar alguns dos locais mais emblemáticos ligados á produção dos excelentes vinhos do Douro e do Porto.


A fundação de Portugal começou pelo norte, berço das mais antigas famílias nobres que ajudaram os nossos reis na conquista do território. Por este motivo, no norte, onde se produzem os vinhos verdes, encontramos inúmeros solares e casas senhoriais que, junto com os seus brasões, ostentam a mais aristocrática hospitalidade. Podemos instalar-nos em casas e quintas onde nos esperam provas de vinhos e outras experiências, como a visita a outros elementos do seu património. Nesta região ficam cidades históricas como Braga, Guimarães, Viana do Castelo e muitas outras, no litoral ou no interior, algumas delas à beira de rios que lhes acrescentam frescura e fascínio.

Na região Centro encontramos cidades patrimoniais como Viseu, Coimbra - recentemente incluída na lista do Património Mundial - Aveiro na costa, e ainda outros locais de charme como o Buçaco e termas centenárias. Também encontramos excelentes unidades de Enoturismo, algumas propriedade de antigas caves portuguesas, embora todas elas tenham acompanhado as atuais tendências de produção vínica e disfrutem dos mais modernos métodos de produção. São casas bem apetrechadas, que tiram partido da antiguidade do seu legado histórico, por vezes até com núcleos museológicos.

O Alentejo é uma região fértil em unidades de enoturismo, não fosse esta uma região onde se encontram vários dos principais produtores nacionais e a sua qualidade é apreciada em todo o mundo, tendo sido considerada como a melhor região vinícola do mundo para visitar em 2014 pelos leitores do conceituado jornal americano USA Today.  A vinha corre ao longo de extensas planícies e acompanha olivais e florestas de montado. É nesta paisagem de vastos horizontes que se inserem quintas e herdades produtoras de vinho com créditos firmados também na hospitalidade e na gastronomia por que são conhecidas. Com centro em Évora, outra cidade do Património Mundial que nos deixa encantados pela beleza e placidez do seu casco histórico, também nestas herdades podemos participar nas vindimas e observar as diferentes etapas de elaboração de um vinho. Também destaque especial merece Reguengos de Monsaraz, que em 2015 foi a cidade europeia do vinho e propõe muitas iniciativas a não perder como observações astronómicas com provas de vinhos, colheita de uvas para a criação de um vinho comemorativo, provas temáticas e jantares enogastronómicos.

Do outro lado do Atlântico destaca-se o Vinho Madeira que nos mais variados pontos do globo ganhou fama e prestígio, um verdadeiro “tesouro” que já no século XVIII era apreciado por reis, príncipes, generais e exploradores. Entre as castas utilizadas para o Vinho Madeira são de salientar as Sercial,  Boal, Verdelho, Tinta Negra e Malvasia, esta última representando o vinho doce, encorpado, de perfume intenso e cor vermelha. As vinhas, dispostas em socalcos sustentados por paredes de pedra, fazem lembrar escadarias, que nalgumas partes da ilha ligam o mar à serra em paisagens deslumbrantes.

Em suma, existe em Portugal, uma oferta muito qualificada de enoturismo, frequentemente associado ao turismo rural e a hotéis de charme em localizações privilegiadas. Além dos vinhos, podemos desfrutar de outros produtos de produção própria, como os frutos e compotas, queijos, azeites, doçaria artesanal e a própria gastronomia local. Muitas vezes de aspeto tradicional, não nos deixemos enganar pois trata-se de hotéis contemporâneos e de adegas e caves que investiram em avançada tecnologia, algumas com assinatura de reputados arquitetos nacionais.

Saiba mais em Enoturismo em Portugal - Portuguese Wine Tourism


Praias em Lisboa

Não deixe de…
  • passear ao longo da praia
  • dar um mergulho no Oceano Atlântico
  • jantar ao pôr-do-sol, vista mar
  • provar o marisco

Situada no encontro da foz do Rio Tejo com o Oceano, Lisboa é uma cidade com uma forte ligação ao mar, a única capital europeia com praias atlânticas.

Por isso, é imprescindível dar um passeio ao longo da costa ou até fazer uns dias de praia.

Com mais de duas dezenas de praias com Bandeira Azul, a costa tem ótimas condições para a prática de desportos náuticos e atrai surfistas e bodyboarders de todo o mundo, com todos os níveis de experiência.

Dizem os entendidos que aqui se encontram as melhores ondas da Europa, com grande diversidade de tipos de onda e de fundo, de areia ou de laje.

 


Lisboa num dia

Não deixe de…
  • andar de elétrico
  • provar um pastel de Belém

Num dia, é possível conhecer os principais pontos da capital portuguesa – museus, monumentos e vistas de encher o olho.

Primeiro, a começar a manhã logo do topo: das muralhas do Castelo de São Jorge, uma vista sobre toda a cidade, as outras colinas, o Tejo, os rooftops. É um local sereno para saborear Lisboa, do cimo deste reduto conquistado por D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, aos mouros em 1147.

Ao descer a encosta a pé, apanha-se o elétrico 28 frente ao miradouro das Portas do Sol, para se passar (e parar) na mítica Sé de Lisboa. É um edifício histórico de traçado românico, alicerçado onde antes já houve uma mesquita e se pode atualmente visitar o Museu do Tesouro e os claustros. Ao retomar a rota do 28, segue-se em direção à Baixa, zona do mapa lisboeta feita para andar a pé. Sobe-se em direção ao Chiado, já é altura de almoçar. Quer numa esplanada, quer num restaurante mais exclusivo, a oferta é muita e variada.

Chega a tarde, e segue-se o sol sempre para oeste. Guarda-se algum tempo para visitar o Museu Nacional de Arte Antiga, um dos mais emblemáticos do país, a contar com um sem-número de esculturas, ourivesaria e pinturas portuguesas e europeias dos séculos XIV a XIX – com o destaque principal para os Painéis de São Vicente. Entra-se na rota dos museus, que prossegue já para Belém, rumo ao Museu dos Coches, que alberga um espólio único no mundo de viaturas tantas, muitas utilizadas pelas cortes portuguesa e europeias.

Segue-se para o imponente Mosteiro dos Jerónimos, que está classificado como Património da Humanidade desde 1983. Um verdadeiro livro em pedra e mármore sobre um período dourado da História de Portugal, vale a pena aventurar-se pelos claustros e pela igreja, onde jazem os afamados Luís de Camões e Vasco da Gama, depois de passada a vista pelo portal sul a pente fino.

Aponta-se ao limite ocidental da Praça do Império, um impressionante edifício já moderno chama a atenção: é pois o Centro Cultural de Belém, paredes de mármore raramente à parte do panorama cultural e mediático da cidade, com um programa diverso e reputado de espetáculos. É onde está instalado o Museu de Arte Contemporânea - Coleção Berardo.

O dia está a chegar ao fim, e já com o sol rasante, vai-se até à Torre de Belém. A antiga fortaleza foi erigida no século XVI, com vista a defender a entrada do Tejo dos ataques por via marítima – à moda portuguesa, é uma estrutura militar que se destaca invulgarmente pelos seus elaborados adornos, os quais pertencem à escola de estilo manuelino.

Termina-se o passeio pelos lados de Belém – ou volta-se ao centro histórico, a passadas largas para o Bairro Alto, uma das zonas com maior concentração de animação noturna de Lisboa, com oferta de restaurantes, bares e discotecas para todos os gostos e disposições.


Golfe na Madeira

Tal como uma Primavera eterna, a Madeira é, por excelência, um destino de golfe para todo o ano. Duas ilhas distintas apresentam três magníficos campos de golfe e uma oferta de alojamento, de lazer e de bem-estar que encantam todos os golfistas.

A temperatura é amena ao longo de todo o ano, a natureza intacta oferece ar puro e passeios inesquecíveis, a gastronomia está cheia de sabores ricos em tradição. Aqui, as opções para passar uns dias de férias inesquecíveis são inúmeras. E encontram-se a apenas algumas horas de avião da Europa.

A tradição do golfe nesta ilha remonta já a 1937, altura em que os ingleses Miles, Leacock e Blandy construiram o primeiro campo de golfe de nove buracos. Nesta ilha poderá treinar num dos dois campos, o Palheiro Golf e o Clube de Golfe do Santo da Serra, com 18 e 27 buracos respetivamente, sendo ambos notáveis pela beleza e envolvência dos seus cenários.

O Porto Santo Golfe, situado na ilha com o mesmo nome a cerca de 40 km da Ilha da Madeira, é um campo de 27 buracos, projetado pelo famoso golfista Severiano Ballesteros. Com os seus 9 km de praia e as águas límpidas, a ilha do Porto Santo convida a um mergulho, após uma partida.


Porto Santo Golf ©Turismo da Madeira

Faz parte do calendário de torneios de golfe da Madeira, o ‘Madeira Island Open’, prova integrada na PGA Europeia, que constitui o mais importante torneio de golfe que se realiza anualmente na região, por altura da Primavera.

A Madeira dispõe, neste momento, de todas as facilidades para acolher golfistas de todos os handicaps, nelas se incluindo uma oferta hoteleira de qualidade superior, que posicionam as ilhas num paraíso para os amantes deste desporto e que, certamente, irão deslumbrar-se com o desafio de cada "hole" e com a paisagem envolvente.


Jogar golfe perto de Lisboa

O clima ameno e a beleza das suas paisagens litorais faz de Lisboa uma região de golfe muito apreciada por golfistas de todo o mundo.

Assinados por arquitetos já conhecidos pelos percursos desafiantes como Robert Trent Jones, Rocky Roquemore, Donald Steel, Frank Pennink, Severiano Ballesteros e Jorge Santana da Silva, os campos de golfe destacam-se pela sua qualidade e diversidade, aliados ao conforto e alto nível de serviço dos seus hotéis e club houses.

A proximidade de Lisboa de várias áreas de natureza protegida e de monumentos e paisagens classificados Património da Humanidade são o complemento perfeito para umas férias ou uns dias de golfe vividos com intensidade.

A região foi considerada o Melhor Destino de Golfe da Europa pela IAGTO, em 2007 e em 2003 e tem o primeiro campo de golfe da Europa a possuir o o Certified Signature Sanctuary/ Gold da Audubon International.


Algarve, destino de golfe

Diversas vezes considerado o melhor destino de golfe do mundo por revistas da modalidade e associações internacionais de operadores turísticos especializados, o Algarve faz jus a esta distinção mantendo uma qualidade a toda a prova.

Com um clima privilegiado que permite jogar ao longo do ano inteiro e uma grande diversidade de campos, quase quatro dezenas, a região é o paraíso dos golfistas. A maioria dos campos está implantada em zonas preservadas, com vistas deslumbrantes. São reconhecidos internacionalmente pela qualidade das suas instalações, em que a arquitetura é assinada por jogadores prestigiados e campeões lendários, como Sir Henry Cotton, Rocky Roquemore, Arnold Palmer e Ronald Frea. A somar a tudo isto, temos excelentes profissionais, uma diversificada rede de hotéis e boas acessibilidades, que vão desde as ligações aéreas diretas com diversos destinos do mundo à facilidade dos transfers entre o aeroporto internacional de Faro e os vários resorts.

Quinta de Cima
Photo: Quinta de Cima, Vila Nova de Cacela

Os campos distribuem-se de um extremo ao outro da região. À beira mar ou no interior, planos ou montanhosos, a escolha é diversificada, mas qualquer um nos poderá presentear com vários birdies e eagles, e quem sabe com um hole in one. Entre Lagos, Sagres e a Serra de Monchique encontram-se circuitos com vários graus de dificuldade, em que os greens e fairways são emoldurados por belos cenários naturais. É nesta zona, perto de Portimão que se encontra o primeiro campo inaugurado no Algarve, o Penina Hotel & Golf Resort premiado por diversas vezes como um dos melhores da Europa. 

Royal Golf Course
Photo: Vale do Lobo Royal Golf Course, João Paulo

A zona mais central, entre Vilamoura, Quinta do Lago e Vale do Lobo, é uma das mais luxuosas do Algarve e também uma das mais bem equipadas para a prática de golfe. Estes campos combinam links e fairways com falésias, lagos e bunkers, proporcionando buracos de elevada categoria. É o caso do buraco 16 do Royal Golf Course em Vale do Lobo o mais fotografado da Europa: um exigente Par 3 em que três espetaculares falésias sobre o mar se interpõem entre o tee e o green. Ou o buraco 6 do Pine Cliffs à beira de uma ravina a exigir uma tacada sobre a praia. 

Pestana Vale da Pinta Golf Course
Photo: Pestana Vale da Pinta Golf Course, Lagoa

No Sotavento os campos são mais planos, mas os seus traçados imaginativos são desafios que exigem a utilização de diversos tacos. Muitos são condimentados com as espécies originais da região, como figueiras, oliveiras, alfarrobeiras e sobreiros, pelo que uma volta de golfe é sinónimo de um passeio na natureza. Para além disso, as vistas panorâmicas sobre o Rio Guadiana, o Atlântico, a Serra e o Parque Natural da Ria Formosa são tão bonitas que podem até quebrar a concentração do golfista, prejudicando as suas pancadas de saída. 

Verdadeiros testes às capacidades técnicas dos mais exímios jogadores que têm de pôr à prova as suas estratégias, muitos destes campos são palco de importantes torneios internacionais como o Portugal Masters, que faz parte da PGA European Tour e se disputa no Victoria Golf Course em Vilamoura desde 2007. 

Photo: Penina Sir Henry Cotton Championship Course, Portimão
Photo: Penina Sir Henry Cotton Championship Course, Portimão

Mas o Algarve é também para os principiantes. Em toda a região há uma oferta variada de Academias de Golfe de reputação internacional onde se podem dar os primeiros passos ou aperfeiçoar as técnicas de jogo. Apetrechadas com equipamentos sofisticados, aplicam métodos de ensino inovadores e são apoiadas por profissionais certificados pela Professional Golfers Association (PGA), que dominam vários idiomas. A maioria dos campos oferece programas de formação, e para aqueles que querem treinar por sua conta o seu jogo curto, existem áreas de treino e vários campos de golfe pitch and put espalhados pela região. Uma ampla escolha para golfistas de todos os níveis!


Distinções 
Reconhecido como um dos melhores destinos de golfe, o Algarve faz justiça às distinções. Com um clima privilegiado que permite jogar o ano inteiro e 33 campos com 18 ou 27 buracos, a maioria dos quais situados em zonas bem preservadas e com vistas deslumbrantes, é um paraíso para golfistas de todo o mundo.

- Portugal, Melhor destino de Golfe do Mundo durante cinco anos consecutivos, entre 2014 e 2018 - World Golf Awards

- Portugal, Melhor destino de Golfe da Europa durante cinco anos consecutivos, entre 2014 e 2018 - World Golf Awards

- Algarve, Melhor destino de Golfe da Europa em 2016, 2014 e 2020 - pela IAGTO – International Association of Golf Tour Operators

- Algarve, Melhor destino de Golfe da Europa Continental em 2017, 2018, 2019 e 2020 – Revista “Today’s Golfer”

- Algarve, Melhor destino "Best Value" de Golfe da Europa Continental em 2012, 2013, 2015,2017 e 2018 – Revista “Today’s Golfer” (melhor relação qualidade/preço)


Mais informações: www.visitalgarve.pt


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